Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 210505Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

Exposição A História do Piso (título provisório)

UNIVERSIDADE LIVRE DA CULTURA
Solicitado
R$ 476,9 mil
Aprovado
R$ 444,0 mil
Captado
R$ 444,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (9)
CNPJ/CPFNomeDataValor
76484013000145COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANA SANEPAR1900-01-01R$ 364,0 mil
46256772000270SPARTAN DO BRASIL PRODUTOS QUIMICOS LTDA1900-01-01R$ 29,0 mil
84920792000102OBRA PRIMA S/A TECNOLOGIA E ADMINISTRACAO DE SERVICOS1900-01-01R$ 15,0 mil
10505300000186UNIVERSIDADE LIVRE DA CULTURA1900-01-01R$ 10,0 mil
80275290000115DEUSEG LIMPEZA E CONSERVACAO LTDA1900-01-01R$ 7,5 mil
10787362000128SINGULAR LIMPEZA E CONSERVACAO LTDA1900-01-01R$ 7,5 mil
95391876000112SANETRAN - SANEAMENTO AMBIENTAL S/A1900-01-01R$ 5,0 mil
17832629000109PRODUSERVICE AGENCIAMENTO E TERCEIRIZACAO DE MAO DE OBRA LTDA - ME1900-01-01R$ 5,0 mil
02818811000120FEDERACAO DO COMERCIO DO PARANA1900-01-01R$ 1,0 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposições organizadas com museografia
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2021-01-01
Término

Resumo

O presente projeto propõe ao público a exposição "A História do Piso", expondo importantes conhecimentos históricos e arqueológicos acerca do chão e do piso, setor pouco documentado, porém de relevância capital no desenvolvimento humano. A exposição versará também sobre a qualidade histórica do processo de conservação do piso desde os primórdios, envolvendo o histórico social da vida urbana. Desta forma, trará conhecimentos interessantes não só à comunidade, mas também a todo o profissional da área de limpeza e conservação de monumentos e espaços culturais, incluindo agentes do patrimônio histórico. Como contrapartida social, serão oferecidas visitas guiadas e oficinas a alunos e professores da rede pública de ensino.

Sinopse

Classificação indicativa da exposição: Livre

Objetivos

Objetivos Gerais- Trazer à comunidade curiosidades acerca da história do piso, que envolve a vida social urbana, e seus processos de manutenção, conservação e limpeza;- Despertar na comunidade interesse e atenção por um setor crucial no desenvolvimento humano: a limpeza;- Trazer conhecimento histórico sobre uma temática comum a todos: o piso;- Trazer conhecimento aos profissionais do ramo de limpeza e conservação, agentes do setor de Patrimônio Histórico, restauradores, etc;- Dar à cidade mais uma opção de entretenimento e atividade culturais;- Posicionar Curitiba como pioneira na especificidade deste tipo de estudo e promoção culturais. Objetivos Específicos- Trazer à comunidade exposição específica sobre a história do piso e seus processos de manutenção, conservação e limpeza;- Realizar desenvolvimento curatorial de exposição, incluindo textos instrutivos que transitem entre reflexão e memória;- Expor na Casa Azul (FACOP _ Curitiba) Museu da Limpeza 35 painéis que contarão a história do "piso"; - Realizar mensalmente visitas guiadas para deficientes visuais e auditivos, narrando cronologicamente todo o circuito expositivo. Será 1 visita por mês, durante 10 meses; - Realiza, como medida de ampliação de acesso, 20 visitas guiadas seguidas de oficinas com arte-educador, oferecidas a profissionais da limpeza e seus familiares;- Realizar, como contrapartida social, 20 visitas guiadas seguidas de oficina com monitores especializados, oferecidas a alunos e professores da rede pública de ensino, promovendo conhecimento arqueológico e quais foram as técnicas de higienização, conservação, manutenção e limpeza desde o tempo primitivo até os dias atuais.

