Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Circulação nacional de espetáculo musical voltado para o público infanto juvenil, com forte apelo de educação ambiental e resgate do folclore nacional.
O espetáculo “Blues na Floresta – Salvando a Natureza” conta a história dos heróis da Turma da Floresta, que buscam refúgio na natureza para ter tranquilidade para produzirem seu novo disco. Lá, entram em contato com os seres míticos do folclore nacional (Cuca, Boitatá, Curupira, Saci, etc.) e ficam sabendo dos problemas que eles estão enfrentando para proteger nossas matas e rios. Será que conseguirão ajuda-los nesta difícil tarefa?” O grupo “A Turma da Floresta” apresenta o espetáculo “Blues na Floresta – Salvando a Natureza”. Dedicado ao público infantil, o grupo toca as músicas do álbum “Blues na Floresta”, de Duca Belintani, e faz um resgate do folclore nacional, ao mesmo tempo em que alerta e educa sobre as importantes questões de preservação ambiental. (tempo de duração: 50 min).
Objetivo Geral: circulação nacional do espetáculo musical "Blues na Floresta", do grupo "A Turma da Floresta", em 9 capitais principais do país. Objetivo específico: - realização de 9 apresentações musicais, uma em cada principal capital do país. Capitais previstas: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Recife, Belém, Curitiba, Maceió. - realização de 9 atividades educacionais de preservação e consciência ambiental, e construção de instrumentos musicais a partir de sucata, com a participação dos integrantes do grupo "A Turma da Floresta". Tais atividades serão consideradas como contrapartida social. Público alvo: escolas de ensino fundamental da rede pública de ensino da região de ocorrência de cada espetáculo. - garantir um mínimo de 50% de gratuidade nos ingressos dos espetáculos e que os mesmos sejam destinados aos alunos do ensino fundamental da rede pública de ensino ou crianças oriundas de entidades assistenciais. - Atingir um público total de pelo menos 4.000 pessoas com os espetáculos apresentados.
1- A circulação nacional de espetáculos é de difícil execução com verbas próprias por parte de artistas e grupos de pequeno e médio porte. Assim, estabelece-se a necessidade de angariar recursos e incentivos para que tais espetáculos ocorram. De acordo com o Art. 1o da Lei 8313/91, tal solicitação é legítima e se enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. 2- O tema principal do espetáculo "Blues na Floresta" é a educação ambiental através do resgate dos personagens do folcore nacional, tendo como público alvo o público infantil. De acordo com o Art. 1o da Lei 8313/91, tal solicitação é legítima e se enquadra nos seguintes incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. 3- Em relação ao atendimento aos objetivos listados no Art. 3o, destacam-se II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; 4- Como complemento ao retorno sócio-cultural esperado de tais incentivos, ressalta-se ainda as seguintes contrapartidas sociais, de acordo com o capítulo IV da IN 02/2019: a- 50% dos ingressos serão destinados ao público infanto juvenil, em parceria com escolas da rede pública de ensino e entidades de assistência social da região onde os espetáculos serão realizados. b- após os espetáculos, os membros do grupo "A Turma da Floresta" realizarão uma atividade didática com o público presente sobre educação ambiental e resgate do folclore nacional (atividade de contrapartida social). c- serão permitidas a captação gratuita de imagens e sua exibição por mídias públicas. d- 10% dos ingressos serão comercializados em valores iguais ou inferiores ao Vale-Cultura e- garantia de total acessibilidade ao local das apresentações, estando os mesmo adaptados à idosos, gestantes e portadores de necessidades. f- ampliação do acesso e da inclusão com a contratação de um intérprete de libras em cada espetáculo e a criação de 5 postos com a tecnologia SOT (Sound of Tangibility). O SOT consiste no uso de alto falantes de vibração que, quando acoplados a uma superfície, transmitem o som através da vibração da mesma. Desta forma, deficientes auditivos podem tocar esta superfície e "sentir" a música que está sendo executada no palco.
