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Ensaio, montagem, estréia e turnê nacional do espetáculo de stand-up comedy GUI.A _ Humor na Estrada, projeto idealizado pelos comendiantes Gui Albuquerque e Gui Almeida em que partirão em uma expedição percorrendo todos os estados brasileiros, a bordo de um carro _ palco ,em busca de cidades que não tenham acesso a cultura.
Os Gui´s unem se para serem o Guia² ao quadrado das estradas brasileiras. Muito mais que um guia turístico, um tour bem humorado pelo Brasil. Os Gui´s falam sobre tudo, especialmente sobre viagens e a distância entre o que se imagina e o que de fato se vive. As histórias sempre divertidas se confundirão com o que está sendo vivido na estrada, tendo novos capítulos a cada parada, a cada cidade. O espetáculo, assim como uma viagem, terá uma parte sem roteiro quando os atores farão jogos de improviso e interações com a plateia que é parte do espetáculo.Elenco: Gui Albuquerque e Gui AlmeidaDuração: 60 minutos
Gerais: O projeto GUI.A Humor na Estrada consiste em democratizar o acesso a cultura e a diversão através de espetáculos de comédia itinerantes em espaços públicos de cidades de todo território nacional, onde a cultura não chega. O projeto consiste em realizar a difusão do fazer teatral através de uma experiência de recriação do teatro mamembe em que os atores acreditam que ir aonde o povo está, além de democratizar o acesso, deixa o expectador mais á vontade de participar por estar sem seu próprio espaço. Fomento a economia criativa e formação de plateia. Específicos: Ensaio, produção, montagem, estreia e realização de turnê por 40 cidades brasileiras do espetáculo teatral GUI.A _ Humor na Estrada. Serão realizadas uma apresentação em cada cidade, em praça pública, de maneira totalmente gratuita. A previsão é realizar um total de 40 apresentações para um público previsto de mais de 10.000 pessoas de todas as classes e faixas etárias. Por se tratar de um projeto inteiramente gratuito e realizado em praça pública, o projeto em si já é uma ação de formação de platéia e democratização do acesso. Para efeito de acessibilidade, em cada capital do país que o projeto passar, realizaremos a sessão com tradução em libras e serviço de audiodescrição, totalizando xx sessões com medidas de acessibilidade. **Na planilha orçamentária apresentamos apenas as capitais brasileiras, pois as cidades de interior serão definidas posteriormente. Sendo que realizaremos os espetáculo nas 27 capitais (incluindo Brasília) e mais 13 cidades do interior do país - existe também a possibilidade desse n;umero aumentar, uma vez que os atores sairão em uma expedição pelo país e podem encontrar mais cidades para se apresentarem no caminho. Porém, não temos como contabilizar esse número agora, uma vez que, essa descoberta se dará in loco, no momento da execução do projeto.
Pesquisas revelam que atividades culturais não alcançam a maior parte da população brasileira. Assistir à televisão e ouvir rádio ainda são as opções de lazer mais comum. Metade dos brasileiros nunca foi a cinema ou teatro. A falta de equipamentos culturais e iniciativas itinerantes são consideradas barreiras de acesso potencial. Outras barreiras também podem agir, como preço dos ingressos ou mesmo a distância física e a inexistência de transporte público para o acesso. A cultura fornece valores que delineiam o que é correto, bom e importante para a sociedade. É comprovado cientificamente que rir faz bem a saúde; assim, a comédia exerce o papel transformador de tornar nossas vidas mais leves. Um povo sem cultura é um povo sem história. Um povo sem história é uma árvore sem raízes. A literatura brasileira há mais de 80 anos debate sobre as raízes do Brasil. Levar ao povo sua própria cultura é fomentar as florestas do futuro. Por fim, em um cenário de pandemia, a cultura, mais do que nunca, se apresentou como tábua de salvação para humanidade. Utilizar a Lei Federal de Incentivo à Cultura é fundamental para a realização do projeto pois, por ser inteiramente gratuito e tendo como escopo a democratização do acesso ao produto de artes cênicas, o mesmo não teria outra maneira de ser viabilizado, uma vez que o aporte via lei é a principal ferramenta de realização de cultura no nosso país. Para efeito da Lei 8.313, ressaltamos que o espetáculo se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E no artigo 3 da referida norma, serão alcançado os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
- O espetáculo será encenado em praça pública. - Item orçamentário remuneração do proponente: direção de produção e gestor adm-financeiro
Espetáculo de Artes Cênicas – Teatro Como contra-partida social, realizaremos oficinas de teatro gratuitas para a população local e estudantes e professores do ensino público.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: o espetáculo será encenado em praças públicas facilitando assim o acesso de pessoas com deficiência e dificuldade de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: realizaremos serviço de audiodescrição para deficiente visuais nas capitais onde o espetáculo percorrer. Acessibilidade para deficientes auditivos: realizaremos também tradução em Libras para deficientes auditivos nas capitais onde o espetáculo percorrer. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: assim como o espetáculo, as oficinas gratuitas oferecidas como contrapartida social serão realizadas em praça pública para facilitar o acesso. Acessibilidade para deficientes visuais: por se tratar de uma oficina de vivência entre professores e alunos, não usaremos nenhum artifício visual como apresentações ou vídeos. Dessa forma, não se fazer necessário serviço de audiodescrição para deficientes visuais e a participação dos mesmos será possível. Acessibilidade para deficientes auditivos: realizaremos todas as oficinas com tradutor de libras para possibilitar a participação de deficiente auditivos nas mesmas.
O projeto será totalmente gratuito para o público não prevendo receita de bilheteria e possibilitando total democratização do acesso para a população. Em coformidade ao artigo 21 da Instrução Normativa n˚2 de abril de 2019, item III, disponibilizaremos, na Internet, registros audiovisuais do espetáculo, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.
***Conforme apontado no campo "Outras Informações", os itens de remuneração ao proponente são: Direção de Produção e Gestor Administrativo Financeiro Gui Albuquerque – Autor e ator Gui Albuquerque nasceu no Rio de Janeiro, mais precisamente na Tijuca, tijucano, humorista, ator, improvisador, produtor, roteirista... e gago. Gui Albuquerque faz questão de nunca esconder o "Gago". A gagueira, que poderia ser o impedimento de uma carreira artística, ironicamente, hoje é o seu diferencial. O que seria impedimento virou profissão; o riso, que era uma defesa, hoje é filosofia de vida. Começou a fazer Stand Up Comedy em 2017, acumula shows em grandes capitais do Brasil, como Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Apresentou-se com grandes nomes da comédia nacional, como Afonso Padilha, Fabiano Cambota, Claudio Torres Gonzaga e Mauricio Meirelles. Há dois anos, faz a abertura do espetáculo “Os Homens querem casar e as Mulheres Querem Sexo 2”, de Carlos Simões, assistida por mais de um milhão de espectadores. Esteve em cartaz no teatro com diversos espetáculos como ator e produtor, no cinema sua participação mais recente é na comédia “Os Espetaculares” disponível no prime vídeo. Na internet publica seus próprios conteúdos além de participações em diversos canais como na web-serie “18, 19... 30!” indicada ao Rio Web Fest 2020 em 6 categorias, incluindo melhor série e melhor comédia. Atualmente está em cartaz com experiência online “(in) confessáveis” toda feita no zoom com direção e dramaturgia de Marcelo Varzea. Gui Albuquerque, produziu, dirigiu e apresentou-se em alguns projetos de comédia no Rio de Janeiro; “Comédia no Donninha” e “Co comédia no Cumpadres” noites clássicas semanais de humor em bares no período pré-pandemia e mais recentemente, o “Comédia IN” um show de comédia 100% online transmitido do palco da cidade das artes onde o púbico acompanhava de casa. Formado em Relações Internacionais, a mudança de filosofia de vida começou em um intercâmbio na Irlanda em 2014. A comédia e a estrada são parte do DNA de Gui Albuquerque. Gui Almeida – Autor, ator e Diretor Gui Almeida nasceu em “Beagá” e com 20 anos, na busca de trilhar seu caminho, deixou pra trás trabalho em família, namorada, amigos e uma faculdade de economia, se mudou para o Rio de Janeiro onde montou seu primeiro empreendimento, uma corretora de seguros. Por volta dos 28 anos, começou um curso de teatro, por mero acaso, na escola O’Tablado, se formou ator e caiu nos encantos de contar histórias (que não eram suas), mas poderiam ser. Antes disso considerou a possiblidade de ser bacharel em direito cursando por dois anos uma universidade. Depois de intregar o elenco de peças teatrais, novelas e até mesmo um filme foi convidado para apresentar, ao vivo, um programa de tv de home shopping. Foram 11 anos no ar, diariamente, no comando dos diversos programas do canal ShopTime. Uma experiência para ser levada para toda a vida. Empreendeu uma vez mais abrindo um restaurante que ficou sob seu comando por 04 anos, onde idealizou e realizou o Festival Donninha de Artes e apoiou outras tantas inciativas culturais, dentre elas, o Comédia no Donninha sob o comando do ator e humorista Gui Albuquerque. Todas essas atividades tiveram algo em comum: O humor Joana D`Aguiar - Diretora de Produção Vencedora do prêmio de melhor direção de produção no prêmio CBTIJ de Teatro para Infância e Juventude 2020 pelo musical infantil Ombela - A Origem das Chuvas, Joana é uma produtora baiana radicada no Rio de Janeiro desde 2010. Realizou produção executiva de espetáculos teatrais, tendo no currículo peças como Também Queria te Dizer – Cartas Masculinas, texto de Martha Medeiros, com Emilio Orciollo Netto, Sexo, Drogas & Rock`n`Roll, com Bruno Mazzeo, Pulsões, com Fernanda de Freitas e Cadu Favero, Lá Dentro Tem Coisa, musical infantil baseado na obra Partimpim, de Adriana Calcanhoto e Doce Pássaro da Juventude, espetáculo de Tennessee Williams, com direção de Gilberto Gawronski. Assina direção de produção dos espetáculos Catástrofe da Borboleta, Anatomia Comparada e Por Que Os Prédios Caem?, da Companhia Teatro de Demolicao, Benedita, da Cia Sino, Ombela A Origem das Chuvas, baseado no livro homônimo de Ondjaki, Aqui Jaz Henry, de Daniel MacIvor e Love, de Cyria Coentro. Iuri Carvalho – Gestor Adm-Financeiro Graduado em Administração de empresas pela UERJ e com MBA em Gestão e Produção Cultural pela FGV, Iuri trabalha em diversas áreas da produção cultural. Desde 2015 é coordenador de produção da turnê Legião Urbana XXX Anos, que reuniu Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá de volta aos palcos, com André Frateschi nos vocais. Em 2019, Iuri foi responsável pela sonorização do Palco Ásia do Rock in Rio. O maior festival de música do Brasil. Entre 2012 e 2015, foi produtor executivo das bandas Casuarina, Bloco do Sargento Pimenta, Nicolas Krassik e Cordestinos e João Cavalcanti, quando prestava serviços para a Superlativa Eventos. Através da Superlativa foi diretor de projetos, sendo contemplado em diversos editais. Entre eles: Ocupação de Espaços da Caixa Cultural, nos anos de 2013, 2014 e 2015, Ano Brasil-Portugal, Concurso Cultural 2014 e Conexão Cultura Brasil #Negócios. Em 2012, abriu a Sopro Escritório de Cultura. Através da empresa foi responsável pela carreira da banda Fino Coletivo, na qual realizou a gravação e lançamento do terceiro CD da banda, via Crowdfunding e do músico Alvinho Lancellotti. Também foi responsável pela produção executiva da banda Panamericana banda formada por Dado Villa-Lobos, Charles Gavin, Dé Palmeira e Toni Platão) e da campanha de financiamento coletivo e gravação do novo disco solo do baterista Marcelo Bonfá, no ano de 2016. Ainda através da Sopro, geriu projetos contemplados em no edital da Caixa Cultural 2016 com dois projetos e no edital Quintas no BNDES. Em 2019 foi a vez de gerir o espetáculo Ombela – A Origem das Chuvas, realizado através da Lei de Incentivo Estadual do Rio de Janeiro.
PROJETO ARQUIVADO.