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PRONAC 210351Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

SE NÃO CONTAR A GENTE VAI ESQUECENDO – Memórias Ribeirinhas

PERFIL CULTURAL LTDA ME
Solicitado
R$ 319,8 mil
Aprovado
R$ 319,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-07-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (2)
Porto Velho RondôniaSão Paulo São Paulo

Resumo

"Se não contar a gente vai esquecendo" é um projeto de livro com histórias de pessoas que nutrem modo de vida integrado à natureza e que há gerações desempenham papel de guardiãs da floresta. Apresenta a luta de se viver em um habitat que segue diariamente sendo ameaçado. Organizado por Mariana Molina Russo e Thais Espinosa Alonso, o livro contém 14 relatos acompanhados de 2 vídeos e fotos do cotidiano de moradores da Reserva Extrativista Lago do Cuniã, comunidade ribeirinha da Amazônia rondoniense. Além da produção de livro impresso e digital, o projeto inclui atividades de Roda de História e Contrapartida Social.

Sinopse

SINOPSE: LIVRO / ESTRUTURA EDITORIAL: 1/ Textos institucionais: espaço reservado para os textos do patrocinador ou eventual apoiador 2/ Prefácio: Convidado Elizeu Braga 3/ Apresentação do projeto: Mariana Molina e Thais Espinoza /Organizadoras 4/ Capítulos: Os 14 (catorze) títulos de cada capítulo serão inspirados nas falas dos personagens, dando ao leitor o elemento principal de cada uma dessas histórias. exemplo: 1) “Por aí restou só aqueles camposão de soja, gado…” ( Seu Dudu em sua fala faz menção ao desmatamento em regiões ao entorno); 2) Eu gosto de ir no remo, no silêncio (relato de Dona Ilma, pescadora que gosta de sair sozinha para pescar de canoa e em silêncio); 3) Era no tempo da escravidão (João Bernaldo recorda de seu passado as relações abusivas de trabalho entre donos de terras e trabalhadores rurais). 5/Bibliografia 6/Lista de siglas Ações detahada do projeto I) ACERCAR O LEITOR DA REALIDADE DE UMA COMUNIDADE TRADICIONAL; Além das narrativas escritas, o livro dispõe de recursos audiovisuais (vídeos, áudios e fotos). Os relatos e cenas adicionais ao conteúdo escrito são parte integrante e indispensável do livro. Isso porque apresentam cada narrador por uma perspectiva diferente, acercando o leitor da realidade de cada personagem. Por exemplo, Dona Esvaldina é uma senhora que na infância gostava muito de cantar. Durante a gravação ela relembra das cantigas de escola e nos presenteia cantando uma dessas canções. Quando lemos o relato de Dona Esvaldina a conhecemos por sua história e narrativa; mas escutá-la cantando nos leva a uma outra experiência de acercamento, além da possibilidade de despertar sensações diferentes daquelas geradas pela leitura. O livro traz essa complementaridade.Para oferecer ao leitor essa experiência de acercamento com cada narrador através dos recursos audiovisuais, serão contratados profissionais de edição, som e animação. Cada narrador terá uma trilha sonora exclusiva, na qual serão explorados os sons da natureza e do cotidiano: o cantar dos pássaros nativos da região, o movimento das águas do lago, o sonido dos ventos percorrendo as folhas das árvores, caminhar por folhas secas, som da rabeta (pequeno barco a motor), do preparo de um café e do balançar da rede. Também serão utilizadas canções do grupo musical Minhas Raízes, que são de uma comunidade ribeirinha próxima e exibem em suas canções o cotidiano amazônico. Os vídeos terão duração aproximada de até 3 minutos cada um.Na versão digital (que estará disponível online) os vídeos e áudios serão inseridos diretamente no livro, já na versão física o acesso a esses recursos acontecerá via QR Code. Com esse recurso, o leitor pode escanear o código de barras bidimensional (localizado ao final de cada narrativa), e ser direcionado para o endereço URL que contém o vídeo e/ou áudio correspondente aquele narrador. II) PROMOVER ACESSIBILIDADE DO CONTEÚDO - IMPRESSÃO DE EXEMPLARES; Após apresentação do projeto e imersão na comunidade, foi firmado acordo com a ASMOCUN e o ICMBio de retornar com o livro impresso à comunidade, além do comprometimento de publicar e difundir a sua versão online. A entrega do livro no Cuniã e em escolas ribeirinhas e rurais é extremamente necessária, considerando que nessas localidades a internet é escassa ou inexistente. Além disso, ao receberem suas histórias documentadas, a população local terá parte significativa de sua memória e modo de vida preservados, ação de extrema importância histórica e cultural, considerando a escassez de arquivos sobre a história de Rondônia. Em sua grande maioria os registros e estudos históricos são elaborados a partir de uma perspectiva etnocêntrica que invisibiliza as narrativas de povos tradicionais. Colaborar para que povos ribeirinhos recebam o registro de suas histórias contadas por si mesmos é reafirmar o contrário ao etnocentrismo.Da mesma forma, a distribuição em escolas de Porto Velho, como um material representativo da realidade cultural e social se faz necessária uma vez que o sistema educativo formal por vezes transmite, através dos livros didáticos, conteúdos centrados em uma lógica estritamente urbana. O livro traz uma possibilidade de estudantes e professores dessa região de serem contemplados com um material literário e artístico que valoriza sua cultura como parte integrante da diversidade sociocultural da nação. III) RETORNAR À SEDE DAS HISTÓRIAS E REALIZAR EVENTOS COM OS RESIDENTES: i) Lançamento na Resex Lago do Cuniã: Para a distribuição dos livros na RESEX será realizada uma “Roda de Histórias”. Evento similar ocorreu em setembro de 2019, no período de gravação das narrativas, e pretende reafirmar a tradição da oralidade, ainda muito expressivo entre os habitantes mas que vem sofrendo interferências depois da chegada da televisão e internet e outros estímulos trazidos pela cidade. Antigamente o costume de se reunir para contar história era uma prática diária e, inclusive, com hora agendada, coisa que hoje ocorre de maneira esporádica.Nesse encontro, será oferecido espaço de diálogo sobre a importância desse modo de vida integrado à floresta, coletivo e sustentável- tanto para a comunidade local quanto para os leitores em geral. A data e local do encontro serão definidos com antecedência, junto às lideranças do Cuniã. Conforme ocorreu em 2019, serão espalhados cartazes informativos da Roda de História pelos espaços coletivos da comunidade, como posto de saúde, sede da Associação e paredes externas das casas. A ação colabora com o processo de fortalecimento identitário e, inclusive, pode representar um estímulo para produção de registros criados por moradores locais. ii) Publicação na Casa de Cultura Arigóca, em Porto Velho: A Casa de Cultura Arigóca é um importante espaço cultural de Porto Velho, por ali passam artistas de todo o Brasil e recebe visitantes locais para oficinas, atividades e saraus que acontecem constantemente no espaço. Por esse motivo, e também por ter sido o local de trabalho das organizadoras em 2019 é que foi escolhido para ser a sede do lançamento do livro na cidade. iii) ação de contrapartida social: 10 visitas para apresentação dos conteúdos em escolas publicas em Porto Velho /RO e RESEX Lago Cuniã IV) EXPANDIR PARA OUTROS PAÍSES- TRADUZIR PARA OS IDIOMAS INGLÊS E ESPANHOL; Para garantir o maior acesso e escalabilidade do material em sua versão online, o livro contará com tradução para os idiomas inglês e espanhol. V) GARANTIR DIVULGAÇÃO ONLINE GRATUITA Cumprindo com o objetivo de “contribuir para facilitar, a todos, os meios o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais”; através da publicação online e gratuita do livro, tanto moradores da RESEX Lago do Cuniã quanto o público em geral, mediante divulgação, poderão acessar e conhecer a realidade e parte das lutas de quem vive a Amazônia brasileira. A versão digital poderá ser acessada através do site do projeto, alcançando diferentes regiões do Brasil e do exterior. i) Website Manter ativa a página do projeto. No site constam registros fotográficos, trechos de algumas narrativas e vídeo introdutório, além de informações sobre a comunidade e o processo de construção do livro. Também será a plataforma de acesso para o livro digital e onde serão divulgados os eventos de lançamento do livro na comunidade e em Porto Velho. Para a manutenção da página será contratado profissional para alinhar as estratégias de divulgação e ampliar o acesso a esse conteúdo.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Preservar e difundir saberes, histórias e tradições presentes na Amazônia, trazendo para os leitores parte da diversidade que reside e resiste em nosso país. O reconhecido líder e ativista indígena Ailton Krenak traz a perspectiva de que necessitamos da diversidade para garantir nossa sobrevivência. Para "adiar o fim do mundo", considera necessário ressignificar o modo de vida do qual vivemos, considerando a diversidade de todas as formas de vida e a recusa da ideia do humano como superior aos demais seres. Nas narrativas do livro encontramos a sabedoria de um povo ribeirinho que, junto à outros povos da floresta, nos enxerga como parte integrante e não dominante da natureza. A fala de Krenak reforça a contribuição desses povos para que a humanidade siga habitando este mundo. A força desse material está na documentação das narrativas, contribuindo para manter a memória viva. Já que um povo sem memória é um povo sem história e se a gente deixa de contar, "a gente vai esquecendo" como bem lembra o morador Seu Chagas em uma das falas que dá origem ao nome do livro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Publicação de livro com 14 relatos de moradores ribeirinhos _ 3.000 exemplares - O livro será acompanhado de 2 vídeos e fotos do cotidiano de moradores da Reserva Extrativista Lago do Cuniã - Publicação de livro digital que será disponibilizado para download gratuito no site do projeto. Essa versão digital será traduzida para os idiomas inglês e espanhol. - Classificado no Salic como Seminário, o projeto prevê a realização de uma ação que é chamada de Roda de Histórias, que pretende reunir cerca de 100 moradores da comunidade RESEX Lago do Cuniã. - Ação de Contrapartida Social em Escolas de Porto Velho, Rondónia, para o mínimo de 320 pessoas entre professores e estudantes.

Justificativa

As organizadoras Mariana Molina e Thaís Espinosa se conheceram em 2017 através do NAPRA (Núcleo de Apoio a População Ribeirinha da Amazônia). Em 2019 foram morar em Rondônia a convite do amigo Elizeu Braga, poeta e idealizador do Espaço de Cultura Arigóca, onde contribuíram ao longo desse ano. A motivação de Mariana para este projeto começou em 2016 quando integrou equipe de extensão estudantil à pesquisa da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e trabalhou na organização de um livreto com histórias de vida de moradores de cinco comunidades ribeirinhas em Manacapuru (Amazonas _ BR). Ali estabeleceu vínculos com moradores locais e registrou suas narrativas. No ano seguinte, sua atuação no NAPRA, junto aos moradores de Nazaré (comunidade ribeirinha em Rondônia - BR) contribuiu para maior conhecimento em relação aos contextos históricos e culturais amazônicos. Além disso, propiciou uma atuação com sensibilidade e consistência diante de questões sociais locais. Estas vivências lhe trouxeram inspiração e aprendizados, os quais foram fundamentais no desenvolvimento do atual projeto. Graduada em Psicologia, tem exercido a escuta ativa e seus conhecimentos na formação de vínculo com a comunidade e fortalecimento de identidade social dos moradores. Thaís, desde 2015 vai esporadicamente de encontro à Porto Velho. Para ela, voltar significa se nutrir de histórias que carregam a força das águas do rio. Pouco tempo depois de terminar a graduação em Administração Pública pela FGV-SP decidiu ir morar em Rondônia pois enxergou a possibilidade de se conectar mais a essas histórias e poder, de alguma forma, retribuir os aprendizados e transformações que cada uma delas a desperta. Logo que chegou, sempre que conseguia pegava um barco em direção às comunidades ribeirinhas. Em uma dessas idas, conversou com algumas crianças e soube que estavam há mais de oito meses sem aulas. "Eu quero aprender, mas não consigo", dizia uma delas, contando que todos os dias abriam o espaço de biblioteca comunitária para tentar estudar por conta própria. Ao ouvir seus relatos, decidiu registrá-los pois, imaginou que não seria capaz de reproduzir com as suas palavras a angústia presente nos olhares de quem, mesmo percebendo seus direitos tomados, ainda nutre muitos sonhos. O resultado foi a publicação de uma matéria-denúncia a essa grave situação, ganhou alcance em mídia nacional e chegou ao Ministério Público, acelerando o processo de retorno às aulas. A partir dessa experiência entendeu que a sua vocação para retribuir a esse lugar e pessoas está em levar suas histórias para outros lugares. Porém, lembra que há uma responsabilidade a ser cumprida com todos os envolvidos nesse processo, já que as histórias não terminam no livro. E é isso o que a motiva a prosseguir com esse trabalho. Somada às experiências e motivações das organizadoras, vale destacar que o contexto social de onde essas histórias emerge é bastante conturbado. Rondônia é um território com pouca historiografia. Os poucos museus, bibliotecas e espaços culturais existentes no local carecem de acervo oficial sobre sua memória. Essa escassez de registros não é casual e se percebe vendo como suas cidades foram projetadas: ignorando o rio e sua ancestralidade, sob a égide do desmatamento e extração de recursos para abastecer e sustentar o crescimento de outros estados do país. Populações que preservam suas histórias através da oralidade e defendem o que restou de floresta em pé são brutalmente invisibilizadas. O que é evidenciado pela ausência de serviços básicos nesses locais: saneamento, saúde e educação precarizados, aumento anual das queimadas, danos ambientais e sociais causados por grandes empreendimentos, como as hidrelétricas, são apenas alguns exemplos. O livro trará, em seus catorze relatos, histórias de moradores que mostram essa dura realidade, mas também a força que carregam para enfrentá-la. A divulgação desse material não é apenas necessária, mas representa também um compromisso. A lei de incentivo à cultura, por ser um dos principais mecanismos de fomento cultural do país, traz a oportunidade para disponibilizar esse conhecimento a diferentes públicos e fortalecer a diversidade cultural brasileira no incentivo a projetos como este. O projeto se enquadra no artigo 1o. da Lei no. 8.313 de 23/12/1991 em todos os incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais de grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI _ preservar oos bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII _ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória IX _ priorizar o produto cultural originário do País. Para o cumprimento dessas finalidades, este projeto atende aos objetivos do seguinte inciso do artigo 3o da mesma lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas às letras e às artes.

Estratégia de execução

RESPOSTA DILIGÊNCIA DE ADMISSIBILIDADE: Estamos utilizando esse espaço, porque não há disponibilização de outro mais adequado. Teor da diligência: No campo "PLANO DE DISTRIBUIÇÃO ": O público da Contrapartida Social deve equivaler a, no mínimo, 10% do total de beneficiários dos outros produtos cadastrados no PLANO DE DISTRIBUIÇÃO. Acreditamos estar havendo algum equívoco. Nossos produtos cadastrados no Plano de Distribuição são: LIVRO impresso = 3.000 exemplares - o livro estará disponível para download gratuito, mas não faz parte do plano de distribuição. É um recurso de acessibilidade e democratização de acesso SEMINÁRIO = 100 pessoas Total produtos = 3.100, onde 10% é 310 CONTRAPARTIDA SOCIAL cadastrada = 320 pessoas. Dessa forma, devolvemos a proposta, mas permanecemos à disposição para qualquer esclarecimento. Por favor, expliquem melhor o que é necessário fazer. Obrigada. OBSERVAÇÃO 1: Escolha do local de realização e depoentes A escolha da atuação do projeto no Cuniã se deu por dois fatores principais: proximidade com moradores locais e por se tratar de uma Reserva Extrativista, área de preservação e subsistência baseada nos produtos da floresta. As histórias apresentadas no livro são o resultado de conversas que aconteceram, em sua maioria, em mais de um encontro. A escolha dos narradores foi feita por indicação de outros moradores. Em suas casas, onde foram gravadas as primeiras conversas, contamos com a mediação de um morador da comunidade. As gravações dos depoimentos foram feitas em vídeo e servem de insumo de base para a construção deste livro. OBSERVAÇÃO 2: Parcerias previstas - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão Federal responsável pelas Unidades de Conservação no Brasil, que monitora e executa políticas públicas relativas à proteção dos meios de vida e da cultura das populações extrativistas tradicionais. Todas as atividades que ocorrem nas Reservas devem ser submetidas a uma análise e passar por aprovação dos gestores responsáveis. - Associação de Moradores do Cuniã (ASMOCUN) - Cooperativa de Moradores, Agricultores, Pescadores e Extrativistas da RESEX do Lago do Cuniã (COOPCUNIÃ), representando um passo importante e necessário para alinhar com os moradores as expectativas e relevância em produzir um livro com suas narrativas

Especificação técnica

LIVRO IMPRESSO : Formato aberto: 290 x 210mm Formato fechado: 145 x 210mm Número de páginas: 304 (19 cadernos) Papel: Capa em supremo 250gr ou similar / Miolo em Pólen Bold 80g / Guarda em Color Plus 180g Impressão: 4 x 4 cores Acabamento: laminação fosca e shrink individual Provas: 01 prova de capa, 01 boneco impresso na digital, 02 folhas A3 de provas brutas de imagens Tiragem: 3.000 (três mil) exemplares LIVRO DIGITAL: O livro digital mantém as mesmas caracteristicas apresentadas acima mas também deve propor conteúdos audiovisual, depoimentos gravados em vídeo com uma edicão especifica para o livro assim como conteúdos acessiveis com os textos narrados. Atividade "Roda de Histórias": Para a distribuição dos livros na RESEX será realizada uma “Roda de Histórias”. O encontro pretende reafirmar a tradição da oralidade, ainda muito expressivo entre os habitantes mas que vem sofrendo interferências depois da chegada da televisão e internet e outros estímulos trazidos pela cidade. Antigamente o costume de se reunir para contar história era uma prática diária e, inclusive, com hora agendada, coisa que hoje ocorre de maneira esporádica. Nesse encontro, será oferecido espaço de diálogo sobre a importância desse modo de vida integrado à floresta, coletivo e sustentável- tanto para a comunidade local quanto para os leitores em geral. A data e local do encontro serão definidos com antecedência, junto às lideranças do Cuniã. Conforme ocorreu em 2019, serão espalhados cartazes informativos da Roda de História pelos espaços coletivos da comunidade, como posto de saúde, sede da Associação e paredes externas das casas. A ação colabora com o processo de fortalecimento identitário e, inclusive, pode representar um estímulo para produção de registros criados por moradores locais. Insumos necessários: 20 cartazes impressos para divulgação na comunidade; itens de decoração do espaço; projetor para execução do vídeo; alimentação (café da manhã ou café da tarde) para todos os convidados; contratação de fotógrafo para registro

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL – Livro Acessibilidade física: Não se aplica. Acessibilidade de conteúdo Medidas para deficientes visuais e cognitivos: A fim de promover acessibilidade a pessoas não letradas, cegas ou disléxicas, será produzida a versão falada do livro (audiobook), com acesso via QR Code. Para a gravação da leitura das histórias em português serão contratados dois contadores de histórias de Porto Velho. Medidas para deficientes auditivos: todos os vídeos contidos no site serão legendados PRODUTO SECUNDÁRIO: Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Acessibilidade física: O local do encontro ainda não está definido, mas será escolhido um local que tenha acessibilidade física adequada a idosos e a todas as pessoas com deficiência e/ou dificuldades de locomoção. Acessibilidade de conteúdo Deficientes visuais: A Roda de Histórias será totalmente acessível a pessoas com deficiência visual e com visão subnormal. São conversas e discussões que permitem a participação integral, com acesso digno e completo dessas pessoas à informação. Não há impedimento. Deficientes auditivos: Serão contratados intérpretes de libras para a Roda de História. PRODUTO SECUNDÁRIO: Contrapartida Social Acessibilidade física: As escolas já devem ser adequadas a receber alunos e professores com deficiências físicas. No momento da pesquisa para agendamento das escolas, essa será uma observação necessária, que determinará a ação do projeto no local. Acessibilidade de conteúdo: acesso aos conteúdos legendados (deficientes auditivos) e leitura dos depoimentos (deficientes visuais). Observamos que todos os recursos de acessibilidade de conteúdos aqui citados constam na planilha orçamentária.

Democratização do acesso

PRODUTO PRINCIPAL: Livro O livro não será comercializado. Distribuição prevista: DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DOS LIVROS IMPRESSOS: ● 40% dos livros para escolas estaduais e municipais de Porto Velho ● 10% dos livros gratuitos | para o patrocinador; ● 20% dos livros gratuitos | distribuição em bibliotecas públicas, instituições culturais de Porto Velho e São Paulo ● 10% dos livros gratuitos | para autor ● 5% dos livros para ICMBio ● o percentual restante (15%) será distribuído gratuitamente em eventos de divulgação do projeto distribuição de 1.800 exemplares em Porto Velho/ RO e 1.200 exemplares em São Paulo / SP Em atendimento ao Artigo 21 da IN nº 2 de 2019, o projeto adotará ainda as seguintes medidas de ampliação de acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. Temos ciência da obrigatoriedade de comprovação da ação através de Declarações das Instituições recebedoras dos livros. PRODUTO SECUNDÁRIO: Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Realizar um encontro no formato de "Roda de Histórias", Nesse encontro, será oferecido espaço de diálogo sobre a importância desse modo de vida integrado à floresta, coletivo e sustentável- tanto para a comunidade local quanto para os leitores em geral. A data e local do encontro serão definidos no início do projeto. Participarão do evento as organizadoras da publicação: Thais Espinoza e Mariana Molina, lideranças locais e moradores da comunidade. Estimativa de público: 100 pessoas. A Roda de Histórias será gratuita, aberta à população. A atividade será gravada em vídeo e disponivel no site www.memoriasribeirinhas.com Em atendimento a instrução normativa no 2 de abril de 2019, artigo 21, inciso V, e no intuito de contribuir com a democratização do acesso a bens culturais, a produção do projeto opta por: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Perfil Cultural Ltda (Memória Web): Proponente (Coordenação Geral e Administrativa) Empresa especializada em projetos de memória empresarial e produção cultural. Estruturada para realizar projetos culturais para empresas e instituições, a Memória Web apresenta soluções completas dedicadas a preservar, comunicar e valorizar a história e identidade de seus clientes. A MW idealizou e realizou o portal Memória Viva CPFL (2012), organizou o portal da Associação Viva o Centro (2012/2013) e produziu diversas publicações para a FUNCESP, Eurofarma, Banco Santander Brasil. Atualmente é responsável pela gestão do projeto Memória Viva Natura. Produziu diversas exposições: Programa Convivendo com Arte Edifício Sede Santander São Paulo (2014 a 2017), A Vastidão dos Mapas apresentada no MON (Curitiba), Palacete das Artes (Salvador) e MUnA (Uberlândia) (2017/2018) , O Olhar Vertical / Tuca Reinés apresentada no espaço do Santander Cultural em Porto Alegre, no Palácio da Instrução em Cuiabá e no CCUFG em Goiânia (2015 a 2017), Jardins do Tempo - Pazé no Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo (2019). O Centenário Fellini no Mundo. Edificio Banco do Brasil São Paulo (2020), Gerenciamento da Coleta de Dados para o projeto expográfico do Museu Paulista São Paulo (2020). A lista completa de projetos no site: www.memoriaweb.com.br A proponente será responsável pela Coordenação Geral e Administrativa do projeto. A proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. Mariana Molina Russo - Organizadora Graduada em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Em 2016 integrou a equipe do projeto de extensão Amazon Vida que consistiu na organização de um livreto com histórias de vida dos moradores de cinco comunidades ribeirinhas em Manacapuru (Amazonas – BR). Vivência que foi fonte de inspiração para o desenvolvimento do atual projeto. Através do NAPRA (Núcleo de Apoio a População Ribeirinha da Amazônia), no ano de 2017, atuou junto aos moradores de Nazaré (comunidade ribeirinha em Rondônia - BR), na organização de um espaço comunitário de leitura. Em 2019, foi colaboradora da Casa de Cultura Arigóca (Porto Velho - RO) organizando saraus, oficinas de livro cartoneros, produção e venda de fanzines de xilogravura e poesia. Interessada no encontro entre Arte e Psicologia, atua como psicoterapeuta realizando oficinas grupais artísticas e terapêuticas. Thais Espinosa Alonso - Organizadora Administradora Pública pela Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-EAESP). Desde 2015 tem contato com povos tradicionais da Amazônia. Durante dois anos integrou a equipe do NAPRA (Núcleo de Apoio a População Ribeirinha da Amazônia) trabalhando com a implementação de espaço de biblioteca comunitária na comunidade ribeirinha do distrito de Nazaré (Porto Velho- RO). Em 2019 colaborou na Casa de Cultura Arigóca (Porto Velho- RO) e, para a Agencia Amazônia Real, escreveu matérias denunciando violações de direitos humanos na região. Recebeu o III Prêmio Jornalismo Cidadão Radiotube por produção de vídeo expondo a situação de crianças que ficaram mais de nove meses sem aula. Christian Salmeron - Designer Gráfico arquiteto, designer e pesquisador. Integra a Goma Oficina, coletivo interdisciplinar que atua desde 2010 em São Paulo, onde desenvolve, coordena e participa de projetos de expografia, identidade visual, design editorial e oficinas. Interessado nas relações entre linguagens e território, desenvolve pesquisa interseccionando os campos da arquitetura, urbanismo e filosofia. Entre os principais trabalhos que colaborou destacam-se a comunicação visual da exposição “Vkhutemas: o futuro em construção”, para o Sesc Pompeia (2018), vencedor do prêmio APCA na categoria ‘pesquisa e difusão em arquitetura’, e o livro "Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai", vencedor do prêmio AIGA NY 50 Books covers 2020 e indicado finalista, na categoria projeto gráfico, ao Prêmio Jabuti 2020.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.