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PRONAC 210746Apresentou prestação de contasMecenato

VELAS CHEIAS DE SONHOS

BALUART PROJETOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 43,3 mil
Aprovado
R$ 43,3 mil
Captado
R$ 43,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2021-04-18
Término
2022-01-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

A presente proposta prevê a criação, impressão e distribuição do livro infantil "Velas cheias de sonhos" do autor baiano Bito Teles. Permeado por ilustrações que misturarão técnicas de pintura e colagem, navegaremos pela história de vida de um homem que se move e é movido por sua paixão pelo mar. O livro será um convite à aventura e conexão entre as crianças e as práticas marítimas de lazer. Para o lançamento prevemos uma sessão de autográfoscomcontação da história com presença do autor e um intéprete de libras.

Sinopse

A vida de Aleixo é cheia de histórias. Desde a saída precoce da Ucrânia, onde nasceu, até a chegada ao Brasil, a descoberta do amor pelo mar, o despertar para a engenharia e para a navegação e a vontade latente de compartilhar experiências e conhecimento, cada ponto da sua biografia pode render narrativas únicas. Para este projeto, escolhemos um momento-chave da vida de Aleixo, que foi quando começou sua relação íntima com o mar, ao ganhar um óculos de mergulho de presente. O personagem conta que despertou seu interesse pelo mergulho por acaso, quando ganhou óculos de mergulho de presente de um amigo que estava indo viajar e não tinha onde deixar o objeto. A curiosidade de ver o que havia debaixo das águas cristalinas da Baía de Todos os Santos foi grande e o encantamento com a vida marinha foi maior ainda. Foi graças a este acaso que se deu seu envolvimento com o mar, e posteriormente com o mergulho profissional e o trabalho com engenharia naval. Óculos que deram um novo foco na vida dele. Toda a biografia e toda mensagem deixada por Belov tem esta marca do acaso, do imponderável, e também da persistência e determinação. Outro ponto importante foi quando a navegação surgiu como uma oportunidade. Ou como um sonho, como ele mesmo diz. Em uma leitura despretensiosa, por diversão, o jovem já mergulhador descobriu que era possível viver no mar e do mar, rodando o mundo inteiro para conhecer os lugares mais lindos que existem. “Eu não tinha dinheiro, nunca tinha velejador na vida, mas eu tinha um sonho”. Esta frase resume bem outro mantra da biografia do capitão do Três Marias e do Fraternidade: primeiro vem o sonho, depois o empenho em realizá-lo. Foi assim que Aleixo conquistou o que tem. Sua família, as honrarias que recebeu e a cultura que admirou e absorveu nos mais de 80 países que conheceu em suas 5 voltas ao mundo. Tudo fruto de um sonho e muita determinação para conquistar. O livro infantil irá ilustrar estes dois pilares narrados pelo próprio navegador com o objetivo de sensibilizar as crianças a correrem atrás do que desejam, com resiliência, e despertar a curiosidade delas pela vida no mar. -- Velas cheias de sonhos Por Bito Teles Tem gente que, apesar de não ter nada, tem tudo o que precisa. Eu mesmo sempre fui assim. Meu nome é Aleixo Belov, navegador dos sete mares, e vou lhe contar como cheguei até aqui. Quando eu era criança, num tempo em que não tinha televisão, nem celular, nem internet — dá para imaginar? — meu melhor amigo me deu uns óculos de mergulho. Eu nunca tinha visto um, nem sabia o que era aquilo. Eles eram pesados e tinham umas lentes enormes envolvidas com um plástico meio mole. Então achei importante perguntar: — Para que serve isso? — É para ver os peixinhos do mar — ele disse. Tentando descobrir como usar os óculos, caminhei até a água bater na altura dos meus joelhos. Dei uma esticada de cá, uma puxada de lá, e consegui finalmente colocá-los. Era engraçado ver a praia através daquelas grandes lentes, tudo um pouco desfocado. Mesmo assim, decidi me lançar ao mar, mergulhando por entre ondas e abrindo os olhos para a imensidão. Fiquei maravilhado! Enxerguei, pela primeira vez, as cores da Baía de Todos os Santos. Cada novo tom vivo de laranja, verde, amarelo e azul me abria os horizontes. Meu amigo estava enganado: não vi só peixinhos do mar. Eu vi muito além. Não sei dizer o que aconteceu com os óculos. Não fiquei muito tempo com eles. Mas o som calmante das ondas passeando por cima de mim, os raios de sol desenhando novas formas nos corais e a sensação de revelar um mundo novo diante dos meus olhos me deram uma coisa interessante. Era como se não tivesse mais nada a minha volta e todos os meus sentidos apontavam para o mesmo ponto. Eu tinha ganhado foco. Para quem não tinha nada, veja bem, agora eu tinha foco. E descobri também que tinha o mar. O tempo foi passando. A vida era difícil naquela época. Exigia muito empenho e sacrifício de todo mundo. Minha família tinha saído de um país chamado Ucrânia quando eu tinha apenas sete meses de vida, fugindo da guerra, e viemos morar no Brasil[BT1] . Eu ajudava como podia. Os óculos de mergulho tinham sido as minhas primeiras janelas para algo incrível, mas agora eu tinha mais um instrumento de navegação que abriam portas para mim. Eram os livros. Eu estudava e adorava ler, e o foco me ajudava muito nessa tarefa Foi numa dessas leituras que conheci a história de quatro amigos que viviam num barco, mergulhando nos lugares mais incríveis do mundo. A moradia era no barco, eles tiravam a comida do mar e, para ir de um ponto a outro, usavam o vento. Alguma coisa brilhou dentro de mim. Naquele mesmo dia, quando terminei de ler o livro, peguei um caderno e comecei a anotar tudo o que precisava para conhecer o mundo inteiro velejando. Eu nunca tinha entrado num veleiro na vida. Não tinha dinheiro, não tinha experiência, muito menos um barco. Logo percebi que não seria nada fácil, mas não vacilei. Para quem antes não tinha nada, veja bem, eu já tinha foco, tinha o mar, e agora tinha um sonho! E o sonho, meu amigo, é o que leva a gente para frente. E isso é tudo o que a gente precisa para chegar aonde a gente quiser. Desde a primeira vez que mergulhei até hoje, já dei 5 vezes a volta ao mundo. Conheci 80 países, todos os continentes, das geleiras da Antártica e do Alaska até as belíssimas ilhas do Oceano Pacífico. Já voltei para a Europa para conhecer a terra onde nasci, mas sempre volto para o ponto de partida, Salvador, na Bahia, nestas águas cristalinas que me forjaram. E você? Aonde quer chegar? Se você puder sonhar, pode também realizar

Objetivos

OBJETIVO GERAL O objetivo desta proposta é elaborar, publicar e distribuir um livro infantil cujo foco é contar, de forma lúdica, histórias da vida de um homem do mar, com intenção de explorar a diversidade das práticas marítimas e contribuir simbolicamente com o fortalecimento dos elos essenciais da cultura marítima tradicional, tão relevante para história baiana. Serão abordados conhecimentos científicos, lúdicos e curiosidades sobre os mares e a navegação de modo didático e ilustrado, portanto, mais acessíveis para o público infanto-juvenil; Como objetivos específicos, destacamos: - Imprimir, publicar e distribuir de 1.500 exemplares; - Realizar 1 evento de lançamento com sessão de autográfos e uma contação da história com a presença do autor e intéprete de LIBRAS;- Atingir público leitor estimado em 1.500 pessoas, majoritariamente público infanto-juvenil; - Valorizar os profissionais locais, impactado positivamente na economia criativa do estado, que encontra-se praticamente congelada devido à pandemia do coronavirus. Contratando serviços que atingem direta e indiretamente cerca de 10 profssionais. - Produzir 1 video registrando a contação de história (com interprete de libras) e publicá-lo na redes sociais do projeto.

Justificativa

"Agora eu quero contar as histórias da beira do cais da Bahia. Os velhos marinheiros que remendam velas, os mestres de saveiros, os pretos tatuados, os malandros sabem essas histórias e essas canções. (...) E se ela não vos parecer bela, a culpa não é dos homens rudes que a narram. É que a ouviste da boca de um homem da terra e dificilmente um homem da terra entende o coração dos marinheiros (...)" Trecho retirado de Mar Morto, Jorge Amado. Inspirados na vida do velejador Aleixo Belov e seu incessante ir e vir sobre as águas salgadas, o livro "Velas cheias de sonhos" contará história de um homem do mar, das suas cinco voltas ao mundo e seus sonhos. Aleixo saiu ainda criança do seu país de origem, a Ucrânia, e trazido pelo mar. Buscando retratar essa vida repleta de aventuras, a história do livro começa quando Aleixo ganha um óculos de mergulho de presente que desperta sua paixão pelo mar. Logo em seguida, nasce seu amor por velejar e anseio em conhecer o mundo. Em um livro imaginativo, percorremos de memórias individuais à trechos/fatos de não ficção sobre variados assuntos, como lugares visitados, informações sobre os animais exóticos encontrados ou detalhes sobre as embarcações (veleiros), que aparecem nessa narrativa como "objeto" de trabalho, companhia, lazer, desafios e inspiração. Vale lembrar que para nós, baianos e baianas, os saveiros tiveram uma grande importância na formação da nossa identidade cultural, como narra Antônio Risério em "A história da cidade da Bahia": "os saveiros que rendilhavam o golfo setecentista baiano [...] vem atravessando com desenvoltura toda a historia da criação textual baiana, da poesia de Gregórios de Matos (...trespassamos o saveiro, / que ia então vendendo azeite) ao cancioneiro de Dorival Caymmi, e para não falar do romance de Jorge amado, onde o saveiro aparece como instrumento de trabalho, meio de transporte, veículo para farras (as "saveiradas") e abrigo de cais, em noites de amor." Nesse sentido, a produção e distribuição de um livro que mostre e valorize a cultura marítima e o mar como um lugar de troca de saberes e sonhos, acreditamos ser possível recriar, através da literatura, um diálogo entre o passado (representado pela experiência de Aleixo) e o presente (o público alvo infanto juvenil), engendrando uma nova leitura, onde os elementos ancorados no imaginário coletivo se transformam e se renovam. Acreditamos ser fundamental valorizar nossos "mestres dos mares" e buscarmos formas variadas de perpetuação das memórias orais, principalmente, daqueles e daquelas que acumulam saberes antigos de anos de vivência no mar. Propondo uma experiência de imersão nesse universo imaginativo (mas não totalmente imaginado) de modo totalmente aprazível para leitura das crianças, lançaremos mão de uma escrita "sinestésica", imprimindo no texto sensações como do som do vento batendo nas velas, do ruído das ondas ou a imponência do silêncio em alto mar. Naturalmente, as ilustrações são peça fundamental para construção da história, para tanto, prevemos uma mistura de técnicas de pintura e colagem, explorando texturas orgânicas. Vamos explorar os elementos do universo náutico/marítimo e do ambiente marinho, e em uma composição em páginas duplas, deixaremos o texto em espaços negativos das ilustrações. Equilibrando páginas "mais carregadas" com as minimalistas, o azul e o branco devem ser as cores predominantes da paleta. Em tempo, afirmamos que a presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Assim como, tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3o da Lei 8313/91, de alcançar: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural; a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;

Estratégia de execução

O projeto já possui carta de intenção de patrocínio em anexo. IMPACTO AMBIENTAL Para impressão do livro prevemos o uso de papel de madeira de reflorestamento que tenha a certificação do FSC (Forest Stewardship Council – Conselho de Manejo Florestal), que é um sistema de certificação florestal internacionalmente reconhecido, que identifica produtos originados do bom manejo florestal com o intuito de contribuir para a promoção do manejo florestal responsável ao redor do mundo. Vale dizer que o conceito da certificação florestal surgiu em resposta à preocupação em relação às florestas mundiais e consiste na valorização de produtos originados do manejo responsável das florestas

Especificação técnica

Tipo de impresso: Livro Tiragem: 1.500 Livro com 36 páginas nas medidas 24 x 24 cm; Acab.: Dobra, Shrink Individual, Intercalação, Costura, Hotmelt com Trilateral - Com 1 orelha de 22 cm na 1ª; Laminação Brilho BOPP (Frente), Prova digital; Capa em Triplex 250g com 4 x 4 cores; Miolo em Couchê Fosco 150g com 4 x 4 cores; Faca Especial e corte/vinco em 1 Orelha.; 2000 Folhetos em Offset 90g com 1 X 0 cor no formato 21 X 29,7 cm refilado.

Acessibilidade

LIVRO: - Acessibilidade física: não há necessidade, por não se tratar de um espaço físico e sim um produto. - Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos: não há necessidade, visto que este público não terá dificuldade em ler o livro, mas em tempo, esclarecemos que o conteúdo do livro (a história) será disponibilizado também através de um video que contará com um interprete de libras [INTÉRPRETE DE LIVRAS - ITEM 10, PREVISTO NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA] - Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais: disponibilizaremos na internet um vídeo, de acesso gratuito, contendo a contação de história completa, desse modo, todas/os interessados poderão ter acesso a todo conteúdo através do recurso sonoro (voz). [REGISTRO VIDEOGRÁFICO - ITEM 11, PREVISTO NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA] CONTRAPARTIDA – Atividade oficina "Pinte, Recorte e Cole com a literatura infanto-juvenil" - Acessibilidade física: a oficina será virtual, portanto, não se aplica, mas vale dizer que as atividades quando virtuais possibilitam a participação do público com dificuldade e/ou limitações de locomoção. - Acessibilidade de conteúdo: contaremos com um interprete de LIBRAS para acompanhar toda atividade, garantindo a participação do público com deficiência auditiva. [INTERPRETE DE LIBRAS - ITEM 14] - Acessibilidade de conteúdo: o oficineiro iniciará a atividade com uma sessão de contação descritiva da história do livro "Velas cheias de sonho", assim, a história poderá ser conhecida/acessada por aqueles e aquelas que possuem alguma deficiência visual [OFICINEIRO - ITEM 15]

