Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 210480Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal – 11ª Edição

HAJALUME PRODUCOES LTDA.
Solicitado
R$ 976,3 mil
Aprovado
R$ 976,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2022-05-01
Término
2022-10-31
Locais de realização (1)
Bom Jesus do Itabapoana Rio de Janeiro

Resumo

Este Projeto visa a realização da 11ª edição do Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal, um encontro que é referência em música instrumental no Brasil, realizado anualmente no distrito de Rosal, em Bom Jesus de Itabapoana (Rio de Janeiro), e que já reuniu alguns dos maiores músicos de nível nacional, além de artistas locais e regionais. Na edição 2021, estão previstas: a) apresentações musicais, b) seminário para músicos, c) oficinas para estudantes e d) contrapartidas sociais, focadas na formação de estudantes e professores na história da música instrumental.

Sinopse

Apresentações musicais: A 11ª edição do Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal valoriza o encontro e o reencontro, trazendo artistas que já participaram de outras edições e artistas inéditos no Festival. O objetivo é entregar para o público uma experiência cultural que ligue a música aos afetos e às raízes de Rosal, com a participação de nomes importantes da música instrumental brasileira, que dividirão a cena com músicos regionais, proporcionando trocas e gerando novas parcerias. Serão realizados 12 shows em 3 dias. Artistas elencados: Lívia Mattos, Jonhatan Ferr, Alexandre Caldi, Itamar Assiere, Lira XIV de Julho, Silverio Pontes, Marcelo Caldi, Dudu Oliveira, Academia de Choro Miracema, Hamilton de Holanda, Mestrinho, Orquestra Popular de Macaé, Leo Gandelman e Quinteto Villa-Lobos. Classificação indicativa etária: livre. Contrapartida social: atividades de formação arte-educativas com grupo Farra dos Brinquedos As atividades serão conduzidas pelo renomado grupo Farra dos Brinquedos, formado por músicos e educadores, e que investe na exposição pedagógica bem como no exemplo das variedades de ritmos brasileiros, estimulando as crianças e os adolescentes a conhecerem, de forma didática e expositiva, um amplo panorama da música popular instrumental brasileira. Serão demonstrados exemplos de choros, frevos, forrós, baiões... tudo dentro de um perspectiva lúdica, brincante, que desperte a atenção do público infanto-juvenil. Classificação indicativa etária: livre. Oficinas de música: Ministradas por Alexandre Caldi e por Marcelo Caldi, as aulas estão focadas nos fundamentos e características da música popular brasileira, dentro de uma perspectiva histórica, tendo o choro como fio condutor. Serão demonstrados exemplos musicais por meio de performances ao vivo, como exemplos de estilos musicais diferenciados, além de destacar as influências de cada região do país na formação da nossa música. Classificação indicativa etária: livre. Seminário: O seminário será voltado prioritariamente para os músicos componentes da Lira XIV de Julho, que existe há mais de cem anos, e é o motor catalisador da sede de conhecimento musical tão característico de Rosal. Esta ação, além de visar o aprimoramento técnico dos instrumentistas, também tem uma função motivacional, de exercitar a autoestima dos profissionais a se desenvolverem no seu instrumento, através do estudo e da dedicação à música. Classificação indicativa etária: livre.

