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Montagem e circulação do espetáculode artes cênicas Ladrões de Bicicleta que possui como pesquisa poética e dramaturgica elementos do teatro, dança contemporânea, cinema e projeções audiovisuais. Partindo de uma construção autoficcional, a peçaartistica aborda a relação de dois personagens que cresce à medida que eles vão descobrindo a trajetória que cada um trilhou para chegarem até ali. Contrapartida Social: Realização de oficinas gratuitas sobre o tema autoficção, realizaçao de todas as apresentações gratuitas e a realização em regiões periféricas do Distrito Federal.
A peça teatral partiu de uma motivação pessoal de um dançarino e de uma atriz para retratar o apego/desapego em um contexto sociocultural, onde nos é imposto a estabilidade financeira, profissional e planejamento estratégico dos nossos percursos para um possível futuro em êxito. A atriz, Juliana Tavares, uma das idealizadoras do projeto, fez um mestrado em Artes Performativas em Lisboa, a fim de trilhar um caminho que mesclasse projetos culturais entre Portugal e Brasil, mais especificamente em Brasília. Seu projeto final em Lisboa, uma peça de teatro, retrata uma vivência pessoal em relação a doença de Alzheimer; a avó, que foi interpretada por uma atriz portuguesa, e a neta, brasiliense. Já Leonardo Rodrigues, também idealizador e criador, em sua busca incansável por novos percursos e diferentes linguagens artísticas, encontrou em diversos países, incluindo Portugal, um elo que dialogasse com o cenário brasiliense: um desapego de planejamento de vida, em um universo completamente planejado. O roteiro versa sobre relações afetivas, sobre traumas, sobre os desafios e políticas que envolvem estar socialmente inserido em uma sociedade culturalmente planejada e moldada a um futuro pré-definido e tradicional. Foca no resgate das memórias e olhar para si, trilhando um caminho desde a infância à algum lugar. Não há perfis socioeconômicos, etários, de gênero ou sexo definidos para o público pretendido. O projeto pretende aingir públicos de todos os gêneros, sexos, idades, raças e classes sociais.
Objetivo geral: O objetivo principal do projeto é a montagem e circulação do espetáculo de artes cênicas Ladrões de Bicicleta, que busca retratar as jornadas que modificam nossa concepção do passado e como elas podem alterar e influenciar no nosso futuro, partindo de uma construção autoficcional que surge a partir da união dramaturgica autoral portuguesa e brasileira. O projeto visa estar em consonância com o art. 2º do decreto nº 5.761/2006, em seus respectivos aspectos: - Valorizar a cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão; - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; - Apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; - Promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países; Objetivos específicos: O projeto visa a montagem e circulação do espetáculo de artes cênicas Ladrões de Bicicleta. A circulação prevê 6 apresentações teatrais que ocorrerão segundo o plano de distribuição. Além de duas oficinas sobre o tema autoficção.
A montagem e circulação do espetáculo de artes cênicas Ladrões de Bicicleta é revelante para o cenário teatral brasileiro pois se apoia, no art. 1º da Lei 8313/91, se enquandrando nos seguintes incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Com base no artigo 3º da referida norma, o projeto Ladrões de Bicileta alcançara o seguinte objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Ciente de que cabe ao Estado garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, além de apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais, o proponente considera a aprovação deste projeto na Lei de Incentivo à Cultura instrumento essencial para que os preceitos da própria legislação e da Constitução Federal sejam seguidos de forma plena e para garantir o devido financiamento do mesmo. No contexto especifíco do projeto, este nasce como um desdobramento da peça autoficcional Metade da Lua, que, ao abordar uma história íntima, traz a tona novas histórias pessoais e ficcionais, que se misturam na tentativa de buscar nas memórias, na infância e no passado, consequências e traumas, assim como incertezas e novas descobertas que construíram o que hoje se tornaram ou querem se tornar essas novas personagens. Sendo assim, a motivação desse projeto é retratar as jornadas que modificam nossa concepção do passado e como elas podem alterar e influenciar no nosso futuro, partindo de uma construção autoficcional, para uma compilação de histórias diversas. Partindo de obras como Ladrões de Bicicleta (1948) de Vittorio De Sica, A invenção do cotidiano (1980) de Michel de Certeau, O Homem que Passeia (1992) de Jiro Taniguchi, Murar o Medo (2011) de Mia Couto, Tell me who I am (2019) de Ed Perkins, De apatiska barnen (2019) de Kristine Samuelson e Jonh Haptas, o projeto apresenta dois personagens que roubam bicicletas para tentar decifrar e encontrar os percursos que os verdadeiros donos já trilharam e assim descobrir novos pontos de vistas, partidas e despedidas. A relação desses dois personagens cresce à medida que eles vão descobrindo a trajetória que cada um trilhou para chegarem até ali: um dia roubados, outro dia roubando o percurso e objeto de alguém. Essa relação se cria a partir das memórias, dos traumas, das histórias que começam desde a infância, seja pela primeira vez que andaram de bicicleta, assim como a primeira queda. O medo, o desapego, a saudade, as incertezas, planejamentos, sofrimentos, amores são alguns dos temas que os personagens vão desenvolvendo ao longo da trama. Entre espaços que os personagens trilham sem destino, a peça mistura ficção/realidade e cria um debate entre os cenários planejados em um contexto pré-definido socioculturalmente.
O espetáculo de artes cênicas Ladrões de Bicicleta, que tem como pesquisa poética e dramatúrgica a mescla de teatro, dança contemporânea, cinema e projeções audiovisuais prevê 6 (seis) apresentações em locais fechados.. O espetáculo possui 1 dançarino e um atriz em cena e tem aproximadamente duração de 90 minutos.
Conforme as normas previstas na Lei 13.146/15 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência) e na Instrução Normativa nº 2/19, que estabelece procedimentos para apresentação, recebimento, análise, homologação, execução, acompanhamento, prestação de contas e avaliação de resultados de projetos culturais financiados por meio do mecanismo de Incentivo Fiscal do Programa Nacional de Apoio à Cultura, o público-alvo a receber as medidas de acessibilidade compatíveis e necessárias para ampliação de acesso do espetáculo "Ladrões de Bicicleta" são: pessoas com deficiência visual e deficiência física. Dessa forma, conforme requisitos dos arts. 18 a 20, serão adotadas as seguintes medidas, previstas no orçamento analítico do projeto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Circular por espaços que possuem instalações estruturalmente acessíveis, como banheiros especiais, reserva de espaços para PCDs com mobilidade reduzida, rampas de acesso e/ou corrimões. Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto prevê a ferramenta de áudio-descrição em suas apresentações. Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto prevê, ainda, interpretação simultânea em LIBRAS em suas apresentações. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Circular por espaços que possuem instalações estruturalmente acessíveis, como banheiros especiais, reserva de espaços para PCDs com mobilidade reduzida, rampas de acesso e/ou corrimões. Acessibilidade para deficientes visuais: Os oficineiros serão treinados para receber deficientes visuais e para oferecer explicações sobre o conteúdo das atividades propostas. Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto prevê, ainda, interpretação simultânea em LIBRAS em pelo menos uma de suas oficinas. Além das ações propostas, a equipe do projeto contará com uma Consultoria de Acessibilidade, envolvida desde a elaboração do projeto, que continuará a prestar serviço de consultoria/elaboração de plano de ações de acessibilidade, bem como oferecerá a ajuda técnica necessária para a execução do mesmo. O material de divulgação dos produtos culturais e contrapartidas sociais gerados pelo projeto também conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.
Além da obrigatoriedade mínima prevista na alínea "a", inciso I, do artigo 20, em que 20% dos ingressos serão destinados à distribuição gratuita, o projeto preverá, segundo a mesma Instrução Normativa nº 2/19, em seu artigo 21: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; e V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
Leonardo Rodrigues (proponente) - Coordenador do Projeto Criador, multifuncional e artista. MBA em Economia (FGV), bacharelado em Ciência Política (UnB) e Jornalismo (UCB). Depois de mais de seis anos de atuação exclusiva nos campos da Comunicação Social e Ciência Política, mergulha em uma viva relação com as artes e a criação. Pensa-propõe uma arte híbrida, sem divisões internas e em coexistência com a transdisciplinaridade criativa. Experiencia uma formação artística autônoma e holística através de residências em Brasília/DF, Performance Ouvidoria com Luciana Paz (2018), Solos Performáticos com Semolina Tomik [ES/CR] (2018), Mondo Fragile com Antonio Catalano [IT] (2018), PERFORMANCE-FULERAGE com grupo de pesquisa Corpos Informáticos (2018); Salvador/BA, Práticas Artísticas com Coletivo Dimenti (2019); Teresina/PI, Mormaço com Casa Sollar (2019). Através de espetáculos e compartilhamentos abertos em Brasília/DF, Juntos e separados da Companhia de Dança Anti Status Quo (2020), Olho da Fechadura de Hugo Rodas (2019), Inominável da Companhia Dois Tempos de Teatro (2018), Solos em Processo do Núcleo ASQ (2018); Salvador/BA, Looping: Bahia Overdub da 7Oito Projetos (2019); Campinas/SP, De Carne e Concreto da Companhia de Dança Anti Status Quo (2019). Paola Veiga – Diretora de ArtePaola Veiga, diretora e roteirista, membro e fundadora do Coletivo Vamos Fazer um Filme, é também diretora da websérie Mulheres Virais, rodada no Rio de Janeiro, indicada como melhor websérie pelo Rio WebFest, já na sua segunda temporada. Em 2014, realizou o curta-metragem: ADENDO, com a atriz Beth Zalcman. O curta foi vencedor de Melhor Filme pelo Júri Popular do Festival Internacional Très Court. Além disso, esteve presente em diversos festivais no Brasil. Em 2015, fez codireção do curta-metragem: Aqueles Dois, Naquela Manhã, roteiro vencedor do Melhor Projeto Carioca do Festival Internacional Curta Cinema de 2013. O filme também esteve presente em diversos festivais no Brasil, como o festival de Recife. “O Vão e o Vazio”, com Anja Bittencourt e Roney Vilella, curta-metragem produzido pelo coletivo Vamos Fazer um Filme, dirigido em 2015, também no Rio de Janeiro. Ainda em 2015, fez sua estreia na direção e roteiro de dois videoclipes: “Feliz com Quem For” da cantora e atriz Teka Balluthy, produzido pela Sony Music Brasil, ainda inédito no circuito comercial; e “Enfim” videoclipe da Banda Pirâmide, que teve sua estreia no Canal multishow. Em 2016 fez a direção do curta-metragem: Quando o Barulho Cabe no Silêncio, rodado em Brasília, com a atriz e diretora Fernanda Rocha, vencedora do Kikito de Melhor Atriz Coadjuvante em 2015 e o ator, também brasiliense, João Antônio. Em 2017, foi roteirista e diretora do curta-metragem “Não Conto”, roteiro baseado no conto “O Jardim Secreto”, de Lygia Fagundes Telles, com Adriana Lodi. É responsável pelo roteiro e direção de imagens do projeto “O Sertão Vai Virar Mar”, da jornalista e fotógrafa Patrícia Patriota. Ainda em fase de pré-produção, será diretora do curta-metragem “Dentes Cerrados”. Roteiro premiado no Curta Cinema 2015. Jordana Mascarenhas – Diretora Geral Jordana Mascarenhas é atriz, diretora, produtora cultural e pesquisadora, formada em Letras e Artes Cênicas pela Universidade de Brasília – UnB. Atualmente tem seus estudos voltados para processos composicionais com foco no campo de afetos, na composição e resgate de mitologias pessoais, perpassando os campos de memória, vivência e experiência mobilizados no tempo, no espaço e no encontro. Tais processos deram origem ao artigo O Trabalho do Ator dos Afetos à Criação, recentemente indicado ao prêmio de pesquisa destaque pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico -Cnpq, sendo agraciado com menção honrosa. Também o artigo Memória, Vivência e Experiência do Inominável publicado na revista Arte 21 da Universidade de Belas Artes de São Paulo,neste mesmo ano dá seguimento à pesquisa CORPOético – por uma Ética da Cena Construída em Afetos e em 2020 publicou o artigo Inominável: cena e encontro como campo de afetos na revista Conceição|Conception da Unicamp Fundou a Companhia Dois Tempos em 2008. Compõe os grupos de pesquisa Poéticas do Corpo e Núcleo de Estudos da Cultura, Imagem, Oralidade e Memória (Necoim). Atuou e dirigiu mais de dez espetáculos teatrais, tendo como seus últimos trabalhos o espetáculo Mundaréu (atriz) e Inominável (atriz e diretora). No cinema atuou em onze filmes, entre curtas , longas metragem e séries para TV, tendo como últimos trabalhos a série Mil Dias, transmitida no canal History Channel. Anderson Tabuh - Consultor de Acessibilidades Possui Licenciatura Plena em Pedagogia (UFPE), especialização em Língua Brasileira de Sinais (FAEL) e Mestrado em Estudos da Tradução (UnB). Professor Adjunto do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) desde 2017, onde leciona as disciplinas Língua Brasileira de Sinais (Libras), Educação Inclusiva e outras disciplinas pedagógicas para licenciaturas. Atuou como Coordenador-Geral do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - CONADE (2015-2016). Atuou como Professor Tutor no curso de Bacharelado em Letras/LIBRAS da UFSC no Polo conveniado UFPE (2008-2012). Atuou como Consultor da UNESCO (2013-2014), cedido como Apoiador Institucional à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Tem experiência na temática da inclusão social e diversidade humana e interesse em pesquisas sobre audiodescrição, Libras e aspectos da subjetividade das pessoas com deficiência em seu processo de inclusão social. Juliana Tavares – Atriz Juliana Tavares é atriz, autora e produtora brasileira e atualmente reside em Lisboa, Portugal. Iniciou sua carreira em 2006 pela Companhia da Ilusão com direção de Alberto Bruno, Regina Sant'anna e Sergio Marabocaiala. Participou da oficina de Criação e Experimentação Cênica com a diretora Adriana Lodi e do espetáculo Sem Pé nem Cabeça, além passar por diretores como Abaetê Queiroz e James Fensterseifer. Atuou em mais de 15 peças como Otelo, O Auto da Barca do Inferno, Nas Terras de Urubatã e Jurema, As Bacantes, Arlequim, o servidor de dois amos e Bodas de Sangue. Fez diversos workshops de TV e cinema com diretores do Rio de Janeiro e Brasília como Roberto Jabor, Marcello Gonçalves, Silvio Guindane, Louviral Prudêncio, Ricardo Blat, Mabel Cezar e Luana Proença. Participou de uma Residência Artística em Bragança Paulista com as Companhias Mala Voadora (Portugual) e Cia. Do Latao (SP). Fez vários curtas metragens, workshop Fórum Shakespeare, ministrado por Vik Sivalingam (Reino Unido), além da Oficina Fontes Conhecidas e Desconhecidas com Cacá Carvalho, proporcionado pelo Cena Contemporânea e Oficina de Atuação para Cinema com Sergio Penna, pelo Festival de Cinema, ambos em Brasília.Recentemente fez participações em novelas e filmes, além de ter sido produtora, autora e atriz do espetáculo Metade da Lua. Mestrado em Artes Performativas pela Escola Superior de Teatro e Cinema, em Portugal. Sai da Caixola! Produtora Criativa – Produção Executiva A Sai da Caixola! Produtora criativa iniciou suas atividades, ainda informalmente, em novembro de 2016, com a produção e coordenação geral do Webclipe “Cabeceira”, da banda brasiliense O Tarot. A produtora realizou uma série de produtos com a banda, dentre eles os clipes das músicas “Meridiana” (2017), “Em Construção” (2018) e “Fogo!” (2019) – todos na função de Roteirista, Produção Executiva e Coordenação Geral”, bem como das gravações “Caravanero – ao vivo no Cervejaria Criolina” (2019), “Nove Caixas – ao vivo no Clube do Choro” (2018) e “Chaleira – ao vivo no Eye Patch Panda” (2019), nas funções de Produção Artística e Executiva.A Sai da Caixola! é responsável, ainda, pela produção do Festival Sai da Garagem!, festival sustentável de música, artes integradas e mercado alternativo, além do Festival Folia Fulêra, de natureza carnavalesca, ambos realizados em 2019.
PROJETO ARQUIVADO.