Justificativa

Entre as sociedades pré-históricas e ainda hoje em comunidades indígenas ou primitivas da Austrália e África, o piso é também o local onde se dorme, onde se cozinha, onde se processam alimentos e se produzem objetos como calçados, vestimentas, cabos de instrumentos, etc. O piso, portanto, era tanto dormitório, quanto refeitório quanto "chão de fábrica". Ele estava sujeito a sujeiras trazidas de fora pelo vento, pelos caminhantes e também pelos animais domésticos, roedores e pequenos animais selvagens em busca de alimentos. Esse era o ambiente que mais exigia atenção, sendo limpo várias vezes ao dia.Com o aumento da sociedade, mesmo certas tarefas tendo sido deslocadas para espaços específicos, o piso ainda era a principal parte dos ambientes e a que mais chamava a atenção pela circulação, estar e por características de uso. Olhava-se para o piso para não tropeçar em crianças, animais deitados, objetos no caminho ou irregularidades naturais e construtivas.Por muito tempo, os responsáveis pela limpeza eram os mesmos indivíduos que respondiam pelo funcionamento geral da habitação: as mulheres ou, em sociedades mais complexas, escravas e escravos.Porém, como se mantinham limpos os pisos antigos?Os pisos antigos eram varridos e, hoje, os de comunidades primitivas, também o são.Sua característica inicial era ser de terra batida. Tal terra batida passou a ser queimada já no período Neolítico (+- 10.000 a.C.) para dar-lhe a consistência de um lajotão feito no local.Escavações arqueológicas mostram a espessura da massa jogada no espaço da cabana, restos de palha e gravetos queimados que se incrustaram em pequenos desníveis em toda a superfície. Essa superfície "cozida" era facilmente varrida e sofria menos com chuvas e frequentes inundações dos riachos vizinhos. À medida em que o "cotto" vai sendo substituído por pisos compostos, seixos rolados e pedaços de pedras, surgem os trabalhos de embelezamento, com desenhos geométricos e depois com animais, frutas, plantas e até vultos de pessoas. A arte do piso se especializa e até hoje existem milhares de exemplares de mosaicos antigos, orientais, gregos, romanos e em todo o norte da África, de incrível beleza e qualidade de manufatura, feitos com pedrinhas de aproximadamente 1cm de lado, de várias cores e criando uma infinidade de motivos.Com o "calçamento" dos pisos, entra em função um dos elementos limpadores que teve maior duração no tempo: a água. Além de facilitar a limpeza de espaços inundados por chuvas e vazão de rios, podiam ser lavados mesmo em tempo seco, algo que o "cotto" não vitrificado não permitia.Sua manutenção, sempre a cargo das mulheres e circunstancialmente de escravos e crianças, era feita com bastante rigor. Descrições das casas no mundo romano elogiam a beleza e limpeza dos pisos. O piso de trânsito pesado, por onde passavam carroças, como ruas e estradas, era pavimentado com pedras grandes, aparelhadas, em nível abaixo do das casas, de maneira que serviam como captadores da água da chuva, que previam passagem de pedestres de um lado ao outro, sem se molharem. Além da água, o grande apoio tecnológico à época eram as vassouras e escovões. Não temos, até o presente, tais objetos no acervo museal do período. No entanto, sabemos de sua existência e funcionamento por meio de textos do período.Tais textos se referem tanto à limpeza doméstica quanto à limpeza das ruas, por uma brigada de trabalhadores chamados scoparii _ ou varredores, palavra derivada de scopa, palavra latina para vassoura. As ruas eram varridas mais de três vezes por dia e os detritos, sobretudo fezes de animais de transporte, eram ou recolhidos ou, em épocas chuvosas, apenas varridos para os cantos das ruas, pois a enxurrada se encarregaria da lavagem.Os textos mencionam também que as casas deveriam ser escrupulosamente varridas.Comentaristas como o Romano Juvenal criticava muito a falta de varrição em algumas casas ricas.Obviamente o que demandava tanto escrúpulo era o hábito romano de jogar restos de alimentos _ cascas, sementes, ossos e restos de carne assada _ no chão. Tal hábito era não apenas tolerado como incentivado, pois o montante desses restos indicava a qualidade da refeição que se acabara de compartilhar... E tanto era sinal de boa qualidade social que muitas casas tinham os pisos de suas salas de refeições decorados com mosaicos representando esses detritos. A exposição aqui oferecida trará o histórico do "piso" e como se deu historicamente o desenvolvimento de sua conservação, importante para a preservação da memória em monumentos até os dias atuais. Com uma temática que pode, à primeira vista, parecer de pouca relevância, a exposição trará conhecimentos históricos importantes de estudos arqueológicos e técnicas desenvolvidas por civilizações que despertará o interesse e curiosidade de toda a população. O apoio desta Lei de Incentivo ao presente projeto é crucial para transformar o estudo minucioso, brevemente acima descrito, em material expositivo para toda a comunidade. Com efeito, este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e ainda, enquadra-se nos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

