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"De ponta Cabeça" é um projeto de montagem de um espetáculo teatral voltado para infância. Idealizado para valorizar o processo criativo contará com um treinamento cênico na técnica do movimento expressivo com instrumentos acrobáticos artesanais de Bambu, uma poética única no mundo. O projeto prevê uma equipe majoritariamente feminina e de artistas oriundos da Universidade de Brasília, UnB. Contemplará ainda ações específicas quanto a acessibilidade (sessão especial para crianças autistas e uma sessão com tradução simultâna para Lingua Brasileira de Sinais, LIBRAS), bem como atenderá os requisitos de democratização de acesso (ingressos gratuitos). Como contrapartida a proponente oferecerá duas oficinas gratuitas de teatro e expressão corporal para crianças, estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal; ministrada pela diretora artística do espetáculo que possuí vasta experiência, tendo tendo ministrado diversas oficinas por todo Brasil.
O projeto de Ponta Cabeça consiste na criação de uma dramaturgia autoral inédita, a ser construída em processo de partilha e proposição entre um dramaturgo, as atrizes e a diretora do espetáculo, tendo como pesquisa a interação artística com o a matéria orgânica, o bambu e pontos atuais comuns aos nossos cotidianos: amor, utopia, compaixão, amizade, sonho, frustrações afeto, identidade, processo de constituição do sujeito, tempo, expectativas, memória entre outros. O espetáculo propõe uma reflexão sobre o contexto mundial marcado pelas incertezas quanto ao futuro e as rápidas transformações, apresentando uma narrativa tecida por gestos, ações e imagens poéticas. Convidando o público a se abrir para outros sentidos. O encontro com as personagens evoca os temas buscando uma experiencia de aproximação através do afeto.
Objetivos Gerais: I. Executar um projeto que visa ampliar o acesso a cultura teatral de qualidade; II. Colaborar com a formação de público para as linguagens artísticas do projeto (teatro);III. Criação de espetáculo inedito e original; IV. Priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos Específicos: I. Realizar uma temporada com 8 apresentações do espetáculo De Ponta Cabeça na cidade de Brasília; II.Promover duas oficinas de teatro e expressão corporal para até 30 crianças em escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal. Serão escolhidas duas escolas distintas e uma delas que atenda crianças com necessidades especiais. Cada oficina terá 2 horas aula. Despertando o interesse, estimulando o desenvolvimanto artístico e motor nas crianças. Executando este item na cidade de Brasília com 100% de acessibilidade e gratuidade;III.Ampliar a agenda cultural;IV.Promover a acessibilidade e democratização de acesso;V.Desenvolver o gênero nacional ao utilizar conteúdos e materiais originalmente brasileiros;VI.Valorizar o trabalho do artísta brasileiro.
O projeto propõe a união de saberes fundamentais para a constituição da identidade artística de Brasília, são eles: os saberes populares do tradicional grupo, Esquadrão da Vida; saberes acadêmicos, de sua diretora Mestra pela Universidade Federal da Bahia, além da grande maioria da equipe oriunda do curso de artes cênicas na Universidade de Brasília; saberes empíricos provenientes da trajetória artística pessoal de cada individuo do projeto e finalmente, saberes específicos e raros, como a técnica artística desenvolvida e praticada há 17 anos pela Cia Nós no Bambu. O processo de preparação do espetáculo contará com um intenso treinamento; uma residência artística nas técnicas acrobáticas e cênicas que interagem com diferentes estruturas de bambu. Inventada pelo professor de educação física Marcelo Rio Branco no ano 2000, e aprimorada com viés performático pelo grupo Nós no Bambu ao longo de quase duas décadas. É uma pesquisa consistente de possibilidades cênicas e criativas da relação entre corpo e formas de bambu que culminou na provocação e no uso de uma técnica única no mundo. O bambu possui características camaleônicas: flexível, resiliente, útil, rígido e reutilizável.Um tradicional provérbio japonês, referindo-se ao bambu, diz: "Não há que ser forte/ mas sim flexível". São inúmeras as possibilidades de aprendizagem a partir da natureza, especialmente desta planta de sabedoria milenar. Ser flexível e curvar-se ao vento quando preciso, certamente é uma delas. Vivemos tempos distintos, a humanidade nunca passou pelo que ocorre agora. Fomos obrigados a ser como o bambu, nos curvar diante da ameaça eminente e readaptarmo-nos a outra realidade, onde a vida acontece majoritariamente, entre quatro paredes. Porém, quando o vento forte passar ainda estaremos de pé e firmes. É difícil saber como será o "novo normal": como se dará o ensino? O que precisaremos ensinar para as nossas crianças? Quais serão as profissões do futuro? As especialidades? Certamente essa nova geração irá se preparar para empregos que sequer existem hoje. A única certeza é a imprevisibilidade e a rápida transformação do mundo. A ambição deste projeto é ensinar nossas crianças a apreciar a arte, a perceberem, mesmo que em um plano sutil do inconsciente, toda a energia potencial existente em seus pequenos corpos; compreenderem que passarão por diferentes transformações ao longo do tempo, mais ainda serão eles mesmos; e que sejam flexíveis para se adaptarem facilmente a este novo mundo que vamos enfrentar. Tendo em vista pandemia de covid 19, se necessário for, estaremos preparados para adaptar a montagem da peça para um espetáculo de rua Tornando a experiência teatral viável e segura à todos. Por se tratar de um ambiente aberto e portanto capaz de promover as devidas medidas de segurança e distanciamento social. Essa possibilidade só é possível graças a incontestável expertise de nossa diretora, Maíra Oliveira, com teatro de rua.Video de apresentação do projeto - https://www.youtube.com/watch?v=xttvLR-tQBA O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1o da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Tendo em vista que a produção terá ingressos gratuitos e classificação indicativa livre.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O processo de montagem de um espetáculo inédito irá empregar direta e indiretamente diversos trabalhadores da indústria criativa, tão prejudicada no ano 2020. Desenvolvendo portanto, a economia criativa da região.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; A criação do espetáculo teatral, a produção de uma obra original e autoral brasileira só será possivel através do fomento, já que uma bilheteria a preços populares não seria suficiente para arcar com os custos da produção.VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Produção de um espetáculo inédito, estreia nacional.IX - priorizar o produto cultural originário do País. O saber do Bambu enquanto instrumento artístico é um saber e uma técnica única no mundo, originada aqui em Brasília e deve ser fomentada e incentivada para florescer por muitos anos.
Observações Finais: *Como mencionado anteriormente, caso a Pandemia de Covid- 19 permaneça ativa no mundo, existe a possibilidade de estruturar e adaptar a montagem para um espetáculo a céu aberto. Tornando assim, a experiência teatral mais segura para todos os envolvidos e mantendo a arte viva e pulsando. **A pauta do teatro não está prevista no orçamento. Por se tratar de um espetáculo com entrada gratuita, a maioria dos teatros oferece concessão de pauta nestes casos. Sobretudo teatros públicos como a funarte, alvo de nossa ambicão de encenação. ***Por se tratar de uma dramaturgia autoral e inedita, desenvolvida através de um processo criativo. Não haverá uma carta de anuência do autor da obra teatral anexada aos ducumentos.
Projeto Pedagógico - oficinas de contrapartida. Público Alvo: alunos da educação infantil e educação especial da rede pública de ensino. Através de jogos teatrais os alunos serão incentivados a explorar o controle e o uso de seu corpo em brincadeiras e jogos de escuta e contação de histórias; entre outras possibilidades como criar com o corpo formas diversificadas de expressão de sentimentos, sensações e emoções, tanto nas situações do cotidiano quanto em brincadeiras, dança, teatro, música. A atividade proposta visa estimular a interação e a cooperação entre os alunos promovendo o desenvolvimento motor, a inteligência prática e a visão artística do mundo, especialmente na conexão e relação com seus colegas de classe. Ampliando assim, as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação. A música será um dispositivo chave pra integrar e estabelecer o estado de presença dos participantes. A ministrante: Maíra Oliveira, Mestra em Artes Cênicas pela universidade da Bahia, e graduada em Artes Cênicas pela UnB. Maíra já ministrou diversas oficinas ao redor no brasil nos últimos 25 anos. Como preparação para a oficina de teatro e expressão corporal para alunos do ensino especial haverá uma consultoria com uma profissional especialista na área.
Produto: Espetáculo Teatral De Ponta Cabeça. ACESSIBILIDADE FÍSICA: o local de exibição será escolhido sempre cumprindo os critérios de acessibilidade, como: rampas, corrimãos e banheiros adaptados. Como as medidas de acessibilidade física já farão parte do espaço teatral, isto não implicará em custos adicionais ao projeto.DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras em uma sessão do espetáculo. Prévia e amplamente divulgada nas redes socias do espetáculo. CRIANÇAS AUTISTAS: sessão especial para crianças autistas com menos luz, som reduzido e estímulo de outros sentidos. As crianças desta sessão serão convidadas a explorar o cenário de forma tátil no tempo delas. Uma profissional, especialista no assunto prestará uma consultoria à equipe para que esta medida seja realizada da melhor maneira possível para fruição das crianças autistas.OBS *por se tratar de um espetáculo infantil onde os espectadores não necessariamente tem sua linguagem completamente desenvolvida, sugerimos uma substituição da medida de acessibilidade audiodescrição, pela sessão especial para crianças autistas. Produto: Oficina de Teatro e Expressão Corporal para crianças da rede pública de ensino e da rede de ensino especial - Contrapartida ACESSIBILIDADE FÍSICA:o local da oficina será escolhido sempre cumprindo os critérios de acessibilidade, como: rampas, corrimões, banheiros adaptados. Já presentes no local e sem custo adicional ao projeto. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete em libras nas oficinas, caso aja a inscrição de algum aluno com tal necessidade. CRIANÇAS ESPECIAIS: uma das duas oficinias oferecidas pela proponente será realizada em um centro de ensino especial, que acolhe crianças com múltiplas deficiências. Novamente para a adaptação da oficina para este público específico contaremos com a consultoria de uma profissional especializada.
O projeto cultural, De Ponta Cabeça, montagem de um espetáculo teatral original voltado para o público infantil, terá todas as suas sessões gratuitas e com classificação indicativa livre. Promoverá práticas de acessibilidade pra garantir que um maior número de pessoas possam fruir a experiência teatral. Assim como as oficinas de teatro e expressão corporal para crianças, alunos da rede pública de ensino do Distrito Federal. Objeto da contrapartida também oferecido de forma gratuita e com as devidas medidas de acessibilidade. Ambos os produtos do projeto se enquadram no inciso VII do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da CidadaniaVII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; além de oferecer cem por cento de gratuidade nas atividades.
FICHA TÉCNICA Julia Rizzo. Proponente, Coordenação de Produção e Atriz. Brasiliense, atriz e graduada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Iniciou sua trajetória em 2000, aos oito anos no centro olímpico da Universidade de Brasília, em seguida integrou a companhia de teatro infantil Néia e Nando, onde atuou por dez anos.Julia estudou realização cinematográfica na EICTV, Escuela Internacional de televisão e cinema de San Antonio de los Baños, em Cuba com o cineasta suíço Peter Mettler. E estagiou durante o inverno de 2020 na produtora Grimthorpe Film Inc. Em Toronto, Canadá.Atualmente dedica-se finalização de seu curta metragem, Mira! Rodado em Cuba. Dedica-se também a montagem do espetáculo baseado em A Gaivota de Anton Tchekhov, que fará parte de uma trilogia em homenagem ao autor russo iniciada com o espetáculo A Moscou! Um Palimpsesto, dirigido por Ada Luana, no qual participou como Assistente de Direção. Em 2018 atuou no espetáculo teatral Levente-se! Com direção de Rosana Viegas. Foi diretora artística da banda brasiliense de jazz, A Engrenagem no espetáculo Era Pra Ser Relax. Como parte complementar de seus estudos fez cursos de formação no Stella Adler Studio of Acting em Nova York. Tainá Baldez - Atriz Bacharela e Licenciada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB). Iniciou sua trajetória artística em 2004 junto à companhia de teatro infantil "Néia e Nando", com quem realizou mais de 20 montagens teatrais. Atuou em "As canções de Odair José" (Maggio,2014), "Duas gotas de Lágrimas no frasco de perfume" (Maggio,2015), "Otelo" (Festeinseifer,2016), "L, o musical" (Maggio,2017), entre outros. Integrou o Coletivo Criaturas Alaranjadas e a Cia Teatral Brasilienses. É dançarina, cantora e dubladora. Dirigiu o espetáculo “A arte de escutar”. Complementa o seu currículo de formação com cursos e workshops, sendo os últimos com Fátima Toledo (São Paulo, 2017) e Sergio Penna (Rio de Janeiro, 2018). Maíra Oliveira - Diretora Diretora, atriz, acrobata, professora, bacharel em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, com habilitação em Interpretação Teatral. Mestre Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Maíra é a Diretora residente do mais tradicional grupo de teatro do Distrito Federal, o Esquadrão da Vida com mais de 40 anos de atividade, a história do grupo se funde com a própria construção da cena teatral da capital federal. A frente do grupo já dirigiu os espetáculos: Folia Real (2001) Guerrilha do Bom Humor (2009); O Filhote do Filhote de Elefante (2013) e Quando o Coração Transborda com o qual circulou nacionalmente nos estados: AC, RO, SP, MS, RN, PB, BA, PR, GO. Além de seu trabalho como Diretora, Maíra tem uma longa e consolidada carreira como atriz/musicista. Jonatan Andrade - Dramaturgo Escritor, ator, diretor, dramaturgo e cenógrafo, bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Interpretação Teatral, pela Universidade de Brasília. É integrante fundador do Grupo Sutil Ato, coletivo de teatro que atua no mercado profissional do DF e nacional há 13 anos. Um grupo que pesquisa atuação, dramaturgia autoral e poéticas narrativas. Atuando como professor da Faculdade Dulcina de Moraes, onde também foi coordenador pedagógico dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Artes Cênicas, entre 2009 e 2013, dirigiu onze montagens, sendo três delas projetos de conclusão de curso. Dedica-se a dramaturgia desde 2001, como foco de pesquisa e criação. Com seus trabalhos dramatúrgicos, recebeu o prêmio SESC do Teatro Candango de melhor dramaturgia, pelo texto Entrepartidas (2011), e outros dois prêmios oferecidos pela FUNARTE, pelos textos: Terra de Vento (2009), contemplado pela Bolsa Funarte de Dramaturgia, e GuardAChuva (2004), publicado pela instituição. Ministrou diversas oficinas de dramaturgia em diversas cidades de GO, DF, MA, MS, MT e TO. Destaque para o projeto Sesc Dramaturgias. Ministrou oficinas de atuação, leitura dramática, dramaturgia e cenografia, em parceria com instituições como SESC, Caixa Econômica Federal e Funarte. Atuou na Fundação Athos Bulcão como oficineiro, coordenador pedagógico, diretor e consultor artístico do projeto educativo Festival de Teatro na Escola, o maior projeto de formação de plateia do Distrito Federal. Junto ao Festival de Teatro na Escola, acompanhou e orientou durante cinco anos o trabalho de vários educadores da rede pública de ensino de diversas Regiões Administrativas do Distrito Federal. Conhecido por sua visceralidade técnica e por encenações inventivas, provocativas e com grande potencial de comoção e afeto, Jonathan Andrade é um forte expoente do teatro contemporâneo de Brasília. Atualmente se dedica a criação de dois novos espetáculos em comemoração aos 14 anos de fundação do Grupo Sutil Ato e seus 20 anos de carreira. Poema Mühlenberg - Preparadora cênica- corporal. Bambu-arte Poema Mühlenberg nasceu no Rio de Janeiro (1979) e reside em Brasília/ Brasil. Seu trabalho borra fronteiras entre as linguagens artísticas. Ela começou a atuar aos dois anos de idade - em cinema, televisão, teatro e circo. Poema é formada em Desenho Industrial/ Projeto de Produto pela Universidade de Brasília/ Brasil, classe de 2007. Há 17 anos Poema iniciou a investigação do movimento expressivo com instrumentos acrobáticos artesanais de bambu. Esta poética híbrida é a Arte Corpo do Bambu. Poema fundou a Nós No Bambu, uma companhia de circo com seis espetáculos, livros, trabalhos audiovisuais e projetos educacionais. Ela trabalha como performer, produtora, desenvolvedora de projetos, comunicadora, artesã bambuzeira, diretora e coreógrafa. Tem colaborado com projetos artísticos no Brasil, Equador e Espanha. Poema tem experiência como arte-educadora, ativista ambiental, cenógrafa, diretora de arte cinematográfica e figurinista. Seus estudos corporais abrangem a dança contemporânea, ginástica artística, capoeira, pilates, ioga, ballet, dança de salão, danças populares brasileiras e cultura do movimento. Poema é fundadora da Rede Corpo Bambu. Ana Paula Martins - Produção Executiva Ana Paula Martins, 35 anos, brasiliense é Produtora Artística e Cultural, Paisagista e Designer de Interiores. Graduada em Design de Interiores pelo Centro Universitário IESB; Pós Graduação em Gestão Cultural - SENAC, em andamento. Produtora Cultural de espetáculos teatrais, espetáculos de danças, teatros musicais, shows, além de cursos, oficinas e workshops. Atualmente trabalha como Produtora Executiva do cantor Milsinho desde 2018, na produção dos shows realizados pela JBR Produções da cantora Renata Jambeiro desde 2008, na produção dos festivais de cenas curtas e mostras de Teatro Amador da No Ato Produções desde 2009 com mais de 40 espetáculos e desde 2014 é a produtora das Oficinas de Improvisação e Stand Up ministradas por Edson Duavy. Produtora Executiva de Teatros Musicais como A Dança dos Signos de Oswaldo Montenegro e direção de Deto Montenegro, Across the Universe – História de amor ao som de Beatles, patrocinado pela Brasilcap realizado em Belém, Florianópolis, Belo Horizonte, Fortaleza e Brasília com direção de Élia Cavalcante e Eu vou tirar você desse lugar – As canções de Odair José, patrocinado pelo CCBB realizado em Brasília, Belo Horizonte e São Paulo com direção de Sergio Maggio. Produtora assistente do espetáculo teatral Os Estonianos de Julia Espadaccini com direção de Fernanda Rocha e dos espetáculos teatrais Quadrado, Sopro e A Sentença patrocinado pelo CCBB e realizado em Brasília com direção dos irmãos Guimarães.
PROJETO ARQUIVADO.