| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 998,3 mil |
A proposição deste projeto é reviver: para os que não esqueceram, e apresentar para os que conhecem ainda, a magia e pompa da SERENATA IMPERIAL, a alegria da BANDA DE MÚSICA e a dolência da SERESTA POPULAR. O objeito é realizar um festival 20 apresentações musicais: 10 de bandas de música, 05 de seresta e 05 de serenata, também atendendo a legislação a contrapartida social oferecerá 10 palestras de conteúdos ligados a temática do proejeto: Música.
Mariana é a cidade com o maior número de bandas de música, totalizando 11 bandas, sendo três na sede e oito nos distritos. São cerca de 800 a 1.000 jovens em formação musical, por isto vamos oferecer de cada uma das palestras serão oferecidas 02 turmas com 300 vagas cada, no Cine Teatro Mariana com realização em datas diferentes ao longo da execução do projeto. CONTRAPARTIDA SOCIAL: PALESTRAS - PLANO PEDAGÓGICO PALESTRA 1 - TROMBONE DE VARA DICAS E INICIAÇÃO TROMBONE DE VARA - Local: Cine Teatro Mariana - Palestrante: MARCOS FLÁVIO Ensinar as técnicas de diversos instrumentos, oportunizando informações para todos os que desejam ter um primeiro contato com as técnicas e aplicações do instrumento. Aulas teóricas e práticas para iniciantes nas quais os alunos vivenciarão todo o conteúdo com base na prática musical. Duração: 2 h/aula Público-alvo: 300/Estudantes e professores em qualquer nível de aprendizado. PALESTRA 2 - BANDOLIM DICAS E INICIAÇÃO FLAUTA - Local: Cine Teatro Mariana - Palestrante: DUDU BRAGA Ensinar as técnicas de diversos instrumentos, oportunizando informações para todos os que desejam ter um primeiro contato com as técnicas e aplicações do instrumento. Aulas teóricas e práticas para iniciantes nas quais os alunos vivenciarão todo o conteúdo com base na prática musical. Duração: 2 h/aula Público-alvo: 300/Estudantes e professores em qualquer nível de aprendizado. PALESTRA 3 - FLAUTA DICAS E INICIAÇÃO BANDOLIM - Local: Cine Teatro Mariana - Palestrante: RAÍSSA ANASTÁSIA Ensinar as técnicas de diversos instrumentos, oportunizando informações para todos os que desejam ter um primeiro contato com as técnicas e aplicações do instrumento. Aulas teóricas e práticas para iniciantes nas quais os alunos vivenciarão todo o conteúdo com base na prática musical. Duração: 2 h/aula Público-alvo: 300/Estudantes e professores em qualquer nível de aprendizado. PALESTRA 4 - VIOLÃO SETE CORDAS - Local: Cine Teatro Mariana - Palestrante: SILVIO CARLOS Ensinar as técnicas de diversos instrumentos, oportunizando informações para todos os que desejam ter um primeiro contato com as técnicas e aplicações do instrumento. Aulas teóricas e práticas para iniciantes nas quais os alunos vivenciarão todo o conteúdo com base na prática musical. Duração: 2 h/aula Público-alvo: 300/Estudantes e professores em qualquer nível de aprendizado. PALESTRA 5 - A HISTÓRIA DA MÚSICA BRASILEIRA - CHORO A HISTÓRIA DA MÚSICA BRASILEIRA - CHORO - Local: Local: Cine Teatro Mariana - Palestrante: PAULO RAMOS Esta palestra tem como objetivo levar ao conhecimento do público a história da música brasileira, suas origens, seus principais compositores, influências e experiências. Apresentar de maneira didática e de fácil entendimento os estilos da música do projeto e motivar os envolvidos a aderirem a prática da música com um vocabulário comum para discutir os temas. Duração: 2 h/aula Público-alvo: 300/Estudantes e professores em qualquer nível de aprendizado. PALESTRA 6 - A VIDA DE MÚSICO A VIDA DE MÚSICO ALEGRIAS E PERCAUSOS - Local: Local: Cine Teatro Mariana - Palestrante: HÉLIO PEREIRA E CÍCERO DO ACORDEOM Esta palestra tem como objetivo levar ao conhecimento do público a história da música brasileira, suas origens, seus principais compositores, influências e experiências. Apresentar de maneira didática e de fácil entendimento do que é ser músico e viver da arte, e motivar os envolvidos a aderirem a prática da música com um vocabulário comum para discutir os temas. Duração: 2 h/aula Público-alvo: 300/Estudantes e professores em qualquer nível de aprendizado.
OBJETIVO GERAL Para quê e porquê este projeto etá sendo proposto: Para reviver, para os que não esqueceram e apresentar para os que conhecem ainda, a magia e pompa da SERENATA IMPERIAL, a alegria da BANDA DE MÚSICA e a dolência da SERESTA POPULAR. Desta forma realizando a preservação da memória e identidade cultural na Cidade de Mariana. Esta salutar mistura acabou por nos deixar de herança duas formas de interpretação da serenata: a mais ligada a música lírica ficou conhecida como SERENATA IMPERIAL e a mais popular, simplesmente, como SERESTA. OBJETIVO ESPECÍFICO 1. Realizar 20 concertos de música, erudita/popular: sendo 10 apresentações de banda musical, 05 de Serenata e 05 de Seresta. 2. Criar um calendário regular com 06 meses consecutivos, em noite de lua cheia no fim de semana, realizando um movimento cultural e turístico em Mariana. 3. Oferecer 10 palestras em atividade de CONTRAPARTIDA SOCIAL. 4. Formar platéia para a música erudita e popular dos gêneros Seresta e Serenata, tradicionais no interior de Minas Gerais.
O projeto atende a legislação conforme o enquadramento abaixo : Art. 1°, Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Art. 3°, Lei 8313/91 : .... II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; .... IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. As leis de incentivo são de grande importância para o fomento da cultura no país, pois patrocínios para qualquer ação cultural, são viabilizados na sua maioria pelas leis de incentivo, por isto este projeto é apresentado ao mecanismo de incentivo fiscal federal. O mecanismo contribui para que milhares de projetos culturais aconteçam em todas as regiões do país. Mas os pequenos produtores ainda têm dificuldade em acessar os patrocinadores e conseguir investimento. Por isto a importância é maior para a oferta de cultura de alta qualidade e a manutenção de uma tradição, que precisa e deve ser preservada: Banda, Seresta e Serenata. Participação de mais de 300 músicos. Formação de plateia, despertar de vocações, resgate da autoestima da cidade, recuperação econômica do município, divulgação a nível nacional da atração, ao realizar um espetáculo de Luz e Som, com cenário adequado para, na Praça da Matriz, na cidade de MARIANA/MG, venha proporcionar a todos, a magia e o encanto das BANDAS DE MÚSICA, SERENATA IMPERIAL E SERESTA POPULAR, de forma a relembrar as grandes serenatas dos séculos dezoito e dezenove. Manter viva, e desenvolver, este gênero musical que, sem dúvida, é uma das muitas pérolas de nossa cultura. Muitas das canções seresteiras de Minas, surgiram justamente de áreas de operetas que eram apresentadas nos teatros de Ouro Preto, Sabará, São João Del Rey e Diamantina, que recebiam as companhias de teatro que vinham de fora para se apresentar em nosso estado. Divulgar a música barroca de Minas, tem sua origem nessa época, quando também surgiram os grandes compositores de clássicos no estado e essas partituras são encontradas na memória de Mariana e Ouro Preto. Criar um espetáculo cênico, acrescentando assim mais um elemento de atração ao projeto. A iluminação será outro atrativo, criando um jogo de luz, sombras e cores, com o intuito de "transportar" o espectador para o contexto em que a serenata imperial teve sua glória, transmitindo assim, toda a emoção do gênero. O repertório será o mais eclético possível, das modinhas imemoriais a clássicos do cancioneiro nacional e internacional.
Os eventos em si, possuem baixo impacto ambiental, pois se estima público médio de 3.000 a 5.000 pessoas por evento, com público máximo previsto de 20 mil pessoas. O projeto obedecerá às normas e legislação vigentes no Município de MARIANA sobre horários e locais permitidos para realização de eventos ao ar livre, os decibéis permitidos no serviço de sonorização, possuir projeto de incêndio, fuga e pânico, possuir projeto arquitetônico e de engenharia para instalação de palco, som, luz, cadeiras e sanitários químicos. Buscar que haja um impacto ambiental mínimo, com o fechamento de ciclos (materiais e de energia), como por exemplo, o não uso de descartáveis, economia de água e energia e coleta seletiva; Apresentações musicais também de grupos e entidades envolvidos com o movimento de economia solidária, integrados aos pontos de culturas. REMUNERAÇÃO PROPONENTE A remuneração do proponente poderá ser nas rubricas administrativas - Coordenador Técnico/Administrativo e Finaceiro e em alguma atividade técnica que executar o serviço diretamente como por exemplo produção. Lembrando que o produtor executivo do projeto é terceirzado. PLANO DE MÍDIA • BANNER AMBIENTAÇÃO - Tamanho: Diversos tamanhos - Cor: 4 x 0 cores - Material: lona comercial - Quantidade: 10 unidades - Acabamento: bastões superior e inferior e cordão para fixação • CARTAZ A3 - Tamanho: 29,7 x 42 CM - Cor: 4 x 0 cores - Material: papel couchê fosco• FLYER - Tamanho: 13 x 20 CM - Cor: 4 x 0 cores - Material: papel couchê fosco• PROGRAMA BH - Tamanho: 20 x 28 CM - Cor: 4 x 4 cores - Material: papel couchê fosco - Acabamento: vinco, dobra e corte seco • CARRO DE SOM • CHAMADAS DE RÁDIO • ANÚNCIO JORNAL • ANÚNCIO MÍDIAS SOCIAIS
Não é o caso.
Os locais escolhidos para realização dos eventos terão plenas condições de acesso a portadores de necessidades especiais e haverá espaço prioritário para o público de terceira idade. O projeto atenderá plenamente o exigido pelo Artigo 27 do Decreto 5.761/2006, bem como o determinado nos Art. 18 e Art. 19, na IN nº 2, de 23/04/2019, sem prejuízo ao cumprimento dos Art. 20, 21 e 22. Acessibilidade consiste na possibilidade de acesso a um lugar ou conjunto de lugares. Significa não apenas permitir que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida participarem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população, visando sua adaptação e locomoção, eliminando as barreiras, assim sendo o projeto preveem: APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade física: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas 6. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 7. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 8. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes visuais: 1. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador 2. Sinalização ambiental para orientação 3. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 4. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 5. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 6. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 7. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 8. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 9. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes auditivos: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 6. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos 7. Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmitir de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. A forma será inserida durante todos os eventos da programação e na contrapartida CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas 6. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 7. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 8. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes visuais: 1. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador 2. Sinalização ambiental para orientação 3. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 4. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 5. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 6. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 7. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 8. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 9. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes auditivos: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 6. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos 7. Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmitir de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. A forma será inserida durante todos os eventos da programação e na contrapartida
APRESENTAÇÃO MUSICAL Como medida de democratização de acesso, adotaremos o determinado no Art. 21 da IN nº 2, de 23/04/2019, a saber: IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Inclusive podemos mandar alguns vídeos da apresentação para redes locais. CONTRAPARTIDA - FORMAÇÃO DE PLATÉIA - ... PALESTRAS Como medida de democratização de acesso, adotaremos o determinado no Art. 21 da IN nº 2, de 23/04/2019, a saber: IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Inclusive podemos mandar alguns vídeos da apresentação para redes locais.
CRISTINA ALVES SABINO - COORDENADORA GERAL E ADMINISTRATIVA/FINANCEIRA - REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE Administradora de Empresas com pós-graduação em Gestão de Responsabilidade Social —IEC/PUC Minas, especialização em Gestão Cultural —Fundação Clóvis Salgado e Especialização em Gerenciamento do Setor Público —Fundação João Pinheiro. Sócia e Diretora de Projetos da Idear Produção Cultural de 2000 até a data atual. Parecerista do Ministério da Cultura de 2009 a 2013, nos seguimentos de Humanidades, Música e Artes Cênicas. Assessora da Presidência da Fundação Assis Chateaubriand, Membro da Comissão Municipal de Cultura em 2001/2002; 2005/2006; 2008/2009. Diretora Geral do Marista Hall no período de 2002/2003; Promotora de Eventos e Assessoria de Marketing do Minas Tênis Clube de 1994/1997; Gerente de Produção do Mercado Comum - Editoração e Promoção de Eventos de 1993/ 1994; Coordenadora do Balcão do Empresário - SEBRAE - 1989/1993. ACIR ANTÃO - CURADOR Reporter - Redator - Editor Rádio Itatiaia desde 1970. Apresentador dos programas: Programa Acir Antão : semanal 09:00 às 10:00, desde 1980 e Programa Acir Antão A HORA DO COROA : dominical 09:00 às 13:00, desde 1980, programa de música, principalmente o resgate de história e memória musical do Brasil. Programdor da Rádio Itatiaia 1978 a 1982; Assessor de Imprensa da Secretaria do Trabalho 1984; Chefe de Gabiente da liderença do PMDB na Assembléia legislativa de Minas Gerais 1983; Assessor de Imprensa e relações públicas da Prefeitura de Contagem 1986 a 1989; Assessor de Imprensa da Secretaria Estadual de Esportes 1987; Locutor do cerimonial da Assembléia Legislativa no ano de 1980 a 1982; Apresentador de Serestas na Praça da Liberdade e SESC Minas ao Luar. Idealizador do projeto História Musical e Oral de Belo Horizonte. PAULO ROBERTO DIAS RAMOS - COORDENADOR TÉCNICO Graduado em ciências jurídca, produtor cultural. Diretor Cultural do Clube do Choro de Belo Horizonte é responsável por toda a atividade artística do Clube do Choro desde 2015. Já trabalhou em diversas funções em projetos culturais nos últimos 20 anos. Devido ao vasto conhecimento e afinidade com o choro, também atuou na produção de alguns projetos significativos neste segmento, como: 05 (Cinco) edições do projeto CHORO E SAMBA, dentre eles uma na cidade de Paraty (RJ), com participação de Paulinho da Viola, Luis Melodia, Henrique Cazes, Áurea Martins, Zé da Velha, Silvério Pontes, Joel Nascimento, Daniela Spielman, dentre outros. Festival de Música - Edições I a VII; Gastronomia de Araxá, realizado no estacionamento do Grande Hotel de Araxá, com participação de Toninho Horta, Auzier Vinicius. Banda do Sindico, etc; Festival de Choro e Samba em Itauna/MG, com Luis Melodia, Senta a Pua, Banda do Sindico, etc; Festival de Choro e Samba, três edições, na Funarte/MG, com Luiza Dionisio, Silvério Pontes e Banda, Mestre Samba, Clube do Choro de BH, Clube do Choro de Betim, Flor de Abacate, Velha Guarda do Choro de B H, etc; Festival de Cultura e Gastronomia Botecar, no parque das Mangabeiras, em Bh, com presença superior a 5.000 pessoas em cada edição; Projeto de Musica Instrumental do Centoequatro, em BH, com Paulo Moura, Marcinho Bahia, Turibio Santos, Grupo de Samba Carioca da Gema; Participação na Produção de 08 (oito) eventos de realização da Semana Nacional do Choro, sendo a última com participação de Hamilton de Holanda, Grupo Tres Meninas, Izaias de Almeida. Prestador de serviços em mais uma centena de projeto culturais nas funções de captador, gestor financeiro, controladoria, prestação de contas, elaboração de relatórios, elaboração de projetos, assessoria fiscal, contábil e jurídica. MARCELO RAMOS - PRODUTOR Formação superior em Comunicação Social pela UNI-BH e curso de gestão cultural da Fundação Clovis Salgado. Com vasta atuação em projetos financiados por leis de incentivo à cultura, com atuação na elaboração, planejamento, contratação e coordenação de equipes técnicas e prestação de contas. Entre 2003 e 2005 realiza e produz diversas apresentações musicais de grupos estrangeiros. Em 2004 recebe uma oferta do Giramundo Teatro de Bonecos para fazer parte da equipe de Gestão de Projetos, fica no grupo até 2006 onde colaborou para a criação da nova sede/oficina/escola e do Museu Giramundo. A partir de 2007 consolida a carreira de produtor executivo/prestador de serviços, especializando em projetos incentivados em todas suas complexidades. Fez parte de Incontáveis eventos e projetos ao longo desses anos sempre buscando aprender. Atuando como prestador de serviço de produção técnica e executiva para o projeto Festa da Música, realizou aproximadamente 400 apresentações musicais gratuitas em Belo Horizonte em mais de 20 locais diferentes.Por esse projeto passaram artistas como: Hermeto Pascoal, Dominguinhos, João Donato, Yamandu Costa, Hamilton de Holanda entre outros cânones da Musica Brasileira.É o produtor e realizador de quatro edições do projeto BH Choro, inteiramente voltado para o fomento das atividades musicais ligadas ao Choro em Belo Horizonte. Sendo também o produtor executivo das atividades musicais do Clube do Choro de Belo Horizonte que conta com aproximadamente 300 associados.Em Belo Horizonte faz parte da equipe de produção da Virada Cultural, Savassi Festival, Festival Planeta Brasil. Ainda presta serviço para diversas produtoras de eventos, projetos culturais promocionais e esportivos GUSTAVO DOS SANTOS FANTAUZZI - ASSISTENTE DE PRODUTOR PUC/MG – Curso de Ciências Sociais em dez/2009. Pós-Graduação – UFMG/FACEH- Departamento de Ciências Política - Curso de Especialização em Políticas Públicas em Jun/14. Possui experiência nas áreas de planejamento e execução de projetos sociais, coordenação de eventos culturais e de oficinas comunitárias. De 2011/2014, coordenador de cursos do Programa Papo Legal, executado pela associação Terra da Sobriedade. De 2010/2011, na produção e coordenação dos eventos relacionados ao Dia Internacional contra Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas. Em 2015, trabalhou por 06 meses como técnico social do Programa Fica Vivo, executado pelo Instituto Elo. Atualmente, trabalha como Produtor Cultural na Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes - APPA e outras produções artísticas desenvolvidas pela Fundação Clóvis Salgado. Também, desde 2008, atua como Produtor Executivo do projeto Música para Crianças, realizado pela ArteLivre Produção e Comunicação. ELIZABETH JOSÉ SANTOS - ASSESSORA DE IMPRENSA Coordenado Operacional do BDMG Cultural desde a criação do Instituto em 1989, tem atuação fundamental no desenvolvimento, execução e operacionalização de eventos e projetos envolvendo principalmente artistas mineiros e instrumentistas de diversas tendências estilos. Participou de vários Seminários de formação cultural e sobre as Leis de Incentivo á Cultura desde 1995 entre eles: Ensino Fundamental completo - 1978; Curso básico intensivo de marketing cultural – Secretaria Municipal de Cultura – 1995; Curso para produtores e administradores culturais - SMC – Maio de 1995; Seminário : Leis de incentivo à cultura – FIEMG – 1996. Atua como Assessora de Imprensa dos seguintes projetos: 1. Música no Museu - 2001 a 2019; 2. Festa da Música - 2007 a 2013; 3. BH Instrumental - 2009 a 2019; 4. Festival Internacional de Violão - 2005 a 2014; 5. Sabará Musical - 2008/2009; 6. Domingo no Museu - 2005 a 2019 7. Dois Tempos - 2004 a 2008; 8. TERRA DA SOBRIEDADE - Dia Mundial de Luta Contra as Drogas - 2005 a 2011; 9. Furnas Musical - 2004 e 2006; 10. Festival Vozes do Brasil 2014-2016; 11. Festival Internacional de Acordeon 2013 - 2017Assessoria de Imprensa nos shows: Beto Guedes (gravação especial 50 anos), Hanson, Circo Imperial da China, Sandy & Junior, Luiz Melodia, Deep Purple, Djavan, Marisa Monte, Maria Lima, Zizi Possi, Egberto Gismonti, Creedence Clearwater Revisited, Alice Cooper, Jon Anderson, Reginaldo Rossi, 25 da Cruz Vermerlha, Silverchair e Ira!, Alexandre Pires, Lançamento do DVD de Flávio Renegado, lançamento cd Thiaco Delegado, Grupo Toca de Tatu, lançamento CD Beatriz Rabello, entre outros diversos trabalhos. GRUPOS ARTÍSTICOS CONVIDADOS A confirmação da participação dependerá da disponibilidade de agenda e aceitação do valor do cachê a época de realização do evento. Eventuais substituições serão por grupos artísticos da mesma relevância. BANDAS DE MARIANA As bandas de música tem sido produto cultural apoiado pela Prefeitura de Mariana. Além da criação de projetos, como o Banda na Praça, que convida duas bandas para se apresentar em domingos alternados no Jardim, a atual gestão continua com o repasse anual de subvenção para as bandas.Para a administração municipal é de extrema importância valorizar cada vez mais as sociedades musicais. Pensando nisto incluímos na programação do projeto SERESTA IMPERIAL a abertura do evento em todas as apresentações realizada por uma banda local.Mariana é a cidade com o maior número de bandas em Minas Gerais, totalizando 11 bandas, sendo 9 delas centenárias.A primeira banda de música do Brasil também surgiu em Mariana, em 1774, e teve Pedro Novalasco da Costa como regente. Atualmente, a Sociedade Musical São Caetano, fundada em 07 de Abril de 1836, é a 4ª banda mais antiga do Brasil, a 3ª de Minas Gerais e a 1ª mais antiga da Região dos Inconfidentes, cadastradas na Funarte. ORQUESTRA DE OURO PRETO CONVIDA SILVIA KLEIN Orquestra Ouro Preto - Buscando reviver a histórica vocação musical da cidade de Ouro Preto (Minas Gerais), Rufo Herrera e Ronaldo Toffolo, associados a um grupo de instrumentistas que integravam o grupo Trilos e o Quarteto Ouro Preto, criaram, no ano de 2000, a Orquestra Experimental da UFOP, hoje Orquestra Ouro Preto. É formada por cerca de 20 músicos, aos quais se associam músicos convidados, em função do repertório a ser executado. Tem como Diretor Artístico e Regente Titular o Maestro Rodrigo Toffolo.Sylvia Klein - Sylvia Klein interpretou a criada Serpina, no primeiro filme de ópera brasileiro, La Serna Padrona de Pergolesi, dirigido por Carla Camurati, recebendo o prêmio HBO de cinema. Cantou nos teatros Palácio Das Artes em Belo Horizonte, Teatro da Paz em Belém do Pará, Teatro Nacional Cláudio Santoro em Brasília, Teatro Municipal do Rio de Janeiro e Teatro Municipal de São Paulo sob a regência dos maestros: Isaac Karabtchevsky, Júlio Medaglia, Roberto Duarte, Sílvio Viegas, Sérgio Magnani, entre outros. As óperas em seu repertório são: A Viúva Alegre de Franz Lehar, La Bohème de Puccini, D. Giovanni, As Bodas de Fígaro e a Flauta Mágica de Mozart, Carmen de Bizet, Lo Schiavo de Carlos Gomes, La Serva Padrona de Giovanni Batista Pergolesi, The Man Who Mistook His Wife For a Hat de Michael Nyman, Il Cappello di Paglia di Firenze de Nino Rota, La Traviata de Verdi e o Barbeiro De Sevilha de Rossini, Cavalleria Rusticana de Pietro Mascagni e La Serva e L'ussero de L. Ricci. Trabalhou com grandes diretores como: Bibi Ferreira e Carla Camurati. Em seu repertório Sinfônico destacam-se suas participações no Réquiem de Brahms, Stabat Mater de Rossini, Nona Sinfonia de Beethoven, Requiem e Missa da Coroação de Mozart, As Estações de Haydn, A Floresta do Amazonas de Villa Lobos, Magnificat de Bach e Carmina Burana de Carl Orff. Sua última participação foi na Missa Criolla de Ramirez aqui em Berlin, onde também realiza concertos divulgando a música clássica brasileira. SERESTA DE DIAMANTINA A Seresta de Diamantina se apresenta todas as sextas-feiras em Diamantina. Conhecida por sua musicalidade, a cidade de Diamantina/MG oferece um rico calendário musical e cultural a seus visitantes e moradores. À apresentação da Seresta de Diamantina é um evento singular com a finalidade de valorizar a prática e fomentar os grupos participantes.Uma das tradições mais autênticas do município, por reunir músicos nativos que resgatam por meio de suas apresentações, os cânticos de outrora. É também um importante espaço de produção artístico-musical dos poetas e compositores locais e ainda de interação entre os seresteiros e os turistas. ORQUESTRA DA POLÍCIA MILITAR DE MG dealizada pelo Coronel Egídio Benício de Abreu a Orquestra Sinfônica da Polícia Militar de Minas Gerais foi criada no ano de 1948. Iniciou-se com músicos remanescentes das Bandas de Música do Batalhão de Guardas, Quinto e Sexto Batalhões, Academia da Polícia Militar e da Décima Companhia PM de Muzambinho. É a única Orquestra Sinfônica Militar da América Latina. Hoje, é composta de militares que, além da música, participam de diversos projetos que visam, dentre outros, a educação musical de jovens carentes, objetivando a contenção do avanço da criminalidade. Fazer segurança por meio da música é uma atividade que facilita a aproximação da comunidade com a Polícia Militar, bem como o conhecimento da melhor forma de aproveitarem-se os serviços que a Polícia oferece. É um grupo de músicos de elevado nível técnico que cultivam grande espírito de amizade e, com sua alegria e virtuosismo, buscam engrandecer o nome da Corporação. Seus músicos envergam a mesma farda dos demais policiais militares, não havendo, portanto, diferenciação na identificação entre eles em vias públicas ou em qualquer outro lugar. Além do seu papel na Corporação, os militares músicos têm o dever constitucional de exercer a função policial-militar em qualquer situação, para a promoção da Paz Social. Atualmente, a Polícia Militar conta com uma Orquestra Sinfônica, uma Orquestra Show, e dezenove Bandas de Música atuantes na Capital e no interior do Estado de Minas Gerais. GRUPO DE SERESTAS AMO-TE MUITO undado em 1978, o Grupo de Serestas “Amo-te Muito” preserva também o nome do grande seresteiro João Chaves, por ter em seu título a sua mais famosa composição, cantada em todas as partes do Brasil e, segundo apaixonados, considerada o “Hino Popular de Montes Claros”!... Com a criação do grupo, a sua fundadora e filha de João Chaves, também grande seresteira Lola Chaves, se dispôs a receber artistas da terra que ainda não participavam de outros grupos. O resultado desta iniciativa é o que vemos hoje acontecer em todas as partes e importantes solenidades, aqui e alhures: toda a harmonia e indiscutível talento de seus componentes!... ORQUESTRA DE CÂMARA SESIMINAS Fundada em 1986 pelo Dr. Nansen Araujo, ex-presidente da FIEMG, a Orquestra de Câmara SESIMINAS cumpre com o objetivo maior de garantir ao trabalhador da indústria mineira e a seus dependentes o acesso à música de qualidade. Durante esses 32 anos de vida, contando com mais de 1100 concertos realizados em pátios de fábrica, hospitais, escolas, além das melhores salas de concerto da capital e de todo o Estado de Minas Gerais, a Orquestra pôde atuar junto a renomados artistas, tanto do universo erudito como do popular.Essa bela trajetória faz da Orquestra SESIMINAS um dos mais importantes e versáteis grupos de câmara do país. Aliando diversidade de repertório à qualidade de suas execuções, ela cumpre com o seu papel social primordial de levar ao industriário mineiro a boa música em suas mais diferentes manifestações. CORAL BDMG CULTURAL Formado por funcionários do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais e convidados, o Coral BDMG foi criado em 1989, ano da fundação do BDMG Cultural. REGIONAL IMPERIAL Tendo como base e inspiração os grandes regionais da história da música popular brasileira, o Regional Imperial surge com a proposta de continuar propagando esse tipo de acompanhamento, tão tradicional e tão nobre. Nascida desde os primórdios da música popular brasileira (ainda no século XIX), a formação contando com dois violões, um cavaquinho e um pandeiro serviu de base para inúmeros instrumentistas solistas e cantores, atuando em discos, programas de rádio e exibições públicas. A denominação “Regional” surgiu a partir dos anos 30, quando grupos desse tipo proliferaram em gravações e em emissoras radiofônicas. Criado a partir da reunião de quatro jovens músicos, o grupo tem como referência, sobretudo, os regionais de Benedito Lacerda, Canhoto e Época de Ouro, que fizeram escola na MPB. Depois de muito ouvir e pesquisar sobre esses brilhantes regionais e freqüentar incontáveis rodas de choro em São Paulo e no Rio de Janeiro, esses jovens resolveram montar um grupo que pudesse escudar cantores e instrumentistas variados, revigorando um tipo de acompanhamento pouco executado atualmente. Por motivos não muito bem explicados, a formação de regionais hoje tornou-se rara, pois mesmo entre conjuntos de choro é mais comum haver apenas um violão, minimizando assim o orçamento e o resultado sonoro. Desta forma, e lançando mão da instrumentação tradicional dos regionais, o grupo é formado por João Camarero (violão de 7 cordas), Junior Pita (violão), Lucas Arantes (cavaquinho) e Rafael Toledo (pandeiro). Ao conjunto deu-se o nome de Regional Imperial, para reforçar a nobreza inerente aos regionais de outrora, e que o grupo faz questão de homenagear. Sem se prender a conservadorismos e também fugindo de uma modernização sem estofo, o Regional Imperial busca uma sonoridade que, respaldada pela tradição, possa também ter sua originalidade, a partir de suas próprias interpretações. A proposta de não ter um solista fixo aumenta as possibilidades do conjunto, no intuito de que ele possa servir como base para vários artistas convidados. ARTHUR PÁDUA Desde cedo Artur se interessou pela música. Aos 12 anos de idade já tocava violão e aos 16 começou a estudar choro. Foi aluno da Escola de Música da UFMG e da Escola Portátil de Música, onde estudou violão com o professor Mauricio Carrilho. Seguidor da “escola” de violonistas como Jayme Florence (Meira), Horondino Silva, César Faria, Mozart Secundino, entre outros, Artur busca desenvolver um trabalho de acompanhamento de choro, samba e outros gêneros preservando elementos tradicionais, mas sem deixar de lado suas influências modernas. Destaca-se no cenário do choro de Minas Gerais como um dos mais jovens representantes do violão no choro. É um dos principais responsáveis pela consolidação da já tradicional roda de choro do Bar do Salomão, que acontece semanalmente em Belo Horizonte. Desenvolve também seu trabalho como cantor. Intérprete, inspirado por cantores como Orlando Silva, Nelson Gonçalves, Francisco Alves, Ciro Monteiro, Jorge Veiga e Silvio Caldas, Artur Padua preserva em seu repertório músicas antigas que fizeram história no Brasil, contemplando também compositores de hoje. Apresenta-se como cantor geralmente acompanhado por conjuntos regionais. Já se apresentou ao lado de grandes nomes da música popular brasileira como Roberto Silva, Cristóvão Bastos, Maurício Carrilho, Eduardo Neves, Hamilton de Holanda, Antônio Rocha, João Camarero, Zé da Velha, Silvério Pontes, Ronaldo do Bandolim, Monarco, Tuco Pellegrino, Francineth, Regional Imperial, entre vários outros. Atualmente integra os conjuntos Isto é Nosso, Regional Mineiro e o Trio Caviúna. Gravou em 2017 seu primeiro CD, pela gravadora Acari Records, que levou o nome de Campo Aberto. Com um repertório de regravações e músicas inéditas, o disco teve participações de grandes músicos, entre eles, Amelia Rabello, Mauricio Carrilho, Dininho Silva, Bebê Kramer, Antonio Rocha, Aquiles Moraes e João Camarero. GRUPO SERESTA CANTO DE AMOR Canto de Amor” é um grupo mineiro, cuja experiência - baseada em canto-coral - atua há mais de dez anos, dentro de Minas Gerais, com o propósito de valorizar a memória e retratar a identidade musical brasileira através da criatividade musical autêntica. Num estilo exemplar, integra-se a área musical com clássicas e populares composições, que formatam magníficas e inesquecíveis apresentações. Apresentações estas, que evidenciam as singularidades musicais, poéticas e diversificadas, mesclando sons de compositores brasileiros, por meio da música popular brasileira. É um diferencial em meio às atividades culturais contemporâneas, pois, do ponto de vista de sua qualidade e finalidade específica, incorpora e transmite as verdadeiras expressões da antiga-nova atuante música brasileira. O repertório configura interpretações de memoráveis canções da MPB como “Carinhoso” de Pixinguinha, “Chalana” de Almir Sater, “Dança da Solidão” de Paulinho da viola, boleros e outras músicas, significativamente apresentadas em inúmeros grupos de seresta e sambas de grande repercussão, que caracterizam as dimensões da música popular em âmbito nacional. No roteiro, é possível também observar toda a versatilidade dos artistas, que transportam para os palcos e eventos, a magia de emocionar com intervenções de essência ritmada e alegre. Neste aspecto, encontra-se a presença da musicalidade de compositores e intérpretes, alguns deles ausentes dos cenários do meio artístico, porém presentes através da continuidade de suas obras, como: Pixinguinha, Noel Rosa, entre outros. Desse modo, apresentam-se referências que incidem o imaginário, noutras vezes, interpretando as criações dos artistas através das semelhanças e expressões dos sons criados por eles, invadindo os sentidos humanos, numa verdadeira enunciação de nosso país. Integrantes: são 18 integrantes com 01 violão, 01 cavaquinho, 01 bandolim, 01 bangô, 01 banjo, 01 pandeiro, 09 vocalistas. ORQUESTRA SINFÔNICA DE MINAS GERAIS Orquestra Sinfônica de Minas Gerais foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Minas Gerais. Em constante aprimoramento, cumpre o papel de difusora da música erudita na diversidade de sua atuação em óperas, concertos e apresentações na capital e interior do Estado. Além dos Concertos no Parque, Sinfônica ao Meio-dia e Sinfônica em Concerto, merece destaque o reconhecido programa Sinfônica Pop, que convida artistas da música popular brasileira para se apresentarem com a OSMG.Seu atual regente titular é o maestro Silvio Viegas, antecedido por Wolfgang Groth, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Aylton Escobar, Emílio de César, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej, Charles Roussin, Roberto Tibiriçá e Marcelo Ramos. TURÍBIO SANTOS Turíbio Soares Santos é natural de São Luís, Maranhão. Ainda na infância, ele e sua família passaram a ter residência no Rio de Janeiro. A sua motivação para a carreira de músico e influência musical se deve aos seus pais, em que seu pai também era um violonista, tendo realizado algumas apresentações, além de ser seresteiro. Sua mãe o motivou a se matricular em cursos de musica, onde teve entre os seus professores Antonio Rebelo e Oscar Cáceres. Outra grande influência foi Heitor Villa-Lobos, a quem passou a apreciar a obra ainda quando era adolescente. Chegou a ser convidado por Arminda Villa-Lobos e Herminio Belo de Carvalho a gravar os Doze Estudos do compositor como parte do acervo do Museu Villa-Lobos. Ainda jovem, iniciou a carreira internacional, percorrendo os cinco continentes e contando com um repertório majoritariamente composto por obras da música brasileira, e adquirindo um prêmio em Paris na ORTF em 1965. Contou também com boas avaliações dos críticos do periódico The New York Times, Le Figaro, entre outros. Em 1986, foi convidado para a direção do Museu Villa-Lobos, função que realizou até 2010. Também foi responsável por criar os primeiros cursos de violão na UFRJ e também na UniRio, além de ter fundado em 1983 a Orquestra Brasileira de Violões. Ao longo de sua carreira, acumulou uma discografia de mais de setenta álbuns. Foi indicado para assumir uma cadeira na Academia Brasileira de Música e também na Academia Maranhense de Letras. Entre as homenagens, foi condecorado com o grau de oficial da Ordem do Cruzeiro do Sul e da Légion d’Honneur. CAROL MCDAVIT Doutora em Música pela UNIRIO e Mestre em Música pela Manhattan School of Music de Nova York, atuou como solista das principais orquestras sinfônicas do Brasil. Como camerista, realizou centenas de recitais no país e no exterior, com ênfase especial na música brasileira e americana, tendo estreado várias primeiras audições. Carol tem cantado das temporadas líricas dos teatros mais importantes do Brasil, destacando-se em La Bohème, Fidelio, Die Zauberflöte e Carmen. Gravou as Bachianas Brasileiras N. 5, de Villa-Lobos, no vídeo comemorativo do centenário do compositor, e foi solista desta obra, acompanhada por 235 violoncelos, no concerto de encerramento do World Cello Congress em Baltimore, EUA. Seus CDs incluem obras sacras do Pe. José Mauricio, o oratório Colombo de Carlos Gomes e coletâneas de canções brasileiras em duo com a pianista Maria Teresa Madeira e com o violonista Turíbio Santos. Ministrou oficinas e cursos de canção brasileira na Universidade de Karlsruhe na Alemanha, na Universidade de Toronto no Canadá, Universidade Towson em Baltimore e no Conservatório Nacional em Lille, França. É professora de canto, dicção, repertório vocal e ópera do Instituto Villa Lobos na UNIRIO no Rio de Janeiro, onde coordena e dirige o projeto Ópera na UNIRIO, agora em sua sétima edição. MARIA TERESA MADEIRA Desde o início, a intensa e multifacetada carreira musical de Maria Teresa Madeira encontra-se marcada por experiências importantes, seja no campo artístico, seja no campo acadêmico. Entre sua formação como bacharel em piano pela Escola de Música da UFRJ e seu título de Mestre em Música pela Universidade de Iowa, nos EUA, teve a oportunidade de estudar com Anna Carolina Pereira da Silva, Heitor Alimonda, Miguel Proença, Arthur Rowe e Daniel Shapiro, além de Miriam Dauelsberg, Jacques Klein, Sergei Dorensky, Dayse de Luca e Carmen Prazzini, mestres com quem se aperfeiçoou em interpretação. Como solista já esteve à frente de orquestras como a Sinfônica Brasileira, Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Mato Grosso, Cedar Rapids Symphony, University of Iowa Chamber Orchestra, Banda Sinfonica da Cidade de Córdoba (Argentina), Banda Sinfonica da Faculdade de Música do Espírito Santo. Como camerista, uma atividade que também lhe é muito cara, apresentou-se ao lado de alguns dos mais importantes artistas do país como Noël Devos, José Botelho, Paulo Sérgio Santos, Altamiro Carrilho, Alceu Reis, Aloysio Fagerlande, Radegundis Feitosa, Carol McDavit, Matha Herr, Rosana Lamosa, Pedro Amorim, Rildo Hora, Nicolas Krassik, Maria Bragança, Paulo Mendonça, Léo Gandelman, e Quinteto Villa-Lobos, além de outros consagrados instrumentistas internacionais como Alain Marion, Alain Damiens, Leopold La Fosse, Leon Biriotti, Paula Robinson, Bruno Totaro, dentre outrosJá participou de 14 das Bienais de Música Brasileira Contemporânea, realizando várias estreias mundiais e locais de obras, algumas delas a ela dedicadas, de compositores como Ronaldo Miranda, Tim Rescala, Glicia Campos, Harry Crowl, Gilberto Gagliardi e Leandro Braga. Na área acadêmica, tem compartilhado suas experiências em cursos, workshops e Festivais de Música por todo o Brasil como o Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais, Festival de Inverno de Campos dos Goytacazes, Curso Internacional de Verão de Brasília e Festival Vale do Café (Vassouras, RJ). Maria Teresa Madeira é, ainda, patrona do Concurso Nacional de Piano que leva seu nome, dedicado a revelar talentos de todas as faixas etárias. Já realizou recitais e concertos nos EUA, Colômbia, França, Argentina, Finlândia, Tunísia, Espanha e Alemanha, sempre priorizando a divulgação da música brasileira – sua discografia conta com mais de 30 CDs seja como solista, ou camerista. Foi professora do curso de graduação do Conservatório Brasileiro de Música e atualmente é professora da UniRio, ministrando aulas no curso deBacharelado. Sua trajetória sempre esteve ligada à música de Ernesto Nazareth, seja nos diversos concertos em que apresenta suas obras, seja nos CDs que gravou inteiramente dedicados a ele, tais como “Sempre Nazareth” (Kuarup, 1997), e “Ernesto Nazareth Vol.1 e Vol.2” (Sonhos e Sons, 2003), este último indicado ao Grammy Latino.Em 2016 , a pianista lançou a ‘Integral de Ernesto Nazareth por Maria Teresa Madeira’, uma caixa com 12 CDs com as 215 músicas compostas por Nazareth. Projeto este, somente possível graças ao Prêmio de Música Brasileira da Funarte recebido pela artista em 2012 para a realização desta obra. Em resultado a este trabalho, recebeu o Prêmio Bravo! e Prêmio da Musica Brasileira na categoria “MELHOR DISCO ERUDITO 2016“. Também neste, foi finalista ao concorrer ao Prêmio Concerto de melhor CD 2016. No ano seguinte obteve a honra de receber a Medalha Rui Barbosa como destaque na música brasileira. No cenário acadêmico, conquistou o título de Doutora pela UniRio e teve como orientadora a Prof. Dra. Lucia Barrenechea defendendo a tese ‘Carolina Cardoso de Menezes, a pianeira’. E atualmente, exerce a função de professora adjunta da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) onde leciona desde 2009. CLUBE DO CHORO DE BELO HORIZONTE O Clube do Choro de Belo Horizonte nasceu das reuniões semanais das quintas-feiras, no Bar do Bolão, no bairro Padre Eustáquio, onde vários músicos, amadores e profissionais, se reúnem numa alegre roda de choro e muita cerveja gelada. Tais reuniões acontecem desde 1993, são abertas a todos que apreciam a boa música e um bom papo.Em razão destes encontros semanais, surgiu a idéia de fundação do Clube do Choro de Belo Horizonte, fato que ocorreu em 31 de maio de 2006, com 23 sócios fundadores, estabelecendo uma instituição sem fins lucrativos. Desde então, o Clube mantém-se como uma entidade voltada para o incentivo e divulgação da música com atividades de intrumentistas, compositores e intérpretes, que se dedicam ao estudo e apresentações musicais em casas de espetáculos, bares e espaços públicos. Diferentemente de outros clubes de choro no Brasil e no exterior, o Clube do Choro de BH tem um quadro de sócios que fazem contribuições mensatis para permitir que a entidade mantenha ativiades básicas de promoções e divulgação do choro através de seminários, oficinas, shows e eventos. Hoje o Clube já possui mais de 100 sócios. Para se associar a instituição não precisa ser músico, mas sim gostar da boa música brasileira.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.