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"Amazonas Galante" visa a realização de um festival de música barroca, reunindo profissionais brasileiros de renome internacional para execuçãode apresentações musicais e oficinas (masterclasses).
Amazonas Galante realizará quatro concertos principais precedidos de palestras, dedicando cada evento a um estilo estético músical, sendo eles: Italiano, francês, germânico e galante. Os Cafés-concertos serão apresentações musicais comentadas, com repertório variado e popular, visando uma integração entre os artistas e o público. Todas as atividades do festival têm classificação indicativa etária LIVRE.
Objetivo GeralO presente projeto tem como objetivo a realização de um festival de música de câmara do período barroco contendo concertos, masterclasses, convivências e cafés-concertos com caráter mais informal, possibilitando um intercâmbio entre artistas e o público, além de oferecer uma oportunidade de aperfeiçoamento técnico através da participação e orientação de figuras renomadas no cenário nacional e internacional, favorecendo a formação de jovens músicos e do público entusiasta em geral. Objetivos EspecíficosProduto principal: "Festival" Oferecer ao público uma nova alternativa gratuita de entretenimento musical através da realização de um festival com 4 (quatro) concertos principais com artistas variados do cenário nacional e internacional a serem realizados em um teatro com capacidade média de 500 lugares; Realizar 2 (dois) café-concertos, apresentações de caráter informal, onde o público terá uma maior interação com os artistas e as obras, integrando a prática com a formação. Difundir a música de concerto e suas ramificações enquanto ferramenta de formação e integração da cultura; Realizar uma gravação profissional dos concertos principais para posterior difusão gratuita nas mídias sociais. Oferecer uma apresentação (café-concerto ou ensaio aberto) ao público portador de deficiências visuais, promovendo integração e acessibilidade. Estimativa de público: 2.200 Produto secundário: "Apresentações Musicais" Oferecer ao público uma nova alternativa gratuita de entretenimento musical através da realização de um festival com 4 (quatro) concertos principais com artistas variados do cenário nacional e internacional a serem realizados em um teatro com capacidade média de 500 lugares; Realizar 2 (dois) café-concertos, apresentações de caráter informal, onde o público terá uma maior interação com os artistas e as obras, integrando a prática com a formação. Estimativa de público: coincide com a do produto principal Produto secundário: "Contrapartida Social" Propor espaços de conexão com o público através de palestras introdutórias e ensaios abertos;Realizar 6 (eventos) eventos gratuitos de caráter formativo técnico, como masterclasses e workshops, voltados a jovens estudantes de música e público ouvinte;Incentivar a troca de experiências entre os convidados nacionais e internacionais, ajudando a fortalecer a produção artística técnica brasileira; Estimativa de público: 640
A ausência de expressões artísticas voltadas ao segmento dito da "Música Antiga"; a ausência até mesmo de alternativas variadas e de excelência no campo da música erudita, além da proposta inovadora em priorizar a produção jovem - e de qualidade - na região norte talvez poderiam justificar por si a realização deste projeto, mas alia-se a isto a oportunidade ímpar de entregar ao público uma nova abordagem da música de concerto, mais condizente com as necessidades e realidades atuais, resultando em uma movimentação cultural complexa que envolve pedagogia, prática interpretativa, comunicação e desenvolvimento de networking. Este tipo de trabalho ainda é relativamente novo no Brasil, porém nas principais salas de concerto mundo a fora a aproximação deste repertório com um olhar historicamente reconstruído revela aos ouvintes (e aos artistas) uma música que, embora possa ser conhecida, se torna sempre inédita devido às qualidades inventivas características da reavaliação de seus processos. Assim, essa experiência resulta em sonoridades e afetos únicos a cada execução. O público, ávido por novidades, tem a oportunidade de ouvir música com as qualidades adequadas do seu tempo. Os estudantes têm a chance de ter contato com profissionais renomados e aprofundamento em uma estética ainda rara no país e, por fim, os convidados do festival podem promover novos meios de expressão, pesquisa e o deleite da música de um dos períodos mais frutíferos da história ocidental, sem perder a naturalidade e simplicidade desta arte.Desse modo, a presente proposta enquadra-se nos objetivos definidos pela Lei 8.313/1991, em seu artigo 1º, através dos incisos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (...) VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País (Os saberes de técnicos e artistas envolvidos compreendem a realidade brasileira, tanto do ponto de vista da formação dos integrantes, quanto da montagem em si). Diante do exposto, a proposta apresentada atenderá os seguintes objetivos constantes no artigo 3° da Lei 8313/91: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: (...) c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; (...) IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (a proposta ofertará de forma gratuita todos os ingressos, tentando buscar mecanismos para atender aos mais necessitados); b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: (...) b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; (...) c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.
Planejamento pedagógico das masterclasses encontra-se anexado.
Produto principal: Festival Período: 4 dias Produto secundário: Apresentações Musicais Quatidade: 6 Duração: 1h Produto secundário: Contrapartidas sociais (masterclasses) Período: 4 dias Quantidade (aulas): 2 Duração: 3h
Todos os espaços sugeridos para as atividades do festival deverão atender às normas oficiais de acessibilidade, contando com rampas, banheiros adaptados, lugares reservados para cadeirantes, dentre outros recursos. Sobre a acessibilidade do conteúdo, há o interesse da produção em encontrar todos os recursos necessários para que os eventos tornem-se de fato acessíveis, tentando garantir ao máximo a experiencia para todo o público. O festival prevê a realização de um café-concerto dedicado ao público portador de deficiência visual, com material didático gratuito impresso em Braille para sua integração total. Também em vista às necessidades do combate à crise sanitária, os eventos do festival “Amazonas Galante” estarão em conformidade com as normativas vigentes adotadas internacionalmente. Produto principal: Festival Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, espaço de plateia reservados para cadeirantes, pessoas obesas, idosos. Acessibilidade para deficientes auditivos: legendagem (sem custos ao projeto). Acessibilidade para deficientes visuais: impressão especial em braille.Produto secundário: Apresentações Musicais Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, espaço de plateia reservados para cadeirantes, pessoas obesas, idosos. Acessibilidade para deficientes auditivos: legendagem (sem custos ao projeto). Acessibilidade para deficientes visuais: lugares reservados, audiodescrição. Produto secundário: Contrapartidas Sociais Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, espaço de plateia reservados para cadeirantes, pessoas obesas, idosos. Acessibilidade para deficientes visuais: impressão especial em braille. Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução em linguagem brasileira de sinais (LiBras)
“Amazonas Galante” é um projeto efetivo para alcance da Lei 8.313/91, realizando espetáculos musicais de alto nível que são possibilitados através de recursos públicos de incentivo à cultura. Seu impacto é extenso, contemplando públicos distintos: tanto o imediato na oferta dos eventos quanto a médio e longo prazo através da qualificação profissional e artística individuais experimentadas pelos integrantes do processo. Entendendo que iniciativas deste caráter geram novos interesses e incentivam novas produções artísticas, este projeto - que não faz distinção de idade, gênero, etnia, credo ou cultura, cumpre seu papel social ao garantir a gratuidade de seus eventos, incluindo a parte pedagógica e ensaios abertos além das apresentações musicais, democratizando o acesso e garantindo o direito à cultura e que o recurso público obtido em forma de financiamento indireto alcance seus principais beneficiários. Além disso, prevê-se ações em plena conformidade ao exposto no art. 21º da Instrução Normativa 2/2019 do Ministério da Cidadania, tais como: Produto - Festival Produto - Apresentações Musicais III - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; e IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Produto - Contrapartida social V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
As atividades exercidas pelo proponente, Átila de Paula Fonseca, serão as de direção geral (gestão de produção, contatos e logística, responsável financeiro) e direção artística (gestão de repertório, preparação musical, unidade de conceito do festival). Átila de Paula - direção geral e artística, cravista Nascido em Manaus, estudou cravo na Escola Superior de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, classe de Marcelo Fagerlande, e foi selecionado como bolsista DAAD/CAPES para estudar com Kristian Nyquist na Hochschule für Musik Karlsruhe, Alemanha, no curso de Instrumentos de Teclado Históricos. Como diretor musical, músico solista e de câmara, já se apresentou com conjuntos como O Discurso Harmônico, Orquestra Sinfônica Brasileira, Johann Sebastian Rio, Petrobras Sinfônica, Orquestra Barroca da UNIRIO, Bratschissimo, e com os solistas do Centre de Musique Baroque de Versailles. Realizou gravações ao lado de artistas como Katia Velletaz, Stéphanie Marie-Degand, Mira Glodeanu e o premiado violinista Linus Roth, além de ser convidado a organizar o laboratório de ópera barroca do Festival Amazonas de Ópera, onde atuou na direção musical adjunta de “Acis and Galatea” (Handel) e na direção artística e regência de “Mater Dolorosa”. Bárbara Soares - assistência de direção, violinista Manauara, Bárbara Soares iniciou seus estudos de violino aos onze anos no Centro Cultural Cláudio Santoro (atual Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro - LAOCS). É bacharel em Música com habilitação em Violino pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Em 2009, foi solista com a Amazonas Filarmônica pela Série Guaraná e ganhou 1º lugar no Concurso de violino “Stella Mota” (Proarte) na categoria sênior. Em 2016, conclui o Mestrado em Música (Performance em Violino) pela Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Integrou a Orquestra Sinfônica ESART e Orquestra Filarmônica Portuguesa, e participou de residências artísticas do Concerto Ibérico. Ganhou bolsa de estudos portuguesa para cursar um semestre no Conservatorio di Musica di Frosinone, onde estudou violino com Lorenzo Colitto. É professora Suzuki registrada pela Suzuki Association of Americas. Em 2017, recebeu uma bolsa de estudos para participar do Retiro para professores de violinos de Mimi Zweig, na Universidade de Indiana (EUA).É Diretora Administrativa do Encontro na Selva, Festival Internacional de Música de Câmara de Manaus e também fundadora e professora supervisora do Centro Suzuki Amazonas. Marcus Held - violinista Natural de São Paulo, é Doutorando e Mestre Música (Musicologia) pela Universidade de São Paulo (2017), cuja pesquisa resultou na primeira tradução no Brasil e à língua portuguesa da obra tratadística completa de Francesco Geminiani (1687-1762). Especializou-se em Música Antiga (Violino Barroco) na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP), na Escola Municipal de Música de São Paulo (Fundação Theatro Municipal de São Paulo) e na Escola Superior de Música de Catalunya (ESMUC-Barcelona). Foi chefe de naipe da Orquestra Jovem Tom Jobim, violinista da Orquestra de Câmara da USP (OCAM) e da Orquestra Barroca da EMESP. Desde 2012, transita nas cadeiras de chefe de naipe, concertino e spalla do Conjunto de Música Antiga da USP.Com experiência internacional na prática e no estudo da Música Antiga, participou de mais de 30 festivais e cursos de curta duração no Brasil e na Europa, tais como a Oficina de Música Antiga de Curitiba (2014-2019), The Parley of Instruments International Summer School (Universidade de Cambridge, 2013) e La Petite Bande Summer Academy (Itália, 2016).Com diversos artigos sobre a música dos séculos XVII e XVIII publicados em revistas especializadas, dedica-se à performance e à pesquisa música antiga. Atualmente, é professor de Violino Barroco e História da Música do Conservatório de Tatuí e spalla da Orquestra A Trupe Barroca. Arthur Alves - violoncelista Iniciou seus estudos musicais em 1987 e no mesmo ano passou a estudar violoncelo com Mileni Aliverti no Projeto Cordas, idealizado pela violoncelista americana Linda Krueger, do Conservatório Carlos Gomes. Como violoncelista barroco tocou em Londrina e Curitiba no Paraná onde teve aulas com a grande violoncelista brasileira Maria Alice Brandão e em Juiz de Fora teve aulas com a gambista e violoncelista barroca japonesa Mime Hiamahiro e o paraense, radicado em São Paulo, João Guilherme. Também em Juiz de Fora teve aulas e tocou com um dos precursores da execução em instrumentos de época, o violinista belga Sigswald Kujken. Já deu aulas de violoncelo na Fundação Carlos Gomes, Escola de Música da Universidade Federal do Pará (EMUFPA), no projeto vale Musica criada pela professora Glória Caputo com patrocínio da Vale, neste projeto formou alunos que hoje tocam em várias orquestras em Belém do Pará, lecionou também no conservatório Walquíria Lima em Macapá formando violoncelistas que hoje tocam em orquestras macapaenses e na Ecole Nationale de Musique et Dance Edgar Nibul na Guiana Francesa onde também tocou e regeu a Orchestre Regional des jeunes d’Amazonie. Em 2007 voltou a Caiena (Guiana Francesa) onde se apresentou com o clarinetista francês Franck Bilot e a pianista paraense Renata Tavernard e ministrou master classes de violoncelo novamente na Ecole Nationale de Musique et Dance Edgar Nibul. Leciona violoncelo na casa de cultura da Universidade Estadual de Londrina onde, em conjunto com o violinista Juraci Barbosa, é professor da Orquestra Preludio para jovens apoiada pela instituição. Atualmente é violoncelista da OSUEL. Ladson Matos - cravista Iniciou seus estudos de Música no Conservatório Pernambucano de Música (CPM) no ano de 2002, onde concluiu o Curso Técnico em Teclado em 2011, na classe do Professor Geraldo Vital. Ainda no Conservatório Pernambucano de Música iniciou os estudos de cravo com a Professora Andréia Rocha. Em 2012 iniciou o Bacharelado em Cravo na Universidade Federal de Pernambuco sob orientação da Prof.a Dr.a Luciana Câmara, concluído em 2017.Atualmente é Mestrando em Música/Cravo no Programa de Pós Graduação Profissional em Música – PROMUS da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) sob orientação do Prof. Dr. Marcelo Fagerlande e tem aulas regulares de Órgão com o Prof. Gilson Celerino. Foi cravista do Grupo Vocal Barroco Gárgula e também do Ensemble Barroco Sonoro Ofício com o qual fez a estréia moderna do concerto para Cravo, cordas e contínuo de Pietro Guglielme em 2014, e gravou, em 2016, o CD intitulado “O Ambiente Musical de Luís Álvares Pinto”, compositor pernambucano do século XVIII. Atua regularmente como cravista na Orquestra de Câmara de Pernambuco, sob a regência do maestro José Renato Accioly, do Ensemble Vocal Cantamus sob regência de Gílson Celerino, da Trupe Barroca sob regência do Maestro Sérgio Dias e da Orquestra Barroca da UNIRIO sob direção da Prof. Laura Ronaí e atuou como convidado na Orquestra do XX Festival Virtuosi em Recife, sob regência do maestro Rafael Garcia. Foi professor de Teclado do Conservatório Pernambucano de Música e de Teoria, Solfejo, Percepção, Teclado e Piano no Espaço da Música. Aníbal Mancini - Tenor Anibal Mancini é um tenor lírico leggero, conhecido pela agilidade de suas coloraturas, beleza de timbre, rico fraseado e interpretações precisas. Estudou canto na Unirio com Mirna Rubim e Carol McDavit. Apresentou-se nos principais palcos brasileiros e foi um dos vencedores do 11º Concurso Maria Callas em 2011 e em 2013 foi nomeado Revelação Lírica pelo Blog Ópera e Ballet.
PROJETO ARQUIVADO.