| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 27251842000172 | Companhia Nipo-Brasileira de Pelotização - Nibrasco | 1900-01-01 | R$ 160,0 mil |
| 33131541000108 | COMPANHIA BRASILEIRA DE METALURGIA E MINERACAO | 1900-01-01 | R$ 160,0 mil |
| 42278796000199 | CELULOSE NIPO-BRASILEIRA S/A | 1900-01-01 | R$ 102,0 mil |
| 17221771000292 | Ligas de Alumínio S/A - LIASA | 1900-01-01 | R$ 80,0 mil |
| 42167700000115 | Nippon Stell Empreendimentos Siderúgicos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 18,0 mil |
A 10ª Edição do Festival Japão em Minas acontece durante três dias tem o objetivo de preservar, divulgar e fomentar a cultura japonesa e brasileira para os mineiros e os nipo-brasileiros. O Festival contará com a ênfase na dança e música instrumental, propiciando um intercâmbio da tradição japonesa com a cultura mineira por meio da realização do Festival, de apresentações musicais (música instrumental), espetáculo de artes cênicas (apresentações de dança) e da contrapartida social com as apresentações de uma Orquestra Jovem e uma apresentação de Taiko (tambores japoneses). Será uma edição comemorativa por completar 10 edições do festival, que contará com exposição de artes tendo como tema principal lanterna de pedra e Chouchin (lanternas de papel). O evento será realizado nos dias 29 e 30 de abril e 1º de maio de 2022 no Expominas, em Belo Horizonte/MG.
Não se aplica
OBJETIVO GERAL Promover a 10ª edição do Festival Japão em Minas, nos dias 29 e 30 de abril e 1º de maio de 2022, no Expominas em Belo Horizonte, com o objetivo de preservar, divulgar e fomentar a cultura para os mineiros e os nipo-brasileiros. Será uma edição comemorativa pelos 10 anos da realização da primeira edição. OBJETIVOS QUANTITATIVOS - Realizar 8 apresentações culturais de música instrumental durante os 3 dias do Festival do Japão. - Realizar 12 apresentações de artes cênicas (dança) durante o Festival - Promover como contrapartida social 01 concertos grupos instrumentais (Taiko - tambores japoneses) para o público, no horário das visitas das escolas municipais de forma a atender o público de 1.800 pessoas. - Promover, 40 visitas guiadas com 50 professores e alunos cada, totalizando 1.800 pessoas. - Realizar uma exposição de arte de cultura japonesa, nesta 10ª edição o tema será lanternas de pedra e chouchin (lanterna de papel) OBJETIVOS QUALITATIVOS - Promover a diversidade das manifestações culturais e artísticas japonesas por meio de apresentações e dança e música instrumental. - Formar novos públicos nas áreas de música instrumental e dança, promovendo a valorização cultural do Brasil e do Japão. - Fomentar a geração de renda por meio da área cultural - Fazer do encontro uma troca de experiências entres Nikkei e mineiros.
O Festival Japão em Minas pretende realizar uma edição comemorativa, após consolidar essa iniciativa pioneira no Estado de Minas Gerais, realizada pela primeita vez há 10 anos. Importante destacar que no Brasil existem outras iniciativas tradicionais como Festival do Japão em São Paulo, com mais de 20 edições realizadas. Importante observar que o Festival Japão em Minas já faz parte do calendáro de eventos de Belo Horizonte, e que o desenvolvimento do festival está ligado à disseminação da arte e na vinculação do público proporcionando assim o acesso às diversas expressões artísticas e estimulando o turismo na cidade. Isso pode ser comprovado pelos números da 9ª Edição, realizada em 2020. Cerca de 29 mil visitantes, mais de 40 publicaçõesem portais regionais, nacionais e nos principais portais de Belo Horizonte. Destaque nos principais veículos de comunicação, proporcionando uma grande exposição na mídia. O festival, durante três dias, mobilizou imprensa, autoridades federais, estaduais e municipais, empresários e público em torno da temática dos Leques e do Ukiyo-ê. O público pôde vivenciar um pedacinho do Japão que tanto fascina, com suas belezas, riquezas e a diversidade da sua cultura. Superou expectativas, se consolidando ainda mais como o principal evento da cultura japonesa no Estado. O Brasil tem como marca registrada sua diversidade cultural, e Minas Gerais também possui essa marca de forma bastante relevante. O Brasil hoje abriga a maior população japonesa residente fora do Japão, com cerca de 1,5 milhão de Nikkei. Segundo registros, Minas Gerais conta com mais de 75 mil nipo-brasileiros. Dentre ações importante de integração entre as culturas, destacamos o centenário da imigração japonesa no Brasil, comemorado em 2008. Em 2020 comemorou-se os 125 de relações diplomaticas entre o Brasil e o Japão. Além disso, comemorou-se os 30 anos da conunidade brasileira no Japão, intensificando o intercãmbio cultural entre os paises. Como já destacamos anteriormente, o Festival Japão em Minas vem reforçando anualmente essa riqueza cultural e a integração entre a cultura brasileira e a japonesa. Destacamos que historicamente, foi a partir da década de 1880 que o Japão começou a incentivar a imigração de seus habitantes por meio de contratos com outros governos. A expansão das plantações de café na zona rural e a falta de mão de obra foi o que alavancou a imigração. Mas foi entre 1917 e 1940, fim da Primeira Guerra Mundial que o fluxo de imigrantes japoneses para o Brasil cresceu enormemente. Foram cerca de 160 mil japoneses que adentraram o país. Desta forma, o evento visa promover a união de duas grandes nações, ricas em cultura e com enorme potencial econômico. Com incentivos fiscais o Festival está se consagrando uma ação permanente, com edição anual. A nona edição do evento, realizada em 2020, só ratificou a importância e a necessidade da realização da 10ª Edição do Festival do Japão, pela efetiva participação dos mineiros Nikkei em toda a programação do evento. Dessa forma, o Festival Japão em Minas contribui para o alcance dos objetivos descritos no art. 1º da Lei 8.313 de 1991, na medida em que visa: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; ...; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". O projeto ainda atende a finalidade elencada no Art. 3º, qual seja a realização de "exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congeneres". Mas a permanência deste importante evento, que fomenta a produção cultural e artística, somente é viável por meio da utilização da Lei Federal de Incentivo à Cultura, visto que 60% dos recursos para sua realização são aportados por meio da dedução fiscal das empresas. Devido a pandemia de COVID-19, a 10ª Edição do evento, originalmente prevista para 2021, será adiada preventivamente para o ano de 2022, considerando que as recomendações dos órgãos de saúde ainda tendem a serem restritivas para eventos no começo de 2021. Sobre a Exposição de lanternas de pedra e Chochins (lanternas de papel) As lanternas sempre acompanharam as tradições japonesas, e até hoje desempenham um papel importante em algumas datas comemorativas do país, como em comemorações tradicionais e diversas outras ocasiões especiais como casamentos, aniversários, inaugurações de negócios e festivais (matsuris). Na província de Yamaguchi, por exemplo, as proximidades do templo Tookooji é iluminado por milhares de lanternas, formando um caminho de luzes. A cerimônia é realizada (no mês de agosto em memória aos espíritos dos antepassados). Cerimonia Tooro nagashi - Tooro significa "lanterna de papel" e Nagashi "levar-se pelo vento". Realizado tradicionalmente em várias regiões do Japão, o Tooro Nagashi é uma cerimônia de cunho religioso em homenagem aos mortos. Acontece normalmente ao anoitecer do último dia de finados (no Japão são três dias), quando, em águas de rio ou mar, os participantes soltam barquinhos com lanternas de papel (tooros) contendo os nomes dos antepassados falecidos. Feitas com papel manteiga e velas sobre base de madeira, as lanternas coloridas deslizam sobre as águas levadas pelo vento, iluminando o caminho das almas e propagando mensagens de paz. Lanternas de pedras (ishi-dooro). Feitas de pedra, para que as ruas fossem iluminadas. conta-se que até o século 16 essas lanternas eram vistas quase que exclusivamente em santuários budistas e xintoístas. Hoje, estilos baseados no ishi dooro são encontrados enfeitando jardins e parques. Lanternas de papel washi (ou em vinil) - Chamadas de choochin, tradicionalmente sua estrutura é feita de bambu e é coberta com papel washi ou seda. São portáteis, algumas dobráveis e, apesar de serem bastante conhecidas em todo o mundo, sua popularidade só começou a partir do Período Edo, entre 1600 e 1868. Antigamente era comum levar choochin para andar nas estradas na época em que não existia eletricidade. Atualmente as lanternas tem o seu uso simbólico e decorativo no dia a dia ou em eventos religiosos. Há vários tamanhos, cores e motivos, há também formatos arredondados, hexagonais, quadrados e simétricos. Dentre as mais tradicionais estão o Bonbori, uma luminária sustentada em uma base vertical, que pode ser usada tanto em ambientes internos de casas ou templos, como ao ar livre, em festivais ou santuários. Chochin Moji _ são as luminárias estampadas com kanjis (caracteres), cujo formato podem variar entre as esféricas, geralmente vistos em santuários, templos ou durante os festivais e as cilíndricas frequentemente associados com restaurantes e izakayas, também, são usadas em santuários e festivais (matsuris).
A programação do festival será feita mediante curadoria e após a captação de recursos quando será possível definir o aporte a serdestinado para a programação cultural.O festival tem duração de 3 dias, de sexta a domingo (29 e 30 de abril e 1º de maio de 2022)Sexta: 14h às 22hSábado: 10h às 22hDomingo: 10h às 18hA classificação indicativa é livre.
A programação do festival será feita mediante curadoria e após a captação de recursos quando será possível definir o aporte a ser destinado para a programação cultural. O festival tem duração de 3 dias, de sexta a domingo (29 e 30 de abril e 1º de maio de 2022) Sexta: 14h às 22h Sábado: 10h às 22h Domingo: 10h às 18h A classificação indicativa é livre.
A organização do evento atenderá ao disposto no DECRETO N.º 3.298, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1999, que regulamenta a Lei n.º 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência. Assim, a organização do projeto garantirá o acesso, o ingresso e a permanência da pessoa portadora de deficiência em todas as atividades oferecidas à comunidade. O EXPOMINAS, maior pavilhão de eventos de Minas Gerais, conta com rampas de acesso na entrada do evento, tem a área do evento completamente plana. Festival/Mostra Banheiro PNE; Locutor com disponibilização de intérprete de Libras. Apresentação Musical Imagens em telão relativas ao evento Espetáculo de Artes Cênicas Interprete de Libras para apresentações Exposição de Artes Os monitores farão a narração de tudo o que está exposto para os portadores de deficiências visuais. Contrapartidas Sociais Oficina aberta a crianças com necessidades especiais de mobilidade.
O projeto adotará as seguinte medidas: Festival/Mostra IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania Art. 21 Inciso "X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural." Doação de 20% dos ingressos para escolas públicas por meio de parceria com Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, que nos informa a relação de escolas. "X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural.", a saber, apresentações culturais com preço popular. Além disso, o espaço tem conexão com linhas de metrô e linhas de ônibus também circulam em frente ao local o que democratiza o acesso. Apresentação Musical IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania Art. 21 Parágrafo VII - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil Espetáculo de Artes Cênicas IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania Art. 21 Inciso VII - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil Exposição de Artes IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania Art. 21 Inciso VII - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil Contrapartida social IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania Art. 21 Inciso VII - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil - As oficinas são gratuitas, havendo cortesias na entrada do evento para alunos de escolas municipais.
