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"Pety e Latito" é um curta-metragem de animação com 10 minutos de duração de caráter educativo e pensado para entreter e divertir crianças de 0 a 6 anos. O filme conta a história de um boneco de lata que ganha vida com a poção mágica de Pety, menina afrodescendente de 7 anos de idade. Tudo acontece em Tutameia, cidade imaginária brasileira, que reúne em si a paisagem tropical e genuína de um Brasil popular e o desenvolvimento acelerado do Brasil das máquinas, do progresso. Nessa paisagem "futurista-tropicalista" _ concept que criamos pelo diálogo entre o Futurismo Italiano e o Modernismo Brasileiro - realidade e fantasia se interpenetram e o filme recria o mundo mágico da infância. A animação terá resolução FULLHD/1080p (1920 X 1080) e será finalizada em arquivo digitalApple ProRes 422 (1920 X 1080)com extensão ".mov".
“Pety e Latito” é um curta-metragem de animação com 10 minutos de duração de caráter educativo e pensado para entreter e divertir crianças de 0 a 6 anos. PERSONAGENS: PETY: Petrolina, apelidada Pety, é uma menina afrodescendente de 7 anos de idade. Usa vestido colorido, botas galochas amarelas e tem um black power cor azul Klein. Faz poções mágicas. ZEZINHO: Melhor amigo da Pety. Nascido na Bahia, é um menino bom, dos olhos grandes e das canelas finas. Usa bermuda e camiseta listrada. É engraçado e bem-humorado. JUMENTO MADUREIRA: Tem os pelos azuis e usa um lenço vermelho no pescoço. Vaidoso e filosófico, comunica-se proferindo ditos populares e provérbios estritamente ligados à cultura tradicional da oralidade brasileira. PAPAGAIO ZECA: Suas penas são lilases, rosas e verdes. Falador e desajeitado, vive caminhando.Caminha porque não sabe voar, sendo esta a sua maior vergonha na vida. JABUTI ONOFRE: Apelidado de Lenga-Lenga por Pety, é preguiçoso, emotivo e gosta de comer plantas do jardim. Tímido e solitário, mantém guardado um segredo a sete chaves: é apaixonado pela pedra no jardim que para ele tem a forma de uma jabuti-fêmea. Nomeou-a Dulcinéia. CENÁRIO: Tudo acontece em TUTAMEIA, (tutta e mezza - toda e metade), cidade imaginária brasileira que está passando por um processo acelerado de industrialização. Tutameia é um misto de cidade do interior comuma metrópole. Ela se encontra na fronteira entre o antigo e o moderno, a paisagem tropical e genuína de um Brasil popular e o desenvolvimento acelerado do Brasil das máquinas, da velocidade, dos monumentos, do futuro, do progresso. Nessa paisagem esteticamente e conceitualmente definida como “futurista-tropicalista”, as vanguardas ítalo-brasileiras se fazem presentes como fontes de inspirações. A animação éinspirada nas formas e nas cores da Arte Modernista Brasileira de Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi, Lasar Segall e Candido Portinari e no Futurismo Italiano de Giacomo Balla, Giulio Danna, Filippo Marinetti e, principalmente, Fortunato Depero. HISTÓRIA: Em Tutameia, realidade e fantasia se interpenetram, lua e sol convivem juntos no céu, a fábrica de autopeças faz piuí piuí e o peru vai a passeio pensando que é pavão.No cantinho das crianças, debaixo do cajueiro, Pety e Zezinho constroem um bonequinho de lata. Dão-lhe o nome de Latito. Chegando em casa com o boneco embolado nos braços, Pety é recebida pelo jumento Madureira que tão logo lhe pergunta sobre o que carrega nos braços: lixo reciclável? Pety lhe explica que é seu novo amigo de lata, e, tristemente, constata que ele não possui vida. Pety lhe faz uma poção mágica e Latito ganha vida. Assim, ao lado de Pety, Zezinho, Jumento Madureira, Papagaio Zeca e Jabuti Onofre, Latito é introduzido na grande aventura: a arte de viver como uma criança de verdade. Os temas centrais desenvolvidos no filme resvalam no onírico e no lúdico, e no estético-educativo, com valores tais como o elogio à natureza, o amor pela vida e pela simplicidade cotidiana, a importância da solidariedade e do bem comum na partilha da vida, o fabulário e o imaginário brasileiro, a convivência com adiversidade. TÉCNICA DA ANIMAÇÃO:A animação será em 2D. As técnicas utilizadas serão: CUTOUT, SILHOUETTE ANIMATION e GRAPHIC ANIMATION combinadas com MOVING PANORAMA.
Objetivo Geral: O nosso objetivo é realizar um curta-metragem de animação intitulado "Pety e Latito" cujo universo narrativo e estético seja rico de estímulos artístico-culturais, sendo referenciados, implicitamente, escritores, artistas plásticos e compositores brasileiros e internacionais que de alguma maneira lidam com a subjetividade da criança em sua poética de construção de um mundo lúdico, idiossincrático, seja no espaço narrativo, nas personagens, na efabulação: Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, Monteiro Lobato, Tarsila do Amaral, Irmãos Green, La Fontaine, Esopo, Fortunato Depero, e outros. "Pety e Latito" visa estimular intelectualmente e emocionalmente, além de entreter, crianças de 0 a 6 anos de idade, uma vez que esta idade, definida como "primeira infância", é o momento de maior desenvolvimento cognitivo da vida do ser humano. É a janela em que experiências, descobertas e afeto são levados para o resto da vida. A animação "Pety e Latito" tem um forte compromisso de atuação na formação estético-educativa das crianças brasileiras. A ambientação do curta-metragem é inédita pois retrata o Brasil contemporâneo, que se encontra na fronteira entre o antigo e o moderno, o rural e o cimento armado, as tradições e o desenvolvimento acelerado. O Brasil inserido na Nova Ordem Mundial, o país que é reconhecido por líderes mundiais e pela imprensa internacional, mas que não perde sua essência e os arquétipos que caracterizam o país e o povo brasileiro. Outro aspecto importante da obra é a representatividade étnica do filme. A protagonista Pety, é uma menina afrodescendente, curiosa e astuta, e com isso "Pety e Latito" busca valorizar uma representação infantil que também enalteça e inclua a cultura afro-brasileira. Os temas centrais desenvolvidos no curta-metragem resvalam no onírico e no lúdico, e no estético- educativo, com valores tais como o elogio à natureza, o amor pela vida e pela simplicidade cotidiana, a mitologia e fabulário brasileiros aliados a contos e fábulas universais, a importância da solidariedade e do bem comum na partilha da vida, evidenciando a brasilidade e a diversidade étnica e cultural do nosso país. Objetivos específicos: · Produzir um curta-metragem de animação com 10 minutos de duração de caráter educativo e pensado para entreter e divertir crianças de 0 a 6 anos para ser exibido gratuitamente em festivais de cinema infantis no Brasil e no Exterior e na internet via streaming, além de ser disponibilizado gratuitamente no canal de youtube da produtora Aranhas Cultural para todo o Brasil. · Valorizar a infância brasileira trazendo às telas a multiplicidade e a diversidade de ser criança, fortalecendo sua imaginação e inventividade; · Enaltecer a diversidade cultural brasileira por meio da representação diversa nas identidades étnico-raciais das personagens; · Promover o diálogo e trocas entre diferentes temas e conhecimentos, como: cidade, ecologia, sustentabilidade, arte, cultura, ciências; empatia, amizade; companheirismo e individualidade no enredo da história de "Pety e Latito"; · Trabalhar no imaginário infantil o conceito estético acerca do futurismo-tropicalista, entre outras referências, da cidade de Tutameia, criado aqui em um diálogo entre as vanguardas artísticas do Futurismo Italiano e da Arte Modernista Brasileira (na música, nas artes plásticas, no teatro e no audiovisual), com o objetivo de enaltecer a estética brasileira que está em constate mudança entre o novo e o tradicional, o local e o cosmopolita.
