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PRONAC 210398Apresentou prestação de contasMecenato

BH CHORO

IDEAR PRODUCAO CULTURAL E ARTISTICA LTDA
Solicitado
R$ 448,1 mil
Aprovado
R$ 448,1 mil
Captado
R$ 301,7 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 301,7 mil

Eficiência de captação

67.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2022-10-01
Término

Resumo

O projeto BH CHORO realizará um festival de música, temática Choro, em praça pública, durante 4 dias, com 08 shows musicais e 06 palestras de contrapartida social.

Sinopse

Não é o caso.

Objetivos

OBJETIVO GERAL A primeira edição do projeto BH Choro foi realizada no período de 07 a 11 agosto de 2008. Tivemos um público recorde de 12.000 (doze) mil pessoas. Deste então, foram realizadas outras 10 edições. Portanto, agora, realizaremos a 12ª edição. Seu objetivo maior é disseminar a cultura e história do Choro e propiciar lazer e entretenimento de qualidade aos habitantes de Belo Horizonte, pois temos que ter em vista que um projeto cultural deve sempre primar pelo apelo social, à disseminação da história do povo deve ser realizada para o povo. Neste âmbito histórico insere a musicalidade brasileira, que devido às influências europeias e africanas, é riquíssima e complexa. E musicalmente falando, nada é mais genuinamente brasileiro que o choro. E o Choro se transformou, felizmente, no gênero musical mais executado ao vivo em Belo Horizonte nos dias de hoje. Possivelmente, não existe uma outra cidade no país onde todos os dias, de segunda a segunda, tenha ao vivo, a execução de choro, em um dos vários locais onde ele habita nesta cidade. Inegavelmente existe uma profunda relação de amor entre o público com o gênero, confirmando nossa tese que este festival se constitui em uma das mais importantes atividades culturais da cidade de Belo Horizonte. OBJETIVO ESPECÍFICO 1. Realizar um festival de música, gênero Choro, com 02 apresentações por dia, sempre um grupo local e um grupo convidado. 2. Promover 08 (oito) shows musicais instrumentais, inteiramente gratuitos, em espaço público de 04 (quatro) dias, de quinta a sábado, o primeiro show terá início às 18h e o segundo, as 20h. No domingo, o primeiro às 16h e o segundo às 18h. 3. Realizar 06 palestras para formação de platéia e capacitação como contrapartida social, realizada na Escola de Música da UFMG. 4. Valorizar e trabalhar para difundir o trabalho de tombamento do CHORO como patrimônio imaterial 5. Formar plateia para o Choro 6. Proporcionar ambiente para o intercâmbio entre os músicos 7. Fomentar a música instrumental

Justificativa

O projeto atende a legislação conforme o enquadramento abaixo: Art. 1°, Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Art. 3°, Lei 8313/91 : .... II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; .... IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. As leis de incentivo são de grande importância para o fomento da cultura no país, pois patrocínios para qualquer ação cultural, são viabilizados na sua maioria pelas leis de incentivo, motivo pelo qual este projeto é apresentado ao mecanismo de incentivo fiscal federal. O mecanismo contribui para que milhares de projetos culturais aconteçam em todas as regiões do país. Mas os pequenos produtores ainda têm dificuldade em acessar os patrocinadores e conseguir investimento. Por isto a importância é maior para a oferta de cultura de alta qualidade. A despeito da dominante e massacrante produção musical nacional de má qualidade e gosto, secundada pela, também, triste contribuição estrangeira, o Choro e Samba, felizmente, mantem suas posições de baluartes da identidade cultural brasileira. E, o projeto BH CHORO encanta a todos. Isto é inquestionavel. Em praça pública, no bairro boêmio de Belo Horizonte, nesta cidade tão carente de manifestações culturais populares, num ambiente de confraternização, é, então, o máximo. A esta magia dá-se o nome de ouvir Choro. O resultado desta feliz mistura, que é a junção do bom com o ótimo, resulta no FESTIVAL BH CHORO. Este, a grande importância deste festival. Um evento de alta qualidade artística, realizado de maneira simples, direta, permitindo interação público/artista, em paz, fraternalmente unidos, de forma a viver a experiencia de ser feliz. Por outro lado, a sua realização permite a continuidade do projeto, de forma a torná-lo permanente na cidade, pela sua representatividade e repercussão cultural. Contribui para formação de plateia e o despertar de vocações. Também se constitui em gerador de emprego e renda, pelo grande número de pessoas envolvidas e participantes, além de inúmeras pessoas de outras localidades que se deslocam para a cidade para assistirem ao evento.

