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PRODUTO PRINCIPAL Montagem e Temporada do espetáculo GENTE BOA. PRODUTO SECUNDÁRIO - OFICINAS DE PRODUÇÃO - Serão oferecidas oficinas de produção gratuitas à população em geral ao longo das temporadas do espetáculo. Com esta ação promoveremos a aproximação da população aos métodos de elaboração de projetos culturais. Iniciativa de fundamental importância para a criação de novas plateias, grupos teatrais já existente na cidade com o intuito de disseminar e aperfeiçoar o conhecimento e assim promover o bem comum dentro do nosso país.
GENTE BOA, é uma peça teatral do dramaturgo americano David Lindsay-Abaire, a peça foi indicada para o Prêmio Tony em 2011. Uma obra carregada de urgências, graça e poesia.A peça trata de um assunto mais que urgente para a situação atual da humanidade: a farsa da meritocracia. Como se fosse verdade que as aviltantes diferenças sociais pudessem se justificar pelos méritos, esforços ou sorte de uma minoria.
OBJETIVOS GERAISProduzir e apresentar no Brasil o espetáculo GENTE BOA, é uma peça do dramaturgo americano David Lindsay-Abaire, foi indicada para o Prêmio Tony em 2011, uma obra carregada de urgências, graça e poesia.Sobre o espetáculo Um assunto mais que urgente para a situação atual da humanidade: a farsa da meritocracia. Como se fosse verdade que as aviltantes diferenças sociais pudessem se justificar pelos méritos, esforços ou sorte de uma minoria.OBJETIVO ESPECÍFICO GENTE BOA tem como objetivos específicos: - 1 Temporada inédita na cidade de São Paulo, com 24 apresentações. - 1 Temporada inédita na cidade do Rio de Janeiro, com 24 apresentações.- 8 oficinas de produção cultural gratuitas à população em geral, sendo 4 oficinas na cidade de São Paulo e 4 oficinas na cidade do Rio de Janeiro. - Oferecer à população temporada preço acessível.
Devido à natureza extremamente cultural do projeto, apontamos abaixo que o espetáculo enquadra-se diretamente nos incisos do artigo 1º da Lei 8313/91 a seguir: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, comvalorização de recursos humanos e conteúdos locais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores IV - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Sobre o espetáculo em si: GENTE BOA, um trabalho expresivo de David Lindsay-Abaire, teve a virtude de colocar questões urgentes para a situação atual da humanidade: a farsa da meritocracia, mas com graça, poesia e estranhesa, trazendo essa figura intrigante que é tão bem retratada pelo autor.Como se fosse verdade que as aviltantes diferenças sociais pudessem se justificar pelos méritos, esforços ou sorte de uma minoria. Como se os destinos fossem traçados por boas ou más escolhas, quando a grande maioria das pessoas nem sequer sabe que poderia ter outras opções, e seguem traçando suas vidas carregando suas histórias familiares, vítimas de suas condições.Uma peça que exibe um completo estudo de personagem que de um modo ou de outro se parece com algum de nós em algum momento de nossas vidas. Acresça a isso o fato de que a questão das escolhas que fazemos podem nos levar ao céu... Ou ao inferno... E como tentamos lidar com elas è um dos oportunos temas que a peça se propõe investigar e que percebemos ter interessado a muita gente . Afinal, o que é a sorte? Porque, parece, que algumas pessoas nascem com algo a mais e outras não?Não bastasse isso o autor constrói outros personagens e situações hilárias em sua humanidade. Todos os amigos de Margie, cada um a seu modo , tem alguma opinião a dar a respeito da vida , e essas são , quase sempre , muito engraçadas porque são repletos de originalidades. E por último e não menos importante o objetivo que será alcançado segundo o artigo 3º: - realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
GENTE BOA, é uma peça do dramaturgo americano David Lindsay-Abaire que pela primeira vez o público brasileiro irá conhecer nos palcos.
Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, desde já informamos que caso haja essa necessidade, os novos profissionais seguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto.
De acordo com o art. 3 e 42, propomos para acessibilidade Acessibilidade física - Somente realizarmos as apresentações em teatro que tenham amplo acesso para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e idosos (o teatro deverá possuir entrada para deficientes físicos, com rampa de acesso ou elevadores, além de poltronas e/ou espaços especiais para cadeirantes. Isso não acarretará ônus para a temporada, pois corresponde a estrutura pré-existente. - Teremos sempre alguém da produção do espetáculo que juntamente com a equipe do teatro receberá as pessoas; - Teremos sempre alguém da produção do espetáculo que juntamente com a equipe do teatro receberá as pessoas para garantir seu conforto no sentido, sobretudo, da acessibilidade plena ao espetáculo. Acesibilidade para deficientes visuais: - Haverá a elaboração e disponibilização do programa da peça em braile, visando atendimento de medida de acessibilidade ao público deficiente visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Tradutor de Libras será financiado pela rubrica correspondente inserida no orçamento. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: -Será escolhido um espaço para realização das OFICINAS com acessibilidade plena (rampa de acesso e etc) Acesibilidade para deficientes visuais: - Haverá uma pessoa sempre acompanhando as pessoas com alguma deficiencia visual para orientá-la da melhor maneira durante as oficinas. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Terá um intérprete de libras durante as oficinas. Temporada São Paulo – 1 sessão com tradução em libras será oferecida ao longo da temporada. Temporada Rio de Janeiro - 1 sessão com tradução em libras será oferecida ao longo da temporada. PRODUTO - ações formativas culturais e sua acessibilidade - 08 OFICINAS sobre PRODUÇÃO CULTURAL, sendo 04 na cidade de São Paulo e 04 na cidade Rio de Janeiro. Serão 2 palestras com o público após a apresentação do espetáculo, com a presença do produtor e elenco (1 encontros na temporada São Paulo e 1 encontros na temporada Rio de Janeiro). Os encontros serão no próprio teatro, após as apresentações e não gerará custo ao projeto e serão ministradas gratuitamente ao público.
Valor do ingresso: (R$ 100,00 inteira e R$ 50,00 meia entrada) - Total estimado de acentos 19.200 ingressos: 9.600 na temporada São Paulo e 9.600 na temporada Rio. Dos ingressos disponibilizados, temos: - 50% produtor - 10% preços promocionais E 40% gratuito, sendo: - 10% de ingressos oferecidos gratuitamente a patrocinadores. - 10% ingressos para divulgação. - 20% ingressos oferecidos gratuitamente às ONGS em caráter social, educativo ou de formação artística. DEMOCRATIZAÇÃO Em atendimento ao disposto no art. 21, realizarmos OFICINAS DE PRODUÇÃO CULTURAL: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; PREÇO DO INGRESSO Em atendimento ao disposto no art. 21 x - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria. Toda a temporada será realizada com preço acessível à população. CONTRAPARTIDA SOCIAL OFICINAS DE PRODUÇÃO CULTURAL Serão oferecidas 08 oficinas de PRODUÇÃO CULTURAL gratuitas à população em geral ao longo das temporadas do espetáculo, sendo 04 na cidade de São Paulo e 04 na cidade Rio de Janeiro.Com esta ação promoveremos a aproximação da população ao fazer artístico. Iniciativa de fundamental importância para a criação de novas plateias e para promover o bem comum dentro da sociedade brasileira. Oficinas de PRODUÇÃO CULTURAL – cachê R$ 4.600,00 no orçamento de São Paulo e o cachê R$ 4.571,39 no orçamento da cidade do Rio de janeiro. Rubricas inseridos no orçamento.
O proponente Gabriel Guimard (Vinícius Oliveira Albuquerque) na pessoa de seu sócio-dirigente ocupará a função de produção executiva do espetáculo GENTE BOA em suas duas temporadas: na cidade de São Paulo e na cidade do Rio de Janeiro. FICHA TÉCNICATexto:David Lindsay-AbaireTradução:Marcos DaudDireção Geral: Ulysses CruzElenco: Nicette Bruno, Bel Kutner, Leonardo Brício e Erika JanuzaCenografia e Figurino: Ulysses CruzTrilha Sonora: André AbujamraIluminação: Domigos QuintilianoDireção de Produção: Alexandre BrazilProdução executiva: Gabriel GuimardConsultoria de Produção: Vanda DantasRealização: Escritório das Artes e Bel Kutner CurrículosMarcos Daud - Ator e tradutorTem uma vida dedicada, sobretudo, às traduções de obras de William Shakespeare, entre seus trabalhos estão: -O Leão no Inverno -Constelações -Macbeth - O Relato Íntimo de Madame Shakespeare -Péricles, Principede Tiro -Péricles, Principede Tiro -Oleanna Entre inúmeros outros. Ulysses Cruz – Diretor, cenógrafo e figurinista Dirigiu grandes nomes como Maria Bethânia no show Dadaya - as Sete Moradas. No teatro, Cássia Kis em O Zoológico de Vidro, Antônio Fagundes em Macbeth, Paulo Autran em Rei Lear, Ruth de Souza em Anjo Negro, Tarcísio Meira em O Camareiro, Marilia Gabriela em Constelações, em 2018 Regina Duarte em O Leão no Inverno. Na Rede Globo foi diretor artístico de 1997 a 2016 e comandou Criança Esperança até 2012, e novelas como Eterna Magia, Sabor da Paixão, Estrela Guia e as minisséries Um Só Coração e Muralha. Ganhou como carnavalesco e comissão de frente alguns carnavais com as escolas Vai-Vai em São Paulo e Viradouro no Rio de Janeiro. Em 2013 foi convidado para ser o diretor artístico da Jornada Mundial da Juventude com a presença do Papa Francisco na praia de Copacabana. Nicette Bruno - Atriz, encenadora e escritora Sua estréia oficial aconteceu em 1947, na peça A Filha de Iório, de Gabriel D’Annunzio. Sua atuação lhe valeu a medalha de ouro de Atriz Revelação pela ABCT (Associação Brasileira de Críticos Teatrais. Em 1959, na TV Continental ganhou um papel da destaque, interpretando a personagem-título no seriado ao vivo Dona Jandira em Busca da Felicidade. Sua primeira telenovela foi Os Fantoches (1967), de Ivani Ribeiro, na TV Excelsior. Nos anos 1960 nas extintas emissoras TV Excelsior e Rede Tupi, atuou em novelas de sucesso na época como A Muralha, O Meu Pé de Laranja Lima, Rosa dos Ventos, Papai Coração, Éramos Seis e Como Salvar Meu Casamento. Depois, ao transferir-se para a Rede Globo encarnou ainda personagens célebres em novelas como Sétimo Sentido, Louco Amor, Selva de Pedra, Bebê a Bordo, Rainha da Sucata, Mulheres de Areia, entre outros sucessos. Em 2014, a atriz estreou a peça Perdas e Ganhos. O monólogo da escritora Lya Luft, com direção da filha da atriz, Beth Goulart, é uma homenagem ao marido, o ator Paulo Goulart. Em 2015, na novela I Love Paraisópolis, de Alcides Nogueira e Mário Teixeira, Nicette foi Izabelita, uma divertida viúva. Em 2017, interpreta a bondosa e divertida Elza, tia do protagonista Júlio em Pega Pega. Em 2020 Nicete tem um reencontro com o texto de Mário Brasini, de 1976, onde ela interpretava o papel de Suelly em uma produção da peça em 2004. O espetáculo é dirigido por Alexandre Reinecke e tem realização da Chaim Entretenimento. Bel Kutner - Atriz, diretora de teatro brasileiro e "diretora artística" da "Fundação Cidade Das Artes". Em 1997, volta à Rede Globo e faz diversas novelas como: Anjo Mau (97) como Helena Ferraz - Minissérie Chiquinha Gonzaga (99) como Maria Gonzaga do Amaral - Um Anjo Caiu do Céu (2001), como Lulu e Começar de Novo (2004), como Marilyn Monteiro -Desejos de Mulher (2002), como Carol. Viveu a caipora Flor na sexta temporada de Sitio do Picapau Amarelo (2006) - A Favorita (2008), como Amélia Gurgel em 2010 – Em 2012 fez Marialva no remake da novela Gabriela. No teatro ganhou o Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil em 2007: Direção - O Conto da Ilha DesconhecidaLeonardo Bricio – Ator e diretor teatral Fez sua primeira peça teatral em 1984, na escola Teatro Tablado (onde estudou), sob a direção de Maria Clara Machado. Começou em televisão na extinta Rede Manchete, tendo passado pela Rede Globo, SBT e Rede Record, onde permaneceu até 2012. Em 2006 participou do elenco da telenovela Cidadão Brasileiro, da Rede Record e da telenovela, Luz do Sol. Como diretor teatral, Leonardo estreou em O Ateneu, em 2002, que dirigiu com Gaspar Filho. Depois, dirigiu junto com Junior Sampaio, a peça Deus Danado (2003/2004), texto de João Denys. Seu primeiro trabalho solo como diretor foi José, e agora? (2004), monólogo de Cadu Fávero. Em 2018, foi o delegado Jair no filme Berenice Procura. Ganhou alguns prêmios como: Troféu APCA (2007): Melhor ator coadjuvante, por Chamas da Vida. Prêmio Contigo: Melhor par romântico, por Chamas da Vida. Érika Januza - Atriz e modelo Em 2012, ganhou o papel da protagonista da minissérie Suburbia na Rede Globo. Sua primeira novela na Rede Globo, Em Família, teve um papel dramático e de destaque no horário nobre, com a personagem, Alice. Após a produção, em 2015, estreou na Marquês de Sapucaí vivendo Oxum na escola de samba carioca Império da Tijuca[9]. Em dezembro do mesmo ano, foi homenageada durante o Rio 450 Anos de Carioquice Negra por sua história de vida e o destaque alcançado por sua carreira, tornando-se uma referência aos cidadãos Em 2017 voltou às novelas, em O Outro Lado do Paraíso onde interpretou outro papel de destaque, Raquel Oliveira. Em 2020, estrelou a série da Globoplay, Arcanjo Renegado, como Sarah. André Abujamra - Cantor, compositor e multi-instrumentista Na década de 1980fundou a banda Os Mulheres Negras - pop rock experimental com instrumentos eletrônicos. Lançou 2 CDs, Música e Ciência (1988) e Música Serve pra Isso (1990). Após algum tempo, André Abujamra participou da banda Karnak. Hoje atua em carreira solo, com três CDs lançados, Infinito de Pé (2004)[1], Mafaro (2010) e O Homem Bruxa (2015) Foi responsável pela trilha sonora do Telecurso, do programa Provocações e ainda pela abertura do Castelo Rá Tim Bum, ambos da TV Cultura. Ele também cooperou na abertura do programa Charme com Adriane Galisteu do SBT. Em 2012, a banda Os Mulheres Negras[2] se reagrupou e voltou a se apresentar. Em 2014, se junta com o comediante Rafinha Bastos no Agora É Tarde.Domigos Quintiliano – Iluminador e ator Entre suas criações destacam-se Corpo de Baile, adaptação do texto de Guimarães Rosa, prestigiada criação do grupo; Fragmentos de um Discurso Amoroso, de Roland Barthes, numa produção da Companhia Estável de Repertório - CER, de Antonio Fagundes (1949); e A Cerimônia de Adeus, de Mauro Rasi (1949 - 2003), todas direções de Ulysses Cruz. Por esse conjunto de trabalhos realizados, Quintiliano e Edvaldo (Didi) são os únicos profissionais da luz a receberem, em sua longa história, um Prêmio Molière na categoria especial. Ilumina para Rei Lear, de William Shakespeare, direção de Ulysses Cruz, tendo o ator Paulo Autran à frente do elenco. Em 1999, faz uma incursão em dança com Bent, o Canto Preso. Em 2000, colabora mais uma vez com o trabalho do diretor Gabriel Villela, em Alma de Todos os Tempos, de Gabriel Villela e Eriberto Leão. Está em Fim de Jogo, de Samuel Beckett, direção de Francisco Medeiros (1948), em 2001. Ano em que volta a Rei Lear, de Shakespeare, agora com direção de Ron Daniels para Raul Cortez (1931 - 2006). Em 2002, participa de mais um Shakespeare, Romeu e Julieta, dirigido por William Pereira. E, em 2002, volta a parceria com Ulysses, em O Círculo das Luzes, de Doc Comparato. Alexandre Brazil-Diretor de Produção desde 1998, entre seus espetáculos produzidos estão: “Frida Kahlo – Viva la Vida”, de Humberto Robles, direção Cacá Rosset, “Lela & Cia.”, de Cordelia Lynn, direção Alvise Camozzi, “Insônia – Titus Macbeth”, da obra de William Shakespeare, direção André Guerreiro Lopes, “Nem Princesas Nem Escravas”, de Humberto Robles, direção Cacá Rosset; A Vida em Vermelho – Brecht e Piaf, de Aimar Labaki, direção Bruno Perillo, Coriolano, de William Shakespeare, direção Márcio Boaro, Isso Não é Um Sacrifício , de Fernando Bonassi, direção Christiane Tricerri, A Merda, de Cristian Ceresoli, direção Christiane Tricerri, Ricardo III De William Shakespeare, direção Marcelo Lazzaratto, A Tempestade – De William Shakespeare, tradução Barbara Heliodora, direção Marcelo Lazzaratto, Casting - De Aleksandr Gálin, tradução de Aimar Labaki e Elena Vássina e direção de Marco Antonio Rodrigues , Dias Felizes - De Samuel Beckett, tradução de Barbara Heliodora e direção de Emilio Di Biasi, O Homem da Tarja Preta - De Contardo Calligaris, direção de Bete Coelho, Dois Irmãos - Da obra de Milton Hatoum, adaptação de Jucca Rodrigues, direção Roberto Lage Centro Cultural Banco do Brasil SP 2008, Macbeth A Peça Escocesa - De William Shakespeare, tradução e adaptação inéditas de Marcos Daud, direção Regina Galdino , O Relato Íntimo de Madame Shakespeare - Do livro homônimo de Robert Nye, Tradução Marcos Daud, direção Emílio Di Biasi 2007. CCBB SP e RIO, "Otelo - Autor: William Shakespeare. Direção: Marco Antonio Rodrigues. Teatro Galpão do Folias entre outros. Gabriel Guimard (Vinícius Oliveira Albuquerque) - Participou da companhia francesa Philippe Genty entre os anos de 1989 e 1995, com a qual viajou por mais de 50 países. Em 1995 ganhou bolsa do Ministéiro da Cultura da França para estudar circo e palhaçaria na Escola Nacional de Circo de Paris. Voltando ao fundou a companhia Megamini em 1996, juntamente com a atriz Nora Prado. Dirigiu e atuou em mais de 20 espetáculos entre eles: Baile do Gato na Tuba, Tem Gato na Tuba, Palavra Encantada, Clássicos da Mímica, Proezas de Extrabão, Viva o Paiaço, Muito Romântico, A Modelo. Foi curador e produtor executivo do 1o, 2o e 3o Festival de Mímica de São Paulo de 1986 a 1988. Foi curador de vários festivais e palhaço. Desde 2000 a cia. Megamini tem voltado sua pesquisa para o teatro para crianças. Fez curadoria, assessoria técnica para vários festivais e mostras de teatro para crianças. Criou em 2008 o Portal Cultura Infância. Foi responsável pela proposição da Oficina Brincando na Diversidade. O Portal em duas vezes pelo edital Proac de Cultura Digital. Fundou o Fórum Cultura da Infância de São Paulo, a Rede Nacional de Teatro Infantil - RENATIN entre outras atiidades ligadas a cultura digital e infância. Vanda Dantas - Produtora e Coordenadora de Produção na empresa Inima Produções. Produtora Cultural no Ciclo de Leituras De e A partir de Shakespeare no Itau Cultural em 2020. Assistente de Produção em LELA &CIA, direção Alvise Camozzi e Insônia – Titus Macbeth, direção André Guerreiro Lopes e Frida Kahlo – Viva la Vida”, de Humberto Robles, direção Cacá Rosset em 2019. Assistente de Produção da Cia Ocamorana, em 2018, 2017 e 2016 nos espetáculos: 1924 - A Revolução Esquecida e Coriolano, direção de Márcio Boaro.
PROJETO ARQUIVADO.