| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 17469701000177 | ARCELORMITTAL BRASIL S.A. | 1900-01-01 | R$ 275,0 mil |
| 07124577000154 | AB COMERCIO DE VEICULOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 137,5 mil |
| 00827783000181 | Kurumá Veículos S/A | 1900-01-01 | R$ 137,5 mil |
| 28168102000130 | DIACO DISTRIBUIDORA DE ACO S/A | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
Produção do filme documental Corredor Ecológico: Pedra Azul x Forno Grande, com 55 minutos de duração, formato Full HD, classificação livre - abordando questões culturais, socioambientais e econômicas de um importante território da Região Serrana do Espírito Santo.
PRODUTO PRINCIPAL: Filme documental. Conheça um grande território da Região Serrana do Espírito Santo que guarda histórias desde os índios botocudos e tupis, passando pela colonização iniciada no início do século XIX pelas estradas de tropeiros e pela chegada dos imigrantes alemães, pomeranos e italianos, a partir de 1847, até os dias atuais. Um lugar que abriga o um belíssimo corredor ecológico que está sendo transformado pelo turismo de observação da natureza e pelo agroturismo, mantendo uma vibrante tradição cultural. Classificação livre. Contrapartida Social: Palestra e oficina cultural - Ações formativas culturais É uma maneira diferente de aprender sobre a cultura e a história da Região Serrana do Espírito Santo, na qual todos podem se apresentar e se conhecer. Corredor Cultural: uma palestra que vai deixar você sabendo sobre a nossa biodiversidade, conhecendo diversas espécies de animais e plantas. Que tal formar um grupo de observadores da natureza?! Conhece o livro fotográfico "Últimos Refúgios: do Parque da Pedra Azul ao Parque do Forno Grande"? Assista vídeos bem bacanas e mostre suas habilidades artísticas para interagir com as imagens, e, quem sabe, ter sorte para ganhar prêmios bem legais. Classificação livre.
Objetivo Geral Produzir e divulgar o filme documental Corredor Ecológico: Pedra Azul x Forno Grande. Objetivos Específicos I) Apresentar os aspectos culturais da região: - Produzir animação sobre o processo de ocupação do território de acordo com a narrativa de historiadores;- Apresentar histórias relevantes abordadas por personagens marcantes;- Produzir narrativa sobre as transformações ocorridas ao longo do tempo;- Apresentar manifestações culturais. II) Apresentar os aspectos socioambientais e socioeconômicos da região em relação à cultura local: - Apresentar as características da região e acompanhar pesquisas científicas relatando as realidades encontradas;- Construir narrativas com imagens dos animais nativos;- Produzir entrevistas sensibilizantes e informativas;- Mostrar o trabalho nos Parques Estaduais de Pedra Azul e de Forno Grande e em reservas particulares que formam o corredor ecológico;- Mostrar como principais atividades econômicas da região abordando a agricultura e o turismo como vetores de desenvolvimento;- Apresentar referências locais de empreendedorismo, colaborando para o desenvolvimento sustentável desta e de outras regiões do Brasil. III) Divulgar amplamente o documentário. - Realizar pré-lançamento na Região Serrana;- Participar em festivais;- Veicular na TV Ambiental, TV UFES e TVE-ES;- Licenciar para canais outros canais privados ou públicos;- Lançar no Youtube e IG TV;- Realizar e divulgar 10 ações formativas culturais por meio de palestras e oficinas culturais como forma de contrapartida social;- Difundir plano de mídia.