Estratégia de execução

PÚBLICO Espera-se atingir um público de 3.000 pessoas em cada dia evento. Portanto no total, o projeto deverá ter um público estimado de 12.000 pessoas presentes. Nas palestras de CONTRAPARTIDA serão disponibilizadas 200 vagas, atingindo 1.200 pessoas. PLANO DE MÍDIA CARTAZES FLYES BANNER´S DE AMBIENTAÇÃO EVENTO ASSESSORIAs DE IMPRENSA - UMA PARA CADA CIDADE MESES DE DIVULGAÇÃO REDES SOCIAIS (YOUTUBE, FACEBOOK, INSTAGRAM, TWITTER) CHAMADAS DE RÁDIO ANÚNCIOS EM JORNAIS LOCAIS HORAS DE CARRO DE SOM CLIPPING FOTOGRAFIA E FILMAGEM ABRANGÊNCIA: REGIONAL O alcance do plano de mídia vai desde a comunidade local e a região. Uma assessoria de imprensa direcionada poderá gerar interesse pelo evento que está concentrado em um período e cidades próximas. A veiculação em rádio será concentrada em 01 rádio principal da região mais ouvida nas respectivas cidades propostas. REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE A remuneração do proponente será em atividades administrativas e algumas funções de produção. Mantendo a remuneração dentro do limite permitido pela legislação.

Especificação técnica

CONTRAPARTIDA SOCIAL: PALESTRAS - PLANO PEDAGÓGICO PALESTRA 1 - TROMBONE DE VARA - DICAS E INICIAÇÃO TROMBONE DE VARA - ESCOLA DE MÚSICA UFMG MARCOS FLÁVIO Ensinar as técnicas de diversos instrumentos, oportunizando informações para todos os que desejam ter um primeiro contato com as técnicas e aplicações do instrumento. Aulas teóricas e práticas para iniciantes nas quais os alunos vivenciarão todo o conteúdo com base na prática musical. 2 h/aula 200 Estudantes e professores em qualquer nível de aprendizado. PALESTRA 2 - BANDOLIM - DICAS E INICIAÇÃO BANDOLIM - ESCOLA DE MÚSICA UFMG IZAIAS DO BANDOLIM Ensinar as técnicas de diversos instrumentos, oportunizando informações para todos os que desejam ter um primeiro contato com as técnicas e aplicações do instrumento. Aulas teóricas e práticas para iniciantes nas quais os alunos vivenciarão todo o conteúdo com base na prática musical. 2 h/aula 200 Estudantes e professores em qualquer nível de aprendizado. PALESTRA 3 - FLAUTA - DICAS E INICIAÇÃO FLAUTA - ESCOLA DE MÚSICA UFMG RAÍSSA ANASTÁSIA Ensinar as técnicas de diversos instrumentos, oportunizando informações para todos os que desejam ter um primeiro contato com as técnicas e aplicações do instrumento. Aulas teóricas e práticas para iniciantes nas quais os alunos vivenciarão todo o conteúdo com base na prática musical. 2 h/aula 200 Estudantes e professores em qualquer nível de aprendizado. PALESTRA 4 - VIOLÃO SETE CORDAS - DICAS E INICIAÇÃO VIOLÃO - ESCOLA DE MÚSICA UFMG SILVIO CARLOS Ensinar as técnicas de diversos instrumentos, oportunizando informações para todos os que desejam ter um primeiro contato com as técnicas e aplicações do instrumento. Aulas teóricas e práticas para iniciantes nas quais os alunos vivenciarão todo o conteúdo com base na prática musical. 2 h/aula 200 Estudantes e professores em qualquer nível de aprendizado. PALESTRA 5 - A HISTÓRIA DA MÚSICA BRASILEIRA CHORO - A HISTÓRIA DA MÚSICA BRASILEIRA CHORO - ESCOLA DE MÚSICA UFMG PAULO RAMOS Esta palestra tem como objetivo levar ao conhecimento do público a história da música brasileira, suas origens, seus principais compositores, influências e experiências. Apresentar de maneira didática e de fácil entendimento os estilos da música do projeto e motivar os envolvidos a aderirem a prática da música com um vocabulário comum para discutir os temas. 2h/aula 200 Estudantes e professores em qualquer nível de aprendizado. PALESTRA 6 - A VIDA DE MÚSICO - A VIDA DE MÚSICO ALEGRIAS E DESAFIOS - ESCOLA DE MÚSICA UFMG - HÉLIO PEREIRA E CÍCERO DO ACORDEOM Esta palestra tem como objetivo levar ao conhecimento do público a história da música brasileira, suas origens, seus principais compositores, influências e experiências. Apresentar de maneira didática e de fácil entendimento do que é ser músico e viver da arte, e motivar os envolvidos a aderirem a prática da música com um vocabulário comum para discutir os temas. 2h/aula 200 Estudantes e professores em qualquer nível de aprendizado.

Acessibilidade

APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade física: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas 6. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 7. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 8. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes visuais: 1. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador 2. Sinalização ambiental para orientação 3. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 4. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 5. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 6. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 7. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 8. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 9. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes auditivos: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 6. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos 7. Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmitir de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. A forma será inserida durante todos os eventos da programação e na contrapartida CONTRAPARTIDA SOCIAL - PALESTRAS Acessibilidade física: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas 6. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 7. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 8. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes visuais: 1. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador 2. Sinalização ambiental para orientação 3. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 4. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 5. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 6. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 7. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 8. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 9. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes auditivos: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 6. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos 7. Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmitir de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. A forma será inserida durante todos os eventos da programação e na contrapartida

Democratização do acesso

APRESENTAÇÃO MUSICAL Como medida de democratização de acesso, adotaremos o determinado no Art. 21 da IN nº 2, de 23/04/2019, a saber: IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; CONTRAPARTIDA - FORMAÇÃO DE PLATÉIA - ... PALESTRAS Como medida de democratização de acesso, adotaremos o determinado no Art. 21 da IN nº 2, de 23/04/2019, a saber: IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

CRISTINA ALVES SABINO – COORDENADORA GERAL (REMUNERAÇÃO PROPONENTE) Administradora de Empresas - CRA/MG 34.374. Com pós-graduação em: Gestão de Responsabilidade Social - IEC/PUC Minas; Gestão Cultural - Fundação Clóvis Salgado; Programa de Gerenciamento do Setor Público - Fundação João Pinheiro. Sócia e Diretora de Projetos da Idear Produção Cultural de 2000 até a data atual. Atividades desenvolvidas: produção de eventos culturais; produção de eventos corporativos; gestão de projetos culturais; coordenação de equipe na realização das atividades rotineiras administrativas e financeiras; elaboração e controle orçamentário, formação de preços, levantamento de custos; elaboração de projetos para as Leis de Incentivo Cultural (Municipal, Estadual, Federal); elaboração de projetos para os programas PDTI, PDTA, FAT; elaboração de projetos para o programa da Lei do Esporte; elaboração de propostas comerciais para captação de recursos; elaboração de relatórios, “clipping” referentes a retorno de patrocínio; captação de recursos. Parecerista do Ministério da Cultura de 2009 a 2013, nos seguimentos de Humanidades, Música e Artes Cênicas. Assessora da Presidência da Fundação Assis Chateaubriand, desde 2004, realizando a elaboração e produção de projetos culturais incentivados e projetos diretos e convênios para a entidade. Membro da Comissão Municipal de Cultura em 2001/2002; 2005/2006; 2008/2009. Diretora Geral do Marista Hall no período de 2002/2003; Promotora de Eventos e Assessoria de Marketing do Minas Tênis Clube de 1994/1997; Gerente de Produção do Mercado Comum - Editoração e Promoção de Eventos de 1993/ 1994; Coordenadora do Balcão do Empresário - SEBRAE - 1989/1993. DIRETORA DE PRODUÇÃO DOS SEGUINTES EVENTOS: FESTIVAL BOTECAR – 2015; FESTIVAL SESC DE BLUES – 2014; FESTA DA MÚSICA - 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013; BH CHORO - 2008, 2010, 2012; GESTORA DOS PROJETOS: MÚSICA PARA CRIANÇAS - 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016; CIRCUITO AQUÁTICO - 2015/2016; FESTIVAL ARTES VERTENTES : TIRADENTES – 2015; PRODUTORA DO PROJETO: CIRCUITO BUSKER - 2015/2016; CLUBE DO CHORO DE BELO HORIZONTE - 2015/2016. PAULO ROBERTO DIAS RAMOS – COORDENADOR TÉCNICO: Formado em Ciências Contábeis – Centro Universitário Newton de Paiva – B. Hte. Bacherelando em Ciências Jurídicas - UNI BH – Centro Universitário de Belo Horizonte. Foi sócio da empresa Idear Produção Comunicação e Marketing Ltda - Empresa de assessoria especializada em elaboração, captação, produção de projetos culturais incentivados por leis de incentivo à cultura (municipal, estadual e federal); Belo Horizonte, onde foi responsável por elaboração de diversos projetos nas diversas leis de incentivo, bem como responsável técnico por inúmeras prestações de contas para os mais várias clientes. Responsavel pela curadoria e coordenação da primeira edição do projeto BH Choro, realizada em Agosto de 2007. Sócio da empresa César Dias & Santos Paula Auditores Independentes S/C Ltda; Assessor e responsável técnico na empresa especializada em prestação de contas e auditoria contábil externa em projetos culturais incentivados por leis de incentivo à cultura (municipal, estadual e federal); Belo Horizonte; Sócio da empresa Minas Gestão Cultural e Artística - especializada em elaboração, captação, produção de projetos culturais incentivados por leis de incentivo à cultura (municipal, estadual e federal); Belo Horizonte, onde foi responsável por elaboração de diversos projetos nas diversas leis de incentivo, bem como responsável técnico por inúmeras prestações de contas para os mais várias clientes. Curadoria e coordenação da 04 (edições do BH Choro(2007, 2008, 2010 e 2014); Curador do projeto Sexta Show, realizado no Museu Inimá de Paula em 2008 integrante da programação oficial de comemoração dos 80 anos do Jornal Estado de Minas; Produtor Curador do projeto 1º Festival de Choro e Samba em Paraty em 2011; Produtor do Projeto Quermesse – Manutenção de Uma Tradição, realizado em 2010, 2011 e 2012, dentro dos projetos de Gastronomia de Araxá e Tiradentes; Gestor do Projeto Sabores de Minas, em três edições, com exibição da programação na TV Alterosa de Minas Gerais; Produtor e Curador do Projeto Circuito Mineiro do Choro, em BH/2012; Gestor e Curador de 07 (sete) edições do projeto Festa da Música, em Belo Horizonte, MG; Produtor do projeto História Oral e Musical de Belo Horizonte- 1ª Parte; Curador e Produtor do Festival de Choro em Samba em B. Hte, 2013. Produtor e Curador do projeto "Acir Canta Lupcinio Rodrigues" no Grande Teatro Cine Brasil em 2014. Produtor e Curador do projeto "Feira Mineira de Cultura e Gastronomia", realizado na cidade de Rodeiro- MG, no ano de 2014. Produção do projeto BH Choro 4ª Edição a ser realizado em 2015. Produtor e Curador Proj. Feira Mineira de Cultura e Gastronomia, realizado no estacionamento do Parque das Mangabeiras, com um publico de 6.000 pessoas. MARCELO DE FREITAS DIAS RAMOS – PRODUTOR EXECUTIVO: 1) Planejamento, organização, realização, produção e divulgação de eventos musicais internacionais. (2003)Dark Funeral (Suécia), Averse Sefira (E.U.A) e Marduk (Suécia) - (2004) Gorgoroth (Noruega), Dimmu Borgir (Noruega), Moonspell (Portugal), Cannibal Corpse(E.U.A), Children of Bodom (Finlândia), Enthroned (Bélgica), Behemoth (Polônia) - (2005) Sodom (Alemanha) 2) Prestação de Serviços de Produção Executiva para eventos musicais nacionais e internacionais: (2004) Destruction (Alemanha), After Forever (Holanda), Pop Rock Brasil e Rock História 3.(2005) Festival Cogumelo 25 anos , Bruce Dickson (Iron Maiden – Inglaterra) e Tribuzzy (Brasil)(2006) Angra (Brasil) e Festival Tripulasom Montilla (2007) Turnê CD José Eymard , Festa da Música (50 shows gratuitos em 10 dias em praças e teatros) , Turnê CD MAPA de Weber Lopes. (2008) Maria João, Mário Laginha (Portugal), Weber Lopes e Titane (Brasil), no lançamento campanha comemorativa de 80 Anos do Jornal Estado de Minas, Coordenação e Produção do Festival Novos Sons de música instrumental em Belo Horizonte; Produção Executiva do festival BH Choro (10 shows em quatro dias), Produção da Turnê do Duo Weber Lopes e Paulo Bellinati por festivais de inverno em Minas Gerais, Produção Executiva da segunda edição do projeto Festa da Música (64 shows em 10 dias em Belo Horizonte).(2009)Produção dos Shows em Homenagem ao Centenário de Ataulfo Alves no Triângulo Mineiro; Produção Executiva da terceira edição do projeto Festa da Música (62 shows em 10 dias em Belo Horizonte). PATRÍCIA IMACULADA DE MATOS - PRODUTORA: Cursou comunicação social - relações públicas na PUC/MG. Trabalha como produtora executiva e gestora cultural desde 1999 com atividades de formatação de projetos, captação de recursos, execução e gestão. E gestora e produtora do Grupo Trama de Teatro desde 2005. E gestora e produtora cultural do CEIA Centro de Experimentação e Informação de Arte desde 2003, é gestora e produtora cultural da artista Dudude Herrmann desde 2010. Atua como assistente de produção e produtora executiva nos projetos Trilha Cultural BDMG 2016 E 2017 e Projeto Circuito Cultural Contagem (Belgo Arcelor) 2018. Idealizadora e gestora da ação Garatuja - encontro de arte para crianças - edições 2017 e 2018 realizadas pelo fundo municipal de incentivo à cultura de Contagem. JOSÉ FRANCISCO – ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Estudante de Gestão em Recursos Humanos. Assistente Administrativo - Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais - 1992 a 1997. Supervisor Operacional – SEC/MG - 1997 a 2005. Produtor Cultural - freelancer - 2005 a data atual. RAFFAELE ALFONSO PRADO PELUSO – CONTADOR: Graduado em Ciências Contábeis pela FUMEC, inscrito no CRC-MG sob o nº 120.990/O, inscrito no Cadastro Nacional de Peritos Contábeis sob o nº 6868. Pós-graduado em Perícia Contábil pela PUC-MINAS e bacharelando em Direito e Administração de empresas. Atuação como Contador, Auditor, Consultor Contábil, Financeiro e Conttroler, presta consultoria e assessoria há mais de 15 anos. GRUPOS CONVIDADOS: Os grupos artísticos convidados ficam condicionados a confirmar sua participação após a captação e definição dos dias do evento. Se houver substituição serão por grupos do mesmo padrão e estilo artístico. CLUBE DO CHORO DE BELO HORIZONTE - O Clube do Choro de Belo Horizonte tem as suas origens nas reuniões semanais das quintas-feiras, no Bar do Bolão, no bairro Padre Eustáquio, onde vários músicos, amadores e profissionais, se reúnem, desde 1993 até hoje, em maravilhosas rodas de choro, abertas a todos os apreciadores de boa música, bom papo, agradável convivência, regadas a cervejas geladas. A partir destas reuniões foi fundado, em 31 de maio de 2006, o Clube do Choro de Belo Horizonte, instituição sem fins lucrativos que, com o quadro inicial de 23 fundadores. Diferentemente de outros clubes de choro, no Brasil e no exterior, a sua manutenção é realizada com as contribuições mensais de seu quadro de associados que, na atualidade, soma 105 sócios. Desde então, ele se mantém como uma instituição totalmente voltada para o incentivo e a divulgação da música – e em especial, o gênero choro – através de atividades de instrumentistas, compositores e intérpretes, que se dedicam ao estudo e apresentações de audições musicais em casas de espetáculos, praças, bares e espaços culturais. CLUBE DO CHORO DE BETIM - O Clube do Choro de Betim é um grupo de choro e de samba que há mais de 15 anos vem participando ativamente de projetos relaciona-dos à música brasileira. O grupo realiza um trabalho de for-mação e difusão da cultura brasilei-ra através da música através de cursos, oficinas, workshops e apre-sentações na cidade de betim e região, tendo já formado vários mú-sicos na cidade que hoje seguem carreira na area artistica.Com um repertório dançante e va-riado, que vai das gafieiras e mar-chinhas à bossa nova e música re-gional, o grupo tem como integran-tes músicos gabaritados que carre-gam em seus currículos apresenta-ções na Espanha, França, Suíça, Nova Zelândia e Argentina. CLUBE DO CHORO DE BRASÍLIA - Fundado em Brasília, 10 de novembro de 1956. O presidente Juscelino Kubitschek inaugura o primeiro prédio oficial da cidade: o Catetinho, casa de madeira projetada por Oscar Niemeyer e que serviria de residência provisória do chefe do governo até sua mudança para o Palácio da Alvorada, em 1960. Na comitiva, além de parlamentares, jornalistas e assessores, uma presença revela a paixão de JK pela música popular brasileira: o violonista Dilermando Reis, chorão, seresteiro e autor de Exaltação a Brasília, canção composta em homenagem à cidade que começa a sair do chão. Pelas cordas do violão de Dilermando, o choro e a seresta ecoam na noite estrelada do Planalto Central, quando a nova capital ainda não passa de um sonho. Com a conclusão da reforma, em 1997, a diretoria do Clube do Choro de Brasília começou o trabalho de reaglutinação dos músicos e admiradores do gênero. Ao mesmo tempo, apresentava ao Ministério da Cultura projetos anuais temáticos, o primeiro deles em homenagem ao centenário de nascimento de Pixinguinha. O Clube possui vários grupos musicais formado por seus alunos e professores. CLUBE DO CHORO DE NITERÓI - O Clube do Choro de Niterói é um movimento criado com o objetivo de incentivar a disseminação deste que é considerado o primeiro gênero musical urbano brasileiro. Sua fundação ocorreu em 28 de janeiro de 2013. A música niteroiense é reconhecida em todo país, responsável por revelar grandes nomes do choro, nomes como Carlinhos Leite e Jonas do Cavaquinho representaram a cidade no cenário internacional do choro ao participarem da formação original do grupo Época de Ouro, ao lado de Jacob do Bandolim. Em outro momento, surgiram bambas como Ronaldo do Bandolim, Silvério Pontes, Rogério Souza, Márcio Hulk e tantos outros. Nomes da nova da geração de chorões da cidade, como Paulinho Bandolim, um dos compositores do samba campeão da Mangueira em 2016, e Leo Fernandes, também vêm compondo belas obras mostrando que o choro em Niterói está sempre se renovando. CLUBE DO CHORO DE SANTOS - O Clube do Choro de Santos foi fundado em 23 de abril de 2002, na data em que se comemora o Dia Nacional do Choro, em homenagem a Pixinguinha. Foi fundado por um grupo de amigos apaixonados pela causa e todos, de alguma maneira, ligados a música. A inauguração aconteceu nas dependências do bar e lanchonete do SESC Santos. Marcello Laranja, atual presidente do Clube, fez uma explanação sobre a história do choro, ao lado do conjunto Cinco Companheiros. De início, a base do clube era os membros Luiz Antonio Pires, Jorge Maciel, Obed Zelinschi e o próprio Marcello. Logo em seguida, outros companheiros vieram a integrar a diretoria, como Ademir Soares, Paulo Renato Alves, Herlinha de Souza e outros. O Clube possui diversas formações artísticas com nomes de destaque do choro. GRUPO BH CHORO - A formação do grupo para este festival será a mescla de músicos locais e convidados, que já se apresentaram juntos muitas vezes. A virtuose individual, reunida, resultará em um show inédito. Silvério Pontes, trompetista consagrado, parceiro de Zé na Velha no lendário grupo musical, virá diretamente do Rio de Janeiro, para juntamente com os mineiros Silvio Sete Cordas (violão sete), Marcos Flávio (trombone), Dudu Braga (cavaquinho) e Ramon Braga (pandeiro). VELHA GUARDA DO CHORO RIO DE JANEIRO - É um grupo de músicos liderado por JOEL DO BANDOLIM, nascido em 1937 e no estudo da música desde os 14 anos, sendo um dos últimos vivos que participaram do do lendário templo do choro na cidade do Rio de Janeiro, localizado no subúrbio da Penha, o buteco “SOVACO DE COBRA”. Este foi o grande palco irradiador do Choro, mercê da presença constante de músicos do quilate de ZE DA VELHA, JOEL NASCIMENTO, Radamés Gnattali, Galo Preto, Joyr Nascimento, Abel Ferreira (que compôs o choro “Chorinho do Sovaco de Cobra”), os integrantes do grupo Chapéu de Palha, irmãos Waldir Silva e Walter Sete Cordas. Também marcaram presença por lá Elizeth Cardoso, João Nogueira, Edmundo Souto, Paulo Moura, Beth Carvalho, os Carioquinhas, Dino Sete Cordas, Raphael Rabello, e muitos outros. No ano de 2018, foram iniciadas as filmagens de um documentário sobre sua vida e obra pelo cineasta Ricardo do Carmo. Este filme se intitula “O Último Chorão”, lançado em 2019, e conta com depoimentos de vários e famosos músicos brasileiros. Em 2019, foi lançada a sua biografia "O bandolim colorido de Joel Nascimento", escrita por Jorge Roberto Martins. Atualmente, empunhando o Bandolim e secundado por Henrique Cazes no Cavaquinho, Beto Cazes, Pandeiro, Marcelo Gonçalves no Violão de Sete Cordas, e Daniela Spilemann no Sax e flauta, vêm se apresentando constantemente como o grupo de velha guarda do choro RJ obtendo muito sucesso, o que não se constitui novidade alguma, pois neste time só tem “cobra”. Com, e, sem sovaco. VELHA GUARDA DO CHORO BH - Esta denominação deste fabuloso grupo de choro tem a mesma origem de tantos outros. Os músicos veteranos, ao adquirirem os “cabelos de prata”, passam a serem tratados como a velha guarda daquele gênero. Os seus integrantes já foram parceiros, companheiros, mestres e alunos de gerações de chorões. Se constituem, na verdade, em verdadeiros baluartes artísticos, tendo influenciado toda a geração de chorões em atividade. Ao contrário que possa parecer, nunca deixaram de tocar, mas as apresentações, por falta de convites e oportunidades, ficaram cada vez mais escassas. Desta forma, nas vezes em que são reunidos e se apresentam, esmeram no repertório e performance, com a finalidade de provar que “quem foi rei, sempre terá majestade”. Isto resulta em shows maravilhosos, únicos e raros. A “turma” desta vez será composta por José Cícero, acordeon; José Carlos, cavaquinho; Osenclever Camargo, pandeiro; Zito, percussão; Marcelão, trombone; Silvio Carlos, Sete Cordas; Carlos Walter, seis cordas. E, como cereja do bolo, a jovem flautista Mariana Bruelks.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-09-30
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais