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Esta proposta prevê a circulação do espetáculo Linha Vermelha por três estados brasileiros, totalizando 10 apresentações. Misturando dança, teatro e circo, o espeta´culo Linha Vermelha e´ todo realizado na corda circense e mergulha na este´tica rococó das come´dias e o´peras do Brasil do se´culo XVIII. Repleto de acrobacias com personagens com grandes perucas e roupas exageradas que satirizam figuras da côrte portuguesa, inconfidentes e conflitos sociais, o espeta´culo aborda conteu´dos histo´ricos de maneira lu´dica para plateias de todas as faixas eta´rias. As coreografias serão criadas a partir de gestos da commediadell’arte, da pantomima e das danças barrocas, recursos dos grupos de teatro formados no Brasil nos anos 1700.
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Objetivo Geral: - Aprofundar a pesquisa e o trabalho em artes cênicas a partir de mitologias e fenômenos históricos relacionados à cultura brasileira, que vem sendo realizada pela Companhia Dual Cena Contemporânea desde 2011; - Agregar ao Núcleo Artístico da Companhia Dual Cena Contemporânea, durante o período de realização deste projeto, aproximadamente 10 (dez) artistas, profissionais de outras linguagens, de modo a valorizar seu aspecto multidisciplinar, relacionado à dança, ao teatro, ao circo, às artes visuais e à música; - Contribuir para a formação de público, estimulando a ampliação do repertório cultural dos cidadãos e promovendo o objetivo geral das artes cênicas, no sentido de estimular o pensamento e a discussão sobre as perspectivas da dança, das relações humanas e das diversas questões que envolvem o indivíduo no mundo contemporâneo. Objetivo Específico: 1. circulação do espetáculo Linha Vermelha; 2. manutenção de 10 apresentações do espetáculo Linha Vermelha, sendo 2 apresentações no Rio de Janeiro/RJ, 1 apresentação em Niterói/RJ, 1 apresentação em Volta Redonda/RJ, 1 apresentação em Belo Horizonte/MG, 1 apresentação em Três Corações/MG, 1 apresentação em Juiz de Fora/MG, 1 apresentação em Salvador/BA, 1 apresentação em Lauro de Freitas/BA, 1 apresentação em Camaçari/BA; 3. gratuidade dos Ingressos do espetáculo Linha Vermelha, como forma de democratização de acesso; 4. realização de 6 oficinas para um público total de 210 pessoas como medida de contrapartida social/atividade formativa; 5. criação e execução de plano de mídia para ampla divulgação do espetáculo Linha Vermelha.
Uma tarefa urgente em nosso mundo contemporâneo é a retomada do espírito coletivo e colaborativo dos povos, a qual, não há dúvidas, será realizada através da valorização do indivíduo e do complexo cultural que o identifica e o compõe. Ao longo dos últimos nove anos a Cia. DUAL cena contemporânea criou espetáculos artísticos a partir de mitologias e fenômenos históricos relacionados à cultura brasileira. Através destes espetáculos a companhia vem estabelecendo criativas visitas à história do Brasil, trazendo para a cena os brasileiros de diversos períodos, suas manifestações artísticas, mitologias, lendas e histórias. A dança nos conta sobre as histórias dos Brasis de séculos atrás, mas também de hoje: o mergulho na vivacidade dos artistas do teatro e da ópera do século XVIII, adaptados para nossa época, permite compartilhar conteúdos históricos de modo lúdico e divertido para plateias de todas as faixas etárias. Além disso, propõe um diálogo diretamente relacionado com o contexto histórico vivido em nosso tempo, principalmente em relação às questões raciais: o espetáculo propõe levar a público a presença, muito relevante e pouco divulgada, de atrizes e cantoras negras nos espetáculos de teatro e ópera no Brasil dos anos 1700. Assim, o projeto "Linha Vermelha" se justifica pela importância em tratar destas questões, referentes ao apoio à revitalização da cultura de um povo, aqui ressignificadas pela experiência estética da dança contemporânea, pensada como produção cultural de um bem simbólico que agrega valores indispensáveis à sociedade. Esta obra coreográfica é pensada para apresentações tanto na área externa dos locais por onde passar quanto na parte interna, em dias de chuva. Além disso, esta atitude propõe uma divulgação intensa da dança contemporânea paulistana, almejando a ampliação do público que frequenta espetáculos e acompanha manifestações culturais nas cidades selecionadas. Por fim, esta proposta se justifica por: - valorizar a cultura brasileira; - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; - fomentar as atividades culturais afirmativas que busquem erradicar todas as formas de discriminação e preconceito; - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Por se tratar de um projeto que abrange a circulação por diferentes estados brasileiros, as necessidades financeiras, de produção, execução e logística são essenciais para concretização da proposta. Desta forma se faz necessário o envio do projeto a Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o intento de firmar parcerias para circulação de produtos culturais, por meio do incentivo fiscal. Esta proposta enquadra-se nos incisos I, III, IV, VI e VIII do artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em relação aos objetivos listados no artigo 3º da Lei 8313/91, a proposta atende aos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
A proponente DUAL CENA será remunerada nas rubricas de Coordenação Administrativo-Financeira e Direção Geral na figura de seu sócio Ivan Bernadelli e como Elenco na figura de sua sócia Mônica Augusto.
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APRESENTAÇÃO – Espetáculo “LINHA VERMELHA” Acessibilidade física: os locais das apresentações contarão com lugares destinados a pessoas com deficiência para facilitar a autonomia e circulação dessas pessoas, além de rampas de acesso. Após visita técnica ao local, será realizado um planejamento para verificar a necessidade de outras medidas que garantam o acesso e circulação de pessoas com deficiência e/ ou mobilidade reduzida, atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. Acessibilidade para deficientes auditivos: Uma vez que se trata de um espetáculo de dança, sem texto, não se aplica acessibilidade para deficientes auditivos. Acessibilidade para deficientes visuais: Um dos integrantes do espetáculo fará a narração descritiva em todas as sessões. Este ator estará integrado à encenação. CONTRAPARTIDA SOCIAL – Oficina de dança Acessibilidade física: os locais das oficinas contarão com lugares destinados a pessoas com deficiência para facilitar a autonomia e circulação dessas pessoas, além de rampas de acesso. Após visita técnica ao local, será realizado um planejamento para verificar a necessidade de outras medidas que garantam o acesso e circulação de pessoas com deficiência e/ ou mobilidade reduzida, atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. Acessibilidade para deficientes auditivos: Será contratado intérprete de libras para tradução da oficina para participantes com deficiência auditiva; Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá narração descritiva para execução das oficinas. A acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento e aprofundamento da nossa democracia, enquanto instrumento de integração dos cidadãos que, se encontram numa situação mais vulnerável, ou que corram o risco de serem excluídos de participar nos mais variados contextos da nossa sociedade.
1) Distribuição gratuita de produtos culturais: todas as apresentações serão gratuitas e abertas ao público em geral. A ação listada acima observam as exigências trazidas pelo artigo 21 da IN 02/2019, conforme demonstrado a seguir: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: (...) I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.
