| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 10456016000167 | SHELL BRASIL PETROLEO LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,20 mi |
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 560,0 mil |
| 17298092000130 | Banco Itáú BBA S.A | 1900-01-01 | R$ 199,3 mil |
Realizar a 11a edição da FLUP no Rio de Janeiro. Em seus 8 dias de atividades será oferecida ao público uma programação com mesas de debates, com esquetes literárias, batalha de rimas e mesa de glosas, entre outras ações. A FLUP será seguida por 2 processos formativos: a FLUP Pensa Poesia e a FLUP Pensa Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas. A contrapartida social será promover uma formação de poesia com um Slam final entre escolas públicas e/ou privadas e/ou projetos sociais. Este slam acontecerá ao mesmo tempo que o VIII Rio Poetry Slam e o VIII Slam Nacional. Todas as programações são gratuitas.
O projeto pretende realizar aproximadamente 10 atividades culturais variadas em 8 dias de programação, além das ações de formação durante o ano. Estas atividades estão descritas no item Objetivos. A escolha dos artistas, autores e participantes da FLUP se dá por meio de curadoria dos criadores do projeto e curadores convidados, baseando?se no conceito escolhido como temática do evento. O objetivo do projeto é ampliar o acesso dos moradores de comunidades do Rio de Janeiro à leitura e à criação poética, cultivando formas artísticas comprometidas com a cidadania, ]abrindo espaço para discussões sobre educação, gênero, raça, e outros assuntos, assim como garantir a cultura como direito humano fundamental de todos os cidadãos brasileiros. A FLUP 2022 também quer consolidar o intercâmbio artístico internacional, com convidados estrangeiros. O tema da FLUP será o Modernismo Negro e consistirá em debates que mostrem a participação e a relevância da geração de artistas como Donga e Pixinguinha na formação da identidade brasileira, aproveitando o grande debate sobre os 100 anos da Semana de Arte Moderna e o Bicentenário da Independência para ressaltar que o verdadeiro Modernismo Brasileiro foi negro, musical e popular, tendo como principal ponto de difusão a indústria do rádio, que em 2022 também estará completando 100 anos.
Gerais: A FLUP propõe criar um ambiente para a celebração e a reflexão em torno do livro e da literatura nos ambientes de periferia e, ao mesmo tempo, para a afirmação desses territórios como integrantes comuns da cidade, com diferenças e especificidades, mas detentores do mesmo estatuto e dos mesmos direitos. A FLUP tem uma aderência bastante consistente da comunidade que a recebe, impacta positivamente as outras comunidades com as quais interagiu em edições anteriores e tem um grande retorno de mídia espontânea, com média de R$ 7 milhões/ano. O tema dessa edição consistirá em debates sobre o fazer poético e performances relacionadas às mais diversas modalidades da poesia oral no Brasil, dialogando com tradições que vão do cordel nordestino ao hip hop paulista, passando pelo esteio gaúcho, pelo partido alto carioca e, lógico, pelo fazer erudito. 1. Viabilizar os meios para o acesso ao conhecimento, à cultura e ao lazer para um amplo e diversificado conjunto de pessoas; 2. Viabilizar meios para a democratização do livro e da leitura; 3. Promover o livro; 4. Criar possibilidades de interação entre as comunidades e grupos periféricos; 5. Descobrir novos autores; 6. Fomentar e formar novos leitores; 7. Resgatar, valorizar e divulgar os saberes populares na formação do povo brasileiro. 8. Criar novas plataformas de estímulo à leitura (Saraus e Slam). Objetivos Específicos: - Realizar a 11ª edição da FLUP como evento hibrido, digitalmente e presencialmente, caso seja possível devido ao Covid 19. - Realizar um seminário de abertura do processo da FLUP Pensa em 3 dias com 9 mesas/debates, e uma atração especial finalizando cada dia. - Realizar 10 encontros da FLUP Pensa Poesia; - Realizar encontros quinzenais dos participantes do processo formativo FLUP Pensa Poesia com seus orientadores de forma a acompanhar o desenvolvimento da produção das poesias. Serão 8 turmas. - Realizar 10 Encontros da FLUP Pensa Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas onde os participantes produzirão argumentos audiovisuais para futuros roteiros; - Realizar 5 dias de atividades literárias e baseadas em literatura compondo a programação da FLUP. - Realizar a VIII edição do Rio Poetry Slam, batalha de poesia internacional. - Realizar a VIII edição do FLUP Slam Nacional - Realizar 10 mesas de debates na programação da FLUP. - Contrapartida Social _ Promover o Slam Colegial, em 6 escolas públicas e/ou privadas, onde 6 orientadores passarão 3 meses treinando os participantes para que ao final do processo participem da batalha de poesia, gerando integração entre os participantes.
A FLUP é hoje uma das principais festas literárias da cidade do Rio de Janeiro, com programação robusta, visibilidade na mídia e público expressivo. Ganhou em 2013 o prêmio Faz Diferença do O Globo; em 2016 foi agraciada com o Excellence Awardas da London Book Fair; e em 2017 ganhou a 1ª edição do Prêmio IPL _ Retratos da Leitura; e em 2020 vencedora do prêmio Jabuti na categoria fomento a leitura. Além de colocar a favela como um espaço possível para grandes debates sobre o livro, identificou, deu rede e revelou uma geração de autores da periferia que hoje chegam com força ao mercado. Também mostrou para a cidade a potente cena dos saraus na periferia, como o da Cidade de Deus e o de Antares. Outra importante contribuição da Festa Literária das Periferias foi inspirar produtores culturais cariocas a criarem seus próprios festivais, como foi o caso da FLIZO. Além de ser uma plataforma para dar visibilidade à produção da periferia, a FLUP aposta em novos formatos, como o Poetry Slam. Outra inovação da FLUP foi a transformação de uma festa literária em um processo de formação de leitores e autores. Vale observar que em suas edições anteriores, a FLUP mapeou um conjunto significativo de ativistas da literatura na metrópole, demonstrando como a atividade literária pode modificar determinados contextos. A FLUP tem revelado autores da periferia para o mercado editorial: foram quase 200 novos autores publicados em mais de 22 livros. Novos desafios se avizinham, a importância de levar a literatura a locais de menor acesso (mas não menor potencial) e também a outros Estados e Países, é um desafio que por si só já justifica um projeto desse porte, importância e magnitude. Histórico FLUP Em 2012, a FLUP realizou sua primeira edição. Uma grande estrutura para a celebração e a reflexão da literatura foi montada no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, no Centro do Rio de Janeiro. Os resultados, sobretudo para um evento estreante, foram muito positivos. A FLUP mobilizou dezenas de escritores, a comunidade e a cidade; gerou renda para diversos moradores e instituições do Morro dos Prazeres. Em 2013, a FLUP homenageou Waly Salomão, poeta e produtor cultural que ajudou a criar a ponte entre os artistas do asfalto e da favela, na edição que realizou em Vigário Geral. Mais uma edição de sucesso. Em 2014, a FLUP chegou à Mangueira para discutir a brasilidade e homenagear o ativista Abdias Nascimento. Havia escritores e poetas de mais de 20 países. A FLUP 2015 foi realizada no morro da Babilônia/Chapéu Mangueira e teve como homenageada a psiquiatra Nise da Silveira e como tema a carioquice nos 450 anos da cidade. A programação tinha nomes expressivos, uma feira de quadrinhos e a 2a edição do Rio Poetry Slam, mas ficou marcada pela hospedagem dos autores dentro da própria comunidade, pela distribuição de cerca de 20 mil livros e pela contação de história na casa das pessoas. Em 2016, a FLUP comemorou os 50 anos da Cidade de Deus e sua programação incluiu a realidade virtual para narrar o drama das famílias que perderam seus filhos para a violência do estado. Em 2017, uma sangrenta guerra de facções no Vidigal foi interrompida para receber cerca de 50 convidados, que em sua esmagadora maioria se hospedaram na própria comunidade. A FLUP 2017 também ficou marcada pelo encerramento do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual, processo de formação que pode estar revelando a primeira geração de roteiristas negros brasileiros. Em 2018 a FLUP aportou na Biblioteca Parque Estadual, no Centro do Rio e teve uma audiência maciça da população e contou como convidados Gilberto Gil, Liniker, Heloisa Buarque de Holanda, entre outros. Em 2019, com a violência da cidade e a possibilidade de apoio do Museu de Arte do Rio em sediar o projeto, a FLUP acontece no centro, perto do Cais do Valongo com a temática feminismo negro e o homenageado Solano Trindade. Em 2020 a FLUP se inova, se reinventa com o COVID 19, e transforma sua edição em digital, homenageia Carolina Maria de Jesus, Lélia Gonzales, faz a FLUP Pelo Mundo com entrevistas internacionais, e alcança mais de 200 mil pessoas em mais de 5 países. Histórico FLUP PENSA A FLUP tem como parte integrante um processo continuado de formação de leitores e autores que a antecede: a FLUP Pensa. Em 2012, a FLUP Pensa realizou 16 ações, em 13 comunidades da metrópole fluminense, mais duas vezes na Academia de Polícia Militar D. João VI, em Sulacap. No final do processo, foram selecionados 43 novos autores, entre os participantes das ações literárias realizadas pelo projeto, que lançaram um livro durante a FLUP, no dia 8 de novembro de 2012. Em 2103, a FLUP Pensa fez um circuito ainda maior pela cidade, passando por 24 favelas da metrópole, sempre com um autor de expressão. Este processo resultou na publicação de três livros: uma coletânea com 20 poetas, uma coletânea com 20 contistas e um romance. Além da expansão territorial e editorial, mudamos o processo de avaliação de 2012 para 2013, criando uma banca fixa que avaliou o processo de formação por intermédio de uma plataforma de ensino a distância e de um encontro presencial mensal. A FLUP Pensa 2014 sofreu novas mudanças e se transformou em FLUP Brasil, que passou por 4 cidades diferentes: Curitiba, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro. Nesta edição, a FLUP Pensa tirou proveito da inevitável discussão sobre nacionalidade em anos de Copa do Mundo e produziu um livro a partir dos fundadores de um pensamento brasileiro, como Gilberto Freyre, Mario de Andrade, Sérgio Buarque de Hollanda, Darcy Ribeiro e Abdias Nascimento. Depois de palestras sobre a obra desses autores, os participantes enviaram textos para uma banca, que escolheu os 20 melhores para incluí-los em uma publicação. A FLUP Pensa de 2015 teve um caráter futurista, com mais encontros, em mais localidades. Foram 35 ações envolvendo autores com diferentes níveis de reconhecimento, mas todos com grande capacidade intelectual. Ao final, todos escreveram um texto sobre o Rio de 2065. A edição de 2015 também ficou marcada pela criação do selo FLUP na editora Casa da Palavra, que lançou quatro títulos no primeiro ano, três dos quais romances. Em 2016, a FLUP Pensa percorreu mais de 20 comunidades do Rio de Janeiro ao longo de seis meses, que resultaram na publicação de mais três livros. A FLUP Pensa de 2017 teve duas fases: um processo de formação em poesia, que resultou em um livro, e oficinas de narrativas negras para audiovisual, que capacitou os participantes para transformarem suas histórias em roteiros para audiovisual. A FLUP Pensa de 2018 foi ainda mais ambiciosa: fez uma formação de slammers com 12 encontros com poetas negros e a publicação dos slams que organizamos; o livro de Narrativas Curtas homenageou os 80 anos de Martinho da Vila, com 6 encontros inspiradores com autores como Ana Maria Gonçalves, Flavia Oliveira e Eliana Alves Cruz; reeditamos o Laboratório de Narrativas Negras, acrescentando a narrativa documental à discussão sobre novas ficções; por fim, incorporamos a moda ao abrir a FLUP com o desfile Preta-Porter. Em 2019 o objetivo era transpor o universo das canções de Marcelo Yuka para narrativas curtas e foi a terceira edição do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual. Em 2020 a FLUP Pensa se propôs a reescrever a obra de Maria Carolina de Jesus nos 60 ano do ?Quarto de Despejo?, e realizar a quarta edição do Laboratório de Narrativas Negras. A FLUP publicou 22 livros em suas nove edições, revelando mais de 200 autores, que utilizam linguagens que vão da prosa à poesia, passando pela história em quadrinho e pelo cinema. Histórico Circuito FLUP Parque Desde a primeira edição da FLUP Parque, criamos uma estreita parceria com a Secretaria Municipal de Educação, em particular com o programa Uma Cidade de Leitores. Na primeira edição, visitamos seis escolas no entorno do Morro dos Prazeres com um projeto chamado Trancinhas, que consistia na contação de histórias baseadas em livros dos autores que estariam na programação da FLUP Parque. Parte expressiva de nosso público foi de estudantes da rede municipal de ensino, em particular das escolas que acolhem crianças e adolescentes das comunidades pacificadas do Rio de Janeiro, as chamadas Escolas do Amanhã. A parceria com a Secretaria Municipal de Educação também se deu com a impactante apresentação do coral Meninos do Rio, que reuniu, no palco da abertura da FLUP, o expressivo batalhão de 700 crianças da rede municipal. Na segunda edição, 2013, levamos o mesmo projeto das Trancinhas para 20 escolas da rede municipal. Em 2014, concentramos nossas ações nas escolas da rede pública do entorno da Mangueira, com contações de histórias escritas pelos autores que participariam da FLUP Parque, todos eles identificados com a lei 10.639, como o índio Daniel Munduruku. Voltamos a inovar no Circuito FLUP Parque de 2015, organizando uma Gincana onde 8 escolas do bairro de Olaria representaram 6 autores. Cada escola tinha um treinador, que a visitou por 3 meses levando os livros e o universo de cada autor. Em 2016 o Circuito FLUP Parque foi renovado e justamente no ano em que Bob Dylan ganhou o Nobel de Literatura diferentes oralidades foram trabalhadas em 5 escolas do entorno da Cidade de Deus: o rap, o samba, o cordel, a contação de histórias e o funk. Cada escola trabalhou a obra de 3 representantes da respectiva oralidade - um vivo, um falecido e o próprio treinador. O resultado dessa imersão foi a II Gincana FLUP Parque, onde cada escola defendeu sua oralidade em diferentes atividades. A FLUP Parque de 2017 colocou as crianças do Vidigal em contato com a memória da comunidade e, em 2018, as atividades infantis e juvenis valorizaram a herança africana, com uma programação focada em autores negros. Em 2019 diversas atividades de incentivo à leitura foram oferecidas para o público infanto juvenil. A solicitação de apoio ao projeto ?FLUP 2022? junto ao Ministério do Turismo, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. O projeto está de acordo com os seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade também, de acordo com o Art. 3° da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
1) O projeto não contempla em sua proposta aquisição de bens. 2) Uma vez que a curadoria ainda não foi finalizada não é possível determinar os trechos das passagens, sendo assim, para fins de orçamento, foi estipulado um preço médio para nacionais e um preço médio para internacionais.
Não se aplica
PRODUTO FESTIVAL/SEMINARIO/PALESTRA ACESSIBILIDADE FISICA DO PROJETO ( CASOS SEJA POSSIVEL DEVIDO AO COVID 19) A FLUP vai selecionar o equipamento cultural que receberá o projeto que esteja adequado para acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais e idosos, de forma a atender ao disposto no Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, e também no que diz “proporcionar condições de acessibilidade de pessoas idosas, nos termos do Art. 23, da Lei 10741, de 01 de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no Art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999. Além disso serão construídas rampas de acesso nos locais escolhidos, se necessário. Em atendimento à Lei 13.146/2016, haverá banheiros químicos adaptados para portadores de necessidades físicas. ACESSIBILIDADE COMUNICATIVA DO PROJETO As mesas da programação principal contarão com linguagem especializada em LIBRAS e/ou LEGENDAS. A medida de acessibilidade para deficientes visuais será a linguagem padrão, pois as atividades principais não possuem características visuais e são de fala e declamação. Para que os deficientes visuais possam se locomover nas localidades do festival, a equipe de staff e de monitores estarão capacitados para atendê-los. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE COMUNICATIVA DO PROJETO O Slam Colegial terá tradução em libras na batalha de poesia final entre as escolas. ACESSIBILIDADE FISICA DO PROJETO A FLUP vai selecionar as escolas que receberão a contrapartida social que esteja adequada para acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais e idosos, de forma a atender ao disposto no Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, e também no que diz “proporcionar condições de acessibilidade de pessoas idosas, nos termos do Art. 23, da Lei 10741, de 01 de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no Art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999.
PRODUTO FESTIVAL/SEMINARIO/PALESTRA/lLIVRO A FLUP é em sua concepção primeira um projeto de democratização de acesso à cultura, e especificamente à literatura, totalmente gratuito. Todas as atividades são abertas ao público em geral, ou voltadas para comunidades de baixa renda ou escolas públicas, gratuitas. Os registros das mesas principais de debates, são disponibilizados nos canais do projeto nas redes sociais, democratizando o conteúdo gerado. Estimamos que aproximadamente 50 mil pessoas sejam atingidas pelas suas programações. A FLUP será realizada de forma digital, devido ao Covid 19, e a parte presencial, caso possivel, será realizada dentro de comunidades da cidade do Rio de Janeiro ou em locais centrais de fácil acesso, sempre aberta ao público em geral. O público da FLUP é composto por moradores da região, sobretudo crianças e jovens e por jovens interessados nas temáticas abordadas. Em observância ao art. 21 da IN nº 02/2019, o projeto adota a medida do inciso VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; Esperamos assim contribuir para a formação e a inserção de jovens no mercado de trabalho.
Realização Associação Cultural de Estudos Contemporâneos. - Coordenação Geral remunerada ( CURRIULUM COMPLETO ANEXADO NA DOCUMENTTAÇÃO) JULIO LUDEMIR E DANIELE BERNARDINO - Diretores Gerais Julio Bernardo Ludemir nasceu no Rio de Janeiro, mas foi criado em Olinda (PE). Tem dez livros publicados, a maioria dos quais ambientada nas favelas cariocas. O livro Rim por Rim foi finalista do Prêmio Jabuti de 2008. É um dos roteiristas de 400 contra um, que o cineasta Caco de Souza adaptou da autobiografia de William da Silva Lima, um dos criadores do Comando Vermelho. Além de ser um dos criadores da FLUP, é um dos idealizadores da Batalha do Passinho, que levou para Londres e Nova York. Com os dançarinos do Passinho, criou o espetáculo Na Batalha, primeiro grupo de funk a se apresentar no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, tema de documentário que acabou de estrear. Daniele Bernardino Pereira de Salles, pedagoga, mestre em Educação. Atua como especialista em Educação Profissional no Senac Departamento Nacional. Em 2019, assumiu parte da direção da Festa Literária das Periferias - Flup. JULIO LUDEMIR E CONVIDADOS - Curadores (Curriculum Julio acima) HELOÍSA BUARQUE DE HOLLANDA - CONSULTORA Escritora, professora de teoria crítica da cultura da UFRJ, coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea(PACC/UFRJ) e curadora do Portal Literal. É autora de muitos livros entre eles Impressões de Viagem, Cultura e Participação nos anos 60, Pós Modernismo e Política, O Feminismo como Crítica da Cultura, Guia Poético do Rio de Janeiro, Asdrúbal Trouxe o Trombone: memórias de uma trupe solitária de comediantes que abalou os anos 70, entre outros. LUIZ EDUARDO SOARES – CONSULTOR Professor da UERJ, formou-se em literatura e construiu sua carreira combinando produção literária com docência, obras acadêmicas e gestão pública. É mestre em Antropologia, doutor em ciência política com pós-doutorado em filosofia política. Foi secretário nacional de segurança pública e coordenador de segurança, justiça e cidadania do Estado do RJ. Tem 20 livros publicados, entre eles o romance Experimento de Avelar, premiado pela Associação de Críticos Brasileiros em 1996, e Meu Casaco de General, finalista do Prêmio Jabuti em 2000. Foi professor da UNICAMP e do IUPERJ, além de visiting scholar em Harvard, Virginia, Pittsburgh e Columbia. Entre seus últimos livros, destacam-se Elite da Tropa e Elite da Tropa 2, traduzidos em vários idiomas, além de Cabeça de Porco, com MV Bill e Celso Athayde. ROBERTA ESTRELA DALVA – CURADORA e SLAMMASTER do Rio Poetry Slam Atriz-MC, diretora, pesquisadora, slammer, ativista, membro fundadora do Núcleo Bartolomeu de Depoimento e do coletivo Frente 3 de Fevereiro. É idealizadora do ZAP! Zona autônoma da Palavra, primeiro "poetry slam" (campeonato de poesia) brasileiro. Foi finalista da Copa do Mundo de Poesia Slam 2011 em Paris conquistando o terceiro lugar. Diretora de ”Cindi Hip Hop - pequena ópera rap” vencedor do prêmio FEMSA/Coca de melhor espetáculo jovem. Ganhadora do Prêmio Shell 2011 na categoria melhor atriz. Em 2014 publicou o seu primeiro livro “Teatro Hip-Hop, a performance poética do ator-MC “ pela editora Perspectiva. É curadora e apresentadora do Rio Poetry Slam , primeiro slam internacional da América Latina que acontece dentro da programação da Festa Literária das Periferias (FLUP). Em 2016 foi dirigida pelo diretor americano Robert Wilson no espetáculo “Garrincha, a street ópera”. Apresentadora “Manos e Minas” programa semanal da TV Cultura/SP. Lançou em 2017 o filme Voz de Levante. JOANNA SAVAGLIA – Captação e relações institucionais Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC SP, diretora da empresa Savá Negócios Culturais, que é focada em atender necessidades de produtores culturais nos âmbitos administrativo, captação de recursos e gestão de projetos. Entre os projetos que atende estão: Flip – Festa Literária Internacional de Paraty; FLUP – Festa Literária das Periferias e Cooperifa. Coordena a revitalização da Biblioteca de Caraíva e administra o projeto de digitalização do acervo da estilista Zuzu Angel. RENATA LEITE - Produção Executiva Formada em administração de empresas e MBA em gestão cultural tem vasta experiência em leis de incentivo, editais e produção. Abaixo alguns projetos: - Bernardes” - Filme - Flupp - Festa Literária das Periferias (2012,2013,2014,2015,2016, 2017, 2018, 2019, 2020) - Função: Gestão e Produção -A Invenção do Amor - Função: Gestão - Josephine Baker - Função: Gestão - 100 Anos Vinicius de Moraes ( BPE) - Função: Captação, Direção de Produção e Gestão - Gilberto Gil CCMR - Gravação DVD (2012) - Função: Gestão Financeira e Leis de Incentivo - Tim Maia: Vale Tudo (2011) - Função: Captação, Gestão Financeira e Leis de Incentivo - São João Carioca (2011,2012,2013) - Função: Gestão Financeira e Leis de Incentivo - Roberto Carlos e Caetano Veloso Cantam Tom Jobim (2008) - Função: Produção dos shows. JULIANA STUART - Direção de produção: Juliana Stuart é formada em Artes Cênicas e Produção e Políticas Culturais. Atua na produção cultural desde 2006. Elaborou e executou projetos como "Orquestrando a Lapa -1º Encontro de Orquestras Populares da Fundição Progresso" e "Encontro de Mulher dá Samba". Fez a coordenação de produção de seis edições do Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas e do Carnaval da Lapa. Desde 2017 presta serviço para a Anistia Internacional, onde produziu o clipe "Manifestação" , "Encontro Nacional de Ativistas", "Banana Terra", em parceria com o Greenpeace e "Escreva por Direitos". Começou a trabalhar em 2015 na Flup- A Festa Literária das Periferias e desde 2019 faz a direção de produção da mesma. Os artistas, autores e participantes da FLUP serão definidos na pré-produção e produção do projeto.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.