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PRONAC 210366Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Il Pigmalione

ANTONIO IGNACIO ERTHAL VENTURA DOS SANTOS
Solicitado
R$ 133,5 mil
Aprovado
R$ 133,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2022-03-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Encenação da ópera "Il Pigmalione", de Gaetano Donizetti, reduzida para canto e piano; palestra complementar "O que é ópera?", oferecida antes de uma das récitas para estudantes da rede pública de ensino.

Sinopse

Resumo da ópera Pigmalione (tenor) é um artista plástico que cria Galatea (soprano), uma companheira virtual. Frustrado com a sua incapacidade de produzir uma criatura viva, ele se lamenta e, por fim, tenta destruir sua criação. Neste momento, Galatea reage ao ataque, ainda dentro do computador, e ele percebe que ela está viva. Após desaparecer da tela, ela finalmente reaparece (em carne e osso) no apartamento de Pigmalione. Inicialmente confusa, é por fim acalmada por Pigmalione, e o casal celebra sua felicidade.

Objetivos

Objetivo Geral Produzir uma encenação da ópera Il Pigmalione, de Donizetti; com isto, atrair novos públicos para a ópera e gerar reflexão sobre a virtualidade nas relações humanas hoje. Objetivos Específicos Apresentar 7 récitas encenadas da ópera Il Pigmalione, com acompanhamento ao piano. Realizar 1 palestra "O que é ópera?" para estudantes da rede pública de ensino.

Justificativa

Os gastos com manutenção de instrumentos e com os corpos artísticos tornam as óperas, mesmo as de pequena escala, espetáculos dispendiosos. Dificilmente os profissionais envolvidos podem se permitir trabalhar em projetos que prevejam pagamento em cotas de bilheteria, tanto por conta do seu alto investimento em formação, quanto pelas agendas geralmente cheias. Esta situação se agravou com a pandemia de COVID-19, que suspendeu as temporadas líricas, deixando os artistas (que recebem por récita) numa situação financeira delicada. Estes fatores tornam impraticável a produção de Il Pigmalione sem o auxílio da Lei de Incentivo para a busca de fomentos. Esta proposta se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Motivo: todas as apresentações contarão com legendas em português. Uma récita será reservada para alunos da rede pública de ensino, com entrada gratuita, e será precedida pela palestra O que é ópera?, também gratuita; as demais contarão com valores acessíveis de ingresso. Em três récitas haverá visitas sensoriais para pessoas com necessidades especiais de visão. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Motivo: a ópera é uma forma de arte da chamada "alta cultura"; oferecer uma obra deste gênero é, portanto, uma ação que gera conhecimento e amplia a cultura geral do público. Esta função didática será reforçada pela já citada palestra introdutória. Para além disso, o próprio enredo da ópera apresenta valores universais ao lidar com temas como a solidão e o amor. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Especificação técnica

Duração do espetáculo: cerca de 40 minutos. Necessidades técnicas: rider de luz; piano em boas condições.

Acessibilidade

Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: apresentação em locais que que ofereçam facilitadores para a locomoção no espaço físico, tais como elevadores, rampas ou auxíliadores para o acesso de cadeirantes. Acessibilidade para deficientes visuais: visitas sensoriais oferecidas antes de 3 das 7 récitas Acessibilidade para deficientes auditivos: interpretação em LIBRAS da tradução em português do libretto em 3 das 7 récitas. Contrapartida social Acessibilidade física: apresentação em locais que que ofereçam facilitadores para a locomoção no espaço físico, tais como elevadores, rampas ou auxíliadores para o acesso de cadeirantes. Acessibilidade para deficientes visuais: o formato de palestra é focado na comunicação sonora, sendo por si só acessível a PNE visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: interpretação em LIBRAS da palestra.

