| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 17170150000146 | VALLOUREC TUBOS DO BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 824,8 mil |
O Conhecer Para Cuidar contribui para o interesse pela memória e pelo cuidado com o patrimônio nacional desde 2011.Agora, em sua nova edição em MG,representará por sua metodologia quatro ícones da arquitetura,da cultura e da história do estado: Igreja São Francisco de Assis(Conjunto Moderno da Pampulha-BH/MG); Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos(Congonhas/MG); o Museu da Inconfidência(Ouro Preto/MG) e o Museu do Diamante(Diamantina/MG). Nesta edição, o projeto, que ostenta 10 anos de existência, apresenta enriquecimento em sua metodologia. Às atividades de formação cultural serão somadas a distribuição de livros de cada um dos 4 bens representados. Os livros possuem 03 dimensões:conteúdo,cartas que interagem com um aplicativo digital e material para a montagem de maquetes, em papel,dos bens. Serão distribuídos,gratuitamente, 2.500 exemplares de cada livro, durante a realização das "Vivências Conhecer Para Cuidar" e das "Interações Digitais Conhecer Para Cuidar" em cada cidade.
- Vivência Conhecer Para Cuidar: A ?Vivência Conhecer Para Cuidar? apresenta os principais fundamentos teóricos sobre o ?Patrimônio Cultural?. A Vivência promove o debate acerca das ações voltadas para a proteção patrimonial e os seus significados no dia a dia. Na segunda parte, ocorre a realização da atividade prática de montagem de maquete do patrimônio cultural representado. Nas Vivências Conhecer Para Cuidar, adultos, jovens e crianças, moradores das localidades atendidas e/ou usuários dos espaços selecionados, montam a maquete a partir do material disponibilizado pelo projeto (Livro Conhecer Para Cuidar). As Vivências Conhecer Para Cuidar são realizadas com até 80 participantes e durante 105 minutos, por atividade. Os participantes são distribuídos em 08 mesas com 10 pessoas em cada uma e realizam a montagem, em grupo e de forma colaborativa, de uma maquete por mesa. Cada mesa terá a colaboração e mediação dos monitores do Projeto (01 por mesa) e dos dois coordenadores de campo. Ao final das "Vivências" cada participante recebe o seu livro para realizar todas as atividades com os seus familiares. Em cada localidade serão realizadas 20 vivências, totalizando 60 atividades nesta edição do Projeto. O público alvo são alunos do fundamental I (alunos a partir dos 08 anos de idade) das escolas públicas das localidades. - Interações Digitais Colaborativas: Durante as vivências cada mesa recebe um tablet, neste equipamento está instalado o app Conhecer Para Cuidar. O ?App Conhecer Para Cuidar? disponibilizará interações de realidade virtual, aumentada e mista. Para tanto, ele se utilizará, de forma inovadora, de cartas impressas (também encartadas no livro) com marcadores digitais que são reconhecidos pelo aplicativo (tecnologia Vumark, entre outras). As cartas apresentarão ações interativas com diferentes formas de serem jogadas ou utilizadas pelos usuários e pelos educadores. As atividades serão realizadas com até 80 participantes e durante 105 minutos, por atividade. Os participantes são distribuídos em 08 mesas com 10 pessoas em cada uma e realizam a montagem, em grupo e de forma colaborativa, de uma maquete por mesa. Cada mesa terá a colaboração e mediação dos monitores do Projeto (01 por mesa) e dos dois coordenadores de campo. Ao final das "Vivências" cada participante recebe o seu livro para realizar todas as atividades com os seus familiares. Em cada localidade serão realizadas 20 vivências, totalizando 60 atividades nesta edição do Projeto. - Livros da Coleção Conhecer Para Cuidar. O projeto entregará o material (as lâminas com as peças) que permite a montagem das maquetes em miniatura, encartado em um livro com 24 páginas de conteúdo. Assim, os educadores, os gestores municipais e demais lideranças educacionais e culturais, contarão com um recurso gráfico ainda mais completo (do que as edições anteriores do Conhecer Para Cuidar) e que reunirá dados, informações, imagens e texto sobre o bem representado, permitindo dar às vivências e interações do Projeto, mais referências conceituais, como também, propiciará aos educadores, o uso (do material) em outros momentos, replicando as vivências e aumentando o alcance da iniciativa. Os livros possuem sistemático alinhamento com as políticas públicas e os principais balizamentos das entidades que promovem a gestão do patrimônio cultural das cidades participantes, no Estado e no Brasil. Ressalte-se ainda e, especialmente, a articulação do conteúdo com a BNCC - Base Nacional Comum Curricular para o Ensino Básico.Cada bem representado, tem um livro distinto e uma maquete diferente. Disponibilizamos links para acesso aos arquivos digitais dos livros que serão adquiridos pelo projeto: Livro da Coleção Conhecer Para Cuidar – Igrejinha da Pampulha https://drive.google.com/file/d/1HOLWdV0kDy0S-z0GaivOBeqoGtl0ld0L/view?usp=sharing ISBN: 978-85-54328-02-3 Livro da Coleção Conhecer Para Cuidar – Museu da Inconfidência de Ouro Preto https://drive.google.com/file/d/1wC9Xu3zhpFTQu36DniqI8qLRqUTvBuf1/view?usp=sharing ISBN: 978-65-992691-1-0? Livro da Coleção Conhecer Para Cuidar – Santuário do Senhor Bom Jesus de Matozinhos – Congonhas https://drive.google.com/file/d/1C3KN8yQMt6oFQW9d31QbWSSEDRAxrzmG/view?usp=sharing ISBN: 978-65-992691-0-3? Livro da Coleção Conhecer Para Cuidar – Diamantina e o Passadiço da GlóriaISBN: 978-85-54328-10-8 - Aplicativo Digital Conhecer Para Cuidar (com Cartas Interativas). O ?App Conhecer Para Cuidar? disponibiliza interações de realidade virtual, aumentada e mista. Ele utiliza, de forma inovadora, cartas impressas (também encartadas no Livro) com marcadores