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A Exposição de fotografias O Que Não Nos Disseram é um manifesto artístico de força, de beleza e de coragem que chega ao público através de uma experiência interativa emocionante sobre mulheres que, um dia, foram vítimas de violência e que decidiram transformar dor em liberdade e informação numa abordagem inédita no Brasil.
Abraçada pelos grandes nomes da fotografia cearense por sua notoriedade e magnitude, a exposição (2ª edição) apresenta uma experiência sensorial de relatos emocionantes. Em sua primeira edição, dez grandes fotógrafas acolheram através de suas lentes histórias de quatorze mulheres que inspiram. O resultado não seria diferente.Reunindo fotógrafas locais (a fim de aquecer o mercado de trabalho feminino de fotografia e dando visibilidade às artistas do estado), o projeto promove mulheres. Mulheres protagonistas de suas vidas, de suas histórias, dos seus processos de ressignificação. Trazemos relatos que revelam diversos tipos de violência, para além da violência física, como previsto na Lei Maria da Penha, que inclui 4 outras formas em suas muitas manifestações (violência psicológica, patrimonial, sexual e moral). Esse, no entanto, não é o maior diferencial da exposição, ainda que, até hoje, não se saiba de trabalhos que contemplem registros fotográficos e uma experiência interativa sobre violência contra a mulher com essa abordagem mais ampla, conforme descreve a nossa Constituição Federal. Além DO QUE o projeto revela, a grande surpresa é COMO ele o faz. Em “O Que Não Nos Disseram” não há registro de hematomas, de sangue, de sofrimento. Ao contrário. Quem passa vê mulheres. Lindas. Fortes. Diferentes umas das outras. Mulheres. E, ao lado de cada foto, um fone de ouvido - “conheça a história dessa foto”, diz a frase sinalizando a interação. Através do fone é possível, ao público, ouvir, da voz de cada mulher, o que cada elemento significa (entendendo como se ressignifica). O projeto é sobre mulheres numa abordagem singular, surpreendente, que valoriza a diversidade de suas histórias, os contextos socioeconômicos aos quais estão inseridas, como contribuição para efetivação do artigo segundo da lei 11340/06 que diz que “Toda mulher, independentemente de classe, raça, etnia, orientação sexual, renda, cultura, nível educacional, idade e religião, goza dos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sendo-lhe asseguradas as oportunidades e facilidades para viver sem violência, preservar sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual e social.”Todo o espaço é pensado para que, apesar de público, o evento possa ser experimentado de forma mais intimista. Chamamos de experiência fotográfica interativa porque, além da fotografia, que já é uma experiência em si, e dos depoimentos em fones, os espaços, desenhados para serem experimentados individualmente, tornam a vivência particular. Com isso, o projeto tem objetivo de disseminar o conhecimento, multiplicar ideias e envolver a audiência, fortalecendo a mensagem de que, sendo esse um problema social, toda a sociedade faz parte da construção das soluções de combate.Tudo isso porque não nos disseram, quanto sociedade, que era possível falar de violência contra a mulher através de uma vitimização positiva, dando protagonismo à força dessas mulheres, sem eternizá-las no sofrimento. Mas é. E o resultado é de arrepiar.
Objetivo Geral: realizar por 15 dias a segunda edição da Exposição O Que Não Nos Disseram Objetivos específicos qualitativos:- ampliar a discussão sobre o que é violência contra a mulher;- usar a arte como ferramenta de democratização acerca da Lei Maria da Penha e de aproximação social, como recurso para promoção de empatia social, com os depoimentos de cada uma das mulheres fotografadas. - expandir o conhecimento sobre as formas de violência doméstica e familiar contra a mulher previstas por lei e pouco sabidas pelas mulheres (como atesta levantamento feito pelo DataSenado, em 2017, afirmando que, apesar de 100% das entrevistadas, quase 80% reconheciam conhecer muito pouco a lei);- apresentar uma nova abordagem sobre mulheres vítimas de violência,indo na contramão das campanhas globais até aqui que apresentam marcas, sofrimento e dor, trazendo relatos e fotografias que promovem informação em força, beleza, ressignificação e liberdade. - alcançar mais pessoas, tendo a arte como ferramenta, sobre um tema que precisa interagir no universo social, independente de gênero. Objetivos específicos quantitativos:- realizar a exposição por 15 dias - expor 14 obras de 2,20mx1,30m - promover a difusão do trabalho artístico de 10 fotógrafas de renomado saber- realizar 1 oficina de fotografia e autoimagem em escolas públicas na cidade de Fortaleza, beneficiando, no mínimo, 500 alunos;
ENQUADRAMENTO:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA?A Exposição O Que Não Nos disseram é um projeto 100% gratuito que valoriza artistas locais e beneficia alunos de escolas públicas. Além de promover a reflexão sobre um tema bastante relevante para a sociedade civil que encontra amparo na Lei Maria da Penha e em demais instrumentos e instituições jurídicas brasileiras.JUSTIFICATIVA:Seguindo a Instrução Normativa nº 2, de 23 de dezembro de 2019, em total consonância com o inciso IV do artigo 12 que busca projetos de patrocínio "alinhados com as iniciativas de promoção da cidadania e inclusão, bem como de combate a quaisquer formas de discriminação e de violência", a exposição interativa O Que Não Nos Disseram é um serviço de utilidade pública, além de um lindo evento cultural. A violência contra a mulher é um problema social considerado, pela ONU, desde 2018, uma pandemia mundial. Apesar de o projeto ter surgido antes da atual pandemia do novo coronavírus, com o isolamento social e o confinamento, o aumento de casos de violência doméstica tem sido noticiado em portais de informação do mundo todo, revelando a urgência de falarmos ainda mais sobre o assunto e pensarmos iniciativas eficazes tanto de combate quanto de prevenção. Sabendo que informação salva vidas, a exposição, além de caráter cultural e artístico, tem sua frente didática, ampliando a discussão do que é violência,para assim poder evitá-la. Afinal, é impossível assegurar às mulheres o direito a viver sem violência se as mesmas não souberem o que é violência. Não falamos de vítimas porque entendemos que é de fundamental importância toda a comunicação nesse projeto. Cada palavra importa. Tudo tem significado. O projeto (desde sua pré-produção até o pós-evento com a repercussão nas redes sociais, por exemplo) é voltado para a multiplicação de ideias porque sua essência está na ampliação do debate acerca do enfrentamento à violência contra a mulher, direto e transversalmente. A abordagem da exposição é moderna, extraordinária (no sentido literal da palavra) por ir na contramão das campanhas mundiais de combate à violência, em que aparecem mulheres de cabeça baixa no quarto escuro, a tão famosa marca, sobre a boca, da mão de tinta vermelha ou o semblante gritando desespero em silêncio e o olho roxo. Mostramos mulheres. Em suas diversidades e singularidades. Em beleza, força e coragem. Transformando dor em informação e poesia. São Saletes, Amandas, Laras, Terezas, Marias e um tema, relevante em si mesmo, com abordagem conceitual afirmativa, arrojada, vanguardista, sensível e inclusiva sobre violência contra a mulher, ampliando a discussão do que é violência, usando a arte para democratizar o conteúdo da lei, humanizando seu artigo sétimo em depoimentos. Assim, se apresenta como um projeto original, criativo que oferece experimentação de conteúdo de formas diversas, valorizando a experiência do público. Além disso, afeta positivamente a cadeia cultural, compartilhando uma nova abordagem do tema, fomentando produções de estudantes, produtores culturais, artistas, pesquisadores em novas perspectivas.Ao falar do enfrentamento à violência contra a mulher por meio da arte, o projeto faz correlação direta com três dos dezessete Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. São eles:Objetivo 5: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas; É impossível alcançar igualdade e empoderar todas as mulheres e meninas (ODS 5) sem iniciativas eficazes de combate à violência de gênero, porque, sem essas, não há vida. 5.1 Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte;5.3 Eliminar todas as práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e de crianças e mutilações genitais femininas;5.5 Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública;5.c Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis.Todas essas questões são trazidas à tona com os depoimentos em áudio que acompanha cada foto. Objetivo 10. Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles;De forma semelhante, não há como pensar soluções que sanem a desigualdade (ODS 10) sem tratar questões de gênero que ceifam a vida de milhares por todo o mundo. (A exemplo da meta 10.2 que fala de "até 2030, empoderar e promover a inclusão social, econômica e política de todos, independentemente da idade, gênero, deficiência, raça, etnia, origem, religião, condição econômica ou outra.")Objetivo 16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.O ODS 16 faz parte da essência do projeto O Que Não Nos Disseram como um todo, incluindo a exposição por visar:16.1 Reduzir significativamente todas as formas de violência e as taxas de mortalidade relacionada em todos os lugares;16.3 Promover o Estado de Direito, em nível nacional e internacional, e garantir a igualdade de acesso à justiça para todos.
“Nos disseram que violência contra a mulher é crime, mas não nos disseram o que é violência”, a exposição traz 14 fotografias enormes de mulheres que, outrora, estiveram em situação de violência para além do que se é discutido como tal.As fotos gigantes, de 2,20mx1,30m, por exemplo, são, especialmente, impressas em tamanho além do padrão a fim de, metaforicamente, fazer jus à grandeza de cada mulher registrada e ao poder da ressignificação de símbolos de episódios de violência sofrida, através de uma releitura poética tendo a fotografia como ferramenta.
Contrapartidas Sociais: DF - Local reservado, acesso rampado; DA - Intérprete em libras; DV - Material acessível (letras aumentadas);Fotografia - Aquisição / Exposição / Pesquisa DF - Acesso rampado ou elevador (shopping center); DA - QR code com a tradução dos depoimentos em libras; DV - Fotografias táteis;
Fotografia - Aquisição / Exposição / Pesquisa VI – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; Contrapartida VI – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão;
Andressa Meireles (PROPONENTE): atribuições voluntárias do projeto: produção da contrapartida social, captação de imagens e geração de vídeo relatório do projeto e coordenação de curadoria. Atribuições previstas em orçamento: Coordenação geral do projeto, pesquisa e integrante do grupo curador). Currículo: Andressa é jornalista, foi vítima de violência e, por isso, idealizou o projeto O Que Não Nos Disseram - que envolve, além da exposição,outras frentes de atuação. Trabalha há mais de 10 anos com televisão, e já atuou como produtora e apresentadora, sendo destaque no cenário cearense no ano de 2014. Andressa também já trabalhou com redação e roteiro para campanhas políticas. Em 2019, coordenou um projeto de tv streaming para Terceiro Setor com apoio de grandes empresas como Cielo, Microsoft, Mapfre, desenvolvendo formato, dirigindo e roteirizando os programas. A partir de 2019, com a idealização do O Que Não Nos Disseram, Andressa montou sua empresa para executar as frentes do projeto. Em novembro, produziu seu primeiro documentário para testar abordagem inédita no Brasil sobre violência contra a mulher e, em março de 2020, lançou, oficialmente, o projeto com a exposição à convite da OAB para Conferência Nacional da Mulher Advogada, Defensoria Pública do Estado do Ceará ocupação da sede e Shopping RioMar Fortaleza, sendo a atração destaque do mês da mulher no estado. Andrea Meireles (curadoria e produção executiva) - Formada em teatro pela Faculdade da Cidade do Rio de Janeiro (hoje UNIVERCIDADE), Andrea se dedicou a atuação na década de 90 trabalhando com diretores renomados como Wolf Maia, Denis Carvalho e, a partir dos anos 2000, começou a atuar como produtora e diretora de programa de TV, com programas locais no Espírito Santo, Bahia e Ceará. Casada com o cantor baiano Cid Guerreiro há quase 30 anos, Andrea dedicou sua vida a sua família e a arte, participando de produções culturais em diversas áreas. No projeto O Que Não Nos Disseram, que envolve, para além da exposição, o documentário, a websérie, redes sociais, palestras e plano para escolas, Andrea é coordenadora geral e faz parte da equipe de criação da abordagem do projeto. Danielli Parente (coordenação de produção): Graduada em Administração de Empresas pela Universidade de Fortaleza - UNIFOR e Pós-graduada em Gestão de Produtos e Serviços Culturais pela Universidade Estadual do Ceará –UECE. Atua na área cultural desde 1995, ocupou cargos de confiança em equipamentos culturais da cidade de Fortaleza, tais como Museu da Imagem e do Som do Ceará, Bureau de Cinema e Vídeo do Ceará, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, e atualmente é gestora de produtos e serviços culturais da Pégaso Consultoria, atuando na elaboração de projetos para as Leis de Incentivo da Cultura e do Esporte. Lia de Paula (curadora e fotógrafa): fotógrafa, formada em Cinema, natural de Fortaleza. Parte da infância e da adolescência morou na Inglaterra onde aprendeu a fotografar e cursou ‘Media Studies’ no Westminster College. Desde então vem se dedicando, profissionalmente, à fotografia. Em Fortaleza, trabalhou no jornal O Povo e na prefeitura da cidade, participou da produção de livros e de exposições, antes de se mudar para Brasília, onde passou pela Agência Senado e Ministérios (MEC, MinC e MDS), atuando também na fotografia de família. De volta à Fortaleza vem se dedicando à fotografia autoral com pesquisa sobre parentalidade e mães solo. Fez parte da coordenação do 'Verbo Ver Festival de Fotografia',do coletivo 'Sol para Mulheres' e da equipe de coordenação do Museu da Fotografia Fortaleza.Delfina Rocha (curadora e fotógrafa): iniciou suas atividades como fotógrafa na década de 1980 como assistente do fotógrafo Chico Albuquerque. Participou de exposições e foi premiada no Salão Universitário da Unifor – 1º lugar; Menção honrosa “Mulher Maio Mulher”. Participou do V Prêmio CDL de Artes Plástica. De 1986 a 1993, trabalhou entre Rio e São Paulo com foto publicitária e como fotógrafa de cena (still) para cinema em mais de 11 produções cinematográficas, destacando trabalhos junto aos diretores Roberto Faria, Tizuka Yamazaki, Rui Guerra, Fábio Barreto, Hugo Carvana, Alvarenga Jr e produções de Renato Aragão e Xuxa. Em 1995, criou seu estúdio fotográfico em Fortaleza e a partir daí atuou na área de publicidade e moda. No XI concurso Latino Americano de Produtos gráficos Theobaldo de Negris, em excelência, ficou em 2º lugar na categoria de livro de arte – México – 2004. Nos últimos anos, em paralelo ao trabalho comercial, vem desenvolvendo o trabalho autoral. Andréa Peixoto (fotógrafa): psicóloga, formada pela Universidade Estadual de Londrina, natural de Fortaleza. Tem utilizado a fotografia nos últimos anos como recurso terapêutico em alguns de seus casos clínicos, atuante na psicologia clínica há 6 anos. Atualmente colaborou com o projeto fotográfico intitulado como TODO FILHO É FILHO DA MÃE, da fotógrafa, cineasta e artista Lia de Paula. E faz parte do coletivo SOL PARA MULHERES, da Imagem Brasil Galeria.Caroline Sousa (fotógrafa): fotógrafa cearense, retratista e autorretratista. Trabalha com temas sobre a mulher negra e sua ancestralidade, buscando reinventar e ressignificar sua arte. Camila de Almeida (fotógrafa): Fotógrafa Profissional com expertise em Fotografia Comercial e Editorial. Fotografou para empresas como Istoé, Folha de SP, Revista Cláudia, Jornal O Povo e Revista Beach Park no mercado de imagem editorial. Também tendo expertises em Imagem Publicitária para empresas como Sistema Jangadeiro, Hapvida, Colégio e Faculdade 7 de Setembro.Marcella Elias (fotógrafa): artista visual multimídia, formada em Comunicação Social. Seu ensaio fotográfico Elisa participou de exposições coletivas, dentre elas, no Museu da Cultura Cearense e na Multigaleria, no Dragão do Mar e na Feira do Oriente de Artes Visuais, no Rio de Janeiro, em 2019. Fez a direção de fotografia do curta-metragem Grilhões (Apenado). Sua pesquisa atual - Mulheres Invisíveis - instalação que gira em torno do feminino e de dar visibilidade a histórias de mulheres.Natália Marxx (fotógrafa): fotógrafa pela Escola de Belas Artes de São Paulo em 2012. Seu trabalho orbita o experimental, buscando na dança, costura e escultura incorporar tensões corporais em suas fotos - o que é muito visível, por exemplo, em seus autorretratos - corpo - gênero. Em 2015 teve uma de suas fotos selecionadas para o concurso "Paisagens urbanas", promovido pelo Senac-SP. Fez as fotos para o livro "A perfodrama de Leonarda Glück" - 2016. Recentemente participou da mostra Invasão, na OficinaOficina. Natália Rocha (fotógrafa): fotógrafa e diretora de fotografia cearense. Formada em Comunicação Social, trocou o jornalismo pelo cinema em 2009, quando trabalhou no longa-metragem “Area Q” e, logo após, fez seu primeiro curso de Direção de Fotografia de Cinema em São Paulo. Trabalhou em alguns curtametragens, foi professora de cursos livres da Rede CUCA e no projeto ECOA (Sobral), e participou de duas exposições coletivas. Tem se dedicado ao estudo e pesquisa da fotografia autoral e também é contratada da Ordem dos Advogados do Brasil no Ceará.Roberta Martins (fotógrafa): formada em Serviço Social e Pós Graduada em Metodologia da Pesquisa Científica, ambas pela UECE, Roberta Martins é mãe, ativista, fotógrafa, videomaker, doula, palestrante e registra famílias e partos humanizados desde 2014 no Ceará. Possui formação de Doula pelo GAMA-SP e Cinema e Vídeo pela Casa Amarela-UFC. Com fotografias premiadas no Outstanding Award e no 1º Concurso Nacional de Fotografia de Parto, Roberta é membro do Portal Hora Dourada.Tay Moreira (fotógrafa): artista multimídia e tem como ênfase a fotografia, edição de vídeo, escrita e artes integradas. Seu trabalho artístico tem ênfase principalmente nos afetos atravessadores e na experimentação de diferentes técnicas.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.