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PRONAC 210634Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

LabGestão397

RIVITTI ARTE-CULTURA LTDA - ME
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2021
    Cadastro PRONAC
    Ano 21
  2. 01/03/2021
    Início previsto
  3. 01/09/2021
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-03-01
Término
2021-09-01
Locais de realização (1)

Resumo

O projeto LabGestão397 prevê a realização de um curso de formação destinada a gestores de espaços culturais. Um laboratório de gestão que pretende colocar espaços independentes em rede, focando principalmente em iniciativas periféricas. Além do curso, o projeto também prevê a realização de uma exposição e uma publicação de apresentação dos resultados da iniciativa.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo geral do projeto é criar e fortalecer uma rede de espaços independentes através de um laboratório de gestão. O programa de formação LabGestão397, é desenhado pensando no Ateliê397 como um agente de trocas, conexões e criador de pontes entre outros espaços e agentes. Mais do que apontar caminhos, o LabGestão397 pretende ser um importante espaço de debate e um ponto de encontro entre gestores que muitas vezes passam pelos mesmos desafios mas que não encontram a possibilidade de discutir suas estratégias, erros e acertos com seus pares profissionais. Objetivos Específicos - Realização de um curso de formação para gestores culturais: a atividade de formação terá duração de 3 meses. Serão dois encontros semanais de 3 horas cada, a princípio presenciais, mas isso pode ser modificado conforme as necessidades sanitárias por conta da COVID-19. Além desses encontros semanais, haverá 3 vivências nos outros espaços independentes que integrarão o projeto. A cada semana um convidado irá ministrar um encontro ao lado de um dos mediadores. O laboratório se dividirá em três módulos de 7 encontros cada, cada encontro com duração de 3 horas. Serão oferecidas 20 vagas gratuitas para profissionais que atuem em espaços independentes; - Realização de uma exposição de finalização, apresentando os resultados do curso. A exposição contará com parte do acervo e arquivo dos espaços, trabalhos em vídeo e som que apresentem o processo do curso de formação, e três obras comissionadas, de artistas a serem selecionados, que dialoguem com o conteúdo apresentado no curso; - Produção de uma publicação também apresentando os resultados do curso.

Justificativa

O projeto LabGestão397 aponta para a importância de se pensar a questão da gestão para espaços independentes de arte. Muitas vezes as questões dia a dia e a necessidade de apresentar uma programação intensa e única, faz com que o cuidado da gestão seja deixado de lado (mesmo sem intenção), o que acaba refletindo em uma equipe que por vezes se vê dentro de uma estrutura pouco planejada, trabalhando excessivamente e recebendo aquém do esforço e comprometimento empregado no projeto. Essa dinâmica acaba por se repetir na maioria desses locais, onde as dificuldades cotidianas entram de encontro com o grande desafio de financiamento e manutenção desses lugares. O Ateliê397 (espaço independente gerenciado pela proponente) não é exceção à regra, porém, pelo fato de existir e estar ativo há 17 anos é notável que, apesar das grandes dificuldades, foi possível construir um caminho exitoso, buscando constantemente estratégias para se manter aberto e poder atender à comunidade artística e ao público. Essas estratégias passam desde a seleção de projetos em editais públicos, até ações como leilões e vaquinhas, além do envolvimento e comprometimento de profissionais que passaram pelo espaço e contribuíram com ideias, mão de obra e entusiasmo. O programa de formação LabGestão397, é desenhado pensando no Ateliê397 como um agente de trocas, conexões e criador de pontes entre outros espaços e agentes. Mais do que apontar caminhos, o LabGestão397 pretende ser um importante espaço de debate e um ponto de encontro entre gestores que muitas vezes passam pelos mesmos desafios mas que não encontram a possibilidade de discutir suas estratégias, erros e acertos com seus pares profissionais. Além disso, o projeto se destaca por reunir no período de sua duração, não apenas os profissionais selecionados para participarem do programa, mas também convidados que atuam nas mais diversas frentes e que contam com um acúmulo de experiências em espaços independentes de arte. Apesar de todos os percalços enfrentados pelo Ateliê397 ao longo de sua existência, é inevitável não reconhecer também o lugar de privilégio em que o espaço está inserido, tanto geograficamente na cidade de São Paulo, tanto como pela rede de contatos e apoio estabelecidas nesse período. Por isso, entendemos ser de extrema importância que o Ateliê, a partir do projeto LabGestão397, seja um agente capaz de unir forças com outros espaços para juntos provocar fissuras e abrir brechas no sistema convencional de arte. Assim, o desejo de diálogo com os outros espaços e com os profissionais que serão selecionados para o programa. Sobre o enquadramento do projeto nos incisos do artigo 1° da Lei 8313/91, listamos abaixo aqueles que tem relação com o projeto: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Ja´ sobre os objetivos do Artigo 3°, citamos abaixo aqueles que tem relaça~o com o projeto: II - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

Projeto Pedagógico Serão disponibilizadas 20 vagas gratuitas para o laboratório exclusivamente destinadas a profissionais que atuem no campo da gestão cultural, com foco nas artes visuais. Apesar dos encontros contarem com mediadores, a intenção é que a estrutura seja horizontal com todos os participantes contribuindo com suas experiências no campo da gestão, numa espécie de intercâmbio de vivências. 10 vagas serão destinadas para espaços sediados nas periferias de São Paulo. Os representantes desses espaços receberão um auxílio pesquisa e vale transporte. 5 vagas serão reservadas para participantes que atuem no Estado de São Paulo, mas fora da capital paulista. Os espaços independentes localizados na capital de São Paulo: o Jamac - Jardim Míriam Arte Clube, espaço cultural na Zona Sul de São Paulo, fundado pela artista Mônica Nador, o lugar funciona como uma associação sem fins lucrativos formada por artistas e moradores do Jardim Miriam; o ali arte livre itinerante, uma escola de arte livre nômade fundada em 2019 na Cidade Tiradentes, Zona Leste; e a Galeria Reocupa, espaço destinado às artes visuais localizada na Ocupação 9 de Julho no Centro de São Paulo. Ao lado do Ateliê, esses três espaços serão apresentados como objetos de estudo, sendo que ao longo do programa os participantes farão uma visita a cada lugar. Além disso, um membro responsável pela gestão de cada espaço será convidado a ministrar um encontro. Módulo I Espaços independentes: um panorama no Brasil Encontro I - apresentação dos coordenadores Thaís Rivitti, Mariana Lorenzi e Raphael Escobar, e dos 20 participantes do programa. Detalhamento dos encontros e expectativas. Encontro II - Mariana Lorenzi O histórico dos espaços independentes no Brasil, com foco no Estado de São Paulo Encontro III e IV - Thaís Rivitti e convidado a ser definido Os espaços independentes e suas estruturas. Quais as principais diferenças entre esses lugares e os espaços institucionalizados da arte. Encontro V - Raphael Escobar Modelos de espaços independentes - gerido por artistas, integrado à comunidade local, associativos, digitais e editoriais, híbrido entre difusão e formação, galerias Encontro VI (aberto ao público) - Mariana Lorenzi e Ricardo Basbaum (a ser confirmado) O que a cena dos coletivos dos anos 1970/80 tem a ensinar para os espaços independentes? Encontro VII - Vivência no Jamac Módulo II Desafios da gestão dos espaços independentes Encontro I - Thaís Rivitti Qual a função de um espaço independente na cena da arte contemporânea? Encontro II - Mariana Lorenzi Estrutura e organização de um espaço independente Encontro III - Mariana Lorenzi e convidado a ser definido A profissionalização do setor de produção cultural e como isso reflete nos espaços independentes. Leis, subsídios, modelos de gestão. Encontro IV - Thaís Rivitti e convidado a ser definido Como se definir institucionalmente: ferramentas de comunicação e parcerias Encontro V (aberto ao público) - Raphael Escobar Pensando o público e a programação de um espaço independente Encontro VI - Paula Marujo Como montar um modelo de negócio para um espaço independente e como financiar seus projetos? Encontro VII - Vivência ali Módulo III Futuro e desafios dos espaços independentes Encontro I - Raphael Escobar Como os espaços independentes podem ser uma ferramenta de transformação? Encontro II - Paula Marujo e Laura Maringoni (a ser confirmada) Os espaços independentes na cidade: geografias e deslocamentos. Encontro III - Mariana Lorenzi A importância de uma rede de fortalecimento de espaços independentes. Encontro V - Thaís Rivitti Como existir para além do espaço físico? Encontro VI (aberto ao público) - Raphael Escobar e Mônica Nador (a ser confirmada) Espaços independentes como plataforma para questões políticas Encontro VII - Vivência Galeria Reocupa Publicação As especificações técnicas da publicação serão definidas na etapa de pré-produção. Exposição - Proposta Expográfica A proposta expográfoca será desenvolvida ao longo da realização do curso, tendo em vista que os materiais expostos serão resultados dos conteúdos produzidos no curso. De qualquer forma, sabe-se que serão apresentadas informações, imagens, documentos e reflexões sobre todos os espaços envolvidos no curso, possibilidade de gestão, sonhos, projeções e ações realizadas. A forma exata como esses resultados serão apresentados ao público será definida na etapa de produção,

Acessibilidade

Acessibilidade Física O proponente se compromete a oferecer equipe de suporte para auxiliar pessoas com mobilidade reduzida no espaço que sediará o projeto. Deficientes Auditivos . Curso de formação, intérprete de Libras, caso existam alunos com deficiência auditiva . Exposição: intérprete de libras para visitas guiadas . Publicação: não apresentará restrições de acesso a pessoas com deficiência auditiva Deficientes Visuais . Curso de formação: não apresentará restrições de acesso a pessoas com deficiência visual . Exposição: textos da exposição em braile . Publicação: audiobook dos textos presentes na publicação Contrapartida sociais . Aulas abertas destinadas ao público em geral e também a professores e alunos: intérprete de libras

Democratização do acesso

As ações de democratização de acesso são: O acesso a todos os produtos culturais será gratuito. - O curso de fomração será oferecido de forma gratuita, 20 vagas disponíveis - O acesso à exposição será gratuito - A publicação será distribuida gratuitamente. Em relação ao artigo 21, atende-se: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

A empresa proponente é responsável pela Direção geral e Administração do projeto. Apesar de ser a primeira proposta apresentada para a Secretaria Especial de Cultura, o proponente possui mais de 10 anos de experiência na gestão de espaços culturais e projetos culturais, comprovado no portifólio apresentado Direção geral e Produção Executiva Rivitti Arte e Cultura Empresa fundada em julho de 2009, especializada em projetos culturais. Suas atividades envolvem a realização de exposições (produção e curadoria), a edição de publicações e catálogos e organização de cursos, em diversas instituições com grande reconhecimento na área cultural, tais como o Centro Universitário Maria Antonia, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Itaú Cultural, o Centro de Pesquisa e Formação - Sesc e o Ateliê397. Em 2010, recebeu o prêmio “Conexão Artes Visuais”, da FUNARTE, Ministério da Cultura. Coordenação geral Mariana Lorenzi (São Paulo, 1983) Possui graduação em Comunicação Social pela FAAP (São Paulo) e Mestrado em Artes Políticas pela NYU (Nova York). Atua como curadora independente, editora e gestora cultural. Em Nova York, trabalhou nos departamentos curatoriais do MoMA e do New Museum. Ao retornar para São Paulo, em 2013, trabalhou por 4 anos na Casa do Povo como coordenadora de programação e curadora, onde também coeditou o Jornal Nossa Voz e outras publicações. Realizou curadorias para a SP-Arte, Oficina Cultural Oswald de Andrade, .Aurora, Independent Curators International e Galeria Marilia Razuk. Além de ter colaborado em projetos com a Central Saint Martins (Londres), NYU (NY), SESC 24 de Maio, Hermes Artes Visuais, Ateliê 397, Pinacoteca, Itaú Cultural e realizado parcerias pontuais com artistas. Em 2016 recebeu o Critical Collaboration Fellowship do departamento de Art&Public Policy da NYU. Mediadora Thais Rivitti Thaís Rivitti é crítica de arte e curadora independente. Foi diretora do espaço independente de arte Ateliê397 de 2010 a 2018 onde coordenou atividades como exposições de arte, cursos livres e simpósios internacionais (como “O artista gestor e a potência independente” e “Douglas Crimp: before pictures” ambos em 2015). Foi curadora das seguintes exposições “Ratos e Urubus” (2019, CCSP) ”Modos de ver o Brasil” (Oca, SP, 2017, em parceria com Paulo Herkenhoff e Leno Veras); “João Loureiro: Gelo para festas”; (2017, SESC, em parceria com Cadu Riccioppo). “Rodrigo Andrade: Praça da República” (Ateliê397, 2016); “Tombo”, exposição de Rodrigo Braga (Casa França Brasil, RJ, 2015), “Ana Luiza Dias Batista: Faça Aqui” (Ateliê397, SP, 2015) “Espaços independentes: A alma é o segredo do negócio” (FUNARTE / SP, 2012-2013) “Mônica Nador: pintura de exteriores” (Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2010) entre outras. Foi coordenadora editoral dos livros: “Beatriz Milhazes: pinturas, colagens” (2008), “Cristina Iglesias na Pinacoteca” (2008), “Leda Catunda” (2009), “Andy Warhol: Mr America” (2010), “Carmela Gross: um corpo de ideias” (2011), “Antoni Muntadas: INFORMAÇÃO >> ESPAÇO >> CONTROLE” (2011); “Monica Nador e JAMAC” (2013), “Marcia pastore: contracorpo” (2019) todos pela Pinacoteca de São Paulo. É graduada em Jornalismo pela PUC-SP e Filosofia pela USP onde também realizou seu mestrado (sobre a obra de Cildo Meireles). Como crítica de arte, contribui regularmente com publicações especializadas. Mediador Raphael Escobar Raphael Escobar, formado em artes visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e pós graduando em Estudos Brasileiros: sociedade, educação e cultura pela Fundação Escola de Sociologia e Política. Desde 2008 atua com educação não formal em contextos de vulnerabilidade social ou de disputas políticas, como Fundação CASA, Cracolândia e Albergues. A atuação nesses contextos servem como pesquisa e muitas vezes ativação do trabalho que desenvolve. Sua pesquisa é pautada pelas relações de classe, pretendendo dissolver uma lógica moral da sociedade em relação aos moradores de rua, usuários de droga e grupos periféricos. Deste modo, usa das instituições e do seu trabalho como ferramentas de fomento e educação, mediando os espaços de dentro e fora do circuito. Como ativadores dessa mediação, usa de estratégias educativas, substâncias psicoativas e ações de um cotidiano cultural invisibilizado e/ou marginalizado. Já participou de exposições como 36º Panorama da Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna de São Paulo (2019), Quem não Luta tá Morto, Museu de Arte do Rio (2018), São Paulo não é uma cidade: invenções do centro, SESC 24 de Maio (2017) , Metrópole: Experiência Paulistana, Pinacoteca do Estado de São Paulo (2017), X Bienal de Arquitetura de São Paulo, Centro Cultural São Paulo (São Paulo, 2013). Produtora Paula Marujo Paula Marujo é pesquisadora e produtora cultural. Atua há sete anos na elaboração e desenvolvimento de projetos na área da cultura e arquitetura, e já coordenou equipes em mais de vinte exposições nacionais e internacionais. Foi coordenadora geral da Trienal de Artes FRESTAS (SESC-SP) e produtora convidada do Singapore International Festival of Arts (SIFA), em Singapura, entre outras mostras e projetos na área da cultura. É integrante do coletivo Goma Oficina, que em 2018 recebeu o prêmio APCA pela exposição "Vkhutemas 1918-1930: O Futuro em Construção" e no mesmo ano lançou seu primeiro livro "Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai". Junto com Maria Cau Levy coordena o Galpão Comum, espaço de ateliê e pesquisa em arquitetura, design e fotografia. gomaoficina.com / paulamarujo.com / @pmarujo

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Paulo São Paulo