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PRONAC 210145Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Febem - UAP1

CARLOS ROBERTO SARTI DE FREITAS JUNIOR
Solicitado
R$ 198,7 mil
Aprovado
R$ 198,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
Barra do Chapéu
Início
2021-03-01
Término
2024-03-01
Locais de realização (1)
Barra do Chapéu São Paulo

Resumo

Produzir o livro FEBEM, narrando a experiência de um ex-funcionário no setor de triagem da antiga Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor, como forma de trazer olhares interno sobre um período marcado pela violência e rebeliões.

Sinopse

Sinopse Febem – UAP1 Capítulo I Presságio Ao se deparar com uma feira esotérica, na Avenida Angélica, uma cartomante e um cego quiromante tentam orientar o narrador sobre qual caminho acadêmico e profissional seguir. A cartomante dizia a ele que não se daria bem com sangue. As cartas diziam psicologia. Ele seguiu o conselho, mas devia ter consultado os búzios ou a moça das runas. O calouro de psicologia, de cabeça raspada e aparelho nos dentes, entrou para a Febem como monitor I. As primeiras impressões sobre o trabalho surgiam no UAP1 – Unidade de Apoio Provisório 1, setor de triagem dos menores infratores do Estado de São Paulo. Capítulo II Cadeia de Chocolate A chamada cadeia de chocolate pelos menores infratores era amarga, mas para muitos ali o crime compensava aqueles muros altos e frios. Pagando a reza do dia, pedido feito por um dos menores, o narrador traz algumas orações que, diziam eles, faziam seus “castelos”, uma lembrança do mundo externo e da família. O narrador sempre acompanhava os cultos evangélicos, com a presença de pastores que religiosamente estavam lá a cada final de semana. Raras vezes via o padre Sir. Lancelotti fazer uma visita, mas nunca uma missa lá dentro. Apesar dos conselhos, muitos acabavam reincidindo no crime. O plantão era de 12 horas, escala 3x2, mas geralmente os monitores, no último dia de plantão, eram convidados a fazer mais 12 horas extras. A insegurança do trabalho a noite acabava em pesadelos. O narrador era considerado um mau funcionário, pois o bom para os “crachá azul” era aquele que dava porrada. A vivência enquanto monitor da Febem deu voz a este livro, que traz as rotinas do trabalho, estudo, episódios marcantes, o cotidiano dos menores infratores e como um colega acabou perdendo a vida como consequência do trabalho na Febem. Foram rebeliões, incêndios e a lenda de um monitor que marcou por sua violência. Capítulo III Boca de Lata Ser um “mau” funcionário lá dentro tinha suas vantagens no mundo externo para o Boca de Lata, como era chamado o narrador por seus aparelhos ortodônticos. Na Estação da Luz, encontrava diversos menores ex-internos. A horta era outra tarefa do narrador, momento que para muitos monitores era visto como perigoso, assim como as idas ao médico, escola, dentista e transferências. E eram. Uma fuga rendeu uma advertência ao narrador. Dos colegas de trabalho, havia o budista que perdeu a calma. Capítulo IV Valete Mais um dia de trabalho na Febem, o narrador encontra menores de castigo, todos virados para a parede. “O que aconteceu? Meditação zazen? Esse povo está religioso”, brincou o narrador. “meditar é sempre bom, né Boca de Lata?!”, respondeu Badaró. Os quartos eram chamados de barracos, mediam mais ou menos 4x3, e abrigavam 12 internos, que se dividiam cada dois em um colchão de solteiro, ficando um nos pés do outro: a posição chamada de Valete. O UAP1, assim como outras unidades da Febem, era um barril de pólvora prestes a explodir. Antes da demolição do Complexo Imigrantes, pelo então governador Mário Covas, veio a oportunidade da demissão voluntária. Afinal, qual mãe quer ver o filho na Febém, nem que seja para trabalhar?! Capítulo V Unidade Guarujá Passaram-se pelo menos três anos. A Febem deu lugar à Fundação Casa e o narrador foi aprovado novamente em um concurso, onde começou a atuar na Unidade Guarujá. O passado de rebeliões e superlotação deu lugar a unidades educacionais com no máximo 40 internos. Ainda assim os pesadelos recorrentes voltaram no trabalho noturno. Eles gostavam de ouvir Mc Barriga. O rango era diferente, tinha até frango xadrez. O monitor 1 passou a ser Agente de Proteção. O monitor 2 passou era chamado de Agente Educacional, os professores das unidades. Os encontros com ex-infratores continuavam acontecendo, agora na praia. Capítulo VI O amanhecer Ao amanhecer acordam todos. E fica óbvio que ladrão não gosta de acordar cedo. Deve ser por isso que os mandados de prisão são cumpridos pela manhã. Ladrão rouba a noite e polícia trabalha de manhã. Deus ajuda quem cedo madruga. Pagamos a pasta, pagamos o café e passamos o plantão. Não acordo de mau humor, mas muitos parecem o bicho. Alguns querem uma segunda chance, mas as oportunidades esbarram na relação entre violência, educação e pobreza.

Objetivos

Objetivos Gerais - Incentivar a produção literária brasileira, através de um autor independente; - Conscientizar a população, especialmente a juventude, acerca dos problemas de instituições presidiárias; - Fomentar a introdução de jovens na literatura e na prática da leitura. Objetivos Específicos - Produzir o livro FEBEM - UAP1. Serão produzidos 3 mil exemplares do livro. - Realizar contrapartida social por meio de palestra sobre literatura. Serão disponibilizadas 300 vagas.

Justificativa

A leitura é uma ferramenta fundamental para que cada um exerça sua cidadania. Além de adquirem a capacidade de ler e de compreender aquilo que leem e escutam, os brasileiros devem desenvolver o hábito e o gosto pela leitura. Por isso, são fundamentais ações que incentivem a prática da leitura e o gosto pelos livros, especialmente, entre crianças e adolescentes. Esse público específico é especial exatamente por ser composto de pessoas que estão em fase de desenvolvimento, tanto biológica quanto psicológica, em um momento de compreender o mundo e perceber o quão diverso e múltiplo ele é, de formar seus próprios pensamentos e senso crítico, de enriquecer o imaginário e o vocabulário, de apreender como funciona as relações sociais entre pessoas e grupos. A literatura se torna essencial nesse projeto por ter a capacidade de trazer em páginas toda uma experiência de vida nova, pois, essa mesma literatura é feita a partir da memória, da consciência, da imaginação e da experiência pessoal e coletiva de seus autores. Ela é influenciada pela sociedade e, ao mesmo tempo, influencia a mesma sociedade de onde vem. Compreendendo isso, trazemos este livro que resgata uma experiência que muitos passarão a vida desconhecendo, que é o convívio com pessoas encarceradas e perceber todas as questões envolvidas no encarceramento, especialmente, de adolescentes. Assim, serão produzidos 3 mil exemplares deste livro, que também será distribuído gratuitamente para instituições de ensino e grupos de teatro que possam compartilhar e repassar a narrativa. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos econteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes

Especificação técnica

A definir140 x 210 mm ou 160 x 230 mmpapel pólen. padrão capa livro. Colorido. formato 15x21 (larg x altura)

Acessibilidade

Acessibilidade: Livro Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Será desenvolvido audiolivro do livro para que pessoas com deficiência visual possam ter acesso ao material. Haverá assistentes capacitados no atendimento do público específico no lançamento do livro. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Os eventos relacionados ao livro contarão com um intérprete de libras (lançamento e a palestra de democratização de acesso). Acessibilidade: Contrapartida Social Acessibilidade Física: O local de realização da contrapartida será adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: A contrapartida contará com um intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Contará com monitores para auxiliar pessoas com deficiência visual.

Democratização do acesso

Os livros serão doados a escolas, bibliotecas, grupos de teatro e dramaturgia, atendendo o inciso I do artigo 21 da IN de 2019: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.

Ficha técnica

CARLOS ROBERTO SARTI DE FREITAS JUNIOR - COORDENADOR-GERAL E AUTOR Cirurgião Dentista e Acadêmico de Medicina. Formou-se em odontologia em 2003 pela Universidade Metropolitana de Santos. Trabalha como prestador de serviço pela Prefeitura de Barra do Chapéu como dentista Clínico Geral. Trabalhou em outros locais como a Prefeitura de Iguapé, a Prefeitura de Itaoca, a Prefeitura de Bom Sucesso de Itararé. Atuou como monitor na Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor entre 1994 e 1997. SHARLENE SARTI DE FREITAS - PRODUTORA Bacharel em Jornalismo, gerente de comunicação e assessora de imprensa. Formada em Comunicação Social pelo Centro Universitário Campos de Andrade em 2005. Desde então, realizou diversos cursos como: Curso Gestão da Comunicação, na FGV Online CURSO COMUNICAÇÃO EFICIENTE E CRIATIVA PARA SEUS PROJETOSCom Marcelo Tas CURSO DE GESTÃO DE MARKETING DIGITAL E MÍDIAS SOCIAISNa OAJ Gestão de Marketing CURSO DE WEBWRITINGCom Bruno Rodrigues, consultor de Comunicação e Marketing Digital da Petrobras CURSO DE FORMAÇÃO POLÍTICA – DEMOCRACIA, REDES SOCIAIS E SUSTENTABILIDADERede de Participação Política (Augusto de Franco) Atua como Gerente de Comunicação na Rede Cidade Digital desde 2014, realizando a gestão de comunicação institucional e comercial, assessoria de imprensa, produção de conteúdo. Realizou a Direção e Edição da Folha da CIC no Jornal da Cidade Industrial de Curitiba entre 2013 e 2014, onde realizou a produção, edição e distribuição do jornal no bairro mais populoso de Curitiba e região. VANESSA RICETTI RICARDO - PESQUISADORA Bacharel em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo, roteirista e produtora cultural. Formada pela Universidade Campos de Andrade em Comunicação Social em 2005. Pós-Graduada em Comunicação Audiovisual pela PUC-PR em 2007, possui curso de extensão UFPR em telejornalismo realizado em 2008. Realizou Curso de Cinema na Cinemateca de Curitiba em 2008, Curso de História do Cinema no Estúdio Boteri em 2009, Curso de Produção pela Sated PR em 2010, SESI de Dramaturgia em 2018 e Oficina de Teatro Olhar Negro.EXPERIÊNCIA:ROTEIRO E DIREÇÃO DO DOCUMENTÁRIO DESVENDANDO CURITIBA, TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (JORNALISMO) 2005 ROTEIRO E DIREÇÃO DO CURTA METRAGEM “O SUSPEITO”, FILME DE CONCLUSÃO DE CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO DA PUC PR 2007 PRODUÇÃO DO PROGRAMA FOTOGRAMA NA TV COMUNITÁRIA CURITIBA – 2007 PRODUÇÃO E MAKING OF DO FILME “A VOZ DE DEUS” – CURTA PRODUZIDO NO CURSO DA CINEMATECA DE CURITIBA 2008 PROFESSORA NA OFICINA HISTÓRIA DO CINEMA NA ASSOCIAÇÃO CENTRO DE CINEMA -2010 PRODUÇÃO TEATRO RODRIGO DE OLIVEIRA – DURANTE O FESTIVA DE TEATRO DE CURITIBA DE 2017 DRAMATURGA DO TEXTO “A MÁSCARA DE ANASTÁCIO”, MONTADO EM 2018.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.