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O 1º Festival de Música de São Paulo trata-se de um projeto que visa realizar um festival de música ainda inédito no país. O festival terá a participação de grupos de câmara formados por alunos e músicos renomados brasileiros e do exterior. O projeto está dividido em três partes: 1) Curso / Oficina / Estágio - Aulas para grupos formados por alunos pré-selecionados do Brasil ou exterior. Estes grupos serão dos naipes de cordas e/ou piano (ex: quartetos, duos , trios, etc.); 2) Contrapartidas Sociais - Concertos didáticos, oferecidos para alunos da rede pública em dias reservados para apresentar o aprendizado desenvolvido durante o festival; e 3) Apresentação Musical - Concertos noturnos formados por alunos e profissionais.
Concertos da Orquestra de Câmara noturnos e concertos didáticos diurnos.
Objetivo Geral O objetivo do projeto é colaborar para a exibição de artistas nacionais, o intercâmbio entre músicos do Brasil e do exterior e ser um dos festivais de maior excelência musical desenvolvido até hoje no Brasil. Objetivo Específico a) Oferecer a alunos pré-selecionados, em 4 grupos, aulas de música de câmara. O número de alunos pode variar entre 10 e 20, pois as formações camerísticas podem apresentar números diversos (quintetos, quartetos, trios, duos). b) Realizar 2 concertos didáticos, onde os integrantes serão os professores e os alunos, e o público será formado por alunos da rede pública de ensino. c) Realizar 8 concertos noturnos, onde os integrantes também serão os professores e os alunos.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é importante para começar um tipo de festival que ainda não acontece no Brasil, e por isso não tem apoio de iniciativa privada pra sua realização. O acesso aos recursos da Lei de Incentivo à Cultura permitirá a formação de melhores músicos e de um público mais qualificado para apreciação de muitos outros tipos de projetos culturais, contribuindo com toda a cultura do país.
Plano pedagógico: As apresentações dos concertos didáticos acontecem pela manhã e apresentam o repertório reduzido dos concertos noturnos, apresentado também durante o festival. O maestro Parcival Módolo e músicos conversam com a plateia durante a apresentação, tornando a atividade dinâmica e educativa, abordando o contexto histórico por trás das obras apresentadas e explicando os instrumentos dos solistas. A entrada dos concertos didáticos é gratuita e o projeto recebe alunos das escolas municipais de São Paulo. Duração: 1 hora Justificativa A plateia será formada por alunos de escolas da rede pública de ensino que terão acesso às apresentações de forma gratuita. A música é uma arte que carrega dentro de si, uma quantidade enorme de referências e informações. Essas informações e referências falam de circunstâncias, dos antecedentes e dos consequentes históricos de uma determinada obra ou de determinado compositor e da sua escola. Esses dados tornam a obra música mais ampla para uma compreensão histórica de épocas, dos acontecimentos e seus personagens. No entanto, nos meios intelectuais brasileiros, a música é sistematicamente desprezada como instrumento de compreensão dos processos históricos, principalmente para pessoas que não têm acesso às atividades de formação de plateia. Toda criança necessita de um conteúdo cultural, e em específico musical para que futuramente possa desenvolver atividades culturais ligadas à arte, além da apreciação. Objetivos Nos concertos realizados na Democratização de Acesso, garantir a participação passiva e ativa das crianças faz com que elas tenham contato próximo com a música e os instrumentos musicais. O projeto pretende,através também da sua contrapartida social, resgatar e desenvolver a sensibilidade e acrescentar à criança conhecimentos importantes e fundamentais das músicas executadas. Também tem como objetivo ensinar a ouvir música, de forma consciente aliando sensibilidade ao conhecimento. Atingir o número máximo de crianças através de divulgações em escolas da rede pública e lotando a plateia do auditório da Universidade Makenzie. Acompanhamento do Projeto Avaliar a interação das crianças durante as oficinas a serem realizadas através de questionário no site do projeto. Fazer questionamentos às crianças durantes as apresentações. Contra-argumentar estimulando a participação das crianças. Faixa Etária Público alvo dos concertos didáticos como democratização de acesso e formação de platéia. Crianças entre 8 e 14 anos.
Curso / Oficina / Estágio Acessibilidade física:Auto relevo na entrada do edifícioRampas de acesso internasEspaços livres para pessoas em cadeira de rodas e assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida Acessibilidade para deficientes visuais:Braile em sinalizações essenciaisBrigada de atendimento capacitada para guiar deficientes visuais Acessibilidade para deficientes auditivos:Não se aplica por serem aulas de música de nível profissional. Contrapartidas Sociais Acessibilidade física:Auto relevo na entrada do edifícioRampas de acesso internasEspaços livres para pessoas em cadeira de rodas e assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida Acessibilidade para deficientes visuais:Braile em sinalizações essenciaisBrigada de atendimento capacitada para guiar deficientes visuais Acessibilidade para deficientes auditivos:Tradutor de libras Apresentação Musical Acessibilidade física:Auto relevo na entrada do edifícioRampas de acesso internasEspaços livres para pessoas em cadeira de rodas e assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida Acessibilidade para deficientes visuais:Braile em sinalizações essenciaisBrigada de atendimento capacitada para guiar deficientes visuais Acessibilidade para deficientes auditivos:Tradutor de librasBoa visualização da interpretação em Libras
Curso / Oficina / Estágio VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; Apresentação Musical III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Contrapartidas Sociais III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias
Michelle Silva Picaço -Proponente e coordenadora geral A proponente e elaboradora do projeto desempenhará a função de coordenadora geral. Nesta função, ficará responsável pelo bom funcionamento das atividades (aulas e concertos). Acompanhará presencialmente todas as atividades formulando relatórios e garantindo o cumprimento das mesmas. Ao final do projeto ficará responsável pelos pagamentos e prestação de contas. Breve currículo: Em 2001 criou projeto cultural Música Na Escola em parceria com a Prefeitura de Votuporanga e a empresa Facchini. Votuporanga – SP e em 2002, iniciou seus estudos em viola no Conservatório Dramático e Musical de Tatuí com o professor Raymundo Françani. Em 2006 iniciou o curso de bacharelado em viola sob orientação do professor Ricardo Kubala, concluindo o curso em 2010. Em 2010, trabalhou na Fundação Bachiana como violista, professora e regente ganhando neste ano o Mapa Cultural Paulista com a Orquestra Jovem de Votuporanga - SP. Trabalhou de 2003 a 2006 no Projeto Guri como professora e regente e de 2001 a 2012 no Projeto Música na Escola / Fundação Bachiana nas cidade de Votuporanga e Ribeirão Preto. Em 2011- Passou a integrar a orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, trabalhando com maestros renomados como: Felix Krieger (Alemanha), Jonathan Brett (Inglaterra), Roberto Minczuk (Brasil), Claudio Cruz (Brasil), Alex Klein (Brasil), GianLuigi Zampieri (Itália) e Parcival Módolo (Brasil) Em 2013 ganhou uma bolsa particular da violista Silvina Alvarez - Argentina (chefe de naipe das violas da Orquestra Filarmônica de Buenos Aires, onde cursou durante três meses aulas semanais individuais e em grupo. Em 2014 e 2015 foi bolsista do Pro-Musc do Festival de Música de Santa Catarina, onde participou como chefe de naipe das violas dos principais grupos de câmara do festival juntamente com Simon Bernardini (Filarmônica de Berlim) , Leon Spierer (Filarmônica de Berlim), Alex Klein entre outros. Atualmente é aluna de Peter Pas (Osesp). Em 2016 e 2017, cursou especialização em Música de Câmara no Festival Sunflower Music Festival- Kansas – EUA Em 2018 e 2019 participou do curso Caminhos da Cultura do SESC em Ribeirão Preto onde aprendeu a desenvolver projetos culturais pelo Proac-SP , Lei Rouanet e Lei de Incentivo à Cultura. Ao mesmo tempo, teve dois projetos aprovados em parceria com a pianista Juliana D'Agostini. Em 2019 se mudou para a cidade de São Paulo e hoje atua como coordenadora da Orquestra Femme, organizando e coordenando os eventos musicais dos laboratórios Femme da cidade de São Paulo em 8 unidades. Parcival Módolo - Diretor artístico e maestro Depois de estudar, ensinar e reger nas principais cidades brasileiras, o maestro Parcival Módolo foi para a Alemanha, onde, por quatro anos, completou seus estudos de regência na Westfälische Landeskirchenmusikschule, em Herford, onde obteve grau de mestrado com especialização em música dos séculos XVII e XVIII. Enquanto lá esteve, regeu várias orquestras como maestro convidado e tornou-se titular da Orquestra de Sunden, na Vestefália. Foi discípulo de Nikolaus Harnoncourt, Zubin Mehta, M. Stefani e Sergiu Celibidache. Em 1989, a convite da Universidade da Califórnia em San Diego, foi aos Estados Unidos lecionar naquela universidade, e recebeu bolsa de estudos para o doutorado na Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles. Como professor tem sido convidado para aulas especiais, bancas de pós-graduação e palestras, em diferentes universidades brasileiras e do exterior. É coordenador geral da divisão de arte e cultura do Instituto Presbiteriano Mackenzie, em São Paulo, e membro da American Choral Directors Association (ACDA). Alem de sua formação musical, é mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, interesse que surgiu enquanto desenvolvia estudos na área da música sacra dos períodos imediatamente pré e pós Reforma protestante, para compreensão mais ampliada das questões de retórica e dos símbolos musicais na obra dos compositores pós-reforma, especialmente J. S. Bach. É coordenador do curso livre de música sacra do Seminário Teológico Presbiteriano Reverendo José Manoel da Conceição (Seminário JMC), na cidade de São Paulo. Dirige regularmente diferentes orquestras brasileiras e, no exterior, é Gastdirektor da Orquestra do Teatro da Ópera de Bielefeld, na Alemanha, e maestro visitante da Orquestra Sinfônica de San Diego. Em 2003 foi nomeado consultor oficial do Festival Internacional de Música de Cuzco e, em 2004, maestro permanente das orquestras jovem e juvenil de Lima, no Peru. Honraria semelhante foi-lhe outorgada pela Orquestra Nacional de Cuba, com sede em Havana. Em 2006, convidado para dirigir o encontro anual de regentes e o festival de música em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, foi nomeado coordenador do encontro e diretor da orquestra e do coral para todas as próximas edições do festival. No Brasil, estruturou a Orquestra Sinfônica Municipal de Americana, tornando-se seu regente titular e diretor artístico por 14 anos, até 1998. Foi diretor artístico e maestro da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto de 2015 a 2018, e atualmente é maestro principal da Orquestra Sinfônica Collegium Musicum de Potsdam, na Alemanha. Professores de música de câmara: Emmanuele Baldini - Professor de Violino Spalla da Osesp desde 2005, foi aluno de Corrado Romano no Conservatório de Genebra, estudou com o Trio di Trieste, Franco Rossi e Ruggiero Ricci. Apresentou-se com a Orquestra de Câmara de Viena, a Sinfônica da Rádio de Berlim e a Orquestra da Suíça Romanda. Foi spalla na Orquestra do Teatro Comunale de Bolonha, na Orquestra de Trieste e na Sinfônica da Galícia. Desde 2008, é também o primeiro violino do Quarteto Osesp. Davi Graton - violino Natural de São Paulo, Davi Graton iniciou seus estudos de violino aos seis anos. Em 1985 tornou-se aluno do Prof. Yoshitame Fukuda e dois anos depois, de sua filha Elisa Fukuda. Desde o início de sua carreira vem se apresentando como solista à frente das mais importantes orquestras do país, sempre com grande sucesso de público e de crítica, como no concerto de encerramento da Etapa Sul-Americana do Maazel/Vilar Conductors’ Competition, onde teve o imenso prazer e orgulho de tocar o solo de Tzigane – Ravel, sob a batuta de Lorin Maazel. Em 2015 tornou-se spalla interino da OSESP. É professor da Academia da OSESP, integrante do Quarteto OSESP, e fundador do Trio São Paulo. Toda sua trajetória como músico foi exclusivamente desenvolvida aqui no Brasil. Peter Pas - viola Nascido no Canadá, estudou na Universidade de Saskatchewan e aperfeiçoou-se nas universidades de Indiana e Yale. Estudou com Jesse Levine, Atar Arad, Csaba Erdelyi, Rivka Golani, Karen Tuttle, Stephen Kondaks e Gerald Stanick. Foi primeira viola na Yale Philharmonia, New Music New Haven, New Music Ensemble, no Festival de Spoleto, na Bloomington Pops Orchestra e nas sinfônicas de Columbus, Saskatoon e Waterbury. É integrante da Osesp. Rodrigo Andrade Silveira - violoncelo Nasceu em 1978, iniciou seus estudos aos 6 anos com o Prof. Jean-Jacques Pagnot na UFRGS. Estudou com Steven Thomas na Hartt School e formou-se pela Juilliard School, onde foi aluno e assistente de Ardyth Alton. Foi membro e cello principal da Juilliard Symphony e Juilliard Orchestra, assim como membro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Atualmente é violoncelista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, membro do Quarteto Romanov e professor do Instituto Baccarelli Fernando Corvisier - Professor de Piano No Brasil, Corvisier deve sua formação artística a mestres como Dyla Josetti, Ecléa Ribeiro, Homero de Magalhães e Antônio Guedes Barbosa. Paralelamente a seus estudos musicais na Academia de Música Lorenzo Fernandez, estudou jornalismo na Universidade Gama Filho, graduando-se em 1982. Neste mesmo ano, recebeu bolsa de estudos do CNPq para aperfeiçoar-se na Ecole Normale de Musique Alfred Cortot, em Paris, sob a orientação de Edson Elias e Germaine Mounier. Participou de diversos festivais de música na Europa como recitalista e camerista. De 1985 a 1987, estudou no New England Conservatory, em Boston, sob a orientação de Jacob Maxin, obtendo o Master Degree in Piano Performance. Em 1988, foi vencedor do IV Premio Eldorado de Música, sendo convidado para inúmeros recitais nas principais salas de concerto do Brasil. Como solista já se apresentou com as seguintes orquestras: Orquestra Sinfônica da Rádio MEC, Orquestra Sinfônica de Campinas, Houston Civic Orchestra, Orquestra de Câmara da USP, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Em 1989, gravou em Los Angeles, ao lado de João Carlos Martins, a primeira versão para dois pianos das Quatro Estações de Vivaldi, transcritas por Almeida Prado, obtendo grande aceitação por parte do público e da crítica especializada. Gravou também para o selo Eldorado obras de Brahms e Ginastera. Atualmente, prepara um CD com a integral dos Noturnos para piano de Almeida Prado. Em 1992, foi convidado pelo pianista Luiz Carlos de Moura Castro para estudar na Hartt School of Music, como bolsista da Organização dos Estados Americanos. No ano seguinte foi recomendado para exercer o cargo de Teaching Fellow no departamento de piano desta renomada instituição. Nesta ocasião participou da série de concertos da South Windsor Cultural Arts Commission e da Rosa Ponselle Foundation of Meriden, em Connecticut, EUA. De 1997 a 2000 integrou o corpo docente da Moores School of Music da Universidade de Houston, exercendo os cargos de Teaching Assistant e professor de piano do Continuing Studies Department. Em maio de 2000, Fernando Corvisier recebeu o título Doctor of Musical Arts, pela Universidade de Houston, sendo orientado por pianistas de renome internacional como Abbey Simon, Horacio Gutierrez, e Ruth Tomfohrde. De 2000 a 2001 foi professor do departamento de pós-graduação da UNI-RIO. Desde maio de 2002, é professor de piano do Departamento de Música de Ribeirão Preto da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo. Como pesquisador-intérprete, tem participado de congressos e conferências apresentando trabalhos sobre a obra para piano do compositor Almeida Prado e também dedicando especial interesse ao estudo do repertório de música brasileira para duo pianístico. Em 2013 apresentou palestra recital no Congresso With Four Hands (Congresso dedicado ao estudo do repertório para piano à quatro mãos) promovido pela Universidade de Londres e no International Symposium on Performance Science promovido pela Universidade de Viena. Fernando Corvisier é frequentemente convidado a ministrar master classes nas universidades do Brasil e no exterior.
PROJETO ARQUIVADO.