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PRONAC 210719Apresentou prestação de contasMecenato

FAROL.live

LIEGE DONIDA BIASOTTO PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 624,6 mil
Aprovado
R$ 453,2 mil
Captado
R$ 397,6 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
10231177000152SANTANDER BRASIL GESTAO DE RECURSOS LTDA.1900-01-01R$ 229,0 mil
51014223000149SANTANDER CORRETORA DE CAMBIO E VALORES MOBILIARIOS S.A.1900-01-01R$ 168,6 mil

Eficiência de captação

87.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2021-06-01
Término

Resumo

O projeto pretende realizar a primeira temporada do Farol.live, evento que aproxima artistas da música instrumental orgânica e eletrônica com artistas e elementos das artes cênicas, visuais e audiovisual, em shows e performances multilinguagens. Com o objetivo de promover e difundir a produção artística autoral do estado do RS em intercâmbio com a produção nacional. A programação será composta por apresentações semanais ao vivo, com a gravação destes shows para exibição online. O projeto também apresentará um eixo de formação, com palestras, oficinas e workshops.

Sinopse

KIKO DINUCCI E FERNANDO VELAZQUEZ - RASTILHO ENCRUZILHADA21 de setembroRastilho Encruzilhada é o encontro de dois artistas múltiplos. Uma performance audiovisual inédita que tem como propulsor o violão-criador do disco Rastilho, de Kiko Dinucci. Reprocessado em tempo real por Fernando Velázquez, a matéria sônica se expande e metamorfoseia em encruzilhadas improvisadas ao lustre de imagens que ecoam cinemas outros.Rastilho, o último álbum de Kiko, compositor/violonista/guitarrista das bandas Metá Metá e Passo Torto, gravado apenas com violão, foca nas possibilidades percussivas do instrumento. O artista traz uma abordagem baseada em características melódicas e rítmicas com influências que vão do violão de Baden Powell às linhas melódicas do guembri marroquino.Fernando Velázquez é artista multimídia. Suas obras incluem vídeos, instalações e objetos interativos, performances audiovisuais e imagens geradas com recursos algorítmicos. Se interessa pelo cruzamento de arte com outras áreas do conhecimento como a ciência, a filosofia e a antropologia visual.Kiko e Fernando já trabalharam juntos em outros projetos, e trazem uma afinidade e inventividade artística perfeitas para o lançamento oficial do Farol.live. Os ingressos estarão à venda a partir de amanhã! Marca aqui nos comentários alguém que vai curtir muito a experiência e não pode perder esse encontro no dia 21/09.MARILIA KOSBY E CLARISSA FERREIRA - POESIA XUCRA04 de outubroPoesia Xucra, da Marília Kosby e da violinista Clarissa Ferreira, com participação de Lorenzo Beust.Poesia Xucra é uma intervenção artística com aires de extremíssimo sul. As artistas, nascidas no interior gaúcho e radicadas em Porto Alegre, apresentam experimentações sonoras, leitura de poemas, além de canções autorais. No projeto, cruzam-se o universo do livro Mugido, sobre a vivência pouco retratada da mulher do campo, de Marília, e a trajetória como musicista e pesquisadora de Clarissa, autora do livro Gauchismo Líquido. Em diálogo com os sons e a palavra falada, se somam as imagens derivadas do ensaio P.A.M.PA, do artista Lorenzo Beust. A série busca através da ressignificação da imagem dos animais símbolo do homem do campo, a vaca e o cavalo, um outro olhar para o universo campestre gaúcho.GUIZADO E MANUELA EICHNER - MESA REVERB18 de outubroDas lives do Instagram para o ao vivo: Mesa Reverb é o desenvolvimento do projeto ?Colagem Lives? que nasceu durante os dias de isolamento na pandemia, unindo o trabalho do trompetista Guizado e da artista/colagista Manuela Eichner.Na Mesa Reverb surgem filmes instantâneos, criados através de colagens manuais, recortadas, organizadas, ampliadas e amplificadas com trilha sonora, sempre em tempo real. Os filmes que brotam são imprevisíveis: jornadas épicas tão rápidas quanto o dedilhado no trompete, ficções científicas recortadas na navalha, o improviso como mesa de edição. Da ligação entre dois componentes: som e imagem, surge um terceiro elemento, audiovisual híbrido por natureza, efêmero por opção, uma multidão de filmes sem começo, meio ou fim. Adeus à linguagem.FRANCK VIGROUX E KURT D'HAESELEER - THE ISLAND.08 de novembroPara o mês de novembro. Em parceria com a Aliança