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O objeto do presente projeto é fazer 10 (dez) lives juntando três gerações de músicos de três das principais bandas do sul do país, nos gêneros musicais Bandinha (ou bandas tradicionais). Poderá haver a presença de público dentro da evolução da pandemia e conforme os protocolos de segurança definidos pela legislação municipal e estadual dos locais onde ocorrerão os shows-lives. Estas serão realizadas em 10 município diferentes, cujos locais serão devidamente aparelhados para a realização transmissões on-line, e que terão sinal gratuito, aberto à audiência e à retransmissão, e que acontecerá pelo canal do Youtube e pela página do facebook do proponente. Como contrapartida social, será realizada uma live em rede social com os três artistas envolovidos no projeto, falando sobre a origem, o processo de criação do gênero bandinah, e sobre a história de vida de cada um dos artistas, acompanhada com intérprete de libras.
A live - palestra que será realizada pelos três intérpretes que estão arrolados no projeto é destinado ao público comum e direcionado aos interessados em música, no gênero bandinha, aos compositores e aos fãs dos músicos.Aboradará questões como a origem e aspectos históricos do gênero "bandinha", o processo de criação, desde a composição à finalização das músicas em estúdio, e a história de vida dos três artistas.Mesmo sendo uma palestra virtual, o proponente irá garantir que o convite se estenda professores e alunos das redes de ensino em especial de Santa Rosa, de onde será transmitida a palestra, com das demais cidades a serem impactadas pelo projeto, para que seja alçado interesse multidicsiplinar sobro aspectos históricos e sociais da formação cultural do nosso povo.
OBJETIVO GERAL Proporcionar 10 show em tempo de pandemia levando arte e cultura às casas através das lives com transmissão ao vivo e sem restrição de acesso, valorizando um estilo musical próprio e autóctone, promovendo trabalho a músicos e técnicos envolvido nos shows-lives e dando oportunidade de fruição estética a todas as pessoas que tiverem acesso à transmissão online. ESPECÍFICOS 1. Promover 10 (dez) mostras virtuais com 3 (três) artistas do gênero com qualidade técnica e artística. 2. Propiciar um momento de imersão nos principais ritmos e estilos musicais cultuados no RS, oportunizando momentos de fruição estética e entretenimento às pessoas e famílias impactadas pela lives, cujo público que irá visualiza-las não tem sem estimativa de número ou quantidade neste momento, sendo previsto impactar pelo menos mil pessoas por transmissão; 3. Realizar uma live sobre a origem, processo de criação e a história de vida dos três músicos do projeto, com intérprete de libras. 4. Promover como alternativa à futuros espetáculos de caráter presencial, a possibilidade de uso do palco virtual como ampliação inestimável do alcance das ações culturais, sem estimativa de quantidade;
O projeto MUSICA POPULAR DO SUL DO BRASIL é destinada ao segmento "bandinhas" com integração de três artistas do meio, como um show de gerações, unindo o Pino do grupo Os Atuais, precursor deste gênero de música no sul do Brasil, Flávio Dalcin, que teve sucesso com sua Banda Ouro, popularizando o gênero em munípios de Santa Catarina, e Rogério Magrão e banda, representante da terceira geração de músicos de bandinha, integrante do Musical San Marino, e que levou o gênero para além fronteiras com diversos shows e bailes pela Argentina e Paraguai. Claro que tudo isso antes da evolução da Covid 19, que impediu a realização dos shows em território nacional e fechou as fronteiras com os países vizinhos, levando à falência diversos grupos musicais do gênero, que dependiam da presença de público e que não tinham saúde financeira para suportar a crise. Demorou um tempo para que as bandinhas fossem reconhecidas pela sua importância tanto simbólica, sendo um gênero musical criado na região noroeste do Rio Grande do Sul um verdadeiro patrimônio imaterial local, e também pela sua dimensão social e, principalmente, econômica. A classe das bandinhas de baile é grande e são verdadeiras empresas com investimento alto e com forte impacto na cadeia produtiva da economia da cultura. Este projeto faz um passeio da gênese da música de bandinha, com resgate de um repertório clássico que evoluiu das antigas kerbs, dos gêneros musicais tocados pelas bandinhas de origem alemã de época, desde os primórdios da colonização do estado, como valsa, polca, marchas, xote, baião e a rancheira, e representada na cidade de Santa Rosa, provavelmente a origem deste estilo musical, pela extintas bandinhas Jazz Beija Flor de Francisco Timm e Jazz Natal do Petri do Lajeado Ipê, por exemplo. O show atualiza este histórico de evolução do gênero "bandinha"para as gerações atuais com as músicas produzidas hoje em dia, com a participação de Rogério Magrão, Flávio Dalcin e o Pino dos Atuais, esta considerada o pai das bandinhas. Entendemos ser importante reconhecer e valorizar o capital simbólico regional, fomentando a multiplicidade da expressão artística local, gerando qualidade de vida, autoestima e laços de identidade na comunidade. Em respeito à dimensão simbólica, buscamos cultivar o modo de fazer local, dando prioridade aos artistas que, em sua maior parte, tem relação com a cultura e comunidade local/regional. A proposta das lives é fazer um passeio na gênese da música riograndense, nos estilos mais comuns ouvidos e tocados na região noroeste do Rio Grande do Sul. A música chamada de BANDINHA, e que se tornou a música tradicional dos bailes do interior, da zona rural, assim como a música das OKTOBERFES, tem origem nos antigos kerbs, com os gêneros musicais tocados pelas bandinhas de origem alemã da época como a valsa, polca, marchas, xote, baião e a rancheira, tendo nascimento na região do Santa Rosa com as antigas bandinhas chamadas bandas de jazz - Jazz Beija Flor de Francisco Timm e Jazz Natal do Petri do Lajeado Ipê, por exemplo. A evolução foi tamanha que hoje as músicas e as "bandinhas" tornaram-se muito representativas na nossa região e são responsáveis por um grande impacto na economia local no que se refere à cadeia produtiva da música. Localizada no noroeste do Rio Grande do Sul, inicialmente pertencendo à Colônia de Santo Ângelo, em 1915 imigrantes de alemães, italianos e russos fundaram a cidade de Santa Rosa. Nesta época as famílias dos imigrantes se reuniam para comemorar as festas religiosas como Natal e Páscoa. A mais típica e de caráter essencialmente religioso era a festa da colônia chamada de Kerb e esta reunia protestantes e católicos. Geralmente começava com culto religioso solene ou missa cantada e a tarde acontecia uma quermesse. E terminava em muita música e dança, que era a forma que os imigrantes tinham, mais que se divertir, de manter viva a cultura dos seus antepassados. A música de bandinha, que se confunde com a múscia de Kerb, embora atualmente com características distintas, acontecia e evoluía simultaneamente à música gaúcha, ou gauchesca e que se divide em música nativista e tradicionalista, sendo a primeira, em geral, com temas mais bucólicos e sonoridade mais cantábile, de caráter mais contemplativo, e a segunda contemplam as músicas mais animadas e que se dançavam e se dançam nos salões do sul do Brasil e dos países vizinhos. De mesma origem europeia, as músicas gaúchas, tradicionalistas, são variações de músicas que animavam as danças de salão centro-européias no século XIX, como a valsa, a polca e a mazurca, que acabaram sendo aculturadas e adaptados para vaneira, vaneirão, chamamé, milonga, rancheira, marcha, chamamé, milonga, xote, chimarrita e o bugio, por exemplo. Desta forma, como evolução natural de uma localidade em sua forma de expressão autóctone, destes ritmos todos que animavam os bailes da região do grande Santa Rosa, nasce uma variação chamada Bandinha, e que, podemos supor, trata-se de uma mistura da marchinha, catchaca paraguaia com o roque de Vanguarda. Talvez o grupo mais antigo, e que selou a terminologia "bandinha", tanto para a banda em si como para o estilo de música e dança, seja o conjunto musical Os Atuais, de Tucunduva/RS, formado em 1968, e conhecidos como "Os Reis do Baile". Desde a primeira gravação em 1971, entre altos e baixos, até os dias atuais o estilo chamado de Bandinha influenciou a criação de inúmeras bandas da região, existindo atualmente em torno de 50 músicas que desenvolvem este estilo musical, sendo considerado pelas rádios locais o gênero musical mais tocado e mais popular da região sul do Brasil. Como fonte de oportunidades de geração de ocupações produtivas e de renda a dimensão econômica da cultura está presente no projeto em tela. Pretendemos, através do presente projeto e com todos os fornecedores