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O projeto "A Cartografia na Construção do Brasil Independente" propõe dar luz a parte decoleção cartográfica via a digitalização, disponibilização online deste acervo, abertura de exposição temporária e publicação de catálogo, visando a difusão do acesso a este acervo e a fomentação de discussões sobre este gênero documental.
Objetivo Geral O objetivo principal do projeto aqui apresentado é dar acesso à coleção de cartografia setecentista brasileira que integra o acervo da Biblioteca da Marinha, no Rio de Janeiro - RJ, garantindo seu processo de salvaguarda via a ampliação do acesso e a visibilidade a serem alcançadas com as ações aqui propostas. Preservar o acervo cartográfico setecentista por meio de sua digitalização evitará a deterioração deste patrimônio histórico, disponibilizando-o, gratuitamente, por meio de catálogo virtual e da Rede BIM, para acessos nacionais e internacionais. O Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro (DCAMN), reconhecendo a importância e relevância deste acervo para as discussões acerca da Independência do Brasil, apresenta o projeto "A Cartografia na Construção do Brasil Independente" objetivando a digitalização e divulgação de parte deste acervo, integrando um conjunto de ações da DPHDM ligadas às comemorações dos 200 anos da independência do Brasil. O reexame da trajetória histórica busca fazer com que a sociedade repense a construção do País e de suas instituições. Divido em 03 ações, terá como primeira etapa a digitalização e disponibilização virtual de mapas do século XVIII e início do século XIX, retratando o Brasil. A segunda etapa compreenderá a realização do Seminário de Cartografia Histórica, fomentando o estudo desse acervo e as discussões sobre a cartografia do período. Da mesma forma, a digitalização do acervo e a produção científica do seminário subsidiarão a montagem da uma exposição de curta duração/itinerante e a publicação de catálogo ilustrado com artigos sobre a formação territorial do Brasil sob a luz da ciência cartográfica. O projeto "A Cartografia na Construção do Brasil Independente", ao ampliar o acesso ao público, irá contribuir para a preservação física das obras e promoção da produção intelectual sobre a história do território Brasileiro, tão bem relatada por estas obras cartográficas. Objetivos Específicos a) Digitalização de cerca de 370 obras (incluindo, por vezes, frente e verso do documento) do acervo cartográfico da Biblioteca da Marinha; b) Disponibilização do material digitalizado na Rede BIM (online); c) Realização de 01 exposição temporária sobre o tema da cartografia histórica brasileira no contexto das comemorações dos 200 anos da independência do Brasil; d) Publicar catálogo sobre essa coleção de mapas digitalizados e artigos sobre a formação territorial do Brasil
Com o objetivo de aperfeiçoar o conhecimento da terra e suas formas de representação, a Coroa portuguesa enviou diversas expedições de reconhecimento e descrição cartográfica para o território brasileiro. Desde as caravelas de Gonçalves Coelho, que cobriu vasta parcela entre o Rio Grande do Norte e a Cananéia em São Paulo, até as campanhas dos almirantes Roussin e Ernest Mouchez, o Brasil foi representado por diversos mapas e cartas náuticas, revelando as maravilhas geográficas do nosso país. Vale ressaltar que entre os séculos XVI e XX a única forma de viajar para o Brasil era por meios náuticos e, por isso, a Marinha teve tão importante papel no reconhecimento e proteção do território nacional. Devido à ativa participação desta Força na História Brasileira, a Biblioteca da Marinha é responsável pela guarda de um inestimável acervo cartográfico histórico que inclui algumas das primeiras obras a representarem o Brasil. Este acervo cartográfico contempla aproximadamente 3.100 obras entre mapas, atlas, cartas e plantas, estando acondicionado na Divisão de Mapoteca e Obras Raras da Biblioteca da Marinha. Nesta Divisão é também realizado o tratamento técnico das obras, as pesquisas bibliográficas, o atendimento ao público e a divulgação do acervo. Promovendo o acesso a suas atividades e a seu acervo, a Biblioteca da Marinha criou, em 2003, a Rede de Bibliotecas Integradas da Marinha (Rede BIM), que integra obras de 44 bibliotecas da Marinha do Brasil em um único catálogo, disponível gratuitamente para o público. A aproximação do bicentenário da Independência do Brasil, em 2022, desperta o desejo de comemorar tão importante data. Por meio da cartografia histórica é possível observar as variações geopolíticas e do desenvolvimento do Brasil. Resgatar esse acervo, que hoje está acondicionado em Mapotecas e disponível apenas para consultas presenciais, é uma forma positiva de consagrar a história do País. Com a execução deste projeto, documentos históricos que hoje só podem ser consultados in loco poderão ser acessados de qualquer lugar do mundo, superando as dificuldades de deslocamento e promovendo a acessibilidade de conteúdo, em âmbito nacional e internacional. Ampliar o acesso a estes documentos irá favorecer a pesquisa e contribuir para a preservação da memória do país, além de fomentar o pensamento intelectual, o conhecimento e a consciência marítima brasileira. Com a aproximação dos 200 anos da independência do Brasil, foi criada a Comissão Interministerial Brasil 200 anos, coordenada pelo então Ministério da Cultura (MinC). De acordo com as diretrizes do MinC, a organização das ações culturais relativas à data deverá seguir os seguintes pontos fundamentais: reflexão sobre a trajetória histórica dos 200 anos do Brasil independente; promoção de concursos para projetos específicos de celebração para o bicentenário e, por último, envolvimento da sociedade nas comemorações. O reexame da trajetória histórica busca fazer com que a sociedade repense como o País foi construído, as instituições criadas e os percursos e obstáculos enfrentados ao longo dos séculos. O intuito desta iniciativa é instigar a reflexão sobre concepções preestabelecidas a respeito dessa data histórica e evidenciar a participação da Marinha na construção de um Brasil independente. A digitalização do acervo cartográfico o torna acessível à ampla consulta virtual, perpassando as dificuldades de deslocamento e mobilidade, tanto física quanto urbana, promovendo a continuidade de um diálogo que a há muito as instituições envolvidas com o projeto exercem com a comunidade. Ademais, este acervo poderá ser utilizado para pesquisas científicas a respeito da história social, cultural e econômica do País, gerando projetos no âmbito dos cursos de graduação e pós-graduação de instituições nacionais e internacionais. O presente projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
A Biblioteca da Marinha possui extenso acervo cartográfico. Para delinear o projeto foram utilizados alguns critérios na escolha das obras a serem digitalizas, tais como: - Mapas ou cartas onde estão representados os espaços geográficos que pertenceram ao Brasil entre as balizas temporais estabelecidas; - Obras manuscritas ou impressas; - Obras datadas ou com data atribuída para o período entre 1700 a 1822 (no caso de mapas insertos em atlas a data de referência será a da edição da obra de conjunto); - Obras avulsas, insertas em atlas ou em atlas factícios; - Obras pertencentes ao acervo da Biblioteca da Marinha. A Abrangência em termos cronológicos justifica-se, primeiramente, pela data da Independência do Brasil, que constitui por si só um grande marco para a história brasileira. Outra consideração é a Portugaliae Monumenta Cargographica, coleção publicada em 1960, que cobre exaustivamente a cartografia Portuguesa do século XV ao século XVII. Por fim, o século XVIII foi o período mais importante da produção cartográfica Portuguesa sobre o Brasil. Após a aplicação dos critérios, foram selecionadas 180 obras para digitalização. Dentre as obras selecionadas, destacam-se: Cartas Náuticas Impressas: 1. Bellin, Jacques icolas. Carte reduite des parties connues du globe terrestre: dresséé au dépost des cartes plans at journaux de la marine pour le serviçe des vaisseaux du roy Par ordre de M. de Machault garde des sceaux de France ministre et secretaire d'Etal aiant le departement de la marine. 1755 2. Rossin, Albin Reine,Baron. Carte Reduite de la côte du Brésil, comprise entre l’Ile Santa Catarina et Cape Frio. 1822. Mapas Impressos: 3. Ptolomeu. Universalis tabula. 1700. 4. Rios Araguaya, Paraná e Paraguay e seus afluentes. 1760 5. Bellin, Jacques Nicolas. Carte des variations de la boussole et des vents généraux que l'on trouve dans les mers les plus frequentées. 1765. Cartas manuscritas: 6. Patrício, José de Souza. Entrada oriental do Amazonas ou rio D'Para: aprezentada a sociedade Real Maritima. 1801. 7. Pinheiro, Simão Antonio da Roza. Carta náutica do Atlântico, abrangendo o sudoeste da Europa ,as costas do Brasil e da África Ocidental./por Simão Antonio da Roza Pinheiro. 1776 A comprovação do Plano de Distribuição será feita mediante a apresentação de relatórios de acesso ao sistema BIM e do registro de visitantes à exposição temporária no Museu Naval.
Produto: Bibliotecas Acessibilidade física: não se aplica por ser um produto que será distribuído online. A digitalização do acervo e a realização do seminário tornarão possível a pessoas com restrições de locomoção o acesso a esta coleção e as informações nela contidas. Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica pois este produto não prevê nenhuma ação audiovisual. Acessibilidade para deficientes visuais: será feita a reprodução tátil de alguns exemplares que serão digitalizados, para acesso gratuito de interessados. Produto: Exposição de Artes Acessibilidade física: O local onde será realizada a exposição temporária possui elementos facilitadores de acessibilidade, incluíndo rampas, elevadores e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: disponibilização de audioguias com audiodescrição dos conteúdos. Acessibilidade para deficientes visuais: serão disponibilizadas reprodução táteis em relevo e braille de parte do acervo. Produto: Contrapartidas Sociais Acessibilidade física: o local onde serão realizadas as ações de Contrapartida Social possui elementos facilitadores de locomoção, como banheiros adaptados, corrimãos e elevadores. Acessibilidade para deficientes auditivos: mediante sinalização no momento do agendamento, contrataremos intérprete de LIBRAS para acompanhar os grupos/indivíduos portadores de deficiências auditivas durante a visita mediada. Acessibilidade para deficientes visuais: serão disponibilizadas reprodução táteis em relevo e braille de parte do acervo.
Produto: Bibilioteca "VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural" (art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania). Produto: Exposição de Artes "V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22" (art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania). Produto: Contrapartidas Sociais "VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil" (art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania).
Nome da Instituição: Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro Função: Proponente.Certificamos que o DCAMN, proponente do projeto, será o responsável pelo processo decisório de todas as ações elencadas nesta proposta. Breve histórico: O Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro (DCAMN), criado em 28 de dezembro de 1995, com sede e foro na cidade do Rio de Janeiro, foi estabelecido para dinamizar as atividades sociais de cunho cultural e recreativo do Abrigo do Marinheiro (AMN), fundado em 12 de outubro de 1919. É uma associação civil de direito privado, sem fins lucrativos e considerada de utilidade pública. Seu objetivo é promover, dirigir, incentivar e colaborar com as iniciativas e eventos de caráter cívico, cultural, assistencial, social, esportivo e recreativo, bem como despertar o apreço à Marinha e às tradições navais, contribuindo para criar e manter junto à sociedade uma consciência sobre a importância do mar para o País. Nesta função, o DCAMN tem estabelecido ao longo dos anos uma estreita parceria com a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM), desenvolvendo e executando numerosos projetos conjuntos, como se seguem, entre outros:- A Revitalização Museográfica da Sala I do Museu Naval (via Lei de Incentivo à Cultura) – 2004;- A Higienização, Catalogação e Informatização do Acervo Museológico (via Lei de Incentivo à Cultura) – 2004 a 2006;- Modernização da área educativa dos museus - 2005;- Higienização e Catalogação de Acervo Museológico – 2007;- Diversos projetos socioeducativos, com apoio de empresas como a NORSUL, TRANSPETRO, CNPQ e GRANADO - 2005 a 2010; e- Revitalização da Galeota D.João VI (2008); - "Visitação à Ilha Fiscal"; "Passeio Marítimo"; “Visita ao Espaço Cultural da Marinha”; “Visita ao Museu Naval” (desde 2006); Entre as diversas ações sociais, culturais e turísticas de cunho socioeducativo desenvolvidas, elaboradas e/ou apoiadas pelo DCAMN, destacam-se: - O projeto educativo "Projeto Escola" (realizado desde 1998 e, desde 2018, conta com a parceria da EMGEPRON e da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, via Lei Municipal de Fomento à Cultura); - O projeto educativo “Uma Tarde no Museu” (realizado desde 2009 e desde então patrocinado pela Granado Pharmácias. Em 2019, foi homologado pela Lei de Incentivo à Cultura, com o PRONAC 190189); - O projeto para a construção do Museu Marítimo do Brasil, primeiro museu marítimo público do Brasil e o terceiro da América Latina, inscrito na Lei de Incentivo à Cultura sob o PRONAC 181084; - A restauração dos modelos navais da "Coleção Alves Câmara", em 2019 e 2020, com o patrocínio da EMGEPRON e da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, via Lei Municipal de Fomento à Cultura; - O apoio a diversos eventos culturais, como à "Noite no Museu Naval"; ao Cine DPHDM; ao "Bate-papo com o Autor"; ao "Museu em Férias", ao "Pequeno Marinheiro" (evento de Dia das Crianças), entre outros; - O apoio a seminários, simpósios e oficinas que tratam de temas marítimos e navais, como o "I Simpósio de História Marítima e Naval" (em 2019, via Lei Municipal de Fomento à Cultura/RJ) e as recorrentes edições da "Oficina Aprendendo a Ler Cartas Náuticas"; - A editoração da Revista Marítima Brasileira e da Revista Navigator; - O estande da Marinha do Brasil no Aquário Marinho do Rio de Janeiro (parceria entre o DCAMN, a Marinha do Brasil e o Instituto Rumo ao Mar); - A Campanha de Conscientização do Patrimônio Cultural Subaquático (2017 - patrocinado pela Vale); - Diversas exposições como "A História dos Jogos Olímpicos através dos selos", "De Martino no Brasil", "O Rio de Janeiro em Cartaz Naúticas", "O Brasil e a MINUSTAH - 10 anos de paz no Haiti", e "Tamandaré - Homem, Marinheiro, Patrono". Nome completo: Fábio Bittencourt Quirino Função: Diretor da instituição proponente. Supervisão do projeto (voluntário). Engenheiro Eletrônico pela Universidade Gama Filho e de Telecomunicações pelo Centro Federal de Tecnologia Celso Suckow da Fonseca. Especialização em Redes Locais de Computadores pela Universidade Estácio de Sá e em WEBDESIGN pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Auditor de Segurança da Informação Digital da Marinha do Brasil e Autoridade Certificadora da Infraestrutura de Chaves Públicas da Marinha do Brasil. Professor convidado de Sistemas de Informação nos MBA Executivo em Gestão de Pessoas da FUNCEFET e do IDHGE. Assessor de Tecnologia da Informação do Departamento Esportivo do Clube Naval. Nome da Instituição: Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha Função: Instituição parceira e Coordenação Técnica do projeto (voluntário). Breve Histórico:Sediada no Rio de Janeiro e sob a direção do Vice-Almirante José Carlos Mathias, a DPHDM é responsável por promover estudos e pesquisas, consolidar e publicar documentação relativa à cultura marítima, conservar o patrimônio histórico e cultural da Marinha, promover intercâmbios com entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, envolvidas com a história e a cultura marítima.Sob sua administração estão a Biblioteca da Marinha, o Arquivo da Marinha, o Museu Naval, a Ilha Fiscal, o Espaço Cultural da Marinha, os navios-museus Bauru e Laurindo Pitta, o submarino-museu Riachuelo, o carro de combate Cascavel e o helicóptero-museu Sea King. As atividades de supervisão do projeto pela DPHDM serão executadas inteiramente em caráter voluntário e, portanto, não constam na planilha orçamentária do projeto. Nome completo: José Carlos Mathias Função: Diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha. Dirigente da instituição parceira do projeto e supervisão técnica das atividades (voluntário) Formado pela Escola Naval fez aperfeiçoamento de Armamento para Oficiais – Centro de Instrução Almirante Wandenkol. Também fez curso no Comando e Estado-Maior, na Escola Superior de Guerra Naval, na Escola Superior de Guerra Naval e na Escola de Altos Estudos em Política e Estratégia, todos da Escola Superior de Guerra. Possui MBA em Planejamento e Gestão Estratégica – Fundação Getulio Vargas. É diretor da DPHDM desde 2016.
PROJETO ARQUIVADO.