Tatiana Zanelatto Domingues Função: Coordenadora Pedagógica das ações de contrapartida e das visitas coordenadas como medidas de ampliação de acesso. Área de atuação: Conservação e Restauro, Educação Patrimonial, Patrimônio Histórico Formação: Bacharel em Escultura pela Escola de Musica e Belas Artes do Paraná (Embap), Curitiba PR; Tecnóloga em Conservação e Restauração de Obra de Arte Sacra, Centro Técnico Templo da Arte (CTTA), São Paulo SP; Especialista em Conservação e Restauração de Monumentos Históricos e Arquitetônicos, Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC PR), Curitiba PR. Atuação profissional: Conservadora e Restauradora de Bens Móveis e Imóveis na empresa Tatiana Zanelatto Domingues Conservação e RestauroProfessora titular das disciplinas Patrimônio Histórico e Restauro e Técnicas Retrospectivas, Maquetes e Ateliê de Restauro do curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade Guarapuava _ Guarapuava-PR 2015-2016 Professora substituta, na Faculdade Mater Dei, Pato Branco Paraná, nas matéria de História da Arte 1, 2 e 3 e Técnicas Tradicionais Construtivas. 2014 Representante titular da sociedade Civil do Conselho Estadual de Cultura na área de Patrimônio Cultural Material e Imaterial; 2003 Sócia fundadora da Associação de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais (Arco.it). Algumas produções culturais: 2017 Proponente do projeto RestaurAÇÃO, aprovado no edital municipal de cultura, onde capacitou oito mulheres em situação de vulnerabilidade social em auxiliares de restauro e juntas realizaram o restauro de uma sala específica do Museu Casa Alfredo Andersen. 2016 Restauro de pintura cavalete, acrílica sobre tela, 169 x 159 cm, 2014, com rasgo de 12 cm, do artista plástico André Mendes. Molde e fatura de elementos decorativos da fachada da Unidade de Interesse de Patrimônio. Teatro Hauer (1891). Curitiba-PR.2007-2009 Restauro das pinturas artísticas e decorativas do forro, imagens sacras, retábulos e pinturas de cavalete da Igreja e Convento do Largo São Francisco, construída em 1647. Largo São Francisco, São Paulo SP. 2019 Restauro da pintura mural decorativa do Arco Cruzeiro da Igreja de Nossa Senhora da Graça, construída em 1665.Centro Histórico, São Francisco do Sul - SC.2019 Restauro das pinturas decorativas da Estação Saudade, estação de trem construída em 1900. Centro Histórico, Ponta Grossa - PR. 2014 Restauro dos quatro retábulos laterais da nave e do retábulo da capela lateral da epístola da Igreja Matriz de São José, construída em 1748. Centro Histórico, São José-SC.2014 Restauro de pinturas parietais decorativas de falso marmóreo na Nave da Igreja das Chagas do Seraphico Pai São Francisco, construída em 1788. Largo São Francisco, São Paulo-SP. 2018 Projeto RestaurAÇÃO realizado no Museu Casa Alfredo Andersen;2014-2015 Relocação de parede contendo pintura mural artística, conservação e restauro do painel. Villa Sophia (1890). Curitiba PR.2013-2014 Conservação e Restauro de pinturas parietais decorativas de 12 ambientes da casa. Villa Sophia (1890). Curitiba PR.2011-2013 Conservação e Restauração da coleção de jornais "O DIA"Curitiba PR.Compilação de trinta volumes encadernados, datados de 1937 à 1957, pertencentes à biblioteca central da FIEP/SESI/ SENAI/IEL. 2010-2011 Projeto de restauro, orientação e execução do restauro das pinturas parietais decorativas, escaiola, prospecções das fachadas e ambientes internos das edificações projetadas pelo Engenheiro Saturnino de Brito (1935) Santos-SP.2006-2007 Coordenação e execução do Restauro da Igreja e Convento Sagrado Coração de Jesus (1874). Petrópolis RJ.

Especificação técnica

DESCRITIVO DOS PAINEIS (ver também arquivo anexo) Painéis de MDF adesivados, com elementos em relevo, e placas em acrílico transparente aplicadas com afastadores por cima do fundo do painel. Estruturas metálicas de suporte embutidas Iluminação interna independente com led. Os painéis serão plotados com textos, imagens, infográficos e demais informações a serem definidas pelo conteúdo a ser desenvolvido pela Museóloga responsável. Conterão nichos ou prateleiras onde serão colocados elementos corpóreos específicos definidos pela Museóloga, tais como ferramentas de limpeza antigas, EPIs etc. Conforme apresentado no Projeto Executivo, nos setores centrais das salas Mezanino e Sótão será desenvolvido o Conjunto Expositor "Colmeia", composto de módulos octogonais de 90x90 cm de diâmetro e 3 diferentes alturas, onde serão expostos os materiais de maior porte, como máquinas de limpeza de piso, MOPs, esfregões etc. Esses módulos contarão com painéis de fundo que serão plotados com as informações respectivas a cada elemento exposto. Contarão com iluminação embutida tanto superior como na parte inferior, para valorizar os elementos da exposição. Conforme apresentado também no projeto Executivo, haverá a instalação artística de "paredes conceito", com destaque para a Curtain Wall, onde será realizada uma instalação representando a limpeza de vidros em altura (um boneco em escala humana, com uniforme e EPIs adequados, ficará pendurado no pé direito triplo da recepção, em atitude de limpar o vidro do Mezanino). ILUMINAÇÃO: Embutida interna com led nos painéis, além do projeto luminotécnico completo do espaço que será realizado com o objetivo de valorizar a visualização dos painéis e criar um clima de concentraçna para facilitar a leitura e o aprendizado das informações apresentadas. DISPOSIÇÃO Térreo: • 3 painéis de exposição • 1 painel de boas-vindas e patrocinadores • 1 exposição de 10m2 embutida no piso. Mezanino: • 12 painéis de exposição • 2 Conjuntos Expositores "Colmeia" com um total de 14 módulos Sótão: • 3 painéis de exposicão • 1 Conjunto Expositor "Colmeia" com um total de 6 módulos Painel Recepção Placas de vidro com logo em relevo no Painel da Recepção – Espaço exclusivo para até 6 patrocinadores. Medida do painel: 3m x 1m Medida da placa 25cm x 25cm Painéis Gigantes Térreo Placas de vidro com logo em relevo. Medidas da placa: 25x25 cm Medidas dos painéis: 3m x 7,60m Uniforme Boneco hiper-realista, em escala humana, simulando um limpador de vidros em altura, com uniforme e EPIs, pendurado do pé-direito em frente à janela de vidro, em cima da recepção. (VER IMAGEM EM DOCUMENTO ANEXO) Mezanino Entrada Placas de 25 x 25cm com logo do apoiador nos painéis de entrada à sala de exposição no Mezanino. Mezzanino Painéis Internos Marca do apoiador nos painéis de exposição internos do Mezzanino. Tamanho 25x25cm Sótão Painéis Internos Marca do apoiador nos painéis de exposição internos do Sótão. Tamanho: 25x25cm Metragem dos espaço expositivos: Térreo: 30m2 Mezanino 60m2 Sótão 37m2 PROJETO PEDAGÓGICO DAS OFICINAS DE CONTRAPARTIDA E DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO Oficina Prática: Objetivos: Desenvolvimento de trabalho prático em grupo utilizando a técnica tradicional de pintura parietal decorativa. - Desenvolvimento de aptidões que possibilitem maior compreensão das técnicas tradicionais e modernas de intervenção restaurativa em pinturas parietais decorativas. - O perfeito entendimento de todas as formas de expressão humana estão condicionadas à época de sua criação, às condições físicas e materiais do meio e a sociedade onde se desenvolvem. - A compreensão e o reconhecimento da importância do arquiteto como profissional atuante e presente nas obras que envolvem conservação e restauração de bens culturais móveis e imóveis. Produtos Finais: PARTE GRÁFICA elaborada pela equipe e entregue em formato A3, em sulfite, com carimbo de identificação na margem inferior ou lateral com 3cm de altura. Conteúdo da prancha:- Projeção interventiva decorativa que o grupo pretende, evidenciando o desenho e marcando as áreas de molde, ou seja, as linhas de encaixe da máscara (indicar a escala); - Ampliação do molde (indicar a escala), com a indicação das cores que se pretende para cada uma das áreas (referência da cor). Para cada cor, deverá ser elaborada uma máscara. 