Objetivos

Geral: - Realização da 11ª edição do Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal, em setembro de 2021, reunindo atrações artísticas de renome nacional, regional e local, além de atividades de formação arte-educativas (contrapartidas sociais), oficinas para estudantes e seminários para músicos. A meta é solidificar a vocação cultural da região, indo ao encontro de ações que fundamentam a cultura como um dos alicerces para a transformação de um território criativo, e dando continuidade a um Projeto que é realizado com sucesso por dez edições consecutivas. Específicos: - realização de 12 apresentações artísticas, de música instrumental, ao longo de quatro dias de evento. Dentre as atrações previstas (a confirmar), destacam-se: Jonhatan Ferr, Alexandre Caldi, Itamar Assiere, Lira XIV de Julho, Silverio Pontes, Marcelo Caldi, Academia de Choro Miracema, Hamilton de Holanda, Orquestra Popular de Macaé, Mestrinho, Leo Gandelman e Quinteto Villa-Lobos. Com base nas edições anteriores, a estimativa é alcançar ao todo 8 mil pessoas; - CONTRAPARTIDA SOCIAL: realização 4 atividades de formação arte-educativas voltadas para estudantes e professores da rede municipal de Bom Jesus do Itabapoana, e que ocorrerão exclusivamente dentro das escolas (pátios ou quadras). As mostras serão conduzidas pelo renomado grupo Farra dos Brinquedos, formado por músicos e educadores, com exposição pedagógica e exemplos musicais da variedade de ritmos brasileiros, estimulando as crianças e os adolescentes a conhecerem, de forma didática, lúdica e expositiva, um amplo panorama da música popular brasileira. Estimativa de 250 pessoas por apresentação, totalizando 1.000 pessoas; - realização de 3 oficinas de música para estudantes da rede pública municipal de Bom Jesus do Itabapoana, atingindo um total de 150 pessoas (50 alunos por turma). Cada uma das três turmas terá carga horária de 7h30 de duração, divididas em 5 aulas de 1h30 cada. Ministradas por Alexandre Caldi e por Marcelo Caldi, as aulas estão focadas nos fundamentos e características da música popular brasileira, dentro de uma perspectiva histórica, tendo o choro como fio condutor; - realização de 1 seminário para os músicos da Lira XIV de Julho, além de músicos da região, com carga horária de 6h, dividida em 2 encontros de 3h. Previsão de atender a 50 alunos. A abordagem será sobre aspectos técnicos da prática de conjunto musical, com dicas e exercícios práticos.

Justificativa

Este Projeto necessita do enquadramento na Lei de Incentivo à Cultura, pois atende aos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Dentre os objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados, destacam-se: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A relevância deste Festival para o cenário cultural consiste em promover um resgate da música popular brasileira, especialmente o choro, considerado a primeira música urbana tipicamente brasileira e que nasceu na boêmia do Rio de Janeiro, enquanto conduz o ouvido do público para uma nova dimensão intercultural, representada pela sanfona, instrumento que tem papel fundamental na música regionalista do Sul e Nordeste do país. Perceber a música brasileira de inspiração regional é olhar para si mesmo, para o seu interior, é devolver o olhar ao próximo, ao vizinho, a quem está ao seu lado. Conhecer a cultura do vizinho, e suas influências na sua própria cultura, é o primeiro passo para nos conhecermos melhor, e aprendermos a se comunicar com os fluxos migratórios das grandes cidades e as oportunidades de encontro que daí surgem. A música é a arte do encontro, e a realização da 11ª Edição do Festival Chorinho e Sanfona realça a musicalidade característica do interior do Estado do Rio de Janeiro. O Festival é uma criação e um produto da cidade, surgiu como uma ideia coletiva e só depois se tornou um Projeto, impactando na autoestima e na articulação interpessoal dos seus moradores com o território. O Festival de Chorinho e Sanfona produz efeitos sociais e econômicos, confirmando a transversalidade da cultura e sua importância como desencadeador para o desenvolvimento do distrito de Rosal, em Bom Jesus do Itabapoana (RJ). O evento atinge todas as faixas etárias, tendo como perfil principal moradores da região noroeste do Rio de Janeiro e cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais, que estão próximas as divisas do RJ. Importante destacar, que é o único Festival de música instrumental na região Noroeste do Rio de Janeiro e que, ao longo do tempo, tem demonstrado o interesse do público por esse gênero. Passaram por Rosal nomes importantes da música instrumental brasileira: Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, Mestrinho, Renato Borguetti, Marcelo Caldi, Henrique Cazes, entre outros, dividindo a cena com músicos regionais, proporcionando trocas e gerando novas parcerias. Os resultados não se limitam ao distrito de Rosal, sendo ampliados para todo o município de Bom Jesus do Itabapoana e adjacências, que recebem um grande fluxo de turistas, uma vez que a estrutura de hospedagem de Rosal não absorve todos os visitantes.

Estratégia de execução

O Festival é uma criação e um produto da cidade, surgiu como uma ideia coletiva e só depois se tornou um projeto, uma experiência cultural que liga a música aos afetos e as raízes de Rosal, impactando na autoestima e na articulação interpessoal dos seus moradores com o território. Além dos aspectos culturais o Festival produz impactos econômicos e sociais, como a criação de novas pousadas, serviços de alimentação, aluguel de imóveis, cama e café, estacionamento comunitário e venda de produtos locais e a criação de novos projetos culturais em Rosal e região, aquecendo a economia local. Fica evidente o engajamento dos comerciantes e prestadores de serviços com a economia e o desenvolvimento local O Festival atinge todas as faixas etárias, tendo como perfil principal moradores da região noroeste do Rio de Janeiro e cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais, que estão próximas as divisas do RJ. Importante destacar, que é o único Festival de música instrumental na região Noroeste do Rio de Janeiro e que ao longo do tempo demonstra o interesse do público por esse gênero. Passaram por Rosal nomes importantes da música instrumental brasileira: Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, Mestrinho, Renato Borguetti, Marcelo Caldi, Henrique Cazes, entre outros. Que dividiram a cena com músicos regionais, proporcionando trocas e gerando novas parcerias. O Festival qualifica Rosal como um território criativo, reinventando um lugar que se configura através das atividades culturais e sociais, que geram pertencimento simbólico, histórico e afetivo de seus habitantes e visitantes. A música é a arte do encontro! O Festival Chorinho e Sanfona realça a musicalidade e os afetos. A cidade é o Palco e faz o Festival. Retorno para a comunidade de Rosal - Priorizar o trabalho e renda para os moradores de Rosal no Festival, dando ênfase ao pertencimento e engajamento, traduzida no protagonismo das pessoas que ali habitam e que atuam como articuladores e diplomatas de sua comunidade. Os resultados não se limitam ao distrito de Rosal, sendo ampliados para todo o município de Bom Jesus do Itabapoana e adjacências, que recebem um grande fluxo de turismo, visto que a estrutura de hospedagem de Rosal não absorve todos os visitantes. Média de resultado dos últimos anos em Rosal: Fluxo turístico: 8 mil pessoas durante o Festival Geração de emprego: 90 novos postos de trabalho temporário Alimentos e bebidas na estrutura do evento: 22 tendas Hospedagem (4 pousadas): 100% de ocupação Aluguéis: 40 casas Retorno na comunidade da Música - Contribuir para a promoção e valorização do Choro e da música instrumental brasileira, regional e local através de um ambiente que promova o fomento artístico. Contratações total estimada: 80 músicos Músicos regionais – 65 Músicos de abrangência nacional - 25

Especificação técnica

Apresentações artísticas: Público-alvo: todas as faixas etárias, tendo como perfil principal moradores da região noroeste do Rio de Janeiro e cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais, que estão próximas as divisas do RJ. Importante destacar que é o único Festival de música instrumental na região Noroeste do Rio de Janeiro e que ao longo do tempo demonstra o interesse do público por esse gênero. Dias: 10, 11 e 12 de setembro de 2021. Programação: 12 shows Local: Praça Pública de Rosal Artistas elencados: Lívia Mattos, Jonhatan Ferr, Alexandre Caldi, Itamar Assiere, Lira XIV de Julho, Silverio Pontes, Marcelo Caldi, Dudu Oliveira, Academia de Choro Miracema, Hamilton de Holanda, Mestrinho, Orquestra Popular de Macaé, Leo Gandelman e Quinteto Villa-Lobos. Público esperado: 8 mil pessoas Duração de cada show: 1h30 Duração total da programação artística: 18h, sendo 6h de música por dia. Oficinas musicais: Público-alvo: alunos das escolas públicas da região de Bom Jesus do Itabapoana. Carga horária: 7h30 – com aulas diárias de 1h30 de duração. Dias: 8, 9, 10, 14 e 15 de setembro de 2021. Capacidade: 50 alunos por sala. Número de salas: 03 (Ensino Fundamental Primeiro Segmento, Ensino Fundamental Segundo Segmento e Ensino Médio) As aulas serão ministradas pelos instrumentistas Marcelo Caldi e Alexandre Caldi. Focadas na dimensão arte-educativa, as aulas serão voltadas para a abordagem da música brasileira, revelando as proximidades da música regional tendo o chorinho como fio condutor, criando um ambiente propício a trocas culturais. Contrapartidas sociais: atividades de formação arte-educativas Com grupo Farra dos Brinquedos Público-alvo: alunos e professores em geral da rede pública do município de Bom Jesus do Itabapoana. Dia: 9 e 10 de setembro de 2021. Capacidade: 250 pessoas por apresentação. Horário das atividades: 11h e 16h. Duração de cada atividade: 1h30 As atividades serão conduzidas pelo renomado grupo Farra dos Brinquedos, formado por músicos e educadores, com exposição pedagógica e exemplos musicais da variedade de ritmos brasileiros, estimulando as crianças e os adolescentes a conhecerem, de forma didática, lúdica e expositiva, um amplo panorama da música popular brasileira. Estimativa de 250 pessoas por apresentação, totalizando 1.000 pessoas. Seminário para músicos: Público-alvo: Lira XIV de Julho e músicos da região. Carga horária: 6h – Com aulas diárias de 3h de duração. Dias: 06 e 07 de setembro 2021. Capacidade: 50 alunos por sala. Número de salas: 01 As aulas serão ministradas pelos instrumentistas Marcelo Caldi e Alexandre Caldi. Esta ação, além de visar o aprimoramento técnico dos instrumentistas, também tem uma função motivacional, de exercitar a autoestima dos profissionais a se desenvolverem no seu instrumento, através do estudo e da dedicação à música. Serão abordadas questões importantes quanto à prática de conjunto, dicas e detalhes de como estudar individual e coletivamente, entre outros tópicos.

Acessibilidade

Há previsão de medidas de acessibilidade para deficientes físicos, visuais e auditivos para todos os produtos deste Projeto, em conformidade com a Lei nº 13.146/2015 e o Decreto nº 9.404/2018. APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade física: - rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc., conforme a lei 10.098/2000. Acessibilidade para deficientes visuais: - impressão de 10% dos programas do Festival em braile. Acessibilidade para deficientes auditivos: - as falas dos músicos instrumentistas nos shows terão traduções em libras. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: - rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc., conforme a lei 10.098/2000. Acessibilidade para deficientes visuais: - todas as apresentações terão audiodescrição ao vivo. Acessibilidade para deficientes auditivos: - todas as apresentações arte-educativas terão traduções em libras. OFICINAS Acessibilidade física: - rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc., conforme a lei 10.098/2000. Acessibilidade para deficientes visuais: - todas as oficinas terão audiodescrição ao vivo. Acessibilidade para deficientes auditivos: - todas as oficinas terão traduções em libras. SEMINÁRIOS Acessibilidade física: - rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc., conforme a lei 10.098/2000. Acessibilidade para deficientes visuais: - todas as aulas do seminário terão traduções em libras. Acessibilidade para deficientes auditivos: - todas as aulas do seminário terão audiodescrição ao vivo.

Democratização do acesso

Todas as ações de democratização do Projeto estão em conformidade com o art. 21 da IN 02/2019 do Ministério da Cidadania. Vide abaixo os respectivos incisos da referida instrução para cada produto. APRESENTAÇÕES MUSICAIS III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. OFICINAS IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. SEMINÁRIOS IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.

Ficha técnica

A instituição proponente realizará todas as atividades do Projeto. Nome completo: Fernando Gasparini Função no Projeto: coordenação geral Currículo resumido: produtor cultural, jornalista, pesquisador de música, com mestrado em Comunicação e doutorado em Educação (ambos pela UFF), Fernando Gasparini possui 15 anos de experiência no mercado da cultura no Rio de Janeiro, tendo premiado os seus projetos nos mais importantes editais de fomento à cultura do país, como Centro Cultural Banco do Brasil RJ (“Festival Internacional Tango Brasil”), Caixa Cultural RJ e SC (“Tangos Hermanos – LiberTango e convidados”, “O Rio de Janeiro de Edu Krieger”), Furnas Cultural RJ (“Tangos Hermanos”, “Edu Krieger – Sucessos”), BNDES (com shows de Marcelo Caldi, Orquestra Sanfônica, LiberTango, Edu Krieger, Grazie Wirtti, Nina Wirtti e Luís Barcelos), Funarte (Prêmio Centenário de Luiz Gonzaga), Fundarpe-PE (“Sivuca e a Música do Recife”), Edital de Fomento da Prefeitura do Rio de Janeiro (“Sanfona é cultura popular nas escolas”, em três edições, “Encontros com o compositor carioca”, em duas edições, “Voz negra em três gerações”, “MPB – a Era dos Festivais”), entre vários outros. Nome completo: Cíntia Cristina dos Santos Função no Projeto: coordenação administrativo-financeira Currículo resumido: bacharel em Ciências Jurídicas, Cyntia C atua na formatação de projetos para leis de incentivo e editais de cultura, programação visual, fotografia, coordenação e produção de projetos culturais das mais diversas áreas, desde o planejamento até sua finalização. Alguns dos projetos realizados: direção de produção e coordenação administrativo-financeira do projeto “Musicar – Festival de Música Infantil”, realizado no CCBB de Brasília e Belo Horizonte, em 2017, 2018 e 2020; coordenação geral do espetáculo musical “A Orquestra Manouche – Utopias Reais”, realizado em 2019 no Sesc Copacabana; coordenação geral do projeto “Grupo Cria – A Família”, Caixa Cultural SC, em 2016; produção executiva, programação visual e fotografia do projeto “Encontros com o Compositor Carioca”, Edital de Fomento Olímpico, em 2016; produção executiva, programação visual e fotografia do projeto “Tangos Hermanos – 20 anos do Grupo LiberTango”, Caixa Cultural, em 2016; entre outros. Nome completo: Olga Ofélia Acosta Darias Gomes Função no Projeto: coordenação artística Iniciou sua carreira profissional como bailarina, coreografa e professora de ballet clássico. Vivência fundamental para sedimentar valores, através da constatação da importância da cultura e da arte na vida das pessoas e consequentemente no desenvolvimento de uma sociedade plural, que valorize a diversidade de pessoas, das suas crenças e dos seus costumes. Na busca por novos desafios, se formou em Administração de Empresas e caminhou no campo da gestão cultural, cursando especialização em Gestão Pública Cultural pela UERJ e pós-graduação pelo Itaú Cultural e Universidade de Girona da Espanha, em Gestão de Políticas Culturais. Atualmente é especialista de Cultura e Educação da Firjan SESI, atuando no planejamento e na execução de ações e projetos para a rede de seis Teatros Firjan SESI e para as quatorze Escolas Firjan SESI do estado do Rio de Janeiro. Atuou por quinze anos como gestora do Teatro Firjan SESI Itaperuna, na coordenação de eventos institucionais e de projetos culturais realizados na região noroeste do estado do Rio de Janeiro Dentre os projetos desenvolvidos, destacamos a elaboração e a execução dos Editais de Fomento as Artes, Novos Talentos da Música e Novos Talentos do Teatro, Projeto Resenha com Arte Virtual voltado exclusivamente para alunos das Escolas Firjan SESI e o Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal. Nome completo: Matheus Silveira Ferreira Função no Projeto: produção executiva Currículo resumido: designer e Produtor Cultural. Atuou como gestor cultural do Teatro SESI Itaperuna e participa da produção do Festival desde 2014. Nome completo: Marcelo Caldi Magalhães Função no Projeto: direção musical Currículo resumido: o acordeonista, pianista, compositor, arranjador e cantor Marcelo Caldi é um dos músicos mais brilhantes de sua geração, tendo criado um estilo próprio, uma linguagem que sintetiza as mais variadas influências, advindas do piano clássico e da sanfona nordestina. Caldi lançou o livro e o disco “Tem sanfona no choro”, editado pelo Instituto Moreira Salles e Funarte (2012). Em 2015, compôs “Alma carioca”, uma peça sinfônica para Orquestra Petrobras, em homenagem aos 450 anos do Rio de Janeiro. Realizou vários shows de lançamento do mais recente álbum “A sanfona é meu dom” (2017). Apresentou-se ao lado de Gilberto Gil, Elba Ramalho, Elza Soares, Chico César, Yamandu Costa, Hamilton de Holanda, Geraldo Azevedo, Fabiana Cozza, entre muitos outros, e atuou como solista em concertos com as orquestras Petrobras Sinfônica, Sinfônica da Bahia, Sinfônica Cesgranrio, Sinfônica da UFF e Sinfônica do Recife.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.