e prestadores de serviços envolvidos na sua programação artístico/cultural, valorizar todo o processo de produção, de distribuição e de consumo, gerando emprego e incrementando, tanto aos artistas quanto à economia regional, bens e serviços culturais que transmitam valores, produzam e reproduzam identidades culturais, além de contribuir para uma política de cooperação social. Os artistas que irão realizar suas apresentações necessitarão de uma cadeia de profissionais das áreas técnicas que atuam nas mais diversas frentes, desde sonorização e iluminação à divulgação e promoção dos espetáculos, como, também, de toda uma infraestrutura à sua disposição. Há toda uma cadeia produtiva ao redor dos artistas ou do fazer artístico e cultural, e que é imprescindível para a realização e o sucesso das atividades. Ainda, conforme já explanamos, são em torno de 50 bandas locais que vivem da música e que impactam positivamente na economia local gerando emprego e renda de forma descentralizada. O papel da cultura é efetivo para uma transformação social em sua plenitude, incluindo a transformação econômica e a forma de priorizar os gastos em situações de escassez de recursos. No que tange à dimensão cidadã, o projeto busca promover um acesso equânime e democrático de um maior número de pessoas à sua programação artístico e cultural, dando oportunidades aos artistas de desenvolver seu fazer musical e profissional dentro de um processo de pandemia que não parece ter data para termina, e permitindo quer um maior número de pessoas tenham acesso ao fazer artístico e às ações artístico-culturais do projeto, através deste novo modo de fazer chegar a arte e a música às pessoas, denominadas "lives", expressão estrangeirada que nada mais é do que o novo palco virtual do artista. Proporcionar sete shows com transmissão online, de forma amplamente democrática, com a participação de toda a população sem restrições de idade, gênero, classe social, sexo ou religião, e de forma plenamente gratuita, é uma maneira de praticar a cidadania e levar cultura, entretenimento e conforto à população, seja neste tempos de isolamento ou distanciamento social, seja num processo pós pandemia, sendo que a herança de podermos assistir a apresentações artísticas do conforto no nosso lar, pela praticidade e facilidade com que se tornou factível tal ação, é uma nova realida.de que veio para ficar. Referente à aderência do projeto à Lei 8.313/91, este adequa-se, principalmente, aos Incisos I, II, III, e IX do seu Art. 1º, bem como é representado pela alínea "c", Inciso II do Art. 3º. Nestes tempos de dificuldades financeiras decorrido da pandemia, temos, mmais do que nunca, a necessidade de recorrermos ao incentifo à cultura através do financiamento pela isenção fiscal para poder atrair as empresas patrocinadoras, posto que as apresentações não terão cobrança de ingresso nem ressalvas no processo de tranmissão. Além de que o escopo do projeto lhe permite buscar esta parceria com o Governo federal para a sua realização.
Sem aplicabilidade.
As durações das lives serão em torno de 1h30min.
O escopo do projeto prevê apenas as transmissões virtuais das lives.Caso seja permitido, poderemos fazer alguma previsão de presença de público observando os critérios e medidas adotas para o cotrole social, distanciamento e afins.Para as lives, tanto do show como da contrapartida social, será contratado intérpretes de libras.Caso seja plausível oportunizar a presença de público para as lives, mesmo que de forma reduzida, serão observados todos os protocolos de acessibilidade, sendo exigidos dos locais de realização todos os procedimentos para facilitar acesso, locomoção e acomodação de Portadores de necessidades especiais, idosos, gestantes e afins.
O evento tem como objeto ser lives de livre acesso e transmissão aberta pela internet, com franquia no acesso de todas as pessoas.O material produzido permanecerá aberto para visualização nas redes e canais da transmissão.Desta forma, e em decorrência da pandemia, das aulas não-presenciais e da restrição ao acesso às escolas, neste momento fica difìcil prever a realização de ações em conformidade com o §2º do Arti 22 da IN 02/2019, bem como estimar o impacto do § 1º, referente ao quantitativo de público que irá acessar as lives e a ação de contrapratida social.Quanto Aos shows/lives, o projeto se adequa ao inciso III e IV, artigo 21 da mesma IN.