digitais que são reconhecidos pelo aplicativo (tecnologia Vumark, entre outras). As cartas apresentam ações interativas com diferentes formas de ser jogadas ou utilizadas pelos usuários e pelos educadores. A utilização de um recurso digital de "fronteira" não pretende copiar a grande parte dos aplicativos disponibilizados no mercado que apostam em desafios pequenos e muita recompensa (por meio de pontos, ascensão a níveis superiores, etc.), programados para manter a atenção do usuário pelo maior tempo possível. Aqui, a nossa aposta propõe a oferta de mais conteúdos por meio de recursos lúdicos com uso colaborativo. Um conjunto de atividades se somam para o sucesso da iniciativa, são elas: Aquisição e distribuição dos 04 Livros Conhecer Para Cuidar; Realização de 128 ?Vivências Conhecer para Cuidar?, com 80 vagas em cada, alcançando um total de 10.000 participantes. Realização simultânea das 128 ?Interações Digitais Colaborativas?, com 80 vagas em cada. Ao final das "Vivências Conhecer Para Cuidar" e da realização das ?Interações Digitais Colaborativas? cada participante recebe - GRATUITAMENTE - o seu livro com conteúdo, lâminas para a montagem da sua maquete e as cartas interativas do aplicativo digital, que poderá ser utilizado em casa, com os seus familiares e também na escola. Com isso, o projeto intensifica o seu alcance e aumenta a sua permanência. Inicialmente o Projeto planejou a execução de 80 Vivências Conhecer Para Cuidar, nos municípios de Ouro Preto, Belo Horizonte, Diamantina e Congonhas. Com público estimado de 6400 participantes, além da entrega de mais 3600 livros para as bibliotecas e escolas públicas. Como resultado da adequação à realidade e do empenho de recursos próprios, viabilizamos também a realização de mais 48 Vivências e Interações Digitais, em mais quatro municípios, Caetanópolis, Paraopeba, Olhos D’água e Abaeté (12 Vivências e mais 12 Interações, em cada um dos municípios). - CONTRAPARTIDA SOCIAL: ?Workshop Conhecer Para Cuidar para Educadores?: 120 minutos de duração, em um dia, na semana de atividades em cada localidade. A atividade ocorre no período noturno, e tem como público alvo gestores públicos e privados, estudantes de cursos superiores, educadores públicos, etc. A previsão é de receber até 160 participantes por localidade. A atividade propõe discutir os principais conceitos do patrimônio cultural com os participantes da atividade.
Objetivo geral: O Conhecer Para Cuidar MG entende que as comunidades são detentoras e produtoras de referências culturais, portanto, durante as "Vivências? e as ?Interações Digitais", além do compartilhamento de conceitos, o objetivo principal do projeto é criar a oportunidade de o participante trocar e construir saberes, coletivamente. Consideramos que os estímulos propiciarão reflexões dos grupos sociais participantes em relação ao seu próprio patrimônio, possibilitando que cada sujeito, com base em suas vivências, possa: compreender, pensar e compartilhar percepções sobre o que é Patrimônio Cultural e a importância dele nas mais diversas áreas: cultural, histórica, social, econômica, espiritual, educacional, emocional, ambiental, etc. Nesta edição, o Projeto estima atender a um público total direto de 10.000 participantes, e de forma indireta, outros 40.000 participantes, nas oito localidades escolhidas. Objetivos específicos: a) Promover a educação patrimonial e afirmar os hábitos de cuidado em relação ao patrimônio cultural tombado das cidades de Belo Horizonte, Brumadinho, Ouro Preto, Congonhas, Paraopeba, Caetanópolis, Abaeté e Olhos D’água, por meio da oferta de vivências e interações durante as atividades de campo do projeto, assim como por meio da montagem de 2.500 maquetes miniaturizadas, de cada um dos 4 patrimônios icônicos de Minas Gerais e, por que não registrarmos, do mundo, já que todos eles receberam a chancela da UNESCO como patrimônios culturais da humanidade. Tudo isso para despertar nos educandos, e na sociedade em geral, o senso de preservação da memória histórica e a circulação de significados sociais decorrentes do patrimônio cultural; b) Realizar pesquisas de percepção sobre a gestão do patrimônio cultural nas cidades de Belo Horizonte, Brumadinho, Ouro Preto, Congonhas, Paraopeba, Caetanópolis, Abaeté e Olhos D’água, sobre os saberes locais em relação aos bens culturais, por meio de entrevistas com gestores e lideranças culturais das respectivas cidades; c) Aquisição e distribuição gratuita de 2.500 livros (que permitirão a montagem de 2.500 maquetes em miniaturas) de cada um dos 04 bens representados: a Igreja São Francisco de Assis (Conjunto Moderno da Pampulha - Belo Horizonte/MG); o Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos (Congonhas/MG); o Museu da Inconfidência (Ouro Preto/MG) e Diamantina e o Passadiço da Glória (Diamantina/MG); d) Realizar 128 ?Vivências Conhecer Para Cuidar? para até 6.400 educandos, educadores e demais integrantes da comunidade em cada uma das quatro cidades de Belo Horizonte, Congonhas, Brumadinho e Ouro Preto, serão 5 dias de atividades em cada cidade. e) Realizar, adicionalmente e através de recursos próprios (como resultado da adequação à realidade do projeto) outras 48 ?Vivências Conhecer Para Cuidar? para 3.600 educandos, educadores e demais integrantes das cidades de Abaeté, Olhos D’agua, Paraopeba e Caetanópolis, durante 3 dias de atividades em cada cidade. Cada ?Vivência? tem capacidade para acolher até 80 participantes de forma simultânea; f) Realizar 128 ?Interações Digitais Colaborativas? para até 6.400 educandos, educadores e demais integrantes da comunidade em cada uma das quatro cidades de Belo Horizonte, Congonhas, Brumadinho e Ouro Preto, durante 5 dias de atividades em cada cidade. g) Realizar, adicionalmente e através de recursos próprios outras 48 ?Interações Digitais Colaborativas? para 3.600 educandos, educadores e demais integrantes das cidades de Abaeté, Olhos D’agua, Paraopeba e Caetanópolis, durante 3 dias de atividades em cada cidade . Cada ?Interação? tem capacidade para acolher até 80 participantes de forma simultânea; f) Contribuir para a compreensão pelos educandos, educadores e a sociedade em geral de conceitos básicos sobre preservação patrimonial tais como: tombamento, bem cultural, patrimônio cultural, conselhos de defesa do patrimônio cultural, bem cultural material e imaterial etc., e, consequentemente, para a promoção da interação das comunidades com a edificação tombada, reconhecendo-a como elemento de sua identidade; g) Promover o exercício e os debates sobre a cidadania cultural, entendida como acesso à cultura e o direito à memória histórica, de forma a gerar novas contribuições para os desafios que envolvem a gestão do patrimônio cultural do estado, notadamente a preservação dos bens culturais, a significação do patrimônio no dia a dia das pessoas e a vinculação das ações públicas de proteção com políticas públicas de áreas afins: cultura, educação, turismo, meio ambiente, mobilidade urbana, desenvolvimento municipal, etc; h) Dar continuidade, com alto grau de inovação, às edições do Projeto Conhecer Para Cuidar, contribuindo para a valorização e a proteção do patrimônio cultural do estado e do Brasil; i) Articular e interagir com a secretaria estadual de educação, e as secretarias municipais de educação de cada cidade, para o aproveitamento de sinergias e o alinhamento das atividades do Conhecer Para Cuidar, com as políticas públicas da área cultura e educacional, sobretudo por decorrência das novas ferramentas (livro, aplicativo, guia do educador) disponibilizadas pelo projeto; j) Contribuir para o desenvolvimento das atividades turísticas nas cidades atendidas por meio da divulgação dos patrimônios representados e pela disseminação de informações (e detalhes) sobre os referidos bens para a população local, propiciando que os moradores possam acolher de forma ainda mais consistente os turistas; h) CONTRAPARTIDA SOCIAL _ Realizar o ?Workshop Conhecer Para Cuidar para Educadores? para educadores, profissionais e lideranças encarregadas da gestão do patrimônio nas cidades participantes, além de convidarmos os gestores públicos e privados, estudantes de cursos superiores, educadores públicos, etc. A previsão é receber até 160 participantes no Workshop, por cidade atendida.
O projeto adota e contribui para a disseminação das premissas conceituais balizadoras da Educação Patrimonial no Brasil: construção coletiva do conhecimento; integração dos bens culturais nos espaços de vida das pessoas; importância do processo de mediação na aprendizagem humana, a existência de conflitos na definição do que é reconhecido oficialmente como Patrimônio Cultural nacional; entendimento de que os equipamentos públicos devem se tornar espaços educativos; estabelecimento de vínculos das políticas públicas de patrimônio às de cultura, turismo, meio ambiente, educação, saúde, desenvolvimento urbano; além da indispensável abordagem dialógica onde não se realiza a educação como reprodutora de informações, mas sim acolhendo o repertório e as contribuições do "público-alvo". A intenção é sensibilizar os participantes (crianças, jovens e adultos) sobre a importância do patrimônio histórico cultural, a necessidade de conhecê-lo e preservá-lo, assim como estimular a identificação, por eles, do que existe de valor à sua volta ao juízo deles (mesmos). Nessa linha, a proposta de capacitação não foca somente na distribuição de informações. Muito mais do que entender os participantes das atividades como meros consumidores de informações, a práxis do Projeto mira em estimular crianças, jovens e adultos a entenderem o patrimônio cultural como um ?...campo de conflito...? no qual ?...diferentes segmentos, setores e grupos sociais envolvidos na definição dos critérios de seleção, na atribuição de valores e nas práticas de proteção dos bens e manifestações culturais...? negociam as suas "... diversas noções de patrimônio" (IPHAN, 2014). O Projeto também se propõe a "... recuperar, valorizar e ressignificar a trajetória seguida por outros - que a seu modo e em outros tempos, se debruçaram sobre a importante tarefa de encontrar ferramentas para valorizar e preservar a memória e o Patrimônio Cultural brasileiro..." (IPHAN 2014). O Conhecer Para Cuidar MG tem características importantes que favorecem a sua execução, sobretudo, o entendimento de que precisa estar sempre aprendendo nas interações que realiza com as comunidades. Entre as razões que justificam a proposição de execução do Projeto destacamos: - Histórico e racionalização dos custos: Os resultados das edições anteriores comprovam o sucesso desta iniciativa (vide website: < www.conhecerparacuidar.com.br>). O Conhecer Para Cuidar já realizou seis edições em Minas Gerais, uma edição no Rio de Janeiro e cinco em São Paulo. Nessas edições (que contaram com a versão inicial da nossa metodologia) foram representados: no Estado de São Paulo: Museu da Imigração; Palacete Scarpa; Teatro do Engenho; Escola Estadual Dona Sinhá Junqueira; Colégio Nossa Senhora do Rosário; Teatro Padre Bento; Complexo FEPASA; Museu da Língua Portuguesa; Centro Internacional de Estudos, Memória e Pesquisa da Infância; No estado do Rio de Janeiro: Fazenda do Engenho Novo; Centro Ferroviário Guilherme Nogueira _ Rocha Leão; Em Minas Gerais: Casa de Cultura Nair Mendes Moreira; Igreja Nossa Senhora da Piedade; Escola Estadual Marcolino de Barros; Estação Ferroviária de Miguel Burnier; Minas Tênis Clube; Museu das Minas e do Metal; Colégio Santo Agostinho; Colégio Santa Dorotéia; Museu de Artes e Ofícios; Santuário Basílica Nossa Senhora da Piedade, entre outros. Além do enriquecimento das atividades, essa longeva experiência de execução, vem proporcionando uma racionalização importante nos custo (apesar do impacto inflacionário), com, inclusive, o uso de recursos próprios em rubricas administrativas e de produção, que viabilizaram, por exemplo, a execução do Projeto em mais quatro cidades (Abaeté, Caetanópolis, Olhos D’água e Paraopeba), com 3 dias de atividades em cada uma das referidas cidades (como decorrência da presente adequação à realidade). Com isso o Conhecer Para Cuidar, em cada edição, sempre atende a um público novo e contribui para o processo de sensibilização de mais pessoas em prol da valorização e preservação do nosso patrimônio. - Atualização conceitual: O Projeto realizou uma profunda atualização conceitual e incorporou dimensões importantes como por exemplo a que reconhece ser o Patrimônio Cultural um campo de conflito. Esta revisão das premissas permitiu enriquecer e intensificar a dialética já exercitada nas ?Vivências e Interações? e que agora também está presente nas pesquisas de percepção, no treinamento dos monitores, na orientação dos coordenadores de campo e, especialmente, nas "entregas" à sociedade. Registre-se a presença, na equipe do projeto, de um corpo de especialistas com comprovadas realizações na área. - Parceria com os patrimônios representados:o Projeto apresenta, já na sua inscrição, a anuência dos seus atuais gestores dos 04 bens a serem representados nesta edição. Não é demais registrar que os referidos bens possuem tombamento municipal, estadual e federal, além de reconhecimento mundial. - Rede de apoio: Conquistada pelo Projeto é muito representativa e composta pelas seguintes entidades: IPHAN _ Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Superintendência de MG; IBRAM - Instituto Brasileiro de Museus; IEPHA _ Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais; INEPAC _ Instituto Estadual de Patrimônio Cultural do Estado do RJ; CONDEPHAAT _ Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo, UPPM/SP _ Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico do Estado de São Paulo; UPPH/SP _ Unidade de Preservação do Patrimônio Histórico do Estado de São Paulo. O Conhecer Para Cuidar foi ainda chancelado pela UNESCO em 2016, processo que visa representar todos os sítios culturais ?Patrimônios Culturais da Humanidade? sediados no Brasil. Outros dois apoios conquistados em março de 2017: a chancela da OEI - Organização dos Estados Ibero Americanos e a parceria da Fundação Oscar Niemeyer. - Aumento da abrangência: No final de 2018, o Projeto foi selecionado pela APEX Brasil para integrar o Mercado das Indústrias Criativas do Brasil - MICBR 2018 - com vistas à sua internacionalização. Ressalta-se, especialmente, a importância do mecanismo de incentivo à cultura na execução do Projeto, apontando-se, os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. A execução do projeto se dará de forma gratuita para todos os participantes, prioritariamente, constituídos de educadores e educandos de escolas públicas das cidades participantes. VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. A execução do projeto é estruturada visando contribuir para a valorização, divulgação e preservação dos patrimônios representados: a Igreja São Francisco de Assis (Conjunto Moderno da Pampulha - Belo Horizonte/MG); o Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos (Congonhas/MG); o Museu da Inconfidência (Ouro Preto/MG) e Diamantina e o Passadiço da Glória (Diamantina/MG). IX - Priorizar o produto cultural originário do País. O material de referência a ser utilizado durante as Vivências Conhecer Para Cuidar é produzido no Brasil e reúne a experiência e o talento de vários especialistas e profissionais ligados à cultura e à gestão do patrimônio nacional. Além das justificativas acima descritas, registramos que os objetivos do Projeto se enquadram no Art. 3º da Lei 8313/91 III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Continuação Especificações Técnicas do Produto: PRODUTO 03: 10.000 LIVROS CONHECER PARA CUIDAR. Serão adquiridos 2.500 exemplares de cada um dos 04 (quatro) diferentes livros. O livro 01, representando o Diamantina e o Passadiço da Glória. O livro 02, representando a Igrejinha da Pampulha, de Belo Horizonte. O livro 03, representando o Museu da Inconfidência, de Ouro Preto e o Livro 04 representando o Santuário do Bom Senhor Jesus de Matosinhos de Congonhas. Cada livro conterá: a) 24/páginas de conteúdo sobre cada bem, de acordo com a Linha Editorial; b) mais 10 a 12 páginas com lâminas e peças para recortar e montar uma maquete, em miniatura de cada bem; c) além de 02 páginas contendo cartas interativas do aplicativo digital com atividades relativas aos bens. Especificações: Formato A4: 22x29,7 cm Capa: 4x0 cores, Papel Cartão Triplex 300 grs Miolo 01: Conteúdo: 12 folhas (24 páginas), 4x4 off set 120 grs Miolo 02: 11 lâminas destacáveis, couchê 210 grs, 4x0 cores Miolo 03: 02 lâminas destacáveis (aplicativo digital), couchê 210 grs, 4x0 cores Acabamento: colado Como referência das obras da Coleção Conhecer Para Cuidar apresentamos os Livros: Livro da Coleção Conhecer Para Cuidar – Igrejinha da Pampulha - ISBN: 978-85-54328-02-3 Livro da Coleção Conhecer Para Cuidar – Museu da Inconfidência de Ouro Preto - ISBN: 978-65-992691-1-0? Livro da Coleção Conhecer Para Cuidar – Santuário do Senhor Bom Jesus de Matozinhos – Congonhas - ISBN: 978-65-992691-0-3? Livro da Coleção Conhecer Para Cuidar – Diamantina e o Passadiço da Glória - ISBN: 978-85-54328-10-8 Material protegido pela Lei Federal do Direito Autoral n.