"Pety e Latito" é um sólido instrumento para a construção de um imaginário infantil positivo e altruísta para as crianças brasileiras. Este curta-metragem traz uma nova visão de animação, com alto nível artístico, ao público infantil, além de unir conhecimento e entretenimento sem perder o lúdico de uma obra infantil. Será desenvolvida pela proponente Aranhas Produções Artísticas e Culturais LTDA-ME, nome fantasia Aranhas Cultural, produtora de São Paulo, que atua há oito anos no mercado com projetos na área de cinema, música, teatro, literatura, artes visuais e internet. Seus valores internos são a pluralidade da expressão artística; a aglutinação de talentos e a internacionalização de ideias, demonstrada pelas parcerias estabelecidas com outras produtoras brasileiras e internacionais.Sabemos que tanto no ambiente doméstico quando no escolar, crianças desde muito pequenas têm contato com os mais variados desenhos animados na televisão brasileira, canais abertos e fechados. Existe uma demanda por parte desse público por conteúdos brasileiros. "Pety e Latito" exibe a brasilidade na tela de forma arquetípica, e não estereotipada. As crianças da nova geração buscam por experiências artísticas inovadoras, uma vez que o mundo está passando pela quarta revolução industrial, que é a revolução da tecnologia, estendendo-se, inclusive, à informação e à comunicação. Diante de novas linguagens e tecnologias disponíveis, ainda hoje há um déficit de produtos culturais nacionais inovadores e de boa qualidade para as crianças. Neste contexto, "Pety e Latito" torna-se imprescindível porque pretende fortalecer as produções nacionais de qualidade para crianças e, também, enriquecer o repertório infantil brasileiro com fábulas locais e universais, estimulando troca de saberes e buscando um olhar positivo para as relações humanas na infância. Sendo assim, um dos destaques deste projeto é a valorização do ser criança, do seu mundo e de suas potencialidades na resolução de problemas e na construção de seu eu. E um elemento importante que evidência esta valorização é o reconhecimento da pluralidade cultural e étnica. As personagens do espetáculo são etnicamente diversas e culturalmente plurais, a protagonista Pety é menina afrodescendente, curiosa e muito perspicaz, seu amigo Zezinho, nascido na Bahia, é sensível e companheiro, o jumento Madureira é um filósofo que se comunica proferindo ditos populares da oralidade brasileira. Com isto, a série pretende fugir dos padrões sociais e estéticos pré-estabelecidos que não dialogam com a realidade brasileira e deseja alcançar uma representatividade maior tanto do aspecto cultural quanto do biótipo da população. Pety, antes de tudo, é uma menina interessada pela vida. Sua personalidade, seu modo de ver o mundo, faz com que Pety possa dialogar com qualquer criança, real ou simbólica. Porém, sua cor e seu lugar no mundo contribuirão para o fortalecimento da identidade racial negra de muitas crianças brasileiras que necessitam de personagens em que possam ser espelhar. Esta produção revela ser um instrumento importante para a construção do imaginário infantil também porque a criança é fortemente marcada pelo sentimento do mágico, mas também pela necessidade do desejo que deve ser realizado a todo o custo. Esta característica intrínseca adquire ulteriores configurações, no que diz respeito à formação da personalidade e do caráter do indivíduo, que estão diretamente ligadas à qualidade do espaço sócio-econômico-cultural, familiar e afetivo em que criança se desenvolve. Neste sentido, "Pety e Latito" pretende reconstruir o espaço ideal da infância lúdica e vivida, dando valor ao fortalecimento da imaginação e da inventividade na criança que em contato com a natureza, com o seu entorno e com a própria subjetividade, utiliza o seu corpo para criar relações, jogos e brincadeiras, a criança no mundo, ativa e criativa. A criança que conjuga o próprio sentimento de controle e de poder com o seu universo mágico, supersticioso e mítico. São fatores psíquicos que dependem menos de um lugar geográfico específico, e mais de contextos sociais que possibilitem a formação da memória, do pensamento e da simbolização da criança de modo a garantir que ela ultrapasse a percepção imediata do mundo e encontre uma vivência psíquica com maior mobilidade e criatividade. Pety rompe com o modelo da criança passiva. Ela vive num mundo moderno, uma cidade em ebulição, cheia de oportunidades, e por isso lhe é permitido transitar entre a realidade do dia a dia e "atingir as estrelas do universo". Ela pode ser astronauta ou cientista, não sendo mais restrita ao leque de escolha de profissões ditas femininas. Seu quarto é rico em expressões de escolhas, que quer para si, desde uma máquina fotográfica pendurada na parede, tubos de ensaio na prateleira até uma roupa de astronauta apoiada à cama, revela a receptividade do mundo diante de si. Pety é uma menina livre e cheia de oportunidades que pode fazer poções mágicas, usar galochas e ter dezenas de óculos de sol diferentes. Pety tem um poder de representação da infância que transcende códigos pré-estabelecidos. Ela é alegre, astuta e, antes de tudo, uma menina criativa, idiossincrática, que tem o universo à sua disposição, pois os limites para a imaginação e a inventividade na criança são infindáveis. E Pety é isso: a legitimação da expansão e da expressão do mundo interior infantil. Do ponto de vista estético-artístico, a animação pretende colaborar na formação do olhar do seu público infantil a partir do elaborado conceito estético presente nos cenários. Tutameia se encontra na fronteira entre o antigo e o moderno, a paisagem tropical e genuína de um Brasil popular e o desenvolvimento acelerado do Brasil das máquinas, da velocidade, dos monumentos, do futuro, do progresso. Nessa paisagem esteticamente e conceitualmente definida por nós como "futurista-tropicalista", as vanguardas ítalo-brasileiras se fazem presentes como fontes de inspirações. É inspirada nas formas e nas cores da Arte Modernista Brasileira de Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi, Lasar Segall e Candido Portinari e no Futurismo Italiano de Giacomo Balla, Giulio Danna, Filippo Marinetti e, principalmente, Fortunato Depero. O futurismo italiano surge no projeto como um elogio ao progresso e à velocidade. O uso de cores vivas e contrastes. Sobreposição de imagens, traços e pequenas deformações que compõe uma ideia de movimento e dinamismo à cidade em ebulição. O Modernismo Brasileiro, por sua vez, aparece como um diálogo atualizado. A demanda da arte moderna brasileira de criar um universo genuinamente tropical e contraditório em suas obras, reconhecendo a dicotomia da paisagem brasileira entre a cultura popular e os progressos técnicos do início da industrialização no país nos anos 30 e 40 são fatores dialogantes na concepção dos nossos cenários. Além do fato de que, na pintura, ela faz a fusão do europeu geométrico, fragmentário e planar (oriundos do próprio futurismo italiano que posteriormente inspira o cubismo) sobre as cores saturadas e reluzentes da realidade brasileira. A cor nessas pinturas adquire, portanto, uma relação com a identidade nacional. A paleta de cor no espetáculo segue princípios modernistas em sua concepção. "Pety e Latito" se enquadra nos incisos I, III, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 e serão alcançados os seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma: II -item a)
TÉCNICA DA ANIMAÇÃO: A animação será em 2D. As técnicas utilizadas serão: CUTOUT, SILHOUETTE ANIMATION e GRAPHIC ANIMATION combinadas com MOVING PANORAMA.
O filme terá versões com: - Audiodescrição - Legendagem descritiva - Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Esta animação educativa tem como público alvo inicial crianças de 0 a 6 anos, em fase pré-escolar, e familiares de todas as idades. A indicação de acesso será Livre e a recomendação etária será destinada a todos os públicos quando exibida em festivais de cinema ou transmitida pela internet em streaming (nos canais de youtube de festivais de cinema, gratuitamente). Cabe salientar que seguindo o art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019: - O filme estará disponível gratuitamente no canal de youtube da produtora Aranhas Cultural para acesso da população. CONTRAPARTIDA SOCIAL PROPOSTA DE FORMAÇÃO OFICINA: "Narrativas orais, Cinema e imaginário infantil", com Anahí Borges (diretora do presente projeto de animação "Pety e Latito"). A roteirista e diretora do projeto “Pety e Latito”, Anahí Borges, ministrará 4 oficinas de análise de roteiro, estrutura dramatúrgica e composição de imagem e significado na formação de público. Cada oficina terá uma carga horária de 3 horas presenciais, e será ministrada para 50 alunos em equipamento cultural da Prefeitura de São Paulo a ser definido.A oficina é voltada para professores da rede pública de ensino que tenham interesse em adquirir know how para a abordagem em sala de aula sobre questões inerentes ao universo e imaginário infantis a partir do cinema e do audiovisual.
ARANHAS CULTURAL, produtora Sediada em São Paulo, a Aranhas Cultural é uma produtora que investe na pesquisa de linguagem e na experimentação de ideias e formas audiovisuais. Reveladora de jovens talentos e plataforma de encontro entre realizadores de diferentes países, o portfólio da produtora é marcado por projetos autorais na área de cinema, música, teatro, literatura, artes visuais e internet. O selo Aranhas Kids da produtora é um núcleo de desenvolvimento de projetos de temática infantil, marcado pela pluralidade de sua produção cultural,abrangendo produtos audiovisuais e literatura. Aranhas Kids valoriza propostas artísticas e educacionais que reforcem a sensibilidade, a perspicácia e a criatividade infantis. https:///www.aranhascultural.com ANAHÍ BORGES, roteirista e diretora Formada em Audiovisual na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, com ênfase em roteiro, dramaturgia e produção, especializou-se em roteiro e escrita criativa para teatro, rádio e TV no Centro Sperimentale di Cinematografia di Roma– Scuola Nazionale di Cinema, uma das mais renomadas escolas de audiovisual da Europa. Foi roteirista, diretora e produtora de diversos curtas-metragens, brasileiros e italianos, exibidos em festivais de cinema na América Latina, Europa, Ásia e EUA. Em 2012 participou, como roteirista, do Rèsidence do Festival de Cannes e roteirizou o longa-metragem “Portorosa”, de Pasquale Marino. Com passagens pela crítica cinematográfica, foi correspondente da revista eletrônica Cinequanon na 65º edição do Festival de Veneza e colaborou com artigos para diversas revistas, entre as quais “Itaú Personnalité”. Ministrou cursos na Academia Internacional de Cinema de São Paulo; participou, como diretora audiovisual, do Talent Campus Buenos Aires – Berlinale 2014. Desde 2012 desenvolve a personagem Petrolina, Pety para os amigos, em seus filmes. Realizou os curtas-metragens "Pety Pode Tudo" em 2012 para a grade de programação infantil da TV Brasil, seguido pelo "No tempo das formigas"(2015) e "As aventuras de Pety" (2019), curta-metragem de animação atualmente em circulação por festivais de cinema no Brasil e no Exterior. LAURA CARVALHO, diretora de arte É diretora de arte e pesquisadora sobre cor. Graduada em Audiovisual pela Universidade de São Paulo e mestre em Teoria e Estética do Cinema pela mesma instituição de ensino. Trabalha com direção de arte para cinema, performance audiovisual e teatro, tendo realizado projetos internacionais como a série Death Corner (França, 2017) e o filme Paraisópolis (França, 2016), a performance Awakening (Singapura, 2015), a animação brasileira As aventuras de Pety (2019), dentre outros no Brasil. Participou de programas de Residência Artística no Japão (Paradise AIR, 2016) e no Brasil (Überbau_house, 2017), cujos projetos investigam a presença da cor na arquitetura popular contemporânea. Sua pesquisa estabelece um paralelo entre cor, imagem em movimento e artes visuais. Apresentou os resultados de sua investigação cromática no Japão (2015), Espanha (2012) e Inglaterra (2009, 2010). IANA ESCUDEIRO, trilha sonora Iniciou seus estudos musicais em piano pelo Conservatório Musical Jardim São Paulo. Formou- se em regência pela Faculdade Santa Marcelina, tendo estudado com Roberto Anzai, Lutero Rodrigues e Emiliano Patarra. Estudou regência coral na antiga ULM (atual EMESP) com Marcos Júlio Sergl. De 2004 a 