A empresa proponente do projeto MÚSICA POPULAR DO SUL DO BRASIL, cujo dirigente é o senhor Rogerio Traesel, desenvolverá as funções de organização, coordenação geral e produção executiva do projeto. Os artistas que irão participar do projeto são: Rogério Magrão - INTÉRPRETE - é natural da cidade de Santa Rosa, Rio Grande do Sul, tem uma longa trajetória nos palcos. Há mais de 27 anos se dedica à carreira. Além disso, durante anos ficou frente a uma das mais conceituadas bandas de baile o San Marino. Uma pessoa de hábitos simples, honesta e apaixonada pelo trabalho. Rogério é formado em Marketing e tem grande conhecimento do mercado musical, o que o torna um profissional completo e responsável. Desde janeiro de 2012, Rogério Magrão está na estrada com sua banda. Rogério Magrão & Banda tem como principal objetivo trabalhar "a música na sua essência". Rogério Magrão & Banda é considerado pela mídia um "fenômeno cultural" pela facilidade de fazer amigos e principalmente pelas multidões que "arrastam" por onde passam. No repertório, estão canções que irão fazer história, além daquelas que foram gravadas na voz do Magrão ao longo de mais de duas décadas de história no meio musical. Uma banda com um forte time de músicos, que dão à apresentação ainda mais brilho. Flávio Dalcin - INTÉRPRETE - é um cantor e compositor brasileiro, famoso por ter sido vocalista e compositor principal de três das principais bandas da região sul do Brasil: Corpo & Alma (RS), Sangue Latino (SC) e Terceira Dimensão (RS). Atualmente segue carreira solo acompanhado da Banda Ouro. Flávio Dalcin nasceu na cidade de São Martinho, no Rio Grande do Sul, e aos 14 anos, bem antes de se tornar músico, era radialista. Depois foi ao seminário. Começou a escrever e a fazer suas melodias. Um dos padres que cuidava dos seminaristas, então, falou que suas composições eram ótimas e viu naquele adolescente um futuro promissor. "Aquilo me empolgou e acho que nunca mais parei" revela Flávio. Ao sair do seminário, participou do Festival Estadual Estudantil da Canção (FEEC). Ali, alcançou o terceiro lugar em composição. Então, a Banda Corpo e Alma que é da região noroeste do estado, precisava de um cantor e compositor. “Acharam que eu cantava e fazia música diferente e seria bom pra Banda". Ingressou em março de 1984, já no mês de agosto daquele ano já estava tocando nas rádios sua primeira música foi "Já Dissemos Adeus". Integrou a Banda por 5 anos. Logo após sua saída, integrou a Banda "Sangue Latino" de Santa Catarina,com alguns amigos de Três de Maio onde integrou por 2 anos. Depois foi para o Terceira Dimensão, substituindo o cantor Vanderlei Rodrigo, que estava de saída, além de ter ficado por 2 meses, integrou a Banda por 15 anos, até formar a sua própria Banda "Flávio Dalcin e Banda Ouro" onde é vocalista e diretor. Em 2015, Flávio Dalcin e Banda Ouro foi o grande vencedor do Prêmio Vítor Mateus Teixeira, na categoria Grupo de Baile, prêmio este que visa reconhecer e valorizar o trabalho de artistas e veículos de comunicação que enaltecem a música gaúcha. Pino - INTÉRPRETE - 51 anos dedicados a música Ele nasceu Acilino Alves da Silva, no dia 15 de janeiro de 1953, filho de Alaídes e Basilio em Tucunduva . Era pequeno, e passou a ser chamado pela família de “Pinininho”. Apelido que carregou durante toda a infância. Ao chegar na adolescência o apelido diminutivo foi abreviado, e passou a ser chamada simplesmente de “Pino”, uma alcunha que carregou por toda vida e que se tornou uma marca tão famosa quanto a sua voz. Por falar em voz e adolescência, foi nesse período que Pino começou a expressar seu amor pela música. Para ajudar no sustento da família, primeiro ajudava a mãe, viúva e que trabalhava lavando roupas pra fora, a entregar as roupas nas casas das famílias. Depois passou a trabalhar em um a olaria, na época a maior empresa da cidade de Tucunduva. Com um talento nato para a música, e já