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Sideração é um projeto de exposição de arte contemporânea que apresentará trabalhos de artistas interessadas em investigar a natureza e o estatuto da imagem e da representação, ao mesmo tempo em que se aprofundam na pesquisa das linguagens visuais - fotografia e pintura. O título da exposição - "Sideração" - um conceito amplo e multifacetado de espanto escrito por Marie José-Mondzain.A autora descreve sensações frente a coisas que são inesperadas, fugazes, repentinas.Para a Mondzain sideração possui dois movimentos: o primeiro, é o impacto do espanto sobre nós e o segundo é o que criamos a partir disso. As imagens propostas nesta exposição estão sob o efeito de ambos os movimentos narrados. Ao mesmo tempo em que discutem imagens da cultura e da história da arte, os trabalhos criam universos outros, novas possibilidades, outras representações referindo-se à imagens e formas clássicas. O projeto ainda conta com ações de contrapartida social que abrangem palestra, visita guiada e oficina.
Exposição: não se aplica Palestra (AÇÃO 03 CONTRAPARTIDA): Uma psicanalista será convidada a participar da palestra para elucidar seu entendimento sobre o significados dos sonhos para a psicanálise, assunto colocado pela curadoria. A dinâmica do evento ocorrerá de maneira que as artistas e curadora participantes da exposição serão convidadas a falar sobre o trabalho artístico desenvolvido, evidenciando seu universo de pesquisa/atuação/processo em paralelo à discussão sobre o conceito de onírico, com o objetivo aproximar a arte com um universo popular: os sonhos. A conceituação, reflexão discussão sobre os sonhos também será discutida entre as participantes do projeto e a convidada. Além disso, a exposição também discute os conceitos de espanto, distopia, catástrofe e corpo, que também serão contemplados durante as falas. A partir deste desenho o evento será dividido de modo que as integrantes da exposição e a convidada façam uma fala inicial, criando espaço para interlocuções e conversas com o público ouvinte. Conceito metodológico das ações 01 E 02 da contrapartida: Apreciação Reflexão Criação A partir desta tríplicie metodológia, inspirada nos escritos da arte educadora Ana Mae Barbosa, que se refere a esses três elementos acima citados como um tipo de abordagem de ensino de arte, também conhecida como abordagem triangular. É fundamental ressaltar que a Abordagem Triangular não se refere a um modelo ou método fechado, mas tem o objetivo de focar na metodologia adotada pelo educador nas suas aulas práticas, sem necessariamente haver vínculo teórico padronizado, com o intuito de não engessar o processo. O que se pretende no projeto Sideração com esta abordagem é colocar para o participante das ações o questionamento sobre a imagem que está vendo, o que é a imagem, o seu uso, o que é uma imagem do cotidiano, a imagem da história da arte e da cultura que os participantes socializam. Nesta abordagem, é necessário fazer uma leitura crítica da produção da imagem das coisas e de nós mesmos. Não depende só do sujeito a maneira como se vê uma imagem. É necessário também interpretar a mesma. A imagem visível aguarda uma leitura invisível que é revelada a cada deslocamento que ela faz. É também interessante fazer uma análise no processo de expressão do educador e do aluno que experimenta. Quando é algo mecânico e sem causa poética, não passa a singularidade do trabalho artístico produzido. O trabalho artístico passa sensibilidade e emoção. A Proposta Triangular da Prof.ª Ana Mae Barbosa possui estruturantes, a seguir descritos: a contextualização, a apreciação e a produção. O primeiro é o eixo contextualização. Ele abrange os aspectos contextuais que envolvem a produção artística como manifestação simbólica histórica e cultural. A contextualização da obra permite entender em que condições a mesma foi produzida, bem como as relações de poder que estão implícitas nessa produção. Para este eixo temos a primeira etapa da ação educativa, que é uma visita guiada pela exposição. O eixo de apreciação/fruição está organizado diante de aspectos que lidam com as interações entre o sujeito e os artefatos da arte, ou seja, a subjetividade do observador alinhada a obra que está vendo. Aqui estão envolvidos elementos de natureza formal e simbólica. Esse eixo será parte do início da oficina, onde as mesmas imagens da obra serão repetidas no ambiente de criação do Museu para que o grupo pense no sonho que lembrou e o como a imagem é identificada subjetivamente para cada um. No eixo de produção, estão envolvidos aspectos da criação artística. Nele, o sujeito torna-se autor e precisa mobilizar conhecimentos sobre as linguagens para transformar em invenções artísticas.O sujeito mobiliza conhecimentos tanto conceituais quanto procedimentais, inventando tecnologias, adaptando materiais, articulando ideias. Este eixo será para a criação do livro em si, terceiro paço da proposta educativa. A ideia central é desbloquear o corpo e a mente com atividades simples, resultados abstratos e subjetivos, estes últimos também presentes nas produções das artistas. Assim, todos desfrutarão de um momento do fazer artístico sem a preocupação com o resultado final, mas sim surpreendidos por ele. Para que isto aconteça, estarão disponíveis de maneira impressa as próprias imagens das obras e outras imagens aleatórias para a composição de um sonho particular de cada participante da oficina. Através da técnica artística colagem e também do desenho livre e pintura, à escolha do participante, o livro será composto.
OBJETIVO GERAL Produzir exposição de artes visuais e programa educativo (contrapartida social) da proposta Sideração em um museu público a fim de divulgar e ampliar a divulgação de trabalhos de excelência técnica e artística de fotografia e pintura de artistas nacionais, assim como apresentar discussão sobre a contemporaneidade. Investigar ainda a natureza e o estatuto da imagem e da representação e aprofundar a pesquisa das linguagens visuais em diálogo com a história da arte. ESPECÍFICOS - realizar exposição no Museu Oscar Niemeyer com duração de 120 dias de forma a atingir 9 mil pessoas; - expor pelo menos 24 trabalhos das artistas participantes do projeto, de forma a difundir trabalhos de excelência técnica e artística na área da arte visual contemporânea, contribuindo para o fortalecimento das artes visuais na cidade de Curitiba e criar diálogo comum sobre o tema Sideração, nome da exposição. - Realizar democratização de acesso e formação de público por meio de 10 visitas guiadas seguidas de oficinas, sendo 02 para arte educadores e 08 para frequentadores do museu atingindo assim 400 pessoas pretendendo estimular as discussões sobre as artes visuais enquanto ferramenta de transformação social e sobre a importância da continuidade em ações artístico-pedagógicas de qualidade nesta área. - Realizar democratização de acesso aos bens culturais para comunidades com pouco acesso à cultura, através do ação SONHOS para 80 adolescentes residentes em bairros periféricos da cidade de Curitiba. - Realizar democratização de acesso por meio de 01 palestra com o tema "estudos dos sonhos" atingindo 520 pessoas, tornando a arte visual mais acessível, contribuindo para uma maior compreensão e reflexão das obras de diferentes públicos; - Democratizar a experiência sensível e estética das artes visuais, sabendo-se que as ações de democratização do projeto serão oferecidas gratuitamente;
O projeto de exposição Sideração apresenta o trabalho de três artistas interessadas em investigar a natureza e o estatuto da imagem e da representação, ao mesmo tempo em que se aprofundam na pesquisa das linguagens visuais em diálogo com a história da arte. São elas: Livia Fontana, Maya Weishof e Letícia Lopes. A proposta é realizar essa montagem no Museu Oscar Niemeyer, com uma lista de obras já produzidas e citadas ao longo deste texto e também a serem criadas a partir do conceito curatorial em sincronia com a pesquisa de cada uma das artistas. Esse conjunto de obras se relaciona por seu conteúdo (as artistas pesquisam poeticamente a representação na história da arte) e por sua forma (uso de linguagens não-híbridas). E também exploram temas em comum: o onírico, a fantasia, o devaneio. O título da exposição - "Sideração" - é uma menção ao texto de Marie José-Mondzain (Argel, 1942), acerca de um conceito amplo e multifacetado de espanto. Nesse texto, a autora descreve sensações frente a coisas que são inesperadas, fugazes, repentinas. Assemelha-se à descrição do mesmo conceito apresentada por José Tolentino Mendonça (Machicho, 1965), em "O pequeno caminho das grandes perguntas" (2017). Para o autor, reencontrar o espanto é entrar em contato com "a vida maior do que nós, a vida em aberto, não predeterminada." Em seu texto, ele também cita Adorno (Alemanha, 1903) como um teórico que se debruçou sobre o espanto, referindo-se à ele como um "longo e inocente olhar sobre o objeto." Para Mondzain, a sideração possui dois movimentos: o primeiro, é o impacto do espanto sobre nós e o segundo é o que criamos a partir disso. As imagens propostas nesta exposição estão sob o efeito de ambos os movimentos narrados por Mondzain. Ao mesmo tempo em que discutem imagens da cultura e da história da arte, estas artistas também criam universos outros, novas possibilidades, outras representações em suas fotografias e pinturas referindo-se à imagens e formas clássicas. O que é instigante na pesquisa poética dessas artistas é que elas exploram imagens tradicionais (pintura) e imagens técnicas (fotografia) com o objetivo de atualizar essas linguagens frente à arte contemporânea em seus formatos e temas. Pela menção que Tolentino faz do conceito interpretado por Adorno, esse "olhar longo" refere-se à uma revisão atenciosa da história da arte e suas referências. Por sua vez, o "olhar inocente" seria uma contemplação aberta à revelação dessas imagens, que permite, assim, a sua revisão. As obras das artistas partem de uma ambivalência. Ao lidar com a representação, esses trabalhos se inserem na tradição das grandes narrativas artísticas e também respondem criticamente a essa mesma tradição. Essas artistas continuam à serviço de uma reinterpretação sensível do mundo em imagem, isto é, o fundamento de toda história da arte clássica. E, ainda, fazem uso de linguagens convencionais e não-híbridas como suporte para essas imagens: a pintura e a fotografia. O diálogo que estabelecem com os princípios das narrativas visuais e históricas se dá, no entanto, por uma ampliação dos conceitos das linguagens que utilizam e por uma atualização contemporânea nos temas que desenvolvem. Letícia Lopes, apresenta imagens de esculturas ou pinturas clássicas sem fisionomia, envoltos por uma atmosfera soturna e sombria, próxima de uma cena de pesadelo. As fotografias da série "Em um sonho você me contou que pintava tudo de rosa", de Livia Fontana, são imagens aéreas de cemitérios, realizadas no Dia de Finados. A intenção por trás desse trabalho parte de um processo subjetivo, ligado ao relato de um sonho, como sugere o título. Por fim, o conjunto de pinturas recente de Maya Weishof é alicerçada por uma ficção de corpos híbridos, na representação do corpo humano desproporcional ou então na fragmentação desses mesmos corpos, algumas vezes mutilados e outras sobrepostos a outros elementos. Nessa curadoria as pinturas e fotografias que fazem parte dessa expografia invocam ambos os estados de sideração citados por Mondzain. Apesar de versarem sobre temas complexos, enigmáticos, tabus e próximos de um universo distópico, as artistas utilizam-se de uma siderante agitação para criar e inventar uma infinidade de possíveis em suas imagens. Diante do escopo apresentado, um passo almejado as artistas é a realização de uma exposição em um museu público _ um instrumento que serve para a reflexão social, um espaço que tem as funções de investigar, preservar e comunicar na dimensão pública. No museu há a liberdade necessária para expressar um raciocínio desenvolvido e costurado através da pesquisa curatorial. A liberdade que este espaço institucional se dá é primordial para a carreira de um artista, é importante ter a experiência de expor em espaços públicos e ter a oportunidade de uma visitação democrática. O projeto também conta com ações de contrapartida de cunho educativo - eventos esses indissociáveis a criação do projeto - que coloca o público para criar sua própria representação de sonho/pesadelo, sua subjetividade. Este projeto não pode ser executado sem a lei de incentivo à cultura pois não possui investimento próprio, irá pagar diretamente 27 profissionais, fomentar a cultura no estado do paraná com abrangência nacional, pois a exposição ocorrerá em um dos maiores museus da américa latina, estimulando as discussões sobre as artes visuais enquanto ferramenta de transformação social e sobre a importância da continuidade em ações artístico-pedagógicas de qualidade nesta área. Diante disso e de forma a atender o Art. 1º da citada lei de incentivo à cultura o projeto atende as demandas dos incisos II, III, V VIII, sendo: Inciso II: no que tange a ser um produto de criação de artistas de curitiba e porto alegre e apresentação das obras em exposição em local público, assim haverá estímulo e promoção da regionalização da produção cultural em artes visuais; Inciso III: no que tange a dar visibilidade aos trabalhos das artistas, valorizando seu trabalho e o apoiando por meio da exposição de seus trabalhos, assim como gerar difusão dando a publicização de seus trabalhos; Inciso V: no que tange a produção de uma exposição que será um instrumento para salvaguardar em forma física e objeto de pesquisa das artistas revelando seus modos de criar, fazer e viver a sociedade brasileira em suas poéticas artísticas;e Inciso VIII: No que tange ao estímulo ao convidar artistas e curadora de arte visual para fazer esta exposição assim como programa educativo e difundir seus conhecimentos através de ações educativas e exibição de obras. Esta justificativa atente também legalmente ao Art. 3º da lei LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991 inciso II e alíneas b e c no que tange ao fomento à produção cultural e artística, mediante exposição de obras de artes visuais; e inciso IV alínea b no que tange a exibição de pesquisa das linguagens visuais em diálogo com a história da arte.
Exposição: A fim de os critérios do artigo 20 da IN nº 2 – 2019 bem como as alterações presentes na IN nº 4 de 2020, o projeto propõe: - distribuição de 1200 ingressos para grupos pré-agendados de estudantes de escolas públicas do ensino médio e fundamental e para pessoas com envolvimento em atividades voluntárias e distribuição de 600 ingressos para os participantes das ações 01 e 03 da contrapartida. Os 1800 ingressos contemplados nestas medidas cumprem a alínea a do inciso I do artigo 20 da já referida Instrução Normativa, sendo distribuídos 20% dos ingressos com caráter educacional e dando preferência para pessoas envolvidas com voluntariado. - distribuição de, no mínimo, 900 ingressos para pessoas que frequentarem a exposição. As visitas serão realizadas todas às quartas-feiras e neste dia haverá cobrança de ingresso. - distribuição de 900 ingressos para patrocinadores e 900 ingressos para divulgação do projeto. - No total 50% dos ingressos serão distribuídos de maneira gratuita, atingindo os requisitos do artigo 20 da IN nº 2 – 2019. - 100% da comercialização dos ingressos estão dentro da faixa de preço popular cumprindo a alínea d do inciso I do artigo 20 da IN nº 2 – 2019.
Exposição: A exposição contará com, no mínimo, 24 obras a serem expostas com as seguintes especificidades: ILUMINAÇÃO Para destaque das obras: Considera-se na iluminação direta de destaque spots com lâmpadas de LED amarelaS PAR20 com perfil acoplado para antiofuscamento ou lâmpadas AR70, ambas devem possuir 7 Watts de potência (7W) e Índice de Reprodução da Cor maior que 90 (IRC>90) e iluminância média de 300 lux (conforme NBR ISSO/CIE 8995-1. ) EXPOGRAFIA O presente projeto garante a execução mínima de expografia, sendo composta de quadros na parede, iluminação direta de destaque em cada obra, bem como mobiliário composto por amplos bancos onde o público possa sentar para apreciar os trabalhos, além e texto curatorial impresso na parede e etiquetas de identificação técnica das obras. A disposição das obras, escolha de locais dentro o espaço expositivo, cores de parede e divisórias de ambientes, iluminação dos ambientes serão definidos durante a pré-produção do projeto a partir do projeto cenográfico, garantindo assim que o conceito curatorial esteja de acordo com conceito cenográfico do projeto. MOBILIÁRIO O prestador de serviço responsável pela cenografia irá desenhar a disposição de mobiliários sejam para acomodação de obras ou para público. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS AUDIODESCRIÇÃO Edição e masterização do áudio - com aproximadamente 1 hora de gravação.Disponibilização em formato MP3 e WAV projeto pedagógico: Para as ações educativas o projeto necessitará dos seguintes materiais: 100 Canetas 100 Lápis 4B 10 litros de Tinta guache de diversas cores 50 Pranchetas 500 Impressões das obras em diferentes escalas 50 tubos de cola bastão 100 Pincéis 200 copos descartáveis 50 godês 2000 folhas coloridas A4 espessura 90g 10 grampeadores 20000 folhas brancas A4 espessura 90g
O presente projeto de exposição conta com planejamento para garantir acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas aos locais onde se realizam atividades relacionadas a proposta, bem como o acesso ao conteúdo das obras e dos produtos gerados pelo projeto, sem prejuízo de outras garantias previstas em legislação específica. PRODUTOS EXPOSIÇÃOAcessibilidade física: A estrutura do museu onde o projeto ocorrerá oferece: Entrada com acesso prioritário para cadeirantes, idosos, gestantes e pessoas com crianças de colo/ banheiros adaptados para cadeirantes / Elevadores e rampas de acesso às salas expositivas: acesso a todos os espaços expositivos do museu são facilitados por rampas e elevadores/ Plataforma elevatória de acesso ao salão principal do "Olho" para cadeirantes / Empréstimo de cadeiras de rodas. Vagas de estacionamento: O MON possui vagas reservadas para pessoas com necessidades especiais e idosos em ambos estacionamentos. Em caso de troca de espaço, a escolha do mesmo se dará sob a condição de acessibilidade física de acordo com legislação vigente.Acessibilidade visual: O texto curatorial da exposição será traduzido para Braille e disponibilizado para o público. Além disso a exposição prevê audiodescrição para as obras apresentadas. Acessibilidade auditiva: não se aplica neste caso pois tratam-se de obras de artes visuais. Ainda colocamos que está previsto, nas contrapartidas, tradução em Libras para algumas das ações educativas. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: A estrutura do museu oferece: Entrada com acesso prioritário para cadeirantes, idosos, gestantes e pessoas com crianças de colo/ banheiros adaptados para cadeirantes / Elevadores e rampas de acesso às salas expositivas: acesso a todos os espaços expositivos do museu são facilitados por rampas e elevadores/ Plataforma elevatória de acesso ao salão principal do "Olho" para cadeirantes / Empréstimo de cadeiras de rodas. Vagas de estacionamento: O MON possui vagas reservadas para pessoas com necessidades especiais e idosos em ambos estacionamentos. As escolas escolhidas para a ação 01 de contrapartida social serão escolhidas a partir de critérios de acessibilidade física dos estudantes e comunidade escolar. Em caso de troca de espaço, a escolha do mesmo se dará sob a condição de acessibilidade física de acordo com legislação vigente. Acessibilidade visual: O texto curatorial da exposição será traduzido para Braille e disponibilizado para o público. Além disso a exposição prevê audiodescrição para as obras apresentadas. Esse material será utilizado na as ações 01 e 02 da contrapartida. Para a palestra, como é apenas feita de falas, a acessibilidade visual não se aplica. Para ação 01 e 02, para os cegos e pessoas com baixa visão na atividade prática será disponibilizada ajuda de educadores-tutores para composição do livro do sonho. Acessibilidade auditiva: especificamente a ação 02 e 03, que consiste nas visitas guiadas seguidas de oficinas e palestra de encerramento, o projeto prevê tradução em Libras em 3 visitas guiadas e durante toda a palestra. Estas medidas seguem o Art 18 da instrução normativa nº2 de 2019 e também as diretrizes da Lei nº 13.146, de 2015, que aponta o oferecer à pessoa com deficiência, idosa ou com mobilidade reduzida, atividades e bens culturais acessíveis, favorecendo sua fruição de maneira autônoma, por meio da adaptação de espaços e utilização de tecnologias assistivas, sempre que tecnicamente possível e dentro do conceito de adaptações razoáveis previsto na citada Lei.
Adotar os seguintes incisos da do Art. 21 da IN nº 2 – 2019 do Ministério da Cidadania, sendo eles: Produto Exposição: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Produto contrapartida: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;
Elisa Cordeiro BritoFunção no projeto: proponente, coordenadora geral do projeto e educadora - A proponente, pessoa jurídica, neste projeto será a coordenadora geral, sendo responsável por todo o processo decisório administrativo-financeiro. Será remunerada pela rubrica Coordenação Geral e Educadora do projeto. Elisa Cordeiro desenvolve trabalhos como arte educadora e produtora cultural. Atua como coordenadora pedagógica da Círculo Galeria e arte (2020), um espaço independente de artes visuais e é idealizadora e gestora da residência artística Encosta (2017), situada na ilha do mel-pr. Como educadora desenvolve propostas de arte-educação para diversos públicos e instituições, como escolas públicas e privadas, espaços culturais, galerias de arte, residências artísticas, museus e ambientes hospitalares. Como produtora já atuou em diversas exposições de artes visuais como a Bienal de Curitiba (2017), exposições no Museu da Gravura (2016), Museu Oscar Niemeyer,(2017,2018,2019) Museu Municipal de Arte de Curitiba,(2019) Boiler Galeria(2019), Soma Galeria(2015), Círculo Galeria e Arte (2020). Atuou também como produtora artística em grandes eventos como o Festival Psicodália (2018-19) e produtora da mostra principal do Festival de Teatro de Curitiba.(2018-19) Em 2019 criou e executou oficinas em parceria com o artista visual André Mendes de um projeto chamado Laços que envolveu artes visuais e educação para pacientes e seus acompanhantes no Hospital Pequeno Príncipe. Também atuou como produtora do projeto, que contou também com uma exposição de 3 meses no no Museu Municipal de Arte de Curitiba - MUMA. Isadora Buzo MatiolliFunção no projeto: CuradoraIsadora Mattiolli é mestre em história, teoria e crítica de arte pela UFRGS e graduada em artes visuais pela UFPR. Pesquisa arte contemporânea com ênfase em fotografia e multimeios. É professora do CAMPUS I da UNESPAR e da Pós-graduação em História da Arte e Curadoria da PUC Paraná. É curadora do CUBIC (Circuito Universitário da Bienal de Curitiba) e também atua como curadora independente, tendo realizado a curadoria de exposições individuais e coletivas, em instituições públicas e privadas, e também de pesquisas em acervos, como a exposição Vestidos em Arte: os nus nos acervos públicos de Curitiba (Museu Oscar Niemeyer, 2018). Letícia Arais LopesFunção no projeto: Artista Letícia Lopes, 1988, é bacharel em Artes Visuais pela (UFRGS, 2015), e desenvolve seu trabalho majoritariamente em pintura, fotografia e desenho. Participou de várias exposições coletivas, tais como “Do corpo objeto ao animal político”-Arte Londrina 8-PR (2020), “Entre ilusões, magnéticas” - Galeria Bolsa de Arte-POA/RS (2019), “Caixa Preta” - Fundação Iberê Camargo POA/RS (2018), "Arte Contemporânea do RS - Czech Center,Praga (Rep. Tcheca). Em 2016 foi contemplada pelo Projeto RS Contemporâneo, realizando a individual “Presença Sinistra” com curadoria de Marcelo Campos no Santander Cultural - POA/RS; em 2018 apresentou "A hora mágica" individual na Galeria Aura (SP) com curadoria de Gabriela Motta. Em 2019 ganhou o Prêmio de Arte Contemporânea da Aliança Francesa, o que rendeu-lhe uma residência de dois meses na França e "I wanna be adored", sua primeira individual fora do país; no mesmo ano, foi indicada ao Prêmio PIPA. Possui trabalhos em acervo no MAC/RS e uma publicação no acervo do Instituto Moreira Salles SP.A Lívia Sofia Longo FontanaFunção no projeto: Artista Formada em Publicidade e Propaganda em 2002 pela Universidade Positivo em Curitiba, cursou extensão em Design Gráfico e Fotografia na Central Saint Martins, em Londres em 2003/04. Depois de experiências com direção de arte, a artista decide dedicar-se ao que até então era uma atividade desenvolvida desde criança: a fotografia. Em Curitiba expôs no Museu Alfredo Andersen pinturas em fotografias na individual Ninhos em 2014. Participou da exposição coletiva Origami Curvo, durante a Bienal de Curitiba em 2016. Duas de suas obras Loading foram adquiridas, em 2018, pelo acervo do Museu Oscar Niemeyer. Em março de 2015 funda uma Galeria de Arte, a Boiler, representando artistas contemporâneos brasileiros. Aqui a artista traça um novo caminho, adentrando no mercado da arte, na representação de artistas, curadoria, criação de acervo e mostras assim como o Festival de Vídeo Arte Mirada. Desenvolveu a curadoria em exposições nos 5 anos da Boiler galeria tanto em seu espaço físico no bairro Batel, em Curitiba quanto em Feiras de arte contemporânea nacionais e internacionais assim como a SP Arte, Arte Rio, BerlinerListe em Berlim e Pinta Miami. Em dezembro de 2019 Livia descontinua o trabalho de galerista para dedicar-se apenas à produção artística particular. Em 2020 ocupa o espaço Torre no Palacete dos Leões com a exposição de fotografias ”Mãe mar”. Maya WeishofFunção no projeto: Artista Graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná - UFPR em 2016, foi selecionada para o programa de residência artística da Zaratan Arte Contemporânea em Lisboa, Portugal e também selecionada para o edital Novas Poéticas que contemplava estudantes de artes visuais de todo o Brasil. Em 2017, integrou com três trabalhos a exposição A Vastidão dos Mapas no MON (Museu Oscar Niemeyer) com curadoria de Agnaldo Farias. No mesmo ano, participou do grupo de investigações práticas em pintura sob orientação de Regina Parra e Rodolpho Parigi em São Paulo e também do Núcleo de Artes Visuais SESI sob orientação de Ricardo Basbaum. Em 2018, inaugura sua primeira individual em São Paulo na Zipper Galeria com curadoria de Nathalia Lavigne. Em2018, participa do projeto expositivo Confluências Poéticas do SESC Paço da Liberdade em Curitiba. Em 2019, é selecionada para o programa de residência artística Pivô Arte e Pesquisa em São Paulo e integra a coletiva Estamos Aqui!, com curadoria de Ana Rocha no MAC em Curitiba. No segundo semestre de 2019, Maya é convidada pela Cisterna Galeria em Lisboa para participar do programa de residência artística C-Lab e também realiza a individual Os Substitutos na Boiler Galeria em Curitiba. Em 2020 realiza individual Espelho Espanto na Galeria Simões de Assis em São Paulo. Cindy Napoli AlmeidaFunção no projeto: Direção de Produção Sócia da Rumo de Cultura desde 2006 com a qual realizou trabalhos como PEOPLE vs TESLA (Lei de Fomento e Incentivo à Cultura Federal, Eletrobrás) 2020, Container Cultural (Lei de Fomento e Incentivo à Cultura Federal, CCR) 2019, peça PEOPLE VS PEOPLE (Mecenato Subsidiado Fundação de Curitiba) 2019, Exposição e Livro Gesto Contínuo de Elenize Dezgeniski (Mecenato Subsidiado Fundação de Curitiba) 2018, Exposição Pelos Ares (Caixa Cultural Curitiba) 2018, peça LOVLOVLOV (Mecenato Subsidiado Fundação de Curitiba) 2016. Desde 2007 é diretora de produção da desCompanhia de dança (Cutitiba/PR). Foi responsável pela realização de duas circulações nacionais viabilizadas pelo Prêmio Funarte Klauss Vianna de Dança 2012 e 2013, além da produção de 11 espetáculos e da participação em importantes eventos como o Internationales TANZ Festival (Festival Internacional de Dança de Ingolstadt/Alemanha). Ainda em 2007 assume a direção de produção do núcleo de pesquisa em dança IMP – Investigação do Movimento Particular, realizando 7 edições independes do núcleo, além do projeto Conexões IMP (Mecenato Subsidiado) 2013, uma edição do núcleo e a publicação do livro Investigação do Movimento Particular (Secretaria Estadual de Cultura do Paraná) 2015 e atualmente está realizando a 9a edição (Mecenato Subsidiado) 2019. Em 2017 atuou como produtora executiva Festival Internacional Ruído EnCena, realizado pelo Ruído CWB e inaugurou seu espaço cultural, a Casa Quatro Ventos - movimento e arte, onde atua como gestora e produtora dos eventos realizados pelo espaço.
PROJETO ARQUIVADO.