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Temporada e circulação da peça "Fim de Partida", de Samuel Beckett e bate papo, sobre o espetáculo, com o público presente. - Workshop sobre o processo de produção e criação do projeto, como ação formativa cultural de contrapartida social.
FIM DE PARTIDA, de Samuel Beckett, nos mostra relações tóxicas no seio de uma família blindada. Hamm, o patriarca cego que nada vê e tudo sente, Nagg e Nell, pais de Hamm com seu exibicionismo decrépito, e Clov, o filho adotivo-servo. Essa obra revela o mecanismo pelo qual a micropolítica da família se torna um espelho satírico em que reconhecemos a fanfarronice do poder, reentrante e reincidente...hoje, de novo, aqui e acolá, um lugar comum. FIM DE PARTIDA Classificação indicativa etária: LIVRE (indicação a partir de 14 anos) Duração: 60 minutos
OBJETIVO GERAL: - Realizar nova temporada/circulação da peça "FIM DE PARTIDA", de Samuel Beckett pelas cidades de Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. - Realizar bate papo, sobre o espetáculo, com o público. - Realizar Workshop sobre o processo de produção e criação do projeto, como ação formativa cultural de contrapartida social. OBJETIVO ESPECÍFICO: - Realizar 50 apresentações durante a temporada de circulação por 03 cidades, dentro do circuito CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil); - Realizar 03 bate papo sobre o espetáculo, após a apresentação; - Realizar 3 Workshop sobre o processo de produção e criação do projeto, gratuito para estudantes e professores de instituições de ensino e interessados, como ação formativa cultural de contrapartida social, gravado e disponibilizado posteriormente em canal de internet; - Distribuir gratuitamente 20% do total dos ingressos disponíveis para professores e alunos da rede pública de ensino, ONGs e instituições que atende deficientes auditivos; - Realizar projeto teatral com dramaturgia de qualidade e linguagem de fácil acesso, direcionada ao público em geral; - Trazer ao palco um espetáculo de qualidade artística com alguns dos mais talentosos profissionais do teatro paulista e equipe de renomados profissionais especializados no fazer artístico; Será uma temporada de 03 meses (um mês em cada cidade), com apresentações quatro vezes por semana (de quinta a domingo), totalizando 50 apresentações, sendo 22 apresentações na cidade do Rio de Janeiro, 12 apresentações na cidade de Brasília e 16 apresentações na cidade de Belo Horizonte. Teatro em Brasília tem capacidade de 330 lugares totalizando 3.960 espectadores nas 12 apresentações; teatro em Belo Horizonte tem capacidade de 260 lugares totalizando 4.160 espectadores nas 16 apresentações; teatro no Rio de Janeiro tem capacidade de 100 lugares totalizando 2.200 espectadores nas 22 apresentações. Portanto, o projeto estima um público total geral em temporadas na circulação e contrapartidas sociais, de 10.320 pessoas.
********** A solicitação de apoio ao projeto junto a Lei de Incentivo à Cultura do Ministério do Turismo/Secretaria Especial da Cultura se justifica pelo fato de que a Lei de Incentivo é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível a sua existência para democratizar a cultura em todo o País. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de espetáculos de artes cênicas; IV ‐ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. ********** Fim de partida (Endgame, no original em inglês) foi escrita por Samuel Beckett (1906-1989) num contexto pós-catástrofes. Na sucessão de duas guerras mundiais, sobre os destroços e os entulhos do nazi fascismo, Beckett desloca o olhar sobre este plano geral de destruição e envenenamento social e escreve, entre 1954 e 1956, uma peça sobre as relações tóxicas no seio de uma família blindada. Hamm é o protagonista estacionado no centro da cena, como um patriarca cego que nada vê e tudo sente na lógica peculiar da lembrança, da dependência, do domínio opaco, e dos "sofrimentos sublimes". Nagg e Nell, pai e mãe de Hamm, de pernas amputadas, somente com as cabeças expostas e as mãos apoiadas sobre rejeitos, fazem a síntese dos afetos e dos jogos emocionais plenos de um exibicionismo decrépito e de um humor resiliente que se arrefece sob as divertidas parábolas da vida cotidiana, e a sombra da morte. Clov, o filho adotivo, é o único que tem ainda o poder precário e ameaçador de se mover, e fazer mover. Manipulados pelo jovem, os objetos que restam na casa-refúgio instauram a circularidade cômica de uma consciência áspera e mordaz. O fim de partida é o mecanismo interligado e recursivo pelo qual a micropolítica da família se torna um espelho satírico em que reconhecemos a fanfarronice do poder, reentrante e reincidente... hoje, de novo, aqui e acolá, um lugar comum. Temos certeza de que o presente projeto reúne totais condições para se transformar numa iniciativa cultural de grande sucesso, contribuindo sobremaneira para o enriquecimento da cena cultural brasileira.
REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE COM RECURSOS DECORRENTES DE RENÚNCIA FISCAL Os itens que serão objetos de remuneração do PROPONENTE são: - COORDENADOR DO PROJETO -PALESTRANTE WORKSHOP Conforme discriminado no orçamento analítico, de acordo com a Instrução Normativa nº 02, de 23 de abril de 2019, em seu Artigo 11º, não ultrapassando o limite de 50% do custo do projeto. NOTA: Para atender à AMPLIAÇÃO DO ACESSO, conforme artigo 20, da Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019, inciso I, alíneas "a", "b" e "c": a) Serão distribuídos 20% (vinte por cento) dos ingressos gratuitamente para população de baixa renda, como Escolas públicas, ONGs e demais instituições ligadas a ações sociais. Considerando que os locais onde serão realizadas as apresentações possuam capacidade média de 200 lugares, estimamos que sejam distribuídos gratuitamente pelo menos 2.000 ingressos, visto que o projeto contará com incentivo fiscal. b) Para o público com deficiência auditiva (tradução em libras), as pessoas portadoras dessa deficiência e 01 (um) acompanhante pagarão o valor promocional equivalente a meia entrada. Conforme o disposto no Art. 18 da I.N. nº 2, de 23 de abril de 2019, Capitulo IV, da acessibilidade, democratização, do acesso e das ações complementares, Seção I, da Acessibilidade: “As propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto Sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. Optamos para este projeto oferecer acessibilidade em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) tanto para o produto cultural principal quanto para a atividade de ação formativa cultural, conforme o descrito no projeto e conforme previsão no orçamento analítico. Vale lembrar que as medidas de acessibilidade são caras e a adesão do público especifico ainda é baixa.
EXECUÇÃO DO WORKSHOP SOBRE O PROCESSO DE PRODUÇÃO E CRIAÇÃO DO PROJETO OBJETIVOS: Explanação/exemplificação no processo de montagem de um espetáculo, mais especificamente sobre o processo da respectiva montagem “FIM DE PARTIDA” DINÂMICA: - Etapas iniciais de uma produção teatral - Inserção do projeto em leis de incentivo - Funcionamento dos mecanismos de lei de incentivo - Editais de Prêmios - Etapas de pré-produção, produção e pós-produção Coordenação EDINHO RODRIGUES: Proprietário da Brancalyone Produções (desde 2003), dentre os espetáculos como produtor destacam-se: Além da Linha D´Água, com Marília Pêra e direção de Ivaldo Bertazzo; Mãe Gentil, com Rosi Campos e Zeca Baleiro, com direção de Ivaldo Bertazzo; Vestir o Pai, direção de Paulo Autran; O Avarento, com Paulo Autran e direção de Felipe Hirsch; O Bem Amado, com Marco Nanini; Doce Deleite, com Reinaldo Giannechini e Camila Morgado; direção Marília Pêra; New York, New York, musical com direção de José Possi Neto; A Loba de Ray-Ban, com Christiane Torloni; Hell, com Bárbara Paz e direção de Hector Babenco; Um Porto Para Elizabeth Bishop, com Regina Braga e direção de José Possi Neto; O Expresso do Pôr do Sol com direção de Fabio Assunção; Lampião e Lancelote, musical com direção geral de Debora Dubois e direção musical de Zeca Baleiro; Rita Lee Mora ao Lado – O Musical com direção de Debora Dubois (2014); Dias de Vinho e Rosas, com direção de Fabio Assunção (2015).
ACESSIBILIDADE PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS A divulgação do espetáculo será realizada por assessoria de imprensa e redes sociais. Acessibilidade física: As salas de teatro do CCBB em Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro garantem o acesso de pessoas portadoras de deficiência física, com mobilidade reduzida e idosos, garantindo assim o livre acesso ao produto cultural. Os acessos para a sala de espetáulo dispõe de rampas para cadeirantes, com corrimão e banheiros adaptados. Na sala de espetáculo há demarcação de espaços para fixar as cadeiras de rodas e assentos adequados para idosos e obesos. Esses teatros se encontram em regiões de fácil acesso para transporte público. Acessibilidade para deficientes visuais: Será disponibilizado ao público, deficiente visual ou de baixa visão, o recurso de audiodescrição em todas as 50 apresentações do espetáculo ao vivo. Ao público presente nas apresentações, serão distribuídos livretos em braile, com informações do espetáculo. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de todas as 50 apresentações com tradutor intérprete de libras (ao vivo). PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Realização gratuita de workshop sobre o processo de produção e criação do projeto, para estudantes e professores de instituições de ensino e demais interessados, como ação formativa cultural de contrapartida social. As ações serão amplamente divulgadas por assessoria de imprensa e redes sociais. Acessibilidade física: As instalações nos espaços do CCBB garantem o livre acesso da pessoa com deficiência física ou mobilidade reduzida, dispondo de rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização adequada. Acessibilidade para deficientes visuais: Será disponibilizado ao público, deficiente visual ou de baixa visão, o recurso de audiodescrição nos 03 wokshops. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização dos 03 workshops com tradutor intérprete de libras, ao vivo. Para o cumprimento das medidas de acessibilidade informamos que, as despesas com a gravação do espetáculo e do workshop serão custeadas com recursos próprios. NOTA:As medidas de acessibilidade estarão presentes em todo o material de divulgação do projeto (impresso, digital ou virtual), para que público específico tenha conhecimento prévio. Também, serão realizadas através de vídeo promocional (em LIBRAS) a ser encaminhado às entidades, associações e ONGs vinculadas a este público. Será veiculada, também, em redes sociais, além de anúncio promocional, especifico, em Guia cultural.
PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS 1. Será permitida a captação de imagens das apresentações do espetáculo e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, atendendo ao Inciso IV do Art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019. 2. Atendendo as regras previstas no inciso V do Art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019: Antecedendo a estreia e lançamento do espetáculo, será realizado 01 (um) ensaio aberto para professores e estudantes de teatro e de escolas públicas, ONGs e demais instituições ligadas a ações sociais, com 01 (um) bate papo sobre o processo de criação do espetáculo, pós apresentação. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 1. Como medida de democratização de acesso, será disponibilizado, na Internet, registro audiovisual do “Workshop sobre o processo de produção e criação do projeto”, a ser realizado como ação formativa cultural de contrapartida social, atendendo ao Inciso III do Art. 21 da IN n. 02 de 23/04/2019. 2. Será permitida a captação de imagens do “Workshop sobre o processo de produção e criação do projeto”, a ser realizado como ação formativa cultural de contrapartida social e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, atendendo ao Inciso IV do Art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019.
Informamos que o Proponente, Edson da Silva Santos (Edinho Rodrigues), será responsável pela gestão decisória,e também da gestão administrativa/técnico-financeira do projeto. Além disso, será o Coordenador do Projeto e Palestrante do Workshop, rubricas pelas quais será remunerado. Texto - SAMUEL BECKETT Direção - YOSHI OIDA e MATTEO BONFITTO Elenco - MATTEO BONFITTO - Hamm RODRIGO POCIDÔNIO - Clov ARY FRANÇA - Nagg SUIA LEGASPE –Nell Cenografia e Figurino - TELUMI HELLEN Iluminação - MILTON ANDRADE Direção de Produção - EDINHO RODRIGUES Equipe técnica e demais criadores serão definidos após aprovação. BREVE CURRÍCULOS YOSHI OIDA - DIREÇÃOÉ ator, diretor e autor japônes radicado em Paris. Teve formação no teatro tradicional japonês, antes de, em 1968, ir para Paris. Integrou o grupo de Peter Brook, participando de seus espetáculos mais importantes. Alguns anos depois começou a dirigir peças usando uma combinação única das técnicas oriental e ocidental de teatro. Oida é aquilo que seu mais conhecido livro sugere em seu título: um ator errante. Se imortalizou junto ao diretor inglês Peter Brook, participando de montagens de diversas peças mas também em seus filmes, como na versão cinematográfica do Mahabharata, além de o Livro de Cabeceira, de Peter Greenway. A biografa de Oida constitui exemplo de investigação pessoal através da troca com o outro, ele é como um “ator cigano” que tornou-se ponto de encontro entre o oriente e o ocidente reafirmando assim uma tendência muito particular no século XX, que remonta aos encontros entre Mei Lang Fang e Meyerhold, Kazuo Ohno e Mary Wigman, bem como às pesquisas da antropologia teatral. MATTEO BONFITTO - ATOR E DIREÇÃO Formado pela EAD-ECA-USP, pelo DAMS da Universidade de Bologna, Itália, e pela Royal Holloway University of London, atuou em vários espetáculos e performances no Brasil e no exterior, dentre os quais - “Em Lugar Algum/Anywhere” (Festival Internacional de Teatro de Edinburgh, Escócia); “Silêncio/Silence” (Festival Internacional ‘Teatro a Mil’ – Santiago, Chile; Festival Internacional de Teatro de Bayonne - Biarritz, França; “Descartes” (FIT Rio Preto; Mostra SESC de Artes; Mostra Performa Teatro - TUCA/SP); “All Scars are Nice and Clean” (Theatre Studio – Londres, Inglaterra); “Nativo/Native” (Studio Performance Studies, NYU; Mostra Performa Teatro - TUCA/SP), e “Cry Baby Cry. Um Tríptico Cênico” (Festival Internacional de Teatro de Rua de Porto Alegre), 3D (Festival de Artes Visuais e Performance – Accademia Albertina di Torino, Italia). RODRIGO POCIDÔNIO – ATOR Ator e dramaturgo, é mestre em Artes da Cena (2014) e bacharel em Artes Cênicas (2010) pela Unicamp. É um dos fundadores da cia. Academia de Palhaços na qual atuou durante dez anos. Premiações: Melhor Ator Coadjuvante por Adeus, Palhaços Mortos - Prêmio APTR / RJ – 2017 (indicação); Melhor Ator Coadjuvante por Adeus, Palhaços Mortos - Prêmio Botequim Cultural / RJ - 2017 (indicação); Melhor Espetáculo de Grupo por Adeus, Palhaços Mortos - Prêmio Aplauso Brasil / SP-2016 (vencedor). Principais trabalhos como ator: Elza e Fred - o amor não tem idade (2015) de Marcos Carnevale, direção de Elias Andreato; Francesca (2011) de Luís Alberto de Abreu, direção de Roberto Lage. Em 2017 foi representar o Brasil no Festival Internacional World Stage Design em Taipei, Taiwan com o espetáculo Adeus, Palhaços Mortos. ARY FRANÇA - ATOR É ator e diretor de teatro. Ary França participou das companhias teatrais: CPT- Centro de Pesquisa Teatral , Teatro do Ornitorrinco. Em teatro começou em 1991, na peça: ” Sonho de uma Noite de Verão”. Em 1999, fez: ” O Que O Mordomo Viu”. Em 2004:” Arsênico e Alfazema”.Em 2005: ” O Santo e a Porca” e ” O Estrangeiro”. Em 2006: ” Gata Borralheira” e ” Ricardo III”. Em 2008 e 2009: ” A Alma Boa de Setsuan”. Em cinema, em 1996: ” Child’s Play” e : ” Um Homem Sério”, Em 97: ” Ed Mort”. Em 98 fez: “Amor e Cia” e ” O Beijo”.Em 2001: ” O Xangô de Baker Street”. Em 2002: ” Durval Discos” . Em 2005: “Manual Para Atropelar Cachorros”, um curta metragem. Em televisão, em 1997, pela TV Globo: ” Comédia da Vida Privada”. Em 99 a novela: ” Andando nas Nuvens”. Em 2001 e 2002, no SBT, fez: ” Disney Club”. Em 2003 e 4 esteve na novela global: ” Chocolate com Pimenta”. Em 2004 e 5, fez o seriado: ” A Diarista”. Em 2007, atuou na novela: ” Sete Pecados”. Em 2008, fez o seriado: ” Casos e Acasos” e ” Toma Lá Dá Cá”. Em 2009 esteve em: ” Som e Fúria”. Em 2010, na novela “Escrito nas Estrelas”. E em 2011, outra novela, “Morde e Assopra”. SUIA LEGASPE – ATRIZ Formada na ECA/USP em Artes Cênicas – Licenciatura e Interpretação em 1983; na “DESMOND JONES SCHOOL OF MIME”, em 1985, Londres, Inglaterra; e no curso de Interpretação e Direção na “BRITISH THEATER ASSOCIATION”, com Daniel Labonne, Londres. Principais trabalhos no cinema: 2014 – BRUTALIDADE, curta metragem -de Henrique Zanoni - Prêmio Melhor Atriz, Festival Primeiro Plano - Juiz de Fora; 2014 - “HAMLET”, de Cristiano Burlan. Principais trabalhos no teatro: O LIVRO DE JÓ, de Luís de Abreu, direção de Tó Araújo; MARIA QUITÉRIA, de Marici Salomão, direção de Fernando Peixoto; VERMOUTH, de Aimar Labaki, direção de Gianni Ratto; ALGUM LUGAR FORA DO MUNDO, criação CIA CORPOS NÔMADES, direção João Andreazzi – Prêmio APCA – DANÇA – PESQUISA DE LINGUAGEM – 2005; NO NATAL A GENTE VEM TE BUSCAR, de Naum Alves de Souza, direção Elvira Gentil – Portugal – 2006; ASSIM COM ROSE, de Mário Viana, direção Jairo Mattos. TELUME HELLEN - CENOGRAFIA E FIGURINO Integrou o Centro de Pesquisa Teatral (CPT), coordenado pelo diretor Antunes Filho, entre os anos de 1987 e 1997, sempre em parceria com o cenógrafo J.C. Serroni. Já realizou dezenas de figurinos para espetáculos teatrais. Entre os anos de 1998 e 2009, ministrou no curso prático de cenografia e figurinos do Espaço Cenográfico. Participou cinco vezes da Quadrienal de Praga e tem seus projetos de figurinos para teatro publicados no livro “Vestindo os Nus”, de Rosane Muniz. MILTON DE ANDRADE - ILUMINAÇÃO Mestre e doutor em artes cênicas pela Universidade de Bologna (Itália). Trabalhou de 1989 a 1996 em São Paulo com a coreógrafa francesa Renée Gumiel, com quem encenou “A Memória Gruda na Pele” (1993/1996), obra contemplada com o Prêmio APCA. Em 2003 atua na performance de dança em homenagem aos 90 anos de Renée Gumiel, realizada no SESC Vila Mariana – SP. Em 2004, em Florianópolis (SC), cria e dirige a Andras Cia. de DançaTeatro, com a qual cria os espetáculos “Quixote” (Prêmio DAMS da Universidade de Bolonha – Itália, 2005), “Butterfly” (Prêmio Klauss Vianna, 2006) e “O Asno de Apuleio” (Prêmio Elisabete Anderle, 2008). Em Trapani (Itália), criou e dirigiu o flme etnográfco “I Misteri di Trapani (2014). Em colaboração com Matteo Bonftto, Melissa Ferreira e Silvia Magnani, criou e dirigiu a performance “3D - Playing with fear, Impalpabili, Dive”, apresentada em Turim (Itália) em 2015. EDINHO RODRIGUES: DIRETOR DE PRODUÇÃO Proprietário da Brancalyone Produções (desde 2003), dentre os espetáculos como produtor destacam-se: Além da Linha D´Água, com Marília Pêra e direção de Ivaldo Bertazzo; Mãe Gentil, com Rosi Campos e Zeca Baleiro, com direção de Ivaldo Bertazzo; Vestir o Pai, direção de Paulo Autran; O Avarento, com Paulo Autran e direção de Felipe Hirsch; O Bem Amado, com Marco Nanini; Doce Deleite, com Reinaldo Giannechini e Camila Morgado; direção Marília Pêra; New York, New York, musical com direção de José Possi Neto; A Loba de Ray-Ban, com Christiane Torloni; Hell, com Bárbara Paz e direção de Hector Babenco; Um Porto Para Elizabeth Bishop, com Regina Braga e direção de José Possi Neto; O Expresso do Pôr do Sol com direção de Fabio Assunção; Lampião e Lancelote, musical com direção geral de Debora Dubois e direção musical de Zeca Baleiro; Rita Lee Mora ao Lado – O Musical com direção de Debora Dubois (2014); Dias de Vinho e Rosas, com direção de Fabio Assunção (2015).
PROJETO ARQUIVADO.