estudando no Colégio Francisco D’Áuria, Pino começou a cantar em roda de amigos e a se apresentar em eventos como horas cívicas e festivais promovidos pela escola. Interpretava várias canções, tendo Evaldo Braga e o grego Demis Roussos como seus cantores prediletos. Dentre as músicas que mais gostava de cantar estava “Maria Izabel”, música que notabilizou Pino nesta fase de sua vida. Foi devido a estas apresentações no final dos anos 60, que Pino chamou a atenção de uma banda recém formada, mas que já tinha certo prestígio na região: Os Atuais. Pino foi convidado para integrar a banda e no dia 24 de dezembro de 1969, Pino estreava nos Atuais, e começava ali uma carreira de muitos êxitos. Já são 51 anos de carreira, exclusivamente dedicado ao grupo Os Atuais. Foram 48 discos gravados, 7 DVDs, 4 Discos de Ouro, mais de mil músicas gravadas, e milhares de shows. Com a banda teve o privilégio de se apresentar nos programas de auditório de maior audiência da televisão brasileira como o Show da Xuxa. Já subiu ao palco em praticamente todos os estados do Brasil, além de levar sua voz marcante a outros países como Uruguai, Paraguai e Argentina. Pela sua contribuição a música e a cultura, foi condecorado com prêmios importantes como Troféu Galo de Bronze em São Paulo, Troféu Vitor M. Teixeira, concedido pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul pela divulgação que faz do Estado e a Medalha da Comenda na Assembleia Legislativa pelos serviços prestados pela cultura musical do RS. A marca Os Atuais, é uma das marcas mais conhecidas no sul do Brasil, sinônimo de competência, profissionalismo e sucesso, sendo impossível não associar a voz de Pino ao nome da banda. Alguns dos maiores sucessos dos Atuais como “Barco do Amor”, “Morena de 15 anos”, “Buona Sera Angeina”, “Alice”, “Amada Minha” e tantas outras. A música foi e sempre será a grande paixão da vida de Pino, só não sendo maior que o amor e o zelo que nutre pela família. Pino é casado com Lenir, e pai de duas filhas, Mayra e Andiara. A BANDA QUE ACOMPANHARÁ OS CANTORES É FORMADA POR: Alex RMB: Alex Mateus Kerber - MÚSICO - Tem 16 anos de experiência e vida musical. Professor de Saxofone/Palhetas na Prefeitura Municipal de Maratá/RS (2013). Professor de Inicialização Musical nas Escolas Municipais da cidade de Maratá/RS (2013 a 2016). Professor de Flauta-Doce nas Escolas Municipais na cidade de Maratá/RS (2013 a 2016).Professor de Inicialização Musical e Flauta-Doce no Contra turno escolar da Escola Estadual Erni Oscar Fauht na cidade de Brochier/RS.(2014)Maestro da Banda Marcial da Escola Municipal Pedro Cristiano Höher na cidade de Maratá/RS (2014 a 2015).Estágio Supervisionado Zero em Música (disciplina obrigatória na graduação de Licenciatura em Música) no 3º ano do Ensino Médio na Escola Estadual Técnica São João Batista na cidade de Montenegro/RS (2015).Estágio Supervisionado I em Música (disciplina obrigatória na graduação de Licenciatura em Música) na 4ª série da Escola Municipal de Ensino Fundamental Albino Cassel na cidade de Maratá/RS (2015).Estágio Supervisionado II em Música (disciplina obrigatória na graduação de Licenciatura em Música) no 1º ano do Ensino Médio do Colégio Estadual de Tupandi na cidade de Tupandi/RS (2016).Atualmente Professor de Música no Projeto Coração Cidadão realizado pela empresa Todeschini da cidade de Bento Gonçalves RS.Experiências Musicais com a Banda Estrela do Mar de Teutônia RS, Banda Melodia de Teutônia RS, Super Banda Choppão de Montenegro RS; Atualmente músico da Banda Rogério Magrão e Banda de Três de Maio RS, e Sócio e diretor da Banda 0800 de Maratá RS. José Andrei Machado - MÚSICO - Músico há 25 anos, já tocou nas bandas RMB, Banda Rhesus, Exemplo!!Trabalhou durante 15 anos no Rh studioProfessor de música há 8 anos em Cerro largo e Salvador das Missões!!! Edson Santos (Édy) - MÚSICO - é músico e produtor musical, com 25 anos de experiência no mercado fonográfico e proprietário do ESTÚDIO ÉDY onde já realizou diversas produções. Como músico Édy começou a trabalhar profissionalmente em 1995 quando integrou algumas bandas do interior do estado do RS como Grupo Hello e Banda San Marino (Sta Rosa) e ministrou aulas de guitarra em escolas. Já em 1998 começou a ter suas primeiras participações em estúdio, com o passar do anos gravou e produziu trabalhos para vários artistas e bandas do sul do país como: Grupo Musical San Marino, Terceira Dimensão, Os Atuais, Corpo e Alma, e inúmeras outras bandas do gênero. Possui participações em trabalhos com artistas como: Luis Carlos Borges, Sandro Coelho (Ex-Tchê Garotos), Dante Ramon Ledesma, Elias Resendi, Fernando do Ó, Edson Campagna, Markynhos Ulyian, Régis Marques, Sergio Rocha, Adair Torres, Zé Canuto entre outros. Atualmente Édy é músico da Banda RMB - Rogério Magrão e Banda (Três de Maio) e em seu próprio estúdio arranja e grava artistas de vários estilos. Além do trabalho em seu estúdio, Édy ainda presta serviços online para diversos outros estúdios e gravadoras, com arranjos, gravação de violões, guitarras e back vocal. Júnior Maci - MÚSICO - Nome : João Francisco Dias Maciel Junior Já atuou no Grupo Hello, Grupo Garotos do Fandango, Grupo da rapaziada, Banda Industria Musical, Grupo Tchê chaleira e Banda Di ana. Possui 12 anos de experiência. Fernando Augusto Bencke - MÚSICO -Comecei na música aos 9 anos tocando trompete na banda marcial da Escola. Aos 14 anos, já iniciei as atividades junto à uma banda profissional, tocando bailes, para ajudar a suprir as necessidades financeiras da família. Em 2003 ingressei na UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), onde cursei Bacharelado em Trompete. Não consegui concluir o curso devida à extensa agenda de bailes que já tínhamos naquela época. Hoje, sou trompetista na banda de Rogério Magrão. Já são 23 anos dedicados completamente para a música, incluindo bailes, shows, estúdio de gravação e dedicação diária de estudo e aperfeiçoamento das técnicas do instrumento. Ronaldo Moreira Florão - MÚSICO -Guitarra e bateriaBandas que tocou: Pala Velho; Tche Sarandeio; Oswaldir e Carlos Magrao; RMB Rogério Magrão e banda; Ronaldo Moreira Florão.mais conhecido como Nenê...é um guitarrista, violonista brasileiro, conhecido por seu trabalho como arranjador e produtor musical de grandes artistas brasileiros, tanto em shows quanto em estúdio de gravação.Com 20 anos de carreira e muita experiência como sideman e músico de estúdio, produtor musical e arranjador, Ronaldo Florão teve o privilégio de gravar, acompanhar em shows, produzir CDs além de criar arranjos para diversos artistas nacionais e regionais....Thaeme e Thiago...pala velho....Tche sarandeio....Oswaldir e Carlos Magrão....portal da serra....grandes nomes regionais com Rogério Magrao e banda a qual ele faz parte hoje.Cristiano Scheifler - MÚSICO - Cris, como é conhecido o produtor musical, proprietário do Cristudio, é músico profissional há 26 anos. Multi-Instrumentista, toca - trompete, trombone,tuba,sax e flugelhorn, e compositor. Ministra também aulas de música relacionada aos instrumentos sopros supracitados.Estudou técnica vocal com os professores ENOS da OSPA e ANDRE HENRY da França.Trabalhou em diversas bandas pelo estado do RS e SC, como exemplo Orquestra “Os Montanari” de Blumenau e atualmente é músico de Rogério Magrão & Banda e trompetista da Orquestra de Sopros de Feliz.É proprietário do Cristúdio, iniciando as suas atividades no ano de 2009, prestando serviços d gravação de sopro para os mais renomados estúdios do Sul e Sudeste do Brasil. Cabe ressaltar que, muito antes de adquirir seu próprio estúdio, Cristiano já prestava serviços de gravação para outros estúdios do RS e SC.Participou do projeto Blasmusik Instrumental, aprovado pela Lei Rouanet PRONAC 170312 no ano de 2017.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.