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O Pena Carioca trata-se de um espetáculo teatral que compõe o repertório da Cia Atores de Laura e investiga as singularidades de vivência em uma metrópole com tantos paradoxos. A peça é um mergulho na obra do fundador da comédia de costumes brasileira, Martins Pena. O espetáculo reúne três peças emblemáticas do autor (1815-1848), raramente encenado fora dos círculos acadêmicos: A família e a festa na roça (1838), O Caixeiro da taverna (1845) e O judas em sábado de aleluia (1846). A intenção é disponibilizar uma cota de 20% dos ingressos, durante todas as apresentações do espetáculo, para alunos e professores da rede pública de ensino. Além disso, o projeto pretende realizar, gratuitamente, 1 ensaio aberto, como ação de democratização de acesso. E realizarcomo ação formativa cultural (contrapartida social) o workshop sobre prática teatral na contemporaneidade com a Cia Atores de Laura. Esta atividade e 1 apresentação do espetáculo contarão com tradução em Libras e Audiodescrição.
O Pena Carioca trata-se de um espetáculo teatral que compõe o repertório da Cia Atores de Laura e investiga as singularidades de vivência em uma metrópole com tantos paradoxos. A peça é um mergulho na obra do fundador da comédia de costumes brasileira, Martins Pena. O espetáculo reúne três peças emblemáticas do autor (1815-1848), raramente encenado fora dos círculos acadêmicos: A família e a festa na roça (1838), O Caixeiro da taverna (1845) e O judas em sábado de aleluia (1846). O Pena Carioca é uma homenagem da Companhia Atores de Laura ao carioca Martins Pena, fundador da comédia de costumes brasileira. Assim como em sua obra, a peça retrata a vida do Rio de Janeiro da primeira metade do século XIX e explora o povo comum da roça e das cidades. Através do estilo cômico e da sátira, os temas abordados no espetáculo representam muitos dos problemas da época. Apesar de Martins Pena ter fixado um painel histórico da vida do país na primeira metade do século XIX, observamos costumes e características da sociedade que permaneceram até os dias de hoje na alma do povo carioca.
O projeto O Pena Carioca apresenta os seguintes objetivos gerais: - Oferecer ao público um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o teatro brasileiro. - Comemorar os 28 anos de existência da Cia Atores de Laura com a montagem de um espetáculo inédito que aborda a verdade como tema central de interesse. - Homenagear o carioca Martins Pena, por meio de um espetáculo que retrata a vida do Rio de Janeiro da primeira metade do século XIX, com foco no povo comum da roça e das cidades. - Apresentar ao público um espetáculo agraciado por diversos Prêmios de Teatro, entre eles: Prêmio Cesgranrio e Prêmio Botequim Cultural. - Provocar no público uma relação de identificação e reflexão a respeito de tipos que constituem um retrato social e realista do Brasil. - Contribuir para ampliação do acesso da população aos bens e serviços culturais, apoiando a produção e a expressão cultural e fortalecendo a economia criativa e desenvolvimento do país. O projeto O Pena Carioca apresenta os seguintes objetivos específicos: - Realizar dois meses de temporada do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro, totalizando 24 apresentações. - Realizar um mês de temporada do espetáculo na cidade de São Paulo, totalizando 12 apresentações. - Disponibilizar uma cota de 20% dos ingressos, durante todas as apresentações do espetáculo, para alunos e professores da rede pública de ensino dos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. - Realizar, gratuitamente, 1 ensaio aberto, como ação de democratização de acesso, atendendo o inciso V do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania. - Realizar, como ação formativa cultural (contrapartida social), atendendo o disposto no artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, a seguinte atividade para 360 pessoas (nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo), considerando no mínimo 50% de alunos e professores de instituições públicas de ensino: - workshop sobre prática teatral na contemporaneidade com a Cia Atores de Laura, abordando os processos criativos da Cia ao longo de sua trajetória. Esta atividade contará com tradução em Libras e Audiodescrição, possibilitando o acesso de pessoas com deficiência auditiva e visual. - Realizar 1 apresentação do espetáculo com tradução em Libras e Audiodescrição (em cada cidade: Rio de Janeiro e São Paulo), possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva e visual.
A Companhia Atores de Laura vem ao longo dos seus 28 anos de existência se reinventando. Iniciou sua trajetória com textos autorais do diretor Daniel Herz, aos quais se seguiram textos de autores clássicos da dramaturgia universal tais como Shakespeare, Molière e Jean Anouilh, entre outros. A Cia passou também por adaptações dos romances O Filho Eterno e Beatriz, ambos do premiado escritor Cristovão Tezza. Além disso, dedicou-se a alguns processos de criações coletivas - marca fundamental dos Atores de Laura - que resultaram em espetáculos como Adultério, Absurdo e Romeu e Isolda. Este último levou a Companhia para apresentações no Festival de Lyon na França. Em parceria com a Editora Garamound, a Cia assinou duas publicações que reuniram os textos autorais criados ao longo do percurso criativo. Nesse momento, a Cia apresenta novas pretensões, entre elas, retomar a temporada do espetáculo O Pena Carioca, que através de seu estilo cômico e de sátira, aborda temas e problemas da primeira metade do século XIX, como o casamento por interesse, a carestia, a exploração do sentimento religioso, a desonestidade dos comerciantes, a corrupção das autoridades públicas, o contrabando de escravos, a exploração do país por estrangeiros, o autoritarismo patriarcal e outras mazelas da sociedade. Apesar de Martins Pena ter fixado um painel histórico da vida do país na primeira metade do século XIX, observamos costumes e características da sociedade que permaneceram até os dias de hoje na alma do povo carioca. - O Judas em Sábado de Aleluia, que se desenrola a partir do aparecimento de Faustino, um dos pretendentes de Maricota, que acaba tendo que se fingir de Judas - um boneco - para se esconder do Capitão da Guarda Nacional, chefe de Faustino e outro pretendente de Maricota; - O caixeiro da taverna, que narra as confusões de um português ambicioso, que veio para o Brasil tentar ganhar dinheiro e teve que se casar ocultamente; - A família e a festa na roça, que conta a história da família de Domingos João, um fazendeiro que, encontrando-se quase falido, vê a oportunidade de aumentar suas posses casando a filha única, Quitéria, com um dono rico de um sítio. Pela relevância do trabalho da Cia Atores de Laura no cenário artístico-cultural do país e pela importância dos temas a serem abordados e debatidos, o projeto O Pena Carioca se justifica. O projeto prevê a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que, pretende captar recursos junto a empresas que patrocinam projetos de cultura, utilizando a Lei Rouanet como principal ferramenta de incentivo. Para tanto, a proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 837/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
O projeto O Pena Carioca não apresenta proposta museográfica ou de bem patrimonial. O projeto O Pena Carioca pretende realizar apresentações em espaços fechados. O espetáculo O Pena Carioca não prevê exposição temporária ou acervo. Declaramos que o espetáculo O Pena Carioca não adquirirá, para a sua realização, bens ou materiais permanentes. Declaramos que o proponente do projeto O Pena Carioca se responsabilizará pela autorização dos titulares dos direitos autorais conexos à imagem e às obras de terceiros.
O projeto O Pena Carioca apresenta como produto o espetáculo de artes cênicas de mesmo título. Seguem abaixo as especificações técnicas do material gráfico e de divulgação do espetáculo: - Convite virtual - Banner - Filipeta - Flyer virtual - Mídia impressa - Mídia radiofônica - Mídia virtual Atendendo o disposto no artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto em tela pretende realizar como ação formativa cultural (contrapartida social) a seguinte atividade para 360 pessoas (nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo), considerando no mínimo 50% de alunos e professores de instituições públicas de ensino: - workshop sobre prática teatral na contemporaneidade com a Cia Atores de Laura, abordando os processos criativos da Cia ao longo de sua trajetória.
O projeto O Pena Carioca compromete-se a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência, em cada produto cadastrado no plano de distribuição, de acordo com as seguintes ações: - Facilitação do livre acesso, por meio da realização do espetáculo e do workshop em espaços devidamente equipados com rampas e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais. - Realização de 1 apresentação do espetáculo (em cada cidade: Rio de Janeiro e São Paulo) com tradução em Libras e Audiodescrição, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva e visual. - Realização de workshop sobre prática teatral na contemporaneidade com a Cia Atores de Laura, abordando os processos criativos da Cia ao longo de sua trajetória, com tradução em Libras e Audiodescrição, possibilitando o acesso de pessoas com deficiência visual e auditiva e visual.
O projeto O Pena Carioca pretende organizar a distribuição dos ingressos do espetáculo da seguinte forma: - 50% dos ingressos serão colocados à venda com valores normais (entrada inteira e meia entrada) - 10% dos ingressos serão colocados à venda com valores promocionais (entrada inteira e meia entrada) - até 10% dos ingressos serão oferecidos ao patrocinador do espetáculo - até 10% dos ingressos serão destinados à divulgação do espetáculo - 20% dos ingressos serão destinados à ação de democratização de acesso Através deste último item, o projeto pretende contribuir com o processo de formação de plateia, por meio de ações sociais em parceria com as Secretarias de Educação do Rio de Janeiro e de São Paulo. A intenção é disponibilizar a cota de 20% dos ingressos para alunos e professores da Rede Pública de Ensino nas apresentações da peça. Além disso, atendendo o inciso V do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto realizará, gratuitamente, 1 ensaio aberto, como ação de democratização de acesso. A disponibilização dos ingressos para a Secretaria de Educação será registrada e comprovada através de cartas das instituições, informando a quantidade de ingressos oferecidos para cada apresentação. O ensaio aberto gratuito será comprovado através de material de divulgação.
O proponente do projeto O Pena Carioca assumirá as funções e realizará as atividades de coordenador do projeto, direitos autorais – texto, diretor geral e ator, sendo remunerado pelas rubricas de mesmos nomes e sendo responsável pela gestão do processo decisório. Seguem abaixo os currículos dos principais envolvidos no projeto: Da obra de Martins Pena Martins Pena (Luís Carlos Martins Pena), teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 5 de novembro de 1815, e faleceu em Lisboa, Portugal, em 7 de dezembro de 1848. É o patrono da cadeira n. 29, por escolha do fundador Artur Azevedo. De 1846 a 1847, fez crítica teatral como folhetinista do Jornal do Comércio. Seus textos foram reunidos em Folhetins, A semana lírica. Mas foi como teatrólogo a sua maior contribuição à literatura brasileira, em cuja história figura como o fundador da comédia de costumes. Desde O juiz de paz da roça, comédia em um ato, representada pela primeira vez, em 4 de outubro de 1838, no Teatro de São Pedro, até A barriga de meu tio, comédia burlesca em três atos, representada no mesmo teatro em 17 de dezembro de 1846, escreveu aproximadamente trinta peças, quase tantas obras quantos anos de idade, pois o autor tinha apenas 33 anos quando faleceu. O caráter geral de todas as suas peças é o da comédia de costumes. Dotado de singular veia cômica, escreveu comédias e farsas que encontraram, na metade do século XIX, um ambiente receptivo que favoreceu a sua popularidade. Suas peças envolvem sobretudo a gente da roça e do povo comum das cidades. Sua galeria de tipos, constituindo um retrato realista do Brasil na época, compreende: funcionários, meirinhos, juízes, malandros, matutos, estrangeiros, falsos cultos, profissionais da intriga social, em torno de casos de família, casamentos, heranças, dotes, dívidas, festas da roça e das cidades. Foi, assim, Martins Pena, quem imprimiu ao teatro brasileiro o cunho nacional, apontando os rumos e a tradição a serem explorados pelos teatrólogos que se seguiriam. A sua arte cênica ainda hoje é representada com êxito. Direção e concepção: Daniel Herz Daniel Herz é diretor, professor, ator e autor. É fundador e diretor artístico da Companhia Atores de Laura. Dirigiu também outros espetáculos fora do grupo, tais como “Zastrozzi” (de Georg F. Walker), “Geraldo Pereira, um escurinho brasileiro” (de Ricardo Hofstetter), “Nós no tempo” (de Marcius Melhem), “Otelo da Mangueira” (de Gustavo Gasparani), “Tom e Vinícius” (de Daniela Pereira e Eucanaã), “O Barbeiro de ervilha” (adaptação de Vanessa Dantas), Nadistas e Tudistas ( adaptação de Renata Mizrahi), “A importância de ser perfeito” (de Oscar Wilde com adaptação de Leandro Soares), “O elixir do amor”(adaptação de Vanessa Dantas), Fonchito e a Lua (adaptação de Pedro brício), As Bodas de Fígaro, com tradução de Barbara Heliodora, Acorda para cuspir (de Eric Bogosian), Tudo que há flora, (de Luiza Prado), A vida de Galileu (de bertold Brecht), Valso n:6 (de Nelson Rodrigues). Em 2016, dirigiu a ópera Mozart e Salieri (de Rimsky-korsakov) no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2017 dirigiu Ubu Rei, de Alfred Jarry, no Teatro OiCasagrande com Marco Nanini, Rosi Campos e os Atores de Laura no elenco. Também em 2017 dirigiu Perdoa-me por me traíres, de Nelson Rodrigues. Em agosto de 2017 dirigiu Fulaninha e Dona Coisa, de Noemi Marinho. Em janeiro de 2018 dirigiu Conexão: Solidão. Entre os prêmios e indicações que recebeu destacam-se, Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem na categoria melhor direção pelo espetáculo “Romeu e Isolda” , Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem nas categorias de melhor direção, melhor texto e melhor espetáculo por “Decote” , Prêmio Qualidade Brasil na categoria de melhor direção por “As artimanhas de Scapino” , indicação para o Prêmio Shell de melhor direção pelo espetáculo “As artimanhas de Scapino” , indicação para o Prêmio Shell de melhor direção pelo espetáculo “Adultério”, Prêmio Orilaxé de melhor direção pelo espetáculo “O filho eterno”. Indicado para o Prêmio Cesgranrio de melhor direção pelo espetáculo “As Bodas de Fígaro” e para o Prêmio Cepetin de melhor direção pelo espetáculo “Fonchito e a lua”. Indicação para o Prêmio APTR e Prêmio FITA de melhor direção pelo espetáculo “A importância de ser perfeito”, de Oscar Wilde. Indicado para o Prêmio Cesgranrio e Prêmio Botequim Cultural de melhor direção pelo espetáculo “Cálculo Ilogico. Livros publicados: Editora Relume - Dumará “A Entrevista seguida de Cartão de embarque" Editora Garamond "Decote seguido de Romeu e Isolda". Editora Garamond “Textos reunidos Cia Atores de Laura: Romeu e Isolda, Decote, Adultério. O enxoval e Absurdo” Desde 1988 dá aulas de teatro na Casa de Cultura Laura Alvim. Desde 1992 dirige a Companhia de Teatro Atores de Laura. Elenco: Cia Atores de Laura Ana Paula Secco Anna Paula Secco é atriz. Tendo alguns trabalhos como figurinista, diretora e dramaturga. Iniciou seus estudos de teatro em 1990 na Casa de Cultura Laura Alvim e na C.A.L. Integrante fundadora da Cia Atores de Laura e do Grupo Pedras de Teatro. Em 2019 completou 26 de anos de trabalhos ininterruptos no teatro. Ao longo desses 26 anos de prática teatral (27 espetáculos como atriz, e 10 como atriz/autora), foi lapidando seu fazer teatral com mestres fundamentais na história do teatro mundial. Tais como: Enrico Bonavera (Picollo Theatre de Milão), Sotigui Kouatê (Griô e ator de Peter Brook), Eugênio Barba (Odin Theatre), Mime Theatre of London (Com discípulos de Decroux) e Ariane Mnousckine (Theatre du Soleil) que é e sempre foi a sua maior influenciadora de seu trabalho como atriz desde de seu encontro com a diretora Francesa em 2001 num Seminário Mundial de teatro que aconteceu em Belo Horizonte. Recentemente esteve em cartaz com o espetáculo musical “As Comadres” sob a orientação da de Ariane Mnousckine. Verônica Reis Verônica Reis é atriz fundadora da Cia Atores de Laura e professora de interpretação. Estudou Teatro na Casa de Cultura Laura Alvim com Daniel Herz e Susanna Kruger entre 1990 e 1994. Na Cia. participou dos seguintes espetáculos; "A entrevista"(1992), "Cartão de Embarque" (1994),"Sonhos Shakespeareanos de uma noite de inverno" (1995), "Romeu e Isolda" (que participou da La Biennalle Théatre Jeunes Public Lyon, na França), "Decote" (1996/2004), "O Julgamento" (1998), "A Casa bem-assombrada" (1998), “Melodramas de Picadeiro: As Rosas e Nossa Senhora” (1999), "O Conto de Inverno" (2004), "N.I.S.E" (2006), “Pessoas” (2009), “ O Enxoval” (2010), “Adultério” (2011) e "Absurdo" (2012). Em 2017 atuou no espetáculo “Ubu-rei” junto com a Cia. Atores de Laura em comemoração aos 50 anos de carreira de Marco Nanini, protagonista da peça. Fora da Cia, atuou em algumas montagens da dramaturga Renata Mizhari: "Os Sapos" (direção de Renata Mizhari com Priscila Vidca) - no qual ganhou como Melhor atriz no Prêmio FITA de teatro ; "Silêncio" 2014 (outra direção da dupla) – no qual recebeu indicação de Melhor atriz coadjuvante no Prêmio FITA de teatro; e “War” (direção de Diego Molina). Seu último trabalho em teatro foi em “Édipo e o Rei – uma comédia mitológica” com direção de Adriano Pinto. Leandro Castilho Leandro Castilho é ator, músico, diretor musical e compositor. Iniciou seus estudos teatrais no teatro O Tablado em 1991, onde permaneceu até 1995. Integrou a Cia Prática de Teatro, sob a direção de Michel Bercovitch, de 1996 até 2002, e participou de montagens como Muito barulho por Nada (1998) e As Aventuras de Tom Sawyer (2002), onde foi indicado para o prêmio Maria Clara Machado de melhor ator. Em 2002 ingressou na Cia Atores de Laura, onde participou de diversos espetáculos como As Artimanhas de Scapino (2002), O Conto do Inverno (2004), Adultério (2011) e O Pena carioca (2015), todos dirigidos por Daniel Herz. Em 2017 a Cia foi convidada para atuar junto com Marco Nanini em Ubu Rei, onde além de ator também foi responsável pela direção musical. Fora da Companhia trabalhou com diretores como: André Paes Leme, em A Hora e Vez de Augusto Matraga (2007) e 1958 (2013); João das Neves, em A farsa da boa preguiça (2009); Bianca Byington e Leonardo Netto, em Um dia como os outros + Cozinha e dependências (2011); Leonardo Netto e Camila Amado, em O bom canário (2012); Ana Paula Abreu, em Tra-lá-lá (2017). Em 2018 montou Arraial das lobas, com texto e músicas de sua autoria, além de atuar e fazer a direção musical, dirigido por Anna Paula Secco. Na televisão participou das microsséries, Hoje É Dia de Maria, Primeira e Segunda Jornadas, ambas dirigidas por Luiz Fernando Carvalho e produzidas pela Rede Globo. No cinema participou do filme Tropa de Elite (2007) de José Padilha, e Atlântico (2008), de Fábio Meira. Iniciou seus estudos musicais em 1987, e hoje, após participar de diversos trabalhos como músico, toca piano, violão, viola caipira, acordeom, gaita, percussão e canta. Foi responsável pela direção musical e pela música original dos espetáculos As Aventuras de Tom Sawyer, dirigido por Michel Bercovitch (2002), Verdade Verdadeira, dirigido por Vanessa Dantas (2007), Mangiare com o Grupo Pedras (2007), Nadistas e tudistas, dirigido por Daniel Herz (2013), A importância de ser perfeito, dirigido por Daniel Herz (2013), A hora perigosa, dirigido por Daniel Herz (2014), A reunificação das Duas Coreias, dirigido por João Fonseca (2016) e Ubu Rei, dirigido por Daniel Herz (2017). Em O barbeiro de Ervilha, dirigido por Daniel Herz, recebeu o Prêmio Zilka Salaberry 2010 de melhor música, por sua adaptação musical da ópera de Rossini, e foi indicado no mesmo prêmio na categoria melhor ator. Em As bodas de Figaro, dirigido por Daniel Herz, recebeu o Prêmio Cesgranrio (2014) de Melhor Música, sendo também indicado na mesma categoria ao Prêmio Shell e ao Prêmio APTR, no qual também foi indicado na categoria melhor ator. Marcio Fonseca Marcio Fonseca, ator, diretor, professor e administrador de teatro. Tem 29 anos de experiência no mercado profissional em teatro, tv e cinema. É membro da Cia Atores de Laura desde 1996, administrador do Teatro Miguel Falabella, professor de interpretação da Oficina de Atores Cesgranrio e coordenador do projeto Artista Integral. Paulo Hamilton PAULO HAMILTON é ator, diretor e professor de interpretação. Principais espetáculos com a com COMPANHIA ATORES DE LAURA: A Flauta Mágica (1999/200) espetáculo pelo qual é indicado ao Prémio Zilka Salaberry por ator revelação; As artimanhas de Scapino (2002/2018), Adultério (2010/2018) e Beatriz (2013-2016) e o O Pena Carioca (2015/2018) espetáculo pelo qual recebe o PRÊMIO BOTEQUIM CULTURAL DE MELHOR ATOR DE DRAMA/COMÉDIA 2015. No Cinema trabalhou em filmes como QUASE DOIS IRMÃOS (2004) dirigido por Lucia Murat, e TROPA DE ELITE (2007) dirigido por José Padilha, entre outros. Na televisão trabalhou na REDE GLOBO em PEGA - PEGA (2017) . Cenário: Fernando Mello da Costa Em 1975, depois de desistir definitivamente do curso de Direito, muda-se para o Rio de Janeiro onde dá continuidade à carreira de ator e iluminador e começa uma aproximação com o experimentalismo. Participa do elenco de “O último carro”, de João das Neves; do espetáculo “A morte de Danton[HL1] ”, direção de Aderbal Freire Filho; do Grupo Navegando com Lucia Coelho e Caíque Botkay, como ator e aderecista. Em 1983, conhece Bia Lessa, numa das montagens do Grupo Navegando, e começa aí uma parceria na investigação da plástica e do processo de criação no teatro por vários anos. No ano seguinte assina sua primeira cenografia e seu primeiro figurino, para o espetáculo “O pintor”, adaptação do livro de Lygia Bojunga e recebe a indicação para o Prêmio Mambembe de melhor cenografia. Foram mais de dez trabalhos ao longo de onze anos de parceria com Bia Lessa, trabalhos que modificaram a cena carioca. A seqüência “Ensaios”: “O pintor”, “A tragédia brasileira”, “ Idéias e repetições”, “Os possessos” – e espetáculos como “Orlando” e “Cartas portuguesas”, paralelos a uma oficina permanente de cenografia dentro do projeto Sesc Ensaios, que produz a série de espetáculos denominados “Exercícios”, consolidam a trajetória do cenógrafo, autodidata, ligado a pesquisa e ao experimentalismo. Desde sua chegada ao Rio de Janeiro, Fernando se estabelece no morro do Vidigal, lugar que, na época, era ponto de convergência da classe artística, onde estabelece outra parceria que dura há vinte anos. Com Guti Fraga funda o “Grupo de Teatro Nós do Morro”, projeto que busca dar acesso e voz aos moradores dessa comunidade. Desde 1998 dirige a Companhia de Teatro Nós do Morro. Em 2001, começa uma parceria com o cenógrafo Rostand Albuquerque, com quem, paralelo à sociedade no atelier de criação de cenografia Galpão6centos, passa a assinar em conjunto algumas das cenografias deste período. Da primeira cenografia, em 1984, até hoje, a marca dessa carreira é talvez, ao lado da inquietação com a cena, o estabelecimento de parcerias com diretores com esse olhar investigativo para a cena. Nomes como Jefferson Miranda, José Luiz Rinaldi, Jocy de Oliveira, Moacir Chaves, Aderbal Freire Filho, são constantes no currículo do cenógrafo. Figurinos: Antônio Guedes Antônio Guedes, artista carioca de 32 anos, atua na área de figurino, ilus- tração, moda e arte urbana. Foi responsável pelo comando da marca de roupas de arte Dobra. Participou do Fashion Rio em 2010/2011, e esteve presente nas principais lojas multimarcas e feiras de streetwear do Rio e de São Paulo. Sua trajetória também passa por diversas produções publicitárias – seu primeiro trabalho foi como assistente no longa Irma Vap, de Carla Camu- ratti e, em 2009, assinou os figurinos de Do Começo Ao Fim, de Aluísio Abranches. Nos últimos anos acumulou elogios em seus trabalhos no teatro, em espe- táculos como Um Circo de Rins e Fígados e Asfaltaram a Terra, de Gerald Thomas, O Bem Amado de Enrique Dias e Guel Arraes, e As próximas Ho- ras Serão Definitivas, de Daniela Pereira de Carvalho (direção de Gilberto Gavronsky). Recebeu, ainda, uma indicação ao prêmio da Associção de Produtores de Rio de Janeiro (APTR) por seu trabalho na peça Pterodá- tilos, (direção de Felipe Hirsch) com Marco Nanini. Seus projetos mais recentes incluem os figurinos dos espetáculos Modéstia, com o diretor Pedro Brício, e na peça Dentro, com a Companhia Pequena Orquestra. Iluminação: Aurélio de Simoni A partir de 1984, passa a trabalhar sozinho, realizando a iluminação para diversos diretores nos espetáculos: Emily, de William Luce, direção de Miguel Falabella, 1984; Galileu Galilei, de Bertolt Brecht, direção de Celso Nunes, 1987; A Caravana da Ilusão, de Alcione Araújo, direção de Luiz Arthur Nunes, 1993; Sermão da Quarta-Feira de Cinzas, de Padre Antônio Vieira, direção de Moacir Chaves, 1994; Lima Barreto ao Terceiro Dia, de Luís Alberto de Abreu, direção de Aderbal Freire Filho, 1995; Noite de Reis, de William Shakespeare, direção de Amir Haddad, 1997; A Capital Federal, de Artur Azevedo, direção de André Paes Leme, 1997; Bugiaria - O Processo de João Cointa, novamente Moacir Chaves, 1999. Em 2001, retoma a parceria com Luiz Paulo Nenen em Cócegas, de Ingrid Guimarães e Heloisa Périssé, 2001. Entre 1989 e 1999, recebe 6 prêmios em teatro infantil. Nos anos de 1992, 1995, 1996 e 1997, recebe o Prêmio Shell por espetáculos adultos, entre eles Don Juan, de Molière, com direção de Moacir Chaves, com quem estabelece parcerias constantes. Seus próximos trabalhos com esse diretor são: Inutilezas, textos do poeta Manoel de Barros (1916), e Por Mares Nunca Dantes, de Geraldo Carneiro, ambas em 2002 e, no ano seguinte, Fausto, de Goethe, e Violência da Cidade, autoria do próprio diretor. Em 2003, faz a luz para o grupo Intréída Trupe, em Sonhos de Einstein. Trilha sonora original: Leandro Castilho Leandro Castilho é ator, músico, diretor musical e compositor. Iniciou seus estudos teatrais no teatro O Tablado em 1991, onde permaneceu até 1995. Integrou a Cia Prática de Teatro, sob a direção de Michel Bercovitch, de 1996 até 2002, e participou de montagens como Muito barulho por Nada (1998) e As Aventuras de Tom Sawyer (2002), onde foi indicado para o prêmio Maria Clara Machado de melhor ator. Em 2002 ingressou na Cia Atores de Laura, onde participou de diversos espetáculos como As Artimanhas de Scapino (2002), O Conto do Inverno (2004), Adultério (2011) e O Pena carioca (2015), todos dirigidos por Daniel Herz. Em 2017 a Cia foi convidada para atuar junto com Marco Nanini em Ubu Rei, onde além de ator também foi responsável pela direção musical. Fora da Companhia trabalhou com diretores como: André Paes Leme, em A Hora e Vez de Augusto Matraga (2007) e 1958 (2013); João das Neves, em A farsa da boa preguiça (2009); Bianca Byington e Leonardo Netto, em Um dia como os outros + Cozinha e dependências (2011); Leonardo Netto e Camila Amado, em O bom canário (2012); Ana Paula Abreu, em Tra-lá-lá (2017). Em 2018 montou Arraial das lobas, com texto e músicas de sua autoria, além de atuar e fazer a direção musical, dirigido por Anna Paula Secco. Na televisão participou das microsséries, Hoje É Dia de Maria, Primeira e Segunda Jornadas, ambas dirigidas por Luiz Fernando Carvalho e produzidas pela Rede Globo. No cinema participou do filme Tropa de Elite (2007) de José Padilha, e Atlântico (2008), de Fábio Meira. Iniciou seus estudos musicais em 1987, e hoje, após participar de diversos trabalhos como músico, toca piano, violão, viola caipira, acordeom, gaita, percussão e canta. Foi responsável pela direção musical e pela música original dos espetáculos As Aventuras de Tom Sawyer, dirigido por Michel Bercovitch (2002), Verdade Verdadeira, dirigido por Vanessa Dantas (2007), Mangiare com o Grupo Pedras (2007), Nadistas e tudistas, dirigido por Daniel Herz (2013), A importância de ser perfeito, dirigido por Daniel Herz (2013), A hora perigosa, dirigido por Daniel Herz (2014), A reunificação das Duas Coreias, dirigido por João Fonseca (2016) e Ubu Rei, dirigido por Daniel Herz (2017). Em O barbeiro de Ervilha, dirigido por Daniel Herz, recebeu o Prêmio Zilka Salaberry 2010 de melhor música, por sua adaptação musical da ópera de Rossini, e foi indicado no mesmo prêmio na categoria melhor ator. Em As bodas de Figaro, dirigido por Daniel Herz, recebeu o Prêmio Cesgranrio (2014) de Melhor Música, sendo também indicado na mesma categoria ao Prêmio Shell e ao Prêmio APTR, no qual também foi indicado na categoria melhor ator. Direção de produção: Elaine Moreira Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais (FGV – Fundação Getúlio Vargas), formada em Produção Cultural e Bacharel em Ciências Sociais, com habilitação em Produção e Política Cultural pela Universidade Candido Mendes, Elaine Moreira atua na área cultural há 15 anos. Atualmente é diretora de produção da Barata Comunicação, da Cia Atores de Laura e da CultConsult, onde presta consultoria em projeto cultural e atua no mercado de produção. Dentre seus principais trabalhos, podem-se destacar: Fronteiras Invisíveis (texto: Cia Atores de Laura / direção: Daniel Herz); O Marido do Daniel (texto: Michael Mckeever / direção: Gilberto Gawronski); Pós-Hamlet (texto: Gilberto Nascimento / direção: Marcio Fonseca); O Filho Eterno (texto: Cristovão Tezza / direção: Daniel Herz); Fulaninha e Dona Coisa (texto: Noemi Marinho / direção: Daniel Herz); Minha Vida Daria um Bolero (texto: Artur Xexéo / direção: Rubens Camelo e Paulo Denizot); Timoneiro – Hermínio Bello de Carvalho por Hermínio Bello de Carvalho (audiovisual / roteiro: Eliana Monteiro / direção: Pedro Murad); A Caverna (texto: Gabrielle Farias / direção: Bruno Heitor / supervisão: Marcos Caruso); Um Amor de Vinil (texto: Flavio Marinho / direção: André Paes Leme); Sakurá (texto e direção: Gabriel Naegele); Álbum de Retratos (show de Vidal Assis / direção: Lucas Porto); Os Vilões de Shakespeare (texto: Steven Berkoff / tradução: Geraldo Carneiro / direção: Sergio Módena); Estúpido Cupido (texto: Flavio Marinho / direção: Gilberto Gawronski); Desinventando a Bossa (texto e direção: Lucio Mauro Filho); Ivon Curi – O Ator da Canção (texto: Pedro Murad / direção: Lucio Mauro Filho); Jazz do Coração (texto e direção: Delson Antunes); Zé Trindade – A Última Chanchada (texto: Artur Xexéo / direção: João Fonseca); Pequenas Tragédias (texto: Alexander S. Pushkin / direção: Fabiano de Freitas); Clementina, Cadê Você? (texto: Pedro Murad / direção: Duda Maia); Três Curtas sem Palavras (audiovisual / roteiro e direção: Pedro Murad); A Vingança do Espelho: A História de Zezé Macedo (texto: Flavio Marinho / direção: Amir Haddad); Jim (texto: Walter Daguerre / direção: Paulo de Moraes); Freud – A Última Sessão (texto: Mark ST. Germain / direção: Ticiana Studart); Uma Peça Como Eu Gosto (texto: Marcelo Morato / direção: Lucio Mauro Filho e Duda Maia); Editora Temporária (evento de design); Escola Aberta (evento de design); Emily (texto: William Luce / direção: Eduardo Wotzik); Nós Sempre Teremos Paris (texto: Artur Xexéo / direção: Jacqueline Laurence); A Garota do Biquíni Vermelho (texto: Artur Xexéo / direção: Marília Pêra); Restos (texto: Neil Labute / direção: Marcio Aurélio); Doce Deleite (texto: Alcione Araújo / direção: Marília Pêra); Lucio 80-30 (texto e direção: Lucio Mauro Filho); Hedda Gabler (texto: Henrik Ibsen / direção: Walter Lima Jr.).
PROJETO ARQUIVADO.