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Apresentação do espetáculo musical "Viola Jazz" em quatro cidades do interior de São Paulo por meio de shows gratuitos que têm por objetivo reviver as raízes caipiras a partir da junção da viola com a imponência do jazz. As composições tocadas na circulação serão gravadas em um EP inédito, que terá distribuição gratuita de 2 mil cópias. Na contrapartida social o proponente vai realizar umworkshop abordando uma breve introdução à composição e arranjo instrumental para público adulto.
REPERTÓRIO PREVISTO: 1. O Café é Nosso (J. Lenhari) / 2. De Mogi a Capital (J. Lenhari) / 3. Minha Viola pede passagem (J. Lenhari) / 4. Violarra (J. Lenhari) / 5. Um Dia (J. Lenhari) / 6. Deu Jazz no caipira (J. Lenhari) / 7. O Trenzinho do Caipira (J. Lenhari) / 8. 7 Luas (João Paulo Amaral) / 9. Túnel do Tempo (João Paulo Amaral)
• OBJETIVO GERAL: Circular com o "Viola Jazz" por quatro cidades do interior de São Paulo, levando ao público shows gratuitos que ecoam e revivem as raízes caipiras a partir da junção da viola com a imponência do jazz. • OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Circular com 1 espetáculo musical por 4 cidades; Apresentar 4 shows de música instrumental ao longo do projeto; Gravar e distribuir 2 mil cópias do EP com as composições do show; Atender um público total estimado em 1.600 pessoas durante as apresentações; Realizar 1 palestra na contrapartida social para público total estimado em 160 pessoas; Registrar as ações do projeto em foto e vídeo, disponibilizando-os gratuitamente na internet;
Surgida em 1929 com o jornalista Cornélio Pires, a música sertaneja _ cuja palavra está relacionada com a localização mais afastada da cidade _ traduz parte da história do Brasil a partir da cultura de resistência que cantava letras rememorando o modo de vida do homem do interior (quase sempre em oposição à vida do homem da cidade) e a beleza bucolicamente romântica da paisagem interiorana. O estilo ganhou notoriedade com nomes como Alvarenga e Ranchinho, Torres e Florêncio, Tonico e Tinoco, Vieira e Vieirinha (destaques da 1ª Era), Cascatinha e Inhana, Irmãs Galvão, Irmãs Castro, Sulino e Marrueiro, Palmeira e Biá, Trio Luzinho, Limeira e Zezinha _ lançadores da música campeira, José Fortuna _ adaptador da guarânia no Brasil, Pena Branca e Xavantinho, Milionário e José Rico _ que acrescentaram elementos como os mariachis mexicanos com os floreios do violino e trompete para preencher a canção, Tião Carreiro _ que inovou no estilo fundido a música caipira com o samba, o coco e calango de roda (2ª Era), Renato Teixeira, Trio Parada Dura, Chitãozinho e Xororó, João Mineiro e Marciano, Matogrosso e Mathias, Leandro e Leonardo, Zezé di Camargo e Luciano, Chrystian e Ralf, Chico Rey e Paraná, João Paulo e Daniel, Roberta Miranda, Nalva Aguiar, Jayne, As Mineirinhas, As Marcianas e Almir Sater _ que passeava entre as modas de viola e o blues (3ª Era). O som da viola caipira está na catira, no cururu, em festas religiosas, na música sertaneja e, mais recentemente, em versões para orquestra, e seu reconhecimento é tão firme, que a criação de uma data específica _ o Dia Nacional da Música e Viola Caipira _ está em tramitação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). Por tudo isso, a música de viola caipira será agregada ao jazz, surgido entre o fim do século XIX e início do século XX em Nova Orleans, nos Estados Unidos. O estilo musical preza pela improvisação, swing e ritmos não lineares e tem sua gênese na música negra norte-americana, especialmente o blues. Para além desta premissa, por volta da década de 60, o jazz fundiu-se a outros estilos incorporando elementos eletrônicos, samplers e sequenciadores, originando o que chamamos de fusion ou jazz contemporâneo. Inspirado nos quintetos de jazz consagrados mundialmente e nos grupos de samba-jazz que marcaram época no Brasil, o João Lenhari Quinteto toca composições próprias e novos arranjos elaborados especialmente para esta formação para músicas já consagradas de autores notáveis como Gershwin, Luiz Bonfá, Tom Jobim e Dorival Caymmi. A partir do Viola Jazz, o Quinteto reverencia o público com um show inédito, cujo objetivo é resgatar a tradição de músicas sertanejas inspiradas em compositores populares ao utilizar a inigualável sonoridade da viola caipira embalada pela imponência do jazz, com a participação especial de João Paulo Amaral _ grande pesquisador e professor de viola caipira, renomado nos palcos do Brasil e do mundo. A fim de disseminar e democratizar o acesso à música instrumental e erudita para todos os públicos, a captação de recursos por meio da Lei de Incentivo à Cultura é de fundamental importância para viabilizar trabalhos tão relevantes quanto este, e que se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto atende aos seguintes objetivos previstos pelo Art. 3º da referida Lei: I - Incentivo a formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
• GRAVAÇÃO: A gravação do EP será feita ao vivo, separando a banda em 03 salas: sala 1 – bateria; sala 2 – guitarra e viola; sala 3 – sopros. Os naipes de sopros serão posicionados de forma invertida ao posicionamento de palco. • APRESENTAÇÃO: A microfonação irá respeitar as características da acústica de cada local que receberá a apresentação, sempre com intenção de deixar o som mais equilibrado entre os naipes e respeitando também a timbragem de cada instrumento e sua presença de acordo com a estética em cada um dos arranjos.
• APRESENTAÇÃO MUSICAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA - As apresentações do espetáculo serão realizadas em locais que cumpram todas as normas de acessibilidade estabelecidas pela Lei nº. 10.098. Ainda assim, o proponente se compromete a realizar as adaptações necessárias para a locomoção e acesso de deficientes físicos, e reserva de acentos para idosos, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS E VISUAIS - Durante os shows não estão previstas medidas específicas para público com deficiência auditiva e visual, tendo em vista a natureza do projeto (música instrumental). ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - Na divulgação, porém, estão previstos distribuição de cartazes com faixa braile e publicação de pílulas em vídeo com inserção de libras para convite à população. • CD: ACESSIBILIDADE FÍSICA - A gravação será realizada em local que cumpra todas as normas de acessibilidade estabelecidas pela Lei nº. 10.098, embora não haja pessoas com necessidades especiais na equipe. DEFICIENTES AUDITIVOS E VISUAIS - Durante os shows não estão previstas medidas específicas para público com deficiência auditiva e visual, tendo em vista a natureza do projeto (música instrumental). ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - Na divulgação, porém, estão previstos distribuição de cartazes com faixa braile e publicação de pílulas em vídeo com inserção de libras para convite à população. • CONTRAPARTIDA SOCIAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA - A palestra será realizada em local que cumpra todas as normas de acessibilidade estabelecidas pela Lei nº. 10.098. Ainda assim, o proponente se compromete a realizar as adaptações necessárias para a locomoção e acesso de deficientes físicos, e reserva de acentos para idosos, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS - Intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS - Não serão adotadas medidas específicas para público com deficiência visual, que poderá compreender o conteúdo através da audição.
• APRESENTAÇÃO MUSICAL: Com base no Art. 21 da IN 02/2019, serão realizadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: I – Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III – Disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do Art. 22; IV – Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. • CD: Com base no Art. 21 da IN 02/2019, serão realizadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: I – Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. • CONTRAPARTIDA SOCIAL: Com base no Art. 21 da IN 02/2019, serão realizadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: V – Realizar gratuitamente atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.
• J L J LENHARI PRODUÇÃO ARTÍSTICA / PROPONENTE – GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA: Ao longo do projeto, o proponente vai oferecer todo o suporte necessário aos profissionais contratados, a fim de garantir a plena realização das atividades propostas, sendo responsável pela tomada de decisões relacionadas ao projeto. A remuneração do proponente sairá dos custos administrativos. • JOÃO LENHARI / DIRETOR MUSICAL E MÚSICO DE BASE: Trompetista, compositor, arranjador e produtor, Lenhari é Bacharel em trompete pela UNICAMP, pós-graduado Lato Sensu em música popular pela FACCAMP e mestrando em estudos instrumentais e performance pela UNICAMP. Como arranjador, compositor e/ou trompetista, integra as seguintes bandas: Banda Urbana, Banda Jazzco, Nelson Ayres Big Band, Orquestra Urbana, Orquestra Jabaquara e We Jam Big Band. Também faz parte da banda que acompanha o cantor Roberto Carlos e a banda Sandália de Prata. Já coordenou um projeto contemplado por edital via ProAC. • JOÃO PAULO GONÇALVES / MÚSICO DE BASE: Guitarrista, compositor e arranjador natural de Mogi Guaçu-SP. Iniciou os estudos na Escola de Artes Villa Lobos aos 13 anos de idade e, após a conclusão do curso básico de música, ingressou no curso Guitarra MPB & JAZZ do renomado Conservatório de Tatuí; posteriormente cursou Educação Artística com Licenciatura em Música no UNASP. Como instrumentista, participou das mais diversas formações e estilos musicais ao lado de importantes grupos musicais e seletos músicos. Como guitarrista e violonista, participou em diversos espetáculos musicais, entre eles Jesus Cristo Superstar (lead guitar), Vingança o Musical, Tim Maia - Vale Tudo O Musical, A Família Addams, Um Conto de Natal, Enlace - A Loja do Ourives e Hair (Teen Braodway). • RODRIGO MARINONIO / MÚSICO DE BASE: Formado em Música pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí, é baterista de grande versatilidade e vasta experiência em diversas formações, é professor de música, integrante do corpo docente e da Big Band do renomado Conservatório de Tatuí-SP. Já tocou em várias formações: trios, quartetos, nonetos, orquestras, bandas sinfônicas, combos e big bands. • TIAGO DAIELLO / MÚSICO DE BASE: Contrabaixista acústico e elétrico, é formado em MPB/Jazz pelo Conservatório de Tatuí-SP. Traça longa trajetória de pesquisa dos sotaques musicais, recriando a linguagem do contrabaixo brasileiro em suas sonoridades. Atualmente toca com Jota P Ramos Barbosa e grupo, Orquestra Mundana Refugi e Quinteto Canjerana. • UBALDO VERSOLATO / MÚSICO DE BASE: Saxofonista, clarinetista e flautista, é Bacharel em Saxofone pela Faculdade Mozarteum de São Paulo e possui Licenciatura em Graduação Plena em Educação Musical pela UNIMES. Atuou por 20 anos na Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo. • JOÃO PAULO DO AMARAL / MÚSICO CONVIDADO E PESQUISADOR: Músico atuando como instrumentista (viola caipira/ violão/ guitarra), compositor arranjador, regente de orquestras e grupos de viola, diretor artístico e produtor musical. Seus principais projetos artísticos são seu trabalho solo, o trio Conversa Ribeira e a Orquestra Filarmônica de Violas (sob sua direção desde 2011). Docente lecionando cursos regulares em nível de graduação (Faculdade Cantareira) e formação técnica (Emesp Tom Jobim) em viola caipira, prática de conjunto e outras disciplinas, além de cursos de curta duração, oficinas e master classes. É ainda pesquisador e autor de publicações, livros e trabalhos ligados à viola e música caipira. • BT NOGUEIRA PRODUÇÕES / PRODUÇÃO E PRODUÇÃO EXECUTIVA: Com experiência na área desde 2012, acumula atuações em diversas produtoras (Numen, Cacho de Ideias, Teatro GT, EBPZ, Movmídia, Oceania, etc.) e em projetos de diferentes portes relacionados ao teatro, música, dança, audiovisual, evento cultural e etc. Atua ainda com produção executiva; tem experiência na participação na criação, pesquisa e concepção artística, no desenvolvimento de eventos e projetos, seleção e recrutamento de colaboradores e fornecedores e resolução de conflitos de produção. • Todos os demais profissionais envolvidos serão contratados ao longo do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.