2. . PARTE PRÁTICA: elaborada pela equipe sobre a base fornecida (papelão, tecido ou parede), conforme segue: - Realizar o recorte dos moldes em papel duplex, tríplex ou acetato; - A equipe deverá “demarcar” os planos conforme o modelo gráfico desenvolvido previamente; - Após a marcação e delimitação das áreas, aplicar as pinturas decorativas, com o molde; - Identificar em catálogo as cores das tintas utilizadas. PLANO DE ENSINO: EMENTA Patrimônio histórico, artístico e cultural. Patrimônio nacional, regional e local. Instrumentos de proteção do patrimônio. Definição e conceitos fundamentais de patrimônio cultural material e imaterial. Aspectos normativos, institucionais, legislações patrimoniais e principais correntes teóricas e ética profissional. Aulas teóricas, estudos de casos, atividades praticas individuais e OBJETIVOS Capacitar os alunos e professores com os conceitos e teorias relativos às técnicas retrospectivas em acervos, para sua atuação corrreta do no campo da preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural material e imaterial. Analisar e conhecer os elementos teóricos e práticos referentes à conservação e restauração dos patrimônios históricos culturais, relacionados às diversas áreas de conhecimento para uma atuação profissional crítica e consciente. METODOLOGIA O programa estrutura-se em duas etapas, uma teórica e expositiva com a participação direta dos alunos, uso de quadro de giz, multimídia, atividades acompanhadas por seminários com interpretação e resumo de textos complementares. A abordagem prática será desenvolvida com visita externa, análise de projetos existentes e estudos de casos. Analise in loco de patologias e intervenções de restauro. As etapas objetivam elaboração de projeto de intervenção. Estão previstos estudos dirigidos para o aperfeiçoamento do aluno em seu embasamento teórico e prático, distribuídos durante o semestre. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. KÜHL, Beatriz Mugayar. Preservação do patrimônio arquitetônico da industrialização: problemas teóricos de restauro 1 ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009. 2. VIOLLET-LE-DUC, Eugène Emmanuel. Restauração. 4 ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2013 3. BRAGA, Márcia. Conservação e Restauro: Arquitetura Brasileira. Rio de Janeiro: Rio, 2003. 4. BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. 4 ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2013. 5. BRASIL. Ministério da Cultura. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Caderno de Documentos nº 3: Cartas Patrimoniais. Brasília: MinC; IPHAN, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BARROS, Júlio; BARROS, Alzira Costa Rodrigues; MARDEN, Sanzio. Restauração do patrimônio histórico: uma proposta para a formação de agentes difusores. São Paulo: SENAISP, 2013. 2. BOITO, Camillo. Os restauradores. 3 ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2008. 3. BRASIL; INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (BRASIL). Sítios históricos e conjuntos urbanos de monumentos nacionais: volumes I,II,III, Ministério da Cultura, 2005. 4. CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: UNESP, 2001. 5. KÜHL, Beatriz Mugayar. Arquitetura do ferro e arquitetura ferroviária em São Paulo: reflexões sobre a sua preservação. 1 ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 1998. 6. DVORAK, Max. Catecismo da preservação de monumentos. 2 ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2013.