Democratização do acesso

Espetáculo de Artes Cênicas De acordo com o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Contrapartida social De acordo com o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;

Ficha técnica

Antonio Ignacio Erthal Ventura dos Santos (Antonio Ventura) - diretor cênico e proponente Formado em Direção Teatral pela UFRJ, tem a ópera e dramaturgos canônicos como foco de trabalho. Dirigiu e traduziu Romeu e Julieta, de Shakespeare (2018, Teatro Municipal Maria Clara Machado), e foi o diretor cênico das óperas Suor Angelica, de Puccini (Associação de Canto Coral, 2019), onde começou a parceria com o maestro Cláudio Ávila; e de O gato de botas, de Montsalvatge (Opera Studio UFRJ, 2019). Trabalha desde 2019 em parceria com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, nas funções de estagiário ― ópera Faust, de Gounod (direção cênica de André Heller-Lopes) ― e de assistente de direção ― óperas Orphée, de Glass (direção cênica de Felipe Hirsch) e Eugene Oneguin, de Tchaikovsky (direção cênica de André Heller-Lopes). Em 2020, concebeu, ensaiou e estreou virtualmente uma nova encenação de Valsa nº6, de Nelson Rodrigues, com a atriz Natália Caruso ― montagem esta que foi contemplada pelo edital Cultura Presente nas Redes, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro. Para Il Pigmalione, Antonio Ventura criou uma proposta de encenação inédita. Ele será responsável pela marcação cênica do espetáculo e pela condução da interpretação dos cantores; e por supervisionar a colaboração das equipes de Audiovisual e Direção de Arte. Além disso, como proponente, também será sua responsabilidade gerir o processo decisório de todo o projeto, agindo como intermediário entre as esferas nele envolvidas (Secretaria Especial de Cultura e empresas fomentadoras), entre si ou com a equipe de Il Pigmalione. Cláudio Henrique Gomes de Castro Ávila (Cláudio Ávila) - diretor musical e pianista Formado pela Pró-Arte em Regência Coral e Análise Musical e Mestre em Música pela UNI-RIO. Desde 1987 prepara técnica e musicalmente coros e solistas em óperas e em música de câmara. Como regente, preparou e regeu diversos coros, como o Coral Ars Plena, fundado pelo Maestro Armando Prazeres, a quem substituiu. Desde 2014 é o Maestro do Coral Feminino da Associação de Canto Coral. Como pianista-acompanhador ganhou o prêmio de melhor Correpetidor no II Concurso de Canto Honorina Barra, em Curitiba. Desde 2005, realiza concertos cênicos com a Cia. Canto Brasil, onde é o fundador e diretor musical, dentre os quais o espetáculo Música Negra: Brasil & EUA. Em 2014 atuou, como maestro interno, pianista e organista, na ópera Suor Angelica, de Puccini, na série Ópera do Meio Dia, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Ainda em setembro de 2014, foi um dos pianistas na realização de Catulli Carmina, de Carl Off. Trabalhou na Casa da Arte e Cultura Julieta de Serpa, onde fez a direção musical e foi também o pianista do espetáculo Uma Tarde na Ópera. Em dezembro de 2017 foi o pianista e preparador da ópera Gianni Schicchi, de Puccini. Em 2019 foi o maestro, pianista e preparador de nova montagem de Suor Angelica realizada pelo Núcleo de ópera da Associação de Canto Coral, com participação de grandes solistas e direção cênica de Antonio Ventura, com quem retoma parceria em Il Pigmalione. Em virtude da pandemia de COVID-19, tem realizado uma série de “Saraus-Live” em parceria com a Associação de Canto Coral, atingindo visualizações de mais de duas mil pessoas. Prevista para o começo de dezembro está a apresentação de Eric Herrero, que interpreterá o protagonista de Il Pigmalione. Eric Rodrigo Herrero (Eric Herrero) - cantor solista (personagem Pigmalione) Vencedor do VII Concurso Brasileiro Maria Callas, está presente com regularidade nas principais salas de espetáculo do país. Cantou em concertos e óperas no Brasil e naEuropa ao lado de ícones do canto lírico como Sylvia Sass, Aprile Millo, Alexander Anisimov e Eliane Coelho. Dentre os mais de quarenta e cinco personagens em sua carreira, destacam-se Roberto (Le Villi, de Puccini) no Theatro Municipal de São Paulo; Cavaradossi (Tosca, de Puccini) e Don José (Carmen, de Bizet) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro; Chénier (Andrea Chénier, de Giordano) no Palácio das Artes de Belo Horizonte; Boris (Katia Kabanová, de Janáček) e Maurizio di Sassonia (Adriana Lecouvreur, de Cilea) no Theatro São Pedro de São Paulo; e Lisandro (A Midsummer Night’s Dream, de Britten) junto a OSB Ópera & Repertório. Na América do Sul, interpretou Laca (Jenufa, de Janáček), Maurizio di Sassonia, Des Grieux (Manon Lescaut, de G. Puccini) e Princ na estreia argentina de Rusalka, de Dvořák, junto à Buenos Aires Lirica. Sua estreia no Teatro Solís de Montevidéu se deu como Bacchus (Ariadne auf Naxos, de Richard Strauss) e no Chile, na Gala Lírica do Festival Internacional de Ópera Laguna Magica. Foi um dos cantores convidados pelo Theatro Municipal de São Paulo para a celebração dos 90 anos da Semana de Arte Moderna de 1922. Participou da estreia europeia de Pedro Malazarte, de Camargo Guarnieri, no Feldkirch Music Festival (Áustria) e atua com frequência junto a Luxembourg Philharmonia desde 2013. No Festival Pézenas Enchantée (França), interpretou o papel título de Les Contes d’Hoffmann, de Offenbach; e Alfredo em La Traviata, de Verdi. De seu repertório sinfônico, destacam-se Die erste Walpurgisnacht, Elias e Lobgesang de Mendelssohn; Nona Sinfonia e Missa Solemnis de Beethoven; Messa da Requiem, de Verdi; Te Deum de Bruckner; Maria Zeller Mess de Joseph Haydn; Theresienmesse de Michel Haydn; e El pesebre de Pablo Casals.O tenor possui também importantes estreias nacionais em seu curriculum. Dentre elas: Florencia en el Amazonas, de Daniel Catán, Ça Ira, de Roger Waters, e Poranduba, de Villani-Côrtes, no Festival Amazonas de Ópera; Le Rosignol, de Stravinsky, no Theatro Municipal de São Paulo; Jenufa (versão Brno) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro; e Katia Kabanová no Theatro São Pedro. Karla Daniele Oliveira de Araújo Calistrato (Karla Araújo) - cantora solista (personagem Galatea) Bacharel em Música /Canto pela UFRJ e Bacharel em Música Sacra (com especialização em canto) pelo Seminário Teológico Batista no Sul do Brasil. Recebeu menção honrosa por ocasião do III Festival Francisco Mignone de Jovens Intérpretes (2007) e foi a vencedora do Prêmio Especial do 9° Concurso de Canto Maria Callas (2009). Como camerista, já se apresentou nas mais importantes salas de concerto, inclusive sob a regência de renomados maestros como Valéria Matos, André Cardoso, Julio Moretzsohn, Luis Gustavo Petri, Martin Smith e Isaac Karabtchevsky. Atuou como solista nas óperas Dido and Aeneas, de Purcell, no papel de Dido, sob a direção de Valéria Mattos (2004); L'italiana in Londra, de Cimarosa, no papel de Livia, no projeto Ópera no Bolso da Prefeitura do Rio de Janeiro; Così fan tutte, de Mozart, no papel de Fiordiligi, no Festival de Inverno de Petrópolis (2006); La cenerentola, de Rossini, no papel de Clorinda (2008); e Uma educação incompleta, de Chabrier, no papel de Hélène de la Cerisaire (2010); e Suor Angelica, de Puccini, como Suor Genovieffa, em produção da Associação de Canto Coral (2019). Foi também solista junto à Orquestra Petrobras Sinfônica, na série Portinari, interpretando a obra Sonho de uma noite de verão, de Mendelssohn, sob a regência do maestro Isaac Karabtchevsky na Sala Cecília Meireles (2009). Integra o Coro Sinfônico do Rio de Janeiro e o conjunto de câmara Calíope, ambos sob a regência do maestro Julio Moretzsohn; e o coro Lírico Feminino da Associação de Canto Coral, sob regência do maestro Cláudio Ávila.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.