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PRONAC 210495Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

AFUKURI - A Juventude Indígena

RAPHAEL MATTOS MONTAGNER
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
Valinhos
Início
2021-02-01
Término
2024-02-01
Locais de realização (1)
Valinhos São Paulo

Resumo

Produção de filme documental de média-metragem, com duração entre 40 e 70 minutos finalizado digitalmente em 4k que tem como objetivo mostrar a vida dos jovens índios Kuikuro. Quais são seus sonhos, medos, anseios, e como é ser um jovem índio no Brasil do século 21. O intuito é, de forma artística e criativa, fazer um paralelo entre a vida desses jovens e a preparação para o maior e mais tradicional festival do Xingu, o Kuarup.

Sinopse

O documentário se passa na aldeia Afukuri, no alto xingu, nas duas semanas que antecedem o Kuarup, maior e mais tradicional ritual da etnia, onde são cultuadas as almas dos falecidos ilustres daquele ano. O filme faz um recorte da população jovem da aldeia, qual o seu papel na estrutura social da comunidade e, mais importante, quem são esses jovens indivíduos e qual o seu modo de ver o mundo à sua volta. Os moradores da aldeia Afukuri serão os anfitriões dessa grande festa e se dedicam dia e noite para receber os convidados. Cada preparativo é um pequeno ritual e mostra que, mesmo com todo o avanço da tecnologia e o contato cada vez maior com os não-índios, a população jovem do Alto Xingu ainda mantém sua cultura viva e resiste bravamente, protegendo a natureza e vivendo em harmonia com o planeta. Classificação indicativa etária: 10 anos Por conter cenas de luta, de caça e pesca.

Objetivos

O objetivo geral do documentário é mostrar a importância da preservação dos costumes e cultura do povo Kuikuro, mas também focar no modo em que os jovens índios da aldeia veem o mundo ao se redor e fazer uma colaboração artística com a captação de imagens também por parte dos jovens da comunidade, como resultado de uma oficina de cinegrafia, seguindo assim inciso II e III do artigo 1° do decreto 5761, que dizem respectivamente que o Pronac tem como umas das missões promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. os objetivos específicos são: Produzir, captar e pós produzir um documentário média metragem, com duração superior a quinze minutos e igual ou inferior a setenta minutos. Realizar duas oficinas de cinegrafia e edição básica para os jovens entre 15 e 25 anos da aldeia.

Justificativa

O documentário contará a história da preparação do ritual mais importante na cultura kuikuro, o Kuarup, que ocorrerá em julho de 2021, sob o olhar da comunidade de jovens índios que compõe a aldeia. Será um documentário inspirado na observação sensível de Andrea Tonacci em Serras da Desordem, onde há pouca interferência da equipe na ação, e também na cinematografia moderna e impactante de Petra Costa. Takes longos e expressivos, cores quentes e trilha sonora original em comunhão com a estética das danças e cerimônias indígenas darão ao filme a sensação de pertencimento ao espectador. planos abertíssimos mostrarão a imensidão da aldeia e da floresta, contrapondo-se aos planos fechados e closes que evidenciarão a sensibilidade e individualidade de cada membro da comunidade. A peça audiovisual também terá imagens gravadas pelos jovens moradores da aldeia. Eles serão deixados livres para criar e dessa forma refletirão no filme uma linguagem pura e intuitiva, dentro do seu modo de ver o mundo. Um documentário sobre a população jovem do Xingu é relevante para o audiovisual brasileiro pelos seguintes motivos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; E de acordo com o artigo 3º da Lei n° 8.313/91, o projeto fomenta a produção artística e cultural, mediante: a) produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural; Essa produção só será possível com o apoio da lei de incentivo à cultura, pois, como produtor independente, não disponho de recursos para a produção do filme e todos os custos que o envolvem. Como todos os profissionais envolvidos são brasileiros, conseguiremos fomentar a economia, tanto no meio audiovisual e gráfico, quanto no meio indígena. Além de colocar no mundo uma peça audiovisual sensível e de cunho artístico, a lei também garantirá o acesso da população à diferentes tipos de material cultural e mostrará os costumes das populações indígenas brasileiras ao mundo por meio de inscrições em festivais internacionais de cinema, agregando valor ao setor cultural do nosso país.

Especificação técnica

Documentário com duração de 40 a 70 minutos, gravado em prores raw e finalizado digitalmente em 4k nos softwares Adobe. Serão usadas Câmeras Black Magic Pocket Cinema Camera 4k, por serem compactas, agilizando os processos. O som direto será captado por microfone tipo shot gun para deixar os personagens mais livres. A trilha sonora original será composta baseada nas músicas e cânticos da etnia Kuikuro.

Acessibilidade

O filme terá versão com intérprete em libras, audiodescrição e será legendado em LSE e inglês. Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto vão conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. Os custos envolvidos estão previstos no orçamento. As medidas acima enquadram o projeto nos incisos I e II do artigo 42 da lei nº 13.146 de 2015.

Democratização do acesso

Realizaremos, gratuitamente, duas oficinas de audiovisual na aldeia Afukuri, local da gravação do documentário. As oficinas serão ministradas pela própria equipe de gravação, liderada pelo Diretor Geral, com foco nos jovens de 15 a 25 anos, moradores da comunidade indígena Kuikuru, com os equipamentos que já teremos em mãos por serem os mesmos da captação do documentário, ou seja, não gerará custo nenhum a mais, além da previsão do art. 22. Serão contempladas 50 pessoas. Garanto expressamente que 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais seja constituído de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Duração: 3 horas Grade: Teoria básica da fotografia (30min), Captação de imagens(1h), Edição básica (1h30) O filme será disponibilizado Gratuitamente no site www.youtube.com após correr o circuito de festivais. Uma cópia física será doada à Cinemateca Brasileira. 10 cópias físicas em mídia digital serão distribuidas em Bibliotecas Públicas.

Ficha técnica

Proponente Raphael Mattos Montagner Função: Coordenação geral do projeto Produtor executivo Diretor cinematográfico Raphael Montagner é um jovem diretor Paulista, nascido em São Paulo, vive hoje na cidade de Valinhos, interior do SP. Formado em Rádio e TV pela UAM, começou a carreira como produtor de TV, trabalhando na Rede TV e na Rede Bandeirantes e em 2015 estreou na direção da produtora Monomidia, junto com seu sócio e diretor de fotografia Rafael Marques da Silva, onde ganhou um Prêmio Jovem Brasileiro e deu palestras em ETECs e universidades sobre audiovisual. Em 2018 fundou sozinho sua atual produtora e, além de produzir filmes corporativos e video clipes musicais, está focado na produção de documentários como "Belafazenda" 2019, "Pé do Morro" 2019, "Natal Santaluzia" 2019 e "Eu, só" 2020 e alguns deles estão em seu site www.shotbyphilts.com. Raphael acumula mais de 200 milhões de views em seus trabalhos no youtube, em parceria com grandes artistas da música brasileira e já dirigiu mais de 50 trabalhos audiovisuais em países como Chile, México e Brasil. Felipe Ferracioli Função: Diretor de produção Roteirista No ano de 2010, na Faculdade de Letras, Felipe Ferracioli se apaixonou perdidamente pelas aulas sobre as tragédias gregas e romanas. A relação com a literatura e a escrita se intensificaram num caminho sem volta, e hoje a vida flui entre poemas, crônicas, contos, escritos, filmes e devaneios. As humanidades, as histórias possíveis de se contar, se espantar, aprender e se ressignificar têm sido as diretrizes para as escolhas profissionais e pessoais. Dentre as formações e cursos que não para de fazer sobre literatura, cinema, teatro e outras áreas artísticas, estudou atuação no Teatro Escola Macunaíma, dramaturgia na SP Escola de Teatro e cinema no CAV – Centro de Audiovisual de São Bernardo. Foi no CAV que aliou todos os conhecimentos adquiridos até então para trabalhar com cinema, teatro e a literatura. Participou de curtas-metragens e videoclipes como diretor, roteirista, assistente de direção e produtor, entre eles “No Hay Plata”, “Subcutâneo”, “Eu, Incomunicável”, “Migalhas do teu tempo”, “É Plástico. E doce.”, “Okhwa”, “Labirinto de Concreto”, "Tripofobia", "Ascendente em Romantismo" e “Corra, Tatiana”, de TATIANA e "Too Blind to See", da Devil’s Paradise. Em 2015 participou da elaboração do longa-metragem “Entre Paredes”, e nas gravações atuou como assistente de direção. Nos anos de 2018 e 2019 trabalhou na produtora Olhar Imaginário, onde atuou como assistente de direção e roteirista da série Cena Inquieta, uma série documental de 26 episódios sobre grupos de teatro no Brasil veiculada no ano de 2020 no SESCTV. Gustavo Ortiz Função: Diretor de fotografia Apaixonado por cinema e fotografia desde criança, Gustavo Ortiz iniciou a criação de seus filmes muito cedo, nascido em São Paulo, se formou em Publicidade pela Universidade Paulista, e após trabalhar em diversas áreas do mercado audiovisual adquirindo uma experiência de 5 anos na área, fundou a Gublic Films (www.gublicfilms.com.br) em 2013, uma produtora especializada na criação de conteúdo audiovisual. Desde então Gustavo faz a direção de cena e fotografia de vários projetos no mercado musical, publicitário e corporativo. No início de 2019 projetos documentais e sociais ganharam mais destaque em seu portfólio, com a produção de documentários como o “Impacto Sertão Livre”, projeto realizado no Sertão do Piauí que tem o objetivo ajudar pessoas dessa região, “Brumadinho Invisível” ação realizada pela Ong Sp Invisível que contribuiu com uma família impactada pelo rompimento da barragem que ocorreu em Brumadinho. Nestes e em mais projetos Gustavo fez a direção, captação e edição dos documentários. No segundo semestre de 2019 percorreu 7 estados do Brasil com Marcos Piangers, criando 7 vídeos com a narrativa da Paternidade na visão de diversos Pais. Equipe de áudio e edição: A contratar

Providência

PROJETO ARQUIVADO.