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Publicação do livro "A Aviação Catarinense e suas Histórias" sobre a história da aviação em Santa Catarina, dos primeiros pousos em campos de terra e grama até o momento presente.Um livro de arte dedicado a revelar a trajetória da aviação catarinense, destacando seus personagens, cenários e histórias.
TEMA CENTRAL DETALHADO O livro “A Aviação Catarinense e sua História” vai falar do desenvolvimento da aviação em Santa Catarina, levando em conta que não há uma obra que se ocupe do tema de forma ampla e que o Estado, embora periférico em relação a unidades mais ricas da federação, tem particularidades que o distinguem também neste campo. Santa Catarina teve companhias aéreas, assistiu ao uso pioneiro do avião em situação de conflito e foi um dos pontos de descida das aeronaves da Latecoère que faziam o correio aéreo entre a América do Sul e a Europa, nas primeiras décadas do século XX. Hoje, Florianópolis tem um dos mais modernos terminais do Brasil, o Floripa Airport, concedido à empresa suíça Zurich Airport. No entanto, para chegar até aqui, foram muitos campos de pouso feitos em terra e grama. Antes do aeroporto internacional existiam os aeroclubes, que permitiam voos de pequeno curso e alimentavam o prazer de voar para pessoas que tinham condições de manter aeronaves. É esse material que vai compor o livro, ou seja, os heroicos anos de implantação das rotas pioneiras, os primeiros aeródromos, os raides aéreos, as notícias em jornais falando de partidas e chegadas, cursos e formaturas de pilotos, as atividades do Aeroclube de Santa Catarina, ativo desde 1937, as operações do correio aéreo nas cidades do interior do Estado. Pesquisas em bibliotecas e depoimentos de historiadores e antigos pilotos e funcionários das companhias aéreas darão profundidade ao tema abordado. A Base Aérea de Florianópolis dispõe de um amplo acervo de documentos e imagens que facilitarão a execução do presente trabalho. Vamos ouvir fontes de outras regiões do Estado (onde a expansão da aviação se deu em moldes semelhantes aos da capital Florianópolis) e pessoas que tiveram a oportunidade de viajar quando a aviação ainda era acessível para poucos. Estado étnica e culturalmente rico e diversificado, Santa Catarina poderá se tornar mais conhecida dos brasileiros com um livro como este, que mostrará uma faceta desconhecida às novas gerações, aos pesquisadores e aos estudantes do ensino médio e universitário. RELEVÂNCIA DO TEMA PARA A ÁREA CULTURAL BRASILEIRA A história da aviação em Santa Catarina nunca foi contada em livro. As publicações sobre ela são esparsas, ora tratando de episódios específicos (como o uso bélico de uma aeronave pela primeira vez no Brasil em 1915, no início da guerra do Contestado), ora sendo tema de artigos ou teses acerca do pouso de hidroaviões nas cidades do litoral ou de pequenas companhias que faziam voos regionais durante boa parte do século passado. Foi na cidade catarinense de Concórdia que nasceu a Sadia Transportes Aéreos, depois rebatizada de Transbrasil, que chegou a figurar entre as quatro maiores companhias aéreas do país. O pioneiro Attilio Fontana, criador da Sadia, grande empresa de beneficiamento de carnes (hoje abrigada sob o teto da Brasil Foods), comprou o primeiro avião em 1955 para transportar a produção de Santa Catarina para São Paulo. Alguns anos depois seu filho Omar Fontana assumiu o controle da Transbrasil e se tornou um dos executivos mais importantes da área da aviação no país. Também relevantes são os relatos sobre os pousos realizados pelo piloto e escritor francês Antoine de Saint-Exupéry no campo do Campeche, sul da Ilha de Santa Catarina, nas décadas de 1920 e 1930. Até hoje se discute se de fato o autor de “O pequeno príncipe” pousou na cidade, mas em seu livro “Voo noturno” ele faz referência ao Campeche ao narrar as peripécias de uma viagem intercontinental com seu frágil – mas valente – Latecoère. A morte de Nereu Ramos, ex-governador do Estado e ex-presidente da República, em 1958, num acidente aéreo ocorrido próximo a Curitiba, é um fato histórico relevante e pouco conhecido pela maioria dos brasileiros. No mesmo sinistro morreram o governador catarinense Jorge Lacerda e o deputado federal Leoberto Leal. É preciso também considerar que foi por via aérea que chegaram a Santa Catarina grandes companhias de música, ópera e dança, vindas de outros estados e de países de todos os continentes, como ficou registrado no recém-lançado livro “Pró-Música de Florianópolis e Darcy Brasiliano dos Santos – Construção coletiva de sentidos”, da jornalista Néri