| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04270778000171 | SANTANDER CORRETORA DE SEGUROS, INVESTIMENTOS E SERVICOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 1,08 mi |
| 55942312000106 | Santerder Brasil Administradora de Consórcio Ltda. | 1900-01-01 | R$ 415,6 mil |
As Aventuras de Alice é uma exposição que transitará entre as artes visuais, a literatura e o cinema. As narrativas de Lewis Carroll e os traços de John Tenniel nos conduzem por aparatos óticos da era vitoriana à TV mecânica, o universo 3d e a realidade virtual. Mergulharemos em ambientes imersivos que nos apresentarão diferentes adaptações de Alice no País das Maravilhas para filmes, desenhos e animações que abordarão o mundo adulto versus o mundo infantil; tensões da modernidade, como as noções de tempo, trabalho e lazer; funcionamento da vida familiar; sonho versus realidade, temas presentes na obra original. A capacidade de criação de imaginários e a extensa relação do livro com outros campos do saber e das artes como o cinema e a filosofia fazem com que a exposição As Aventuras de Alice seja de interesse de um público amplo, desde crianças em idade escolar até jovens e adultos interessados em cultura de forma geral. A mostra será registrada em um catálogo digital.
*Não se aplica
OBJETIVO GERAL Nossa jornada começa no protótipo de Lewis Carroll, Alices Adventures Under Ground e segue do pré-cinema ao pós-cinema. Finalmente, quando As Aventuras de Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll foi publicada 1865, o pré-cinema um conjunto de diferentes técnicas inventadas para animar e/ou projetar imagens antes do cinema propriamente dito já havia se tornado muito popular na Europa, com seus aparatos óticos de grande apelo lúdico tanto entre crianças como em adultos. No século XIX, na Grã-Bretanha, havia um grande número de físicos, cientistas e pesquisadores preocupados com a questão da persistência da imagem na retina, ou seja, como os olhos enxergam ou criam ilusões de imagens em movimento, desde a lanterna mágica, uma espécie de pré-projetor com imagens estáticas inventado no século XVII, e que está na origem das engenhocas do pré-cinema. Como estas engenhocas, sobretudo o Taumatrópio, o Folioscópio, e o Zootrópio (que estarão presentes em versões autorais na exposição) se tornaram famosos brinquedos infantis na era vitoriana, é bem provável que Alice Liddell, a menina que inspirou Carroll na elaboração de seu livro, tenha conhecido e se divertido com tais aparatos. Portanto, As Aventuras de Alice nas Telas parte deste imaginário para recriar os dispositivos óticos inventados por John Barnes Linnett, Peter Mark Roget e William Horner, conterrâneos e contemporâneos à pequena Alice. Todas as ilustrações seguirão os traços originais de John Tenniel. O nosso percurso audiovisual segue para o final do século XIX quando, um outro britânico, o escocês William Kennedy Laurie Dickson, engenheiro chefe na empresa de Thomas Edison, inventa em 1891 um instrumento de projeção interna para visualização individual, o cinetoscópio. Ali, o cinema começa efetivamente a germinar. Em pouco mais de uma década, mais precisamente 1903, os ingleses Cecil Hepwoth e Pecy Stow realizam o filme Alice in Wonderland. Desde então a obra de Lewis Carroll foi adaptada mais de 30 vezes para a sala escura e também para a TV, entre 1903 e 2010. Se a primeira adaptação para o cinema foi na Inglaterra, em 1903, muitas outras se seguiram em outros países, com características singulares de imaginários e adaptações de culturas diferentes. Alice no País das Maravilhas tem versões que vão da Disney (1951) ao animé japonês (1977), passando por variações russas, ucranianas e tchecas nos anos de 1980, até o universo sombrio do estadunidense Tim Burton (2010). Ao avançar para os primeiros experimentos de transmissão de imagens estáticas por ondas de rádio que daria início a televisão, a experiência da imagem em movimento entra na casa das pessoas e no conforto do lar. Apresentamos uma engenhoca inspirada na TV Mecânica de 1924 criada por John Logie Baird a partir de um sistema composto por disco giratório perfurado, onde luzes respondem a um sinal emitido via frequência de rádio, formando a imagem de Alice Lindell desenhada pelo próprio Carroll. Do pré-cinema às imagens eletrônicas, saltamos para o cinema de exposição, quando a imagem em movimento deixa a sala escura e invade o cubo branco. O cinema de exposição propõe outras maneiras de apresentação partindo de experimentações tecnológicas que, muitas vezes, desafiam a temporalidade convencional e criam diferentes tipos de discursos. O termo foi cunhado pelo crítico francês Jean-Christophe Royoux. A materialidade fílmica se torna evidente na instalação em película 16mm que apresenta o filme passando por polias alocadas em diferentes pontos da sala até retornar ao projetor quando assistimos à representação da Lagarta de Alice no País das Maravilhas em 24 diferentes adaptações. A experiência do pós-cinema ainda passa por uma instalação holográfica, num mergulho no país das maravilhas através da realidade virtual e por fim em uma remontagem fílmica da Alice caindo no buraco, composta por trechos de 24 filmes de diferentes épocas, reconfigurados em 3D. A jornada promovida pelas Aventuras de Alice que atravessa a história do audiovisual, do pré-cinema e do pós-cinema se encaixa nas palavras do pesquisador francês Laurent Mannoni quando escreveu A grande arte da luz e da sombra: um olho cujas pálpebras se vão erguendo lentamente ao longo dos séculos, para finalmente se abrirem de todo sobre o mundo. O projeto contou com uma profunda pesquisa que envolveu a leitura de diversas traduções de Alice no País das Maravilhas para o português e a visualização na íntegra de 30 filmes de Alice para o cinema e TV que levaram a novas criações. São elas: 1. Prólogo: Biblioteca: Sala de leitura no estilo vitoriano com imagens do original Alices Adventures Under Ground de Charles Dodgson (Lewis Carroll) impressos em painéis. 2. Buraco do Coelho: Folioscópio: Numa disposição de folioscópios mecanizados assistiremos Alice correr atrás do Coelho Branco e cair no buraco que a levará ao País das Maravilhas. O FOLIOSCOPIO, também conhecido como FLIPBOOK, consiste numa coleção de imagens organizadas sequencialmente e manipuladas geralmente no formato de um livreto, sendo patenteada em 1868 pelo britânico JOHN BARNES LINNETT. 3. Gato de Cheshire: Taumatrópio: De um lado do disco teremos o rosto do Gato de Cheshire e do outro seu sorriso e ao girar o disco vemos o gato sorrindo. 4. Rainha de Copas: Zootrópio: Em uma roda cilíndrica, com frestas nas laterais e 12 desenhos sequenciados, assistiremos à animação da Rainha de Copas. O aparato é mecanizado, girando automaticamente e está estruturado sobre um tripé. 5. Chá Maluco: Estereoscópio: Neste aparelho vemos o instante do chá maluco, com o Chapeleiro, a Lebre de Março e o Caxinguelê. Criado pelo britânico Sir Charles Wheatstone em 1838, o estereoscópio, que vai dar origem ao cinema 3D. 6. Alice in Wonderland: Cinetoscópio: Nele assistiremos trechos da primeira adaptação das Aventuras de Alice no País das Maravilhas para o cinema. Alice in Wonderland de 1903 foi dirigida pelos britânicos Cecil Hepworth e Percy Stow. O cinetoscópio é um instrumento de projeção interna para visualização individual, inventado em 1891 pelo escocês William Kennedy Laurie Dickson. 7. Lagarta: Película de 16mm sobre polias: A instalação terá 20 metros de película de 16mm passando por polias alocadas em diferentes pontos da sala que chegam no projetor. Serão exibidos trechos de 7 segundos da representação da Lagarta em 24 adaptações de Alice no País das Maravilhas. O celuloide, material termoplástico utilizado para a confecção de películas e filmes utilizados pela indústria cinematográfica, foi inventado pelo britânico Alexander Parkes em 1862. 8. Alice: TV Mecânica: Transmissão por ondas de rádio da imagem original de Alice, ilustrada pelo próprio Carroll, numa TV mecânica criada no início do século XX. O referencial desta imagem estará impresso e fixado na parede. O engenheiro escocês John Logie Baird foi o primeiro a construir um sistema mecânico de televisão analógica que transmitiu imagens estáticas. Além disso contaremos com artistas convidados (nomes em definição) que desenvolverão os conteúdos para a instalação holográfica (Marcos Grossi), a narrativa em realidade virtual e concepção do 3D a partir de uma remontagem fílmica da Alice caindo no buraco de 24 diferentes filmes. E também, uma possível sala com as imagens criadas pelo artista Luiz Zerbini (a confirmar) para a edição de Alice no País das Maravilhas editado pela Cosac Naify. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A execução do objetivo geral do projeto se dará a partir dos objetivos específicos descritos a seguir: 1. Realizar uma exposição de artes visuais abordando o livro As Aventuras de Alice no País das Maravilhas nas cidades de São Paulo e Porto Alegre, com instalações imersivas de grande apelo ao público infanto-juvenil e adultos em geral; 2. Editar catálogo apenas em formato digital bilíngue (português / inglês) para registro, documentação e difusão da exposição reunindo textos críticos, imagens de referências dos trabalhos, e biografia dos artistas envolvidos.
A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura se justifica pelo fato de que a Lei de Incentivo é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Conforme apontou o pesquisador estadunidense Martin Gardner em uma edição especial das Aventuras de Alice no País das Maravilhas que inclui notas e considerações históricas, a narrativa de Carroll traz uma série de referências aos costumes, imaginários e concepções sobre diferentes aspectos socioculturais da sociedade vitoriana: o mundo adulto versus mundo infantil; tensões da modernidade, como as noções de tempo, trabalho e lazer metaforizados na figura de um coelho tenso, preocupado e que vive atrasado; funcionamento da vida familiar; sonho (mundo subterrâneo) versus realidade (superfície). Muitas passagens são permeadas pelo humor, como por exemplo paródias e ironias de canções da época traduzidas para o universo infantil. Repleto de trocadilhos, enigmas, intrigantes jogos de linguagem e de lógica, o autor começa justamente com o seu próprio pseudônimo onde Charles Dodgson dá lugar à Lewis Carroll, nome que faz uma referência a Alice Liddell na quantidade de letras, posições das vogais, consoantes e letras duplas. ALICE LIDDELL LEWIS CARROLL Este jogo que segue ao longo do livro, com o Chapeleiro que tem o relógio parado às seis da tarde e por isso fica tomando chá compulsivamente, a Lebre de Março que propõe quantidades inferiores a zero numa alusão aos números negativos ou a Rainha de Copas, cruel e sem coração, que decreta pena de morte aos seus súditos antes mesmo do julgamento acontecer (invertendo a lógica da causa e consequência). Estes exemplos inspiraram a imaginação e o imaginário de uma série de pesquisadores e filósofos que desenvolveram reflexões a partir do livro. Um deles foi Gilles Deleuze, filósofo pós-estruturalista que escreveu a Lógica do Sentido na qual procurou estabelecer uma teoria do sentido a partir da obra de Carroll através da personagem que cresce e diminui de tamanho, das figuras de cartas de baralho sem espessura, das figuras espelhadas e invertidas. Neste trabalho, Deleuze chega, pelo caminho do não-sentido, a uma lógica do sentido. Assuntos como esse serão tratados na sala de TV da exposição, onde aparelhos de TV de diferentes décadas trarão entrevistas intercalados com desenhos animados de diferentes estilos e décadas. A capacidade de criação de imaginários e a extensa relação do livro com outros campos do saber e das artes como o cinema e a filosofia fazem com que a exposição As Aventuras de Alice seja de interesse de um público amplo, desde crianças em idade escolar até jovens e adultos interessados em cultura de forma geral e literatura, cinema, música, artes visuais e filosofia de forma particular. A exposição é muito convidativa também às visitas orientadas com escolas que podem estimular a imaginação de crianças e formá-las tanto para a história do cinema e do audiovisual hoje diluída nas telas de celular e computador , quanto para a importância de clássicos da literatura. Jovens de Ensino Médio e universitários também ganham na exposição e em suas atividades complementares espaços para conhecer linguagens experimentais, como o cinema de exposição, e formar o olhar para diferentes possibilidades de adaptação artística de uma obra (telas, ambientes imersivos, livros). Adultos de qualquer idade interessados em cultura, literatura, cinema, e especialistas de áreas do conhecimento abordadas nesta proposta também fazem parte do público-alvo. Portanto, a exposição Alice nas Telas se torna uma divertida aventura formativa para pais e filhos.
Os trechos definidos na tela de deslocamentos poderão ser alterados conforme necessidades de produção. O proponente informa que no momento é possível afirmar que as rubricas que já sabe que irá se remunerar é a de Diretor de Produção. No entanto, poderá se remunerar por outras rubricas, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, desde já informamos que os novos profissionais seguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto.
*Não se aplica
Produto – Exposição de Artes Acessibilidade Física: Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais, bem como garantir que todos os espaços do Edifício Altino Arantes (Farol Santander) são amplamente acessíveis, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores, telefones e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos e, principalmente dos portadores de necessidades especiais, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, adotaremos as seguintes medidas: O proponente propõe, elaborar textos e legendas em braile, para as obras expostas e haverá audiodescrição. Ademais a Exposição contará com obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo a participação e interação de todos os públicos. Produto - Catálogo Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, adotaremos as seguintes medidas: O catálogo será disponibilizado na internet, em redes sociais. O catálogo terá o formato PDF, o que permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” possibilitando a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. Produto - Palestras Acessibilidade Física: O local em que ocorrerão as palestras estará em conformidado com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, adotaremos as seguintes medidas: A contratação de tradutor de libras como medida de acessibilidade nas palestras; Objetivos Gerais O objetivo geral desta contrapartida social é oferecer uma palestra com foco na temática da exposição "As Aventura de Alice no País das Maravilhas", a história contada através da arte, literatura e cinema além seu impacto na sociedade contemporânea. Objetivos da proposta A palestra visa apresentar a pesquisa elaborada pelo curador da exposição fazendo um apanhado histórico contemporâneo do livro de Lewis Carroll, tendo como foco a análise dos aparatos audiovisuais produzidos para a mostra, a evolução da imagem e como isso modifica os processos de criação e produção. Público-alvo Professores e estudantes da área e público geral.
Exposição de artes visuais: A distribuição e comercialização dos produtos da proposta, respeitará detalhadamente os critérios de ampliação de acesso previstos no artigo 20 da IN nº 2/2019, conforme o especificado abaixo: * Disponibilização mínima de 20% (vinte por cento) dos ingressos para distribuição exclusivamente gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; * Disponibilização de até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; * Disponibilização de até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; * Os ingressos serão vendidos nos valores de inteira e meia, respectivamente, R$25,00 e R$12,50, dessa forma o proponente atende o requisito de disponibilização mínima de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale- Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; Como medida extra de democratização de acesso, dentre as elencadas no Art. 21 da IN nº 2/2019, o proponente opta por: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Catálogo: O catálogo será disponibilizado na internet, em redes sociais, no formato PDF, o que atenderá a medida prevista no Art. 21, III da IN nº 2/2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.
AYO CULTURAL – Proponente e Direção de Produção Desde de 2018, os produtores culturais Julia Brandão e Gabriel Curti uniram-se em uma só figura jurídica para agregar e disseminar suas experiências em prol de projetos culturais das mais diversas naturezas e formados. Desde de 2012 em parceria e colaborações autônomas com diversas produtoras, produziram mais de 40 exposições de artes visuais dentro e fora do Brasil. Julia Brandão – Direção de Produção – realiza todo planejamento e controle das atividades ligadas a área de produção durante a etapa de produção e execução. Supervisiona os serviços de fornecedores para a realização do projeto, responsável por planejar, organizar e controlar as atividades de fabricação dos produtos da empresa, formulando e recomendando políticas e programas de produção. Suas responsabilidades são de assegurar o cumprimento das metas de produção, dentro dos padrões de qualidade, quantidade, custos e prazo estabelecidos na proposta, planejar, organizar e supervisionar as atividades de produção da exposição, dentro das especificações e padrões de qualidade estabelecidos, visando a assegurar o cumprimento dos objetivos, otimizar os recursos produtivos disponíveis, supervisionar a elaboração dos cronogramas da produção, visando a garantir a melhor alocação da mão-de-obra, equipamentos e materiais, controlar as despesas gerais da etapa de produção da exposição (energia elétrica, custos de manutenção, insumos etc.). Atuou, entre outros, nos projetos relacionados: Constelação - Somos Todos Feitos de Luz (Maja Petric) - fevereiro / 2020; GIGANTAS: uma Experiência Imersiva por Nonotak Studio - março / 2020; Belo, Transitório, Intangível e Finito (Laura Vinci (Brasil) e Tundra (Rússia)) – janeiro /2018; Vazios Povoados (Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti (Brasil) e Haroon Mirza (Inglaterra)) – maio / 2018; Luz e Arte (Gisela Motta e Leandro Lima (Brasil) e NONE Collective (Itália)) – outubro / 2018; Além do Infinito (Regina Silveira (Brasil) e Serge Salat (França)) – janeiro / 2019; Hebe Eterna (curadoria Marcello Dantas) – fevereiro / 2019; Produção Executiva e Coordenação de produção da exposição Infinitos (Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti, Raquel Kogan), Centro Cultural Vale Maranhão – março / 2019; Coordenadora de Produção da exposição Todo poder ao povo! Emory Douglas e os Panteras Negras, SESC Pinheiros, São Paulo / SP; Coordenadora de Produção da X Bienal Ibero-americana de Arquitetura e Urbanismo, São Paulo; Coordenadora de Produção da exposição Antonio Benetazzo, permanências do sensível, CCSP e CFCCT, São Paulo / SP; Coordenadora de Produção da 10ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre / RS; Produtora Executiva da exposição Variações do Corpo Selvagem, SESC Araraquara; Produtora da 5ª Bienal Brasileira de Design, Florianópolis / SC; Produtora Executiva da exposição Cores do Brasil, OCA, São Paulo / SP; Produtora Executiva da exposição O Artista e a Bola, OCA, São Paulo / SP; Produtora Executiva da exposição ChinaArteBrasil, OCA, São Paulo / SP. Angela Magdalena – Produção Executiva – responsável pela organização geral de produção, planejamento da programação junto a curadoria e cliente, assessoria na coordenação de implementação dos projetos curatorial, expográfia e iluminação, elaboração de cronograma e coordenação da equipe de produção, interface de informação entre curador, arquitetura, educativo, comunicação visual, designer e fornecedores para o fechamento de projetos e de orçamentos, controle orçamentário, controle e acompanhamento de prestação de contas. Logística da organização geral das exposições e também da programação. Atua em diversos segmentos do mercado cultural incluindo a criação, desenvolvimento e gestão de projetos, com especialização em artes visuais. Desde 1995 atua e traz vasta experiência na coordenação de equipes e na intermediação das diversas áreas que compõem uma mostra, como arquitetura, transporte, comunicação, design e museografia, em mostras de artistas nacionais e internacionais como Patricia Piccinini, Zeitgeist: Arte da Nova Berlim, Marina Abramovich, Anish Kapoor, Laurie Anderson, Rebecca Horn, Antony Gormley, Jenny Holzer, Bauhaus.foto.filme, Shirley Paes Leme, Marcelo Moscheta, Cai Guo Qiang, Lusa a matriz portuguesa, Tatiana Blass entre outros.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.