º: 9.610, de 19.02.1998. PRODUTO 04: Produção da transcrição de áudio dos 03 Livros (podcast): Cada Livro da Coleção Conhecer Para Cuidar será disponibilizado também em podcast, permitindo o acesso ao conteúdo dos livros para pessoas com deficiência visual e outros transtornos de leitura, como dislexia, hiperlexia, entre outros. PRODUTO 05 - CONTRAPARTIDA SOCIAL: ?Workshop Conhecer Para Cuidar para Educadores? : O ?Workshop Conhecer Para Cuidar para Educadores? apresenta os principais fundamentos teóricos sobre "Patrimônio Cultural?, as decorrentes ações desenvolvidas para a proteção dos bens tombados no estado de Minas Gerais, além de cases de sucesso já realizados no Brasil e no mundo na área de educação patrimonial, além de estimular o debate sobre a proteção cultural e o cotidiano das pessoas e a vinculação das ações de patrimônio cultural com as políticas públicas afins: cultura, educação, turismo, meio ambiente, mobilidade urbana, desenvolvimento municipal, etc. O público alvo do Workshop são profissionais e lideranças do setor de defesa do patrimônio histórico do estado de Minas Gerais, gestores públicos e privados, estudantes de cursos superiores, educadores públicos, etc. A previsão é de receber até 160 participantes por localidade. A carga horária prevista é de 120 minutos de atividades, por localidade, com a seguinte programação: 0min a 20min: aprofundamento dos conceitos sobre ?Educação Patrimonial? e ?Patrimônio Cultural?, tais como: tombamento, bem cultural, patrimônio cultural, conselhos de defesa do patrimônio cultural, bem cultural material e imaterial etc.; apresentação de cases internacionais de proteção do patrimônio tombado?; 20min a 45min: apresentação dos resultados das pesquisas de percepção realizadas junto à comunidade e os resultados das pesquisas técnicas e históricas sobre os 03 imóveis tombados. Cada workshop poderá receber até 160 participantes. 45min a 90min: debate sobre: a) os resultados das pesquisas de percepção, b) a proteção cultural e o cotidiano das pessoas e; c) a vinculação das ações de patrimônio cultural com as políticas públicas afins: cultura, educação, turismo, meio ambiente, mobilidade urbana, desenvolvimento municipal, etc. 90min a 115min: montagem demonstrativa (rápida) das maquetes produzidas; 115min a 120min: conclusões finais. INFORMAÇÕES ADICIONAIS O Projeto Conhecer Para Cuidar MG previa, inicialmente, realizar as suas ações em quatro cidades: Brumadinho, Belo Horizonte, Ouro Preto e Congonhas, atendendo a um público direto de 6.400 participantes, adicionando a distribuição gratuita, para as escolas e bibliotecas públicas, de 3.600 livros adquiridos, 900 exemplares de cada bem representado. Com a presente adequação à realidade, através de importante esforço financeiro somado à articulação entre os parceiros da iniciativa o Conhecer Para Cuidar, sem qualquer aumento no valor total via incentivo, manterá a doação as 3.600 unidades de livros e realizará as atividades do Projeto nas escolas públicas de mais 04 cidades mineiras: Abaeté, que receberá o 900 unidades do Livro Conhecer Para Cuidar – Santuário do Bom Senhor Jesus de Matosinhos; a cidade de Olhos D’água, que receberá 900 unidades do Livro Conhecer Para Cuidar - Diamantina e o Passadiço da Glória, a cidade de Paraopeba, que receberá 900 unidades do Livro Conhecer Para Cuidar Museu da Inconfidência e, por último, a cidade de Caetanópolis, que receberá 900 unidades do Livro Conhecer Para Cuidar - Igrejinha da Pampulha. Nessas cidades serão realizadas, adicionalmente, 48 ?Vivências Conhecer Para Cuidar?, e 48 ?Interações Digitais Colaborativas?, totalizando 12 atividades de cada uma das quatro cidades adicionadas ao Projeto. Desta forma, o Projeto, sem qualquer impacto adicional ao valor total incentivado, intensificará os desejáveis valores de democratização de acesso (ao atender, adicionalmente, a um público direto estimado em 3.600 pessoas e indireto de 14.400 pessoas) e circulação do produto cultural (ao incluir outras 04 novas cidades a serem atendidas) .
PRODUTOS CULTURAIS: PRODUTO 01: 128 "VIVÊNCIAS CONHECER PARA CUIDAR” Ementa das Vivências Conhecer Para Cuidar: A "Vivência" inicia-se com a apresentação, pelos coordenadores, dos principais conceitos sobre "Patrimônio Cultural", as definições atuais de patrimônio material e imaterial. O conceito de tombamento e as suas tipologias. Após o compartilhamento conceitual, inicia-se a apresentação do bem representado pelo Projeto naquela cidade, sua história e a evolução de seus usos ao longo dos anos, além da sua situação atual de conservação e destinação. Essa primeira parte representa o ponto de partida do Projeto, definida pelo verbo “Conhecer”. A partir desse momento os participantes são estimulados a identificarem outros bens culturais da cidade, sejam eles materiais ou imateriais. Inicia-se o “Jogo do Conflito” no qual os monitores, em cada mesa, buscam escutar o que é importante, na cidade, para os integrantes daquela mesa e é eleito um item entre os apontados. Um participante de cada mesa é convidado a apresentar o item eleito na sua mesa. Entre os 08 itens (um de cada mesa) é realizada uma votação e os monitores estimulam um debate sobre a votação e a escolha do bem mais votado. Na sequência, a “Vivência” oferta a atividade de montagem da maquete do bem tombado representado pelo Projeto. Cada mesa monta, de forma colaborativa e em grupo, uma maquete. Simultaneamente à montagem da maquete em grupo, e até o final da “Vivência”, os participantes desenvolvem a atividade “Interações Digitais Colaborativas”. Através da utilização do app e das cartas interativas, serão estimulados debates sobre: a integração dos bens culturais nos espaços de vida das pessoas; existência de conflitos na definição do que é valor ou patrimônio cultural; a importância dos espaços públicos nos processos educativos; os vínculos desejáveis das políticas públicas de patrimônio com às de cultura, turismo, meio ambiente, educação, saúde, e desenvolvimento urbano. O fechamento da atividade é realizado com uma discussão sobre o que eles vivenciaram e, considerando que cada integrante receberá um Livro, como poderão transmitir as suas experiências (da Vivência) quando forem montar a sua maquete com os seus familiares. Durante as "Vivências", causos e histórias típicas de moradores que aconteceram no bem representado serão apresentados por pessoas da terceira idade ou, na impossibilidade, pelos monitores e coordenadores, a partir das pesquisas de percepção realizadas. Ao final da atividade, cada participante receberá o seu exemplar do Livro Conhecer Para Cuidar e as orientações para uso do material, em casa, com os familiares e também na escola. PRODUTO 02: 128 "INTERAÇÕES DIGITAIS COLABORATIVAS" O “App Conhecer Para Cuidar” disponibilizará interações de realidade virtual, aumentada e mista. Para tanto, ele se utilizará, de forma inovadora, de cartas impressas (encartadas nos livros) com marcadores digitais que são reconhecidos pelo aplicativo (tecnologia Vumark, entre outras). As cartas apresentarão ações interativas com diferentes formas de serem jogadas ou utilizadas pelos usuários e pelos educadores. Será realizada a inserção de conteúdos e atividades de cada bem/cidade no Aplicativo Digital Conhecer Para Cuidar. Nesse momento, inicia-se a segunda parte das atividades: as "Interações Digitais Colaborativas". O aplicativo instalado nos tablets do projeto "lê" as cartas - e a lâmina para pintura - e disponibiliza ainda mais ludicidade, sem deixar de ser consistente. As cartas são “programadas/criadas” tendo como referência: Carta 01: O personagem do projeto, Prof. Caramuru. Ele “aparece”, apresenta o bem representado e faz o convite às interações e desafios a serem realizadas de forma colaborativa; Carta 02: contém um Quiz, com a disponibilização de perguntas e respostas, customizáveis por cidade, e sempre de acordo com as pesquisas realizadas e as diretrizes das políticas públicas locais e estaduais; Carta 03: apresenta, em forma de vídeo, informações e conteúdos sobre a paisagem do entorno do bem representado, ou sobre o histórico da construção, ou sobre a entidade que faz a gestão do bem representado. Carta 04: Carta que apresenta curiosidades sobre o bem etc; Pintura 3D: a carta apresenta o desenho do contorno do bem representado para que o participante faça a pintura, o aplicativo, de forma “mágica” disponibiliza, em tempo real, a projeção em 3D do ato da pintura, além de um botão para girar o modelo 3D, com opção de tirar foto (print) da referida pintura realizada pelo participante. CARGA HORÁRIA DAS VIVÊNCIAS E DAS INTERAÇÕES DIGITAIS: A carga horária prevista para a realização das atividades - Vivências Conhecer Para Cuidar + Interações Digitais Colaborativas - é de 105 minutos por turma, distribuídos nos seguintes horários: Manhã - 07:30 a 09:15h / 09:25 a 11:10h – duração: 1:45h; Tarde - 13:30 a 15:15h / 15:25 a 17:10h - duração: 1:45h; PROGRAMAÇÃO E NÚMERO DE VAGAS DAS VIVÊNCIAS INTERAÇÕES: 0 min a 15 min: conceitos gerais sobre Educação Patrimonial e Patrimônio Cultural, tais como: tombamento, bem cultural, patrimônio cultural, conselhos de defesa do patrimônio cultural, bem cultural material e imaterial etc.; apresentação dos resultados das pesquisas de percepção e debate entre os participantes sobre educação patrimonial e a vida cotidiana; informações técnicas e históricas sobre o bem escolhido para a montagem, além da evolução do seu uso ao longo dos anos; 15 min a 100 min: Estímulo à identificação de outros bens culturais da cidade; Jogo do Conflito, com a escolha de 08 bens importantes para os participantes na cidade, um por mesa, com votação e debates; montagem das maquetes. A dinâmica prevê que os participantes montem uma maquete em cada uma das 08 mesas, dos espaços destinados ao projeto, ou seja, em cada mesa 10 participantes montam, de forma colaborativa, uma maquete com auxílio de um monitor do projeto. Assim, teremos o número de 80 vagas por Vivências + Interações, sendo realizadas 04 Vivências + Interações por dia, em cada cidade prevista para o projeto. Simultaneamente, à montagem das maquetes, são realizadas as Interações Digitais Colaborativas. Novamente, em cada mesa é disponibilizado um tablet com o aplicativo digital do projeto já instalado. Com o uso das cartas interativas será possível gerar estímulos a mais debates. As referidas cartas podem disponibilizar conteúdos e atividades tanto sobre o bem que está sendo representado no projeto, quanto sobre os desafios da cidade em relação à gestão do patrimônio cultural, ou ainda, estarem alinhadas aos objetivos educacionais das entidades apoiadoras. 100 min a 105 min: conclusões finais, orientações de uso e distribuição, GRATUITA, de um Livro para cada participante se aprofundar no conteúdo sobre o patrimônio, montar, com a família, a sua maquete, realizar as interações virtuais propostas nas cartas interativas do aplicativo digital e compartilhar os debates realizados em sala de aula com os seus familiares e amigos. RECURSOS UTILIZADOS NAS VIVÊNCIAS INTERAÇÕES: - Informações, dados, depoimentos, etc. sobre cada uma das 04 maquetes (bens tombados escolhidos para o Projeto); - Resultados das pesquisas de percepção; - Livros dos 04 bens tombados selecionados; - Recursos de projeção multimídia e sonorização; - 08 monitores (locais) treinados e 02 coordenadores; - 08 tablets com o Aplicativo Digital Conhecer Para Cuidar - Lista de causos e histórias ocorridas no bem representado será também usada como material didático, e de consulta, buscando demonstrar a ligação do bem à vida das pessoas. CONTINUAÇÃO EM INFORMAÇÕES ADICINAIS.....
Vivências Conhecer Para Cuidar e Interações Digitais Colaborativas Conhecer Para Cuidar: Acessibilidade para portadores de mobilidade reduzida e para deficientes visuais: A execução do projeto nas cidades de Ouro Preto, Belo Horizonte, Congonhas e Brumadinho será realizada em estrutura móvel (estacionada em local que nenhum impacto cause ao patrimônio municipal), dotada de elevador para acesso de cadeirante, climatizada e customizada. Nas demais cidades, de Caetanópolis, Paraopeba, Olhos D’água e Abaeté, as atividades do Projeto serão realizadas nas estruturas das escolas públicas, devidamente equipadas para receberem os alunos com mobilidade reduzida, uma vez que são dotadas de rampas de acesso, pisos táteis, guias, etc. O mobiliário que será usado no Projeto é projetado para receber cadeirantes de forma confortável, além de seguirem a ergonomia recomendada para crianças e jovens. Desta forma conseguimos criar nos locais das atividades uma estrutura similar, ou melhor, que os alunos têm nas escolas públicas que frequentam. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Cenografia/material/confecção Locação de Sala de Espetáculo Acessibilidade Para Deficientes Auditivos: Em cada localidade, um monitor, ou coordenador de campo, devidamente preparado, utilizará a linguagem de sinais para a mais acolhedora recepção de alunos (ou educadores) com deficiência auditiva. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Contratação de estagiário/monitor: contratar estagiário que possui habilidade com a linguagem de libras para atender os portadores de deficiência auditiva. LIVROS CONHECER PARA CUIDAR Acessibilidade para deficientes visuais (acessibilidade de conteúdo): O Projeto Conhecer Para Cuidar MG disponibilizará transcrição em áudios (formato de podcast) dos quatro livros distribuídos pelo Projeto. Os áudios permitirão acessibilidade de pessoas com deficiência visual ou de pessoas portadoras de transtornos de leitura como dislexia, hiperlexia, entre outros, ao material de referência utilizado na realização das ?Vivências Conhecer Para Cuidar? e nas ?Interações Digitais Colaborativas?. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Áudio descrição/Podcast - produção da transcrição de áudio dos livros (podcast): produção das transcrições dos áudios dos Livros do Museu da Inconfidência de Ouro Preto, Igrejinha da Pampulha de Belo Horizonte, Diamanitna e o Passadiço da Glória e o Santuário do Bom Senhor Jesus de Matosinhos em Congonhas. Acessibilidade para deficientes auditivos (acessibilidade de conteúdo): Apresentação da ?Vivência Conhecer Para Cuidar? e das "Interações Digitais Colaborativas? por meio da linguagem de sinais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores de Campo: Monitoria das Vivências Conhecer Para Cuidar (incluindo alimentação e transporte local, sem hospedagem). Obrigatoriamente, pelo menos um monitor deverá dominar a linguagem de libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade para portadores de mobilidade reduzida e para deficientes visuais: O ?Workshop Conhecer Para Cuidar para Educadores? será realizado em locais públicos dotados de rampas de acesso, guias, etc. acessíveis a cadeirantes e a pessoas com mobilidade reduzida e idosos. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Locação de Sala de Espetáculo. Estrutura de montagem para o Projeto Conhecer Para Cuidar: Preparação do local para execução do Projeto Conhecer Para Cuidar.
O Projeto Conhecer Para Cuidar MG promoverá a participação do público que tem pouco, ou nenhum, acesso a atividades culturais. Nesse contexto, o Projeto adotará uma série de medidas para viabilizar o alcance desta meta, tais como: a) Os locais para realização das atividades nas cidades serão escolhidos em articulação com os gestores locais com a premissa de serem de fácil acesso à população e sem que causem qualquer impacto aos bens representados. Preferencialmente, em locais onde já são realizadas ações educativas. b) As atividades serão realizadas, preferencialmente, para as escolas públicas dos municípios participantes e serão todas inteiramente gratuitas; c) Para as "Vivências e Interações" serão convidadas participantes da terceira idade como oradores, sendo previsto (no planejamento de agendamentos locais) o contato com asilos e entidades que acolhem idosos, para que eles sejam os convidados "de honra" da iniciativa e compartilhem os seus causos e vivências nos bens representados pelo Projeto ou aqueles outros bens de importância cultural das respectivas cidades. O Projeto cuidará de identificar causos nas pesquisas de percepção como precaução de eventual impossibilidade da presença de idosos oradores. Os referidos causos identificados serão incluídos no roteiro de treinamento dos monitores para que eles (os monitores) compartilhem com os participantes. d) Ao final de cada horário das Vivências, o participante recebe - gratuitamente – o seu livro para a montagem da sua maquete, em casa, com os seus familiares. e) Contratação de 08 monitores por localidade atendida, estudantes de instituições públicas ou privadas de ensino superior, nas localidades atendidas. Obrigatoriamente um monitor, pelo menos, deverá dominar a linguagem de sinais. Segue abaixo a transcrição do artigo 21 da Instrução normativa 02/2019 do Ministério da cidadania que reitera estas ações do Projeto: I - Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; d) contratação temporária de 08 monitores por localidade atendida, durante uma semana, sendo que um destes monitores, obrigatoriamente deve dominar a linguagem de sinais. VI - Oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural;
Equipe de execução do Projeto Conhecer Para Cuidar MG: 2.1. Carlos Luiz Ferreira. Administrador Geral do Projeto. Carlos é co-criador da metodologia cultural do Projeto Conhecer Para Cuidar. Será o responsável pela elaboração da planilha financeira, dos contratos, da análise de todos os custos do Projeto e da prestação de contas (conciliação bancária, confecção de planilhas orçamentárias e de controladoria de custos), além da emissão de relatórios de resultados de atividades, quantificação e registro de dados. Responsável pelo acompanhamento da execução do Projeto Conhecer Para Cuidar de acordo com a proposta cultural. Carlos, ostenta diversos cursos na área tributária, fiscal e contábil. Formado em Ciências Contábeis, com registro no CRC-MG. Contador com especialização em Auditoria Independente, já registrado na COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DO BANCO CENTRAL DO BRASIL. Contador e Auditor Independente de diversas empresas. Auditor Independente de diversas empresas atuantes na área da construção pesada. Sócio e Diretor Financeiro e de Controladoria de empresas atuantes na área de projetos culturais 2.2. Marcus Vinícius Santos Ferreira - Coordenador Geral do Projeto. Marcus é co-criador do Projeto Conhecer Para Cuidar. Será o responsável por todo o planejamento e execução do projeto: pré-produção, produção e prestação de contas. Bacharel em Ciências Econômicas pela UFMG, pós-graduado em Gestão Responsável para a Sustentabilidade pela Fundação Dom Cabral, Master Social Administration pela Fundação Getúlio Vargas. É Presidente do Instituto Fazer Acontecer, foi Integrante do Conselho Editorial da Revista Dois Pontos. É criador, produtor ou coordenador geral: da Ciranda do Recreio; do Projeto Circuito Ambiental; do Projeto Fazer Acontecer; do Projeto Plantar Cultura e Educação; do Projeto Plantando o Futuro; de 06 edições do Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente; do Projeto de Restauro do Cine Brasil Vallourec; dos Espetáculos Teatrais: Pela Estrada Adentro (2012/2013); Auto do Boi Sem Estrela (2011 e 2006); No Quintal da Terra (2010 e 2008); Aconteceu no Circo Come-Come... (2009); Prêmio à Vida (2007 e 2006); As Cores do Futuro (2005); Pedidos da Terra (2004); Os Quatro Elementos (2002); A Bola da Vez (2001); de todas as edições do Conhecer Para Cuidar em Minas, São Paulo e Rio de Janeiro; do Projeto internacional Túnel da Ciência Sociedade Max Planck (em parceria com o Governo da Alemanha); de todas as edições do Projeto Vem Com a Gente em Minas, Rio de Janeiro e São Paulo; do aplicativo digital Fábrica de Histórias; da Exposição Cafés de Minas Sabor e Saber. Atualmente, é também diretor geral da Bienal Mineira do Livro, da Bienal na Sua Casa e criador das plataformas: vocenabienal.com.br, fanficbienal.com.br e bienalnasuacasa.com.br 2.3. Diego dos Santos Rosa - Coordenador de Campo: Coordenador de Execução do Projeto (nas cidades participantes). Bacharel e licenciado em Geografia e Análise Ambiental, Pós graduando em Gestão de Projetos pela FGV. Coordenador de campo de todas as edições dos Projetos Conhecer Para Cuidar em Minas, São Paulo e Rio de Janeiro; do Projeto internacional Túnel da Ciência Sociedade Max Planck (em parceria com o Governo da Alemanha); de todas as edições do Projeto Vem Com a Gente em Minas, Rio de Janeiro e São Paulo, do Espetáculo Teatral: Pela Estrada Adentro (2012/2013); entre outros. 2.4. Fernanda Ferreira Campos - Coordenador de Campo: Coordenadora de Execução do Projeto (nas cidades participantes). Engenheira de Produção, pós graduada em Engenharia de Segurança do Trabalho. Atua desde 2009 na coordenação de campo e execução de projetos culturais, educacionais e socioambientais, entre eles: Exposição Cafés de Minas Sabor e Saber, Conhecer Para Cuidar, Túnel da Ciência Max Planck, Vem Com a Gente, Fazer Acontecer Teatro Itinerante, Vivência Itinerante Ambiental, Bacias Vivas, Vivências Itinerante SIPAT, Programa Sol da gente e Programa Ortobom Ambiente. 2.5. Lana Zanon de Castro - Assistente de Produção: Assessora de planejamento e execução das atividades do Proejto. Bacharel em Arquitetura e Urbanismo, ex-monitora do Projeto Conhecer Para Cuidar edições em Minas Gerais. Atualmente, é produtora da Bienal Mineira do Livro, da Bienal na Sua Casa e das plataformas: www.vocenabienal.com.br e www.fanficbienal.com.br e www.bienalnasuacasa.com.br. 2.6. Sandra Martins Farias - Consultora Técnica: Responsável por avaliar todo o conteúdo trabalhado no projeto, textos dos livros a serem produzidas, etc. (Currículo completo em anexo na aba Informações Adicionais - Graduada em Ciências Sociais pela UFMG, especialista em Gestão do Patrimônio Cultural. Mestre em antropologia pela UFMG e Doutora em Integração da América Latina pela USP. Diretora do Museu do Diamante (IBRAM). 2.7. Célia Maria Corsino - Consultora Técnica: Responsável por avaliar todo o conteúdo trabalhado no projeto, textos dos livros a serem produzidas, etc: (Currículo completo em anexo na aba Informações Adicionais) Graduada em Museologia pelo Museu Histórico Nacional. Foi Coordenadora de cursos da UNESCO, superintendente do IPHAN Minas Gerais (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), e superintendente de Bibliotecas, Museus, Arquivo Público e Equipamentos Culturais do Governo de Minas Gerais. 2.8. Oito monitores (por localidade): Responsáveis por auxiliar a cada mesa na montagem da maquete durante a realização das vivências (8 mesas com até 10 alunos em cada), profissionais a contratar previamente em cada localidade que recebe o projeto. O projeto Conhecer Para Cuidar, visando a geração de renda para a população local realiza a contratação temporária e a capacitação dos monitores que participaram da execução das atividades. Serão contratados oito monitores por cidade, totalizando 24 contratações temporárias. Para ocupar o cargo, os monitores precisam ser estudantes do Ensino Superior ou Técnico, nas áreas de Pedagogia, História, Arquitetura, Letras, Técnico em Edificações, Museologia, entre outros. Destacamos que dentre os 8 monitores, pelo menos um profissional contratado deve dominar a linguagem de libras, o que permitirá o atendimento a pessoas com deficiência auditiva.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.