| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33131541000108 | COMPANHIA BRASILEIRA DE METALURGIA E MINERACAO | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
O produto principal deste projeto é a produção de obra audiovisual de gênero documental, de média metragem, com 52 minutos, no formato 4K, sobre a cultura de inovação de estudantes universitários que atuam na área de mobilidade e oqueos sonhos, valores e criatividade desses personagens revelam sobre as perspectivas de futuro para a sociedade. Os produtos secundários, derivados do principal e que auxiliarão na difusão e no diálogo com o seu público, são: uma websérie com 5 episódios de cerca de 5 minutos cada; um teaser de curta metragem, com cerca de 3 minutos; um trailer em vídeo com cerca de 1 minuto; a promoção, como contrapartida social, de pelo menos 6 sessões gratuitas em universidades públicas; e a elaboração de um website para divulgação do documentário principal e das obras derivadas. Todo o conteúdo produzido será integralmente disponibilizado gratuitamente ao público pela internet, além das sessões de exibição gratuitas e de outras formas de difusão audiovisual.
“Na Pista da Inovação” (título provisório) será um documentário que investigará como os sonhos, os valores e a criatividade de estudantes universitários envolvidos em projetos de tecnologia da área de mobilidade se mesclam para criar uma cultura de inovação que reverbera para além dos campi. Pois, junto da criação artística e dos artefatos materiais do passado, o fazer científico e tecnológico realizado no presente, com suas mitologias e narrativas próprias, que se confundem com a história da modernidade, é também parte da cultura. O objetivo é mostrar a relação das trajetórias e aspirações desses personagens com os impactos transformadores que essa cultura – da experimentação com novos materiais e processos ao desenvolvimento de aplicações que almejam mudar a vida das pessoas – podem trazer para o Brasil e o mundo. Em um momento histórico crucial, de crise dos paradigmas de desenvolvimento herdados da segunda revolução industrial que nos obriga a repensar relação de nossa espécie com o planeta, o filme vai revelar como a nova geração está encarando esse desafio. Classificação indicativa: Livre. Não há inadequações. Tema Há mais de um século, o ritmo da modernidade é encarnado, ao redor do mundo, pelas equipes que modelam carros de corrida. Ponto focal da busca por perfeição, eficiência e, a cada novo modelo, uma constante aceleração, hoje essa tradição está representada no Brasil por uma geração nascida nos anos 2000. Esses estudantes se deparam com novos dilemas, que colocam em questão a própria finalidade de uma aceleração sem limites em um mundo no qual motores a combustão não parecem ser mais a resposta. A geração que está experimentando com carros elétricos é também a que imagina outros modos de transporte e de vida a partir de seus inventos. O documentário acompanhará essas equipes de estudantes, orientados por professores e mentores, que constroem carros para competição, tanto elétricos quanto a combustão. A partir dessa base temática em comum, o filme contará histórias individuais dos protagonistas, revelando gradualmente vários outros assuntos, como: os sonhos, motivações e expectativas desses jovens; a existência e os porquês de uma cultura automobilística nacional; o ambiente de inovação nas universidades e na indústria do país; os entraves ou as oportunidades para esse ambiente no Brasil; e por fim, de que forma todos esses fatores podem ter impactos em temas de interesse coletivo, como a mobilidade urbana e o avanço tecnológico sustentável. Estrutura narrativa O filme terá três blocos. No primeiro, a apresentação de nossos 4 protagonistas – a partir de um olhar humano e atento às suas histórias – será entrelaçada à contextualização histórica de competições automotivas estudantis. No segundo bloco, enquanto os carros são planejados e construídos em espírito tanto de competição quanto de colaboração, aos poucos serão reveladas questões maiores envolvidas nessa história: o idealismo e o poder de inovação destes jovens – estimulados por orientadores, mentores, cientistas etc – ganharão espaço e mostrarão caminhos possíveis para o nosso futuro coletivo. Neste bloco se estabelece a relação entre o que está sendo feito para a pista com o que poderá ser adotado pela indústria e pelo cotidiano das sociedades, como o uso de novos materiais mais eficientes e o desenvolvimento de tecnologias que impactem na mobilidade e no meio ambiente. Além dos estudantes, entrarão depoimentos de outras figuras envolvidas em competições, como engenheiros experientes e pesquisadores, com visão mais ampla sobre a indústria, a academia e o universo da inovação tecnológica. Os encontros de mentoria dos participantes serão ocasiões especialmente propícias para este tipo de reflexão sobre a atividade. No terceiro bloco, após a visão de futuro oferecida por protagonistas e seus mentores, é hora da ação: veremos os últimos ajustes, as interações humanas, marcadas pela comoção, entre os protagonistas e as equipes, os carros em competição ou em testes. O desenlace dependerá do que a realidade trouxer: o desempenho dos carros – conforme, aquém ou além do esperado –, os desentendimentos ou o aprofundamento da cooperação entre os colegas, a alegria dos vencedores ou a tristeza dos perdedores. Em todos os casos, terá havido aprendizado no processo, mudanças nas perspectivas e compreensões dos personagens sobre trabalho em equipe e sobre a vida. Será buscada uma síntese de tudo o que já foi discutido no filme, apontando para o potencial de futuro contido em cada imagem do presente que foi mostrada pelo filme. Estratégia de abordagem Para revelar seus temas para o grande público, o documentário buscará uma estratégia de abordagem que gere uma narrativa audiovisual ágil e envolvente. Suas principais formas serão: entrevistas: realizadas com as personagens centrais e secundárias, elas serão o eixo de condução da narrativa. Com os personagens centrais, elas serão realizadas em locais que sejam representativos de cada história contada e do trabalho que eles estão realizando na construção dos carros (o quarto de estudos, o caminho de casa para a universidade, o laboratório de engenharia etc), gerando imagens dinâmicas e que já tragam em si o contexto narrativo. Já o conteúdo vai partir das histórias de vida desses protagonistas, suas “dores e delícias” e suas diferentes perspectivas individuais. Cada um será apresentado em suas variadas personalidades, visões de mundo e contextos sócio-culturais em que cresceram. É a partir de tudo isso que a narrativa vai gradualmente revelar as motivações que os levaram até aquele trabalho com os carros, e também descer até os detalhes da execução desses trabalhos no momento da gravação, em que se abordará também questões como as tecnologias envolvidas e a evolução delas nos últimos anos. A ideia é que os veículos construídos pelos jovens sejam metaforicamente apresentados como um artefato múltiplo, complexo, carregado de técnica mas também de sonhos, ideias, expectativas.Para as personagens secundárias, o conteúdo vai buscar ganchos que complementem as falas dos protagonistas e detalhem seus aspectos técnico-científicos, inclusive com especulações sobre possíveis inovações tecnológicas, novos materiais etc. Em todos os casos, as entrevistas devem ser usadas na edição final tanto em primeiro plano, quanto sob imagens de cobertura ou grafismos animados; imagens de cobertura: serão captadas em grande riqueza de detalhes e situações, para que sejam usadas por sobre as vozes das entrevistas ou em sequências autônomas: trabalhos em laboratório, oficina e boxes, testes com as máquinas, interações entre colegas, encontros com professores e mentores, detalhes de materiais e equipamentos etc. grafismos: nos vários momentos em que os temas descritos possam representar conceitos muito complexos para o público em geral, ou então em volume muito grande de informações, serão produzidos grafismos animados que expliquem de maneira simplificada esses conteúdos, além de criarem efeitos estéticos e rítmicos atraentes para o espectador; imagens de arquivo para a contextualização histórica da competição na qual os carros construídos participarão, e dos subtemas;cobertura dos dias de evento, com imagens da própria competição; música, sobretudo para demarcar o ritmo da narrativa e da montagem, mas em alguns momentos também como elemento de atmosfera e componente dramático. Esses elementos serão utilizados numa estratégia estética que apostará na variedade e nas contraposições. Ou seja: sequências com imagens mais contemplativas podem ser sucedidas por edições rápidas, quase abstratas, mostrando detalhes como ferramentas, peças, matérias-primas, ou por momentos em que a própria imagem captada possui grande dinamismo, como nas captações feitas durante a competição, com o uso de recursos como camera car e drone. Ao mesmo tempo, seja em alternância ou em sobreposição aos conteúdos em live action, haverá as entradas dos recursos de animação.
São objetivos gerais do projeto: 1. documentar as histórias, o trabalho e os processos de invenção de equipes universitárias brasileiras que criam equipamentos tecnológicos inovadores, com implicação direta na vida cotidiana e na mobilidade; 2. romper as divisões entre arte e técnica, mostrando a beleza estética dos artefatos construídos e os dramas humanos de seus inventores; 3. explorar as possibilidades trazidas pela imaginação dos jovens inventores, com impactos no urbanismo, no meio ambiente, na cultura e na economia do século 21; 4. aumentar a conscientização sobre a necessidade de pesquisa e inovação para o desenvolvimento do país, e sobre o papel das universidades públicas nesse processo; 5. despertar o interesse de jovens estudantes para os saberes e as inúmeras áreas do conhecimento envolvidas no trabalho dos personagens do documentário; 6. unir o interesse do público brasileiro por temas como o automobilismo (como esporte) a uma reflexão profunda sobre qual é o sentido do anseio por uma aceleração constante que permeia todo o nosso imaginário moderno, e quais impactos isso traz para a questão da mobilidade e para o futuro da sociedade; São objetivos específicos do projeto: 1. produzir um documentário de 52 minutos apto a ter ampla difusão, com legendagem e versões em português e inglês, e com versões acompanhadas de audiodescrição e de interpretação em libras; 2. produzir uma websérie derivada, com 5 episódios de cerca de 5 minutos cada, com legendagem e versões em português e inglês, para promover o documentário e desenvolver em mais detalhe alguns dos temas que ele aborda; 3. produzir um teaser na forma de curta metragem, com cerca de 3 minutos de duração, com legendagem e versões em português e inglês, para promover o documentário; 4. produzir um vídeo de trailer, com cerca de 1 minuto de duração, com legendagem e versões em português e inglês, para divulgar o documentário; 5. realizar como contrapartida social pelo menos 6 ações de formação audiovisual, com a participação do diretor e do produtor, nas universidades públicas das quais fazem parte os protagonistas. Tais atividades se darão na forma de debates acompanhados de sessões de exibição do documentário, voltados para alunos e professores dessas instituições de ensino e abertas ao público em geral. Além dessas 6 ações, a produção terá um papel ativo de buscar outras instituições interessadas em promover debates e exibir gratuitamente o filme e, sempre que possível, garantir a presença de pelo menos um integrante da equipe para debate com a plateia. Nesse aspecto, citamos exemplo de nosso último filme produzido através dessa lei de incentivo, Impressão Minha: em sua proposta cultural, também previmos 4 sessões gratuitas, mas devido à grande demanda foi possível realizar 23 dessas sessões, ocorridas em diversas cidades de 4 das 5 regiões do país, a maioria delas contando com a presença dos diretores em debates; 6. elaborar um website para divulgação do documentário principal e das obras derivadas; 7. buscar ativamente o licenciamento da obra para TVs e plataformas de vídeo sob demanda, para ampliação de público; 8. após os períodos de exclusividade determinada pelos contratos de licenciamento, realizar veiculação online, gratuita e irrestrita do filme, bem como dos conteúdos extras gerados a partir da sua realização.
A justificativa da natureza cultural desta proposta é dupla. Primeiro, do ponto de vista do tema abordado, deve-se observar que, junto com criação artística e da preservação e estudo de artefatos materiais do passado, o fazer científico e tecnológico realizado no presente, cujas suas mitologias e narrativas se confundem com a história da própria modernidade, é também parte da cultura. Em segundo lugar, o documentário objeto desta proposta, como forma artística, é um gênero dramático capaz de investigar as paixões e histórias pessoais e humanas de seus protagonistas junto com a observação da realidade. Em particular, este projeto se alinha às finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura ao apoiar, valorizar e difundir a cultura da inovação tecnológica que está sendo fomentada nos diversos centros universitários do país e seus respectivos criadores (Art. 1º, inciso III, da Lei 8.313/91), ao produzir bens culturais de valor universal, informadores de conhecimento, cultura e memória (ibid., Art. 1º, inciso VIII) e por priorizar o produto cultural originário do País (ibid., Art 1º, inciso IX). Faz isso através do fomento à produção cultural e artística, mediante produção de obra cinematográfica de média metragem documental, conforme expresso no Art. 3º, inciso II, da Lei 8.313/91. Apesar de fazerem parte de uma longa tradição no Brasil e no mundo, e de trazerem histórias com grande intensidade emocional e interesse para o público, as equipes estudantis de carros de competição não possuem muitos meios de divulgação e financiamento, permanecendo conhecidas apenas em um nicho muito restrito e especializado. Este projeto se justifica a partir do entendimento de que a ciência e a tecnologia são atividades sociais, indissociáveis do tecido cultural que engendra nosso tempo presente _ e, ao mesmo tempo, são temas de grande potencial dramático e narrativo. A própria noção de produção audiovisual voltada para ciência e tecnologia tem atualmente pouca expressão no Brasil, apesar de se constituir como temática de grande interesse sócio-cultural. De acordo com a última grande pesquisa de alcance nacional sobre percepção da ciência, realizada em 2019 pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, 62% dos brasileiros entre 16 e 75 anos estão interessados ou muito interessados em ciência e tecnologia (Percepção pública da ciência e tecnologia no Brasil, disponível em ). Não à toa, globalmente o assunto é abordado em diversos gêneros e formatos audiovisuais, sejam documentários para TV e cinema (The most unknown, Primata, Cosmos, Senna, Gigantes da indústria) ou séries e filmes de ficção (como Tucker: um homem e seu sonho, Space Force, A rede social, Ford vs Ferrari). Além disso, também não podemos ignorar a atração exercida pelo automobilismo, um esporte que está tão atrelado à sua representação audiovisual, com suas imagens, ritmo e linguagens próprios, que forma um gênero em si. Apesar de ser baseado no desenvolvimento intensivo de tecnologia, seu foco está sempre restrito ao piloto e ao pódio de chegada, ignorando imensas dimensões do drama que se desenrola nas equipes, nos maquinários e nos inventores que desafiam as leis da física e da engenharia a cada acelerada. Falta um documentário que explore a junção desses universos. Por amalgamar em uma obra audiovisual a busca pelo preenchimento dessas duas lacunas _ temática e de linguagem _, Na Pista da Inovação é um projeto pioneiro, que representa em si mesmo um experimento cultural. Por isso, os instrumentos de incentivo fiscal são de grande importância para sua realização. O que queremos fazer é um documentário que atente, sim, para a correção técnica dos assuntos científicos tratados, mas também que apresente esse conteúdo a partir da dimensão humana que o produz: seus personagens, com suas vidas, suas histórias e seus dramas. Um ponto de partida como esse impõe à produtora uma dupla dificuldade: seu caráter técnico tende a reduzir o interesse de possíveis financiadores voltados à difusão de entretenimento, e seu caráter dramático-humano pode afastar patrocinadores empresariais interessados sobretudo no rigor com que o conteúdo científico é comunicado, ou na divulgação de suas soluções tecnológicas específicas. Mas sabemos, não apenas pelo conhecimento das referências já citadas acima, como também pela própria experiência da produtora em realização audiovisual com esse caráter (por exemplo, através da longa série de minidocs que produzimos para a revista científica Pesquisa Fapesp, alcançando grande interesse do público), que essas dimensões não são de modo algum conflitantes. E acreditamos que é através da Lei de Incentivo à Cultura que um projeto como esse pode ser desenvolvido com a independência e com os recursos que o permitam alcançar todo o potencial que seu tema promete.
Média metragem: documentário com 52 minutos de duração, em 4K com versão em inglês. (Produto principal.) Websérie: cinco mini documentários derivados, cada um com 5 minutos de duração aproximada, em 4K, com versões em inglês, para detalhar e aprofundar alguns temas do documentário. Curta Metragem (até 15'): um teaser, de 3 minutos de duração aproximada, com versão em inglês, para promoção do documentário. Vídeo: um trailer, de 1 minuto de duração aproximada, com versão em inglês, para promoção do documentário. Contrapartidas Sociais: pelo menos 6 exibições gratuitais do filme seguidas de debate com equipe em universidades públicas. Website: plataforma de divulgação do documentário, criado em Wordpress, compatível com os principais navegadores, Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome, Safari e sistemas Android, iOS e Windows Phone. Após período de licenciamento, o site disponibilizará o filme gratuitamente. Também será alimentado com fotos e vídeos dos bastidores das filmagens e material extras.
Como o produto principal deste projeto é o média-metragem, em sua produção garantiremos as ações básicas para que ele seja acessível a idosos e portadores de deficiência: inclusão de audiodescrição, legendagem descritiva e versão em LIBRAS. Também na etapa de difusão, estaremos atentos a esta questão: as versões com itens de acessibilidade serão incluídas na distribuição online e nos eventos presenciais. A posterior distribuição online do documentário será feita de forma gratuita, possibilitando a democratização do acesso ao produto e possibilitando sua fruição inclusive àqueles cujas limitações físicas não permitam a locomoção até as sessões presenciais.
A forma mais ampla de acesso será a disponibilização de todos os produtos pela internet, onde serão difundidos gratuitamente através das plataformas Youtube, Facebook e Vimeo e pelo website que é um dos produtos secundários desta proposta. Além disso, como forma de ampliar a divulgação do trabalho e, consequentemente, os perfis do público atingido (regional, sócio-econômico e cultural), autorizaremos a veiculação do média metragem junto a redes públicas de televisão e buscaremos licenciá-lo para redes abertas, pagas e plataforma de Video On Demand (VOD). Desta forma, esta proposta adotará as medidas III e IV elencadas no artigo 21 da Instrução Normativa nº 02/2019. As sessões de exibição que acompanharão as ações de formação audiovisual serão outra forma de acesso ao documentário. Tais atividades, que cumprirão a Contrapartida Social desta proposta, se darão na forma de debates presenciais e gratuitos com realizadores do documentário, feitos em auditórios de universidades públicas ligadas ao tema tratado e destinados aos alunos e professores dessas instituições de ensino e ao público em geral. Nessa etapa atingiremos majoritariamente um público que coincide com o perfil etário e socioeconômico majoritário dos estudantes daquelas instituições, no caso: faixa etária entre 20 e 24 anos de idade; renda per capita mensal familiar de até 1,5 salários mínimos (fonte: ANDIFES). Esses debates acompanhados de sessões de exibição constituirão atividades culturais complementares em parceria com as universidades que as receberão, atendendo ao disposto no Art. 22 da Instrução Normativa Nº 2, de 23 de abril de 2019, tanto em relação ao número quantitativo de público quanto à proporção de 50% do público ser constituído de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Contando apenas as 6 sessões presenciais gratuitas inicialmente previstas, levantamos a estimativa de atingir a população de baixa renda com um público de aproximadamente 600 pessoas (conforme plano de distribuição). Posteriormente, com a disponibilização online do filme, o potencial de democratização do acesso cresce substancialmente. Tomamos por referência as mais de cem produções da Peripécia Filmes com temática relativa ao universo científico e cultural, as quais variam de milhares de visualizações até marcas na casa das milhões e dezenas de milhões de visualizações, como As Marcas do Português Brasileiro (https://bit.ly/2CwN4za), Além do Butim (https://bit.ly/30CHBi4) ou Modos de Restaurar as Florestas (https://bit.ly/3eUrwJF).
