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Uma série de contações de histórias para crianças do ensino fundamental, e também uma série de oficinas de contação de histórias para professores desse mesmo segmento, contemplando alunos e professores da rede pública de ensino da cidade de São Paulo.
1) Apresentação de uma série de contações de histórias em 12 escolas públicas, diferentes, direcionadas às escolas do ensino fundamental da rede pública para criança de 6 a 8 anos de idade. Todas as obras literárias e as respectivas histórias envolvidas serão definidas e programadas pela comissão curadora, após o iníco da execução do projeto em pauta. 2) Ainda, serão organizadas pelo menos 12 oficinas de contações de histórias em 12 escolas, direcionadas aos professores e funcionários dessas instituições. As obras literárias e histórias envolvidas serão definidas também pela comissão curadora, após o início da execução deste projeto
1) OBJETIVO GERAL Disseminar a cultura e suas manifestações através da linguagem escrita, visando desenvolver o raciocínio, a criatividade e a reflexão. 2) OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar uma série de 36 contações de histórias de autores brasileiros e/ou autores estrangeiros, em escolas do ensino fundamental da rede pública para criança de 6 a 8 anos de idade, em pelo menos 12 escolas diferentes, durante 6 meses, para um público estimado de 1800 alunos; Realizar uma série de 12 oficinas de contação de história em cada uma das escolas atendidas com as leituras, direcionadas a professores e/ou membros da comunidade escolar interessados, atendendo um público de 240 pessoas. Realizar 3 workshops de Introdução à Contação de Histórias como contrapartidas sociais, atendendo 384 professores e alunos da rede pública do ensino fundamental.
A arte de contar histórias é uma prática milenar que teve seu início nos primórdios da humanidade por meio da tradição oral e essa arte do contar e recontar história se amplia e muito no universo literário, desperta o interesse pela leitura e estimula a imaginação através da construção de imagens interiores. Sendo uma atividade de suma importância, estimula a concentração do expectador, auxilia na criação de bons textos, desenvolve a linguagem e a construção do conhecimento. As escolas ensinam a ler, escrever, dentre outros preciosos aprendizados, todavia o "contar história" é uma atividade que requer experiências que estão além dos muros das instituições escolares, estão nas ruas, nas comunidades tradicionais, nas vozes e nas experiências dos maios velhos, daqueles que já viveram diferentes "batalhas" de vida, e por aí vai. Assim, o ator, a atriz, o escritor, ou até mesmo o professor especializado nessa arte de contação de histórias, apreende, capta e depois "traduz" a escrita de tal forma, onde a imaginação transcende e muito todos os limites da física, do tempo, e proporciona ao(s) "ouvinte(s)" uma interação e um envolvimento em que a leitura por si só possivelmente não proporcionaria. Pois a leitura, um ato solitário, individual, numa sessão de contador e ouvintes essa experiência se amplia de tal forma, que descrevê-la simplesmente seria muito pouco, diante de uma experiência coletiva. Quando um projeto se propõe a dialogar com os alunos e professores de uma escola, ele está buscando uma interlocução que de outra forma seria inviável, incapaz de acontecer, pois ele está cumprindo uma experiência única: a de se encontrar com um coletivo de crianças, todas juntas, ao mesmo tempo, num mesmo espaço e num só tempo. E essa importância poderá muito bem ser medida, pois o impacto de quaisquer iniciativas extracurriculares bem pensadas e bem executadas, vão sempre surtir efeitos "visíveis" à distância. Todavia, a título de comprovação da eficácia dessa série de leituras, seria num relatório documentar com uma pesquisa qualitativa, a partir de depoimentos gravados, ou registrados em textos, entrevistas etc. Assim sendo, "Histórias pra se contar" poderá fazer "parada" em muitas estações, sempre levando grandes ou pequenas histórias da literatura universal, e da literatura brasileira. Imaginamos que muitos não vão querer perder esse trem! "Bora lá"! POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? Este projeto trata-se do livro e de contações de histórias - matérias que na maioria das vezes encontram pouca ou nenhuma visibilidade, que provavelmente, sem a Lei de Incentivo à Cultura não seria possível ser pensado, realizado. Assim sendo, ele contempla os Incisos I, VI, VIII do Artigo 1º. da Lei 8.13/91, que são: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e também se pauta pelos seguintes objetivos do Artigo 3º, da presente Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
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Oficina de contação de histórias Atenderá 12 turmas – sendo 3 horas aulas para cada turma, atendendo num total de 12 escolas. Objetivo geral: Incentivar o gosto pela literatura infantil e infantojuvenil, despertando o potencial criativo e a facilidade para comunicação. Objetivos específicos: introdução à arte da contação de histórias, caracterização, desinibição, trabalho corporal, voz e dramatização. Justificativa: A ausência de políticas públicas na área da cultura deixam uma lacuna no campo artístico-cultural, ficando esse tipo de iniciativa à sorte da espontaneidade. E esta seria uma oportunidade de estimular, incentivar o professor, o educador a se aproximar de forma mais aprofundada no mundo da literatura infantil e infantojuvenil, tomando para si um entendimento mais verticalizado das histórias, criando condições para “recriações” desses universos fantásticos para todo mundo, e fazendo multiplicar essa ideia da “recriação” de vários universos fictícios. Carga horária completa: 3 horas para cada uma das 12 oficinas. Público-alvo 1: 20 pessoas – professores, educadores da rede pública de ensino fundamental. Metodologia: exposições, rodas de conversas e aulas práticas. Material didático: livros, maquiagem, roupas, sapatos e materiais variados. Profissional orientador: ator de teatro com formação na área e/ou experiência comprovada. Conteúdos: aulas teóricas a partir de várias histórias da literatura brasileira e universal, e aulas práticas de interpretação, caracterização.
Contação de Histórias Acessibilidade física: As apresentações de contação de histórias vão ocorrer em escolas públicas da rede de ensino do Município e também do Estado da cidade de São Paulo. Nessas instituições já existem as condições adequadas para atender o publico especial, tanto com deficiência física e/ou mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes auditivos: Contaremos com intérpretes em libras em todas as apresentações de contação de histórias. Acessibilidade para deficientes visuais: Contaremos com audiodescrição em todas as apresentações, bem como acentos reservados a este público. OFICINAS Acessibilidade física: As oficinas de contação de histórias vão ocorrer em escolas públicas da rede de ensino do Município e também do Estado da cidade de São Paulo. Nessas instituições já existem as condições adequadas para atender o publico especial, tanto com deficiência física e/ou mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes auditivos: Contaremos com intérpretes em libras em todas as oficinas de contação de histórias, considerando esse público, com formato de aulas e conteúdos especiais. Acessibilidade para deficientes visuais: Contaremos com audiodescrição em todas as oficinas, bem como acentos reservados a este público. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Os workshops serão realizados em local do poder público municipal, em sistema de parceria, e onde já existam condições especiais para portadores de deficiência física e/ou mobilidade reduzida, e quando não houver serão providenciados banheiros especiais, rampas de acesso, sinalizações, acentos especiais, e demais necessidades. Acessibilidade para deficientes auditivos: Contaremos com intérpretes em libras nos workshops de iniciação teatral. Acessibilidade para deficientes visuais: Contaremos com audiodescrição workshops, bem como acentos reservados a este público.
Como o projeto será desenvolvido diretamente em escolas do ensino fundamental da rede pública, situadas em regiões mais periféricas e mais populosas, atendendo crianças e professores dessas regiões, entendemos que esse acesso está garantido na sua própria origem, dada a facilidade de mobilização do seu público-alvo. Ademais, "Histórias pra se contar" será amplamente divulgado na cidade de São Paulo, e principalmente na região sul da cidade (Rádios, TVs alternativas, jornais de bairros), região onde reside a proponente. Ações especiais nas redes sociais, sites e blogs ligados à cultura, de forma que se possa ao máximo, facilitar a difusão dos eventos perante as pessoas das mais variadas camadas da população. O que consequentemente amplia a participação, garantindo a democratização do acesso ao projeto. Observação: De acordo com o inciso/medida do art. 21 da IN nº 02/2019, o registro audiovisual de todas as atividades dos produtos “Contação de Histórias” “Oficinas” e “Workshops” serão disponibilizados na Internet, via redes sociais: art. 21 da IN nº 02/2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
Ficha Técnica Simone Souza: Coordenadora geral e proponente do projeto. Nanda Ruano: Coordenadora pedagógica Fernando Pereira Lima: Coordenador de comunicação Comissão curadora: Sílvia Maria Ribeiro, Simone Souza e Cacá Mendes Atividade da proponente: Simone Souza, proponente e coordenadora do projeto será responsável pela captação de recursos, e também responsável por toda a execução do projeto, do seu início ao término, até a prestação de contas final. Atividade da Comissão curadora: A Comissão Curadora definirá quais livros e autores, atores e/ou contadores de histórias vão se apresentar; e também definirá os profissionais oficineiros. CURRÍCULOS 1) SIMONE SOUZA 47 anos - Brasileira 11 9 9856-8450 - atrizsimonesouza@yahoo.com.br Formação Acadêmica: Licenciatura em teatro – Universidade Ítalo Brasileiro (cursando) Curso Extracurricular; 1999- Ofic.De Teatro Masarop Diretor Moisés“Tragédia Grega do Rei Edipo”; 2003- Dramaturgia com Samir Yazbeck- Mario De Andrade; 2003- Analise de Texto e Contexto Históricos- Agnes- Mario De Andrade; 2004- Poética do Movimento- Éderson Lopes- Casa Mario de Andrade; 2004- Desconstruindo São Paulo - Agnes Zulliani- Casa Mario de Andrade; 2004-Stand-up Commed- Agnes Zulliani- Casa Mario de Andrade. Autora e escritora: Livros infantis “A cachorrinha Pituca” 2014 / “O amor de Girassol” 2015. Premio de Literatura – ABRASCI - (Academia Brasileira de Ciências, História, Artes e Literatura). Arte Educadora com aulas de teatro nos seguintes: Secretaria de cultura de SP, Escola Aquário e Espaço Juliana Ballet. Participação em diversas Antologias de poesia da Editora Beco dos Poetas: com Poemas e Contos. Participações em diversos Saraus da cidade de SP, desde de 2013 até o momento: Participação, como autora na Bienal de 2018 em São Paulo 2) FERNANDO PEREIRA DE LIMA Telefone: (11) 96717-2738 - fernando.pereira_lima@yahoo.com.br Data de Nascimento: 31/12/1993 - Gaduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade Cruzeiro do Sul; Cursando Licenciatura em Teatro no Centro Universitário Italo Brasileiro; Técnico em Administração e Marketing pelo Centro Paula Souza. Profissional da área de comunicação e cultura, sendo responsável pela comunicação nas Cias. De Teatro: - Grupo Arte em Cena (São Paulo / 2014 – 2019); - Cia Teatral Espelhos (São Paulo / 2018 – 2020). Produtor, Captador de Recursos e Social Media do FESTAC – Festival de Teatro Estudantil Arte em Cena (São Paulo / 2018 – 2020). Técnico de Iluminação nos espetáculos: - Grupo Arte em Cena (2014 – 2019); - Cia Teatral Espelhos (2018 – 2020); - A BELA E A FERA (2019 – 2020), - A SOGRA QUE PEDI A DEUS (2019 – 2020), - IRMÃ SCHEILLA (2019 – 2020). Profissional Autonomo na área de Design e Comunicação Visual. 3) NANDA RUANO (DRT 18.259/SP) Nanda Ruano tem sua formação essencial no Teatro, com início de sua carreira em 1997. Além de atuar, Nanda também canta e é dançarina de salão. Formada pela PUC/SP (Comunicação das Artes do Corpo), TUCA e SENAC/SP. Dentre seus trabalhos em Peças Infantis, se destacam: “Pinocchio- O musical da Broadway”- Dir. Billy Bond (2007), “Panos e Lendas” (2009), “Trix, Lelê e o Monstro” (do livro de Patrícia Secco, com adaptação e direção da própria atriz), (2011/2012). Atualmente, está em processo de ensaio virtual do Espetáculo Infantil inédito “Pra onde vamos?”. Como Contadora de Histórias (desde 2008), já atuou nos mais diversos eventos, como: Contadora oficial de SP do Projeto “Mundo cor de Rosa I e II”, da Empresa de calçados infantis Pampili (2008 e 2010), dentre outras tantas empresas. 4) SÍLVIA MARIA RIBEIRO Brasileira, 55 anos, solteira, São Paulo, SP- silviamribeiro@uol.com.br -(11) 99175-3475. Fonoaudióloga, poeta, ativista e produtora cultural. Fonoaudiologia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas – PUCCAMP -1988. Principais Habilidades: Relações humanas. Formação Complementar: Grupo Vocal Poucas & Boas sob orientação da maestrina Dani Mattos. Colabora com ilustrações e poemas, organização e divulgação de saraus e oficinas lítero-musical; têm diversas participações em antologias poéticas . Membro do coletivo Senhoras Obscenas de literatura feminista e do Sarau das Mulheres Poetas. 5) CARLOS APARECIDO DO CARMO (em artes, Cacá Mendes) 61 anos Produtor Cultural e escritor/poeta - Natural de Monte Belo, MG - Residente em São Paulo –SP osconversadores@gmail.com - (11) 958391763 - Produtor cultural, com várias produções nas artes cênicas, nos anos de 1990 até 2013; Licenciado em Letras Português, e também organizador do Sarau dos Conversadores (SP – desde 2013). Atividades mais recentes: - Consultoria e assessoria em projetos culturais, desde 2012, até o momento atual para a Uirapurus Arte e Cultura - Araxá MG. - Professor dos cursos de elaboração de projetos culturais e sociais do projeto CECAP-DH, da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de SP, e também produtor dos eventos do referido projeto - Nov - 2014 a Fev.2017 - Diretor de Difusão Cultural – 2005 - 2007 – Secretaria de Cultura da Prefeitura de Osasco. - Produtor Cultural - CEU VILA CURUÇÁ/SMC/SP – durante 3 meses em 2004 Como poeta/escritor: - “Contido Descontrolado” (poesia. Plêiade Editora – 2012) – autor; - “Uma Poesia Hoje, antologia Brasil-Itália” (Editora Patuá) – 2018 (Organizador e participante); - “40 Poetas em SP” (Editora Patuá) – 2019 - Organizador; - “Crônicas de Segunda” (Desconcertos Editora) - 2019 – autor. - Criador e coordenador do “Sarau dos Conversadores” (https://www.facebook.com/osaraudosconversadores/ ), que esteve em cartaz todo último sábado de cada mês, na Livraria da Vila (unidade da Al. Lorena), de junho de 2013 a fevereiro de (2018), depois esteve em cartaz na Mercearia Carauari (Vila Maria), no Centro Cultural Santo Amaro, Livraria do Comendador (até início de março); e atualmente pelo Zoom e YouTube, simultaneamente, todo primeiro sábado de cada mês ( desde abril, até o momento).
PROJETO ARQUIVADO.