Filme documental é um dos produtos mais utilizados e poderosos para apresentar as diversas realidades culturais que podem ser encontradas no Brasil. Neste sentido, o projeto Corredor Ecológico: Pedra Azul x Forno Grande apresenta um importante território da Região Serrana do Espírito Santo, localizado entre os municípios de Domingos Martins, Vargem Alta e Castelo. Este território é iconograficamente conhecido pelos afloramentos graníticos da Pedra Azul e do Forno Grande que estão conectados por um Corredor Ecológico. Sua história é contada desde a trajetória dos índios botocudos e tupis, mas é marcada principalmente pela colonização iniciada no início do século XIX, pelas estradas de tropeiros e pela chegada dos imigrantes alemães, pomeranos e italianos, a partir de 1847. Assim, a região ganhou uma nova configuração geográfica com propriedades rurais e cidades compostas por igrejas, casarios e calçamentos que ainda guardam marcas das influências destes povos que compõem a riqueza cultural e econômica do Espírito Santo. A etnografia deste território é única e indispensável de se retratar como umas das formas de diversidade mais expressivas da cultura brasileira. Portanto, o projeto atende o sexto inciso do Art. 1º da Lei n° 8.313/91, que trata de preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. O projeto também atende o inciso segundo do Art. 1º da Lei n° 8.313/91, da promoção e estimulação da regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, uma vez que o local de realização será no interior do Espírito Santo. Assim, o projeto fortalecerá a identidade local e o senso de pertencimento das comunidades locais de Domingos Martins, Vargem Alta e Castelo. O patrimônio cultural e histórico deste território merece ser preservado, também como forma de colaboração para a proteção do patrimônio natural do ecossistema Mata Atlântica, pelo fato de abrigar uma rica biodiversidade. Logo, o projeto atende ao segundo inciso do Art. 3º da Lei n° 8.313/91, que trata do fomento à produção cultural e artística, mediante produção do filme documental média-metragem de caráter cultural em questão, abordando a cultura dos descendentes de imigrantes e a sustentabilidade no Corredor Ecológico. Quanto à finalidade do projeto que diz respeito ao Art. 2º do Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021, em referência ao inciso segundo, busca estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, sendo neste caso a cultura do interior do Espírito Santo, já mencionada pela formação das comunidades de descendentes dos imigrantes europeus e sua cultura tradicional preservada. Dessa forma o projeto também se enquadra ao inciso quarto, no sentido de promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial. O projeto também visa a difusão científica. Pouco foi produzido para divulgar a importância do corredor ecológico ao público não especializado, atingido apenas pela cultura e por atividades de interesse geral, responsáveis por perpetuar o desenvolvimento da conscientização e educação acerca das questões culturais e ambientais. Assim, os espectadores poderão aprender sobre desenvolvimento sustentável de forma prática e leve. Por conseguinte, agregando conhecimentos sobre história, biologia, geografia, turismo e empreendedorismo. Também é uma maneira de apresentar a Agenda 2030 da ONU, que aponta 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para serem atingidos até 2030. De outra maneira, a realização do projeto de livro fotográfico "Últimos Refúgios: do Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande" por meio da Lei de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial de Cultura, PRONAC 190407, preparou o caminho para o documentário. Um efeito comprovado da produção do livro revela-se na integração entre gestores dos Parques, a RPPN Água Branca e a comunidade que, devido ao projeto citado, buscam conduzir uma gestão compartilhada do corredor ecológico. Muitas empresas demonstraram interesse em apoiar este projeto. O material proposto promete se tornar uma excelente ferramenta de sensibilização e divulgação turística (agroturismo e ecoturismo), apontando que essas atividades são importantes para o desenvolvimento sustentável da região e, inclusive, no reconhecimento das iniciativas existentes. A região possui excelentes referências para serem apresentadas que poderão inspirar o surgimento de novas iniciativas em diversos lugares do Brasil. Como contrapartida social, o projeto oferecerá dez ações formativas culturais em escolas públicas da Região Serrana e em Vitória com a temática "Corredor Cultural". Haverá palestra com mostra de vídeos e fotografias, oficina cultural e sorteio de brindes. Além disso, mostras audiovisuais gratuitas do documentário na Região Serrana capixaba e em Vitória irão garantir a participação da comunidade local e do público da capital. Ainda, o documentário será exibido em festivais, em eventos culturais e ambientais, cineclubes, e veiculado na TV UFES, TVE-ES, TV Ambiental e no Youtube. Por isso, o projeto contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Acreditamos que o documentário possa se tornar um marco da cultura local, além de despertar a sociedade para os desafios intrínsecos à conservação da qualidade de vida no planeta. Deste modo, o documentário será mais uma ferramenta que contribuirá na sensibilização para uma consciência mais cidadã e ambiental, criando, assim, interações realmente sustentáveis, a exemplo das atividades de agroturismo, de ecoturismo e das manifestações culturais endêmicas que podem ser encontradas nesta região.
Público Alvo O público alvo é bastante abrangente, mas se dirige, principalmente, ao público interessado em arte, cultura, meio ambiente, ecologia, desenvolvimento sustentável e questões ambientais em geral. Ainda, existe o público especializado formado por pesquisadores, biólogos, cientistas, técnicos e artistas das áreas da fotografia e cinema. Com certeza, estudantes do ensino fundamental, ensino médio e universitários são parte importante do público alvo. A comunidade local é um público prioritário e por isso será atendido com mostras audiovisuais do documentário, também com ações formativas culturais. A sociedade capixaba é um grupo importante para ser fortemente atingido. Enfim, o documentário será exibido amplamente dentro do território nacional e em alguns países da América do Sul e da Europa por meio de festivais, mostras e parcerias com produtores locais. 60% feminino e 40% masculino. 4% até 17 anos; 50% de 18 a 30 anos; 20% de 30 a 40 anos; 15% de 41 a 50 anos; 7% de 51 a 60 anos; 4% mais que 60 anos. Pesquisa e Produção de Informações A pesquisa etnográfica prevista nos municípios de Domingos Martins, Vargem Alta e Castelo serão inseridas no filme documental Corredor Ecológico Pedra Azul x Forno Grande de forma estatística e documental por meio de infográficos. A metodologia utilizada será a aplicação de pesquisas Survey com cerca de 100 questionários, pesquisa enquete com cerca de 100 questionários, e quatro entrevistas em profundidade com duração de aproximadamente 2 horas. Procedimentos Estilísticos Será utilizada uma linguagem de documentário narrativo para mostrar a importância da conjuntura sociocultural, ambiental e económica deste território formado pelo corredor ecológico. Em princípio os locais serão apresentados com a rotina diária introduzindo aos poucos os personagens nas cenas. Mas antes haverá uma ruptura visual e sonora simbolizando o afastamento do caos da cidades. Assim, o documentário traduzirá uma série de sentimentos simbólicos por meio de uma mensagem impactante, a exemplo do que foi realizado no documentário Koyaanisqatsi: Life Out of Balance de Godfrey Reggio (1982). Exibe imagens contemplativas da natureza, da interferência do homem no planeta e do meio urbano, nos fazendo refletir sobre nosso modo de vida. Últimos Refúgios: Reserva Biológica de Duas Bocas (2013) é uma referência pois fala sobre a preservação de recursos hídricos e é composto por imagens que revelam a rica biodiversidade, com depoimentos sobre a importância histórica para o saneamento no Espírito Santo. Assim, forma-se uma ligação entre história e realidade atual, que é o que também se espera de forma semelhante e mais ampla com este filme documental. O documentário “O Sal da Terra” (2014) é uma inspiração no que diz respeito a apresentação de fotografias que simbolizam a crença que é colocada na narrativa. Uma conexão perfeita na inserção de fotografias no vídeo que resume que “uma imagem vale mais do que mil palavras”. Outra referência, agora tratando da manipulação do som e imagem é a obra Surplus: Terrorized into Being Consumers de Erik Gandini (2003). Nela, o choque, a manipulação entre imagens e a criação de ritmo por meio da utilização dos sons diretos na composição da trilha sonora dão ao documentário uma dinâmica intensa. Cowspirancy (2005), dos diretores Kip Andersen e Keegan Kuhn, é uma referência devido ao estilo e a forma como as inserções e os infográficos são trabalhados. Ainda, a abordagem informal com seus entrevistados constrói um mosaico narrativo dentro e fora do campo pesquisado. Utilizando essa percepções, o documentário utilizará imagem e som de forma instigante, criativa e inusitada, sem deixar de utilizar os artifícios do estilo clássico de documentarismo que podem ser exemplificadas pelas obras sensíveis e tocantes como Santa Marta: Duas Semanas no Morro de Eduardo Coutinho (1987), War Photographer de Christian Frei (2001), e Born into Brothels: Calcutta’s Red Light Kids de Zana Briski e Ross Kauffman (2004). De acordo com a obra Introduction to Documentary do pesquisador Bill Nichols, podemos classificar este filme documental como um produto híbrido. Aborda características do modelo The Expository Mode: direct address que trata de questões que podem ser sociais, culturais, ambientais, econômicos e desafios para a sustentabilidade, reunidos em um recorte argumentativo, mediado pela narração da "voz de Deus" intercalada pelos personagens das ações. Também se caracteriza pelo modelo The Performative Mode, que acredita nos aspectos emocionais e subjetivos do documentário apresentando a ideia como parte de um contexto. Apoio Temos o apoio do Instituto Estadual do Meio Ambiente - IEMA, representado por meio dos gerentes dos Parques Estaduais da Pedra Azul e do Forno Grande que, atualmente, participam do projeto do livro fotográfico "Últimos Refúgios: do Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande", Realizado pela Lei de Incentivo à Cultura, Secretaria Especial de Cultura, PRONAC 190407. Este apoio é de extrema importância para o projeto, pois temos acesso às áreas restritas dos parques, além de orientação, suporte técnico e tático na região. Além disso, contamos com o apoio da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) por meio do professor Dr. Áureo Banhos, do Departamento de Biologia do Centro de Ciências Exatas, Naturais e da Saúde (CCENS), e do professor Dr. André Michelato, do Núcleo de Pesquisa, Inovação e Planejamento Socioeconômico (NUPLA), do Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN), Departamento de Ciências Sociais. Também temos apoio dos seguintes projetos: Projeto Felinos por meio da pesquisadora Ana Carolina Sberk. Projeto Marsupiais por meio da pesquisadora Iasmin Macedo. Projeto Herpeto Capixaba por meio do professor Thiago Soares. Projeto Caiman por meio do pesquisador Yhuri Nobrega. Projeto Harpia por meio da pesquisadora Dra. Tânia Sanaiotti - INPA.
Produto Principal: Filme documental Corredor Ecológico: Pedra Azul x Forno Grande. Média-metragem com duração de 55 minutos. Formato Full HD. Classificação livre. Contrapartida Social: Palestra e oficinas culturais - Ações Formativas culturais Dez Ações Formativas Culturais em escolas públicas da Região Serrana capixaba próxima ao Corredor Ecológico ou na Grande Vitória. Trata-se de palestras com o tema “Corredor Cultural”, com apresentação sobre a história do Espírito Santo, também com vídeos e fotografias mostrando como a natureza pode inspirar a produção cultural. Além da palestra, serão realizadas oficinas artísticas em que o aluno poderá demonstrar o que ele vivenciou e aprendeu com a palestra. Cinco escolas públicas serão atendidas com duas atividades para que haja a participação de 1.000 professores e alunos no total. Cada apresentação terá duração de quatro horas, totalizando 40 horas. Equipe composta por um palestrante, dois produtores culturais e um intérprete de libras. Classificação livre.
Produto Principal: Filme documental - Audiodescrição para deficientes visuais.- Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE).- LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais.- Legendagem em português, alemão, espanhol e inglês. Evento de Lançamento (obs: rubrica de divulgação) - Acessibilidade física (banheiros, rampas de acesso, cadeiras para obesos, espaço para idosos e cadeirantes) e facilitadores para a locomoção dos usuários no espaço físico do evento.- Audiodescrição para deficientes visuais, placas indicativas em braile.- Legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE).- LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais. Live (obs: rubrica de divulgação) - LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais. Contrapartida Social: Palestras e oficinas culturais - Ações Formativas Culturais - Acessibilidade física (banheiros, rampas de acesso, cadeiras para obesos, espaço para idosos e cadeirantes) e facilitadores para a locomoção dos usuários no espaço físico das escolas públicas.- Audiodescrição para deficientes visuais (referente à apresentação do produto principal).- Legenda para surdos e ensurdecidos (referente à apresentação do produto principal).- LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais.
Produto Principal: Filme documental Em cumprimento da IN 02/2019 Art. 21, haverá realização medida sugerida pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultura na forma de: 1) Lançamento do documentário em mostra audiovisual gratuita prevista no recurso de divulgação do projeto, que atenda os municípios de Domingos Martins, Vargem Alta, Castelo e Vitória. O evento será aberto ao público com a participação de convidados especiais. Público estimado de 900 espectadores em três exibições. 2) Veiculação em redes públicas de televisão ou TVs educativas conforme carta de intenção de programação da rede de televisão (pública e/ou educativa) em veicular o programa e declaração que se trata de uma rede de TV não comercial (que não venda espaços), sendo vedada a previsão de despesas vinculadas a aquisição de espaços para a sua veiculação. Público estimado de acordo com cada emissora, TVE-ES e TV Ufes. 3) Realização de Live na internet prevista no recurso de divulgação do projeto sobre a produção do filme com a participação de convidados especiais. Público estimado de 100 espectadores ao vivo e 2.000 visualizações posteriores. 4) Disponibilização gratuita para cineclubes. Público estimado de 30 espectadores por exibição, totalizando 300 espectadores considerando a participação em 10 cineclubes. 5) Disponibilização gratuita na internet por meio do canal do Instituto Últimos Refúgios no Youtube. Alcance de 1 milhão de visualizações após três anos da postagem. 6) Circulação em festivais nacionais e internacionais, atingindo o público específico dos festivais e mostras audiovisuais, com foco em festivais ambientais. Público estimado de 300 espectadores por festival, totalizando 1.500 espectadores considerando a participação em 05 festivais ou mostras. 7) Veiculação na TV Ambiental HD, canal 525 da NET com 21 inserções semanais durante um mês, por meio do Programa Últimos Refúgios. Público estimado de cinco mil espectadores no período de um mês de exibição. 8) Possível exibição em sessões extras em algumas salas de cinema capixabas. Público estimado de 300 espectadores para cada sessão, totalizando 2.100 espectadores. Ingressos serão gratuitos com sugestão de doação de alimentos não perecíveis para instituições filantrópicas. Ingressos também serão distribuídos por entidades e serviços de assistência social à famílias de baixa renda, de preferência, com Cadastro Único. 9) Possível licenciamento para veiculação em emissoras privadas ou em provedores de filmes e séries via streaming. Público estimado de acordo com cada plataforma. Produto secundário: Contrapartida Social Em cumprimento da IN 02/2019 Art. 21, haverá ações formativas culturais voltadas ao público infantil ou infanto-juvenil e professores. Serão dez Ações Formativas Culturais em escolas públicas da Região Serrana capixaba próxima ao Corredor Ecológico ou na Grande Vitória. Trata-se de palestras com o tema “Corredor Cultural”, com apresentação sobre a história do Espírito Santo, também com vídeos e fotografias mostrando como a natureza pode inspirar a produção cultural. Além da palestra, serão realizadas oficinas artísticas em que o aluno poderá demonstrar o que ele vivenciou e aprendeu com a palestra. As palestras contarão com um intérprete de libras. Caso seja necessário, será disponibilizada audiodescrição dos produtos audiovisuais exibidos para deficientes visuais e legenda descritiva para surdos e ensurdecidos. Cinco escolas públicas serão atendidas com duas atividades para que haja a participação de 1.000 professores e alunos no total. Cada apresentação terá duração de quatro horas, totalizando 40 horas. Equipe composta por um palestrante, dois produtores culturais e um intérprete de libras.
Leonardo Merçon: Dirigente e Diretor. Fotógrafo e cinegrafista especializado em meio ambiente. É Designer Gráfico formado pela UFES e fez especialização em fotografia e Design Gráfico na Academia de Mídia e Artes de Colônia (KHM), Alemanha. Contratado pela FOX/NatGeo e pela BBC para a produção de documentários e fotografias. Entre os filmes que dirigiu estão “Redescobrindo a Mata Atlântica”, “Programa Últimos Refúgios” e “Meine Weltwunder - Minhas Maravilhas do Mundo” também já foi coordenador geral no documentários “Toninho Mateiro”, “Últimos Refúgios: Reserva Biológica de Duas Bocas” e “Últimos Refúgios: Itaúnas”. Raphael Gaspar: Coordenação Geral. Empreendedor criativo com experiência em desenvolvimento e gestão de projetos, captação de recursos e mídias sociais. Bacharel e Licenciado em Desenho Industrial e Programação Visual pela UFES, em 2013. Já atuou como coordenador no Arranjo Produtivo Local Corredor Criativo Nestor Gomes. No audiovisual possui experiência em direção, assistência de direção, produção e criação de roteiros. Produtor executivo de projetos viabilizados pela Lei de Incentivo à Cultura, editais e programas de televisão. Felipe Facini: Cinegrafista e Montador Audiovisual. Bacharel em Desenho Industrial com foco em Programação Visual pela UniverCidade (RJ), em 2002. Coordenador do núcleo gráfico de pesquisa em Eco Design (NPED) de 1999 a 2001. Trabalhos realizados nas produtoras: Black Ninja (RJ), Apavoramento Sound System (RJ), Conspiração Filmes (RJ), Youle Filmes (RJ), Focar (RJ), Plural Filmes (RJ-SC), Mesosfera - Gringo Cardia (RJ). Felipe Mattar: Diretor de Som. Mestre em Artes pelo Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade Federal do Espírito Santo, onde realizou pesquisa sobre o uso do hiper-realismo sonoro no cinema brasileiro de ficção contemporâneo e Bacharel em Desenho Industrial (UFES). Possui experiência em diversos campos do audiovisual e da produção cultural, com especialização em edição, design e mixagem de som. Em 2016 recebeu o prêmio de melhor edição de som no 18º Cine PE (Recife/PE), pelo média-metragem Das Águas que Passam de Diego Zon, que também fez parte da seleção oficial do 66° Festival de Cinema de Berlim - Berlinale Shorts 2016. Sócio da produtora Expurgação Filmes que, desde 2009, desenvolve projetos na área cultural, cinema e audiovisual, também participou da criação criação do APL Corredor Criativo Nestor Gomes, que reúne cerca de 20 empreendimentos criativos no Centro da Capital do Espírito Santo, Vitória. Arthur Navarro: Produtor Musical da Trilha Sonora. Graduado no Abbey Road Institute, em Londres. Produziu e lançou seu álbum musical Polyphonic Omnipresence pela gravadora Britânica Suriya Records, com curadoria de Youth (Martin Glover), o qual já produziu nomes como Paul McCartney, David Gilmour e Pink Floyd.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.