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TEMPORADA E TURNÊ do espetáculo de teatro "Vamos Falar de Amor, Amor?". O espetáculo é uma comédia que fala sobre os limites entre amor, loucura e obsessão. O projeto consiste em TEMPORADAS DE APRESENTAÇÕES DO ESPETÁCULO, OFICINAS GRATUITAS E COMO CONTRAPARTIDA SOCIAL, ATIVIDADES DE FORMAÇÃO DE PLATEIAS ATRAVÉS DE PALESTRAS COM TEMÁTICA DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE RELACIONAMENTOS ABUSIVOS.
ESPETÁCULO TEATRO - VAMOS FALAR DE AMOR, AMOR? Quem nunca se apaixonou perdidamente e achou que estava diante do amor de sua vida, e a partir de então se viu enredado em uma teia de desejos insatisfeitos e obsessões. Você já perdeu a cabeça por amor? Essa é a pergunta que rege o espetáculo, que narra as aventuras de Marta e sua obsessão por Augusto. Na sua ensandecida jornada para conquistar Augusto, Marta faz loucuras numa tentativa desesperada de capturar o ‘amor da sua vida’. Carente e desajustada, encontra no jogo do vale tudo por amor sua válvula de escape, tornando risíveis as carências, os afetos, os desafetos, as obsessões e os desajustes humanos. Mas não cabe a nós julgá-la. Afinal quem nunca foi um pouco Marta e nunca cometeu nenhuma loucurinha de amor, que atire a primeira pedra! Quem nunca encontrou em seu caminho alguém que nos fizesse perder a cabeça? Essa é Marta, aquela que perdeu a cabeça e não conseguiu mais encontrar. Teatro, comédia, monólogo com interpretação de Ana Guasque e Direção de Grace Gianoukas. Classificação: a partir de 14 anos / Duração: 60 minutos OFICINA DE TEATRO - PROJETO VAMOS FALAR DE AMOR, AMOR? Oficina ministrada por Ana Guasque, inteiramente gratuita. Haverá o compartilhamento do processo de criacão do espetáculo, desde a criação do texto orginal, com nocões básicas de teatro, expressão corporal e interpretacão. O público alvo são pessoas a partir de 16 anos de idade, preferencialmente alunos da rede pública de ensino, instituicoes e comunidades. As cidades que serão contempladas com a oficina ministrada por Ana Guasque são: Bombinhas, Florianópoilis e Manaus. Haverá 20 vagas disponiveis para cada uma das oficinas. Esta oficina faz parte do projeto Vamos Falar de Amor, Amor? CONTRAPARTIDA SOCIAL - PALESTRAS -ATIVIDADE DE FORMAÇÃO DE PLATEIAS As palestas de formação de plateias são atividades de contrapartida social do projeto Vamos Falar de Amor, Amor? São inteiramente gratuitas e têm como público alvo jovens a partir de 12 anos de idade, preferencialmente alunos da rede pública de ensino, instituicoes e comunidades. As palestras de formação de plateias do projeto possuem como foco central a conscientização e orientação de jovens, especialmente do gênero feminino, a prevenir e reconhecer relacionamentos abusivos. Serão abordados temas sobre violência doméstica, violência contra a mulher, feminicídio e relação abusiva, de modo delicado, respeitoso e lúdico, tendo como ponto de partida o espetáculo comédia Vamos Falar de Amor, Amor? Serão realizadas palestras de formacão de plateias com 1 hora de duracão cada, em todas as cidades onde houver apresentacão. Os participantes terão ingressos gratuitos para o espetáculo dentro da cota da gratuidade. O material didático será elaborado por psicólogo credenciado.
Objetivo Geral: Realizacão de temporada e turnê do espetáculo "Vamos Falar de Amor, Amor?", comédia que questiona os limites entre amor e obsessão, utilizando o humor como ferramenta para promover a reflexão. Desenvolvimento de atividades paralelas ao espetáculo, que consistem em oficinas de teatro gratuitas e palestras de formacão de plateias para jovens da rede pública de ensino, instituicões e/ ou comunidades, falando sobre o processo de criação do espetáculo, bem como conscientizacão sobre relacionamentos abusivos, vulnerabilidade e suas consequências para o indivíduo. Realizacão de temporada e turnê da comédia Vamos Falar de Amor, Amor? nos estados: RS, SC, PR, SP, RJ, MG, CE, PB, AM. Objetivos Específicos: 1) Apresentações do espetáculo: ocorrerão em diferentes cidades brasileiras, de sul a norte, passando inclusive por cidades que não possuem teatro e tampouco fruição de bens culturais. Estreia e temporada do espetáculo em Porto Alegre (RS) - 08 apresentacões Estreia do espetáculo em Florianópolis (SC), realizando 02 apresentações Estreia do espetáculo em Itapema (SC) - 01 apresentacão Estreia do espetáculo em Bombinhas (SC) - 01 apresentacão Estreia do espetáculo em Curitiba (PR) - realizando 02 apresentacões Estreia e temporada do espetáculo em São Paulo (SP) , realizando 26 apresentações Estreia e temporada do espetáculo em Fortaleza (CE), realizando 01 apresentação Estreia e temporada do espetáculo em Manaus (AM), realizando 03 apresentações Realizacão de um total de 44 apresentações do espetáculo, a serem realizadas em onze cidades brasileiras, privilegiando a descentralização das apresentações do espetáculo em diferentes estados e capitais, bem como cidades do interior de Santa Catarina e Paraíba que não costumam ter acesso a produtos culturais deste porte. 2) Realizacão de atividades gratuitas Apresentacão Inteiramente gratuita - a ocorrer na cidade de Bombinhas, praia do interior de Santa Catarina, município com 19 mil habitantes, menor município catarinense, localidade que não possui teatro, e onde não circulam espetáculos teatrais de nenhuma natureza. Juntamente com a oficina a ser ministrada na cidade, trará um grande benefício para a populacão local. A escolha da cidade de Bombinhas ocorre, por ter sido a cidade onde a autora/ atriz do espetáculo e proponente do projeto morou na infância e adolescência, quando seu grande sonho era fazer um curso de teatro e para isso, na época, era necessário viajar para outro estado. Inserir Bombinhas no roteiro de turnê do espetáculo tem uma importância muito grande pra proponente do projeto, pois é uma cidade pela qual possui muito carinho e poderá contribuir para o bem estar e desenvolvimento cultural da populacão local. Oficina de teatro - a ocorrer nas cidades de Bombinhas, Itapema, Sousa, Manaus, sendo realizadas 04 oficinas gratuitas, com 1hora e 30' de duracão, totalizando 06 horas/aulas. 3) Atividade de Contrapartida Social - Formação de plateias - Palestra Atividades de Formação de plateias - as palestras de formação vão abordar o processo de criação do espetáculo e, a partir da peça teatral, serão abordadas temáticas atuais sobre violência doméstica, violências contra a mulher e relacionamentos abusivos, que serão elaboradas conjuntamente com profissional da psicologia contratado especificamente para este fim. As palestras serão realizadas em todas as cidades onde houver apresentações do espetáculo e contarão com 01 hora de duracão cada atividade. Haverá a criação de um vídeo com os temas desenvolvidos na palestra da atividade de formação de plateias, ficando disponível gratuitamente on line, no canal do youtube da atriz do espetáculo.
Este espetáculo é uma comédia que traz reflexões importantes sobre relacionamentos. Gera muita indentificação com o público, que reconhece nas aventuras e desventuras da personagem da peça, sua própria trajetória, além de promover o bem estar proveniente do riso. Foi criado com o objetivo de ser uma catarse de risadas para o público e sua realização certamente será muito bem vinda no contexto pós pandemia. O projeto proporciona apresentações do espetáculo, oficinas gratuitas e palestras em diferentes praças nacionais, promovendo a descentralização, beneficiando diferentes regiões, algumas das quais muito pouco se beneficiam com produtos culturais desta natureza. Esta descentralização e a possibilidade de ampliar a realização do projeto para diferentes praças, com tudo o que o projeto propõe-se a cumprir, só é possível através do mecanismo da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Para tanto, o projeto se enquadra nos seguintes artigos e incisos da Lei: ART. 1 da Lei 8313/91, o projeto se enquadra em todos os incisos do Artigo 1, são eles: I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E em relação ao ART 3 da respectiva norma, serão respeitadas as demandas de acessibilidade, inserindo apresentações com intérpretes de libras e materiais do espetáculo em braille, bem como distribuição gratuita de ingressos para o espetáculo, além das atividades paralelas de formação de plateias, oficinas de teatro. Os incisos do Artigo 3 contemplados pelo projeto são I -C, II - C,E, IV- A, V- A,B,C. Segue: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes. Sobre o conceito do espetáculo: A peça narra as aventuras de Marta, uma mulher que se apaixona perdidamente e é capaz de fazer loucuras por amor. Na sua ensandecida jornada para conquistar Augusto, entre desventuras e decepções, busca compreender a si mesma, ainda que sem êxito. Nessa jornada desesperada para capturar o ‘amor da sua vida’, é surpreendida por situações provocadas por suas próprias escolhas. Carente, desesperada e desajustada, encontra no jogo do vale tudo por amor sua válvula de escape, tornando risíveis as carências, os afetos, os desafetos, as obsessões e os desajustes humanos. Mas não cabe a nós julgá-la. Afinal quem nunca foi um pouco Marta e nunca cometeu nenhuma loucurinha de amor, que atire a primeira pedra! Marta é uma personagem que provoca identificação com todos os que um dia desejaram ardentemente viver um amor que acabou por tornar-se um verdadeiro pesadelo, psicologicamente pode ser compreendida como uma pessoa para quem a rejeição é um tema de difícil assimilação. Socialmente, podemos vê-la também como uma pessoa em conflito com o devir, com a necessidade de apoderar-se de si mesma, de seus desejos e anseios. E para compreender as nossas Martas com amplitude, nada melhor que o riso para destrinchar, desmistificar e revelar nossas mazelas humanas, apontando com muito bom humor nossa vã humanidade, cheia de deslizes, de erros, de contratempos, de auto enganos, com uma vasta palheta de sentimentos e emoções com as mais variadas colorações e texturas. De acordo com a Psicóloga e Doutora Elza Maria do Socorro Dutra, a respeito do sofrimento nas relações amorosas, "entende-se que o sofrimento está diretamente relacionado com a forma de estar no mundo: medo da solidão, do desamor, e principalmente, de apropriar-se da própria vida". Já para o olhar da ciência social, pode-se compreender que "a condição das mulheres tem refletido a perspectiva de ocupação do espaço público e privado, a partir dos papéis construídos...", de modo que podemos compreender Marta e seus desajustes afetivos como uma mulher em busca de si mesma, descobrindo por si só os seus limites, com suas medidas e desmedidas, e é no esgarçamento e ruptura dos próprios limites que nos deparamos com sua essencial comicidade. Desde a época do filósofo Aristóteles que são relatadas teorias a respeito do humor. Na Grécia Antiga, a comédia era considerada algo que dizia respeito ao humano, às pessoas comuns da Pólis, enquanto que a tragédia falava essencialmente sobre os heróis e os deuses. E a comédia tem essa qualidade de falar do humano para o humano, rindo juntos de todo o jogo de equívocos insurgentes - neste caso específico de Marta, da busca incessante pelo amor à rejeição, a negação do amor não correspondido, a obsessão por Augusto, que faz com que a personagem perca a linha e fique desnorteada em suas ações e escolhas. Muitos são os estudos a respeito dos benefícios do humor, e já está cientificamente comprovado que o bom humor combate doenças, promove saúde, ajuda a lidar com as questões cotidianas, causa bem estar e conecta as pessoas. Além de proporcionar a oportunidade de rirmos de nós mesmos com muita propriedade e ganho de causa, promovendo a oportunidade de olhar de modo crítico e risível, pois não há nada que não possa se transformar em comédia. E como diz o filosofo Bertrand Russel: "o riso é um remédio universal". Associado às apresentações do espetáculo, como contrapartida social, realizaremos atividades de formação de plateias cujo foco é a temática do espetáculo, aproveitando a oportunidade para desenvolver um programa de combate e prevenção aos relacionamentos abusivos e violência doméstica, conscientizando adolescentes e jovens, especialmente da rede pública de ensino, incentivando o entendimento do amor saudável e das relacões saudáveis. Paralelamente, também serão realizadas oficinas gratuitas de teatro, compartilhando o processo criativo do espetáculo. Este projeto segue os preceitos das producões realizadas pela Ana Guasque Artes & Entretenimentos, empresa proponente que tem como característica principal em suas realizacões, produzir de modo a gerar capilaridade, ou seja, que o produto cultural consiga se expandir para outros setores, tanto de educacão, formação quanto artistico e de entretenimento, com a finalidade que diferentes segmentos da populacão possam se beneficiar da realizacão do projeto, das mais variadas formas. Além de todo o conjunto, o espetáculo poderá ajudar muitas pessoas a buscarem relacionamentos saudáveis e pacíficos em suas vidas.
O texto original é escrito por Ana Guasque e a adaptacão foi realizada conjuntamente entre a diretora Grace Gianoukas e a atriz Ana Guasque. O espetáculo estreou em 2018 e desde então vem demonstrando ser um sucesso comprovado, que encanta o público por onde passa, gerando muita identificacão e reflexão, além de muitas risadas. Grace Gianoukas é atriz cômica, de reconhecida trajetória, criadora do projeto Terça Insana. Ana Guasque é atriz, bailarina e produtora cultural, de reconhecida trajetória, que possui cerca de 40 espetáculos de teatro e dança no currículo. É coordenadora da Ana Guasque Artes & Entretenimentos.
Espetáculo de Teatro: VAMOS FALAR DE AMOR, AMOR? - COMÉDIA Texto Original: ANA GUASQUE Direcão: GRACE GIANOUKAS Interprete: ANA GUASQUE Duracão: 60 minutos Classificacão: não recomendado para menores de 12 anos Quantidade proposta de apresentacoes: 44 apresentacoes Quantidade de ingressos: 9.800 ingressos Quantidade prevista de ingressos gratuitos: 1.960 ingressos gratuitos DA COTA DE 20% de gratuidade Atividade de Formação de Plateias Elaborada por um profissional da psicologia, com temática de prevenção e combate à violência doméstica, utilizando como ponto de partida a históriacontada na comédia Vamos Falar de Amor, Amor? - a ser realizada em todas as cidades onde houver apresentações do espetáculo. Carga Horária: 60 minutos de duracão cada palestra local: cidades de apresentacão do espetáculo Público alvo: Adolescentes e jovens da rede pública de ensino, instituições Previsão de público: aproximadamente 980 pessoas Oficina de Teatro Oficina ministrada por Ana Guasque, nas cidades de Florianópolis, Bombinhas, Sousa e Manaus. Objetivo: Compartilhamento do processo de criacão do espetáculo, com nocões básicas de teatro, expressão corporal e interpretacão. Quantidade de oficinas gratuitas: 03 Carga horária: 02 horas aula, totalizando 06 horas aula de oficina gratuita Publico alvo:Adolescentes e jovens da rede pública de ensino, instituições e comunidades Total de público estimado: 60 pessoas
Serão respeitadas as medidas de acessibilidade da seguinte forma: PRODUTO: ESPETACULO ASSESSIBILIDADE FÍSICA: local de fácil acesso, rampas, corrimões, assento para idosos e cadeirantes, cota de ingressos ASSESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras nas apresentações do espetáculo, uma apresentação em cada cidade com interprete de libras. ASSESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Material em braille Justificativa: Os anos de experiência que temos na realização de espetáculos nos mostraram que, se concentrarmos as apresentações com interprete de libras em dias específicos, além de potencializar o resultado com o público, que se concentra naquelas datas, também conseguimos promover uma economia de recursos, evitando assim onerar excessivamente o projeto e ao mesmo tempo contemplar o público de modo eficiente. Este momento cultural que vivemos, infelizmente, não temos um alto público de deficientes auditivos que contemple a totalidade das apresentações do espetáculo. Infelizmente. É um público que precisamos formar e isso leva tempo. Se colocarmos interprete de libras em 100% das apresentações, nos veremos na situação de ter o interprete de libras a disposição, realizando seu trabalho, mas possivelmente não teremos este público em todas as apresentações, por mais que a produção se empenhe. Então, com a finalidade de não onerar excessivamente o projeto, trabalhar de modo verdadeiro, optamos por concentrar as apresentações com interprete de libras em dias específicos, que contemple todas as cidades, ao invés de 100% das apresentações. Creio que assim, o recurso poderá ser utilizado de modo mais eficiente, gerando o emprego ao profissional intérprete, contemplando o público com deficiência auditiva, e utilizando o recurso público com moderação e eficiência, para que cumpra exatamente o que se propõe, que é de fato contemplar o público com deficiência auditiva que vai realmente ao teatro. Acredito que seja uma forma sensata de distribuir os recursos para o projeto, otimizando os recursos, sem desperdícios e ao mesmo tempo, contemplar o público deficiente de modo carinhoso e acolhedor. Queremos sim, que chegue o dia que em todas as apresentações dos nossos espetáculos tenham todos os públicos, sem distinção, entretanto, hoje (infelizmente) ainda não é a nossa realidade, ainda necessitamos trabalhar este público, formar plateias, trazê-los para o teatro, diante disso, enquanto produtora proponente, não vejo necessidade de haver interprete de libras em 100% das apresentações, porque não teremos este público em todas as apresentações, embora seja nossa vontade. Caso esta Secretaria exija o interprete de libras em todas as apresentações, ao invés de dias específicos, não há problema nenhum, eu adapto o orçamento para dar conta desta necessidade. Mas este é meu ponto de vista. E assim responderei a esta diligência. Enquanto produtora proponente, eu tenho a responsabilidade de contemplar os diferentes públicos do projeto e também zelar pela adequada utilização do recurso público direcionado à realização projeto. PRODUTO: ATIVIDADE DE FORMACÃO DE PLATEIAS - CONTRAPARTIDA SOCIAL ASSESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, assento para idosos e cadeirantes, cota de ingressos ASSESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Realização de palestra de Formação de Plateias em instituição especializada ASSESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Realização de palestra de Formação de Plateias em instituição especializada. Justificativa: Novamente nos deparamos com a real eficiência do modo de alcançar o público deficiente. Num primeiro momento, pode parecer uma forma de segregação, sim o ideal é que tenham interpretes de libras em todas as palestras de formação de plateias. Entretanto, aqui espeficificamente nos deparamos com a seguinte situação: Temos a quantidade, o numero geral de pessoas que devem ser alcançadas com a palestra de formação de plateias, que correspondem a 10% do total de público previsto no Plano de Distribuição. Pois bem, cada cidade elencada na proposta do projeto, possui a sua quantidade de pessoas a serem contempladas com a Formação de Plateias. Entretanto, a quantidade específica de palestras que serão necessárias para contemplar esta quantidade de público é variante, tendo em vista que não ocorre uma ou duas vezes com aquele numero específico de pessoas. Pelo menos nas minhas produções, primo por fazer um trabalho direcionado, a equipe do projeto vai PRESENCIALMENTE aos locais de palestras, que podem ser escolas públicas, Centros de cultura públicos, Instituições que agregam em alguma comunidade de periferia, etcs. Então, por exemplo, se temos 600 pessoas para contemplar com a formação de plateias em determinada cidade, não necessariamente vamos conseguir reunir todas estas pessoas em uma única palestra, até pode ser possível, mas dificilmente ocorre desta forma. Nesta suposta cidade do exemplo, certamente, teremos uma palestra numa escola publica que irá contemplar em torno de 200 alunos, uma outra palestra em uma instituicão, que pdoerá contemplar por exemplo mais 90 alunos, uma plaestra num CEU, que poderá por exemplo contemplar mais 300 alunos. As palestras, como são presenciais e minha produção prima pela eficiência da realizacão bem como a otimização dos recursos, a equipe se desloca até as pessoas que serão contempladas pelas palestras. E a quantidade de palestras necessárias para cada cidade, dependerá inevitalvelmente dos agendamentos que ocorrerão durante a fase de produção do projeto. Não temos como prever se conseguiremos atingir este público inteiro em uma, duas, três ou quatro palestras. E ter um intérprete de libras acompanhando cada palestra, significa que precisa ser orçado, precisa constar no orçamento. Nem todos os locais de realização das palestras terão públicos portadores de deficiência, sejam auditivas e visuais. No caso do público com deficiência visual, podemos distribuir o conteúdo da palestra em material em braille - o que é menos oneroso, pois os orçamentos de audiodescrição que solicitei, giram em torno de 100 mil reais. E sabemos da dificuldade de captar recursos para projetos culturais e somente um item do projeto custar este valor, poderá tornar a captação inviável. Paralelamente a isso, temos que pensar que, um portador de deficiência, seja ela qual for, não pode se deslocar sozinho. Para esta pessoa ir para qualquer lugar em segurança, precisa estar acompanhada. O portador de deficência tem um trabalho e um desgaste muito maior para se deslocar a qualquer lugar. Analisando todos estes tópicos, compreendo que neste momento, a forma deste projeto ser mais eficiente e menos onerosos é a equipe do projeto ir até uma instituição especializada, assim como vamos até uma escola pública realizar a palestra para os alunos, nos propomos a ir até a instituição especializada, onde o público com deficiência estará organicamente reunido, sentindo-se seguro, acolhido, em proteção, e ali, para este público reunido, realizar a atividade de formação de plateias. Creio que será mais eficiente, mais certeiro e menos oneroso, especialmente neste momento, pós pandemia. Assim sendo, mantenho a proposta de realização de atividade de formação de plateias em instituição especializada para deficiente auditivos e visuais, agregando-os à quantidade total de público previsto para a formação de plateias. Creio que desta forma, será mais cômodo para eles, mais eficiente para o projeto e menos oneroso para com o recurso público. Novamente, afirmo que, caso seja exigência da Secretaria especial de Cultura que tenhamos o interprete de libras em todas as palestras de formacão de plateias, não me oporei e efetuarei a adaptacão do orçamento para dar conta deste pleito. Mas, creio que irmos até a instituicão especializada será mais eficiente, mais agregador, mais certeiro e menos oneroso, pois de nada adiante termos o interprete de libras sempre presente e não termos o público deficiente. Este é meu ponto de vista. E procuro realizar meus projetos com eficiência, qualidade, cumprindo o que se propõe em totalidade e com economia de recursos. PRODUTO: OFICINAS - AMPLIAÇÃO DE ACESSO ASSESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, assento para idosos e cadeirantes, cota de ingressos, local de facil acesso ASSESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Realização de oficina em Instituição especializada ASSESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Realização de oficina em Instituição especializada Justificativa: Utilizo os mesmos argumentos da justificativa de formação de plateias, acrescido das seguintes observações: Novamente, pode soar como uma forma de segregação, porém não é esta a intenção. O ojetivo é contemplar nosso público portador de deficiência com qualidade, com verdade. Para isso, não basta simplesmente colocá-los como meros participantes nas oficinas, posto que não terão a atenção adequada necessária. Meu argumento inclusive gera mais trabalho para minha própria produção. Na medida em que nos propomos a ir até as instituições especializadas, nos propomos também a desenvolver a atividade de aula direcionada adequadamente para este público. Isto significa que a METODOLOGIA e os PROCEDIMENTOS DE AULA precisam ser elaborados (sim!) de uma modo diferente, cuidadoso para as necessidades do público portador de deficiência. Logicamente é necessário agregar o convívio com as pessoas não portadoras de deficiência, para que todos possam se aceitar e conviver harmonicamente. Para este projeto em específico, gostaríamos de oferecer a oficina dentro das instituições especializadas. Acredito que neste momento para o qual nos encaminhamos, pós pandemia, será mais eficiente o contato com o público portador de deficiência, pois terão a oportunidade de receber uma trabalho mais direcionado. É o que gostaríamos de oferecer neste projeto em específico.
A democratizacão de acesso ocorrerá de acordo com o Plano de Distribuição: PRODUTO: ESPETÁCULO DE TEATRO ARTIGO 21: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; V - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. Justificativa inciso X - caso ocorra a possibilidade de realizar alguma apresentação extra, que não onere ou prejudique o erário, mantendo o valor do orçamento aprovado, pois podem ocorrer apresentações extras que podem ser interessantes tanto para a população quanto para o projeto. Pode ocorrer algum convite para apresentar em festival, ou em alguma cidade extra que não estava inicialmente prevista, cuja apresentação possa ser importante para a população local e para a cidade, especialmente quando é uma localização interiorana. Procuramos fazer a devida e mais objetiva previsão da realização do projeto, mas não há como prever absolutamente tudo em uma produção, ocorrem variáveis, especialmente em relação ao valor que conseguimos de fato captar. Por vezes é necessário remodelar o projeto para que seja possível a execução com o valor captado. Por isso a necessidade deste inciso X, que permite uma abertura de comunicação e ajuste, de toda forma, tudo é apreciado e precisa ser aprovado pela Secretaria. PRODUTO: OFICINA - MEDIDA DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO As oficinas do projeto diferem da Contra-partida Social. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; V - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; PRODUTO: PALESTRAS - MEDIDA DE CONTRAPARTIDA SOCIAL Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; V - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
TEXTO ORIGINAL: ANA GUASQUE (ANA THOMASIA MAGALHÃES GUASQUE) DIREÇÃO: GRACE GIANOUKAS ATRIZ: ANA GUASQUE REALIZAÇÃO: ANA GUASQUE ARTES & ENTRETENIMENTOS PROPONENTE / DIRIGENTE DA INSTITUICÃO QUE REALIZARÁ O PROJETO: ANA GUASQUE (ANA THOMASIA MAGALHÃES GUASQUE) FUNCÕES: COORDENACÃO DO PROJETO, ATRIZ DO ESPETÁCULO, PODENDO VIR A EXERCER A DIRECÃO DE PRODUCÃO, SENDO A RESPONSAVEL POR TODA A GESTÃO E REALIZACÃO DO PROJETO, BEM COMO ADMINISTRACÃO FINANCEIRA, ASSESSORADA PELA CONTADORA E PELA ADVOGADA DO PROJETO. ATIVIDADES REMUNERADAS. NA AUSÊNCIA REPENTINA DE ALGUM PROFISSIONAL DO PROJETO, NÃO SENDO POSSÍVEL A IMEDIATA SUBSTITUICÃO E SENDO NECESSÁRIA A AÇÃO DA PROPONENTE, ESTA SE RESPONSABILIZARÁ PELA FUNCÃO NÃO EXERCIDA DO PROFISSIONAL AUSENTE. COMO OCORREU EM TURNÊ REALIZADA COM OUTRO PROJETO, ONDE NÃO HAVIA VERBA O SUFICIENTE E A PROPONENTE ALÉM DE EXERCER A FUNCÃO DE ATRIZ, COORDENADORA E ADMINISTRADORA DO PROJETO, MONTOU CENÁRIO, MONTOU CAMARIM, E EXECUTOU O TRABALHO DO CONTRA REGRAS E CAMAREIRA. CASO A PROPONENTE VENHA A EFETUAR A CAPTAÇÃO DE RECURSOS PARA A REALIZACÃO DO PROJETO, A MESMA RECEBERÁ O PERCENTUAL SUGERIDO NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA. OBSERVANDO QUE, O MAIS IMPORTANTE É A REALIZACÃO E EXECUCÃO DO PROJETO, ASSIM SENDO, CASO SEJA NECESSÁRIO, A PROPONENTE REVERTERÁ PARTE DO PERCENTUAL DA CAPTACÃO DE RECURSO PARA A EXECUCÃO DO PROJETO, COMO JÁ OCORREU EM OUTRO ESPETÁCULO. CURRICULOS RESUMIDOS: BREVE CURRICULO ANA GUASQUE Atriz, bailarina e produtora cultural, Ana Guasque é formada pela EAD - USP, é natural de Porto Alegre, onde desenvolveu parte de sua carreira desde o ano de 1995. Foi duas vezes indicada Melhor Bailarina do RS, pelo Prêmio Açorianos de Dança e tem diversos espetáculos de dança e teatro no currículo. É autora do livro Victória, Uma saga italiana no interior do Rio Grande. No teatro, seus trabalhos mais recentes, dos últimos dois anos, foram: Mulheres de Shakespeare, no qual além de atriz, é a idealizadora e coordenadora do projeto, Vamos Falar de Amor, Amor? Com direção de Grace Gianoukas, A Bruxa Morgana Contra o Infalível Senhor do Tempo, com Rosi Campos, e “A Noiva de Cristal”. Na televisão, participou das novelas Jesus, na TV Record, e A Força do Querer, Boogie Oogie, Sete Vidas e Haja Coração, na Rede Globo de Televisão. BREVE CURRICULO GRACE GIANOUKAS Diretora, atriz, autora, cronista, criadora do projeto Terça Insana que revolucionou o humor brasileiro, sendo um marco da cultura nacional a partir dos anos 2000 e que vem sendo apresentado há quase 20 anos, pelo qual passaram cerca de 380 artistas, 700 personagens, assistido por aproximadamente 2 milhões de pessoas. Sucesso na TV com a personagem Teodora Abdalla na novela Haja Coração e com a personagem Petúlia em Orgulho e Paixão, ambas na Rede Globo de Televisão. Atuou em Sassaricando, A Escolinha do Professor Raimundo, Cúmplices de Um Resgate, Chiquititas, Ra-tim-bum, na Globo, SBT e TV Cultura. Dirigiu e atuou em dezenas de espetáculos teatrais. Seu mais recente espetáculo como atriz foi Hortance - A Velha, sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo. Dirigiu Vamos Falar de Amor, Amor? Com Ana Guasque e A Bruxa do Chocolate, projeto infantil. Atualmente participa das séries no Multishow - Vai que Cola e O Dono do Lar. Está escalada para a novela Salve-se Quem Puder, na Rede Globo de Televisão. Dentre seus espetáculos de humor estão: Mulheres Insanas, Grace Gianoukas Recebe, Homens Insanos, Pílulas Insanas, Terça Insana - Clássicos de Grace, Sobre Amor e Amizade, foi criadora e diretora da Cia Harpas e Ogros, com 32 anos de carreira, Grace Gianoukas é referência em comédia no cenário cultural nacional. Vencedora do Prêmio Arte Qualidade Brasil pelo espetáculo Grace Gianoukas Recebe, e Prêmio Nelson Rodrigues. Foi a homenageada do Prêmio Aplauso Brasil em 2019, pelo trabalho desenvolvido com o projeto Terça Insana. Atualmente está no ar com a reprise da novela Haja Coração e gravando a novela Salve-se Quem Puder. BREVE CURRICULO PROPONENTE PESSOA JURIDICA - ANA GUASQUE ARTES & ENTRETENIMENTOS CNPJ: 14.687.450/0001-09 2020 - LIVRO INFANTIL - "LAURINHA"- Distribuição Nacional 2019 - Mulheres de Shakespeare - teatro - Texto da autora de novelas Thelma Guedes, direção do inglês Luke Dixon, produção Ana Guasque Artes & Entretenimentos (produção, captação, realização) - Estreia no Teatro Novo em São Paulo, temporada no Rio de Janeiro (em andamento) - montagem do espetáculo realizada através da Lei federal de Incentivo à Cultura - Patrocínio Lojas Renner e Banco do Nordeste 2018 / 2019- Vamos Falar de Amor, Amor? - teatro / comédia - Direção de Grace Gianoukas - estreia no teatro Itália em São Paulo - captação de recursos - patrocinio da Porto Seguro - texto e interpretacão: Ana Gausque 2018 - A Bruxa Morgana Contra o Infalível Senhor do Tempo - teatro infantil com Rosi Campos - estreia no Teatro Porto Seguro em São Paulo - captação de recursos - Patrocínio da Porto Seguro 2017 / 2018 - A Noiva de Cristal - teatro drama - Estreia em Porto Alegre, temporada no Rio de Janeiro e em São Paulo no Sesc Santo Amaro - Produção e Realização 2015 - Victória, Uma Saga Italiana no Interior do Rio Grande - livro - realizado através do FAC PRO-CULTURA RS 2012 - Valsa em Pedaços - teatro / dança - estreia no CCBB SP - realização e produção, com o nome fantasia de AGP3 Producões (Ana Guasque Producões 3) 2011 a 2018 - Sobre Ancas - Estreia em São Paulo, turnê pelo interior paulista, festivais pelo Brasil - espetáculo de Dança - realização e produção
PROJETO ARQUIVADO.