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PRONAC 210547Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A Gata Borralheira - Uma Farsa Mineira

RICHARD BARROS DE OLIVEIRA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
Serra Azul
Início
2021-08-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (5)
Ribeirão Preto São PauloSanta Rosa de Viterbo São PauloSerra Azul São PauloSerrana São PauloSão Simão São Paulo

Resumo

O Projeto "A Gata Borralheira - Uma Farsa Mineira" tem como objetivo a montagem de um espetáculo teatral musical com circulação gratuita e a realização de oficinas de Ação formativas como Contrapartida social.

Sinopse

Sinopse Estreada em 1962 no Rio de Janeiro pelo O Tablado e escolhida a dedo no fantástico acervo dramatúrgico da escritora mineira Maria Clara Machado, A Gata Borralheira será contada - e cantada - mais uma vez! A peça teatral musicada tem seus vestidos para baile e palácios na rua do alvoroço, costurados e planejados, com estética que visita o barroco mineiro e a farsa francesa – com um toque abrasileirado. Tais vestimentas e monumentos esboçam o ambiente perfeito para que Dulcineia - jovem moça sonhadora que é feita de empregada pela madrasta após a morte pai - trace o caminho para a liberdade e para o amor verdadeiro por entre os braços valsantes do Príncipe Tinhorão. Um momento muito aclamado dessa divertida historia é o Baile – Organizado pela família Garcia Macedo e Perez – Evento muitíssimo esperado por todas as senhoritas e senhoras da região. Com pista de dança estrategicamente iluminada para dar ainda mais vivacidade às coreografias de gafieira, manguara e arrasta pé – Mas não pense que tudo são flores, afinal, todas as famílias tem segredos... Ninguém desconfiava que o rico príncipe era, na verdade, pobre - com grito de espanto e tudo! - e o que não passava nem em sonho por entre os cachos das donzelas era que a rainha, mãe da endividada majestade, procurava não apenas uma esposa, mas sim uma herdeira rica para o filho.Com tantas mentiras e espertezas, apenas o santo pó de arroz e boas maquilagens foram capazes de encobrir essa grande trapaça que viria deixar a cara da rainha feita prima dum tomate após ser descoberta. Confusões e gargalhadas transbordam para o público espectador desse incrível espetáculo com a atuação de um jovial e juvenil elenco, preparados com antecedência para aprumar o corpo e muito entusiasmo para arredar o pé do camarim e vivenciar esse imenso bololô. Que beleza, que romance, benza Deus!

Objetivos

Objetivos Gerais Produzir um espetáculo teatral musical inédito com base na dramaturgia de Maria Clara Machado e usar a Cultura popular Brasileira como materia prima da obra. PRA QUÊ? Alem dos objetivos artísticos e culturais ligados a construção de um espetáculo inédito e também o analtecimento da cultura popular mineira e da dramaturgia Brasileira, o projeto tambem aposta em um forte plano de democratização de acesso e acessibilidade objetivando a produção e o fomento da cultura no interior do estado, buscando inclusive seguir o inciso I e tambem o inciso V do art.2º do decreto 5.761 de 27 de abril de 2006 que diz respectivamente: O PRONAC tem como missão "Valorizar a cultura nacional, considerando suas varias matrizes e formas de expressão;" e "incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e a produção dos bens culturais;". Objetivos Específicos - Produzir 1 espetáculo musical inédito com ampla preocupação artística. - Realizar 8 apresentações gratuitas do espetáculo; - Realizar 16 oficinas gratuitas como ações formativas.

Justificativa

Justificativa O Projeto "Gata Borralheira - Uma farsa Mineira" se constrói da maneira mais livre possível que pode se esperar de um espetáculo de Maria Clara Machado. Autora mineira nascida em 1921, dedicou sua vida ao teatro infantil e infanto juvenil, fundadora do O Tablado _ inicialmente um grupo amador, hoje umas das maiores escolas de Teatro do Brasil _ Maria Clara Machado escreveu quase 30 espetáculos e tornou-se um marco do teatro brasileiro. O processo de montagem do espetáculo permeará por um estudo analítico da vida e da obra da autora e aplicará, artísticamente, seus métodos de encenação e montagem. Além de ser um musical brasileiro com músicas e coreografias inéditas e que aposta na estética da Farsa Francesa (garantindo ao trabalho alto grau performático), o espetáculo fará uso da cultura de Minas Gerais para dar corpo à sua composição geral. Com figurinos e cenários dialogando com a proposta, o espetáculo orienta-se para um único lugar: O resgate de nossa cultura. Em termos básicos, o projeto é relevante pois abrange inumeras disposições preliminares contidas no capitulo I da Lei nº8313, de 23 de dezembro de 1991, onde podemos destacar como principal o inciso IX, que diz respeito ao produto cultural originário do país e como o mesmo deve ser priorizado, visto que o projeto busca o enaltecimento da obra de uma dramaturga brasileira de grande renome e importância na história artístitca do nosso país. Ressaltando que o projeto tem como objetivo doar 90% de seus ingressos a pessoas de vulnerablidade social (Os outros 10% tambem serão gratuitos, doados ao patrocinador), propondo inclusive a utilização exclusiva de mão de obra/ fornecedores locais para sua produção alem de itinerancia gratuita pelo interior do estado, a proposta tambem entra em conformidade com o inciso I e II da mesma lei (Lei nº8313, de 23 de dezembro de 1991) , que diz respectivamente: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso ás fontes da cultura e o pleno exercicio dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artistica Brasileira, com valorização de recursos humanos e conteudos locais; Nesse contexto, podemos citar tambem que o projeto tem como objetivo, dentro dos elencados no artigo 3º da Lei nº8313, de 23 de dezembro de 1991: II -fomento à produção cultural e artistica, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e publíca de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Porque a lei de incentivo a cultura? Sublinhando os objetivos de democratização do acesso e visando a não comercialização dos produtos advindos do projeto, precisamos da lei de incentivo a cultura pois não temos nenhum recurso previo para a produção do espetáculo, nesse contexto a lei de incentivo a cultura seria a unica forma de trazer essa obra de arte ao mundo e promover o acesso dela a população em geral. Por fim, esse projeto precisa da lei de incentivo e é relevante devido aos seus objetivos multifacetários - artísticos e culturais - todos previstos e sublinhados na lei 8313 e que se identifica diretamente com as finalidades principais do PRONAC.

Estratégia de execução

Proposta Dramatúrgica Peça escrita por Maria Clara Machado, em 1962, “A Gata Borralheira” é o reverso do conto de fadas original e deste sobrou muito pouco. O tradicional conto que atravessou gerações, se passa pela primeira vez numa cidadezinha no interior de Minas Gerais, e ao contrário de outras fábulas que ganham versões modernas, aqui a autora investe em uma verdadeira comédia de costumes, onde a eterna luta do bem contra o mal está absolutamente incorporada ao cotidiano real de personagens. É no intricado quiproquó da família Borralheira, que Dona Firmina, mãe de Rosa e Margaridinha, inferniza a vida da nossa heroína principal - Cinderela, que no texto é batizada de Dulcineia. O texto é riquíssimo, quebrando com a tradição dos contos de fadas a cada linha: O príncipe da história está dando um baile para arranjar casamento com uma rica herdeira; a fada é uma vizinha muito prestativa de sobrenome Santos; as irmãs têm também seus pretendentes: João Jaca e Simão Leitão, um fazendeiro e um açougueiro. No baile, outras herdeiras apresentam seus dotes ao príncipe: entre elas, a senhorita Sabina Tudor, dona da maior biblioteca da cidade com 74 livros e a família passarinho com seu viveiro de 5000 pássaros. Como se não fosse o suficiente, ainda temos Dr Morangui e suas cirurgias milagrosas de diminuir pé. Os diálogos são tão ricos quanto os personagens, mas o que de melhor existe dentro disso tudo são as brincadeiras textuais que Maria Clara Machado faz, implícitas em sua dramaturgia. Maria Clara Machado resgata e valoriza valores fundamentais para a construção de caráter, permeando por esses assuntos de forma divertida e engraçada: o texto é repleto de críticas à uma sociedade baseada em aparências, onde valores sociais são enfraquecidos em busca de riqueza e status. Embasada em todas essas características dramatúrgicas, nossa proposta tem como objetivo a montagem de um espetáculo novo e diferente, porem sem sair do texto original, mantendo rigorosamente os diálogos e respeitando a obra da escritora. Qualquer mudança, corte ou adaptação será feita após estudos detalhados do estilo dramatúrgico da autora, buscando sempre o enaltecimento de seu trabalho e historia. A partir das referencias do texto é que as construções cenográficas e estéticas serão concebidas, os personagens e as alegorias cênicas construídas, as músicas criadas, as coreografias colocadas e o treinamento de atuação estipulado. As manifestações culturais mineiras serão criadas e utilizadas para servir a dramaturgia em si, ajudando-nos a contar essa historia criada há tanto tempo. “A Gata Borralheira” é um texto lúdico, divertido e inteligente, que cativa o público de todas as idades, principalmente as platéias infanto-juvenis. Concepção de cenografia, figurino, iluminação e música: A proposta de encenação geral do musical “A Gata Borralheira” é embasada na Farsa Francesa. Buscando referência nas alegorias estéticas desse movimento teatral que esbanja plasticidade, a peça promete uma estética cênica limpa e performática, trazendo ao espetáculo amplitude de movimento no jogo entre os personagens. A construção dos personagens mira num processo de criação arquetípica, estornando ao palco figuras únicas e vivas. Para dar força a tal processo criativo, corporalmente o trabalho se alimentará de métodos como “Os Fatores do Movimento” e as “Ações básicas da Expressividade”, ambos de Rudolf Laban, e também no método de Etienne Decraux sobre a Mímica Dramática. O espetáculo, concebido como um musical puramente Brasileiro, terá músicas composta especialmente para ele, apostando no ineditismo da obra. As representações cênicas e figuras estéticas formam-se a partir da Cultura Mineira, apostando não só nessas referencias para figurino e cenário, como também para as músicas, coreografias e movimentações cênicas (Exemplos de material de trabalho: A Congada,o samba de roda, a Catira, Ciranda, Maracatu, Maculelê, Quadrilhas e festas juninas, o Bumba meu boi, o Baião, o Xaxado, o Frevo, o carimbo, dentre outras). Todos esses processos buscam, num todo, uma peça que fale sobre sua autora, sobre sua terra, sua cultura e história. Concepção Cenográfica O Cenário será composto de poucos elementos, dando dinâmica ao espetáculo e oferecendo lugar para que os corpos, dilatados, tenham espaço para esbanjar amplitude e performance. Ao lado direito do palco uma carroça, antiga, onde alguns bonecos e instrumentos serão organizadamente colocados, ela pertence a um contador de histórias, mineiro viajante, que passa de cidade em cidade para contar e cantarolar suas histórias. Espalhados pelo palco alguns caixotes decopados que podem ser movimentados, os mesmos servirão principalmente para dar níveis ao espetáculo e também para facilitar a construção de ambientes de forma não realista. Concepção de Figurino Os figurinos seguirão a mesma linha. Serão trabalhados, de forma cênica, as características do Barroco Mineiro e trarão ao palco algumas noções encontradas na costura do exagero. O tom monocromático somara ao trabalho de criação arquetípica, levando cada núcleo de cena uma paleta única, visando o trabalho na criação estética da vestimenta com sobreposição de tons da mesma paleta. - Divisão de cores por núcleos dramáticos na cena: Família Borralheira: Paleta Amarela Pretendentes das filhas de Dona Firmina (Margaridinha e Rosinha): Vermelho e Verde Família Garcia Macedo e Perez: Tons Vinho Família Passarinho: Tons Azul escuro, fechado Família Tudor: Paleta Laranja, tons terrosos Dulcineia e Dona Fada Santos: Tons de Azul Claro Obs.: As cores do Cenário e do figurino do Narrador serão compostas misturando todas as cores exploradas. Os Personagens “Livreiro, Alfaiate e Dr Morangui” serão feitos por bonecos manipulados pelo narrador, e esses por sua vez, seguindo a mesma ideia de cor. Concepção de Luz e Som A luz será criada levando em consideração cada núcleo dramático do espetáculo, somando à iluminação a estética final da obra. A sonoplastia será dividida em duas partes. Primeiro por músicas de ambientação mineira e sons de construção dos climas do espetáculo, e segundo, pela trilha construída exclusivamente para as cenas musicadas da peça, usando também como referência, nomes e movimentos do estado de Minas Gerais. A priori podemos destacar as seguintes canções, criadas para o espetáculo e que serão executadas ao vivo: - Musica 1 – Abertura; - Musica 2 – A Família Borralheira; - Musica 3 – A Tristeza de Dulcineia; - Musica 4 – Os Afilhados de Fada Santos; - Musica 5 – Família Garcia Macedo e Perez; - Musica 6 – O Baile do Palácio do Alvoroço; - Musica 7 – Encerramento Toda a concepção cênica, tanto visual quanto auditiva, será construída de forma uniforme, buscando atender as questões do espetáculo e da linguagem escolhida, servindo sempre como ferramenta em prol da narrativa. Sem excessos ou muletas artísticas, as alegorias estéticas farão parte do universo criado, comunicando-se de forma ordenada entre si, trazendo ao palco, de forma lúdica e bem produzida, não só a cultura mineira e sua riqueza, mas também a arte de Maria Clara Machado.

Especificação técnica

Espetáculo - "Gata Borralheira - Uma Farsa Mineira" Ficha Técnica - Duração: 50 minutos - Categoria: Teatro Musical, Infanto-Juvenil - Genero: Comédia - Classificação indicativa: Livre para todas as idades Serão 8 apresentações, alcançando um publico aproximado de 2907 pessoas Obs.:Os teatros escolhidos para as apresentações em Ribeirão Preto, Serrana e São Simão ja possuem as especificações técnicas necessárias para realização do espetáculo (Estruturais, Luz e Som). Em Santa Rosa de Viterbo e Serra Azul, cidades que não possuem teatros com estruturas específicas, o projeto preve o aluguel de estrutura de luz e som, para que assim a população tenha acesso ao projeto, em sua qualidade total.

Acessibilidade

Nota: Tanto o Espetáculo de Artes cênicas quanto as Oficinas de Contrapartida social possuem medidas de acessibilidade para deficientes físicos, visuais e auditivos. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Plano de Acessibilidade Física - Todos os espaços escolhidos para exercício do projeto oferecem facilitadores de locomoção física (com rampas e banheiros adaptados), garantindo facil locomoção e acessiblidiade a qualquer tipo de pessoa. - Os locais previstos para as 8 apresentações do projeto possuem espaços livres e assentos para pessoas com deficiência conforme o artigo 44 da lei nº 13146 de 2015, que diz: Art 44. Nos teatros, locais de espetaculos e de conferencias e similares, serão reservados espaços livres e assentos para pessoa com deficiencia, de acordo com a capacidade de lotação da edificação. - 50% dos assentos destinados ao plano de acessibilidade terão característica dimensionais e estruturais para uso de pessoas obesas conforme normas técnicas de acessibilidade da ABNT, seguindo assim o decreto nº 9404 de 2018. Obs.: Todos os assentos reservados no plano de acessibildiade serão dispostos de forma diversa, com boa visibilidade, próximos aos corredores, devidamente sinalizados e situados de forma que garanta a acomodação de um acompanhante, resguardando o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitario. Além disso, todos os espaços de apresentação possuem rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis comforme os padrões das normas de acessibilidade. Plano de Acessibilidade de Conteúdo (Visual e Auditiva) - As 8 apresentações possuirão Interprete de Libras disposta em local de facil vizualização. - O programa de apresentação do espetáculo será produzido tambem com versão em Braile. - O plano de divulgação do espetáculo carrega a mesma preocupação, dispondo Legendas nos videos de divulgação e descrições detalhadas no corpo de postagem, garatindo assim que a divulgação alcance deficientes auditivos e Visuais (Buscando inclusive esse publico através de Tags específicas, como por exemplo #PARATODOSVEREM). - Tanto o teaser do espetáculo quanto o video na integra, que serão disponibilizados no youtube pós concretização do projeto, terão versões com Libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL Tendo como base a lei nº 13146 de 2015 e tambem o decreto nº9404 de 2018, o plano de acessibildiade abrange tambem as ações formativas de contrapartida social. Plano de Acessibilidade Física - Assim como no espetáculo, todos os espaços escolhidos para realização das Ações formativas oferecem facilitadores de locomoção física (com rampas e banheiros adaptados). - Os profissionais escolhidos para realização das oficinas de contrapartida social possuem experiência com pessoas com deficiência. Plano de Acessibilidade de Conteúdo (Visual e Auditiva) - As 16 oficinas de Contrapartida social possuirão Interprete de Libras disposta em local de facil vizualização. - Ao fazer o levantamento dos participantes das oficinas, realizado com escolas da rede publica de ensino, sera informado que as oficinas possuem estrutura física e artística para receber pessoas com esse tipo de característica, garantindo assim o acesso e atraindo esse público. A produção estará atenta a outras eventuais demandas durante a itinerância do espetáculo e tambem da realização das oficinas de contrapartida social e se responsabiliza por manter e ampliar a acessibilidade.Todas as ações aqui previstas serão rubricadas na planilha orçamentaria garantindo qualidade de execução a todo o plano descrito acima.

Democratização do acesso

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS O projeto articula algumas medidas de ampliação do acesso, seguindo as ações dispostas no Art.21 da Instrução Normativa nº 2/2019, sendo elas: I - Doar, alem do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no minimo 20% dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas publicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao publico, devidamente identificados. III - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais do espetáculo; IV - Permitir a captação de imagens das atividades e do espetáculo ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estagios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, alem da previsão do artigo 22. Oficinas de Contra partida social (Ações formativas) Assim como na temporada de apresentações do espetáculo, as ações formativas de contrapartida social receberão a mesma preocupação, facilitando e democratizando o acesso, seguindo mais uma vez as ações dispostas no Art.21 da Instrução Normativa nº 2/2019. I - Doar, alem do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no minimo 20% dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas publicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao publico, devidamente identificados; III - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais das atividades de ensino; VII - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. Obs.:O projeto não visa comercialização dos produtos advindos no projeto, ofertando gratuitamente tanto os ingressos do espetáculo quanto as vagas das oficinas de Contrapartida social (Por isso em ambos os produtos citamos o inciso I do Art.21 da Instrução Normativa nº 2/2019). Para tal, será feito um pré levantamento de instituições públicas de ensino (municipais e estaduais), grupos de teatro e projetos sociais, buscando democratizar o acesso a um público espeíifico, tanto ao espetáculo quanto as oficinas de contrapartida social (Além do grande publico alcançado pela divulgação do projeto ).

Ficha técnica

A Cia Representando a Arte, Instituição Proponente, em nome de seu responsável legal Richard Barros de Oliveira, estará realizando a atividade de Coordenação Geral do projeto e Direção Artística do espetáculo. Richard Barros de Oliveira Coordenação geral do Projeto e Direção Artística do espetáculo. Ator, Diretor e Produtor Cultural. Se formou no Instituto Ribeirão em Cena em 2012. Pauta o trabalho na produção e gestão dos núcleos da Cia Representando a Arte. Há 11 anos nesse cargo, foi premiado 13 vezes e produziu mais de 40 peças, 20 mostras e formou aproximadamente 1200 novos artistas atraves do Projeto Oficinantes. Pelo mesmo grupo, produziu e dirigiu espetáculos como “A Náusea” em 2019 (Peça Baseada na dramaturgia de Nelson Rodrigues), conquistando 7 prêmios, sendo alguns como “Melhor Direção”, “Melhor Adaptação dramatúrgica” e “3º Melhor Espetáculo”. Participou também do FRINGE 2018 com “Sonia”. Atualmente desenvolve trabalhos como Arte Educador, Diretor e Produtor Cultural, permanece como gestor e produtor da Cia Representando a Arte, desenvolve o curso on-line, além de compor o elenco e equipe de produção da Cia Vagalume de Teatro e do Grupo Protegendo a Infancia, ambos com sede em Ribeirão Preto. Gracyela Maria Santos Davoglio Preparação corporal Iniciou no Grupo Bagaceira em Fortaleza/CE atuando em “Engodo” e “Ano 4 dc” em 2001 e 2006. Em 2007 muda-se para Ribeirão Preto/SP e integra o quadro de professores do Instituto Ribeirão em Cena. No Insituto dirigiu espetáculos como " A Maldição do Vale Negro" 2008, "A comédia do Trabalho" em 2010, "Lesados" em 2012, "A Arvore dos Mamulengos" em 2014, entre outros. Participou do NIT com Jose Mauricio Cagno, em espetáculos como “Os Pés que ganham asas”, apresentado em 2011 na Universidade de Sorboni em Paris. Realizou vários cursos de Expressão Corporal com profissianais de grande renome na area, como por ex: “Como pensar através das Ações” com Eugênio Barba e Julia Varley do Odin Teatret em 2010, “Danças das Intenções” com Roberta Carreri em 2013, 2014 e 2015, “Ecos do Silêncio” com Julia Varley em 2015 e “Da Energia a Ação” com Naomi Silman do LUME em 2016. Desde 2016 é diretora e preparadora fisica da Cia Vagalume de Teatro, professora, peparadora corporal e diretora do curso de Teatro da ALMA/RP, professora e diretora teatral em escolas como a Escola Arte do Museu em Ribeirão Preto. Além de Diretora, Arte Educadora e Contadora de Historias, Gracyela Gitirana faz parte atualmente do Núcleo de Investigação MÓ, coordenado por Naomi Silman do LUME. Priscila Vitorino Cubero Preparação Vocal e Compositora Bacharelada pela USP/RP – FFCLRP em canto e arte lírica. Foi professora de canto no Instituto Ribeirão em Cena de 2012 a 2016, coordenando a direção musical e a prepração vocal dos alunos em espetáculos como “Mulheres Vermelhas” em 2012, "Babel" e “Humus” em 2013, "Antiperipleia" e 2014 e "Personas" em 2015. Desde 2018 é Vocal Coach do Espaço Cultural Helena de Castro, onde realizou o trabalho técnico vocal de “A Bela e a Fera” em 2018-2019 e “Uma aventura no gelo” em 2019; também em 2019 fez a preparação vocal de “Um golinho só” junto a Cia de Teatro Cornucópia e AtuaCia, em 2020 fez a direção musical e preparação vocal do musical “O Despertar”, realizado pelo Grupo Teatral Porão, contemplado pelo PROAC em Ribeirão Preto. Atualmente, é vocal coach de artistas e continua atuando como diretora musical do Espaço Cultural Helena de Castro, desenvolve tambem trabalhos como diretora musical em três grupos distintos: o grupo de folk music “Gaearon”; sua própria produtora de Opera “Art Musique” e na Cia Vagalume de Teatro. Ana Yosetaki Coreógrafa Especialista em Estudos Contemporâneos em Dança pela UFBA e graduanda em Pedagogia pela UFTM/EAD. Foi professora nas escolas de dança Adriana Paula Balé e Ballet Vanessa Tremeschin (Ribeirão Preto) em modalidades como sapateado, jazz dance e ballet clássico; instrutora de sapateado na ONG SARA (Cravinhos) e através do Instituto POIESIS ministrou oficinas de sapateado iniciante em São Simão, Serrana e São João da Boa Vista. Ingressou na Cia. Pé na Tábua em 2014 e tornou-se intérprete criadora da companhia a partir de 2016, em 2017 participou do Circuito SESI de Artes circulando os espetáculos "4 por 4" e "Em Tempo" (espetáculos comtemplados pelo PROAC) com mais de 30 apresentações. Foi titular na cadeira da dança no Conselho Municipal de Cultura de Ribeirão Preto (2014-2016). Atualmente, continua na Cia Pé na Tábua em espetáculos como “Eu não dançarei sem você” (que pesquisa caminhos entre o sapateado, o público e língua brasileira de sinais – LIBRAS), atua como produtora em iniciativas como o Projeto Dança em Dobro em parceria com o SESC Ribeirão Preto e segue trabalhando como Coreografa e Arte Educadora em escolas e projetos com adolescentes. Guilherme da Rocha Medeiros Cenógrafo/ Figurinista Ator, cenógrafo e figurinista. Formado no curso livre de Artes Cênicas do Instituto Ribeirão em Cena no período de 2015-2016, participou de diversos workshops e oficinas voltadas ao campo artístico, como: "A Preparação do Ator", "Direção Teatral", "Improviso: Descuido ou Criatividade?" no Senac; "O Figurino na Estética Cênica", "Costura para o Meio Teatral", "Plasticidade das Vestimentas: Uma Viagem pela História da Moda" pelo Vezo - Instituto de Moda; "Ambientação de Peças Teatrais" e "Cenografia: As Possibilidades dentro da Construção Objetos" pelo Intituto Ribeirão em Cena; entre outros. Assinou figurinos e cenários de montagens infanto-juvenis da Cia Representando a Arte como "A Ver Estrelas" em 2016, "A Gata Borralheira" em 2017 e 2018, "Castelo Desencantado" em 2017 e 2018, e "O Reizinho que Gostava de Mandar" em 2019. Atualmente é ator, cenógrafo e figurinista do Grupo Melancia de Ribeirão Preto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.