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PRONAC 210167ArquivadoMecenato

1º Festival Cultural das Cores - O elo da música e do circo,

Henrique de Brito Cavalcanti Machado
Solicitado
R$ 199,0 mil
Aprovado
R$ 199,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2021-04-23
Término
2021-08-23
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

Festival Cultural Das cores é a o resgate histórico de duas manifestações artisticas: música e circo. Dentro de um palco de teatro com cenografia circenses, irão ser apresentadas diversos numéros circenses, de música instrumental, voltado ao publico infantil e ao publico adulto. Além disso haverão oficinas de circo para as crianças como contrapartida social Entrada gratuita e com acessibilidade.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar um evento multi cultural e gratuito no aniversário da Cidade de Águas Claras, para um público de até 3.000 pessoas por dia com objetivo de fomentar a cultura da música e do circo. Objetivos Especificos: 03 shows de música instrumental com artistas de Brasília, 02 apresentações circenses com artistas de Brasília. 01 show de música cantada. 01 mini exposição de banners explicando a biografia de Pixanguinha, 08 oficinas de circo para crianças em escola pública como contrapartida social.

Justificativa

Este projeto se encaixa no Artigo 1º (I) - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; (IV) - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. (IX) - priorizar o produto cultural originário do País. Se encaixa ainda no Artigo 3º Item II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Item IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Circo e música são duas expressões artísticas que se completam. A união entre elas, no Brasil, teve seu auge entre os anos de 1940 a 1960, quando artistas da rádio e da televisão usavam o picadeiro como palco de shows. Os primeiros registros de artistas de música foram feitos por artistas circenses; os primeiros programas de televisão tiveram palhaços como apresentadores; e as bandas de circo difundiam a música pelo país. Desenhos animados infantis da década de 60 a 80, como Tom e Jerry e Pica Pau, utilizavam-se de músicas instrumentais, trechos de ópera e sonatas ao piano para ilustrarem as ações dos personagens. O famoso camundongo Mickey tocava flauta com a cenografia voltada para o circo. Com o passar dos anos, o picadeiro - o circo -, componente das artes cênicas, perdeu espaço tanto para os artistas que optaram por se apresentar em teatros, assim como os músicos em salas de espetáculos. Eis que nos anos 90 nasce o Cirque du Soleil, trazendo novamente esta união circo-música para os picadeiros. Em todas as suas performances a música instrumental está presente. O Festival Cor e Som resgata esta cultura histórica, criada em nosso país fomentando o circo, a música e artes plásticas e traz para a população do Distrito Federal, de forma acessível, gratuita e inclusiva, um evento cultural inédito. Atendendo ainda a Instrução Normativa 02/2019: Como ação de Contrapartida Social teremos 08 Oficinaa de Circo para escolas públicas da periferia do Distrito Federal Com este projeto visamos a fomentar o acesso da população a espetáculos de músicas instrumental e cantadas, divulgando atividades circenses e de artes plásticas para as crianças de forma gratuita.

Especificação técnica

Oficinas de Contrapartidas Sociais: Proposta de oficina de Acrobacia CômicaA proposta consiste na realização de oficina de acrobacia cômica, visando desenvolver aptidões acrobáticas dentro do jogo do palhaço. Durante as aulas, através da experimentação de cascatas, clakes, quedas e rolamentos, buscaremos a construção de um corpo cômico partir do domínio da técnica e o desenvolvimento de uma partitura corporal contextualizada. Ementa:● Aquecimentos e alongamentos;● Cascatas de palhaço (Tropeções, quedas, escorregar...);● Cascatas em dupla;● Acrobacias em dupla e grupais;● Jogos em dupla e grupais;● Experimentações e improvisações. Duração: 4h /aula.Público alvo: pessoas interessadas em acrobacia e em comicidade.Número de participantes: até 20 pessoas.Material necessário para a oficina: colchões de pouso e tatames de borracha

Acessibilidade

Acessibilidade Fisica No interior do teatro estão todos os principais equipamentos, instalações e sistemas exigidos para o seu funcionamento multidisciplinar: Foyer e hall externo conjugados, ideal para pequenas exposições, realização de recepções, coquetéis, apresentações e coffee breaks, e descanso nos intervalos dos eventos.Plateia composta de 416 lugares projetada para oferecer toda a comodidade e segurança ao público: ótima visualização de todo o palco (formato stadium), excelente qualidade acústica e conforto térmico.Poltronas com propriedades acústicas com assento e encosto rebatíveis, que retornam automaticamente para posição vertical quando não utilizadas, contribuindo para a melhor circulação dos usuários, especialmente facilitando o percurso pela rota de fuga em caso de sinistro, dotadas ainda de prancheta escamoteável embutida no fechamento lateral, os quais permitem que ela, quando não utilizada, fique totalmente embutida. Locais com poltronas mais largas, para canhotos e portadores de necessidades especiais.Apoio ao palco com dois camarins contemplados por banheiro adequado a receber portadores de necessidades especiais e mobiliário (armários, bancadas e móveis de apoio). Acessibilidade de Conteúdo. Haverá interpretes de libras nos shows de músicas cantadas nas oficinas de capacitação musical. Para a música instrumental e circo não se aplica interpretes.

Democratização do acesso

Todos os ingressos serão distribuídos gratuitamente a população interessada em comparecer ao evento, de acordo com a taxa de ocupação do teatro. Os ingressos serão distribuidosvia inscrição online em uma plataforma de cadastro, sendo que o consumidor tera que preencher uma ficha com dados pessoais para aquisição dos ingressos. Pelo fato de o festival ser gratuito, nessa 1ª edição não pretendemos transmiti-lo via internet.

Ficha técnica

O proponente do projeto atuará como coordenador geral do projeto e captador de recursos. Pablo Fagundez: Pablo é um músico por essência. A crença no aprendizado do instrumento gaita sempre apontou na certeza de que o estudo e a determinação faziam a diferença, eram o começo da história. O talento desvendado na gaita diatônica em meados de 1992 repercutia as raízes negras do blues e do jazz, despertadas pelo fascínio da música. Um dos meios de alcançá-lo veio com a formação pela Escola de Música de Brasília, enquanto consolidava a convicção de que o universo é o limite da música, o aprendizado, eterno. De ensinamento a ensinamento, Pablo percebeu que aprender fazendo ampliava o conhecimento e nada melhor do que reparti-lo. Impregnado pelo Choro e às voltas com suas dificuldades de execução, surgiu a ideia da criação, em 2006, do curso pioneiro no país de Gaita no Choro. O apoio e o entusiasmo de Reco do Bandolim fizeram a ideia prosperar. Decorridos 14 anos, o Clube do Choro de Brasília registra no curso a marca de mais de 1.200 alunos, para orgulho do Pablo professor. Do começo nas entrequadras brasilienses, a trajetória musical do gaitista ganhou dimensão global, com apresentações pelo Brasil, Estados Unidos, Canadá, França, Bélgica, Holanda, Áustria, Espanha, Austrália, e o inclui num seleto grupo de especialistas tanto nas gaitas diatônica quanto cromática. A oportunidade de tocar com músicos consagrados no cenário internacional – Toots Thielemans, Hermeto Paschoal, Toninho Horta, Nelson Faria, Maurício Einhorn, Hamilton de Holanda, David Grisman, Mike Marshall, Howard Levy – transformou a experiência em um incentivo a mais para a criatividade. Aliás, ingrediente fundamental reconhecido pelo “padrinho” Dominguinhos ao gravar “Feira de Mangaio” no CD solo “Foles”, num dueto antológico sanfona-gaita, marco na discografia do gaitista. As oportunidades continuaram surgindo e uma inusitada e aplaudida parceria com o norte-americano Christylez Bacon (beatbox e hip-hop) tem rendido apresentações regulares, desde 2015, em Washington, DC, e no Brasil. Ao longo dos anos, o ganho de visibilidade também multiplicou-se com a gravação independente de dez CDs, entre solos e coletivos. O mais recente deles, o segundo em parceria com o violonista Marcus Moraes, foi lançado em novembro de 2019. Com participação em diferentes formações musicais, faz parte hoje do Trinca Brasília, ao lado de Félix Jr (violão 7 cordas) e Pedro Almeida (bateria). Ganhador do CCBC Jazz Fest, entre 120 bandas selecionadas Brasil afora, o Trinca Brasília representou o país no Canadá, em 2018, e Brasília na 21ª edição do Festival de Jazz & Blues do Ceará, em 2020. Márcio Marinho Nascido em Brasília em novembro de 1984, Márcio Marinho começou a ter aulas de cavaquinho aos 13 anos. Com raro talento musical, em 1999, aos 15 anos ,começou a atuar como solista do grupo “Os Novos Chorões”. A partir de 2001 foi chamado para compor outro grupo de choro o “Sorrindo à Toa” sob o comando de Reco do Bandolim, um marco na carreira do artista foi uma apresentação para o então presidente Fernando Henrique Cardoso. Com o Trio ́Cai Dentro”, um passo importante foi dado à partir de um convite de Hermeto Pascoal para que participasse de um show com ele no Clube do Choro de Brasília em 2003. E, em 2004, também a convite de Reco do Bandolim, Márcio entrou no conjunto “Choro Livre” - um dos pioneiros do estilo em Brasília, como cavaquinista base. Com o inicio da sua carreira internacional, Márcio Marinho já conta no currículoapresentações na Argentina, Peru, Uruguai, Chile, Bolívia, México, Dubai, França, Alemanha, Tunísia, Maputo, Suriname, Viena, Itália, Portugal, Canadá, Estados Unidos China e Espanha. Em 2013 esteve na Feira do Livro de Frankfurt, Alemanha, cujo país homenageado era o Brasil. Fez nove apresentações durante a Feira, com o grupo “ChoroLivre”, além de tocar no Conservatório Goethe (Frankfurt). Além de várias apresentações, Márcio Marinho também faz parte dos grupos musicais: Face Quarteto, de artistas como o Mestre Spok; e o Samba Urgente, projeto que leva mais de 8 mil pessoas a ocupar os espaços públicos de Brasilia desde 2019, fazendo shows com convidados como Roberta Sá , Paula Lima e Sombrinha, vocalista do Fundo de Quintal. Em 2020 surgem novos, projetos com eles o seu novo CD com a releitura das Partitas No1 & 2, músicas de Johann Sebastian Bach. As Partitas, BWV 825–830, são um conjunto de seis suítes de cravo escritas por Johann Sebastian Bach, e publicadas entre 1726 e 1730, em Leipzig, sob o título da primeira parte dos trabalhos publicados durante a sua vida, e que se chamaram: Clavierübung. Em breve estará em todas as plataformas digitais. Seu Preto SEU PRETO traz para o contemporâneo um clima de anos 70, mesclando a Black Music aos ritmos brasileiros em shows contagiantes e cheios de improvisos. Diversão garantida. O grupo tem sua inspiração em artistas clássicos da música negra – Tim Maia, Toni Tornado, Jorge Ben, James Brown, entre outros – e faz um som que une ritmos brasileiros como Bossa e Samba Rock, ao Soul, Disco e Funk americano. Em seu primeiro álbum – SOUL NEGRO DO BRASIL – lançado em 2015, a banda explora novas sonoridades adicionando samplers eletrônicos, sopros e metais clássicos do funk americano sem perder sua brasilidade e swing. O clipe da faixa ESPICHADO, gravado no Teatro dos Bancários, tem participação do rapper Gog. A faixa “TICA BÜNDCHEN” foi acolhida por rádios locais e nacionais, como a Nacional FM e a Cultura FM, entre outras. Hoje, a banda SEU PRETO é composta por Ulysses X (voz), Rodrigo Stélio (voz), Jair Santiago (voz e guitarra), Raul Santiago (baixo), e dedica-se às apresentações autorais e tributos, além da produção de seu próximo álbum. Kiko Perez Kiko Peres nasceu em 16 de março de 1972 e aos 11 anos começou a tocar guitarra. Sua paixão pelo instrumento é tanta que em 1991 ele vai estudar por um ano no Guitar Instiute of Technology, em Los Angeles, na Califórnia (EUA). Em 1993, Kiko entra para a banda de funk-rock “Pravda” e em 1995, eles lançam o disco “Pravda” com produção de Tom Capone. Em 1996, a Pravda dá um tempo e ele é convidado para fazer parte dos Natiruts, que nessa época ainda se chama Nativus. Ele aceita e o guitarrista fica na banda até 2002. Nesse meio tempo, em 1998, ele grava o seu primeiro disco-solo, que chama “Pirata”, no entanto em 2002, depois que ele sai da Natiruts, Kiko passa a se dedicar apenas a carreira solo, lançando mais de 10 discos, que varia de guitarra para yoga, até Jimi Hendriz, samba-funk. No entanto, em 2012, ele volta para o Natiruts e participa dos discos #NoFilter e do DVD Natiruts Reggae Brasil. Circo Rebote Criada pelos acrobatas e palhaços Atawallpa Coello e ErikaMesquita, a Cia. Circo Rebote nasceu em 2004 com aproposta de criar shows de rua e circo. Sempre pesquisando diferentes linguagens artísticas, a dupla criouespetáculos repletos de personagens excêntricos e música ao vivo. Esses trabalhos criativos e inovadores da CIA participaram de vários festivais em várias cidades do Brasil e de outros países como Peru, México, Chile, Alemanha, França, Itália, Suíça, Bélgica, Holanda e Porto Rico, tendo grande êxito entre o público por onde eles passaram. Nos anos de 2008, 2011, 2013 e 2019, receberam o Prêmio Funarte de Estímulo ao Circo. Em 2016 e 2018, foram indicados ao prêmio de melhor espetáculo de rua pelo Prêmio Sesc de Teatro Candango. 5.FESTIVAIS 2008 - SESC Festclown - DF e I Festival de Artes Cênicas de Belém - PA.- 2009 – Cena Contemporânea – DF. - 2010 - SESC Festclown - DF; 3 Festival Paulista deCirco;3a Mostra Zezito de Circo; Festival de circo do Brasil - Recife – PE. - 2011 - FestivalInternacional de Artistas de rua da Bahia – BA; 4o Festival Paulista de Circo; 21o Festival deInverno de Garanhuns - PE; 18o FENTEPP - Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente -SP. - 2012 – 4o Pantalhaços – Mostra de palhaços do Pantanal – MS; Turnê pela Europa duranteo mês de agosto participando de 4 Festivais de artistas de rua: Kulturufer Friedrischshafen,Alemanha; Festival Rue d’Amour, Agde, França; Ferrara Buskers, Itália; e Festival des Artistes deRue de Vevey Suíça; Festival do Teatro Brasileiro – Etapa Brasília; 3o Festival InternacionalDiamantino de Circo; - 2013 – Festival de Teatro de Curitiba, Mostra SESI de Rua – Curitiba, PR;VII Festival dos Inhamuns, CE; 14o Festival de Artes de Areia, PB; Mostra SESC Cariri deCulturas – CE; III Festival Ozomatli – Circo e Arte Callejero – México/DF. 2014 – Circofest –Porto Rico; Festival de Inverno de Garanhuns; - 2016 – Festival Boca de Cena – MS; SESCFestclown – Festival internacional de palhaços, DF; Festto – Festival de teatro de Teófilo Otoni –MG, Festival de Circo do Rio de Janeiro – RJ, Festival Internacional de Circo do Ceara. - 2017 –SESC Festclown – Festival Internacional de palhaços, DF, Circuito Sesc Rondonopolis, SescCuiaba, Circuito SESC das Artes – SP, FILO – Festival Internacional de teatro de Londrina – PR.Festival Murenchalk Austria, Festival Berlin Lacht Alemania, Festival Picknick MontepellierFrance, Festival KulturSummer Potsdam, Vieaux Port Marseille. - 2018 – CIRCOFEST, PortoRico; Festival Spetaculim – DF; Festival de Inverno do Rio de Janeiro – RJ; 19° Festival Inverno de Bonito – MS; - 2019 – FTB – Festival do teatro Brasileiro Etapa Pernambuco – PE;SESC FESTCLOWN – DF; FESTIRUA – Festival Internacional de Artistas de Rua de Brasilia –DF; Festival Internacional de Circo de Sao Paulo – SP; Mostra SESC de Culturas – CE; Festival palco Giratório – DF; Picadeiro Móvel – Niterói RJ; Festival IndigoMumbay, Índia.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.