Acessibilidade

A exposição terá acesso gratuito e a área expositiva atenderá a requisitos técnicos de acessibilidade física, conforme regem as regulamentações governamentais. O atual espaço sede do Museu da Limpeza passa por reformas atendendo todas as especificações de acessibilidade. Para acesso de conteúdo, todos os meses serão oferecidas visitas guiadas para deficientes visuais e auditivos. Os monitores contratados narrarão em ordem cronológica todo material expositivo contando a curiosa história do piso, desde os primórdios até a atualidade. A equipe de produção entrará em contato com o Instituto dos Cegos de Curitiba para promover e organizar essas visitas. PRODUTO: Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, e demais acessórios de acessibilidade. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem explicativa em todos os equipamentos expositivos pertencentes a este projeto. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição nos equipamentos expositivos pertencentes a este projeto. PRODUTO: Exposição de Artes ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, espaçamento amplo entre os mobiliários, banheiros adaptados e demais acessórios de acessibilidade. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem integrada na adesivagem do material do mobiliário expositivo.DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. PRODUTO: Contrapartidas Sociais ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral.

Democratização do acesso

Como medida de ampliação de acesso, serão adotadas as seguintes medidas para o presente projeto: PRODUTO: Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Serão realizadas mensalmente visitas guiadas por arte-educador, seguidas de oficina, oferecidas a profissionais de limpeza (e seus familiares). Segundo a FACOP, Curitiba conta com cerca de 25 mil funcionários de limpeza trabalhando desde escritórios a monumentos históricos, centros culturais, shopping centers, etc. Este público não tem o hábito de frequentar equipamentos culturais. O objetivo é ampliar as opções de entretenimento e cultura para este público específico, mostrando que além deste museu específico, Curitiba oferece uma série de outros equipamentos culturais acessíveis e gratuitos a todos e respectivamente às suas famílias. PRODUTO: Exposição de Artes III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; PRODUTO: Contrapartidas Sociais IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Proponente: UNICULTURA – Universidade Livre da Cultura Função: Coordenação geral (função exercida pela proponente do projeto a ser remunerada pelos Custos de Administração) ATUAÇÃO PROFISSIONAL A Universidade Livre da Cultura – Unicultura é uma Organização Não-Governamental que, desde sua fundação, conta com uma equipe técnica de experiência na gestão de projetos culturais, entre as diversas linguagens e manifestações artísticas. ALGUNS TRABALHOS REALIZADOS NA ÁREA CULTURAL - Lançamento do livro “La primera república de las Americas, em Bogotá, Asunción e Buenos Aires; - VII Concurso de Piano Edna Bassetti Habith – Música; - Trupe da Saúde - Artes Cênicas; - Show Essência Elis – Música; - Paiquerê, Piquirí, Fietó - Espetáculo Infantil; - Paraná Central - O vale das Utopias – Humanidades; - Exposição 200 Anos de Verdi; - 20 Anos do "O Grande Circo Místico" - Evento e vídeo - Teatro Guaíra; - Cafundó - Longa-metragem (Produção de Locação); - 150 Anos de Emancipação Política do Paraná - Brasília-DF. - Orquestra das Rosas; - Exposição Desloc; - Exposição Transparência; - Mia Cara Curitiba. PRÊMIOS RECEBIDOS E TÍTULOS Prêmio de Mídia Livre (2008); Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social (2009); Projeto Destaque – Ozires silva de empreendedorismo Sustentável (2011); Menção Honrosa – Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, pelo projeto Trupe da Saúde (2009); Prêmio Economia Criativa 2012, oferecido pelo Ministério da Cultura. Marlene Suano Função: Curadoria/Pesquisa/Produção de texto crítico Formação/Titulação:1. Bacharel e Licenciada em História pela FFCL-USP (1969). 2. Pós-Graduada em Museologia, University of Leicester, Inglaterra (1972)3. PhD em Arqueologia, Institute of Archaeology, University of London, 1976 Equiparação com título da USP obtida em 1984.Atuação Profissional: a. Membro residente da British Schol at Rome,1973-74 b. Secretária de Redação da Revista Dédalo, do Museu de Arqueologia eEtnologia da USP (c. Coordenadora de pesquisa (área de patrimônio arqueológico ehistórico) do CONDEPHAAT - Conselho de Defesado Patrimônio Arqueologico, Histórico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo - em convênio com a Fundação Padre Anchieta(1980-81). d. Coordenadora do Acordo de Colaboração Científica entre a Secretaria de Estado da Cultura-SP e o Ministero dei BeniCulturali ed Ambientali/Soprintendenza Speciale per la Preistoria e l'Etnograia, Roma (1980-83). e. Assessora para Assuntos Culturaisda Universidade Federal de São Carlos (1981-1982) e Presidente da Comissão e Coordenadora do Projeto Bolsa Trabalho-Arte destamesma Universidade do Projeto Bolsa Trabalho-Arte desta mesma Universidade e do MEC/FUNARTE (1981-82). f. Arqueólogacolaboradora da Soprintendenza Archeologica del Molise (desde 1977) e Co-DIretora de escavações (desde 1980). g. Professor-Assistente-Doutor (MS3) junto ao Departamento de História da FFLCH-USP (Setor de História Antiga) 1982-2018. Principais realizações:MUSEUS COM CUJAS Coleções ARQUEOLÓGICAS JÁ TRABALHOU 5.1. Nacionais a) Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. 5.2. No Exterior a) na Itália: Museo Nazionale di Chieti, Abruzzo Museo Nazionale di Bologna Museo Preistorico Luigi Pigorini, Roma Museo Nazionale Etrusco di Villa Giulia, Roma Museo Archeologico Nazionale, Perugia Museo Archeologico di Pesaro, Marche Museo Civico di Ripatransone, Marche Museo Civico di Baranello, Molise Museo del Sannio, Benevento, Campania Museo Archeologico di Fermo, Marche Museo Arch. Claudio Faina, Orvieto, Umbria Museo Nazionale di Napoli, Campania Museo Nazionale di Melfi, Basilicata Museo Nazionale di Potenza, Basilicata Museo Nazionale di Bari, Puglia Museo Sannita, Campobasso, Molise b) na Inglaterra: Jewry Wall Museum, Leicester. Museum of Makind, Londres. Oxford County Museum, Oxford. British Museum, Londres. LIVROS PUBLICADOS: 1. SUANO, M.; MENEZES, J. B. . História da Limpeza profissional no Brasil. 1. ed. São Paulo: GPA Cultural, 2015. 200p . 2. SUANO, M.. Italiani del Molise, Italianos do Brasil. 1. ed. São Paulo: Secretaria de Estado da Cultura, 1999. v. 1. 90p . 3. SUANO, M.. Sabellian-Samnite Bronze Belts In The British Museum. Londres: British Museum Press, 1986. 82p . ATIVIDADES MUSEOLÓGICAS E ARQUIVÍSTICAS a. Participação na organização e montagem de exposições no Museu de Arqueologia e Etnologia da USP: Arte da Escrita, 1966; Mediterrâneo Clássico, Acervo, 1967; Coleção Bezzi, Arte Pré-Colombiana do Peru, 1967; Arte Funerária Egípcia, 1968; Arquitetura do Peru Pré-Colombiano, 1969; África, Arte Negra, 1969. b. Estágio no Oxford County Museum, Inglaterra, para inventário e documentação da cultura material e documentos arquivísticos do Condado; janeiro-março de 1972 c. Estágio no Jewry Wall Museum, Leicester, Inglaterra, para reformulação da área de exposição de depósitos; março-abril de 1972 d. Estágio no British Museum, Department of Ethnography (atual Museum of Mankind), Londres, Inglaterra, para estudos de conservação e apresentaçåo de material etnográfico; abril-maio de 1972 e. Membro da equipe que elaborou o projeto (já implantado) do English China Clay Museum, em St. Austell, Corrnualha; janeiro-julho de 1972. (Primeiro projeto de museu histórico de ambiente, em 1973 batizado, na França de Eco-Museu"). f. Organização e montagem de Exposições sobre a arqueologia do Samnio, da Soprintendenza Archeologica del Molise, Itália; 1985-1989 e 1992 (Milão, Florença, Campobasso). g. Organização da exposição "Pão, Óleo e Vinho" , no Museu da Imigração de São Paulo. 1998 (Secretaria de Estado da Cultura/ provincia de Campobasso, Itália). h. Organização da exposição "Italiani del Molise, Italiani del Brasile" , inaugurada em Termoli, Molise, Italia, em novembro de 1998 a 2003. i. Participação das discussões para montagens de exposições arqueológicas didáticas na Soprintendenza Archeologica del Molise (de 1998 à presente data). j. Participação da elaboração e montagem da exposição arqueológica Tornareccio/Monte Pallano, na cidade de Tornareccio (Chieti), julho de 2011-2013-2017. k. Participação na elaboração e montagem das exposições do Museo Provinciale Sannita, di Campobasso (2015-2018). l. Pesquisadora e Curadora Residente- Coleção Ivani e Jorge Yunes, São Paulo-SP (Arqueologia e Cultura Material). 2019-2020 LISLEIDE VIANA DOS REIS Função: Produção Executiva FORMAÇÃO ACADÊMICAPrograma de Desenvolvimento em Finanças – FGV in companyPós Graduação em Administração Industrial – UFPRGraduação em Administração de Empresas – FAE Projetos em destaque em que atuou: • Projeto Fazendo Arte, Cooperando com a Vida – projeto realizado em parceria com o SESCOOP desenvolvendo a educação voltada ao cooperativismo nas escolas da rede pública de ensino. Atuando como produtora e compras com fornecedores de materiais das atividades executadas pela equipe multidisciplinar que integra o projeto.• Projeto Bravíssimo – Medianeira – produção executiva de concertos e oficinas realizados na cidade de Medianeira – PR, que oferecem ao público do interior introdução à música erudita. Projeto resultante de Lei de Incentivo Federal. Projeto RestaurAÇÃO - restauro e capacitação em técnicas de restauro para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Atuando como produtora responsável por coordenar as atividades executadas pela equipe multidisciplinar que integra o projeto.Principais atividades: Responsável pela contratação dos prestadores de serviços e compra de matérias utilizado no projeto. Projeto Fazendo Arte, Tecendo a Vida – educação patrimonial voltada a adolescentes estudantes na rede pública de ensino. Atuando como produtora responsável por organizar as atividades executadas pela equipe multidisciplinar que integra o projeto.Principais atividades: Viagem com a equipe para execução do projeto, em oito cidades do Estado do Paraná. Oficina Escola de Lutheria – curso de capacitação e formação em fabricação de instrumentos musicais utilizando madeira de reflorestamento.

Providência

SOLICITAÇÃO DE PRAZO DE EXECUÇÃO ATENDIDA AUTOMATICAMENTE PELO SALIC

2026-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná