| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07084117000140 | SITREL ? SIDERURGICA TRÊS LAGOAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 330,0 mil |
| 60744463000190 | Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
| 33127002000286 | Cia. de Navegação Norsul | 1900-01-01 | R$ 95,0 mil |
O projeto Moradores _ A Humanidade do Patrimônio prevê a produção de exposições fotográficas em grande formato realizadas em espaços públicos de cidades do país. Tudo começa quando uma tenda branca é montada na principal praça pública das localidades e as pessoas são convidadas a serem fotografadas e a contarem suas histórias. Uma ação coletiva visando o reconhecimento e a valorização da memória e da história das pessoas, sejam elas anônimas ou mestres do saber, como sendo o maior patrimônio que uma cidade ou território podem ter. Além da exposição fotográfica final, prevê-se ainda a realização de documentários/produções audiovisuais de curta-metragem (exibidos na abertura da exposição em cada cidade).
Não se aplica
Objetivo Geral Moradores _ A Humanidade do Patrimônio chega à décima temporada em 2022. Trata-se um projeto cultural de ocupação do espaço público, pautado nas potências de segmentos artísticos diversos (exposição de retratos fotográficos, produção audiovisual, rodas de conversa) e na democratização do acesso à cultura, com o objetivo de valorizar as memórias e as história das pessoas, sejam elas anônimas ou mestres do saber, como sendo o maior patrimônio que uma cidade ou território podem ter já que "uma cidade só é viva e tem alma quando contamos nossas histórias". Na medida em que estabelece diálogos diretos com a população local, o projeto cria espaços e oportunidades de reconhecimento da importância que as histórias individuais assumem no tecer da rede social que estrutura a força de nosso país. O projeto reverbera e amplifica essa força através dos retratos produzidos e exibidos, assim como por meio dos demais produtos culturais desenvolvidos. O projeto acontece em diversos Estados do país, mais especificamente nas seguintes cidades: Josenópolis / MG, Feira de Santana / BA e Ituiutaba / MG Vale ainda citar a relevância da abordagem sobre Educação Patrimonial (questões sobre patrimônio imaterial e material), realizada no projeto por meio das rodas de conversa. Objetivos Específicos Os objetivos específicos do projeto são: - Produção de registro fotográfico e audiovisual de histórias da população local em 3 cidades de Estados diversos do Brasil: BJosenópolis / MG, Feira de Santana / BA e Ituiutaba / MG; - Realização de 3 exposições de grande formato apresentando os retratos produzidos em cada localidade: Josenópolis / MG, Feira de Santana / BA e Ituiutaba / MG. As exposições permanecem montadas por 7 a 9 dias em cada localidades. Serão montados 12 painéis de grande formato (4m x 2m) com retratos de moradores em P&B. Nas exposições também são montados varais fotográficos, ação que consiste na impressão dos retratos produzidos e exposição dos mesmos em varais fotográficos, para que os participantes possam pegá-los, gratuitamente, como uma recordação por terem ajudado a construir o projeto; - Produção de 3 documentários audiovisuais de curta-metragem através da coleta de depoimentos/histórias das pessoas fotografadas tendo como roteiro a remontagem da história daquele território a partir das memórias afetivas das pessoas. Esses documentários serão exibidos em praça pública das 3 localidades visitadas, no dia da abertura da exposição em cada localidade;
O projeto Moradores _ A Humanidade do Patrimônio é uma ação que acontece desde 2012. Criado pela NITRO Histórias Visuais, o projeto já passou por diversos estados brasileiros, registrando histórias de pessoas de muitas localidades e apresentando assim um mapeamento afetivo e social protagonizado pelos moradores dessas cidades. Em julho de 2019 o Projeto Moradores foi eleito pelo escritório do IPHAN em Minas Gerais como a mais importante iniciativa de uma empresa privada quanto a ações de promoção do Patrimônio Imaterial, o indicado como representante do estado no Prêmio Nacional Rodrigo Melo Franco. "Um dos mais importantes projetos culturais nos últimos tempos. Mostra que o dono da história e da cultura não é quem escreve sobre isso. O dono absoluto é o povo, aquelas pessoas que sentiram, viveram e guardaram cada um dos momentos, atos, fatos, palavras, emoções. É a memória oral, sabendo que, no dia em que ela desaparecer, a própria identidade, a alma de cada comunidade morrerá com ela" _ Carlos Felipe Horta, diretor da Comissão Mineira de Folclore. Esta visão moderna e contemporânea dos conceitos de "memória e patrimônio" é uma das várias análises nas quais embasamos a justificativa para a execução do projeto Moradores. Para a nova temporada, o projeto quer abordar os territórios onde a questão da construção da Memória, a preservação dos patrimônios materiais e imateriais precisa conviver com matriz econômicas com forte impacto sociocultural e ambiental, como grandes parques industriais, a mineração, o agronegócio e a geração de energia. No entendimento de que é preciso, não "lutar contra o desenvolvimento econômico", mas sim, aproveitá-lo para pensar, discutir e registrar a memória e os patrimônios construídos nessas localidades. A expectativa dos moradores pelo resultado final, o envolvimento deles com todas as etapas do processo e a emoção de se verem valorizados e reconhecidos também são fundamentais para defendermos o projeto Moradores como um produto dentro do novo conceito de "defesa da cultura" e lutar para que ele seja transformado, no futuro, em uma política pública. "O patrimônio sempre foi construído, vivido, apropriado e resignificado pelos grupos sociais, pelos indivíduos que no seu dia-a-dia vão criando esses laços de afetividade com os caminhos que percorrem na cidade, com os espaços que são referência e que rapidamente deixam de ser referência, mas outros ganham referência. Às vezes com objetos que estão no espaço urbano. Então, cada um vai construindo a sua historia com a cidade e essa teia, esse cruzamento de histórias acaba sendo as histórias coletivas que referenciam os valores hoje de memória de patrimônio cultural. Esse cotidiano é parte fundamental e estruturadora dos valores que constituem o patrimônio cultural de uma cidade, de um estado ou de um país" _ Michele Arroyo, presidente do IEPHA/MG. Mais do que discutir o que é um patrimônio tombado ou não, o projeto Moradores se justifica como uma ação de chamamento e empoderamento. Por meio do método da contação de histórias, busca despertar nos cidadãos o orgulho por sua própria história, por sua memória e principalmente a percepção da ligação direta que existe ente ele e o local a qual pertencem. É bom lembrar que este último item é fundamental para que se chegue a consolidação do conceito de "patrimônio vivo". A Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, na sua definição sobre "patrimônio material e imaterial", já sinaliza para essa visão moderna. Ela assim define: "Entende-se como patrimônio imaterial as pra´ticas, representaço~es, expresso~es, conhecimentos e te´cnicas, os instrumentos, objetos, artefatos e lugares que lhes sa~o associados, assim como as comunidades, os grupos e, ainda, em alguns casos, os indivi´duos que se reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural. O patrimônio imaterial e´ transmitido de geraça~o em geraça~o, sendo constantemente recriado pelas comunidades e pelos grupos em funça~o de seu ambiente, de sua interaça~o com a natureza e de sua histo´ria, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo, assim, para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana". Sobre o enquadramento do projeto nos incisos do artigo 1° da Lei 8313/91, listamos abaixo os que se relacionam com o projeto: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ja´ em relaça~o aos objetivos do Artigo 3° , citamos abaixo aqueles que tem relaça~o com o projeto: II - Fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante / c) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante / a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Não se aplica
Acessibilidade física O projeto acontece em praças públicas de 3 cidades do país, acessíveis para pessoas com qualquer tipo de deficiência motora. Acessibilidade de conteúdo Para portadores de deficiência auditiva Exposição: não apresenta restrições no que se refere à deficiência auditiva Documentário audiovisual: legendas descritivas Rodas de conversa: intérprete de libras Plataforma virtual: plug-in Real Acessibility/Watool Para portadores de deficiência visual Exposição: legenda das fotos em braile Documentário audiovisual: o documentário apresenta os depoimentos narrados pelos próprios fotografados. Rodas de conversa: não apresenta restrições no que se refere à deficiência visual Plataforma virtual: plug-in Real Acessibility/Watool
O projeto é oferecido ao público de forma integralmente gratuita. Todas as ações acontecem em espaços públicos das quatro cidades visitadas, garantindo o acesso amplo e irrestrito `toda a população. Vale ainda citar que todo os produtos culturais finais do projeto (fotos, curtas-metragens, textos) estarão disponíveis para download gratuito (desde que respeitado o crédito dos autores e sem uso para fins comerciais ou de promoção empresarial, pessoal ou política) pelo site oficial do projeto: www.projetomoradores.com.br. Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, optamos pelos seguintes benefícios: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
O proponente será responsável por toda a gestão do processo administrativo e decisório do projeto. O proponente possui experiência comprovada e e prestação de contas apresentada de outros projetos, PRONAC 126528, a primeira temporada do projeto Moradores. Ressaltamos que o quadro societário da empresa Nitro Imagens é o mesmo da empresa Nitro Editorial, o que valida a experiência apresentada no relatório de atividades. É remunerado pelas rubricas Produção Executiva, Direção Artística e Direção de Fotografia, que totalizam R$ 180.000,00 do orçamento enviado. Realização: NITRO Histórias Visuais Coordenação geral e produção literária: Gustavo Nolasco Produção fotográfica: Bruno Magalhães e Marcus Desimoni Produção audiovisual: Alexandre Baxter Edição de fotos e vídeos: NITRO Histórias Visuais NITRO Histórias Visuais (Belo Horizonte/MG). Um coletivo de contadores de histórias visuais. Ao longo de 13 anos, realizou a transição de uma agência clássica de fotografia para uma produtora de conteúdo transmídia. Tem o objetivo de documentar as mudanças que afetam a sociedade brasileira e preservar os registros de nossa história visual. Fotógrafos, diretores audiovisuais e escritores, sediados em Belo Horizonte, Minas Gerais, são experientes produtores de conteúdo multimídia para projetos documentais, reportagens editoriais e ações culturais e educativas. São capazes de transformar pequenas ideias em grandes projetos de comunicação. Para isso, a NITRO explora diferentes técnicas (fotografia, vídeo, animações, literatura, roteiros, stop-motion e timelapses) e formatos (audiovisual, webséries, revistas, exposições, livros, e-books, entre outras), sem nunca abrir mão da qualidade de suas narrativas visuais. No audiovisual, sua equipe está preparada para atuar desde a concepção de ideias e roteiros até a finalização filmes, séries e webséries. Temas como a Memória, História (pessoal ou corporativa), Política, Cultura, Direitos Humanos, Esportes, Natureza e Meio Ambiente e Retratos, são sempre referências nos principais trabalhos executados pela NITRO, mantendo sempre os olhos voltados para as transformações no Brasil. Mesmo com a criação apontada para o futuro, a NITRO tem apreço ao registro do passado. Seu banco de imagem conta com mais de um milhão de imagens. Destas, 40.000 estão acessíveis no arquivo on-line (arquivo.nitroimagens.com.br). A excelência da NITRO tem sido reconhecida com prêmios em importantes festivais nacionais e internacionais de Cinema, Fotografia e Literatura. Foi a grande vencedor da Mostra de Cinema de Tiradentes (Prêmio do Júri); do Prêmio Jabuti 2012 (categoria Fotografia), maior premiação da literatura brasileira; do Festival Cinefoot (Prêmio do Júri); de Melhor Fotografia do Festival de Cinema dos Sertões; da mostra de Super8 do Festival de Gramado; do Prêmio New Holland de Fotojornalismo; do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo; do Concurso Itaú BBA de Fotografias; do Prêmio BNB de Jornalismo e do National Geographic de Fotografia de Aventura. . Os treze anos de mercado também chancelaram a NITRO a criar seu braço educacional. Há três anos, seus profissionais ministram cursos, oficinas e workshops. Os temas vão desde técnicas de Fotografia, passando ao Audiovisual até a produção completa de conteúdo, como na publicação experimental #ND. A NITRO também atua no mercado editorial (NITRO Editorial), com sua própria editora que publicou sete livros, incluindo Beira de Estrada, Harpia e Os Chicos. O último foi premiado com o Prêmio Jabuti, o mais prestigiado prêmio da literatura brasileira. Gustavo Nolasco Roteirista, escritor e jornalista. Membro da Academia Marianense de Letras. Sócio da NITRO Histórias Visuais. Coautor dos livros “Os Chicos” (coautoria de Leo Drumond, 2011), vencedor do Prêmio Jabuti 2012, na categoria Fotografia, “Nossa sala de troféus” (2016), “Jardins da Arara de Lear (2017) e “Projeto Harpia 20 anos” (2018), todos pela NITRO Editorial. Editor do livro “Mariana: assim nasceram as Minas Gerais” (Roque Camêllo, NITRO Editorial, 2016). Atua como jornalista desde 2000. Passou por jornais mineiros (Diário do Comércio e O Tempo); atuou como assessor de Comunicação do Governo de Minas Gerais (2003/2011); criou e foi o editor dos jornais A Semana (2003/2004) e A Sirene (2015/2016, publicação dos atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana/MG. Atualmente é cronista semanal do Jornal Estado de Minas, onde assina a coluna “Da Arquibancada”. No audiovisual, foi codiretor e roteirista de sete curtas-metragens: “Azul Escuro” (2018), vencedor do Festival Cinefoot 2019; “Eterno | Um capítulo incontestável” (2017), finalista do Sport Movies International Fest Festival 2019 (FICTS); “Você me deixou perder a hora” (2015), exibido no Festival Internacional Paraty em Foco 2015; “Barriga no balcão” (2014); “Impóriu dos Malas” (2013), exibido no Festival de Fotografia de Tiradentes 2013 e “Os Chicos” (2011), selecionado para o Festival Vale Curtas 2014. Foi roteirista ainda de um longa-metragem (“Estrada Natural”, de Émerson Penha/em finalização) e teve o roteiro do longa-metragem “O Pacto”, selecionado pelo Fundo Municipal de Cultura de Belo Horizonte 2017. Nas Artes Integradas, é autor do projeto transmídia “Moradores – A Humanidade do Patrimônio Histórico”, que está na sua oitava temporada, tendo passado por cinco estados (SP, RJ, MG, BA e PE) e 20 cidades brasileiras, com um público superior a 3.500.000 pessoas e reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como uma ação contemporânea de Educação Patrimonial. Nas Artes Visuais, é coautor das exposições multimídias “O Rio São Francisco me contou” (realizada pelo Instituto Oi Futuro/MG em 2014) e “Os Malas” (realizada durante o Festival Foto em Pauta Tiradentes/2013). Bruno Magalhães (Belo Horizonte/MG). Fotógrafo e diretor. Com 17 anos de experiência em Fotografia, já realizou trabalhos para os maiores veículos de comunicação e para conglomerados corporativos do Brasil. É sócio-fundador da agência NITRO Histórias Visuais, onde é autor de diversos projetos culturais como “Moradores – A Humanidade do Patrimônio Histórico”. Por seu trabalho em Fotografia foi um dos vencedores do concurso Fotografia de Aventura Esportiva da revista National Geographic Brasil (2004). Com diretor de Fotografia também recebeu importantes prêmios por trabalhos no Teatro e no Cinema, como o do Festival Cinema dos Sertões. Como produtor cultural participou de diversas produç`oes cinematográficas. Entre elas, o longa metragem “O Dia do Galo”, vencedor do Prêmio do Júri da Mostra de Cinema de Tiradentes. Alexandre Baxter (Belo Horizonte/MG). Diretor e fotógrafo. Com oito anos de experiência em produção editorial para Cinema, é sócio da Alicate, produtora de conteúdo audiovisual para televisão, internet e cinema. Trabalhou como Diretor de Fotografia em diversos filmes e recebeu importantes prêmios por autoria ou participação como o de Melhor Documentário Latino-americano do Festival Internacional de Documentário de Barcelona, o Festival É Tudo Verdade (2007) pelo filme Descaminhos; Melhor Filme do Festival Cinema dos Sertões, por Sobre o Resto dos Dias. Marcus Desimoni (Belo Horizonte/MG). Fotógrafo. É sócio-fundador da agência NITRO Histórias Visuais, onde já desenvolveu diversos trabalhos, desde 2003, para os maiores veículos de imprensa, conglomerados corporativos e campanhas eleitorais do Brasil. Desenvolve projetos autorais que fazem da Fotografia canal de discussão social como Vai de Trem, que retrata a última linha comercial de transporte ferroviário de passageiros do Brasil (Vitória-Minas) e Fotos de Família, documentação das famílias atingidas pela barragem de Irapé, no Vale do Jequitinhonha. Em 2014, foi co-autor do projeto inovador do “primeiro álbum de figurinhas” de um bar no Brasil, o Bar do João, estabelecimento do gênero mais antigo em atividade (30 anos) no bairro boêmio da Savassi, em Belo Horizonte/MG.
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