A proponente DUAL CENA será remunerada nas rubricas de Coordenação Administrativo-Financeira e Direção Geral na figura de seu sócio Ivan Bernadelli e como Elenco na figura de sua sócia Mônica Augusto. Nome: Ivan Bernardelli CPF: 311.589.378-73 Função: Direção Geral Currículo Resumido do Profissional: Diretor e bailarino da DUAL cena contemporânea, companhia de dança que realiza trabalhos artísticos a partir de mitologias e fenômenos históricos relacionados à cultura brasileira, IVAN BERNARDELLI iniciou sua trajetória na dança em 2004. Há quinze anos pesquisa as danças desenvolvidas no Brasil ao longo dos séculos, investigando suas bases técnicas e estruturais em relação aos contextos culturais, sociais e econômicos em que eram praticadas e em que se desenvolveram. Investiga os pulsos e as dinâmicas de movimento das danças brasileiras para suas criações coreográficas, propondo transposições e releituras por meio das ferramentas técnicas da dança contemporânea. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela USP em 2007, atua como coreógrafo desde 2008. Criou obras para a Companhia de Danças de Diadema, Cia. Sansacroma, Coletivo Trippé (Juazeiro, BA), Núcleo Experimental (Recife, PE) e atualmente está criando um espetáculo para a cia. Pia Fraus (SP). Como bailarino, integrou os elencos do Balé Folclórico de São Paulo, Coletivo MR, Companhia de Danças de Diadema, Cia. Fragmento de Dança, Companhia Siameses, Duda Paiva Company (Holanda) e foi bailarino convidado na Cie. À Fleur de Peau (França). Em 2011 criou a DUAL cena contemporânea, companhia que realiza trabalhos artísticos a partir de mitologias e fenômenos históricos relacionados à cultura brasileira. Sua trajetória teve início em 2011, com o espetáculo "Duo Para Dois Perdidos", que aborda o diálogo entre contrastes corporais inspirado no universo de "Dois Perdidos Numa Noite Suja", do dramaturgo brasileiro Plínio Marcos. Em 2014, evocou as tensões religiosas do Brasil colonial para criar "Terra Trêmula", espetáculo que propõe o encontro de Ogum com São Miguel Arcanjo em meio aos contrastes de luz e sombra do barroco brasileiro. Em 2016 mergulhou no mundo indígena para criar "Profetas da Selva", que trata das extensas jornadas territoriais rumo a Yvy Marã Ey, a Terra Sem Mal prometida pela mitologia Guarani; e em 2017 estreou "Chulos", espetáculo de dança inspirado na mitologia ao redor das Folias de Reis. Em 2018 criou "Tríptico Sertanejo", que adentra os sertões brasileiros e traz à cena as complexas paisagens, mitologias e modos de ser sertanejos. Foi premiado pelo Prêmio FETEG 2019 (Festival de Teatro de Guaranésia, MG), Prêmio Arte e Inclusão 2018, Prêmio Brasil Criativo 2016; indicado ao Prêmio APCA 2017 e Prêmio Bravo 2017 e indicado para o Prêmio Select de Arte e Educação 2016. Nome: Mônica Augusto CPF: 312.968.468-90 Função: Elenco Currículo Resumido do Profissional: Atriz, dançarina,cantora, e educadora, Mônica Augusto é formada pelos cursos de Comunicação das Artes do Corpo (PUC/SP-2007), pela Escola de Artes Dramáticas ( ECA_USP-2018) e Núcleo Experimental do Sesi ( 2012). É Co-fundadora e interprete da companhia DUAL cena contemporânea, onde desenvolve processos artísticos a partir da pesquisa de mitologias e fenômenos históricos associados à cultura brasileira. Entre os espetáculos de destaque estão Tríptico Sertanejo (2018), Chulos (2017_ indicado a melhor espetáculo pelo prêmio Apca e prêmio Bravo!) e Terra Tremula (2014). Como intérprete em dança fez parte do Coletivo MR entre 2006 e 2009, sob direção de Luís Ferron, tendo participado dos espetáculos Retrato falado, uma História como outra qualquer e Cores da Alma. Como atriz integrou a Companhia de Teatro Fábrica São Paulo (espetáculos O Outro Pé da Sereia, 2009 e Pequenos Burgueses, 2004) e Núcleo Experimental do SESI SP (Coração Na Bolsa, 2011, sob direção de Ruy Cortez). Atuou também nos espetáculos Na Solidão dos Campos de Algodão (2014), direção de Isabel Setti; Fatzer- um estudo (2015), direção de Cristiane Paoli Quito; e A Visita da velha senhora (2015), direção de Celso Frateschi; Cordial é a caravela que te pariu ( 2018), direção de kênia Dias e Ricardo Garcia. Participou da terceira temporada da série “3%” da Netflix; do episódio “ Os signos no Velório” do canal Deboche astral no Youtube; Curta metragem “ Um bolo para os inocentes” dir. Lívia Coliino e Giovanni Rizzo; Série de TV Elvirão, ou como vovó já dizia vovó, do Canal Brasil. Em 2018 foi convidada e participou da Oficina de Humor nos Estúdios da Globo, com direção de Hugo Possolo. Atuou também como diretora, assistente de direção, dramaturgista, preparadora corporal, e artista educadora em diversos projetos (entre os quais se destacam o projeto Fábricas de Cultura e o Programa Vocacional) e ministra aulas de Yoga na Escola Sangha Yoga e Yoga para todos. Nome: Vinicius Francês Número do CPF: 369.957.498-98 Função: Elenco Currículo Resumido do Profissional: Artista da dança como coreógrafo, bailarino, produtor e arte educador desde 2008. É integrante do núcleo artístico da Cia Fragmento, parceiro em projetos da Robo.Art como performer e é bailarino convidado do Mercearia de Ideias. Dirige projetos eventuais da Cia Com-tato (São José do Rio Preto) desde 2010. Trabalhou com a Siameses Cia De dança, Cia de Danças de Diadema, Projeto "Pontilhados" (Grupo Experimental/PE), Projeto Mov’ola , iN SAiO Cia de Arte, GRUA, Grupo Divinadança, FreelaCia, Cia Vitrine, Alex Darc Produções e Agrupamento Núcleo 2. Foi selecionado, em 2014, pelo projeto Biblioteca do Corpo, participante do Impulstanz e bailarino do espetáculo “Erendira” (Ismael Ivo). Dirigiu a residência artística Mo/Ver da Cia Blick e criou a obra "Encuentro entre bienvenida y no-me-quiere" (Argentina). Foi bailarino convidado do projeto “Corpo, alma, dança” (parceria Alemanha-Brasil). Atuou como jurado em Mapas Culturais do interior de São Paulo, Dança Catanduva, Prêmio Curta de Performances, Clash of Faces e Prêmio Estímulo Nelson Seixas. Ministrou cursos junto às Oficinas Culturais SP e SESC Rio Preto. Foi produtor do FIT Rio Preto e Janeiro Brasileiro da Comédia. Nome: Tamirys O’hanna CPF: 411.762.668-02 Função: Elenco Currículo Resumido do Profissional: Tamirys O’hanna iniciou sua trajetória artística no projeto de formação para atores do teatro do Kaos Cubatão. formou-se pela Escola de arte Dramáticas da USP- EAD. Cursou a escola livre de dança em hip hop na Broadway center dance em Nova York. Em a falecida direção de Nelson Baskerville interpretou Zumira, sua primeira peça profissional. Participou por cinco anos do grupo histórias do baú, cia que teve a peça “A oca do curumim”(2014) Direção de Amauri Alves convidada a participar do festival FITIJ que aconteceu em Santarém, Portugal e no museu da marionete em Lisboa. Estudou manipulação e formas animadas com Marcelo Lafontana mestre marionetista pela Universidade de Évora em Vila do Conde, Portugal. Foi também em Portugal na cidade de Vila do Conde que atuou como diretora de coros no espetáculo de rua Um porto para o mundo” (2016) peça que foi considerada o maior espetáculo de rua do país, tornando-se patrimônio imaterial da Unesco por se tratar da história dos riscadores, antiga prática de construção naval portuguesa. Como atriz atuou em peças como “A vida” (2016) Direção de Nelson Baskerville (peça que rendeu participação no festival ibero-americano MIRADA 2018) “Gabriela o musical” (2015) de João Falcão, “Tchiribim Tchiribom cantando pelo mundo”(2017) de Roberto Lage, “A mulher do gordo” (2014) de Celso Frateschi, “Angústia” (2013) de Lucienne Guedes “vão!” (2012) de Jorgette Fadel. “Os três mundos” de Nelson Baskerville, peça essa que lhe rendeu a indicação de melhor atriz coadjuvante e o prêmio na categoria voto popular no prêmio AplausoBrasil 2018 e "Vila Parisi" de Lily Monteiro juntamente com Coletivo 302 seu coletivo de pesquisa na cidade de Cubatão. No cinema seus trabalhos relevantes são "A felicidade delas" Carol Rodrigues "O Homem cordial" Iberê Carvalho. No universo das serie como Guarda Marta participou das temporadas 2, 3, 4 de 3% da Netflix. Já na TV e sendo seu trabalho mais recente compõe o elenco da 2 temporada da série " Segunda chamada” da Globo. Nome: Ivan Bernardelli CPF: 311.589.378-73 Função: Elenco Currículo Resumido do Profissional: Diretor e bailarino da DUAL cena contemporânea, companhia de dança que realiza trabalhos artísticos a partir de mitologias e fenômenos históricos relacionados à cultura brasileira, IVAN BERNARDELLI iniciou sua trajetória na dança em 2004. Há quinze anos pesquisa as danças desenvolvidas no Brasil ao longo dos séculos, investigando suas bases técnicas e estruturais em relação aos contextos culturais, sociais e econômicos em que eram praticadas e em que se desenvolveram. Investiga os pulsos e as dinâmicas de movimento das danças brasileiras para suas criações coreográficas, propondo transposições e releituras por meio das ferramentas técnicas da dança contemporânea. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela USP em 2007, atua como coreógrafo desde 2008. Criou obras para a Companhia de Danças de Diadema, Cia. Sansacroma, Coletivo Trippé (Juazeiro, BA), Núcleo Experimental (Recife, PE) e atualmente está criando um espetáculo para a cia. Pia Fraus (SP). Como bailarino, integrou os elencos do Balé Folclórico de São Paulo, Coletivo MR, Companhia de Danças de Diadema, Cia. Fragmento de Dança, Companhia Siameses, Duda Paiva Company (Holanda) e foi bailarino convidado na Cie. À Fleur de Peau (França). Em 2011 criou a DUAL cena contemporânea, companhia que realiza trabalhos artísticos a partir de mitologias e fenômenos históricos relacionados à cultura brasileira. Sua trajetória teve início em 2011, com o espetáculo "Duo Para Dois Perdidos", que aborda o diálogo entre contrastes corporais inspirado no universo de "Dois Perdidos Numa Noite Suja", do dramaturgo brasileiro Plínio Marcos. Em 2014, evocou as tensões religiosas do Brasil colonial para criar "Terra Trêmula", espetáculo que propõe o encontro de Ogum com São Miguel Arcanjo em meio aos contrastes de luz e sombra do barroco brasileiro. Em 2016 mergulhou no mundo indígena para criar "Profetas da Selva", que trata das extensas jornadas territoriais rumo a Yvy Marã Ey, a Terra Sem Mal prometida pela mitologia Guarani; e em 2017 estreou "Chulos", espetáculo de dança inspirado na mitologia ao redor das Folias de Reis. Em 2018 criou "Tríptico Sertanejo", que adentra os sertões brasileiros e traz à cena as complexas paisagens, mitologias e modos de ser sertanejos. Foi premiado pelo Prêmio FETEG 2019 (Festival de Teatro de Guaranésia, MG), Prêmio Arte e Inclusão 2018, Prêmio Brasil Criativo 2016; indicado ao Prêmio APCA 2017 e Prêmio Bravo 2017 e indicado para o Prêmio Select de Arte e Educação 2016. Nome: Fábio Namatame CPF: 036.071.908-28 Função: Figurinista Currículo Resumido do Profissional: Formado em Comunicações e Artes pela FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado. Em São Paulo. Para teatro desenhou os figurinos para Master Class, Uma relacãoao tão delicada, Joana Dark, , Paraiso Perdido, Evangelho Segundo Jesus Cristo,Memorias postumas de Braz Cubas, O Libertino, Vermelho, Sobre Ratos e Homens, Love Love Love Ira de narciso entre outras. Para operas sob direção de Jose Possi Neto, Bodas de Figaro, Romeu e Julieta, O Guarani, Faustaff, direção de Willian Pereira: O pescador de Pérolas, Olga, A Tempestade, de Jorge Takla : Madame Buterfly, A viúva Alegre. Para Musicais sob direção de Jorge Takla : My Fair Lady, West Side Story, O Rei e Eu, Evita, de Jose Possi Neto: Emoções Baratas, Cabaret, Crazy for You. Para Dança: Cubo de Susana Yamauchi, Vem Dançar e Baoba Para a Cia Cisne Negro, Samba para Cia Studio 3, e Tudo se torna um para Cia de dança da Fundação Salgado Filho de BH. Recebeu os prêmios APETESP, APCA, Sesc de Teatro SP, Prêmio Shell de Teatro, Prêmio Cultura Inglesa de Teatro, Prêmio Carlos Gomes de Opera, Festival de Cinema de Paulinia. Prêmio SESC de dança de Belo Horizonte. Nome: André Vac Número do CPF: 392.131.448-81 Função: Trilha Sonora Original Currículo Resumido do Profissional: André Vac Torres é multi-instrumentista - toca guitarra, bandolim, rabeca, violino, charango, cavaco, entre outros – além de cantor e compositor de canções, música instrumental e trilhas sonoras. É integrante fundador de bandas importantes da cena musical autoral e independente de São Paulo, dentre elas Grand Bazaar, Charlie e os Marretas e Memórias de um Caramujo. Tocou com Luiza Lian, Pedro Pastoriz, Di Melo e Quimbará. Participou de apresentações com Maurício Pereira, O Terno, Tim Bernardes, Siba, B.Negão, Emicida, Curumim, Tiê, entre outros artistas. Gravou oito discos de música autoral com suas bandas, um album coletivo - “RISCO #01” - produzido pelo selo paulistano RISCO nos estúdios da Red Bull Station e também o disco “Tchiribim, Tchiribom – Cantando pelo Mundo”, trabalho voltado ao público infantil lançado pelo Selo SESC, realizado numa parceria entre o Grand Bazaar, a cantora Fortuna e o músico Hélio Ziskind. Como compositor de trilhas sonoras, recebeu o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem pela música originalmente composta para as peças A Linha Mágica (2012) e O Sonho de Jerônimo (2014), ambas com música executada ao vivo e realizadas pela Fabulosa Companhia de Teatro. Em 2015 compôs a trilha sonora da peça Viagem ao Centro da Terra do grupo Solas de Vento pela qual foi indicado novamente ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem e no mesmo ano foi o responsável pela música original da peça Trem das Onze do grupo Dois Pierre. Em 2017 trabalhou com a diretora Mira Haar na peça “Branca de Neve e Zangado” e compôs também a trilha original para a peça A Máquina de Voar, ganhadora do festival Cultura Inglesa, com direção de Eric Nowinski. Ainda neste ano, compôs e produziu em parceria com a banda Grand Bazaar a trilha sonora do documentário Aqualoucos (Paris Filmes) com direção de Victor Ribeiro. Em 2019 estreou com a Fabulosa Cia a peça infantil Monstruário. Bacharel pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP em Música Popular, segue compondo, pesquisando e tocando. Tem se apresentado com seus grupos musicais e trabalhos relacionados ao teatro em diversos palcos pelo país, destacando-se entre eles: SESC's (Pompéia, Belenzinho, Consolação, etc); Auditório Ibirapuera; Sala Itaú Cultural; Vão Livre do MASP; Memorial da América Latina; Festival Psicodalia (Santa Catarina); Festival CoMa (Brasília); Festival de Música de Ponta Grossa (Paraná); Festival Coala (São Paulo); Festival Fartura (Belo Horizonte); SIM São Paulo; Mundo Pensante; Jazz nos Fundos; Arnica Cultural (Curitiba); Casa de Noca (Florianópolis), AudioRebel (Rio de Janeiro); JazzB, entre outros. Nome: Alícia Peres CPF: 125.974.158-30 Função: Designer de Video Currículo Resumido do Profissional: Alícia Peres, artista visual e documentarista, formou-se em Comunicação Social na PUC – SP e trabalhou como fotógrafa em diversos veículos tais como Jornal Brasil de Fato, Revista Educação e História Viva. Em 2001 tornou-se coordenadora da ONG ImageMagica. No ano de 2006 assume a coordenação do Núcleo de Documentários na mesma organização, tornando – se responsável pela editoração e exposição dos projetos fotográficos de André François. Desde 2010 atua como produtora independente de imagens em documentários e ficções. Destaca – se sua participação em documentários como Produção Cultural no Brasil para o Coletivo Garapa, Direção de Fotografia no curta Mucamas e registro visual das ações do Itaú Cultural e Sesc São Paulo. Em 2013 Alícia exibiu seu filme Meninas na exposição 13 Brazilskih Fotografov, 13 Fotógrafos Brasileiros, Galeria Photon, Eslovênia, uma coletiva com Cássio Vasconcellos, Eustáquio Neves, Cláudia Jaguaribe, entre outros. De 2010 a 2017, Alícia compôs a grade de professores da Escola Panamericana de Arte e Design. A fotógrafa atua junto ao Impulso Coletivo e Dual Cena Contemporânea, coletivos da cidade de São Paulo. Em 2015 Alícia fundou junto à Gabriela Barreto e Tobias Rodil a Bela Baderna, produtora multimídia. Nome: Amanda Pereira CPF: 362.991.328-84 Função: Produção Executiva Currículo Resumido do Profissional: Amanda Leones, natural de São Paulo, produtora e gestora cultural. MBA em Gestão de Negócios (USP-cursando); Pós-graduada em Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado (SENAC-2016); Graduada em Eventos (Anhembi Morumbi-2012); Técnica em Teatro (Recriarte-2009). Atua em gestão de projetos em Leis de Incentivo, Editais, Convênios Públicos e Produção Cultural em áreas diversas como Teatro, Música, Exposição, Audiovisual e Literatura há mais de dez anos. Em Exposição, é responsável pela produção e circuito da exposição “O Silêncio que Grita” (2018-2019) da FBMA-Fundação Brasil Meu Amor, que já passou por diversos estados brasileiros e importantes espaços como o Conjunto Nacional (SP), ALESP (SP), Estações de Metrô (DF), Museu Nacional (DF), MUP-Museu de Patos de Minas (MG) e MAG-Museu de Artes de Goiânia (GO), entre outros. Também trabalhou nas mostras “Let’s Rock” (2012), “Sindicato ABC 50 anos – Exposição Fotográfica” (2009), “50 Anos da Bossa Nova” (2008) e “Bonde da Memória” (2007). Em teatro integrou a equipe de produção nos musicais “Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz” (2019), de Aloísio de Abreu, com direção de João Fonseca, “Aladdin, o Musical”, texto e direção de Carla Candiotto, “Divas”, de Anna Toledo, direção Jarbas Homem de Melo (2016), “Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos”, de Pedro Almodóvar, adaptação e direção de Miguel Falabella (2016), “Charlie Chaplin” (2015 e 2018), com tradução de Miguel Falabella e direção de Mariano Detry e “Os Produtores” (2008), com tradução e direção de Miguel Falabella. Ainda em teatro também trabalhou nos projetos “Jardim de Inverno”, baseado em Revolutionary Road, de Richard Yates, adaptado e traduzido por Fabrício Pietro, direção de Marco Antônio Pâmio, “Sylvia, uma comédia romântica”, texto de A. R. Gurney, direção de Gustavo Wabner, “Dioniso – a Vida Indestrutível” (2018), “A Cabala do Dinheiro” (2017), “Das Dores – Suíte Strindberg” (2017), “Banquete – Burlesque Paris 6 By Night” (2016-2017), “A Jornada de Orfeu” (2012-2015), “Solidão a dois” (2012), “Fragmentos Tchekhov” (2010), “A Paixão de Oscar Wilde” (2009), “A Megera no Divã” (2006), “Um Marido Ideal” (2006), “Fica Comigo Essa Noite” (2006), entre outros. Em Música, realizou os shows da “Bossa Instrumental” (2010), “Conexão Acordeom – França-Brasil” (2009) e de eventos corporativos com participações de Caetano Veloso, Marisa Monte, Zimbo Trio, Yamandú Costa, dentre outros. É produtora da cantora Glaucia Nasser, com quem realizou os projetos “Um Lugar” (2016), “Em Casa” (2015), “Vambora” (2010) e atualmente está em turnê com o Espetáculo “JK, um reencontro com o Brasil”, que viaja o Brasil desde 2017 tendo passado por mais de 30 cidades em todas regiões do país. Em Literatura, coordenou o projeto de lançamento do livro “A Última Expedição” (2013), de Olivia Maia. Em cinema, coordenou a administração do projeto do documentário “Picuruta” da Trator Filmes e atualmente coordena a série “Jornada Dupla” da mesma produtora. Ministrou aulas na Escola de Artes Recriarte (entre 2012 e 2017), na AIC-Academia Internacional de Cinema (2019) e FGV-Fundação Getúlio Vargas (2017) em cursos de produção cultural. É sócia-administrador da empresa Versa Cultural (desde 2012), empresa que integra a Trígono Hub Cultural.
PROJETO ARQUIVADO.