Francesa e o InstitutoFrancês. os franceses Franck Vigroux e Kurt d'Haeseleer apresentando o concerto audiovisual The Island!Juntos, os artistas formam uma dupla prolixa que procura encontrar modos comuns de linguagem artística e inventar experiências sinestésicas com uma identidade própria. The Island é uma experiência sensorial, associativa e eletrizante, inspirada em várias histórias de ilhas e vales destinados a serem submersos pela construção de uma barragem hidrelétrica, causando profundas convulsões humanas e geográficas. As imersões de Naussac em Lozère (uma aldeia engolida em 1980), o romance "Adeus, Ilhota" de Valentin Raspoutine, ou a barragem das 3 Gargantas na China (que é tão grande que influenciou a velocidade de rotação do Planeta Terra).The Island questiona a substituição de um mundo por outro e nossa crença cega no progresso. Um universo fantasmagórico se desdobra através de música eletrônica incisiva e imagens de vídeo que dobram a realidade, resultando em uma "jornada mental" por uma topografia de lugares em mutação.ARTHUR DE FARIA - PORTO ALEGRE: UMA BIOGRAFIA AUDIOVISUAL22 de novembroUma mistura de show, aula, conversa e experiência audiovisual.Arthur de Faria apresenta parte da história da música de Porto Alegre no século XX, baseada nos 30 anos de suas pesquisas sobre o tema. E que já resultaram nos livros "Elis - Uma Biografia Musical" e "Porto Alegre - Uma Biografia Musical, Volume 1". A jornada começa com os big hits de 110 anos atrás, como "Celina", de Octavio Dutra e "Vem Cá, Mulata", d'Os Geraldos, e chega até o final da Era do Rádio, com os primeiros hits locais de Elis, passando por Lupicínio Rodrigues.Arthur faz um passeio informal, ao som do seu piano e ilustrado por fotografias, partituras, e outras imagens analógicas, manipuladas e projetadas por ele mesmo na tela do Cine Santander, e que ajudam a contar essa longa história. O detalhe é que o espetáculo foi montado especialmente para esta data.RENATA ROSA - CINE RABECA (PE-SP)06 de dezembroDimensões sobre o tempo que emerge a relação entre o visível e o imaginado, entre memória e experiência do presente. A partir do dispositivo fílmico e por meio da experimentação entre a música e o arquivo, tempo e memória articulam-se em um espaço singular. O cine-concerto transita pelas sonoridades dos canaviais pernambucanos entrelaçando trilha ao vivo com imagens produzidas por etnógrafos e artistas nos anos de 1991 a 2009 e explora maneiras de trazer à vida acervos produzidos na pesquisa antropológica. Em cena, a musicista Renata Rosa faz um reencontro cinematográfico com sua trajetória, improvisando toadas com sua rabeca e se recriando nas lembranças.Inicialmente o projeto contava com a ilustre presença do mestre Luiz Paixão, que faleceu em maio de 2022. Essa será a primeira apresentação do Cine Rabeca sem sua presença física, mas toda a performance traz muito do que o mestre rabequeiro ensinou e dividiu com Renata Rosa.Na apresentação, projeta-se um filme sobre as trajetórias dos artistas Renata Rosa e Luiz Paixão, feito a partir de acervo fílmico produzido pela antropóloga e documentarista Marcia Mansur (foto) nos anos 2000 e pelo etnomusicólogo John Murphy nos anos 1990. Paixão e Rosa foram convidados para fazer uma (re)leitura sonora sobre o acervo documental e criar a trilha que seria executada ao vivo. Nas apresentações, narrativa fílmica e música ao vivo se confundam em uma só experiência, única a cada apresentação, atravessada pelos sentimentos despertados a cada vislumbre do arquivo.Marcia Mansur é também a diretora do projeto e carrega consigo uma trajetória incrível: ela é documentarista, sócia-diretora do Estúdio CRUA e doutoranda em antropologia pela UNICAMP. Seus trabalhos já foram exibidos em festivais como Margaret Mead Film Festival (NY), Festival Biarritz Amerique Latine (França), Museu Enográfico de Zamora (Espanha) e no Contro Sguardi (Itália), entre outros. Suas realizações recentes incluem a co-direção do documentário de longa metragem ?O Som dos Sinos? e a produção de ?Aquilo que eu nunca perdi?, exibido em festivais como o 22º Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independente (BAFICI), 61º Krakow Film Festival e 16º OP.JOÃO PEDRO CÉ E SILVANA RODRIGUES - IMERSÃO ABISSAL14 de dezembroEntrada francaSem sair do lugar, a Imersão Abissal desbrava os limites entre a realidade afugentadora e a ficção curativa. Estas são as molas que impulsionam a lucidez do encontro entre duas pessoas que buscam entender a criação do universo artístico. A dupla utiliza o deboche como método, no momento onde estabelecer contato e ser criativo evidencia as inseguranças de viver o ?novo precário". Entre mensagens de áudio, sintetizadores, loopings e semi-canções, este concerto apresenta uma assimetria sonora para colorir suas narrativas.João Pedro Cé é músico e produtor musical, e já trabalhou com diversos projetos na capital gaúcha, entre eles Dona Conceição, Trabalhos Espaciais Manuais e Bel Medula. Em 2020 Lançou "Berço" um EP conceitual que integra vídeos e textos. Como produtor executivo, coordena o Festival Porto Alegrense de Bandas Instrumentais, e já agenciou alguns grupos em Porto Alegre.Silvana é performer, dirige, atua e escreve para teatro e outros formatos. É diretora dos espetáculos Perigoso, Preta Poesia Feminina e co-dirigiu Corpos Ditos e A Última Negra. É atriz co-fundadora do grupo Pretagô, integra o coletivo As Dramaturgas e colabora com a Cia Dramática. Tem trabalhado com performance desde 2011, esteve na exposição Presença Negra do MARGS com a intervenção Relaxamento Afro.M TAKARA, CARLA BORGES E DIMITRI LIMA: ESPÍRITO17 de janeiroUma colaboração entre a dupla de músicos M Takara e Carla Boregas e o artista e programador Dimitri Lima. ?A ideia é criar uma peça inspirada nos percursos das águas subterrâneas canalizadas na região do Anhangabaú, seus momentos de transbordamento e alagamento, e o retorno caótico dessas águas para a natureza?, diz Boregas sobre a obra que traz uma reflexão sobre o conflito entre o urbano e o meio ambiente. Carla Boregas é uma artista que trabalha com som explorando sintetizadores analógicos e digitais, baixo elétrico, gravação de campo e sons acústicos com ênfase em textura, repetição e sensorialidade. Criando atmosferas imersivas e também paisagens sonoras expansivas, tanto em seu trabalho solo quanto em colaboração com outros artistas. Ela começou em 2011, quando co-fundou o RAKTA. Ela também é metade do FRONTE VIOLETA, uma dupla transdisciplinar que investiga o som de forma multissensorial. Maurício Takara toca bateria e percussão com as bandas Hurtmold, RAKTA e São Paulo Underground (com o trompetista Rob Mazurek). Takara também é muito ativo na cena de improvisação e música experimental de São Paulo. Em seu trabalho solo usa a bateria e a percussão em conexão com sintetizadores e efeitos eletrônicos, explorando o lado mais abstrato e melódico dos ritmos e dos sons percussivos. Dimitre Lima é artista e programador. Utiliza tecnologia como ferramenta de expansão das possibilidades de expressão artística. Realizou projetos como o Poster Calendário Lunar (2011-2022), A obra VENTOAGUA na Galeria Digital do SESI-SP (2017) e o encerramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. HENRIQUE RESCOE - DEGELO31 de janeiroÉ uma performance audiovisual sobre o aquecimento global, executada a partir de um instrumento criado pelo artista. A performance trata da forma desordenada que o ser humano tem tratado o planeta e o seu consequente resultado – o derretimento das calotas polares, causando uma modificação completa de todos os ecossistemas da terra. Durante aproximadamente 30 minutos, a apresentação intercala momentos de tensão com outros onde uma aparente calma é apenas um suspiro antes que novas fraturas voltem a acontecer. A performance é executada a partir de um instrumento criado pelo artista, que consiste em um bloco de isopor com 2 microfones (piezos) embutidos. O som captado é modulado por efeitos e gera padrões rítmicos intensos que transmitem a ideia de tensão, que permeia toda a apresentação. O instrumento é tocado arrancando-se partes dele até que sobrem apenas pequenos pedaços. uma câmera capta os movimentos das mãos tirando pedaços da chapa de isopor, e uma programação faz uma mistura de trechos curtos gravados ao longo da performance fazendo parecer que a mão que toca o instrumento na verdade está tirando pedaços das geleiras reais. Henrique Roscoe é artista digital, músico e curador. Trabalha na área audiovisual desde 2004. É graduado em Comunicação social pela UFMG e Engenharia Eletrônica pela PUC/MG e tem especialização em Design pela FUMEC. No início de 2008 iniciou um novo projeto audiovisual conceitual e generativo chamado Hol, com o qual já se apresentou nos principais festivais de imagens ao vivo no Brasil como FILE, ON_OFF, Live Cinema, Multiplicidade, KinoLounge, FAD e também no exterior, na Itália (LPM), Suíça (Mapping Festival) e Bolívia (Dialectos Digitales). Participou de festivais de vídeo em vários países como Alemanha, França, Espanha, Holanda, EUA com documentações de suas composições. COLETIVO GRUPELHO8 de fevereiroentrada franca - atividade na ruaA partir da residência artística de 3 semanas realizada em parceria com o 8º Festival Kino Beat a companhia de dança e experimentação cênica de Porto Alegre, Grupelho, irá utilizar os sons captados e criados pelos outros artistas residentes para acompanhar e criar uma coreografia inspirada pelos movimentos das formigas. 28 de fevereiroem definição ÀIYÉ (SP) e Diego Poloni (RS)14 de março Encontro musical entre dois multi-instrumentistas. ÀIYÉ é como assina a multi-instrumentista, produtora, cantautora eperformer Larissa Conforto, no projeto solo onde deságua suas pesquisassobre construções e identidades latinas através dos ritmos e tambores,futurismo, beatmaking e espiritualidade.https://youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_lHsr2bZPUho5hca3qOrKmZRFj8ZTgdWd8Diego Poloni é cantor, compositor, multi-instrumentista, engenheiro de áudio e produtor musical que já esteve envolvido em obras que foram três vezes indicadas ao Grammy Latino, ganhou o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e o Prêmio Açorianos.https://www.behance.net/diegopoloni Psycho Delícia + Matehackers28 de março Dupla instrumental de Porto Alegre. Bateria, sintetizadores e instrumentos de corda. Alguns dos instrumentos estarão conectados com a luz através do dispositivo eletrônico arduino, possibilitando a manipulação da iluminação através do movimentos dos músicos. https://open.spotify.com/album/0eLkE4zd2EMWewx9DX1QnT?si=2_FJuqWuSSKksdUQUW9tvw&nd=1 THOMAS HARRES (SP) - Cartas na Mesa 14º- 11 abrilNa performance criada para o Farol.live a o baterista e percussionista cria células rítmicas a partir da leitura de cartas de um tarô, retiradas e interpretadas pelo próprio. As cartas projetadas na tela de cinema servem de guia para o público imaginar relações entre o som e imprevisibilidade daProdutor musical, músico, baterista e percussionista carioca, que vive, há três anos em São Paulo, explorando todas as possibilidades de encontros que a cidade proporciona. Atualmente, toca com vários nomes da música brasileira, como Gal Costa, Céu, Anelis Assumpção, Ava Rocha e Jards Macalé. Produziu o mais recente disco de inéditas de Jards, ao lado de Kiko Dinucci, intitulado "Besta Fera". Já colaborou com diversos artistas nacionais e internacionais como Metá Metá (oficial), Abayomy, JosyAra, Kologbo & his OK Band (Nigéria), Lars Greve (Dinamarca), Tony Allen (Nigéria), Carlos Dafé, Marku Ribas, Nando Reis, Rodrigo Ogi, Saulo Duarte e muitos outros.https://open.spotify.com/artist/1o67wZRv7RDniSDjcdGJqo Paola Kirst live solo vocal, sampler, pedaleiras e instrumentos 25 abril Cantautora e intérprete premiada em festivais como o Moenda da Canção, Paola Kirst tem um álbum lançado pelo Escápula Records, intitulado ?costuras que me bordam marcas na pele?. Ela dá grande importância ao trabalho coletivo e sobre esse aspecto, bastante notável em seu disco ainda recente, ela diz: ?Busco mostrar o quanto a minha criação não é feita sozinha: às vezes é texto de um, melodia de outro, somente o piano ou toda a banda, ou apenas voz, valorizando cada música e as criações coletivas no amadurecimento desse processo?. A artista tem como grande influência a música brasileira, assim como os ritmos africanos e o jazz, muito bem representado pelos músicos da Kiai Grupo como banda de apoio, com seu perifajazz: Dionísio Souza no baixo, Marcelo Vaz no piano e Lucas Fê na bateria.https://linklist.bio/PaolaKirst LXMP (Polônia)09 maioCriado em 2009 por Piotr Zabrodzki e Macio Moretti a partir do interesse de ambos pelo sintetizador Korg MS-2. Em sete anos, eles lançaram dois álbuns como um duo, três álbuns (e um cassete) com músicos convidados (Chad Popple, Kazuhisa Uchihashi, Tabata Mitsuru, Clayton Thomas) e um disco artesanal de 4 polegadas com os amigos do Napalm of Death. Em 2013, eles lançaram "Back To The Future Shock" - uma