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PRONAC 210378Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

LIVRO BRUMADINHO: CENÁRIOS E VOZES DE SUAS GENTES

BERNARDO COSTA AQUINO 03848350661
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-03-01
Término
2024-08-31
Locais de realização (1)
Brumadinho Minas Gerais

Resumo

Presente proposta é a elaboração de um livro que retrate em imagens e narrativas, a cidade de Brumadinho. Pretende-se que os cenários revelados pela lente do fotógrafo Bernardo Aquino, expressem também as vozes das gentes da cidade. Uma potente simbiose entre vozes e imagem, a revelar lugares de memória, história, tradições culturais, visões de mundo. Permanências imersas na mudança contínua de toda realidade. O registro das vozes/narrativas dos moradores permitirá a construção de um pequeno acervo com aproximadamente de 25 registros de narrativas de vida de moradores da cidade, gravados e transcritos, a ser doado às instituições públicas da cidade. Será publicadolivro composto por registros fotográficos da cidade de Brumadinho/MG, e pelas vozes das gentes que vivem na cidade, a constituição acervo com aproximadamente 25 narrativas de moradorese será ministradaencontros entre aequipe que elaborou o livro e pessoas da comunidade.

Sinopse

Livro: A partir de uma abordagem fotográfica da cidade de Brumadinho/MG, a obra pretende trazer também as vozes de suas gentes. Busca-se revelar cenários e o que eles trazem: lugares de memória, história, tradições culturais, visões de mundo, em uma cidade cuja riqueza histórica deve ser valorizada, sobretudo, enquanto ainda ecoam os desdobramentos do desastre provocado pelo rompimento, em 2019, da Barragem Córrego do Feijão, pertencente à Vale SA. Esta valorização que a obra expressa pode contribuir para a superação dos desdobramentos maléficos do referido desastre, na medida mesma em que são benéficas todas as ações que implicam retomar a história, o território, as tradições das comunidades e investir nos significados daquilo que expressa sua capacidade de construir a própria trajetória histórica. Ao envolver os sujeitos em um processo de autorreconhecimento e de reconhecimento de sua herança histórico-cultural a recuperação da memória concorre para que os indivíduos se percebam como sujeitos históricos, capazes de ação no mundo. Por outro lado, destacam-se os benefícios de trazer a público uma parte fundamental da história e da cultura do estado de Minas Gerais e colocar em destaque uma documentação cultural, saberes, personalidades históricas locais, cidadãos comuns, tradições culturais e artísticas do município. Acervo: Constituição de acervo com 25 narrativas de moradores, registrando impressões sobre a cidade, memórias, tradições, história e os desdobramentos do desastre da ruptura da barragem de Córrego do Feijão, a partir de tratamento arquivístico dos registros produzidos para a elaboração do livro.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O presente projeto visa à elaboração e publicação de obra sobre o município de Brumadinho/MG. A partir de uma abordagem fotográfica da cidade, a obra pretende trazer também as vozes de suas gentes. Revelando, assim, junto aos cenários, os lugares de memória, a história, as tradições culturais, as visões de mundo, em uma cidade cuja riqueza histórica deve ser valorizada, sobretudo, neste momento no qual ainda ecoam os desdobramentos do desastre provocado pelo rompimento, em 2019, da Barragem Córrego do Feijão, pertencente à Vale SA. Esta valorização que a obra expressa pode contribuir na superação dos desdobramentos maléficos do referido desastre, na medida mesma em que são benéficas todas as ações que implicam retomar a história, o território, as tradições das comunidades e investir nos significados daquilo que expressa sua capacidade de construir a própria trajetória histórica. Ao envolver os sujeitos em um processo de autorreconhecimento e de reconhecimento de sua herança histórico-cultural a recuperação da memória concorre para que os indivíduos se percebam como sujeitos históricos, capazes de ação no mundo. Por outro lado, destacam-se os benefícios de trazer a público uma parte fundamental da história e da cultura do estado de Minas Gerais e colocar em destaque uma documentação cultural, saberes, personalidades históricas locais, cidadãos comuns, tradições culturais e artísticas do município. Por fim, a obra tem o potencial de documentar os fenômenos sociais, políticos, econômicos e culturais da comunidade e ser um instrumento para discussões e conscientização sobre a preservação das manifestações artísticas e culturais locais, bem como do patrimônio ambiental. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Publicar 1.000 exemplares de livro composto por registros fotográficos da cidade de Brumadinho/MG, e pelas vozes das gentes que vivem na cidade e que ainda lutam contra os desdobramentos do desastre provocado pela ruptura da barragem de Córrego do Feijão, mas cuja história vai além daquele desastre; - Constituir 01 acervo com aproximadamente 25 narrativas de moradores registrando impressões sobre a cidade, memórias, tradições, história e os desdobramentos do desastre da ruptura da barragem de Córrego do Feijão; - Ministrar 02 encontros entre a equipe que elaborou o livro e pessoas da comunidade para debater o tema, local a ser definido, serão acessíveis a deficientes visuais, haverá disponibilidade de intérprete em libras, e será aberta ao público em geral, principalmente alunos de escolas públicas, e formadores de opinião.

Justificativa

Ações que implicam retomar a história, o território, as tradições das comunidades e investir nos significados daquilo que expressa sua capacidade de construir a própria trajetória histórica contribui para a construção da cidadania. Ao envolver os sujeitos em um processo de autorreconhecimento e de reconhecimento de sua herança histórico-cultural a recuperação da memória concorre para que os indivíduos se percebam como sujeitos históricos, como seres capazes de ação no mundo. É neste sentido que a compreensão da memória como um direito pode oferecer instrumentos potentes para o trabalho com populações marcadas pela miséria, ou que estejam em situações complexas e traumatizantes como os refugiados, ou, no passado, aqueles que sofreram os horrores do holocausto. No caso de Brumadinho, portanto, a própria vivência de uma tragédia como a ruptura da barragem da Vale em janeiro de 2019, já conferiria à proposta uma justificativa importante baseada nos efeitos salutares do trabalho com a memória. Some-se a isso o fato de ser rico e diversificado o patrimônio histórico, cultural e ambiental abrigado pelo município, embora sejam poucos os levantamentos históricos sobre a cidade. Sabe-se, resumidamente, que a área atual do município foi explorada pelos portugueses desde o início da ocupação do território mineiro, seja como local de pouso e abastecimento de alimentos, seja como região fornecedora de escravos indígenas, seja como passagem para o norte através do Fecho do Funil ou das Serras dos Três Irmãos e Rola Moça. Ao longo do século XVIII, a região do Médio Vale do Paraopeba, era um dos caminhos usados para chegar aos grandes núcleos de mineração. Como testemunho, sobrevivem alguns calçamentos feitos ao longo dos caminhos para facilitar a passagem das tropas, como a calçada cavalheiresca existente na Serra da Calçada próxima à Casa Branca, no município de Brumadinho. Acredita-se que Piedade do Paraopeba, no entanto, tenha sido um centro maior de mineradores de pedras e metais preciosos, o que explicaria a suntuosidade de sua igreja, a Igreja de Nossa Senhora da Piedade do Paraopeba, datada de 1713, com seu altar ricamente trabalhado em madeira. Esta Igreja é um monumento importante dessa primeira fase da ocupação de Minas Gerais. Outro testemunho da riqueza produzida na região sobrevive no monumental Forte de Brumadinho, construído por volta de 1750. Há ainda uma construção datada do século XVIII, atualmente tombada pelo IEPHA. Trata-se da Fazenda dos Martins, também denominada Fazenda Boa Vista, no povoado de Martins. Construída há cerca de 300 anos, foi sede de um próspero centro comercial da época e atuava também na compra e venda de escravos. A presença dos povos escravizados na região pode ser percebida, ainda, pela existência de seis comunidades quilombolas no município, sendo quatro delas reconhecidas pela fundação Palmares. A partir de 1914 registram-se alterações na vida da cidade vinculadas ao processo de construção das estradas de ferro que marcaram a História brasileira, sobretudo, a partir da segunda metade do século XIX. Em Brumadinho, a construção do ramal do Paraopeba da Estrada de Ferro Central do Brasil, fez nascer e se desenvolver um novo povoado, com a chegada de trabalhadores e imigrantes estrangeiros. A estação entrou em funcionamento em 1917. Em 1923 o pequeno povoado que havia se desenvolvido nas proximidades da estação foi elevado a distrito através da Lei Estadual no 843 (MINAS GERAIS, 1923), de 07 de setembro. Em 1938, através do "Decreto estadual no 148", do dia 17 de dezembro de 1938 (MINAS GERAIS, 1938), foi criado o município de Brumadinho. Desde 1953, o município possui cinco distritos: Sede, Aranha, Piedade do Paraopeba, São José do Paraopeba e Conceição do Itaguá. A expansão das estradas de ferro é, portanto, uma das marcas do vivido pelo município. Por fim, vale destacar ainda, que esta sociedade somente se tornará majoritariamente urbana na década de 1990. Este breve levantamento restaria incompleto, todavia, se não apontássemos aqui a permanência de ecos de todo esse passado histórico que sobrevive na riqueza cultural local e se manifesta de múltiplas formas. Destacaremos as guardas de Congo e Moçambique que são manifestações vivas das origens culturais da população de Brumadinho, mas poderíamos elencar as Folias de Reis, as Bandas de Música etc. Ao todo são cinco guardas de Moçambique e uma de Congo. A história das origens do congado no município está na memória de seus integrantes, não tendo sido localizado registro de pesquisa sobre o assunto na região. Desde o século XVI, nas senzalas e outros espaços de sociabilidade negra, os africanos escravizados conseguiam expressar sua cultura por meio de danças, cantos e festas. As Irmandades Religiosas funcionaram como meio de afirmação cultural dos negros. As festividades de congado são exemplos claros dessa afirmação e resistência cultural em algumas comunidades quilombolas de Brumadinho como Marinhos e Sapé. Cabe ressaltar, por fim, a importância do patrimônio ambiental do município. A história da ocupação da região de Brumadinho, desde o período das Bandeiras, é também a história dos usos dos recursos naturais da região, e da transformação do meio ambiente e da paisagem. O próprio motor da ocupação se constituiu através das atividades de extração mineral, do desmatamento para a fundação de roçados e da introdução de exemplares exóticos de plantas no bioma original para a constituição de plantações para subsistência. A exploração de ouro e minerais preciosos deu lugar à extração em larga escala de minério de ferro. O aumento dos povoados implicou no desmatamento de áreas mais amplas, no êxodo da fauna local e no surgimento de ilhas isoladas de mata original. No século XXI, assistiu-se ao desastre de uma barragem de rejeitos de minério, cujas marcas jamais sairão da história do município. Acredita-se que a obra em questão se enquadra em muitos dos objetivos do Programa (Pronac), uma vez que facilita a todos o acesso a dimensões históricas da cidade, incluindo-se o trauma da ruptura da barragem, a diversidade e riqueza da cultura local, a exuberância e os riscos que corre o patrimônio ambiental. Seja a partir da distribuição gratuita a Instituições públicas de 200 exemplares, seja a partir da facilitação à aquisição de 100 exemplares por meio do vale cultura, amplia-se o acesso a dimensões importantes da história local. Ao revelar pesquisa, abordagem fotográfica e envolvimento da comunidade a obra contribui, ainda, para o exercício dos direitos culturais, para a garantia do direito à memória, para a valorização de conteúdos locais e seus recursos humanos, como quer o inciso II do Art. 1º da referida Lei de apoio à cultura. Por outro lado, como se viu, a história do município de Brumadinho é muito rica e a sociedade que ali se desenvolveu expressa uma grande diversidade cultural, com destaque para a sobrevivência das tradições culturais quilombolas. Um livro sobre a cidade contribui para a valorização destas manifestações e se aproxima daquilo que é preconizado nos incisos I, II, III, IV e VI do Art. 1º e inciso II do Art. 3º da Lei 8313/91 (BRASII, 1991). O fato de tratar-se de livro com abordagem fotográfica, e trazendo as vozes da cidade, significa a ampliação da possibilidade de difusão dos bens culturais existentes e a preservação da memória local. Característica que lhe conferiria, cremos, a qualidade de livro de valor artístico e humanístico. Importante acrescentar um elemento que aprofunda este significado humanístico ao garantir àquela população o não esquecimento do trauma vivenciado pela cidade com a ruptura da barragem, bem como, ao salientar aspectos de uma sociedade forjada na luta para vencer os desafios que se apresentaram ao longo de sua história. Por fim, ao colocar em destaque elementos da história, da memória e as tradições culturais locais, a obra contribui para a difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico existente naquela localidade.

Estratégia de execução

REFERÊNCIAS BRASIL, Lei no 8.313, de 23 de dezembro de 1991. Diário Oficial da União. Poder Executivo, Brasília, DF, 24 de dezembro de 1991, página 30261 (Publicação Original). Coleção de Leis do Brasil – 1991, Página 2942 Vol.6 (Publicação Original). Disponível em https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1991/lei-8313-23-dezembro-1991-363660-norma-pl.html. Acessado em 25.08.2020. MINAS GERAIS (estado). Lei 843, de 07 de setembro de 1923. Livro da Lei Mineira. Poder Executivo, Minas Gerais, 07 de setembro de 1923. Disponível em https://www.almg.gov.br/consulte/legislacao/completa-nova-min.html?tipo=Lei&num=843&ano=1923. Acessado em 25.08.2020. MINAS GERAIS (estado). Decreto-Lei no 148, de 17 de dezembro de 1938. Diário do Executivo. Poder Executivo, Minas Gerais, 20 de dezembro de 1938, p.3_col 1. Disponível em https://www.lexml.gov.br/urn/urn:lex:br;minas.gerais.estadual:decreto.lei:1938-12-17;148. Acessado em 25.08.2020.

Especificação técnica

Livro: Capa: 28x83cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Supremo 350g. Preparação CTP. Prova Digital Epson. Miolo: 150 pgs, 23x28cm, 4 cores, Tinta Escala em Off-set LD 120g. Preparação CTP. Prova Digital Epson. Lombada:20mm, Refile, Laminação Fosca, Nro de Lados 1(Capa), CORTE / VINCO(Capa), Dobrado (Miolo,Miolo), Alceado, Cola PUR(Miolo), Refilado, Shrink, 1 uni por Shrink, qtde a shrinkar 1000. Obs.: OPÇÃO COM CAPA E MIOLO C/ PROVA EPSON Narrativas: Acervo contendo cerca 25 narrativas, gravadas em vídeo de 60 minutos e transcritas, de moradores de Brumadinho/MG. Contrapartida social: 02 encontros entre a equipe que elaborou o livro e 100 estudantes e professores, cada um com duração de cerca de 1 hora.

Acessibilidade

Livro: Acessibilidade física: no lançamento do livro o espaço contará com rampa de acesso, corredores largos, barras de apoio e banheiros adaptados etc. Acessibilidade para deficientes visuais: Será publicada versão digital do livro que possa ser processada por sistemas de leitura e ampliação de tela (com recursos para pesquisa, ampliação e áudio). Acessibilidade para deficientes auditivos: Lançamento contará com uma pessoa especializada em LIBRAS, de modo a promover o acolhimento dos indivíduos com deficiência auditiva. Será publicada versão digital do livro que possa ser processada por sistemas tradução simultânea em Libras, através da plataforma Hand Talk. Bem Imaterial – Registro - Narrativas: Acessibilidade física: As narrativas serão distribuídas para instituições públicas e associações de moradores que disponibilizarão a acessibilidade física adequada. Acessibilidade para deficientes visuais: versão com audiodescrição a ser disponibilizado no site do proponente. Acessibilidade para deficientes auditivos: vídeos com legendagem nas narrativas Palestras (contrapartida social): Acessibilidade física: no lançamento do livro o espaço contará com rampa de acesso, corredores largos, barras de apoio e banheiros adaptados etc. Acessibilidade para deficientes visuais: As palestras usarão de linguagem oral e os palestrantes quando apresentarem imagens gráficas irão descreve-las para o público participante. Acessibilidade para deficientes auditivos: contará com uma pessoa especializada em LIBRAS, de modo a promover o acolhimento dos indivíduos com deficiência auditiva.

Democratização do acesso

Em atendimento ao Art. 20. da IN nº 02/2019, serão produzidos: - 1.000 exemplares do livro: Sendo: 20% - dos exemplares referentes à cota de distribuição exclusiva e gratuita de caráter social, educativo (população, escolas públicas e Bibliotecas, etc.), 10% - dos exemplares referentes à cota de patrocínio, 10% - dos exemplares referentes à cota de divulgação, 10% - dos exemplares referentes à cota venda preço popular (vale-cultura) e 50% - dos exemplares referentes à cota venda preço normal a critério do proponente. - Acervo contendo cerca de 25 narrativas distribuídas gratuitamente para instituições públicas e associações de moradores de Brumadinho e pelo site do proponente; Em atendimento ao Art.21 da IN nº 02/2019 todos so produtos do projetos permitirão (inciso IV) - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Bernardo Aquino é o Coordenardor Geral do projeto e pelo registro fotográfico. As atividades propostas terão como único tomador de decisões o proponente, cabendo a gerência exclusiva de todas as etapas do projeto, sem intermediações. Bernardo Costa Aquino - Coordenação Geral/fotografo: Fotógrafo profissional em 2012, quando começou a realizar seus primeiros ensaios fotográficos e pequenos eventos ainda em Belo Horizonte. Em 2014, já em Florianópolis, fotografou eventos esportivos de grande porte, como IronMan (2015) e Maratona Internacional de Florianópolis(2017). Desde 2017 atua, principalmente, no setor de hospitalidade e turismo e é parceiro oficial da Associação Brasileira de Designers, tendo atendido clientes internacionais e nacionais renomados, como o AirBnB (2018) e Karsten (2019). Os trabalhos autorais, expostos em diversos espaços de exposição no município de Florianópolis e Belo Horizonte, buscam retratar a sociedade, meio ambiente e cultura brasileira. Carlos Eduardo Nogueira Mineiro - Produtor Executivo: Coordenador de Projetos do departamento de Captação e Projetos do Instituto Inhotim - 02/2019 - atual; consultor em projetos culturais para o Instituto Inhotim - 10/2018 a 02/2019; Gerente Administrativo Financeiro do Instituto de Desenvolvimento e Gestão para os projetos Museu do Amanhã e Bibliotecas Parques - 02/2016 a 05/2018; Coordenador de projetos do Instituto Inhotim - 03/2012 a 02/2016; Consultor dos programas de artesanato e turismo e nas áreas de administração financeira e planejamento para o SEBRAE/MG; Diretor da área de Projetos da CONSAVAP CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA. - 06/2005 a 03/2012. Rosalba Lopes - Pesquisadora/Historiadora/Curadora: Historiadora, Dra em História pela Universidade Federal Fluminense - UFF, com experiência no magistério superior, no ensino médio e na Educação de Jovens e Adultos. Na EJA, conquistou o primeiro lugar do Prêmio Paulo Freire, 2004. Atuou no Instituto Inhotim (2010-2016) em pesquisas e projetos desenvolvidos em Brumadinho e região no campo do direito à memória, tendo coordenado o Centro Inhotim de Memória e Patrimônio – CIMP, como integrante da Diretoria de Inclusão e Cidadania. Presidiu a Comissão de Ética em Pesquisa do Instituto Inhotim – COEPI e a Comissão de Bolsas do Instituto Inhotim, criada para acompanhar os trabalhos desenvolvidos pelos oitenta bolsistas Fapemig, que participam das pesquisas realizadas em Inhotim. Atualmente dedica-se à pesquisa histórica e ao desenvolvimento de projetos no campo do direito à memória Silvestre Campe - Filmagem: Produtor e cineasta, possui em seu currículo as pruduções como: TRANSAMAZÔNICA 2020, UM RETRATO – Uma expedição de 50 dias pela BR-230. Fase de pós-produção; MEDITERRÂNEO / CANALOFF (GLOBO) – 2020 / 12 episódios, Cinco Kitesurfistas exploram cantos secretos pelo Mar Egeu, entre a Turquia e a Grécia.; NO DESERTO COM MEU PAI / CANALOFF (GLOBO) – 2020 / 10 episódios, O diretor de fotografia Sylvestre Campe leva os seus três filhos - Cléo, Iara e Lukas - para uma expedição de 50 dias pelos desertos da Jordânia no Oriente Médio; ESQUI NO ALASKA / CANAL OFF (GLOBOSAT) – estreia em 2021 / 8 episódios, A brasileira Juliana Davies tenta se superar no esqui extremo nas montanhas do Alaska; MOTHER OF AIR / MET MUSEUM NYC – 2019, 12 minutos, Um ensaio lúdico de imagens aéreas filmado por Sylvestre Campe do seu paramotor ao sobrevoar as queimadas de Rondônia no período da seca em 2019. Trilha original de Shara Nova; BALANGAY / CANAL OFF (GLOBOSAT) – 2019 / 12 episódios, Uma expedição inédita com elenco de cinco jovens numa embarcação de madeira e sem motor, banheiro ou geladeira, revivendo a cultura milenar marítima do povo filipino. Entre outras produções.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.