Democratização do acesso

III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Fábio José Caraciolo Teles - escritor CPF 009614684-24 Bito Teles é escritor e jornalista, especialista em fotografia e comunicação digital – com 20 anos de experiência em conteúdo para internet – tem passagens pelos portais UOL, iG, Estadão e Editora Abril, e agências Isobar, Casa Digital e Artplan. Autor dos livros O Menino Que Aprendeu (E Ensinou) a Olhar, Viagem para Além da História, Pedro Borralheiro e outros contos da Ilha do Medo e O tutu amarelo e o bolo de chocolate, ele é sócio fundador da Livroteca Story Time, um espaço de valorização e incentivo à leitura e literatura infantil. É assessor responsável pelo núcleo de comunicação digital do STF e foi assessor do Ministério do Desenvolvimento Social (atual Ministério da Cidadania) e da Federação das Indústrias do Estado da Bahia. Ministra cursos de Marketing Digital, Gestão e Design de Conteúdo. Vanessa Teles - editora Cpf. 02774958571 Vanessa é escritora, fundadora da Livroteca Story Time, contadora de histórias e professora por vocação, com experiência em ensino infantil e fundamental. Seu trabalho se concentra na área de idiomas, em escolas e programas bilíngues, além de inovação na sala de aula para uma leitura transdisciplinar que está presente também na Livroteca. Fernanda Félix - coordenadora de projeto e gestão administrativa CPF: 022.162.705-71 Fernanda é formada em publicidade e propaganda e especialista em administração. Além de atuar e administrar a BALUART desde o início da fundação, está há cinco anos à frente da TROPOS GASTROBAR, como idealizadora, sócia-fundadora, programadora artística e produtora. O espaço, desde 2015, é referência em Salvador por abraçar diversidade de atividades culturais locais tais como: Circuito RV , "Festa no Mar; Festa na Tropos" - 4 edições, show de Roberto Mendes, Festival Fica Dendi Casa, Desyree Beck – drags shows, Festival "Pitch Girls", lançamento de campanhas de financiamento coletivo das bandas Pirombeira e Ronei Jorge, Cineclube "Gera-Sol", SONORA - Festival Internacional de Compositoras, lançamento do web canal Bim Bom Records, audição do álbum Sinfonias de Pagode, exposição fotográfica das artista Lara Perl, Exposição fotográfica "Memórias do Mar" e Lançamento da revista fotográfica "Umbu", de Mariana David. Pela Baluart desenvolveu o projeto SSA MAPPING (2017/18), Sanbone Pagode Orquestra – lançamento do álbum “Sinfonias de Pagode” (2018/19), Ilha da Música (2016), Papo de Gaita (2014/15), MOLA - Mostra Osso Latino-americano de Performances Urbana (2011/12/13), OXE – oficinas literárias (2017/18), Direito de Sambar – Acervo Batatinha (2014), Acervo Damário Dacruz (2013). Foi coordenadora administrativa do seminário “Desfazendo o Gênero” (2015) e do Festival “Tristes, Lucas e Más” (2017); Coordenadora de Produção da 3a Bienal de Artes da Bahia (2014); Coordenadora de Produção do Festival CineFuturo (2012 e 2015). Magda de Oliveira Carlos – Revisora de Textos CPF 073535997-62 Com 20 anos de experiência em revisão de textos, é bacharela em Letras pela UERJ, especializada em Produção Editorial pela UNESA e em Revisão de Textos pela PUC-MG. Iniciou sua carreira como revisora na Secretaria dos Conselhos da UERJ. Foi coordenadora de revisão da Editora Atheneu, no Rio, e atuou por muitos anos na Editora Guanabara Koogan, hoje Grupo Gen. Fez parte da equipe de redação e revisão do Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa (direcionado ao público infantojuvenil). Lívia Cunha de Oliveira - Coordenação Editorial CPF: 025.105.565-50 Graduada em Comunicação com ênfase em Produção e Cultura pela Faculdade de Comunicação da UFBA E especialista em Gestão e Produção cultural com ênfase em economia criativa pela Fundação Getúlio Vargas, finalizou o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade no Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos da UFBA em 2019 com uma pesquisa na área de políticas culturais com o tema “A Publicização da Orquestra Sinfônica da Bahia. Atualmente é membro do grupo de pesquisa CNPQ ‘Coletivo de Gestão Cultural’, ligado ao IHAC – UFBA. Trabalhou na Superintendência de Promoção Cultural (SUPROCULT) e na Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB) e acumulou experiências no Rio de Janeiro e Salvador com projetos como: produção local para as turnês de Marisa Monte, Ney Matogrosso, Milton Nascimento e Paralamas do Sucesso junto à Palco Produções; prestação de contas para o Festival Combina MPB com a Gegê Produções; coordenação do I Encontro Artes Cênicas de Negócios com a FIRJAN e coordenação de logística da 6ª edição do TEMPO_FESTIVAL, o festival internacional de artes cênicas do Rio de Janeiro, em 2014 e 2015; e produção da turnê internacional de "Elis, a musical" com a produtora Buenos Dias (Rio de Janeiro). Mais recentemente, realizou captação de recursos e desenvolve os seguintes projetos: o Festival Rumpilezz –música e pensamento (Patrocínio da Petrobras Musical e Fundo de Cultura da Bahia) e o Programa educativo Rumpilezzinho – Laboratório de ensino musical (em processo formativo do Itaú – UNICEF); o Instrumentes – Música para (re)invenção, uma proposta que envolve patrimônio e arte sonora, que foi financiado pelo Rumos Itaú Cultural e Fundação Gregório de Matos; projeto socioambiental “Bioação Garapuá”, voltado para limpeza do derramamento do óleo no manguezal do Litoral Sul da Bahia com apoio da Uber; e “Agenda Feminista Pelo Desencarceramento”, uma iniciativa da Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (RENFA), com apoio do Fundo ELAS.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.