2008, residiu em Fortaleza/CE, onde cursou Licenciatura em Música pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Trabalhou com grupos vocais e instrumentais, e posteriormente montou o Coral Canto Nobile, no qual foi regente e arranjadora. Participou de diversos workshops e masterclasses, com nomes como Sérgio Chnee, Kenneth Kiesler e Alexandra Arrieche. Compôs trilhas sonoras para filmes, entre os quais a animação “As aventuras de Pety” (Aranhas Cultural, 2019) e foi arranjadora de espetáculos musicais, entre os quais “E as cordas cantam”, Duo Gomes-Mello (Aranhas Cultural, 2018), em que Iana transpôs os arranjos originais de Heitor Villa-Lobos e Chiquinha Gonzaga, compostos para voz e piano, para a seguinte formação musical: violão, violoncelo, flauta e voz, inovando de maneira expressiva a sonoridade das canções. DUBLADORES: MAURO RAMOS, personagem JUMENTO MADUREIRA Ator, dublador, locutor e narrador atuante há mais de 30 anos no mercado. Dublou o jumento Madureira no curta-metragem de animação "As aventuras de Pety", de Anahí Borges (2019). Entre suas dublagens mais famosas estão o Capachão, da "TV Colosso" (Rede Globo), O javali Pumba em "O Rei Leão", "O Rei Leão 2: O Reino de Simba", "O Rei Leão 3 - Hakuna Matata", "Timão & Pumba - A Série Animada" e "A Guarda do Leão", dublou o Shrek em "Shrek Terceiro", "Shrek para Sempre", "Shrek - Especial de Natal", "Shrek 4-D" e "Natal Shrektacular do Burro", o Sr. Winks em Jakers As Aventuras de Piggley Winks, James P. "Sulley" Sullivan em "Monstros, S/A". Também dublou o persoangem Lumière, o castiçal de "A Bela e a Fera", clássico da Disney. Na televisão também ficou conhecido por dublar Quindim em "Sítio do Pica-Pau Amarelo", na Rede Globo. MARCELO SALSICHA, personagem PAPAGAIO ZECA Locutor e dublador. Dublou o papagaio Zeca no curta-metragem de animação "As aventuras de Pety", de Anahí Borges (2019). Entre suas dublagens mais famosas, estão Flecha em “Zootopia: Essa Cidade é o Bicho”, Fred em “Operação Big Hero: A Série”, Chefe de Gestão em “Viva: A Vida é uma Festa”, J. P Spamley em “WiFi Ralph”, Voz adicional em “Detona Ralph” e “Carros 3”, Prefeito Befufftlefumpter, Celestabellebethabelle e Fechadura em “Gravity Falls: Um Verão de Mistérios”, Elliot Decker em “A Lei de Milo Murphy”, Ludo em “Star vs As Forças do Mal”, Jamal em “Aladdin” (2019), Gabriel Iglesias em “Professor Iglesias” e recentemente Zazu, no remake de “O Rei Leão”. BRUNA MASS, personagem PETY Formada em Audiovisual pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, é produtora de elenco e dubladora, tendo atuado em diversas publicidades. Dublou a personagem Pety no curta-metragem de animação "As aventuras de Pety", de Anahí Borges (2019). Como produtora de elenco, presta serviços para o estúdio de dublagem Voxmundi Audiovisual na Organização e negociação de prazos de programas televisivos, cronograma, agendamento e acompanhamento de atores, além da preparação de relatórios. VII ZEDEK, personagem ZEZINHO Dubladora e youtuber com mais de 300 mil inscritos em seu canal, dublou a personagem Zezinho no curta-metragem de animação "As aventuras de Pety", de Anahí Borges (2019). Entre suas dublagens mais famosas estão Sonic (criança), Tails - Sonic: O Filme; Jasper - Butterbean's Café; Tony Tony Chopper - One Piece (Redublagem); Rick - Missão Cegonha (cinema); Banky - O Parque dos Sonhos; Flink - Ninjin.
PROJETO ARQUIVADO.