versão improvisada de "Future Shock", do Herbie Hancock - e saíram em turnê por metade da Europa com a banda The Kurws, metade da América do Norte com o Deerhoof, e um quarto da América do Sul sozinhos. Em Março de 2016, o selo Lado ABC lançou o seu mais novo disco, chamado "?ony w pracy" (Wives at Work), uma resposta a questões importantes como 'Estaremos nós sozinhos no espaço?' E 'será que tudo vale mesmo a pena?' SVQO participação Viridiana com Iluminação de Ana Alice.23 maio Show e encontro de artistas sonoros de Porto Alegre, com iluminação imersiva da artista visual Ana Alice. https://linklist.bio/svqohttps://www.youtube.com/watch?v=5P10yHxxeDA&ab_channel=SVQO Caixa Preta (RS-RJ)06 junho Reunindo textos, vídeos e sons organizados ou escritos por Saskia e Bernardo Oliveira, o filme-perforrmance-show Caixa Preta, derivado do site Ciranda do Gatilho, é apresentado como uma ?roda de engatilhamento contínuo através de correspondências afrográficas e registros audiologovisuais em torno do drible e da afropresença?. É um misto de instalação audiovisual virtual, performance musical bricolagem conceitual que dinamita as estruturas da crítica cultural, da academia irrandiando forças para territórios ainda não explorados. Bernardo Oliveira é professor de filosofia, músico, crítico de cinema e de música. É doutor em Filosofia pela PUC-Rio, com estágio doutoral na Brown University, nos Estados Unidos. Atualmente, escreve para o blog colaborativo Matéria, é co-produtor do evento de música Quintavant e do selo musical QTV, professor da UFRJ, além de participar da produção do Festival Novas Frequências, de música experimental. Saskia é uma artista multipotente. No áudio e no visual, dialoga com as várias camadas da arte. No áudio: instrumentista, beatmaker, performer, cantora, compositora. No visual: diretora, roteirista, câmera, atriz, fotógrafa, desenhista. Suas composições intercalam gêneros e intensidades. Nessa versatilidade poderosa, apresenta beats acurados que embalam com exatidão letras sensíveis, ácidas, objetivas. Impossível defini-la em um único gênero musical. Abusa de samples, instrumentos e pedais, para cantar sobre assuntos íntimos e públicos. https://www.cirandadogatilho.com/https://vertentesdocinema.com/caixa-preta/ Afluência (RS)20 junhoDa reunião de alguns amigos artistas que vinham interagindo em suas carreiras e estavam com o olhar à frente, em perspectiva, surgiu o projeto Afluência, um híbrido repleto de beleza, poesia, reflexão e resistência. A bailarina Geórgia Macedo, os músicos Thiago Ramil e Felipe Zancanaro e a artista visual Isabel Ramil se reuniram com o desejo de juntar os potenciais artísticos de cada um, colocando-se em um processo de criação conjunta. A partir de experimentações pautadas pelas referências e particularidades das práticas individuais de cada artista, constituiu-se a performance Afluência. O grupo pensa o movimento e a coreografia a partir de uma estrutura dinâmica composta na interação entre o corpo, as sonoridades, a luz, o vídeo, a palavra e os objetos cênicos. O espetáculo é composto por cenas-chave que são pensadas para funcionar como peças de um jogo que se reconfigura e se reorganiza dentro da macro estrutura da performance, bem como pela possibilidade de mudanças de dinâmica, duração e elementos sonoros, visuais ou performáticos de cada cena individualmente. A proposta é explorar as especificidades das áreas dos artistas que o compõe: música, dança, artes cênicas e artes visuais e a interação entre elas. Afluência busca proporcionar ao público uma experiência imersiva e, portanto, propõe uma ?instalação? e não um palco tradicional para sua montagem. Fernando Catatau (CE) e Juno B (CE) 04 de julho Performance audiovisual a partir do disco solo de Fernando. Fernando Catatau é cantor, compositor, guitarrista, produtor musical e artista plástico, é fundador da banda Cidadão Instigado e uma das figuras mais icônicas do cenário independente brasileiro.https://open.spotify.com/artist/38HnWuclWrz2BLt7Wek7Aj Juno B. nasceu no Ceará, atualmente vive em São Paulo. Artista transdisciplinar incorpora vídeo, fotografia, 3d, texto e escultura em instalações imersivas. Em seu trabalho, propõem experimentações, fabulações e diálogos a partir de discursos não hegemônicos e hipóteses de modos mútuos de estar no mundo. www.fluorochrome.xyz

Objetivos

OBJETIVOSObjetivo GeralRealizar a primeira temporada do projeto Farol.live no Farol Santander em Porto Alegre, com apresentações musicais e multimídias e atividades formativas.Objetivos EspecíficosRealizar 20 apresentações musicais e multimídia ao longo do ano, contemplando aproximadamente 1.600 pessoas em atividades presenciaisFomentar a formação musical através da realização de duas atividades formativas para alunos da rede pública de ensino e professores, atividades de contrapartida do projeto, contemplando aproximadamente 160 pessoas;Incentivar a formação técnica-artística através da realização de três oficinas e workshops para artistas e interessados na intersecção entre música, imagem e tecnologias digitais, fomentando também o intercâmbio e a formação de novos mercados, contemplando cerca de 120 pessoas com as atividades formativas;Gravar as apresentações artísticas para posterior transmissão online ou exibição no cinema do Farol, potencializando o alcance de público do projeto;Democratizar o acesso a programação ao vivo com 4 apresentações gratuitas para o público geralDemocratizar o acesso à música instrumental através de ingresso a preço popular (R$20,00 inteira e R$10,00 meia entrada), com disponibilização de 20% da bilheteria para projetos sociais ou instituições de arte ou educação públicas e isenção da entrada para todos no último domingo do mês.

Justificativa

O Projeto nasce da ideia de fomentar a criação de apresentações inéditas de música instrumental orgânica e eletrônica em diálogo com outras linguagens, como as artes cênicas, artes visuais e o audiovisual, trazendo para o público experiências estéticas inovadoras. Buscando valorizar os artistas residentes no estado do RS, a maior parte da programação será criada com artistas independentes locais, proporcionando espaço, visibilidade e estrutura para divulgarem seus trabalhos, e lhes dando a oportunidade de intercambiar processos de pesquisa e criação com artistas de outras partes do RS. O público poderá acessar as performances presencialmente a preço popular, com doação de um percentual da bilheteria gratuitamente para instituições sociais. Além do formato presencial, todas as apresentações serão gravadas para posterior transmissão online, ou exibição na sala de cinema do Farol Santander, ampliando o alcance de público e pulverizando o acesso às performances. Além das apresentações, o projeto possui um forte eixo formativo, que objetiva a qualificação e formação de artistas locais, bem como de professores e alunos de escolas públicas, através da realização das atividades formativas de contrapartida social, que contribuem no fomento da cena de música independente e novas mídias do RS. Essas ações estimulam a criação artística com novas tecnologias digitais, buscando expandir limites criativos e contemplar novas gerações de nativos digitais como artistas e público. É fundamental e decisivo para a criação do projeto Farol.live o uso da lei de incentivo à cultura. Através do patrocínio do Farol Santander, instituição que completa em 2021, 20 anos de fomento à produção cultural da cidade, pretendemos realizar essa série de eventos que darão continuidade e atualizam o histórico de contribuições do Farol para Porto Alegre. Com a idealização e produção de profissionais locais, o projeto busca de forma criativa apresentar a música instrumental gaúcha e brasileira em fusão com elementos de outras linguagens, experimentando possibilidades entre música e visualidades, e também ampliando os espaços para apresentações e colaborações entre diferentes artistas e propostas. O projeto vai envolver e contratar de forma direta e indireta, mais de 100 profissionais ligados à cultura, entre eles produtores, artistas e equipe técnica. Além dos 36 shows e performances ao vivo, com ingresso a preço popular, que também permite acesso às exposições e outras atrações do centro cultural, o projeto prevê 8 atividades de formação gratuitas, formando profissionais e público em questões relacionadas à música, programação digital multimídia, arte sonora entre outros tópicos. Todo último domingo do mês as apresentações ao vivo serão gratuitas, acompanhando a diretriz do Farol de liberar o seu ingresso nestas datas. 60% da programação será realizada por artistas gaúchos, medida que visa movimentar a economia da cultura do nosso estado, tão afetada pela pandemia, e que agora com um horizonte de retomada necessita de estímulos. Parte desta programação feita por artistas gaúchos, será de projetos comissionados, criações inéditas, convidadas a pensar suas produções em harmonia com as especificidades técnicas e espaciais da sala de apresentações. Ainda, cabe ressaltar que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também, o projeto atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

Workshop de improvisação e performance multi instrumental ao vivo com Diego Poloni e Aiye. Abertura de processo da criação do disco Gratitrevas de Aiye produzido por Diego. Oficina Música Visual: Tocando Imagens com Henrique Roscoe (Vj ìmpar)A oficina aborda as diversas formas de interação entre som e imagem, desde as primeiras experiências no século XVIII onde artistas construíram instrumentos chamados 'color organs', passando pela pintura e cinema abstrato do início do século XX, experiências dos anos 60, VJs e performances audiovisuais contemporâneas. Serão mostrados exemplos em imagens e vídeos detrabalhos realizados e analisadas as relações criadas pelos artistas em cada trabalho. Também serão abordados alguns instrumentos que foram construídos para performar imagens de forma similar à da música. De forma esquemática serão listadas características usadas neste tipo de arte e que podem inclusive servir para pessoas que trabalham em outras áreas das artes visuais como música, cinema, vídeo e design.Duração3 horasPúblico100 alunos online Workshop sobre Escuta Profunda com Isabel Nogueira Escuta profunda é um método de percepção sonora e expansão da criatividade criado por Pauline Oliveros, a partir de suas experiências como compositora, musicista e educadora.A partir da percepção de si e do mundo, suas ressonâncias no nosso corpo/mente, trazemos a escuta de camadas e timbres, abrindo a imaginação para o campo das possibilidades e invenções sonoras.O workshop tem duração de 3 horas, envolvendo caminhadas e troca de impressões em local fechado.Isabel Nogueira é compositora e artista sonora, e sua produção dialoga com voz, escuta, sintetizadores e multimeios. Tem formação em Escuta Profunda pelo Instituto Deep Listening e desenvolve workshops em escuta e processos criativos. É doutora em Musicologia pela Universidade Autônoma de Madri, professora na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Coordena o Sônicas: Gênero, corpo e música e publica artigos e livros sobre este tema.isabelnogueira.com.br/

Acessibilidade

APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade física: todas as apresentações acontecerão na sala de cinema do Farol Santander, que possui acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador, banheiro para cadeirante) Acessibilidade de conteúdo: Por se tratar prioritariamente de apresentações com base instrumental, não será possível realizar interpretação de libras. Porém, deficientes visuais poderão ser contemplados com a apreciação sonora das apresentações e deficientes auditivos poderão vivenciar a experiência imagética nas apresentações, que trarão a musicalidade em intercâmbio com as artes visuais, artes cênicas e audiovisual. Nas apresentações que tiverem o uso da fala prioritariamente como parte da performance, será contratado intérprete de libras para inclusão de deficientes auditivos. ATIVIDADES FORMATIVAS Acessibilidade física: as atividades acontecerão na sala de cinema do Farol Santander, que possui acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador, banheiro para cadeirante) Acessibilidade de conteúdo: No momento da inscrição para a atividade, caso haja algum inscrito com deficiência auditiva, será contratado intérprete de libras para acompanhamento da atividade AÇÃO DE CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: as atividades acontecerão na sala de cinema do Farol Santander, que possui acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador, banheiro para cadeirante) Acessibilidade de conteúdo: No momento da inscrição para a atividade, caso haja algum inscrito com deficiência auditiva, será contratado intérprete de libras para acompanhamento da atividade DIVULGAÇÃO DO PROJETO Uso de descrição de imagens nos principais posts das redes sociais de divulgação do projeto. Usando hashtags inclusivas, como #PraCegover. Essa hashtag tem uma função educativa e inclusiva, ela se refere aos videntes que não enxergam o cego e nunca se dão conta de que pessoas com deficiência visual usam redes sociais. Os histories do projeto também contarão com legendas, para contemplar o público surdo.

Democratização do acesso

APRESENTAÇÕES MUSICAIS O projeto realizará um total de 20 apresentações ao longo da primeira temporada, sendo 4 delas gratuitas ao público (a serem realizadas sempre no último domingo do mês). As demais 16 apresentações terão sua entrada comercializada a preço popular de R$20,00, respeitando a meia entrada de R$10,00 para estudantes e idosos. Além disso, as apresentações com comercialização de ingresso doarão 20% da bilheteria para instituições sociais. Ainda, as atividades serão gravadas para transmissão posterior online e gratuita, ampliando o acesso de todos e todas. ATIVIDADES FORMATIVAS Todas as quatro atividades formativas previstas serão gratuitas, mediante inscrição prévia dos participantes AÇÕES DE CONTRAPARTIDA SOCIAL O projeto realizará quatro ações de formação artística para professores e estudantes da rede pública de ensino, gratuitamente Ainda, é válido ressaltar que o projeto atende as seguintes ações de democratização de acesso, conforme Art. 21 da IN vigente: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Produção Executiva - Liége Biasotto (proponente do projeto) Liége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, responde pela curadoria e direção de produção do Festival de Música de Nova Prata e do Festival Porto Alegrense de Bandas Instrumentais, produção executiva dos projetos da Orquestra de Câmara da ULBRA; gestão e produção do projeto social OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular e direção de produção do Festival Kino Beat - Som e Imagem em Movimento e Projeto Concha. Desde 2017, é uma das gestoras culturais do espaço Vila Flores Direção geral e curadoria - Gabriel Cevallos Graduado em Cinema pela PUCRS e pós-graduado em Práticas Curatorias na UFRGS. Idealizador e curador do festival Kino Beat, premiado duplamente no prêmio Açorianos 2019 da prefeitura de Porto Alegre, como destaque em curadoria e destaque em ações de difusão e inovação para o 6˚Festival Kino Beat. Atua há mais de 10 anos na criação, curadoria e produção de eventos ligados a música, audiovisual e arte contemporânea. Faz parte do conselho curatorial da Bienal FAD de Arte Digital. DJ profissional e pesquisador musical há mais de 15 anos. Assistente de Produção - Bruno Barros Pesquisador e produtor de conteúdo e cultural. Idealizador do LabXP, núcleo de produção de conteúdo transdisciplinar. Acumula experiência em produção de conteúdo audiovisual, de rádio, editorial, assessoria de comunicação, curadoria artística e produção cultural. É colaborador frequente do site e revista Noize, e colaborou com a rádio web Dinamico Fm(2016 - 2018). Colabora desde 2017 com o festival Kino Beat de Porto Alegre. Em 2020 colaborou com a plataforma MJournal e revista Corpo Futuro - do festival Porto Alegre em Cena. Assessoria de imprensa - Bruna Paulin Jornalista e Mestre em Comunicação formada pela PUCRS, atriz e locutora. Trabalha na área cultural há 15 anos envolvida com assessoria de comunicação de diversos eventos, espetáculos, shows, como Bienal do Mercosul, POA em Cena e Kino Beat. Comunicação Digital, Produção de Conteúdo, Branding - Agência Browse Uma agência de 4 mulheres. Há 10 anos construindo marcas com propósito, capacidade de inovação e impacto social. Designer gráfico - Gabriel Felipe Desenvolve planejamento criativo e direção de arte para marcas, como: Google, Youtube, BRF, Bauducco e Santander. Sonorização e iluminação - Reply Eventos Fornece sonorização, iluminação de última geração para todo o Estado. Aluguel de equipamentos e instrumentos musicais. Registros videográficos - Calma Lab Laboratório de produção e experimentação em narrativas audiovisuais e um estúdio especializado na produção de fotografias, vídeos e projetos multimeios. Criamos sob demanda para o mercado editorial, publicitário e cultural.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2023-07-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul