Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 210543Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Caderno de Leituras Compartilhadas - Floresta Amazônica

LEIA BRASIL ORGANIZACAO NAO GOVERNAMENTAL DE PROMOCAO DA LEITURA
Solicitado
R$ 647,1 mil
Aprovado
R$ 647,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Outras publicações ou Periódicos
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-05-25
Término

Resumo

Criar, editar, publicar e distribuir gratuitamente 3 mil exemplares de uma edição específica dos Cadernos de Leituras Compartilhadas sob o tema Floresta Amazônica para Bibliotecas Públicas e Secretarias de Educação dos 27 Estados brasileiros. Em sua 31ª edição, essa publicação oferece uma seleta de textos literários e artísticos comentados e orientados por educadores e especialistas para promover o incentivo à leitura no processo escolar e de formação de professores. Serão realizados encontros com estudantes e professores, como forma de contrapartida social.

Sinopse

Os Cadernos de Leituras Compartilhadas apresentam o seguinte conteúdo esquemático: - Análise e apresentação de obras literárias e artísticas de relevância para a compreensão dos seus temas, executadas por escritores ou acadêmicos convidados e remunerados para o propósito específico; - Entrevistas com pessoas notoriamente ligadas ao tema, realizadas com a finalidade específica de promover uma iniciação do leitor; - Artigos e crônicas pinçados ou produzidos especialemnte para a revista, que de alguma forma possam servir para a compreensão e o início de um projeto de aula ou de estudo sobre o tema, à luz da reflexão e com base na escrita; - Lista de livros, filmes e obras recomendadas (bibliografia, filmografia...) para o desenvolvimento de projetos de leitura; - Ilustrações e imagens que funcionem como indutores de leitura; - Plano de atividades (Unidades de Leitura) para o trabalho de leitura em sala de aula, da Educação Infantil ao final do Ensino Médio. Após sua edição, revisão ortográfica e revisão gráfica, o caderno será publicado nos formatos Impresso (físico) e Virtual (e-pub). Junto com sua distribuição para os destinatários, fazemos um evento de lançamento presencial - em uma Biblioteca Pública ou em uma Secretaria de Educação parceira, e eventos virtuais - um ao vivo, no lancamento, e mais cinco gravados e editados. Concomitantemente publicamos nas nossas redes sociais os podcasts - audiobooks e sugestões de leitura. As revistas são produzidas sçao produzidas como material permanente de consulta, integrando um rico acervo de iniciação à leitura e à literatura através de questões do cotidiano (os temas transversais da educação).

Objetivos

Objetivo Geral Produzir e distribuir, para bibliotecas públicas e Secretarias de Educação dos Estados e de suas Capitais, uma edição dos nossos Cadernos de Leituras Compartilhadas focando o binômio Floresta e Amazônia. A publicação se caracteriza por ser uma seleta de textos (literatura, poesia, música, cinema, teatro, crônica, psicanálise, pedagogia, comportamento, filosofia e educação) especialmente recolhidos, analisados e comentados por escritores e especialistas em Letras, Educação e Leitura, para ampliar o repertório de leitura de professores de todos os níveis, agregando, ainda, propostas de trabalho didático e pedagógico para o desenvolvimento da leitura em sala de aula na Educação Infantil e no Ensino Básico. Objetivos Específicos 1. Criar uma publicação fundamentada na literatura e nas artes para revelar aspectos pouco conhecidos da Floresta e da Amazônia; 2. Reunir textos e obras essenciais para estimular a leitura e a ampliação de repertório dos professores regentes de salas de aula nas escolas públicas brasileiras; 3. Instrumentar os profissionais da Educação Infantil e do Ensino Fundamental com material adequado e bem fundamentado para o trabalho dos temas transversais da educação (como o incêndio das florestas), a partir da literatura e das artes; 4. Produzir um documento de reflexão sem viés ideológico sobre Biodiversidade e Sustentabilidade; 5. Digitalizar e trabalhar o tema em eventos presenciais e virtuais através da Leia Brasil TV; 6. Editar 3.000 mil exemplares dos Cadernos de Leituras Compartilhadas; 7. Reunir 1.000 estudantes e professores nas ações de contrapartidas sociais.

Justificativa

Os incêndios florestais são cada vez mais frequentes no mundo, seja por combustão espontânea, seja por ação criminosa. Têm acontecido na Europa, na Austrália e na Califórnia, e nos dois últimos anos trouxeram as lentes da opinião pública global para a Amazônia e o Pantanal, dois de nossos maiores biomas. A Amazônia ainda é uma das fronteiras da humanidade. Suas dimeNsões continentais, biodiversidade e mistérios povoam o imaginário e suscitam opiniões controversas em todo o planeta. E agora, com as recentes queimadas, reacendem antigas questões sobre a soberania brasileira, sobre o direito dos povos indígenas, e sobre a exploração de suas riquezas. Não são poucas as obras e os artistas que retrataram esse Universo. Dos estrangeiros Rugendas, Debret e Herzog aos modernistas Mário de Andrade e Raul Bopp. Ou aos contemporâneos Sebastião Salgado, Franz Krajberg e Thiago de Mello. Nas escolas, diante de perguntas de alunos bombardeados constantemente sobre os incêndios e o misterioso tema "Amazônia", os professores perdem - por descolhecimento - oportunidades maravilhosas para falar de Macunaíma, de Cobra Norato e Thiago de Mello. Ou, ainda, citar o famoso texto de Cristóvão Buarque sobre a Internacionalização da Amazônia, ou apresentar a beleza botânica através da obra de Margareth Mee. Os Cadernos de Leituras Compartilhadas são produzidos e distribuídos (gartuitamente) com primorosa qualidade, valorizando o papel de professores e bibliotecários na indução da leitura temática. Por essa razão ganharam a recomendação de diversas instituições acadêmicas, como a Unicamp e a Cátedra Unesco de Leitura da PUC-Rio, e fazem parte da icônica Biblioteca do Congresso Norte Americano. Também estão nos acervos de milhares de escolas brasileiras, de norte a sul do país. Seu público alvo - os professores da educação infantil lotados nas escolas públicas - constituem a base da pirâmide de renda brasileira, abaixo mesmo de profissões rudimentares como agricultores, pedreiros e serventes da construção civil. É para que eles possam tentar diminuir as desigualdades sociais através da qualidade do ensino público que produzimos e distribuímos esses Cadernos. E nada mais adequado, para isso, do que o emprego da Lei de Incentivo à Cultura. Sem Leitores aptos para o não dito, não há Cultura. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art.1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atinge os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes

Estratégia de execução

Essa edição deverá reunir um conjunto de informações que permita aos seus leitores uma ampliação do conhecimento e a abertura de portas - ou rumos - de aprofundamento para a elaboração de suas aulas. Foi o que fizemos com diversos temas já publicados, como Princesas Africanas; Brasilidade; Diferenças; Rios; Mares; Lixo e tantos outros. Transformados em podcasts (vídeos e audiolivros), seus conteúdos poderão ser vistos em qualquer escola ou biblioteca municipal que tenha uma conexão de internet ou um celular.

Especificação técnica

Produto Principal - Periódico Essa edição terá 3 mil exemplares com 96 páginas mais capa, com as seguites especificações técnicas: capa - 4 X 4 cores em papel couchet brilho de 170 gramas miolo - 96 páginas em 4 X 4 cores em papel couchet brilho de 90 gramas formato de 230 X 275 milímetros, acabamento em verniz UV fosco e grampo canoa Produto Secundário - Contrapartida Social 10 encontros com 100 estudantes e professores/cada, com cerca de 1 hora de duração, a serem realizados em escolas que receberem a publicação

Acessibilidade

Produto Principal - Periódico Acessibilidade deficientes físicos - a publicação deverá ser disponibilizada em local acessível para PNEs, por parte das escolas que receberem a doação dos exemplares. Acessibilidade deficientes auditivos - Encontros sobre a publicação serão transmitidos pela Leia Brasil TV (YouTube) com tradução em Libras, e posteriormente editados com legenda descritiva. Acessibilidade deficientes visuais - Uma versão digital e um áudiobook serão produzidos e disponibilizados no site da Lei Brasil - www.leiabrasil.org.br Produto Secundário - contrapartidas sociais Acessibilidade deficientes físicos - os locais de realização dos encontros serão acessíveis para PNEs Acessibilidade deficientes auditivos - os encotros contarão com intérprete de Libras Acessibilidade deficientes visuais - os encontros contaraõ com um monitor para orientar espacialmente e sobre o conteúdo abordado nos encontros

Democratização do acesso

Produto Principal - Periódico Todos os 3 mil exemplares da publicação serão distribuídos gratuitamente, com frete pago até o destino para as instituições públicas, ou retirados da gráfica, no Rio de Janeiro por instituições privadas, como Sesc ou Universidades particulares interessadas. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto juvenil. Produto Secundário - contrapartidas sociais Os encontros serão gratuitos. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.

Ficha técnica

Coordenação Geral / Administração - A Dirigente da Leia Brasil cuidará dos projetos na web: além da alimentação do site e do e-pub, desenvolverá um aplicativo para aparelhos móveis (tablets e celulares). Também é sua a responsabilidade pela produção dos relatórios e a prestação de contas. A Curadoria da Edição e escolha dos membros do Conselho Editorial será feita pelo fundador da Leia Brasil (e hoje aposentado) Jason Prado. Jornalista, Escritor, Produtor Cultural e Especialista em Leitura com diversos livros publicados sobre o tema. Além da Leia Brasil (trabalho iniciado em 1991 como Programa de Bibliotecas Volantes da Petrobras), também criou e dirigiu os seguintes porjetos culturais: Caravana Petrobras da Cultura (1993 a 2001); Programa de Desenvolvimento Cultural em Navios da Vale (1995 a 1999); o encontro Internacional de Contadores de Histórias (2000 e 2001); o Circo Girassol (Prefeitura do Rio, 2000); Projeto Leitura Ampla (2205 a 2008); Exposição Itinerante Reciclasa, da IBM (2005 a 2009); o projeto Compartilhando Leituras no SESC (2003 a 2006). Foi Publisher dos Cadernos de Leituras Compartilhadas - 31 edições entre 1999 e 2010. Em 2018 atuou como Curador Externo do Festival Funarj de Artes e Leitura, em 2019 foi Curador do TI Games Maricá e atualmente é curador do projeto Comunidades Criativas (Pronac 190919). Recebeu os seguintes prêmios: Petrobras de Qualidade, em 1998; Marketing Best da década de 1990, da ABP em 1999; ABERJ Nacional em 2000; Cultura Nota 10 do Rio de Janeiro em 2005; Finalista do VivaLeitura, do MinC e do MEC em 2006; ABERJ Paraná em 2007 e Urbanidades, do Instituto dos Arquitetos do Brasil em 2008. Em 2005 recebeu a Medalha do Mérito do Livro e da Leitura, da Fundação Biblioteca Nacional.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro