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Livro sobre a obra do artista plástico Carlos Matuck, reunindo a reprodução de cerca de 200 obras de sua autoria, entre as mais representativas ao longo de sua carreira. Além disso, serão realizadas palestras como contrapartida social.
Livro sobre a obra do artista plástico Carlos Matuck, reunindo a reprodução de cerca de 200 obras de sua autoria, entre as mais representativas ao longo de sua carreira. Realização de 3 palestras virtuais (devido à nova Covid), gratuitas, com duração de cerca de 90 minutos, cada.
Objetivo Específico - Produzir e distribuir 2000 livros de arte sobre a trajetória de Carlos Matuck, apresentando ao público uma retrospectiva dos 40 anos de carreira do artista plástico paulistano, a partir da reunião de seus trabalhos mais relevantes. - Divulgar e ampliar o conhecimento público sobre o trabalho artístico desse paulistano de produção incessante, com uma rica contribuição para o cenário artístico paulista e brasileiro nas últimas décadas. - Oferecer ao público uma visão de conjunto das obras de Matuck, com destaque para suas principais séries de trabalhos e para referências das quais se apropria de forma recorrente, demonstrando como se comportam na grande variação de técnicas e suportes utilizados pelo artista. - Gerar uma obra de referência sobre a arte contemporânea brasileira. - Ampliar o conhecimento sobre a arte brasileira. Objetivo Geral - Valorizar a produção artística nacional contemporânea e torná-la mais acessível para um público ampliado;- Promover o acesso à arte e à cultura por parte de públicos com deficiência visual, auditiva ou múltiplas;- Promover reflexões sobre a produção cultural e artística nacional através das obras;- Promover a fruição junto aos diversos públicos - especializados e não-especializados - de um trabalho atual e inventivo, estimulando o intercâmbio, a formação e a produção;- Democratizar o acesso à arte e à cultura.
Carlos Matuck foi pioneiro do graffiti paulistano no final da década de 70, ao lado de Alex Vallauri e Waldemar Zaidler, movimento ao qual agregou grande elaboração, criando imagens com várias camadas aplicadas por técnicas de estêncil, que permitiam utilizar cores sobrepostas e desenhar mínimos detalhes. Quase sempre juntos, os três criaram um repertório inconfundível, em desenhos isolados e grandes painéis, tendo quase sempre o universo pop de personagens dos quadrinhos e do cinema como tema. Rapidamente, a cidade de São Paulo ia ganhando intimidade com aquela expressão ao mesmo tempo lúdica e política, que prenunciava a grande explosão do graffiti brasileiro no mundo inteiro, em exposições, galerias e grandes painéis nas principais cidades. A repercussão nas ruas o levou para galerias importantes da cidade, como a Fotóptica, Galeria São Paulo e Thomas Cohn, e também para a Bienal Internacional de São Paulo de 1985. Em seu ateliê-galpão, Matuck seguia ampliando suas áreas de ação. Utilizando carvão, nanquim e aquarela, formatos grandes e pequenos, seguia moldando um universo artístico muito particular, cujo vigor hoje podemos perceber com clareza. Selos postais, carimbos, bicicletas, caligrafias distintas, ícones da cultura chinesa, imagens da São Paulo antiga, escritores, personagens reais e outros das histórias em quadrinhos e do imaginário popular. Elementos que surgem em diferentes técnicas, ora numa pintura ou desenho, ora num trabalho de dimensões muralísticas, provocando surpreendentes deslocamentos de sentido em sua obra, sempre repleta de referências do mundo que o cerca. Não à toa, talvez por coletar inspirações continuamente, nas obras de Matuck restam poucos espaços vazios. Decorridos tantos anos, é admirável o resultado dessa intuição criativa, regida por um elaborado pensamento sobre o fazer artístico. A profusão de imagens apropriadas por Matuck, vista em conjunto, ganha uma consistência ímpar. Indicamos abaixo os incisos do Art. 1o da Lei 8313/91 em que o projeto se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 (negrito): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
Capa (Felxível) Tamanho fechado: 250 x 288 mm Tamanho aberto: 525 x 288 mm Papel: Garda Kiara 135 g/m2, empastamento Supremo 250 g/m2 Impressão 4x0 Laminação fosca frente (soft touch); refile; corte e vinco Guardas Tamanho fechado: 245 x 280 mm Tamanhoaberto: 490 x 200 mm Impressão 4x4 Papel Garda Kiara 135 g/m2 Dobra e refile Miolo 256 págs. (16 cadernos de 16) Impressão 4x4 cores Tamanho fechado: 245 x 280 mm Tamanho aberto: 490 x 280 mm Papel Garda Kiara 135 g/m2 Acabamento geral Cadernos costurados / Capa flexível com lombo quadrado; cabeceado; shirink individual; lombo solto, abertura plana (o miolo deve abrir 180º, haverá imagens espelhadas)
No Livro: ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica; DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica; DEFICIENTES VISUAIS: audiobook. Na contrapartida social: DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem e intérprete de libras; DEFICIENTES VISUAIS: as palestras poderão ser ouvidas em áudio pelas pessoas com deficiência visual.
Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, adotaremos: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do Artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II. Gratuidade na participação nas palestras realizadas como contrapartidas sociais.
Proponente Editora Olhares (EO Editora Ltda) Função: Coordenação administrativa, financeira e editorial O proponente será remunerado pelas atividades indicadas acima, conforme rubricas constantes no orçamento. Graduado em Produção editorial pela Escola de Comunicação da UFRJ. Pós-graduado em Fotografia como instrumento de pesquisa,pela Universidade Cândido Mendes. Sócio e editor-executivo da Editora Olhares, responsável pela edição de mais de 20 títulos comperfil semelhante ao do projeto em questão. Autor dos livros: Intimidade revelada. São Paulo: Len Comunicação, 2007; Serra dosÓrgãos. Rio de Janeiro: Doiis Editora, 2007; Stuhlberger – uma história da construção de São Paulo. São Paulo: Len Comunicação,2006; Serra do Cipó. Rio de Janeiro: Doiis Editora, 2006; Onde nascem as águas, Serra da Mantiqueira. Rio de Janeiro: Doiis Editora,2003. Artista: Carlos Matuck, paulistano, nascido em 1958, é artista plástico desde a década de 1970. Estudou arquitetura, foi precursor do Graffiti em São Paulo e participou de dezenas de exposições, entre elas da 18a. Bienal Internacional de São Paulo, em 1985, e de residências artísticas no Brasil, Dinamarca, Japão, Alemanha e Polônia. Em paralelo, fez trabalhos de ilustração para revistas, jornais e editoras e publicou histórias em quadrinhos, como desenhista e roteirista. Curadoria e projeto gráfico: Waldemar Zaidler Pintor, cenógrafo, ilustrador, designer e grafiteiro. Cursa arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - FAU/USP entre 1978e 1982. Em 1979, juntamente com Alex Vallauri e Carlos Matuck, inicia em São Paulo um movimento de graffiti. Durante a década de1980, trabalha como ilustrador para a Revista Veja e para a Editora Brasiliense e realiza vários grafites com Carlos Matuck: El TrioLos Panteras e Las Tres Panteretas, na fachada externa do MAM/SP, Paisagem, no hall do Teatro da FAU/USP; Paisagem com Comboio dos Insensatos, no Teatro Lira Paulistana; Fiesta, na Estação Sé do Metro de São Paulo e o out-door para o evento Arte na Rua, 75 -organizado pelo MAC/USP. Em 1989, funda o escritório Planeta Terra Criação e Produção, que se dedica a criar identidades visuaispara empresas e corporações. Participa das exposições Arte na Rua, no MAC/USP, São Paulo, 1983; Bienal Internacional de São Paulo,1983 e 1985; Como Vai Você, Geração 80?, na EAV/Parque Lage, Rio de Janeiro, 1984 e 1ª Mostra Paulista de Grafitti, no MIS/SP,1992. Publicação: Editora Olhares (EO Editora Ltda) A EO Editora Ltda, nome fantasia Editora Olhares, é uma empresa brasileira constituída em 2008 com objetivo de elaborar e produzir projetos culturais. A editora se especializou em propor e gerar conteúdo editoriais, culturais e artísticos com a preocupação central de transformar o resultado de pesquisas rigorosas em narrativas agradáveis e dinâmicas, primando por um tratamento visual moderno e adequado a cada projeto. A empresa está engajada no resgate e registro de temas culturais e históricos, comprometendo-se com a preservação e difusão da cultura nacional. Dentre os trabalhos que desenvolveu, destacam-se: Livros publicados (www.editoraolhares.com.br) Já era jacaré (2013) Alex Vallauri – da gravura ao grafite (2013) Ciclismo no limite (2013) A vida dos centros (2013) São Paulo é Legal! (2013) Sobrados da Zona Oeste (2012) São Paulo 1971-2011. História recente, ver Artesãos da Sapucaí (2011) Interiores no Brasil – a influência portuguesa nos espaços domésticos (2011) Yoga massagem ayurvédica (2011) Chico Niedzielski (2011) Minas; estado de espírito (2010) Retratos do Brasil Profundo (2010) Um a um – arquitetura de Betty Birger (2010) No campo da memória, jogando conversa fora (2010) A arte de Jaime Prades (2009) Faces da moeda (2009) Menu di Funghi (2009) Viva Favela (2009) A Ilha Tipográfica (2008) Japoneses no Vale do Aço (2008) Prêmios 53o Prêmio Jabuti, 2011 - 2o lugar na categoria fotografia com o livro Minas; estado de espírito. 25o Prêmio Museu da Casa Brasileira, 2011 - 1o lugar na categoria Trabalhos publicados com o livro Interiores no Brasil: a influência portuguesa no espaço doméstico. Consultor: Gustavo Seraphim Formado em direito com especialização em Gestão e Políticas Culturais pelo Itaú Cultural - Universidade de Girona (BR - ESP), em Gestão de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas - SP, e em Geografia, Cidade e Arquitetura pela Escola da Cidade - SP. Atua há mais de 15 anos como agente e gestor cultural, hoje prestando serviços de consultoria e assessoria na criação, implementação e gestão de projetos culturais e artísticos. Colabora para a realização dos programas do Instituto Porto Seguro, Instituto Adelina e CenaHum Academia, entre outros clientes.
PROJETO ARQUIVADO.