Proponente — Peripécia Filmes A Peripécia Filmes foi fundada em 2010 por Caio Polesi, Tiago Marconi e Daniel Salaroli, formados pelo curso de Audiovisual da ECA-USP. Depois de inúmeras experiências como diretores, editores, produtores em produções autorais e para o mercado, e de desempenharem funções em instituições como Cinemateca Brasileira, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, USP, Portal G1, uniram forças para abrir a Peripécia. A empresa tem se concentrado em produções de não-ficção, nas quais busca utilizar a linguagem audiovisual de maneira criativa para tratar de temas como a literatura, as ciências, o teatro, a História. Em seus documentários tem retratado também eventos e cenas culturais como a Virada Cultural (no filme Virados) ou o panorama das publicações independentes no Brasil (no documentário Impressão Minha). Dentre suas mais de 60 produções na última década, estão séries de minidocs para a Revista Pesquisa Fapesp e para a Unifesp, webdocs interativos sobre a Amazônia e sobre o ensino de biologia no Brasil, entre outras. Produção Executiva — Caio Polesi Bacharel em audiovisual pela USP e sócio na Peripécia. Acumula mais de 15 anos de experiência em produção, direção e motion graphics, com dezenas de vídeos de divulgação científica realizados para Fapesp e Unifesp; documentário Virados — o poder centrípeto da criação (https://youtu.be/KC7F20yP57w) atualmente em exibição em TV a cabo; documentário O trem passou e a gente ficou exibido pela TV Cultura, entre outros. Foi coordenador de oficinas de vídeo do Instituto Asas e ministrou o curso Introdução à Linguagem Cinematográfica no Sesc-SP. Diretor Cinematográfico — Raoni Maddalena Raoni Maddalena é diretor/diretor de fotografia com ampla experiência nos mercados culturais e de produção de conteúdo. Desenvolveu produção e direção de minidocs da Temporada 2018 dos ralis e passeios da Mitsubishi, o filme dos 30 anos do ICMBio em parceria com a FBB e o Fundo Amazônia, e os filmes Toxitour e O Trem Passou e a Gente Ficou, premiados e participantes de festivais e exibidos em redes públicas e educativas de televisão. É autor do fotolivro Nama, destaque da feira plana de 2018 e incorporado aos acervos do IMS e da Biblioteca Nacional. Roteirista — Tiago Marconi Bacharel em Audiovisual pela USP, sócio da Peripécia e editor do site Ciência na Rua. Cursou a Especialização em Comunicação Pública da Ciência na Universidad Nacional de Córdoba, Argentina. Dirigiu, produziu, editou e roteirizou dezenas de vídeos para a revista Pesquisa Fapesp, além de vídeos institucionais para Embrapa, IEMA, Instituto Butantan e outros. No site de divulgação científica Ciência na rua, desde 2018, escreve reportagens, além de editar tudo o que é publicado pelo projeto. Diretor de Produção — Fernanda Frasca Formada em Comunicação Social pela USP, atua desde de 2004 no mercado audiovisual. Participou de filmes como L, de Thais Fujinaga, premiado em Berlim, Brasília e Tiradentes, entre outros. Direcionou sua trajetória a produções voltadas aos meios acadêmico, social e artístico, com clientes como Sesc, Instituto Butantan e ONGs como o Instituto de Energia e Meio Ambiente. Também atendeu marcas como Nike, Skol, Nestlé e Carrefour. Em parceria com a Peripécia atuou em diversas produções, como Impressão Minha ou o vídeo para o Programa Mobilidade Urbana de Baixo Carbono em Grandes Cidades. Montadora — Fernanda Cristiane Formada em Audiovisual pela USP, tem atuado como montadora há cerca de 15 anos. Desenvolveu diversos trabalhos junto à Universidade de São Paulo e ao Instituto Arte na Escola. No ramo do Branded Content, tem vasta experiência em vídeos para grandes marcas, veiculados em canais online e de televisão. Na montagem de ficção atuou em curtas-metragens e segmentos televisivos. Mas é no conteúdo documental que acumula a maior parte de sua vivência, tendo montado diversos documentários e séries documentais exibidos em salas de cinema e canais de tv. Portifólio em vídeo (1'18"): https://vimeo.com/369911853
SOLICITAÇÃO DE PRAZO DE EXECUÇÃO ATENDIDA AUTOMATICAMENTE PELO SALIC