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Criar, editar, publicar e distribuir gratuitamente 3 mil exemplares de uma edição específica dos Cadernos de Leituras Compartilhadas sob o tema Floresta Amazônica para Bibliotecas Públicas e Secretarias de Educação dos 27 Estados brasileiros. Em sua 31ª edição, essa publicação oferece uma seleta de textos literários e artísticos comentados e orientados por educadores e especialistas para promover o incentivo à leitura no processo escolar e de formação de professores. Serão realizados encontros com estudantes e professores, como forma de contrapartida social.
Os Cadernos de Leituras Compartilhadas apresentam o seguinte conteúdo esquemático: - Análise e apresentação de obras literárias e artísticas de relevância para a compreensão dos seus temas, executadas por escritores ou acadêmicos convidados e remunerados para o propósito específico; - Entrevistas com pessoas notoriamente ligadas ao tema, realizadas com a finalidade específica de promover uma iniciação do leitor; - Artigos e crônicas pinçados ou produzidos especialemnte para a revista, que de alguma forma possam servir para a compreensão e o início de um projeto de aula ou de estudo sobre o tema, à luz da reflexão e com base na escrita; - Lista de livros, filmes e obras recomendadas (bibliografia, filmografia...) para o desenvolvimento de projetos de leitura; - Ilustrações e imagens que funcionem como indutores de leitura; - Plano de atividades (Unidades de Leitura) para o trabalho de leitura em sala de aula, da Educação Infantil ao final do Ensino Médio. Após sua edição, revisão ortográfica e revisão gráfica, o caderno será publicado nos formatos Impresso (físico) e Virtual (e-pub). Junto com sua distribuição para os destinatários, fazemos um evento de lançamento presencial - em uma Biblioteca Pública ou em uma Secretaria de Educação parceira, e eventos virtuais - um ao vivo, no lancamento, e mais cinco gravados e editados. Concomitantemente publicamos nas nossas redes sociais os podcasts - audiobooks e sugestões de leitura. As revistas são produzidas sçao produzidas como material permanente de consulta, integrando um rico acervo de iniciação à leitura e à literatura através de questões do cotidiano (os temas transversais da educação).
Objetivo Geral Produzir e distribuir, para bibliotecas públicas e Secretarias de Educação dos Estados e de suas Capitais, uma edição dos nossos Cadernos de Leituras Compartilhadas focando o binômio Floresta e Amazônia. A publicação se caracteriza por ser uma seleta de textos (literatura, poesia, música, cinema, teatro, crônica, psicanálise, pedagogia, comportamento, filosofia e educação) especialmente recolhidos, analisados e comentados por escritores e especialistas em Letras, Educação e Leitura, para ampliar o repertório de leitura de professores de todos os níveis, agregando, ainda, propostas de trabalho didático e pedagógico para o desenvolvimento da leitura em sala de aula na Educação Infantil e no Ensino Básico. Objetivos Específicos 1. Criar uma publicação fundamentada na literatura e nas artes para revelar aspectos pouco conhecidos da Floresta e da Amazônia; 2. Reunir textos e obras essenciais para estimular a leitura e a ampliação de repertório dos professores regentes de salas de aula nas escolas públicas brasileiras; 3. Instrumentar os profissionais da Educação Infantil e do Ensino Fundamental com material adequado e bem fundamentado para o trabalho dos temas transversais da educação (como o incêndio das florestas), a partir da literatura e das artes; 4. Produzir um documento de reflexão sem viés ideológico sobre Biodiversidade e Sustentabilidade; 5. Digitalizar e trabalhar o tema em eventos presenciais e virtuais através da Leia Brasil TV; 6. Editar 3.000 mil exemplares dos Cadernos de Leituras Compartilhadas; 7. Reunir 1.000 estudantes e professores nas ações de contrapartidas sociais.
Os incêndios florestais são cada vez mais frequentes no mundo, seja por combustão espontânea, seja por ação criminosa. Têm acontecido na Europa, na Austrália e na Califórnia, e nos dois últimos anos trouxeram as lentes da opinião pública global para a Amazônia e o Pantanal, dois de nossos maiores biomas. A Amazônia ainda é uma das fronteiras da humanidade. Suas dimeNsões continentais, biodiversidade e mistérios povoam o imaginário e suscitam opiniões controversas em todo o planeta. E agora, com as recentes queimadas, reacendem antigas questões sobre a soberania brasileira, sobre o direito dos povos indígenas, e sobre a exploração de suas riquezas. Não são poucas as obras e os artistas que retrataram esse Universo. Dos estrangeiros Rugendas, Debret e Herzog aos modernistas Mário de Andrade e Raul Bopp. Ou aos contemporâneos Sebastião Salgado, Franz Krajberg e Thiago de Mello. Nas escolas, diante de perguntas de alunos bombardeados constantemente sobre os incêndios e o misterioso tema "Amazônia", os professores perdem - por descolhecimento - oportunidades maravilhosas para falar de Macunaíma, de Cobra Norato e Thiago de Mello. Ou, ainda, citar o famoso texto de Cristóvão Buarque sobre a Internacionalização da Amazônia, ou apresentar a beleza botânica através da obra de Margareth Mee. Os Cadernos de Leituras Compartilhadas são produzidos e distribuídos (gartuitamente) com primorosa qualidade, valorizando o papel de professores e bibliotecários na indução da leitura temática. Por essa razão ganharam a recomendação de diversas instituições acadêmicas, como a Unicamp e a Cátedra Unesco de Leitura da PUC-Rio, e fazem parte da icônica Biblioteca do Congresso Norte Americano. Também estão nos acervos de milhares de escolas brasileiras, de norte a sul do país. Seu público alvo - os professores da educação infantil lotados nas escolas públicas - constituem a base da pirâmide de renda brasileira, abaixo mesmo de profissões rudimentares como agricultores, pedreiros e serventes da construção civil. É para que eles possam tentar diminuir as desigualdades sociais através da qualidade do ensino público que produzimos e distribuímos esses Cadernos. E nada mais adequado, para isso, do que o emprego da Lei de Incentivo à Cultura. Sem Leitores aptos para o não dito, não há Cultura. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art.1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atinge os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes
Essa edição deverá reunir um conjunto de informações que permita aos seus leitores uma ampliação do conhecimento e a abertura de portas - ou rumos - de aprofundamento para a elaboração de suas aulas. Foi o que fizemos com diversos temas já publicados, como Princesas Africanas; Brasilidade; Diferenças; Rios; Mares; Lixo e tantos outros. Transformados em podcasts (vídeos e audiolivros), seus conteúdos poderão ser vistos em qualquer escola ou biblioteca municipal que tenha uma conexão de internet ou um celular.
Produto Principal - Periódico Essa edição terá 3 mil exemplares com 96 páginas mais capa, com as seguites especificações técnicas: capa - 4 X 4 cores em papel couchet brilho de 170 gramas miolo - 96 páginas em 4 X 4 cores em papel couchet brilho de 90 gramas formato de 230 X 275 milímetros, acabamento em verniz UV fosco e grampo canoa Produto Secundário - Contrapartida Social 10 encontros com 100 estudantes e professores/cada, com cerca de 1 hora de duração, a serem realizados em escolas que receberem a publicação
Produto Principal - Periódico Acessibilidade deficientes físicos - a publicação deverá ser disponibilizada em local acessível para PNEs, por parte das escolas que receberem a doação dos exemplares. Acessibilidade deficientes auditivos - Encontros sobre a publicação serão transmitidos pela Leia Brasil TV (YouTube) com tradução em Libras, e posteriormente editados com legenda descritiva. Acessibilidade deficientes visuais - Uma versão digital e um áudiobook serão produzidos e disponibilizados no site da Lei Brasil - www.leiabrasil.org.br Produto Secundário - contrapartidas sociais Acessibilidade deficientes físicos - os locais de realização dos encontros serão acessíveis para PNEs Acessibilidade deficientes auditivos - os encotros contarão com intérprete de Libras Acessibilidade deficientes visuais - os encontros contaraõ com um monitor para orientar espacialmente e sobre o conteúdo abordado nos encontros
Produto Principal - Periódico Todos os 3 mil exemplares da publicação serão distribuídos gratuitamente, com frete pago até o destino para as instituições públicas, ou retirados da gráfica, no Rio de Janeiro por instituições privadas, como Sesc ou Universidades particulares interessadas. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto juvenil. Produto Secundário - contrapartidas sociais Os encontros serão gratuitos. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.
Coordenação Geral / Administração - A Dirigente da Leia Brasil cuidará dos projetos na web: além da alimentação do site e do e-pub, desenvolverá um aplicativo para aparelhos móveis (tablets e celulares). Também é sua a responsabilidade pela produção dos relatórios e a prestação de contas. A Curadoria da Edição e escolha dos membros do Conselho Editorial será feita pelo fundador da Leia Brasil (e hoje aposentado) Jason Prado. Jornalista, Escritor, Produtor Cultural e Especialista em Leitura com diversos livros publicados sobre o tema. Além da Leia Brasil (trabalho iniciado em 1991 como Programa de Bibliotecas Volantes da Petrobras), também criou e dirigiu os seguintes porjetos culturais: Caravana Petrobras da Cultura (1993 a 2001); Programa de Desenvolvimento Cultural em Navios da Vale (1995 a 1999); o encontro Internacional de Contadores de Histórias (2000 e 2001); o Circo Girassol (Prefeitura do Rio, 2000); Projeto Leitura Ampla (2205 a 2008); Exposição Itinerante Reciclasa, da IBM (2005 a 2009); o projeto Compartilhando Leituras no SESC (2003 a 2006). Foi Publisher dos Cadernos de Leituras Compartilhadas - 31 edições entre 1999 e 2010. Em 2018 atuou como Curador Externo do Festival Funarj de Artes e Leitura, em 2019 foi Curador do TI Games Maricá e atualmente é curador do projeto Comunidades Criativas (Pronac 190919). Recebeu os seguintes prêmios: Petrobras de Qualidade, em 1998; Marketing Best da década de 1990, da ABP em 1999; ABERJ Nacional em 2000; Cultura Nota 10 do Rio de Janeiro em 2005; Finalista do VivaLeitura, do MinC e do MEC em 2006; ABERJ Paraná em 2007 e Urbanidades, do Instituto dos Arquitetos do Brasil em 2008. Em 2005 recebeu a Medalha do Mérito do Livro e da Leitura, da Fundação Biblioteca Nacional.
PROJETO ARQUIVADO.