Grupos artísticos Os grupos artísticos serão selecionados por meio de curadoria, levando em consideração a definição do valor efetivamente captado e a disponibilidade dos grupos elencados. Associação de Cooperação em Cultura e Tecnologia Brasil-Japão (ACCTBJ) Coordenação Geral e Captação (Proponente) A Associação de Cooperação em Cultura e Tecnologia Brasil-Japão (ACCTBJ) foi fundada originalmente com o objetivo de congregar os ex-bolsistas da JAPAN INTERNACIONAL COOPERATION AGENCY (JICA). Após compreensiva reorganização, a entidade aumentou o escopo de suas atividades, visando não apenas a congregação de ex-bolsistas da JICA e de outros programas do Governo Japonês, mas também se tornar um diferencial nas relações bilaterais entre os dois países, tanto no estímulo e suporte do intercâmbio cultural, quanto na organização e fomento das potencialidades que estes intercâmbios proporcionam. Adicionalmente, a entidade busca ativamente o fortalecimento das parcerias entre os atores privados nos dois países, incentivando as trocas culturais e consequentemente, contribuindo para o estreitamento dos laços já históricos entre o Brasil e Japão. Para a realização deste objetivo, a ACCTBJ promove, além de eventos e congregações, a criação de uma plataforma para que problema intrínseco e perene na comunicação entre os dois países (notadamente, o cultural e o da língua) sejam atenuados através da cooperação dos ex-bolsistas, os quais estão capacitados, por sua experiência, a prestar esta forma de assistência. Entre as atividades desenvolvidas está a conquista da realização do Festival Japão em Minas que aconteceu no ano de 2012. A ACCTBJ espera contribuir para o engrandecimento de uma relação já histórica, consolidando os esforços existentes e, a partir destes, criar novas perspectivas e possibilidades para o desenvolvimento contínuo dos laços entre dois países que, ainda que distantes, têm afinidade comprovada pelo tempo. Yukari Hamada Curadoria, Produção e Coordenação de Monitores Administração de Empresas - FUMEC/1984 Pós Graduação - UNA/1988 Especialização - Kinky University/Japan 1994 Presidente da ACCTBJ Atuando desde 1997 no Consulado Geral Honorário do Japão em BH, mantem frequentes contatos com todas as empresas de capital japonês em MG. A proponente atua nas atividades culturais do consulado, deste sua criação. O Consulado vem se firmando como centro de divulgação de informações nas consultas realizadas por empresas e cidadãos sobre costumes, tradições, questões jurídicas, econômicas da cultura japonesa. Destacam-se como principais atividades desenvolvidas: Promover a difusão da cultura japonesa em MG, através de parcerias e buscando patrocínios para realização da Semana do Japão, exposições, eventos, seminários, oficinas de artes como o Kirigami, Origami, Oshibana-e, Ikebana e Pipa e cursos de gastronomia. / Desenvolver oportunidades para melhor difusão dos interesses e buscar parcerias entre empresas, os órgãos governamentais japoneses e brasileiros nas áreas culturais, sociais e econômica, visando o fortalecimento do vínculo das culturas mineiras e japonesa no âmbito da Empresa e de MG./Estreitar os relacionamentos com instituições governamentais, associações das comunidades Nikkei, câmaras de comércio, federações japonesas no Brasil e empresas japonesas estabelecidas em MG e no Brasil. / Apoiar e acompanhar os representantes diplomáticos e institucionais, missões econômicas e sociais em suas visitas a MG. /Divulgar os diversos programas de intercambio, apoio tecnológico e de treinamento entre instituições, entidades e empresas japonesas e mineiras. / Manter contatos e estreitar os relacionamentos junto as 16 associações Nikkei do interior de MG. / Realizar a Cerimonia de Confraternização destinada ao brinde de longevidade e felicidade em homenagem à sua Majestade, o novo Imperador Naruhito, pelo seu aniversário. Este evento é realizado por todos os Consulados e Representações Diplomáticas do Japão fora do país./ Solicitar os empréstimos dos títulos da Filmateca ou acervos do Centro Cultural do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro e da Fundação Japão para as entidades promotoras de eventos culturais de Minas. Aposentada na empresa Usinas Siderúrgicas de MG, desde março/2012. Atuou nos últimos 10 anos como produtora e curadora do Festival Japão em Minas. Apoio aos eventos promovidos pela Associação Mineira de Cultura Nipo-Brasileira: Festival de Comida Típica, Festival de Tanabata Matsuri, Matsuri Pop Geek, UNDOKAI, para divulgação da cultura japonesa. Guilherme Amado Coordenação de Produção Atuando desde 2011 na produção de eventos culturais. Atuando como Produtor Executivo, responsável pela organização geral doseventos, marketing de divulgação, captação de novos clientes, negociação e relacionamento com fornecedores, entre outrasfunções.Foi sócio proprietário da 'Solução em Eventos', entre 2013 e 2015, realizando shows, stand up, peças de teatro e eventos universitários, destacando alguns como - Show do Nenhum de Nósrealizado no Granfinos; “Entrosa Calouros II” evento destinado ao público universitário, com presença de 1.700 pessoas; Show do“IRA!”, realizado no Espaço Even, evento que marcou o retorno da formação original da banda e que alcança grande repercussão emBelo Horizonte; Projeto “Do Samba ao Rock”, evento semanal no Red Sports Bar; Produção do “Festival de Verão BH 2014”, eventoque contou com a presença de artistas nacionais como Armandinho e Ivo Mozart, e outras locais como Dj Xeréu. (1400 pessoas).Produção do show do “Tico Santa Cruz”, realizado na Eagles Bar & Music. Em 2016 fundou a GRAL, com atuação na organização de eventos em geral, produtora de bandas e artistas e elaboração de projetos sócio-culturais. Realizou eventos e projetos semanais em estabelecimentos e casas noturnas de Belo Horizonte, como Observatório, Red Sports Bar, Nosso Botequim, Krug Bier. Responsável pelo Projeto Rindo à Toa, que atua no mercado de humor, com o propósito de valorizar a cultura e expandir o mercado do humor nos palcos do Brasil.Produção do espetáculo “Matheus Ceará em BH”, realizado no Cine Theatro Brasil, público de 820 pessoas. Produção do espetáculo“Pagode da Ofensa”, duas apresentações realizadas no Teatro Imaculada, público de 300 pessoas. Produção do espetáculo “Ainocência está perdida”, do artista Matheus Ceará, realizado no Cine Theatro Brasil, público de 600 pessoas. Realização de trêsedições do “CarnaKrug”, evento para público superior a 4 mil pessoas, com participação de blocos como “Me Beija que Sou Pagodeiro”, “Beiço do Wando” e "Chama o Síndico". Produção da Banda Lata Velha. Realização de duas edições do "Reveillon Distrital", evento oficial da virada do Mercado Distrital do Cruzeiro. Taal Gestão e Cultura Coordenação Administrativa-Financeira Criada em 2020, atuou na Coordenação Administrativa-Financeira do Festival de Cultura e Gastronomia de Tiradentes, no Festival Fartura Brasil e no Festival Rua em Cena. Seu sócio fundador, Felipe Rodrigues Amado Leite é Graduado em Administração Pública pela Escola de Governo da Fundação João Pinheiro e especialista em Gestão e Política Cultural pela Universidade de Girona (Espanha). Se especializou em Gestão de Negócios pela Universidade Federal de Minas Gerais e pela Fundação Getúlio Vargas. Foi coordenador de gestão estratégica na Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (SEPLAG). Respondeu pela Superintendência de Fomento e Incentivo à Cultura de 2013 a 2019 da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, presidiu a Comissão Técnica de Análise de Projetos de Minas Gerais de 2013 a 2018, presidiu a Comissão Paritária Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura de 2018 a 2020 e respondeu pela Superintendência de Fomento Cultural, Economia Criativa e Gastronomia, de 2019 a 2020.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.