Relevância artística e cultural do projeto: A relevância do projeto é enorme visto a enorme demanda de trabalhos musicais direcionados ao público infantil e com temática sobre o folclore e educação ambiental. A apresentação das personagens do folclore brasileiro como heróis que salvam e protegem o meio ambiente fomentam o resgate e perpetuação da cultura nacional junto ao público infantil, tão esquecida nos dias de hoje. Ao mesmo tempo, alertam para questões atuais críticas, tais como a preservação de matas e rios, reciclagem, consumo consciente, economia de recursos, etc. Outro impacto relevante é a formação musical do público infantil, apoiando a lei 11.769/08, que torna o ensino de música obrigatório nas escolas da rede pública e privada do Brasil, e que na maioria das vezes ainda é deficitária devido à falta de estrutura e aplicação prática. Todas as composições que integram o espetáculo foram cuidadosamente elaboradas com base nos trabalhos de artistas brasileiros realizados no passado, tais como “A Arca de Noé” (Toquinho / Vinicius de Moraes), “Os Saltimbancos” (adaptado por Chico Buarque) e “O Sítio do Pica-pau Amarelo” (Dori Caymmi, Gilberto Gil, Ivan Lins, e outros). Nestes trabalhos, é evidente a preocupação em manter a qualidade e a maturidade musical das obras. Assim, apesar de temas direcionados ao público infantil, a concepção e composição musical não são infantilizadas, o que desperta o interesse também do público adulto. Sobre o álbum “Blues na Floresta” O álbum “Blues na Floresta” é o sétimo disco em estúdio do guitarrista Duca Belintani e foi lançado no início de 2019. Neste novo trabalho, a proposta era fazer algo voltado para o público infantil, e nada melhor do que unir as lendas de nosso folclore com a sonoridade do Blues. Resgatando em cada faixa um personagem do folclore nacional, o disco conta histórias divertidas que vão do Boitatá à Mula sem Cabeça, passando pelo Saci, Cuca e muito mais. Todas as composições são da autoria de Duca Belintani e Osmar Santos Jr. O disco foi gravado por Duca Belintani e os músicos que integram o grupo “A Turma da Floresta”, além da participação especial do pianista Adriano Grineberg em algumas faixas. E para melhorar ainda mais o álbum, Duca Belintani convidou um time de peso da música brasileira para garantir uma personalidade única de cada personagem. Andreas Kisser dá voz à Cuca, e divide a faixa com o causo contado por Paulo Freire. Graça Cunha interpreta a Iara, Theo Werneck dá vida ao Curupira, enquanto Suzana Salles e Vange Milliet cantam juntas a divertida “Assombrou a Festa”. Além da qualidade musical, o álbum traz um encarte com ilustrações de 11 diferentes artistas, cada um imprimindo seu estilo ao retratar os personagens do folclore.
Descrição Geral O produto consiste no espetáculo musical “Blues na Floresta", novo trabalho do grupo “A Turma da Floresta”. O espetáculo é dedicado ao público infantil e utiliza as lendas do folclore brasileiro para educação e conscientização ambiental. O espetáculo mescla música e performance teatrais para aumentar o apelo e interesse do público alvo (infantil). O grupo musical “A Turma da Floresta” é formado por: Duca Belintani (guitarra e voz), Benigno Sobral (baixo e voz), Ulisses da Hora (bateria), Mateus Schanosky (teclados e voz), Ricardo Scaff (gaita e voz), Beatriz Belintani (performance teatral e voz) e Vinas Peixoto (percussão). Além dos músicos, também compõe o grupo uma equipe de assistência de produção, roadie e técnicos de luz e som. Todas as 11 músicas executadas fazem parte do álbum "Blues na Floresta", mais recente trabalho de estúdio do guitarrista Duca Belintani, voltado para o público infantil. Todas as composições são autoria de Duca e Osmar Santos Jr. O disco foi gravado pelos músicos do grupo “A Turma da Floresta”, além da participação especial do pianista Adriano Grineberg, de Andreas Kisser dando voz à Cuca, e dividindo a faixa com o Paulo Freire, Graça Cunha interpretando a Iara, Theo Werneck o Curupira, e Suzana Salles e Vange Milliet na divertida “Assombrou a Festa”. Duração aproximada: 50 min. Proposta de encenação Toda a encenação e identidade visual se passam no ambiente de uma floresta, cujo cenário, sonoplastia e iluminação do espetáculo reproduzem esta ambiência para que as crianças se sintam imersas dentro da história. A linguagem utilizada no roteiro, assim como a caracterização dos membros do grupo como super-heróis, remetem à linguagem direta e ao visual colorido proveniente das histórias em quadrinhos. O principal elemento de ligação com a plateia é o artifício de atribuir super poderes e características míticas tanto aos membros do grupo como às entidades do folclore brasileiro. Desta forma, estabelece-se o elo para que o público infantil se identifique e se personifique nas personagens, sentindo-se parte da história e interajam melhor com o objetivo educacional de conscientização ambiental. O espetáculo evolui alternando trechos de performance teatral e música (executada ao vivo pela banda). Cada personagem do folclore possui uma música dedicada e que serve como mote para o desenvolvimento do roteiro que se segue. Todo o espetáculo é formado por pequenos enredos que trabalham em ciclos de tensão – clímax – desfecho, e quando encadeados, formam um grande ciclo que sintetiza o enredo global. Esta estratégia de desenvolvimento é crucial para manter a atenção e interesse do público infantil e fortalecer o entendimento da mensagem transmitida. Por exemplo, há uma curta cena em que o grupo encontra o bicho-papão. Seria ele amigo ou não? Por que se esconde? O ponto de tensão local está criado e atinge o clímax quando enfim o bicho-papão se comunica com eles, resultando no desfecho no momento em que pede ajuda. Este pequeno ciclo contribui para o desenvolvimento do enredo global. Quem são estas criaturas míticas? Será que são boas ou más? Nossos heróis conseguirão ajuda-las? Concepção de cenário, figurino, iluminação e música Cenário: será montando de forma a reproduzir o ambiente de uma floresta, incluindo a utilização de pano de fundo de palco ou projeção, banners laterais (bastidores) e pequenas decorações nos instrumentos musicais. Figurinos: peça chave na encenação do espetáculo, já que cada membro do elenco representa uma personagem específica, algo próximo de um super-herói com superpoderes para salvar a natureza. Dado que estas personagens já estão previamente definidas em trabalhos anteriores do grupo, a concepção geral do figurino irá manter o padrão já reconhecido pelo público, sendo necessários apenas pequenos ajustes e atualizações do figurino existente. Iluminação: O conceito de iluminação segue dois planos principais distintos. O primeiro é a iluminação geral baseada no roteiro do espetáculo, e que acompanhará a característica principal do respectivo mito do folclore, exemplificando, plano geral vermelho ao abordar o Boitatá e a proteção das matas contra queimadas, azul para a Iara e a preservação das águas, etc. Sobre esta iluminação geral, sobrepõe-se o segundo plano, consistindo de iluminação direcional e específica para cada membro do elenco durante a execução das composições, seguindo o padrão de execução para performances musicais. Música: A trilha é o centro do espetáculo e é composta pelas faixas do álbum “Blues na Floresta”, de Duca Belintani. Executada ao vivo pelo elenco e intercalada com os trechos de performance teatral. Além das músicas, os integrantes também executam as sonoplastias de suporte ao texto.
ESPETÁCULO MUSICAL: Acessibilidade Física: É fator determinante para a seleção dos locais de realização que todos os espetáculos deverão ocorrer em locais que possuam total acessibilidade à idosos, gestantes e portadores de necessidades especiais. Isto inclui: banheiros adaptados, rampas de acesso, corrimãos de auxílio, elevadores (caso necessário), acesso e assentos preferenciais. Acessibilidade para deficientes visuais: É fator determinante para a seleção dos locais de realização que todos os espetáculos deverão ocorrer em locais que possuam total acessibilidade à pessoas com deficiência visual. Isto inclui: guias táteis, acessos e assentos preferenciais, corrimãos de auxílio, elevadores (caso necessário), equipe preparada para a recepção e orientação de deficientes. Acessibilidade para deficientes auditivos: É fator determinante para a seleção dos locais de realização que todos os espetáculos deverão ocorrer em locais que possuam total acessibilidade à pessoas com deficiência auditiva. Isto inclui: acessos e assentos preferenciais, orientações e indicadores de localização por escrito, equipe preparada para a recepção e orientação de deficientes. Em todos os espetáculos, está prevista a contratação de um intérprete de Libras. Também está previsto no orçamento desta proposta a criação de 5 postos com o recurso de SOT (Sound of Tangibility). O SOT consiste no uso de alto falantes de vibração que, quando acoplados a uma superfície, transmitem o som através da vibração da mesma. Desta forma, deficientes auditivos podem tocar esta superfície e “sentir” a música que está sendo executada no palco. CONTRAPARTIDA SOCIAL A atividade de contrapartida social será realizada no mesmo local do evento principal (espetáculo musical), ficando como condição determinante para a seleção e definição do espaço de realização os mesmo pontos citados acima: Acessibilidade Física: É fator determinante para a seleção dos locais de realização que todos os espetáculos deverão ocorrer em locais que possuam total acessibilidade à idosos, gestantes e portadores de necessidades especiais. Isto inclui: banheiros adaptados, rampas de acesso, corrimãos de auxílio, elevadores (caso necessário), acesso e assentos preferenciais. Acessibilidade para deficientes visuais: É fator determinante para a seleção dos locais de realização que todos os espetáculos deverão ocorrer em locais que possuam total acessibilidade à pessoas com deficiência visual. Isto inclui: guias táteis, acessos e assentos preferenciais, corrimãos de auxílio, elevadores (caso necessário), equipe preparada para a recepção e orientação de deficientes. Acessibilidade para deficientes auditivos: É fator determinante para a seleção dos locais de realização que todos os espetáculos deverão ocorrer em locais que possuam total acessibilidade à pessoas com deficiência auditiva. Isto inclui: acessos e assentos preferenciais, orientações e indicadores de localização por escrito, equipe preparada para a recepção e orientação de deficientes. Em todas as atividades de contrapartida social, está prevista a contratação de um intérprete de Libras.
ESPETÁCULO MUSICAL: Como Democratização de Acesso, serão atendidos os seguintes incisos do Art. 21: * Inciso I: doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Será realizada a doação adicional de 30% de ingressos (além dos 20% obrigatórios). Desta forma, a distribuição dos ingressos para os espetáculos será a seguinte: - 50% do total de ingressos serão distribuídos gratuitamente entre as escolas públicas de ensino fundamental e organizações de assistência social à crianças da localidade onde o espetáculo será realizado. A distribuição será realizada previamente à data do espetáculo, mediante prospecção, análise e validação das entidades por parte da produção do evento. (20% obrigatórios pela lei + 30% doados) (250 ingressos) - 10% destinados aos patrocinadores (50 ingressos) - 10% destinados para ações promocionais e mídia local (50 ingressos) - 30% vendidos em bilheteria (física ou online), sendo que 1/3 destes (10% do total) em valor igual ou inferior ao Vale-Cultura. (150 ingressos, sendo 50 destes em valor respeitando o vale-cultura). * Inciso IV: permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; CONTRAPARTIDA SOCIAL Como Democratização de Acesso, serão atendidos os seguintes incisos do Art. 21: * Inciso I: doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; A atividade proposta como contrapartida social terá acesso 100% gratuito e irrestrito. * Inciso IV: permitir a captação de imagens de atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Duca Belintani (Ducler Belintani Junior) (proponente, produtor executivo/artístico e músico intérprete) Responsável pela gestão administrativa e financeira do projeto, produção executiva, direção artística e representação junto aos órgãos públicos, patrocinadores e parceiros. Guitarrista, produtor e professor, atua no mercado musical há mais de 35 anos. É um dos maiores nomes do Blues no Brasil. Tem no seu currículo sete discos lançados em sua carreira solo: MPBlues (2000), Conduzir (2006), Cuica (2009), Na Trilha do Blues (2011), Rota 145 (2015), How Long (2017), Blues na Floresta (2019). Durante os anos 90, foi produtor e guitarrista do cantor pop Kid Vinil. Em 2015, escreveu a biografia do artista, em parceria com o jornalista Ricardo Gozzi (Kid Vinil – Um Herói do Brasil, ed. Edições Ideal). É autor de sete livros didáticos da série “Na trilha do Blues”, lançados em todo território brasileiro. Já se apresentou em quase todos os grandes festivais de Blues no Brasil como Rio da Ostras (RJ), Gravatá Blues Festival (PE), Sesc Jazz e Blues (SP) entre outros. Na parte Internacional já participou de Festivais na Argentina, Chicago e Mississipi (USA). . Vinas Peixoto (Vinicius José Moreira Peixoto) (produtor executivo/musical e músico intérprete) Responsável pela direção musical e produção executiva. Baterista, percussionista, produtor musical e engenheiro de som. Já atuou em palcos e em estúdios ao lado de grandes nomes como: Dominguinhos, Zé Kéti, Oswaldinho da Cuíca, Elza Soares, Andreas Kisser, Ricardo Giuffrida, Duca Belintani, Graça Cunha, Vange Milliet, Banda Black Rio original, Theo Werneck, Suzana Salles, Paulo Freire e outros. No exterior, já se apresentou e gravou nos EUA, Argentina, França, Portugal, Espanha e Bélgica, trabalhando com nomes como Scotty Hardy (EUA - Bjork; Arto Lindsay; Medeski, Martin and Wood), Bernard Fines (França), Josie Vie (Canadá), Jeff Coffin (EUA - Dave Matthews Band / Bela Fleck), Jimmy Parrish (EUA), além de vários DJs europeus. Proprietário do VP Estúdios, onde trabalha como músico e produtor, atuando com gravação, edição, mixagem e masterização, além de locuções, publicidade, trilhas para TV, teatro e cinema, e conteúdo para internet. É autor dos métodos para ensino de percussão: “Djembe e Ritmos Africanos” (1999), “Bongô - Ritmos e Fundamentos” (vídeo-aula – 2001), “Coleção Cadernos de Percussão” (15 volumes – 2015). Ulisses da Hora (músico intérprete) Atua como baterista desde 1986, formado pelo Conservatório André da Silva Gomes, SBC-SP. Ao longo de sua carreira acompanhou vários artistas, entre eles: Rosemary, Kiko Zambianchi, Leci Brandão, Nil Bernardes, Chitãozinho e Xororó, Laura Pausini, Daniel, Leonardo, Rick e Renner, Orquestra da Terra, Nil Bernardes e Laura Finocchiaro. Gravou a trilha de abertura das novelas “O Rei do Gado”, “Terra Nostra” e “Esperança”, da Rede Globo. Entre 1999 e 2001, fez turnê com o cantor Agnaldo Rayol, com o qual gravou dois discos (“Clássicos Americanos “ e “Tormento D`Amore”). Entre 2003 e 2005, excursionou com Matogrosso e Mathias, e gravou um CD e um DVD com a dupla. Participou da Banda Megatom no programa do Tom Cavalcante na Rede Globo. Benigno Sobral (músico intérprete) Baixista, produtor e arranjador. Estudou com Nilton Wood, Arismar do Espírito Santo e cursou a Universidade Livre de Música (ULM). Além de tocar com Duca Belintani, também é professor de música e coordenador do curso Training Band da escola de artes Symphony. Como arranjador e produtor musical fez recentemente os trabalhos das bandas Issoo! e Hybrydd. Mateus Schanosky (músico intéprete) Tecladista, pianista, arranjador e produtor musical. Graduado em Piano Erudito (Conservatório Bandeirantes), Piano Popular (CLAM/ULM), Teclado e Tecnologia (IT&T). Professor há mais de 20 anos no Conservatório Souza Lima – SL Rock. Já atuou com grandes artistas nacionais e estrangeiros: Jimmy Bo Horne, Sharon Corr, Jorn Lande, J.J. Jackson, Vanessa Collier e Brezzy Rodio. Wanderléa, Tony Tornado, Supla, Kiko Zambianchi, Byafra, Moacyr Franco, Dave Maclean, Gaspa, Edy Star, Serguei, Promoart, Andréas Kisser, André Christovan, Fred Sunwalk, Artur Menezes, Danny Vincent, Norba Zamboni, Flávio Gutok, Big Chico e Paulo Meyer, Bluseiros do Brasil, República do Blues, Serial Funkers, Funkessência, Trítono Blues, Quarteto São Jorge, Jam Suburbana, Mestre Duca e Viva Noite (Pânico da Band), Golpe de Estado, além de diversas bandas cover. Músico da abertura do Campeonato Brasileiro de League Of Legends 2015 no Alianz Park. Gravou o programa “Inglês com Música” (TV Cultura) e o quadro “The VoiSé” (Pânico na Band). Considerado um dos melhores tecladistas do Brasil pela Revista Roadie Crew em 2013, 2015 e 2018. Beatriz Belintani (performance teatral / músico intéprete) Formada em Comunicação Social (FAAP), aprendiz de atuação na SP Escola de Teatro e aluna do Teatrando dos 7 aos 19 anos, além de cursos de teatro musical nas escolas TeenBroadway e VitAza. Estudou ballet clássico, jazz e atualmente estuda canto. Como atriz profissional integra o Grupo Queda Livre, o Teatro da Vértebra e a Cia. Lusco-Fusco. Entre seus principais trabalhos estão "Na Madrugada", o musical "Assim Era o Rádio" (2013); "Hey Zanna - Um Conto de Fadas Musical" (2015); "Jogos na Hora da Sesta" (2016, 2017 e 2018); o musical "Cantos de Coxia e Ribalta" (2018); "Entre 4 Paredes" (2018); "Pés Descalços Não Fazem Barulho" (2018 e 2019); "Cansei de Tomar Fanta" (2017, 2018 e 2019); "A Valsa n°6" (2019); "O Verdugo" (2019). Ricardo Scaff (músico intérprete) Gaitista, guitarrista e compositor. Em 1999, em São Paulo, começou a fazer shows como gaitista em projetos que mesclavam Rock, Soul, funk e obviamente, Blues. Um dos primeiros projetos foi o “Joe Blue e as pessoas”. Nessa época também fez duos com o guitarrista Felipe Maia (in memoriam) e Di Mancini, onde interpretavam clássicos do blues e jazz. Em 2010, tocou no projeto “Cheap Thrills” e conheceu o guitarrista de New Orleans, Kenny Brown, que o convidou para participar de seus shows. Em 2014, gravou o disco da banda Eviltruckers, fazendo alguns shows com a mesma. Em 2017, juntou-se à banda Osso Duro. Em 2017, começou a excursionar e gravar com o guitarrista Duca Belintani.
PROJETO ARQUIVADO.