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PRONAC 210205Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Santa Marina, o monge

LEIDE CONSUELO QUEREZA MOREIRA JACOB
Solicitado
R$ 99,7 mil
Aprovado
R$ 99,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 100,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-01-01
Término
2021-11-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Documentário curta metragem de 15 minutos, finalizado em full HD, que resgata a história da Santa Marina. Após o falecimento de sua mãe, ainda criança, Marina assumiu a identidade de Marino para morar em um monastério com seu pai. Viveu assim por vários anos até ser acusado por um morador da vila local de ser pai de uma criança. Depois de seu falecimento, a igreja descobriu que ele era mulher e assim o canonizou como Santa Marina, padroeira dos perseguidos, caluniados, humilhados e difamados.

Sinopse

SANTA MARINA, O MONGE é um filme curta metragem, documentário, sobre a história da Santa Marina, que viveu no século VI como Marino para ser aceita e morar em um monastério junto com seu pai. Depois que o pai falece, Marino foi acusado de ser o pai de uma criança, sendo expulso do monastério e vivendo na rua junto com a criança que criou como seu filho. Depois de sofrimentos, privações e humilhações, Marino foi aceito de volta ao monastério com a condição de fazer os piores e mais pesados trabalhos. Quando Marino falece, os monges descobrem que ele era uma mulher. A igreja, como forma de reparar os seus erros e em reconhecimento ao seu suplício, o canonizou como Santa Marina. A história é contada a partir da reincenação de momentos importantes da vida de Marina/Marino, feita por ator seminarista. Também são entrevistados párocos, pessoas com conhecimento sobre a vida da Santa, grupos de fieis e representante da comunidade, que relatam, discutem e abordam as situações em que Marino viveu, o que ele passou, como enfrentou as inúmeras adversidades e os significados e legados que transcendem. Os grafismos e ilustrações são assinadas pela Laerte Coutinho. Pela possiblidade de conter cenas que representem bullying, a sugestão de classificação indicativa "Não recomendado para menores de 12 anos".

Objetivos

Tem-de, com esse projeto, SANTA MARINA, O MONGE, o objetivo de produzir um filme documentário curta metragem COM A FINALIDADE DE resgatar a história da Santa Marina, exemplo de resignação, força, humildade e fidelidade a Deus, invocada pelos fiéis como poderosa intercessora diante de Jesus nos casos de maiores provações, doenças ou calúnias. O produto principal é o filme documentário curta metragem de 15 minutos em full HD, nas especificações e configurações de cinema, para ser exibido prioritariamente nos festivais (em formato DCP), posteriormente nas TVs, sendo após disponibilizado ao público geral nas plataformas do Youtube e Vimeo. Como produtos especificos, além do filme curta documentário já citado, pode-se destacar também 3 (três) palestras com exibições gratuítas para populações diversificadas (entre comunidades, moradores de rua, estudantes), presenciais, quando a quarentena (Covid-19) terminar, em locais públicos, com apoio do espaço exibidor (a ser definido futuramente), envolvendo discussões com a diretora e equipe técnica do filme. Cada palestra atenderá no mínimo 50 pessoas, podendo aumentar confome o espaço a ser realizado. A palestra será acompanhada pela exibição do filme de forma gratuíta.

Justificativa

O filme se enquadra no inciso "VIII - produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória" do Art. 1º da Lei n° 8.313/91; sendo que serão alcançados os objetivos de produção de "obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais" do Art. 3 da referida norma. Trata-se de um projeto de resgate da história de uma importante e singular santa, a Santa Marina, projeto relevante para as diversas religiões e culturas e também para a sociedade em geral. Vale ressaltar que, apesar da Santa Marina ter sido canonizada pelas Igrejas Anglicana, Ortodoxa Copta, Maronita, Ortodoxa e Católica, ela ainda é desconhecida e pouco comentada, sobretudo no Brasil. Não consta, por exemplo, da relação dos dez santos mais populares do Brasil (Revista Época, de 14 de fevereiro de 2020, https://super.abril.com.br/mundo-estranho/os-dez-santos-mais-populares-do-brasil/). E também não compõe a lista elaborada pelo site Youcat Brasil (https://blog.youcat.org.br/2020/03/07/10-santas-que-toda-mulher-deveria-conhecer/), das "Santas que toda mulher deveria conhecer". Parece haver, portanto, relativo desconhecimento e velamento sobre a sua história, apesar da Santa Marina ser venerada por diversas tradições religiosas. Segundo pesquisa do Datafolha, publicada em 13 de janeiro de 2020, 50% dos brasileiros são católicos, 31%, evangélicos e 10% não têm religião. Ou seja, a metade dos brasileiros se considera católica e, mesmo que nao sejam praticantes, realizam sistematicamente alguns de seus rituais. Além disso, vale ressaltar que, segundo essa pesquisa, mesmo os praticantes de outras religiões e filiados a outras tradições religiosas, tendem a respeitar os santos, reconhecendo-os como importantes. Na lista divulgada pela Ancine, com os filmes brasileiros com mais de um milhão de espectadores nos cinemas brasileiros entre 1970 e 2019, o filme "Os dez mandamentos", de Alexandre Avancini, da Record Filmes, 2016, está como terceiro na lista dos mais assistidos, com mais de onze milhões de espectadores (fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_filmes_brasileiros_com_mais_de_um_milhão_de_espectadores). Ainda que esta lista comentada se refira aos longa metragens, cujos ciclos, parâmetros e formatos de veiculação são diferentes dos curta metragens, por sua vez normalmente exibidos em festivais e para os quais não se encontram estatísticas referentes à quantidade de público , ressalta-se o fascínio que filmes que abordem aspectos de religiosidade exercem sobre a sociedade contemporânea, incluindo a brasileira, valendo acrescentar ainda que SANTA MARINA, O MONGE, será exibido também em festivais internacionais. A vida de Santa Marina é inédita no cinema brasileiro e SANTA MARINA, O MONGE será o primeiro filme documentário brasileiro a resgatar a historia da Santa Marina. Na medida em que se propõe a levantar discussões relacionadas a gênero, inclusão social, exercício de cidadania e direitos humanos, aderentes à singular trajetória de vida de Santa Marina, o alcance, em termos de público potencial, se amplia consideravelmente, extrapolando fronteiras específicas das religiões e igrejas, abrangendo outros grupos de interesse compostos por historiadores, estudantes, teólogos, católicos, educadores, instituições de apoio, serviços públicos, dispositivos assistenciais, ONGs, escolas, faculdades e universidades, além do público consumidor e produtor de arte. Público interessado em artes, consumidores e produtores de cinema, literatura, música e artes afins também obtém no filme documentário um universo artístico a ser explorado. A relevância dos temas de discussão emergentes com este filme, seu potencial de interesse, o nível em potencial de impacto e a função social da arte como dispositivo de desenvolvimento social, justificam a importância da certificação deste projeto pela Lei Rouanet.

Estratégia de execução

Como contrapartida, serão realizadas 3 palestras da proponente, presenciais e gratuitas, oferecidas a rede pública de ensino, visando a discussão quanto aos aspectos tratados no filme, que também será exibido. Alunos e professores de instituições públicas do ensino médio (a serem definidas), serão atendidos, visando a conscientização para a importância da arte e da cultura por intermédio do produto cultural do projeto. Para maior detalhamento, serão cerca de 50 alunos atendidos a cada palestra de 3 horas (exibição do filme + palestra e discussões). São três palestras. Um total de 150 pessoas. A temática será, desde a vida da Santa Marina e sua jornada, até aspectos tecnicos relativos a produção do filme. Como serão realizadas parceria com os locais de exibição/escolas ou instituições culturais ou educacionais, o custo das exibições será apenas o de transporte da equipe aos locais. Este custo é minino e está estimado na planilha. Assim como solicitado, em todo material de divulgação do projeto (impresso, virtual, audiovisual) serão inseridas as respectivas logomarcas em todas as peças de divulgação na forma especificada no Manual de Utilização de marcas do Pronac. Após apresentações nos festivais e nas TVs (a depender do interesse e negociação com as mesmas), o filme será disponibilizado em plataformas virtuais para livre acesso, como forma de democratização do conteúdo produzido. Sendo apresentado também para públicos que tradicionalmente não frequentam os circuitos dos festivais de cinema, seguidos de debates, a estratégia de veiculação comporta a formação de público para cinema e o desenvolvimento sociocomunitário.

Especificação técnica

O filme documentário curta metragem de 15 minutos em full HD, nas especificações e configurações de cinema, para ser exibida nos festivais prioritariamente (em formato DCP), nas tvs e, depois, disponibilizado ao público geral nas plataformas do Youtube e Vimeo. Sobre o projeto pedagógico, o filme tem por objetivo suscitar questionamentos e reflexões a partir de uma história singular, relevante e relativamente desconhecida, contribuindo com o desenvolvimento de nossa sociedade.

Acessibilidade

O filme e o trailer contarão com Audiodescrição; Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE); e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. No lançamento, em paralelo às exibições em festivais, será realizada uma apresentação aberta ao público, com livre acesso (distribuição de convites conforme o interesse do público, com prévia e ampla divulgação), em espaço público com acessibilidade, a ser definido, para garantir o acesso de pessoas com deficiência.

Democratização do acesso

Com relação à democratização de acesso, serão realizadas 3 palestras para FORMAÇÃO DE PÚBLICO E EDUÇÃO EM AUDIOVISUAL em escolas para no mínimo 50 alunos cada, totalizando 150 alunos, onde a diretora conversará sobre o processo de criação do filme, com participação da equipe tecnica. Nestas oportunidades, será realizada a exibição do filme. Além disso, sobre o plano de exibição, em um primeiro momento, assim que for finalizado, o filme será encaminhado aos principais festivais de cinema no Brasil e exterior. Após a jornada nos festivais, serão organizadas três exibições gratuítas para populações diversificadas (comunidades, moradores de rua, estudantes), presenciais e virtuais, com a possibilidade de palestras e discussões com a diretora e equipe técnica do filme. A Terceira etapa consistirá na exibição em TVs (conforme interesse e negociação junto aos canais) e, depois deste trajeto (festivais, populações e canais de TVs), a quarta etapa será disponibilizá-lo no YouTube para visualização ampla e democrática. Além do trailler e filme ficarem disponíveis nas redes, em atenção ao art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019 será disponibilizado, na Internet, registros audiovisuais das filmagens, das exposições, das apresentações públicas e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22. Além disso, a proponente permite a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autoriza sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

. Leide Jacob Leide Jacob graduou-se em marketing na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Seu primeiro trabalho na área cultural foi em 1996, com a produção do Teatro do Ornitorrinco, dirigido por Cacá Rosset. Nos oito anos seguintes além das áreas cênicas, também produziu música, literatura e artes plásticas, realizando exposições, livros, cursos, prêmios, shows e eventos; fazendo a ponte entre empresas patrocinadoras e artistas, prestando consultoria em marketing cultural. Durante 14 anos, Leide produziu os livros de poesias que sua mãe "escreveu" somente com o movimento do globo ocular (ela tinha ELA, esclerose lateral amiotrófica) e também documentou a transcrição dos textos naquelas condições. Esta experiência foi o marco inicial para suas produções em audiovisual, resultando em dois filmes curtas metragens documentários, MINHA POESIA e PAGAR 4 NUNCA MAI$, ambos premiados no Festival Internacional da Cruz Vermelha, realizado em Varna, Bulgária, em 2017 e 2019. No momento, Leide desenvolve projetos em cinema, pesquisando, escrevendo, produzindo, montando e dirigindo. Filme MINHA POESIA (24 min, 2016, Leide Jacob, Brasil); https://www.youtube.com/watch?v=GOOC_OfQowM&t=1s Filme PAGAR 4 NUNCA MAIS (15 min, 2018, Leide Jacob, Brasil); https://www.youtube.com/watch?v=53kB9wW48NE HIGHWAY 1 a brother & sister trip (7 min, 2019, Leide Jacob, Brasil); https://www.youtube.com/watch?v=4Qp_u6VDrkk . Fabiana Kelly, produtora, roteirista Fabiana Kelly é nascida na periferia de São Paulo capital. Por imposições sua vida aprendeu muito cedo a organizar grupos representativos de estudantes. Foi fundadora dos grêmios estudantis do ginásio, do colegial e Presidente do Diretório Acadêmico da Universidade, além de Delegada da UNE. Essa vivência a motivou na escolha de sua profissão. Formou-se em jornalismo em 2000 acreditando que isso ajudaria a dar voz as pessoas mais necessitadas. Em 1997 dirigiu e produziu para a FIAM (Faculdades Integradas Alcantara Machado) uma série de documentários sobre o universo feminino intitulado - Mulher o Negro do Mundo. Também coordenou por dois anos a Semana Cultural da instituição. Trabalhou como produtora, pauteira e jornalista em vários de veículos de comunicação (TV Record, Manchete, Cultura, Gazeta, Bandeirantes; Rádio Musical FM e revistas impressas). A partir de 2004 começou a doar parte do seu tempo ao jornalismo ativista. Colaborou com a Alana e dentro de Casas de apoio à Criança e Adolescentes em projetos voltados a preservação da Infância. Desde então desenvolve inúmeros projetos em parceira com Organizações Não Governamentais que executam trabalhos em comunidades e ocupações, e que assistem moradores de rua e dependentes químicos. Hoje atua também como colaboradora dos Jornalistas Livres. . Cesar Sandoval Moreira Jr., roteirista Cesar Sandoval Moreira Junior é psicólogo pela USP/RP (1992), foi bolsista pelo CNPQ em sexualidade humana (1993), especialista em Saúde Pública pela UNAERP (1993), mestre em psicologia pela USP/RP (2002) e possui MBA em Gestão de Pessoas pela FGV (2013). Ao longo de sua trajetória profissional atuou em diversificados contextos sócio institucionais, com destaque para processos coletivos, grupais, de inclusão social, gestão da diversidade, ambiência organizacional e construção de cidadania. Foi roteirista dos filmes curta documentários MINHA POESIA e PAGAR 4 NUNCA MAIS, exibidos em diversos festivais e, ambos, premiados no Festival Internacional da Cruz Vermelha realizado em Varna em 2017 e 2019, respectivamente. Como ator, atuou no início da década de 90 nas peças “Prometeu Acorrentado” e “Adios Geralda”, ambas do grupo de teatro universitário mantido pela USP-RP e “O Casamento” do grupo do teatro municipal de Franca-SP. Compositor de músicas em parceria com Leide Jacob, com quem participou de festivais, com algumas premiações e compôs o grupo MultiSom, participou também, como poeta de edições dos “Escritores Brasileiros de Hoje”. Atualmente desenvolve ações de desenvolvimento e inclusão social. . Edson Kumasaka, fotográfo Fotógrafo, Designer Gráfico e Video-maker. Graduado em Publicidade pela ESPM. Neto de fotógrafos, desde cedo naturalmente se identificou com câmeras e a linguagem visual. Além dos trabalhos em artes cênicas e plásticas, atualmente se dedica ao desenvolvimento de projetos autorais. No cinema iniciou como aluno de Tizuka Yamasaki, depois como estagiário e Assistente de Direção. Produz, dirige e fotografa documentários, curtas-metragens, videoclipes e vídeos para projetos cênicos. . Laerte Coutinho, ilustrações e intervenções gráficas Autora de quadrinhos, cartuns e charges. Nasceu em São Paulo, em 1951 - fez alguns cursos livres de pintura, desenho e teatro; entrou na USP, em Comunicações, pra fazer Música e depois Jornalismo - não se graduou. Foi uma das criadoras da revista Balão (quadrinhos) e da empresa Oboré (assessoria de comunicação para sindicatos). Publicou seu trabalho n’O Pasquim, n’O Bicho, no Estado de São Paulo, na Folha de São Paulo, em várias revistas. Foi autora da revista Piratas do Tietê - também o nome da tira diária que produz. Participou da redação de programas de tevê da Rede Globo: “TV Pirata”, “TV Colosso”, “Sai de Baixo”. Apresentou o programa “Transando com Laerte”, no Canal Brasil. Participou do curta “Vestido de Laerte”, de Claudia Priscila e Pedro Marques; e do longa “Laerte-se”, de Lygia Barbosa e Eliane Brum. . João Godoy, editor de som É doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP. É professor da área de som do Curso Superior do Audiovisual do departamento de Cinema, Radio e Televisão da ECA-USP. Iniciou a carreira de Técnico de Som Direto em 1987 participando da captação de som de diversos curtas-metragens do chamado “Novo Cinema Paulista”. Entre os trabalhos realizados destaca-se a captação do som direto dos seguintes longas-metragens de ficção: UM CÉU DE ESTRELAS - 1995 de Tata Amaral; ATRAVÉS DA JANELA - 1999 de Tata Amaral; CONTRA TODOS - 2002 de Roberto Moreira; CABRA CEGA - 2002 de Toni Venturi; ANTÔNIA – 2005 de Tata Amaral; CASA DE ALICE – 2005 de Chico Teixeira ; NÃO POR ACASO – 2006 de Philippe Barcinski ; CHEGA DE SAUDADE – 2006 de Lais Bodanski ; BRODER – 2008 de Jefferson; O MENINO DA PORTEIRA – 2008 de Jerê Moreira ; QUANTO DURA O AMOR – 2008 de Roberto Moreira; ONDE ESTÁ A FELICIDADE – 2010 de Carlos Alberto Riccelli; HOJE – 2011 de Tata Amaral; SE DEUS VIER QUE VENHA ARMADO – 2012 de Luiz Dantas; SERRA PELADA – 2012 de Heitor Dhalia ; AMOR EM SAMPA – 2013 de Carlos Alberto Riccelli ; TRAGO COMIGO – 2016 de Tata Amaral ; TERAPIA DO MEDO – 2017 de Roberto Moreira; SEQUESTRO RELÂMPAGO – 2017 de Tata Amaral; CORAÇÃO DE LEÃO - 2018 de Alê MacHaddo; e dos documentários para cinema: SEO CHICO - UM RETRATO – 1995 de José Rafael Mamigoniam; LA TERRE ET LA PEIN - 1995 de Frederic Letang.; SILVINO SANTOS - O CINEASTA DAS SELVAS - 1996 de Aurélio Michílis; FÉ - 1998 de Ricardo Dias; SAUDADE DO FUTURO – 2000 Marie-Clémence e César Paes; CARREGO COMIGO – 2001 Chico Teixeira.; O MILAGRE DE SANTA LUZIA – 2008 Sergio Roizenblit.; O FUTEBOL – 2015 Sérgio Oksman; JAIR RODRIGUES – Deixa que digam – 2020 Rubens Rewald. . Beatriz Pomar, montadora É paulista, do interior do estado, e vive na cidade de São Paulo há mais de 10 anos. Graduada em Audiovisual pela Escola de Comunicações e Artes da USP em 2014. Atua há 10 anos na capital como montadora e assistente de direção, com foco no cinema independente, séries televisivas e videoclipes. Foi montadora de curta- metragens premiados que tiveram ampla circulação em festivais nacionais e internacionais, como Quebramar (dir. Cris Lyra, 2019) e A Gis (dir. Thiago Carvalhaes, 2016) – pelo qual ganhou um Kikito de melhor montagem em 2017, no Festival de Cinema de Gramado. Recentemente, realizou trabalhos em séries televisivas ficcionais, como Feras (MTV - 2019) e documentais, como As Protagonistas (dir. Tata Amaral – CineBrasil TV) e 13 Canções para Falar de Sertanejo (dir. Angelo Ravazi e Pedro Arantes – CineBrasil TV). . Gilberto Yamashiro, pós produção São sete anos de conquistas e realizações, no quadro societário da Zumbi Post finalizando filmes em formato longa, curtas e séries. Responsável pela supervisão de toda pós produção. É o olho clínico e cuida do nosso padrão de qualidade. Está a 36 anos no mercado e já passou por grandes empresas como finalizador e supervisor. São elas: O2 Filmes, Estúdios Mega, Módulos e DOT. Alguns dos últimos filmes realizados: A Menina que Matou os Pais, Mauricio Eça, 2020; Jair Rodrigues - Deixa que Digam, Rubens Rewald, 2020; Série Brasil Selvagem 3ª Temporada – Natgeo, Cristian Dimitri, 2020; Série Em Busca das Cobras 1ª Temporada – Natgeo, Rafa Calil, 2020; Dorival Caymmi - Um Homem de Afetos, Daniela Broitman, 2019; Santos de Todos os Gols, Lina Chamie, 2019; Itinerários do Olhar, Lauro Escorel, 2019; O Olho e a Faca, Paulo Sacramento, 2018; Todo Clichê do Amor, Rafael Primot, 2018; Fotografação, Lauro Escorel, 2018; Arthur Moreira Lima - Um Piano para Todos, Marcelo Mazuras, 2018; Série "Filosofia Pop", Esmir Filho, 2018.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.