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PRONAC 210420Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

GANGUE DAS LÔRAS

Claudia Patricia Lima Pinheiro
Solicitado
R$ 199,5 mil
Aprovado
R$ 199,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-07-01
Término
2022-07-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produção de um filme média metragem (26 min), gênero comédia, ficção com duração de 26 minutose formato de finalização FULL HD com classificação14 anos entitulado Gangue das Lôras. O filme acompanha a vida paralela de três mulheres de classe média que resolvem lidar com seus problemas financeiros, amorosos e psicológicos sequestrando e assaltando homens à noite Ficção, humor e crítica social. Como contrapartida Social será oferecido um Curso de formação cultural entitulado"Criando um roteiro de curta" - ministrado Online .

Sinopse

FILME MÉDIA METRAGEM - GANGUE DAS LÔRAS Foi produzido um teaser para a apresentação deste projeto com elenco convidado que não necessariamente será mantido no filme: https://youtu.be/TLBRoN1GcDY A história começa quando uma jovem documentarista negra, Cleo, consegue descobrir, acidentalmente, que a melhor amiga de sua mãe é, na verdade, uma criminosa. Ela faz parte de uma gangue de mulheres que sequestram e assaltam exclusivamente homens, durante a noite, na cidade de São Paulo: a chamada “Gangue Das Lôra”. Cleo decide fazer o grande documentário da sua vida, registrando as ações destas mulheres e faz uma proposta para a amiga da mãe: o filme só será publicado se “as lôras” forem mortas ou presas. Mas a líder do grupo criminoso é contra a ideia e se coloca no caminho da documentarista. Sabendo que a gangue opera sequestrando homens que tenham algo a oferecer a elas, principalmente grana, Cleo faz uma oferta irrecusável de cumplicidade: vai ajudá-las a sequestrar e assaltar o próprio pai, um deputado importante, rico e terrivelmente corrupto que separou-se da mãe dela há dez anos. A proposta seduz as criminosas, tanto pela vaidade de sua história virar filme quanto pela possibilidade de arrancar uma boa grana do deputado e “Querida” topa a presença de Cleo até que seu pai seja sequestrado. Assim, Cleo ganha o codinome “Fofa” e começa a acompanhar as três estranhas mulheres que durante o dia são pessoas comuns e a noite se tratam pelos pseudônimos de “Querida”, “Amor” e “Linda” e, disfarçadas com perucas loiras, arrancam tudo que podem dos homens. Ao mesmo tempo em que torce para elas serem pegas e o documentário poder ser lançado, Cleo vai se apegando afetivamente àquelas mulheres. Finalmente, elas partem para sequestro de seu pai: Chico Alencar. Ela vai junto filmando toda a ação e tentando que o pai não a perceba entre as bandidas. Cleo disfarçada de loira e chamada pelo codinome Fofa, aproveita a oportunidade para descontar muitas mágoas da sua relação com Chico Alencar: pai ausente e machista. Ela, que tinha a proposta de se manter neutra, acaba se envolvendo nas ações da gangue mais do que planejava e sua condição de cúmplice vai se tornando mais evidente e perigosa. Pra piorar, cria um laço afetivo forte com “Amor”, a amiga da mãe. Quando ela decide que é melhor desistir do documentário, “Querida”, a líder da gangue, pressionada pelas comparsas, permite que ela acompanhe o grupo e filme tudo até o fim. Após dias de sumiço, em conflito, quando as criminosas suspeitam que ela vai entregá-las à polícia, Cleo aparece e topa seguir com o documentário. Mas, agora, ela sabe que se “as lôras” forem presas, ou mortas, ela também será.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS O objetivo principal deste projeto é a produção de uma filme média metragem, de 26 minutos, no gênero comédia, a ser veiculado em plataformas digitais e também ser lançado em cinemas, festivais, etc. quando possível. A discussão sobre situações de violência, preconceito, descaso vividas no nosso cotidiano são absurdas, não podemos mais "nos acostumar", não devem ser vistas como algo "comum" que simplesmente "fazem parte das nossas vidas". O que se tornou corriqueiro e nos anestesia, é na verdade um reflexo de uma sociedade traumatizada. No entanto, estamos cada vez mais atentos ao outro, às necessidades de todas as camadas da população, dos grupos excluídos, estamos também mais diligentes. Como sensibilizar as pessoas, sem distinção de raça, gênero, classe, opção política? Com humor! Acreditamos que estabelecendo um canal de comunicação potente e ao mesmo tempo múltiplo com diferentes camadas da população conseguiremos sensibilizar um grande número de pessoas. E com humor a comunicação torna-se mais eficiente e ampla, consegue-se estabelecer ligações profundas com grupos sociais variados, sem distinção. O humor é democrático. Partindo da ficção, o filme abre uma janela para explorar conteúdos de interesse geral da atualidade pelo olhar feminino: questões de todos os tipos como racismo, homofobia, maternidade/paternidade, desemprego, violência, questões de gênero, preconceitos dos mais variados. As questões da atualidade contemporânea se colocam de forma esmagadora sobre todos os indivíduos. A intenção é trazer para a pauta e para o desenvolvimento do projeto tanto temas como uma equipe de produção que passe pela transversalidade, trazendo para o projeto um universo múltiplo e diverso, onde todas as vozes poderão ser ouvidas, elaboradas e retratadas. E com essa diversidade, este projeto quer gerar um universo tão distinto quanto único, onde um público diverso se reconheça. Aqui o humor é também uma forma de manifestar repúdio contra as opressões vividas na contemporaneidade e uma forma de dar as mãos à diversidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1 - Realização de um filme média-metragem, com duração de 26 minutos, com indicação etária de 14 anos, direcionado a todos os tipos de público, sem restrições e finalização fullHD. 2- Contrapartida social: Curso de roteiro entitulado "Criando um roteiro de curta" , Realizado Online , ministrado pela roteirista Nanna de Castro, 20 vagas Principalmente para jovens da rede de ensino pública, iniciantes interessados na arte cinematográfica e em se tornarem roteiristas. DURAÇÃO 8 semanas _ 40 horas 10 horas de aula ao vivo (streaming) com o conteúdo básico para a geração do roteiro divididas em: aula inaugural de 1 hora e 6 aulas processuais de 90 minutos.30 horas de supervisão de processo divididas em 3 sessões online de 30 minutos com cada participante. Posteriomente o curso será disponibilzado gratuitamene no canal do Youtube do projeto.

Justificativa

A Lei de Incentivo à Cultura, através de seus parâmetros, permite que os recursos necessários para tanto sejam viabilizados e direcionados de forma a congruir interesses e visões amplas da sociedade, não espelhando apenas interesses de uma camada específica. A Lei de Incentivo pressupõe, à nosso ver, uma responsabilidade ética e social diante do projeto que tanto o patrocinador quanto a produção devem estar alinhados e de acordo. O patrocinador aqui, faz parte do processo de realização na medida que representa também a sociedade civil que contribui com impostos e serviços. Este projeto, em específico, vale-se do humor respeitoso para, de forma inclusiva, sensibilizar todas as camadas sociais através de temas relevantes para o desenvolvimento da sociedade brasileira. Conforme determinado pela Secretaria Especial de Cultura, a necessidade de uso da lei se dá nos termos abaixo enquadrados: 1. Justificativa O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural

Estratégia de execução

A PARTE FICCIONAL Na cidade de São Paulo, onde o crime tornou-se parte do cotidiano das pessoas, três mulheres, aparentemente normais, que têm entre 30 e 50 anos, resolvem montar uma gangue para assaltar homens no período da noite e reforçar o orçamento doméstico. Usando apenas uma peruca loura na cabeça, elas se tornam absolutamente irreconhecíveis. De dia, são mulheres como qualquer outra lidando com os filhos, o trabalho, o marido, a casa. À noite, elas ganham os codinomes Querida, Linda e Amor e se comportam de forma agressiva e absurda. As ações da gangue e os boatos sobre ela fazem crescer o terror entre os indivíduos do sexo masculino, principalmente os que têm grana. Uma estudante de cinema recém-formada consegue contato com o grupo e a permissão para registrar as ações em vídeo com o objetivo de produzir um filme. Mas este material só poderá ser divulgado caso as Lôras sejam presas ou mortas. E é destes vídeos, pós-morte ou pós-prisão, que nasce o material principal da série num formato documental estilo Bruxa de Blair. A estudante de cinema, após muita peleja, consegue se integrar à gangue e ganha o codinome de Fofa. Vai documentando cada sequestro que é meticulosamente planejado por Querida, criadora e cérebro da gangue, mas cuja realização é sempre caótica porque ninguém lê o email com o planejamento. Como são mulheres modernas e evoluídas, aplicam uma modalidade própria de sequestro relâmpago onde escolhem vítimas do sexo masculino que podem oferecer, além de grana, algum conteúdo. As vítimas são perseguidas na calada da noite e jogadas dentro de uma van onde, durante uma ou duas horas, elas arrancam (ou tentam arrancar) tudo delas. Inaugurando um estilo totalmente inovador de assalto, a Gangue das Lôra é conhecida por obrigar o sequestrado a entrar em sua conta bancária através da internet e pagar contas de água, luz, telefone, escola das crianças, academia, passagens aéreas etc. As Lôras ainda aproveitam para se vingar das insensibilidades e egoísmos do sexo oposto e descontar sua frustração pela falta de grana e de sucesso nas carreiras. E existe até quem sonha arrumar um namorado durante o delito. CENÁRIOS DA FICÇÃO: O filme média metragem se desenvolve em três cenários principais: 1) O cativeiro: espaço da sombra, do subconsciente feminino. É para onde elas levam alguns sequestrados especiais a quem elas se apegam mais. Este local também é usado na ficção como espaço de planejamento das ações. 2) A Van: misto de carro de mãe e carro do crime traz sempre em seu interior elementos do preparo da ação criminosa e das atividades femininas cotidianas. 3) A megalópole: o espaço urbano funciona como uma imensa locação e como um quinto personagem: ruas, praças, padarias, bares, becos, escadarias, de São Paulo compõe o ambiente surpreendente, perigoso, mas ao mesmo tempo belo onde as Lôras caçam suas vítimas e são caçadas pela polícia. PERSONAGENS CENTRAIS: QUERIDA “... Eu nunca dependi de homem na vida, tá? Eu fui criada pra ser independente. Mas meu trabalho de roteirista tava dando muito pouco e a empregada tava ganhando mais do que eu...”. Tem 47 anos. Casada. Capricorniana, branca. É a racional, a mentora intelectual do grupo. Autora de cinema e teatro fracassada profissionalmente. Tem três filhos gêmeos e vive massacrada pelo cotidiano de mãe e mulher que retornou ao lar e agora depende financeiramente do marido. Em crise com o próprio feminino: não usa maquiagem e está de moletom o tempo todo porque é mais prático. É movida pelo orgulho e pela necessidade de conseguir grana para não ter que pedir para o marido. Organizadora, controladora e centralizadora, vive de mau humor e em conflito com a falta de foco e o excesso de emoção das outras. AMOR “A querida armou da gente pegar uns caras, jogar dentro da van... e arrancar tudo deles... (animadinha) Isso me torna mais humana. Me equilibra...”. Tem 49 anos. Geminiana. Divorciada, branca. Queria ser atriz, mas acabou virando professora de teatro pra ganhar grana e dar conta das despesas dos dois filhos adolescentes. Sozinha há dez anos, não se conforma de nunca conseguir um namorado. Sua esperança é transformar um sequestrado numa relação afetiva duradoura. É a espiritualizada e afetiva do grupo que “cuida” da “relação humana” com as vítimas. Está sempre atolada em algum drama emocional e fazendo alguma terapia alternativa. Entrou na menopausa e passa de uma emoção a outra em segundos. Disputa com Linda a atenção de Querida e está sempre em conflito com as posturas muito racionais das amigas. LINDA “... Sou contra esse consumismo, entende? Eu sou contra essas pessoas que têm empregada, por exemplo. (chiadeira das outras fora) Sou contra mesmo. É certo então eu ter uma pessoa que vai lavar a roupa pra mim, passar pra mim, cozinhar pra mim?”. Tem 32 anos. É atriz, branca, casada com um ator e tem uma filha pequena. É cheia de discursos e ideologias e vive uma vida alternativa junto com o marido sem empregada, sem carro, usando transporte público, saúde pública, fazendo o próprio pão, porque isso é o que todo mundo devia fazer para mudar o país, porque isso é saudável, etc, etc... Faz a linha politicamente correta, mas está ficando mais velha e cansada da vida de bicho grilo. Repete o tempo todo que não faz parte do grupo, pois é contra o consumismo e a violência e os coletivos, mas sempre aparece na hora do sequestro toda montada e usando até unha postiça. É paranoica e está sempre a espera de algo ruim que vai acontecer. Se transforma totalmente quando coloca a peruca e muda o estilo de “papo cabeça” pra “só na porrada”. É a mais violenta da gangue. FOFA “Me interessa este retrato social frio da banalização do crime no Brasil. Então eu sempre mantenho uma distância e um olhar crítico pro que tá acontecendo...”. Tem 30 anos. Negra, solteira. Mãe de um cachorro vira-lata. Talvez seja gay, ainda não decidiu. Quer ser diretora de cinema, mas não conseguiu fazer nem um curta-metragem da vida do seu cachorro desde que se formou. Vive até hoje de mesada do pai. A possibilidade de fazer um documentário com a Gangue das Lôra surgiu como a grande realização da sua vida. É infantil e vive massacrada pela autoridade de Querida que não aceita sua presença. É burguesinha, metida a intelectual, gosta de citar o Kiarostami e fazer a linha pobre. Muito afetiva e generosa, está sempre tentando ajudar e ser aceita. Tem um grande amigo da facul, o Ivanildo, que a ajuda no documentário.

Especificação técnica

Produto 1- Média-Metragem Gênero: comédia Classificação etária: 16 anos Língua: português Locações: São Paulo Público: diverso, a partir de 14 anos Formato: Média metragaem Duraçao: 26 minutos

Acessibilidade

PRODUTO: média metragem / ficção Em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa nº 02/2019, iremos adotar todas as medidas a seguir: - Audiodescrição; - Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE); - Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. PRODUTO: oficinas de formação ACESSIBILIDADE FÍSICA: NÃO SE APLICA (Oficinas on line) DEFICIENTES AUDITIVOS: Interprete de Libras DEFICIENTES VISUAIS: Narração de audiodescrição Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irão conter todas as informações sobre as de acessibilidade no projeto.

Democratização do acesso

Em referência ao Art. 21. iremos promover as seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Filme Irá disponibilizar a obra integral na web para democratizar o acesso à informação; A divulgação e exibição se darão nas plataformas/redes sociais: facebook, Instagram e Youtube. Curso de formação Após o curso exclusivo a alunos e estudantes do ensino médio, o curs também será disponibilizado gratuitamente para acesso a população.

Ficha técnica

Direção: Wladimir Candini RG. 10515947 CPF. 050.060.448-70 Formado em Belas Artes com especialização em dramaturgia, é diretor, ator, locutor e roteirista. Sócio da produtora OCTOWORKS, dirigiu e roteirizou para Tv e cinema, destacando-se as WEBSÉRIEs Os Silva – Roteiro e direção de 7 episódio e a Agrosérie, Roteiro e Direção em parceria com Mauro Letizia. Ainda para TV realizou os Mini Docs: Em vez de gerar lixo você pode gerar Transformação , Diversidade - Ser diferente não é ser desigual, Biopalma da Amazônia e o Docudrama – Brasil Heavy Metal - co-direção - produzido por Ricardo Michaelis. Dirigiu diversos programas de TV, entre outros os Prêmio Contigo de televisão em 2010 –, Prêmio Contigo de cinema também em 2010, além do Documentário - Gasolina no sangue – Rally dos Sertões 2019 – direção e coordenação de roteiro/conteúdo Voltado também para a área musical, dirigiu os Mini Docs – Exaltasamba na Europa – em 2009; o Vídeo Clip – TRUE – da Banda de Heavy Metal KORZUS em 2010 entre outros, além da Direção artística do show Péricles- Show Estrada e direção do show Jorge Ben Jor, Skank e Céu na Praça Expedicionário – SP. Com experiência também em atuação, está há mais de 25 anos na área do áudio visual, com grande intimidade com set de filmagem tanto na parte de direção quanto produção e atuação. Roteiro: Nanna de Castro – Tania Regina Silveira Cardoso RG. MG 3614841 CPF: 594.772.966-00 Nanna de Castro é roteirista de Cinema, TV e Teatro além de Publicidade e Eventos com largo expertise e reconhecimento nestas áreas. Atua em Comunicação desde 1990 e trabalhou na criação de campanhas de marketing e eventos para as maiores marcas e empresas do país. Formada em Artes Cênicas e Psicologia, criou um método próprio para apoiar executivos, de gerentes a presidentes de empresa, em suas apresentações públicas. Em Cinema ganhou o Kikito de melhor roteiro em Gramado com o filme "Eu Te Darei o Céu", além dos prêmios de melhor roteiro na Jornada Internacional de Cinema da Bahia e no Festival de Curtas de Santos com o filme "A História Real". Seu primeiro longa metragem, “O Novelo”, dirigido por Cláudia Pinheiro, está em fase de finalização. Em TV foi selecionada para a Oficina de Roteiristas da Globo em 2010 e participou da reformatação do “Programa do Faustão” em 1998 realizando um quadro de humor semanal no programa naquele ano. Na TV Cultura desenvolveu roteiro para a série “Boysheróis” junto com Anna Muylaert e foi selecionada em 2005 para o Núcleo de Roteiristas da emissora onde desenvolveu minissérie baseada na obra de Graciliano Ramos. Escreveu roteiros também para a série infantil “Draculinha” da RTP Portugal. Suas peças teatrais foram montadas em várias cidades brasileiras e também em Portugal. A peça infantil "Vô Doidim e os Velhos Batutas" foi indicada ao prêmio Coca-Cola em 1999, já o texto "O Menino que virou História" recebeu o Prêmio Usiminas em 2005. É autora dos livros “Só as Magras e Jovens São Felizes – Reflexões de Uma Mulher de 40 Sobre Um Mundo Nada Fácil” da editora Paulinas e “O Céu Não é Um Lugar” da editora Chiado. Produção Executiva: Claudia Pinheiro – Claudia Patricia Lima Pinheiro RG. 15321380 CPF. 128.185.808-03 Cláudia Pinheiro estudou e ensinou fotografia. Graduou -se em Comunicação Social, pós graduou-se em Comunicação e Imagem; Narrativas Cinematográficas/Roteiro, fez cursos de extensão em direção, direção de fotografia e roteiro em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Nos últimos oito anos vem trabalhando como assistente de direção e diretora assistente em curtas e longas-metragens. Escreveu e dirigiu os curtas Os Sons do Divino e o Espírito Santo do Silêncio, exibido em diversos festivais, premiado na VIII edição do Comunicurtas, em Campina Grande, Paraíba e especialmente convidado para o 45º Cinémonde em Nova Iorque; Clara, também presente em festivais no Brasil e premiado no Best Short Competition Award 2014, Estados Unidos, Réquiem para Foguel, com roteiro de Nanna de Castro Distúrbio, presente em diversos festivais e premiado como melhor curta no Los Angeles Brazilian Film Festival em 2018. o documentário Diante da Mesma Cruz, projeto contemplado no Edital Cultura 2014 e exibido durante a Copa do Mundo nas cidades sede dos jogos. Diretora de filmes publicitários e institucionais, dirigiu seu primeiro longa-metragem O Novelo, com roteiro de Nanna de Castro e produção da Parakino, atualmente em fase de finalização. Foi júri da Mostra de Longas-metragens do Festival de Cinema de Caruaru - 2020 Direção de fotografia: Carlos Firmino RG. 23.047.487-1 Cpf. 252 714 068/81 Antes de se tornar Diretor de fotografia trabalhou como operador e assistente no departamento de fotografia de mais de 20 longas metragens, inúmeros clipes, shows, comerciais e documentários quando teve a oportunidade de trabalhar ao lado de diretores como Walter Salles (Linha de Passe), Fernando Meirelles (Som e fúria), José Padilha (Tropa de elite) e com Diretores de fotografia como Marcelo Durst, Mauro Pinheiro, Lula Carvalho e Adrian Teijido. Em 2013 Ganha o Prêmio de melhor fotografia da Associação Brasileira de cinematografia (ABCine) com o curta metragem “Natureza morta”. Segue realizando trabalhos de ficção e documentário em longas e séries de tv. Atua tanto no mercado independentes como para canais como Globo, Globo sat, National Geographic, Universal Channel HBO Brasil, etc. Últimos trabalhos mais relevantes: - Aruanas 2Temp, Dir: Felipe Blinder, Prod. Maria Farinha filmes/Globo - A Força de um sorriso, Dir: Rafael Almeida, Prod: Mr3 Produções - (Lançamento 2021) - O Novelo, Dir: Claudia Pinheiro, Prod: Parakino - 2020 (Lançamento 2021) - Rotas do ódio, Dir: Susanna Lira, Prod: Modo operante/Panorâmica - 2019 - Nunca me Sonharam (DOC), Dir: Cacau Rhoden, Pro: Maria Farinha Filmes - 2018 - Filho eterno, Dir. Paulo Machline, Prod: RT features – 2017 - Traços,HQ Brasil,Edição definitiva, Dir: Angelo Defanti Prod: HBOBrasil/RT features - 2016 - Disturbio, Claudia Pinheiro. Parakino filmes. - Giz, Dir. Cesar Cabral, Prod. Coala Filmes - Lia e o anjo, D:Rodrigo Diaz, P:Filmes de Abril/Cultura Inglesa - Xirê, A roda da alegria, D: Guilherme Cezar P: Filmes de Abril - Natureza Morta,D: Bruno Jorge, Prod: João de barro - Memorias de uma mulher serrilhada, D: Edu Kishimoto, P: Bola Oito produções - Os Sons do Divino e o Espirito santo do silêncio, D: Claudia Pinheiro,P: Filmes de abril Trilha sonora: André Namur - André Cury Namur RG.23.199.520-9 Cpf. 128.465.838-46 Músico, compositor, técnico de som e produtor musical. Atua como compositor de trilhas sonoras há mais de 20 anos, tendo composto e produzido música para grandes anunciantes do mercado de propaganda além de ser autor de trilhas sonoras para cinema, seriados e documentários. Destacam-se: Série "Sob Pressão" de Andrucha Waddington – Globo Longa metragem "O Menino que descobriu o Vento" de Chiwetel Ejiofor – Netflix Longa metragem "O Juízo" de Andrucha Waddington Documentário "Cine Marrocos" de Ricardo Calil Longa-metragem “O Novelo” de Cláudia Pinheiro Finalização de Áudio: Toco Cerqueira - José Augusto Maia Cerqueira Filho Rg. 20.208.258-1 Cpf. 282.724.928-65 Re-recording mixer e sound designer, trabalha com edição e mixagem de som para audiovisual desde de 2002. Editou e mixou mais de 90 titulos, entre seus ultimos trabalhos estão os Longa-metragens: Laços – Turma da Monica (dir. Daniel Rezende); Democracia em Vertigem (dir. Petra Costa); Eduardo e Monica (dir. Rene Sampaio); Pedro (Lais Bodanzky); Bio (Carlos Gerbase); Brief Story from the Green Planet (Santiago Loza). As series de TV: PSI (HBO); Me Chama de Bruna (Fox); Sitio do Picapau Amarelo (Cartoon Network); Secretária do Presidente (Multishow). Realidade Virtual / Video 360: The Line (Ricardo Laganaro), Beleaf (Arvore immersive); Yudja (David Reeks); Pixel Ripped (Arvore immersive) entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.