Pedroso, viabilizada pela Lei Federal de Incentivo à Cultura. Um livro com esse teor, ricamente e ilustrado e bem editado, será objeto de pesquisa por historiadores e de leitura por estudantes e todos os interessados em temas importantes para Santa Catarina e o Brasil. Cremos que o projeto tem relevância pelo caráter inédito da publicação e porque vai tratar de fatos que merecem ser divulgados, em vista de sua importância para o entendimento da história de Santa Catarina e do Brasil. RESUMO DETALHADO DOS CAPÍTULOS DO LIVRO Capítulo 1 Os anos heroicos da aviação em Santa Catarina, com o esforço dos pioneiros, os campos de pouso em terra e grama e o surgimento das primeiras empresas e rotas de voo. Levantamento feito a partir de pesquisa em acervos públicos e particulares e entrevistas com antigos pilotos e outros profissionais que trabalharam na aviação em décadas passadas. Capítulo 2 O campo do Campeche, no sul da Ilha de Santa Catarina, que nas décadas de 1920 e 1930 recebia os aviões do correio aéreo francês a cargo da empresa Aéropostale. Essa comunidade teria assistido a pousos do piloto e escritor Antoine de Saint-Exupéry. O capítulo também fala dos voos do dirigível Zeppelin nos céus de Florianópolis, Blumenau e outras cidades do Estado. Capítulo 3 A aviação em notícias de jornal desde as primeiras décadas do século XX, com informações que chegavam sobre as experiências pioneiras nos Estados Unidos e na França (com o brasileiro Santos Dumont). Por outro lado, pequenas notas davam conta de cursos e concessões de brevês, acidentes com pequenas aeronaves e o desembarque de personalidades, artistas e políticos importantes em Santa Catarina nos aviões que aterrissavam no Estado. Capítulo 4 Santa Catarina como sede de empresas aéreas de pequeno porte e a criação da Sadia, empresa que foi o embrião da Transbrasil, uma das maiores companhias aéreas brasileiras. Capítulo 5 Santa Catarina como o primeiro Estado onde foi utilizada a aviação com fins bélicos, na Guerra do Contestado, em 1915, quando um pequeno monomotor partiu do Rio de Janeiro para fazer o reconhecimento das áreas conflagradas na divisa entre Santa Catarina e Paraná e caiu durante as operações, matando o piloto. Capítulo 6 As trajetórias do catarinense Victor Konder, que foi ministro de Viação e Obras Públicas entre 1926 e 1930, no governo de Washington Luís, do aviador Newton Varella, que se tornou uma referência na aviação regional, e de Attilio Fontana e do filho Omar Fontana, nomes centrais na aviação comercial em Santa Catarina. Capítulo 7 A consolidação da aviação no Brasil e os reflexos desse processo em Santa Catarina, desde a criação do Centro de Aviação Naval em Florianópolis, em 1927, e da Aeronáutica, em 1940, a multiplicação das rotas e os progressos que tornaram a aviação um instrumento de aproximação entre países e pessoas. Capítulo 8 As cidades onde grupos de pessoas se empenharam em criar os primeiros aeroclubes (como o Aeroclube de Santa Catarina, de 1937), alguns deles ativos até hoje. Quando a aviação mesclou a necessidade e o prazer, como hobby para voos esportivos ou de fruição de apaixonados movidos pela alegria de voar. Capítulo 9 Os acidentes que marcaram a aviação em Santa Catarina, como o de 1959, no morro do Cambirela, no município de Palhoça, que matou os 26 ocupantes, a tragédia de 1958, que vitimou o governador Jorge Lacerda e o ex-presidente Nereu Ramos, e o sinistro de abril de 1980 com um Boeing da Transbrasil que deixou 54 pessoas mortas na localidade de Ratones, norte da Ilha de Santa Catarina. Capítulo 10 Os avanços tecnológicos, a ampliação do número e do tamanho dos aeroportos em Santa Catarina, a popularização das viagens aéreas e a contribuição da aviação para a consolidação da economia estadual. Capítulo 11 Capítulo especial sobre a aviação na literatura e no cinema: os best-sellers e as obras cinematográficas que têm a aviação como tema e inspiração. Capítulo 12 Capítulo especial sobre a construção do imaginário ligado às viagens aéreas, o desejo humano de voar, o anseio por conhecer outras terras e destinos. Capítulo 13 Depoimentos de pessoas que tiveram a oportunidade de viajar quando a aviação ainda era para poucos e de catarinenses que passaram a visitar outros estados e países a partir do momento em que as passagens aéreas se tornaram mais acessíveis a uma quantidade maior de brasileiros. Capítulo 14 Depoimentos de pessoas que foram protagonistas ou testemunharam as rotinas da aviação em tempos passados, como técnicos, pilotos e aeromoças que trabalharam no segmento quando os aviões eram menores e menos confortáveis e as viagens longas eram quase uma jornada épica. COMO CONDUZIR A NARRATIVA O livro “A Aviação Catarinense e sua História” será escrito de forma encadeada em capítulos, seguindo uma sequência cronológica, a partir dos primórdios do setor em Santa Catarina, até chegar ao momento presente, com a cidade de Florianópolis sendo servida por um aeroporto de padrão internacional. A proposta do projeto é elaborar uma obra que, em linguagem solta, jornalística e, na medida do possível, poética (em vista do caráter memorialista da narrativa) trace um perfil histórico da aviação em Santa Catarina, incluindo seus protagonistas, os fatos mais relevantes ocorridos em pouco mais de um século e os impactos da aviação na transformação social e econômica do Estado. Haverá espaço similar para os textos e imagens. Os primeiros serão elaborados a partir de pesquisas, entrevistas e depoimentos de historiadores e antigos pilotos e funcionários das companhias aéreas e aeroportos. As imagens serão buscadas no acervo da Base Aérea de Florianópolis, em arquivos públicos e particulares, empresas aéreas e jornais e revistas antigas que estão disponíveis, em papel ou digitalizadas, em bibliotecas e instituições culturais dentro e fora do Estado. Haverá espaço para abordar o imaginário vinculado às viagens aéreas e um capítulo que destacará o vínculo da aviação com a literatura e o cinema, que resultou em livros e filmes que alimentaram e alimentam simbolicamente o sonho de liberdade que move todos os seres humanos. Será um texto fluido, capaz de ser compreendido e desfrutado por leitores de todos os níveis, permitindo a democratização do acesso a um produto cultural que mescla história com relatos humanos de pessoas anônimas – também elas construtoras de narrativas relevantes.
Objetivo Geral: Produção e duplicação de livro sobre a história da aviação em Santa Catarina, apresentando aos leitores os principais personagens, cenários e eventos ocorridos na área ao longo dos últimos cem anos. O livro trará informações históricas e atualizadas sobre a aviação no estado, com uma linguagem clara, infografias e imagens de época e atuais. Objetivos Específicos: - 05 Palestras como tema Aviação Catarinense e suas Histórias; - Impressão de 1500 cópias; - Distribuição de 600 cópias gratuitas; - pesquisa e documentação da histórica da aviação no estado; -Despertar a atenção dos leitores para a importância cultural que a aviação carrega, tendo em vista sua inserção na história, imaginário e expressões artísticas, como músicas, livros, poemas e pinturas; -Contribuir para a democratização da cultura, por meio da edição de livro de arte de valor humanístico e literário; -Divulgar o trabalho autoral de escritor e fotógrafos brasileiros de reconhecido talento; -Compartilhar a riqueza cultural e natural catarinense no Brasil e no exterior, por meio da publicação de livro bilíngue (português/inglês). - Comercialização do livro a preço popular;
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art.1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Em relação ao Art.3 da Lei 8313/91 informamos que o projeto atende os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante. b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; edição, publicação e distribuição do livro, objeto do projeto. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos (importante pesquisa realizada para a produção do conteúdo do livro e imagens nela compostas); Em todos os lugares, a expansão das cidades provocou transformações relevantes que foram essenciais para atender as demandas da população cada vez mais numerosa e concentrada. Uma das áreas mais afetadas pelo crescimento urbano foi a dos transportes, porque era necessário facilitar o deslocamento das pessoas para o trabalho e a escola, e também de uma cidade ou região para outra, em vista do intercâmbio crescente e dos novos negócios que surgiram com o desenvolvimento econômico. Nesse contexto, a aviação teve um papel fundamental, porque encurtou distâncias e interligou pontos extremos, seja entre regiões, seja entre países e continentes. Em Florianópolis, o primeiro campo de pouso foi no bairro Campeche, onde uma pista foi implantada na década de 1920. Ali, as operações eram dominadas pelos aviões do correio aéreo francês Societe Latécoère, que ligava o sul do continente com a Europa. Disseminou-se em Florianópolis a crença de que o escritor e piloto Saint-Exupéry teria descido nesse campo. Há muitas controvérsias a esse respeito, mas descendentes de antigos moradores e estudiosos da cultura local estão convencidos de que o autor de "O pequeno príncipe" contatou com nativos e chegou a se deslocar para o centro da cidade, travando diálogos com pessoas comuns que nem imaginavam tratar-se do grande escritor. Entre os livros escritos acerca do tema está "Os aviadores franceses, a América do Sul e o Campeche", do historiador João Carlos Mosimann, que contesta a versão de que Exupéry tenha pousado na Ilha de Santa Catarina. No entanto, no livro "Voo noturno", o escritor francês fala do campo de pouso e cita o nome do Campeche. A imprensa de Florianópolis e de outras cidades de Santa Catarina são uma fonte muito rica de informações sobre episódios e eventos envolvendo a aviação. É por meio dos jornais _ porque há poucas publicações de outro gênero que se ativeram ao tema _ que ficamos sabendo dos avanços na aviação pelo mundo, de acidentes com pequenas aeronaves e de aventuras de figuras icônicas como o aviador Jean Mermoz e a empresa Aéropostale. Desde 1927, quando foi criado o Centro de Aviação Naval em Florianópolis, é comum encontrar pequenas notas ou notícias mais extensas sobre o assunto nas páginas de periódicos da época. Nos jornais saíam informações sobre o Aeroclube de Santa Catarina, criado em 1937, a formação de oficiais, pilotos e aviadores, as operações do correio aéreo em cidades do interior do Estado e os planos e projetos governamentais relativos aos acessos e ampliações das pistas de pouso existentes. Paralelamente, os veículos impressos davam conta das novidades aéreas usadas na Segunda Guerra. Santa Catarina também entrou na história por ter sido o primeiro Estado onde foi utilizada a aviação com fins bélicos. Isso ocorreu por ocasião da Guerra do Contestado, quando um pequeno avião partiu do Rio de Janeiro para fazer o reconhecimento das áreas conflagradas na divisa entre Santa Catarina e Paraná. O avião caiu numa dessas operações, matando o piloto, mas o uso pioneiro de um avião com esse objetivo ficou registrado na história brasileira. Os jornais também fazem referências à aquisição de aviões, cursos e exames de habilitação de alunos, convocações para assembleias gerais do Aeroclube de Florianópolis, entrega de brevês aos novos pilotos, editais e comemorações da Semana da Asa. Um catarinense, Victor Konder, foi ministro de Viação e Obras Públicas entre 1926 e 1930, no governo de Washington Luís. E há figuras lendárias, como o aviador Newton Varella, que se tornou uma referência na aviação regional. Um dos maiores acidentes aéreos ocorridos no Brasil também teve o Estado como cenário. Em abril de 1980, um Boeing da empresa Transbrasil caiu a poucos quilômetros do aeroporto de Florianópolis, na localidade chamada Ratones, matando 54 de seus 58 passageiros. Antes disso, em junho de 1958, um avião com autoridades catarinenses caiu em São José dos Pinhais, perto de Curitiba (PR), matando o governador Jorge Lacerda, o senador Nereu Ramos (que havia ocupado o cargo de presidente da República entre novembro de 1955 e janeiro de 1956) e o deputado federal Leoberto Leal, entre outras autoridades. O empresário Attilio Fontana, pioneiro da agroindústria catarinense, criou a empresa aérea Sadia S. A. Transportes Aéreos, que deu origem à Transbrasil. Além dessa pesquisa e consulta em outras fontes esparsas (incluindo teses e dissertações acadêmicas), vamos entrevistar pessoas ligadas à aviação em Santa Catarina, descendentes de antigos pilotos, historiadores e especialistas em história da aviação. Também vamos utilizar o acervo de documentos e imagens da Base Aérea de Florianópolis, detentora de um considerável acervo sobre o tema. Um dos entrevistados será o professor aposentado João Batista Soares, que fez um levantamento de todas as notícias acerca da aviação no arquivo de jornais da Biblioteca Pública do Estado, em Florianópolis. É importante ressaltar que a noção do tempo mudou muito depois que a aviação se tornou acessível a mais pessoas e se transformou em fator de interligação e internacionalização das relações entre indivíduos e nações. O que levava dias ou meses, como as viagens internacionais, passou a ser feito em questão de horas. Atualmente, um profissional pode morar em Florianópolis e trabalhar em São Paulo, podendo voltar no mesmo dia ou permanecer na metrópole durante vários dias e vir passar o fim de semana com a família. Vamos ouvir fontes de outras regiões do Estado (onde a expansão da aviação também se deu em moldes semelhantes) e pessoas que tiveram a oportunidade de viajar quando a aviação ainda era para poucos. Em muitos casos, foi a primeira vez em que embarcaram num avião, o que pode render depoimentos emocionados e reveladores de sua personalidade.
Será promovida uma palestra gratuita sobre Aviação Catarinense para os alunos e professores das escolas da rede pública como também para à comunidade. Nesse mesmo dia, após a palestra faremos o lançamento do livro.
Especificação prevista Título: Impressão: 4 cores - frente e verso (4x4) Número de páginas: 160 páginas, em capa dura, papel couchê 90 g - Papel da capa: cartão 320g bilíngue (português e inglês), no formato 20cm x 30cm. Acabamento: capa cartonada sem orelha, com cadernos costurados e coladoTiragem:1500 exemplares.
Físico Acessibilidade para deficientes físicos: locais com rampa de acesso e/ou elevador Acessibilidade para deficientes auditivos: Interprete de libras nas palestras e lançamentos dos livros Ações de Contrapartida serão promovidas em lugares com acessibilidade Conteúdo Acessibilidade para deficientes visuais: E-Pub versão especial para deficientes visuais a ser desenvolvido em parceria. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas palestras de lançamento, contará um tradutor de Libras.
Distribuição gratuita de 40% dos livros Comercialização do livro a preço popular Disponibilizar para a Biblioteca pública de SC e Arquivos históricos do Estado fotos e documentos históricos levantados para a elaboração do livro. Atendimento ao artigo 21 da IN 02/2019: I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pelo MinC.
Coordenação Geral: Jamil Antônio Dias - Sócio-gerente da Amil Agência de Cultura, com vinte anos de trabalho em desenvolvimento, gestão, captação, elaboração de projetos culturais, com experiência nos estados de Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Licenciado em Artes Cênicas – UFOP, Técnico de Contabilidade, Pós-graduado em Gestão de Negócios FAE Business School, Pós-graduado em Arte e Educação pela UNIASSELVI Membro do Conselho Editorial da Editora Liquidificador, Especializações: Assessoria, Consultoria, Gestão, Planejamento e Execução na área de eventos culturais. Coordenação Editorial - Paulo Clóvis Schmitz - Nasceu em Quilombo (SC) em 1957. Tem graduação em Letras/Português pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e é jornalista desde 1977, com ampla atuação na imprensa catarinense. Em 43 anos de carreira, trabalhou nos jornais O Estado, Diário Catarinense, Indústria & Comércio e Notícias do Dia e nas revistas Cartaz e Revista do Varejo. Durante 12 anos, foi editorialista, repórter especial e editor do jornal Notícias do Dia, de Florianópolis. Trabalhou em várias assessorias de imprensa, entre elas as da Secretaria de Estado do Turismo, Cultura e do Esporte, Fundação Catarinense de Cultura, Shopping Center Itaguaçu, Colégio Barddal, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SC) e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Também foi professor de Comunicação Comparada no curso de Jornalismo da Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina), em Tubarão, nos anos de 1993 e 1994. Numa das passagens por assessorias de imprensa de órgãos de governo, na área da cultura, foi o organizador do livro “Pequena história do Teatro Álvaro de Carvalho” (1994), com reedição revista e ampliada em 2005, desta vez com sua autoria. Em 2001, fez parte do seminário e do livro “Jornalismo cultural 5 debates”, ao lado de José Castello, Cremilda Medina, Anelito de Oliveira e Regina Zilberman. Entre 1999 e 2002, dividiu com os escritores Flávio José Cardozo e Fábio Brüggemann a edição do jornal “Ô Catarina!”, da Fundação Catarinense de Cultura. Em 2008, com o fotógrafo Danísio Silva, publicou o livro “Mercado Público e suas histórias”, baseado em pesquisa e depoimentos de antigos fornecedores, lojistas e funcionários do Mercado Público de Florianópolis. Em 2010, lançou uma cartilha acerca do arquipélago dos Açores voltada para as escolas públicas de Florianópolis, a partir de viagem feita para as ilhas açorianas e de uma série de reportagens publicadas sobre o tema no jornal Notícias do Dia. Também em parceria com Danísio Silva, publicou os livros “Florianópolis vista de cima”, “Florianópolis vista do mar”, “Florianópolis vista de dentro”, “Mercado Público e suas histórias” (2ª edição, revista e ampliada), “Belezas ocultas de Florianópolis”, “Florianópolis 180 graus”, “Poética da diversidade”, “Florianópolis em preto e branco”, “Rancho de pescador na Ilha de Santa Catarina” e “Conexões”. Ainda na ativa, é freelancer do jornal Notícias do Dia, publicando reportagens sobre a história, memória e cultura de Florianópolis e de Santa Catarina. Tradutor - LUIZ CARLOS DE ALMEIDA MESQUITA - Com formação e experiência em Linguagem, Cultura e Meio Ambiente, tem seu foco profissional na docência, tradução e interpretação simultânea e consecutiva em língua inglesa, tradução e interpretação consecutiva em língua alemã e nas relações interculturais. Presta serviços como tradutor e intérprete autônomo e trabalha como analista cultural, tradutor e intérprete junto à Fundação Catarinense de Cultura, em Florianópolis, onde reside desde 2010. Em parceria com a artista plástica alemã Annette Keis, sua mulher, desenvolve projetos de tradução no âmbito da linguagem artística e da poesia. Entre seus principais clientes estão a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil (Brasília/DF), G. S. O. Procurement Office (Brasília), Fundação Catarinense de Cultura, Itaipu Binacional, Globo Traduções, Childcentre UK-Brazil e Coaching Spirale. Sua formação acadêmica inclui curso de língua alemã (UnB/Goethe Institut, 1979/1982), estudos na Michigan State University (docência em língua inglesa, 1995), graduação em Engenharia Agronômica na Universidade de Brasília (UnB, 1986), cursos e seminários em linguística e literatura no Conselho Cultural Thomas Jefferson (embaixada americana em Brasília, 1993 a 1995), pós-graduação em Biologia, Microbiologia e Fitopatologia (UnB, 1987/1989) e estágios, visitas de estudos e workshops na Alemanha, Holanda, Áustria, Luxemburgo e República Tcheca. Também foi tradutor de trabalhos acadêmicos e acompanhamento bilíngue na UnB, entre 1987 e 1990; professor de língua inglesa nos níveis básico, intermediário e avançado na escola North Lake, em Brasília, em 1997; professor convidado para falar sobre Linguagem e Cultura Brasileira no intercâmbio cultural Brasilianischer Sommer (Verão Brasileiro) em Berlim/Alemanha, em 2003; secretário municipal de Meio Ambiente e Turismo na prefeitura de Paulo Lopes (SC), em 2006 e 2007; consultor da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) junto ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, em 2010; e professor convidado para o Verão Cultural Alemão e “Karneval der Kulturen”, em Berlim, em 2009. Na área da linguística, publicou o artigo “Edgar Allan Poe: a unique personality?”, no C. T. J. Journal – Methodology, Linguistics and Literature, nº 8, Brasília, em 1983. Ministrou, entre outros, cursos e seminários sobre literatura americana, o ensino do inglês como segunda língua e o cérebro humano e a capacitação para a leitura. Pesquisador - João Batista Soares - Professor-Pesquisador - possui graduação Licenciatura em Geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina (1977) e Bacharelado em Geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina (1983) com especialização em Conservação dos Recursos Naturais pela Universidade Federal de Santa Catarina (1971); graduação em Estudos Sociais, habilitação em História pela Universidade Federal de Santa Catarina (1977). Atua como pesquisador desde 1980 com inúmeros trabalhos na área. Entre elas Pesquisa Documental para o livro PRESIDENTE do Jornalista Moacir Pereira, Resumo Histórico, documental, bibliográfico e iconográfico do Centro de Aviação Naval; Aviação Francesa e seus personagens em Florianópolis; Aeroclube de Santa Catarina – Uma história a ser contada; Marinheiro Max Schramm; PALLAS - Navio Mercante, de casco de ação e de propulsão a vapor movido a hélice, incorporado a esquadra revoltosa – revolta da armada – e pertencente à Companhia Frigorifica Brasileira com sede na cidade do Rio de Janeiro; Nas ondas do rádio – a paixão pela comunicação - As trajetória e as experiências de Osmar Teixeira – Editora Unisul. Professor Secundarista de Geografia e História na Secretaria Estadual de Educação; Professor de Cursos Preparatórios para Escolas Militares. Fótogrado: Danísio Silva - Nasceu em Palhoça (SC) em 1962. É fotógrafo profissional. Por 27 anos atuou na Fundação Catarinense de Cultura e no Museu da Imagem e Som de Santa Catarina. Participou de inúmeras exposições coletivas e realizou no Brasil as individuais “Constante efêmero”, “A poética do movimento”, “50 anos de vida e arte”, “O efêmero da condição humana” e “Crear‐criar”. Em Portugal, apresentou a exposição “A evolução do vazio”. Ministrou palestra sobre sua obra “Esculturas de fumaça” na Universidade de Anadolu, em Eskesheir, na Turquia. Participou de vários cursos de fotografia oferecidos nos festivais de inverno de Ouro Preto (MG). Ministrou a oficina de fotografia “Fotografando o invisível”, na Semana Ousada de Artes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Ministrou também o curso “Fotografando o silêncio” no Espaço Oficina, em Florianópolis. Foi membro do grupo de fotografia "7 nós". Realizou diversos trabalhos para revistas e jornais de todo o país, como “Época”, “Veja”, “Cláudia”, “Vitrine”, “Cartaz”, “Ô Catarina!”, “Folha de S.Paulo” e “Valor Econômico”. Por dez anos, foi fotógrafo da Camerata Florianópolis e da Pró‐Música de Florianópolis. Suas fotos ilustram publicações como Vitrine da História, Feito à mão, Martinho de Haro e fascículos da série Escritores Catarinenses da FCC, entre outros. Em parceria com o jornalista e escritor Paulo Clóvis Schmitz, publicou os livros “Mercado Público e suas histórias”, “Florianópolis vista de cima”, “Florianópolis vista do mar”, “Mercado Público e suas histórias” (2ª edição, revista e ampliada), “Belezas ocultas de Florianópolis”, “Florianópolis vista de dentro”, “Florianópolis 180 graus”, “Poética da diversidade”, “Florianópolis em preto e branco”, “Trilhas e histórias na Ilha de Santa Catarina”, “Rancho de pescador na Ilha de Santa Catarina” e “Conexões”. Ministrou cursos de reflexão sobre fotografia que resultaram em exposições coletivas. É sócio-proprietário do Espaço Oficina – Galeria Estúdio, em Florianópolis. Design Gráfico - Cesar Augusto Vitelli tem know-how em Design Gráfico, Design Editorial, Planejamento e Processos de Produção e Marketing, atuando há 32 anos nos segmentos editorial, gráfico, jornalístico e educacional. Foi gerente industrial, editor, produtor, redator, consultor e professor. Em São Paulo trabalhou nos jornais Folha de São Paulo, O Estado de S. Paulo, Diário Comércio e Indústria, Diário Popular, entre outros. Também passou pela na editora Manole, Intek Bureau, o cursinho Universitário na Faculdade Oswaldo Cruz e na Teorema Pesquisas de Mercado, na ocasião do lançamento do Kadett no Brasil. Reside em Santa Catarina desde 1993, onde lecionou comunicação visual e gráfica no Serviço Nacional do Comércio (Senac-SC). Prestou serviços a diversas gráficas e editoras, em publicações nacionais e internacionais. Foi consultor do Sebrae, da Cooperativa de Consultoria e Treinamento (Cootragel), do Núcleo de Desenvolvimento Empresarial, assessorando o Jornal da Manhã, de Criciúma, e a Intelbras, entre outras empresas importantes, além de ser um dos fundadores do Instituto para o Desenvolvimento das Artes Gráficas (Idag). Foi sócio-administrativo da Casa Luso-Brasil de Promoção Social, diretor da Pró-Música de Florianópolis e associado da Catarinarte, ambas produtoras culturais. Além da Vitelli Design, dirige o site mvzika, portal de comunicação do segmento musical, e a Vitelli Publisher, editora de livros, revistas e jornais.
PROJETO ARQUIVADO.