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PRONAC 210482ArquivadoMecenato

Festàdo Arroz Anàde Porto Marinho

Instituto Maniva
Solicitado
R$ 603,2 mil
Aprovado
R$ 603,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Gastronomia de valor cultural
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-03-01
Término
2021-07-30
Locais de realização (2)
Cantagalo Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Evento multicultural _ feira de artes, folclore, artesanato, gastronomia e projeção de vídeo, para festejar os patrimônios imateriais de Porto Marinho, vila rural do distrito de São Sebastião do Paraíba, no município de Cantagalo (RJ). O arroz anã de Porto Marinho é um produto de cultura tradicional e familiar da região, considerado por chefs de renome e os locais como uma preciosidade culinária, cuidado e conservado há décadas pelos moradores, que o tornaram a base alimentar de toda a população, de crianças a idosos. Um encontro com os Ecochefs do Instituto Maniva será realizado semanas antes do evento para promover o intercâmbio de saberes com as famílias dos agricultores e seu resultado será mostrado na Festa, com a projeção de um documentário que registra o Encontro com os Ecochefs, a história de Porto Marinho e a colheita do arroz anã.

Sinopse

Encontro dos Ecochefs do Instituto Maniva com os produtores de Porto Marinho Um grupo de Ecochefs do Instituto Maniva vai ao bairro de Porto Marinho para trocar saberes com os produtores e as cozinheiras locais, para conhecer o arroz anã e todas as suas peculiaridades, incluindo as maneiras como são realizadas as comidas pelos moradores, conversando com eles e propondo modos de preparo, adição de novos ingredientes e criação de pratos diferentes, os quais são devidamente testados e o resultado saboreado e analisado por todos. Documentário de média metragem Vídeo de cerca de uma hora com informações importantes e interessantes sobre Porto Marinho (dados históricos, geográficos e "causos" característicos do local), o arroz anã e seus produtores, evidenciando todos os modos praticados para plantio, colheita e secagem específicos da cidade, sua utilização pelos moradores, o Encontro com os Ecochefs do Instituto Maniva, as novas receitas geradas pelos encontro e os valores agregados ao produto pelo encontro e pelo projeto. FESTA DO ARROZ ANÃ DE PORTO MARINHO Barracas com comidas, arte e artesanato Os moradores de Porto Marinho e adjacências expõem para venda e observação os seus produtos para todos os visitantes da feira. Podem participar artistas, artesãos, produtores da região de Cantagalo, que apresentarem produtos de qualidade. Palco No palco, haverá uma programação variada com apresentações musicais, folclóricas, teatrais, contação de histórias, palestras sobre a região e o arroz anã. Será celebrada uma cerimônia de encerramento com premiação para os melhores produtores, as melhores receitas e moradores que se destacaram durante o processo do projeto. Telão Num telão colocado em local privilegiado, serão projetadas fotos e vídeos: vídeos caseiros de imagens captadas pelos próprios produtores, como os produzidos pelo agricultor Maurício que registra através de seu celular, todas as fases de sua produção, incluindo uma experiência que está fazendo de uma produção fora do tempo do ciclo normal utilizado pelos produtores (plantio em dezembro/janeiro, colheita em abril/maio).

Objetivos

Objetivo geral A proposta é realizar a primeira Festa do Arroz Anã de Porto Marinho, comemorando, com a colheita do produto, o projeto realizado desde 2019 por moradores da região e convidados externos. A Festa faz parte de um projeto maior, que visa o aumento de produção e de consumo desse arroz exclusivo, através de sua projeção e valorização, com a divulgação do produto e o intercâmbio com os Ecochefs do Instituto Maniva, com a intenção de agregar valor ao Arroz Anã através de seu reconhecimento como alimento excepcional e sua efetivação como fator identitário de Porto Marinho. O objetivo maior é trazer melhorias à qualidade de vida da região e valorizar a identidade local e, por isto, ele abarca também outros patrimônimos imateriais da região, nas áreas de artes, folclore, música e artesanato. Objetivos específicos 1. Promover o Encontro dos Ecochefs do Instituto Maniva com as famílias de produtores de Arroz Anã de Porto Marinho, com a troca de saberes entre eles, procurando agregar valores ao produto, descobrindo e divulgando todo o seu potencial, e buscando estratégias para aumentar o alcance de seu consumo para o Estado do Rio de Janeiro. 2. Produzir um documentário média-metragem sobre o Arroz Anã, contando a história de Porto Marinho, do Arroz Anã, suas características, as formas de plantio, colheita e secagem do produto, e o encontro de seus produtores com os Ecochefs do Instituto Maniva. 3. Realizar a Festa do Arroz Anã de Porto Marinho, em uma praça do bairro, expondo o resultado da colheita de 2021, comidas feitas com o arroz com as receitas elaboradas no Encontro dos Ecochefs com os agricultores, além de várias atividades com artistas da cidade e das redondezas, com música, folclore, artesanato, contação de histórias, danças, concursos e sorteios, principalmente os grupos de Folia de Reis e Mineiro-pau da região.

Justificativa

O projeto se enquadra nos itens V e VI do Artigo 1o. da Lei 8313/91 V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; e no Artigo 3o., se insere nos ítens II (a) e II (c). II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O Instituto Maniva é uma instituição que trabalha para promover a consciência alimentar social e urbana, agregar valor aos produtores agroecológicos da Agricultura Familiar e favorecer a biodiversidade local. Através do grupo de Ecochefs, são promovidas visitas de campo, encontros com as lideranças locais visando entender quais as necessidades dos produtores, com o objetivo de promover intercâmbio de saberes nos territórios e assim facilitar sua entrada nos mercados de hospitalidade, restaurantes, hotéis e consumidores finais. As atividades culinárias entre Ecochefs e cozinheiras locais visam descobrir as potencialidades do produto, levando em conta que a gastronomia pode ser uma ferramenta importante para transformar o consumo para que seja mais responsável, mais saudável e mais colaborativo com a Agricultura Familiar. Porto Marinho é uma comunidade rural, agrícola e pesqueira que se localiza às margens do Rio Paraíba do Sul, no distrito de São Sebastião do Paraíba, pertencente ao município de Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro. Um dos fortes elementos identitários da comunidade é a agricultura familiar, realizada desde os primórdios do estabelecimento dos colonizadores na região; porém, muito além das poucas variedades comerciais que são cultivadas no solo de excepcional qualidade, o produto que mais expressa os vínculos dos agricultores locais com a terra, com as suas tradições culinárias e societárias, é o Arroz Anã de Porto Marinho, cultivado por décadas. O Arroz Anã tem espaço privilegiado nas mesas da imensa maioria dos moradores, que se nega a consumir o "arroz de pacote", é utilizado como alimento básico, compondo as principais refeições do dia, e também apreciado na feitura de pratos doces. Seu processo de plantio, cultivo e tratos culturais não envolve a utilização de adubos químicos ou mesmo pesticidas. Há algum tempo a comunidade expressa, em reuniões realizadas pela Nova Associação de Moradores, Pescadores, Produtores Rurais, Artesãos e Amigos de Porto Marinho e Adjacências, a necessidade de ampliação da produção e da comercialização desse cereal. Apesar do mercado ser extremamente competitivo, as características organolépticas (sabor e consistência) do Arroz Anã de Porto Marinho se destacam, assim como o fato de ser uma cultivo tradicional na comunidade. Isso poderá não somente tornar-se fator de potencialização da atividade de cultivo, como também de valorização da comunidade de Porto Marinho como um todo. Dentro da produção agrícola da comunidade, especialmente em se tratando do cultivo e beneficiamento do Arroz Anã de Porto Marinho, a forma de plantio, colheita e secagem dos grãos é marcada, ainda nos dias atuais, pela tradicional prática dos mutirões, ou troca de dias de trabalho entre os agricultores. A base da mão de obra sempre está assentada na agricultura familiar, sendo todos os procedimentos realizados com a reunião de muitas famílias locais. Os mais antigos membros da comunidade ensinam as práticas de cultivo e beneficiamento do Arroz Anã aos mais jovens, existindo cuidado extremo para não misturar a planta com outras variedades de arrozes, preservando as características originais desta variedade tradicional. Em 2020, durante a pandemia e com a facilidade dos encontros online, formou-se uma parceria entre a Nova Associação de Moradores, Pescadores, Produtores Rurais, Artesãos e Amigos de Porto Marinho e Adjacências, o Sebrae Friburgo, o Ministério da Agricultura e Pecuaria RJ _ MAPA RJ, a Pesagro RJ _ Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro, a Prefeitura Municipal de Cantagalo e Emater RJ _ Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio de Janeiro, o Instituto Maniva e o grupo dos Ecochefs. Esse grupo que se reuniu para trabalhar na ampliação da produção e da comercialização do Arroz Anã e, a partir daí, percebeu o quanto a Economia Criativa poderia contribuir nesse processo. Assim, realizamos o projeto que, através de três atividades: · O conhecimento: encontro inicial dos Ecochefs com agricultores e cozinheiros de Porto Marinho; · O registro: documentário sobre esse fenômeno de soberania alimentar; · A culminância: Festa do Arroz Anã de Porto Marinho O objetivo deste esforço conjunto, além de trabalhar com as atividades culturais da região, é fortalecer a identidade dos moradores, valorizando seu principal produto agrícola e alimentar. Haverá destaque das outras artes e saberes desenvolvidos no local, a exemplo dos grupos de Folia de Reis e Mineiro Pau, além de cantores, músicos, artesãos e outros artistas.

Estratégia de execução

Porto Marinho é uma comunidade rural, agrícola e pesqueira, localizada às margens do Rio Paraíba do Sul, no distrito de São Sebastião do Paraíba, pertencente ao município de Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro, próximo à divisa com Itaocara. A identidade social de quem nasce na localidade de Porto Marinho não está associada muito proximamente à do distrito ao qual pertence, haja vista que quem nasce, ou é criado, em Porto Marinho não se reconhece como “paraibano” (nascido em São Sebastião do Paraíba), se vê como uma comunidade de agricultores, pecuaristas e pescadores, possuindo uma identidade societária própria e distina da sede do distrito no qual está inserido. Um dos fortes elementos identitários da comunidade é a agricultura de base familiar, realizada desde os primórdios do estabelecimento dos colonizadores naquela região; porém, muito além das poucas variedades comerciais que são cultivadas naquele solo de excepcional qualidade, o produto que mais expressa os vínculos dos agricultores locais com a terra, com as suas tradições culinárias e societárias, é o “arroz anã de Porto Marinho”. Esse cereal é cultivado naquela localidade por décadas, tem espaço privilegiado nas mesas da imensa maioria dos moradores, que se nega a consumir o “arroz de pacote”, é utilizado como alimento básico, compondo as principais refeições do dia, e também apreciado na feitura de pratos doces. Seu processo de plantio, cultivo e tratos culturais não envolve a utilização de adubos químicos ou mesmo pesticidas. Após se efetuar a colheita, o arroz é batido em “camas” ou máquinas, para que haja a separação entre os bagos e os talos, posteriormente procede-se à secagem dos bagos do arroz. Esta última atividade é premente, visto que esse procedimento evita o apodrecimento do cereal e define sua durabilidade para o consumo. Como é costume na comunidade, a secagem e ensacamento ocorre nos lajedos de pedra que se encontram ao lado do rio Paraíba do Sul. A forma de plantio, colheita e secagem dos grãos é marcada, ainda nos dias atuais, pela tradicional prática dos mutirões, ou troca de dias de trabalho entre os agricultores. A base da mão de obra sempre está assentada na agricultura familiar. Muitas famílias se reúnem para realizarem os procedimentos de plantio, cultivo, colheita e secagem do arroz. Em Porto Marinho os mais antigos membros da comunidade ensinam as práticas de cultivo e beneficiamento do Arroz Anã para os mais jovens, existindo cuidado extremo para não misturar a planta com outras variedades de arrozes mantendo, portanto, as características originais desta variedade tradicional. Há algum tempo a comunidade expressa, em reuniões realizadas pela Nova Associação de Moradores, Pescadores, Produtores Rurais, Artesãos e Amigos de Porto Marinho e Adjacências, a necessidade de ampliação da produção e da comercialização desse cereal e em um mercado atual extremamente competitivo, as características peculiares em termos de sabor e consistência do Arroz Anã de Porto Marinho, como também o fato de ser um cultivo tradicional na comunidade, poderiam não somente tornar-se fatores de potencialização da atividade de cultivo, como também de valorização da comunidade de Porto Marinho como um todo. No entanto, se fazia necessário uma pesquisa que nos fornecesse dados mais concretos, capazes de qualificar o arroz anã. Dentro desse contexto é que surgiu a proposta de envio de amostras do produto à Embrapa Arroz e Feijão, para que, através das análises realizadas pelo corpo técnico da instituição, fossem obtidas informações mais aprofundadas sobre as características do Arroz Anã, visando a ampliação dessa atividade econômica na localidade, a obtenção de novos mercados de consumo, bem como o desenvolvimento de técnicas mais adequadas a fim de gerar maior produtividade. Até hoje, nenhuma pesquisa havia sido realizada pela comunidade ou alguma instituição. A primeira iniciativa foi esta. Foram enviadas sementes de Arroz Anã, com o objetivo de que fossem analisadas para que se possa, entre outros aspectos, identificar a melhor forma de cultivo, como também as peculiaridades deste cereal, a fim de qualificar melhor o produto para o mercado e aumentar a produtividade do cereal. Acreditamos que, através dos resultados obtidos pela pesquisa, será melhorada a forma de cultivo, além de agregar valor de mercado ao produto e por consequência aumentar a renda dos produtores, além de termos formalmente um documento que confirme que a comunidade detém ou conserva determinado conhecimento tradicional associado. Com as informações do CTA (Conhecimento Tradicional Associado), a comunidade pretende trabalhar visando o aumento da produção do Arroz Anã e o posicionamento do produto no mercado: definição de público alvo, identificação dos diferenciais do produto, definição de embalagem e definição de estratégicas de divulgação. A área geográfica abrangida pelo projeto é a comunidade de Porto Marinho, pequena vila de mesmo nome, como também as férteis terras que se localizam na margem direita do Rio Paraíba do Sul. Durante o processo de obtenção do consentimento prévio, assessoram o projeto: * a Prefeitura Municipal de Cantagalo, através da Secretaria de Planejamento; * o SEBRAE, através de Escritório Regional Serrana I – Nova Friburgo; * a EMATER (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro), Escritório Regional Serrano-Cantagalo; * a organização não governamental Instituto Maniva.

Especificação técnica

Encontro dos Ecochefs com os agricultores duração: 3 dias Documentário média metragem duração: cerca de 60 minutos Festa do Arroz Anã de Porto Marinho duração: uma semana número de barracas: cerca de 20 tamanho do palco: cerca de 4mx4m telão: cerca de 3m x 2m

Acessibilidade

ENCONTRO DOS ECOCHEFS Será realizado em lugar com acesso fácil e confortável para idosos, pessoas com dificuldades de locomoção e cadeirantes, que poderão assistir e participar, inclusive, com receitas próprias e familiares. DOCUMENTÁRIO Terá legenda, para facilitar o acesso às pessoas com deficiência auditiva. FESTA DO ARROZ ANÃ DE PORTO MARINHO Será feita em local com livre e confortável acesso para idosos, pessoas com dificulddaes de locomoção e cadeirantes. As apresentações artísticas orais da Festa terão a presença de Intérprete de Libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL Será realizada em lugar acessível para idosos, pessoas com dificuldades de locomoção e cadeirantes.

Democratização do acesso

A Festa do Arroz Anã de Porto Marinho terá entrada gratuita e livre. Será permitida a captação de imagens de todos os espetáculos e atividades artísticas durante a festa, para veiculação em canais de TV públicas e outras mídias, prinicpalmente Internet. O portal do Instituto Maniva também divulgará todas estas atividades, de acordo com o itém IV do artigo 21 da IN n. 02/2019. O documentário produzido pelo projeto será inserido nos sites do Instituto Maniva e da Prefeitura de Cantagalo, com livre acesso para todos os interessados, de acordo com o item III do artigo 21 da IN n. 02/2019 O workshop, do mesmo modo, será reproduzido no site do Instituto Maniva e da Prefeitura de Cantagalo, além de autorizar a captação de imagem pela TV local e outros interessados, que poderão publicá-los em redes públicas e na Internet, de acordo com o ítem IV do artigo 21 da IN n. 02/2019 Para a contrapartida social, ação educativa para os familiares, amigos e vizinhos dos agricultores, será oferecido ônibus gratuito para transporte dos idosos e crianças, principalmente, para o local, conforme o ítem II do artigo 21 da IN. n. 02/2019.

Ficha técnica

A dirigente do Instituto Maniva é Maria Teresa Corção Braga (Teresa Corção). Ela é a idealizadora do projeto e realizará as atividades de direção geral, roteirista do documentário e palestrante. Ficha técnica idealização, direção do projeto e roteirista do documentário - Teresa Corção direção de produção - Maria Alice Silvério consultor e palestrante - João Bosco de Paula Bon Cardoso consultor e ator do documentário - Maurício Passareli coordenação das oficinas e oficineira - Caroline de Cássia Campos De Cnop diretor de fotografia do documentário - Carlos Chaves direção cinematográfica do documentário - Erick Figueiredo fotógrafa still do documentário e fotógrafa da Festa - Bel Corção produtora do documentário - Juliana Nascimento Currículos: Teresa Corção Chef e designer, formada em Design pela ESDI-UERJ e cozinheira autodidata. Trabalhou durante 40 anos como chef proprietária do restaurante O Navegador, que encerrou as atividades em 2020. Desde 2001, é membro do movimento internacional Slow Food, uma iniciativa que resultou na mudança de seu trabalho, passando a interessar-se pela influência socioambiental ligada ao mundo da alimentação. Iniciou em 2002 o Projeto Mandioca, criado para resgatar, por meio dos alimentos, a ancestralidade e sociobiodiversidade brasileiras, em especial pela mandioca, que levou a alunos de uma escola pública a possibilidade de conhecer a história, a música e folclore do país, além de prepararem seu próprio alimento, promovendo assim uma alimentação saudável, prática e funcional. Entre os resultados do projeto, fundou em 2007 o Instituto Maniva, Oscip pioneira em trabalhar a gastronomia como instrumento de transformação social e a formação do grupo dos Ecochefs que atuam na causa da ecogastronomia comprando insumos direto com produtores e agricultores orgânicos. Escolhida como Embaixadora da Cozinha Brasileira no SENAC, foi palestrante no TEDX CAMPOS e no TED GLOBAL -SOUTH, foi finalista do Basque Culinary World Prize 2016. Reconhecida como chef ativista e conhecedora da culinária brasileira, saudável e sustentável. Chef do ACHA 2018 e 2019. Cocriadora em 2019 e gestora do Projeto Gosto da Amazônia – Sabor que Preserva a Floresta – cujo objetivo é abrir o mercado do Rio de Janeiro para o pirarucu selvagem de manejo da Amazônia e assim melhorar a qualidade de vida das comunidades envolvidas nessa atividade. Maria Alice Silvério Estudou Propaganda e Marketing na ESPN, Jornalismo na Fundação Cásper Líbero e História da Arte na Tübingen Universität. Produtora cultural desde os anos 1980, trabalhou, como produtora e pesquisadora, em mais de 100 projetos, em São Paulo, Rio de Janeiro, Belém e Bragança, sendo 60 produções na área de artes cênicas, 20 exposições de artes plásticas e design, e eventos grandes como 100 anos da Avenida Paulista, Feira de Arte e Antiguidade de São Paulo, Feira Cultural Paulista, Sunday Design e outros. É cofundadora e diretora do Instituto Maniva desde 2007, produtora dos projetos Seu Bené e Dona Maria, Festa da Farinha de Bragança, Oficinas de Tapioca nas escolas, Semana de Gastronomia Brasileira em Montevidéu, Gosto da Amazônia e muitos outros. Desde 2018, é secretária de redação da revista virtual Teatro Hoje, sobre acontecimentos que envolvem as artes cênicas no Rio de Janeiro, incluindo a programação diária de espetáculos presenciais e online. João Bôsco de Paula Bon Cardoso Graduado em Ciências Sociais pela UFF, pós graduado em Gestão, Planejamento e Licenciamento Ambiental pela Universo. Professor de Geografia e Sociologia no ensino público estadual desde 1985, em Cantagalo e Lavrinhas (RJ), pesquisador sobre a memória e documentação de Cantagalo, trabalhando a favor da preservação e divulgação da memória local. Em parceria com o Canal Futura, realizou inúmeros projetos focalizando questões históricas e de preservação do patrimônio cultural das comunidades de Cantagalo. Foi coordenador do Centro de Memória, Pesquisa e Documentação de Cantagalo, equipamento cultural ligado à UniRio e ao Programa de Pós-graduação em História. Foi Assessor de Cultura da Prefeitura Municipal da Cantagalo e implementou várias iniciativas e projetos referentes ao Patrimônio material e imaterial, como debates, encontros de Bandas de Músicas Tradicionais, mostras de fotos históricas e o projeto Memória Digital de Cantagalo, em ações de proteção aos bens históricos e culturais da região, coordenando a Conferência de Cultura do Município de Cantagalo e na coordenação do Patrimônio Cultural do Projeto Fazenda São Clemente. Trabalha junto à comunidade de Cantagalo, em várias ações junto ao Legislativo Municipal, É vereador em Cantagalo, na legislatura 2017-2020, não tendo se candidatado à reeleição. Maurício Passareli Agricultor, produtor de arroz anã em Porto Marinho, presidente da Nova Associação de Moradores, Pescadores, Produtores Rurais, Artesãos e Amigos de Porto Marinho e Adjacências. Caroline de Cássia Campos De Cnop Formada em Zootecnia (UVV-ES) conclusão 2001. Mestre em Nutrição e Produção animal CCTA (Centro de Ciências e Tecnologia Animal) pela UENF em 2006. Trabalhou na área como zootecnista (manual de boas práticas na área industrial leiteira de itaocara Capil, aulas 2009/2010 Fasap (Bioquímica e metodologia da pesquisa). Ingressou como técnica do programa Balde Cheio Embrapa Sudeste voltado para assistência técnica ao pequeno produtor rural que vive da propriedade - agricultura familiar (projeto idealizado por Dr Arthur Chinelato de Camargo, professor Vidal e Dr André Novo) até 2011. Ingressou na área da Gastronomia ministrando aulas profissionalisantes para cozinheiros no Senai (técnicas de Pescados e cárneos - aulas voltadas para microbiologia dos alimentos, higiene) indo estudar no Laurent, conseguindo estágio no Restaurante Olympe, donde seguiu em várias cozinhas do RJ ( Olympe, Chez Claude, Soeta/ES, Miam Miam, e por último implementação do Maguje no Jockey onde ficou por sete meses). Voltoupara sua terra natal, Santo Antonio de a Pádua (RJ) e continua trabalhando na área de Gastronomia, tendo seu próprio negócio. Carlos Chaves Diretor de fotografia, formado em comunicação pela PUC-Rio. Atualmente trabalha como câmera para projetos de web e telvisão. Atua no ramo da moda e de esportes. É sócio proprietário da produtora Orama. Erick Figueiredo Roteirista, diretor e montador, estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Viajou a trabalho como cinegrafista e assistente de direção em programas para televisão como Por Elas, Descendo o Pacífico, Sufin Sem Fim - Rumo à Amazônia e Maré das Marias. Dedicado a contar novas histórias, passou a desenvolver roteiros de séries e documentáios para a Tv e Internet, É sócio proprietário da produtora Orama. Juliana Nascimento Produtora formada em Cinema pela PUC-Rio. Escreveu, produziu e dirigiu o curta-metragem Enraizadas. atualmente, trabalha como produtora na Orama.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.