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PRONAC 210783Apresentou prestação de contasMecenato

Curta Vitória Minas

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E GESTAO DE PRODUCAO CULTURAL, ARTISTICA E AUDIOVISUAL - MARLIN AZUL
Solicitado
R$ 999,9 mil
Aprovado
R$ 1,10 mi
Captado
R$ 999,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 999,9 mil

Eficiência de captação

90.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2022-02-01
Término

Resumo

O projeto tem como produto principal a realização de oficina audiovisual que terá duração de 15 dias, totalizando carga horária de 120 horas. Ao longo das aulas, os 10 selecionados aprenderão a transformar suas histórias em filmes. Os produtos secundários são a realização de curtas-metragens e a realização da contrapartida social.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

RESUMO GERAL: O projeto tem como produto principal a realização de oficina audiovisual que terá duração de 15 dias, totalizando carga horária de 120 horas. Ao longo das aulas, os 10 selecionados aprenderão a transformar suas histórias em filmes. Os produtos secundários são a realização de curtas-metragens e a realização da contrapartida social. A adequação à realidade atual do projeto está pautada na redução de 02 selecionados, o que significa a redução de 02 filmes resultantes da oficina audiovisual. A redução é necessária para manter, de forma integral e plena, a execução de cada projeto selecionado, uma vez que os valores atuais para serviços de profissionais especializados, prestadores de serviços em geral, locação de equipamentos, hospedagem, alimentação, deslocamento, entre outros, sofreram um significativo aumento no mercado. Os aumentos verificados junto aos prestadores/fornecedores, em virtude da pandemia da covid-19, fez elevar custos e valores em todos os setores do mercado, impactando o orçamento do projeto. A redução de 12 para 10 projetos selecionados também tem o objetivo de atender a demanda solicitada pelo patrocinador, de aumentar o alcance do concurso de histórias para mais municípios ao longo da Estrada de Ferro Vitória a Minas, ampliando de 12 para 25 municípios participantes das inscrições. OBJETIVOS: Curta Vitória a Minas tem por objetivo geral possibilitar aos moradores das cidades que se desenvolveram ao longo da Estrada de Ferro Vitória a Minas a oportunidade de contar histórias e transformar em filme, registrando a memória, os costumes, os hábitos, as lendas e as peculiaridades destas localidades, contribuindo para o fortalecimento territorial e comunitário. Todo o projeto é gratuito e realizados em espaços acessíveis. Os objetivos específicos são: - Oficina/workshop/seminário audiovisual: 01 oficina com carga horária de 120 horas de forma de imersão audiovisual contendo o seguinte conteúdo: introdução à linguagem audiovisual, roteiro, direção, direção de arte, produção, fotografia, som, edição, finalização, direitos autorais e mobilização comunitária. - Curta-metragem: 10 filmes de curta-metragem de até 15 minutos. - Contrapartidas sociais: O projeto realizará como contrapartidas palestras/workshop de mobilização comunitária nas 10 cidades selecionadas pelo projeto, além de os 10 curtas que terão legendas descritivas em português, 01 filme terá audiodescrição, 01 filme terá língua brasileira de sinais. Outros objetivos específicos: - estimular o resgate e a construção de histórias reais ou inventadas contadas por moradores que vivem nos municípios formados no entorno das estações da Estrada de Ferro Vitória a Minas e transformá-las em filme pelos próprios autores; - resgatar, valorizar e aprofundar a relação e o vínculo entre os moradores, as cidades e a ferrovia; - produzir um rico acervo composto por 10 obras audiovisuais de curta-metragem produzidas a partir de histórias originais que marcam os modos de ser, viver e de pensar de comunidades formadas nesta faixa territorial dos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais; - valorizar a identidade geográfica, ambiental e cultural de cada município, destacando características e potencialidades locais; - incentivar a integração e o comprometimento comunitário durante as etapas de gravação e de exibição das obras; - promover oficinas básicas sobre a linguagem e as técnicas audiovisuais, democratizando o acesso aos meios tecnológicos de produção e expressão; - fortalecer a autoestima e o sentimento de pertencimento dos moradores em relação às cidades; - possibilitar aos brasileiros de outras regiões do país, acesso a um conteúdo audiovisual diversificado produzido nas cidades situadas ao longo da ferrovia. - estimular e difundir o uso das tecnologias de informação e comunicação para expressar ideias e produzir conteúdos.

Justificativa

Estradas e cidades sempre tiveram destinos entrelaçados. Quando a Estrada de Ferro Vitória a Minas foi implantada no país, formou-se ao longo do seu desenho férreo diferentes aglomerações de pessoas com diversas crenças, hábitos, costumes, talentos e ambições para compor os contornos sociais e econômicos das comunidades. Todos os dias o trem leva e traz, busca ou deixa produtos, mensagens, ideias, impressões, notícias e pessoas. A ferrovia carrega em si a simbologia do movimento, da construção de caminho, da busca ou da perda, da chegada e da partida. O projeto Curta Vitória a Minas é uma homenagem ao entrelaçamento entre as cidades, seus moradores e a Estrada de Ferro Vitória Minas. De uma forma democrática e baseada na livre temática, o projeto propõe aos moradores dos municípios que contem histórias, sejam reais ou inventadas, para compor um acervo audiovisual diversificado e original a ser apreciado por milhares de pessoas em sessões, mostras, festivais, na TV Trem ou por meio do recebimento da coletânea dos filmes. A ideia é incentivar a criação e, ao mesmo tempo, a produção porque os autores selecionados e moradores envolvidos aprenderão noções básicas sobre a linguagem e as técnicas audiovisuais, ministradas por especialistas em diferentes áreas do cinema e da comunicação, para transformar o que contaram em conteúdo audiovisual. É na etapa de produção que o projeto adquire nuances mais intensas de compartilhamento de aprendizados e experiências com o retorno do selecionado, após as oficinas, para a cidade de origem. Lá, ele irá dividir o que aprendeu com outros moradores, pois a comunidade é envolvida no processo de transformação da história em filme ao assumir funções técnicas ou artísticas. Ou seja, os moradores são convidados a fazer parte de uma produção coletiva através da qual poderão se expressar e desenvolver habilidades. Na fase seguinte, depois da edição e finalização das obras, os moradores das cidades se encontram em sessões abertas e gratuitas para assistir ao conteúdo produzido pela própria cidade. A mobilização para as exibições busca despertar mais uma vez o sentimento de pertencimento das pessoas ao lugar. Esse sentimento é favorecido pela emoção e pelo encantamento provocados pela arte e o cinema. Ao ser exibida na TV Trem, no decorrer das viagens, cada história se desloca do contorno da cidade para se irradiar pelo trem, comunicando mensagens e ideias a públicos diversos formados por pessoas vindas de outros lugares. A ferrovia passa a formar um elo de ligação entre passageiros e cidades, rompendo o anonimato que estas comunidades muitas vezes têm para quem apenas passa pelo lugar com destino a outras estações. Da mesma forma, a distribuição da coletânea dos filmes aumenta infinitamente o percurso desta viagem de trem ao levar o conhecimento dos conteúdos produzidos nas cidades para bibliotecas públicas, órgãos e instituições de cultura e educação, pontos de cultura, cineclubes e universidades. A apresentação dos vídeos em mostras e festivais também ampliam a visibilidade das obras e das cidades para espaços privilegiados de difusão e debate sobre o cinema brasileiro, transformando o conteúdo em fonte de estudos e pesquisa audiovisual, além da função de lazer e entretenimento. Além dos motivos já apresentados anteriormente para sua realização, o projeto Curta Vitória a Minas tentará viabilizar sua execução através da captação de recursos com empresas públicas e/ou privadas através do mecanismo de incentivo a projetos culturais/lei de incentivo à cultura. Em relação à lei 8.313/91, o projeto Curta Vitória a Minas se enquadra nos seguintes artigos/incisos: - em relação ao art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; - em relação ao art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Estratégia de execução

O concurso de histórias do projeto contemplará os municípios ao longo da estrada de ferro Vitória a Minas, de Fundão (ES) a Nova Era (MG), a saber: Aimorés, Antônio Dias, Baixo Guandu, Baixo Guandu – Mascarenhas, Barão de Cocais, Belo Oriente, Colatina, Conselheiro Pena, Conselheiro Pena – Barra do Cuieté, Flexal, Fundão, Governador Valadares, Ibiraçu, Ipaba, Ipatinga, Itabira, Itapina, João Monlevade, João Neiva, Nova Era, Periquito, Resplendor, Resplendor (Crenaque), Rio Piracicaba, Timóteo, Tumiritinga e Tumiritinga – São Tomé do Rio Doce. As etapas seguintes do projeto (oficina, realização de filme, distribuição/lançamento), contemplarão os 10 selecionados, de 10 municípios com histórias selecionadas.

Especificação técnica

Concurso de Histórias – divulgação através de assessoria de comunicação do projeto e mobilizadores comunitários locais. Fichas de inscrição e regulamento com versão impressa e digital. Oficina audiovisual – Terá duração de 15 dias, totalizando carga horária de 120 horas. Ao longo das aulas, os 10 selecionados aprenderão a transformar suas histórias em filmes. As oficinas serão ministradas por profissionais reconhecidos e tratarão dos temas linguagem audiovisual, roteiro, direção, produção, direção de arte, direção de fotografia, som, edição/finalização, direitos autorais, mobilização comunitária. Ao final cada selecionado terá o seu roteiro e plano de produção, para dar início aos trabalhos em sua cidade. Produção dos curtas – serão montadas equipes mistas, compostas por moradores e profissionais do audiovisual. O projeto irá disponibilizar um kit básico de equipamento de câmera e som (câmera HD, lentes, acessórios, equipamento de iluminação básico, microfones direcionais e boom). Cada curta-metragem terá no máximo 15 minutos de duração. As edições serão feitas com o diretor (a) e editor (a) profissional. DVDs - será feita uma compilação dos 10 curtas em DVD duplo para distribuição gratuita. Os arquivos poderão ser armazenados em pen-drives também.

Acessibilidade

Curta Vitória a Minas é um projeto de participação livre para qualquer morador de 10 municípios capixabas e mineiros, acima de 18 anos. Os interessados são selecionados por meio de um concurso de histórias amplamente divulgado por meio físico, pelas redes sociais, rádios e impressos locais. Todas as etapas de formação e produção do projeto levam em conta a acessibilidade dos selecionados, desde o translado do município de origem ao local das oficinas, até a organização do plano de produção do filme e a escolha dos locais acessíveis para o lançamento do filme. Embora construídos conjuntamente ao longo das oficinas, os projetos são individuais e personalizados, atendendo às necessidades de cada diretor (a) e suas propostas. Desta maneira, os (as) portadores (as) de necessidades especiais serão atendidos (as) em todas as etapas, através de escolhas conscientes de acessibilidade e de um planejamento compartilhado de forma a facilitar o desenvolvimento da produção, adaptando o processo de realização às necessidades específicas. Outra medida de acessibilidade adotada será a inclusão de audiodescrição, legendagem e libras nos DVDs dos filmes realizados para distribuição gratuita entre instituições públicas das cidades participantes, parceiros do projeto, instituições públicas de ensino e pesquisa ligadas aos direitos humanos, audiovisual, educação, memória, patrimônio cultural e ambiental. Informamos que todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. O projeto também fará a seguinte medida de acessibilidade em seus produtos: - Oficina/workshop/seminário audiovisual: 01 oficina com carga horária de 120 horas de forma de imersão audiovisual contendo o seguinte conteúdo: introdução à linguagem audiovisual, roteiro, direção, direção de arte, produção, fotografia, som, edição, finalização, direitos autorais e mobilização comunitária realizada em espaço acessível. - Contrapartidas sociais: os 10 curtas terão legendas descritivas em português, 01 filme terá audiodescrição, 01 filme terá língua brasileira de sinais.

Democratização do acesso

Todos os moradores dos 25 municípios capixabas e mineiros localizados ao longo da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), acima de 18 anos, serão convocados à participação no projeto e poderão ter acesso aos regulamentos e fichas de inscrição de forma física ou digital. Durante o período de divulgação do concurso de histórias será estratégico criar uma rede de difusão por meio de parcerias com rádios comunitárias locais e regionais, envolver as agências dos Correios dos 25 municípios na distribuição dos regulamentos/fichas de inscrição, contactar canais de TV regionais e estaduais para a divulgação do projeto e amplificar a divulgação por meio das redes sociais facultando a inscrição online ou em papel, pelos Correios. As participações das prefeituras, comércios locais, sindicatos rurais, associações e grupos organizados serão essenciais para que a informação tenha abrangência e capilaridade, atingindo também as comunidades rurais, distritos dos municípios. Com um intenso trabalho de assessoria de comunicação (rádios, jornais, tvs, redes sociais), mobilização comunitária e a adesão de parceiros locais fica garantido um grande número de inscrições de histórias por município. Nesta etapa, o maior desafio é não só fazer a informação chegar aos municípios de forma ampla, mas especialmente sensibilizar pessoas com os mais variados perfis, interesses, profissões, níveis de escolaridade e faixas etárias para a participação. O envolvimento democrático das populações vai além do autor selecionado no concurso de histórias. Na etapa de realização dos vídeos, toda a comunidade é mobilizada para integrar as equipes, ocupando funções técnicas, artísticas ou de apoio nas filmagens. A participação das comunidades começa na pré-produção dos vídeos, quando os selecionados mobilizam os moradores por meio de reuniões, palestras e convocações pelas rádios comunitárias ou faixas nas cidades. Na etapa de lançamento dos filmes, o projeto irá montar um Cinema na Praça, criando estratégias junto às prefeituras para o transporte de moradores de áreas rurais ou distantes do centro. As sessões são gratuitas e abertas ao público, reunindo plateias entre 300 e 2 mil espectadores nas cidades. Os DVDs são distribuídos gratuitamente. Os 150 DVD's duplos (300 DVD's) previstos no projeto serão distribuídos entre os participantes do projeto, moradores das cidades contempladas, parceiros do projeto, instituições ligadas à cultura, educação e meio ambiente. Num segundo momento, os filmes serão disponibilizados o site do projeto através do youtube. Em relação a medida de democratização de acesso elencada no art. 21 da IN 002/2019, o projeto fará o disposto nos incisos I e III, a saber: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Já em relação ao art. 22 da IN 002/2019, em relação a ação formativa cultural/ação de contrapartida social, o projeto ministrará a oficina de mobilização comunitária que se destina a preparar o morador selecionado para replicar o conhecimento através de uma palestra/workshop para os demais moradores da cidade incluindo alunos e/ou professores de instituições de ensino. A mobilização destina-se ainda a convocar interessados locais a participação na equipe técnica ou artística da realização do filme local. em suma: CONTRAPARTIDA SOCIAL: oficina de mobilização comunitária para os 10 selecionados do projeto que posteriormente ministrarão palestras/workshops com o tema de mobilização comunitária com o objetivo de exibição e debate de filmes resultantes de edições anteriores do projeto com o intuito de despertar no público participante o interesse em fazer parte das gravações do roteiro selecionado na cidade contribuindo na participação como ator/atriz, mobilizador, produtor, divulgador, etc. Cada palestra/workshop contemplará 10 pessoas, tenho como público prioritário alunos e professores de instituições de ensino, totalizando assim 10 palestras cada uma com 10 horas/aula, com a participação de 10 pessoas, perfazendo um total de 100 pessoas beneficiadas com a contrapartida social.

Ficha técnica

BEATRIZ LINDENBERG - Função: Produtora Executiva (não remunerada) - Breve currículo: Graduada em Comunicação Social na Universidade Federal do Espírito Santo. Fiz especialização em Literatura Brasileira Contemporânea na Fundação Nelson Abel de Almeida/ES e atualmente curso especialização em Cultura e Educação na Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais, a Flacso/Brasil. Atuo como gestora de projetos culturais audiovisuais desde 1995. Sou fundadora do Instituto Marlin Azul e coordeno os projetos da instituição, com especial destaque para o Revelando os Brasis (iniciado em 2004) e Projeto Animação/Núcleo Animazul (iniciado em 2002). PATRICIA CORTES FERREIRA - Função: produtora - Breve currículo: É advogada formada pela UVV. Atuou como assistente/coordenadora administrativa e financeira do Instituto Marlin Azul durante 17 anos, além de exercer atividades na área de produção/coordenação de projetos da instituição como o Revelando os Brasis, Projeto Animação, Curta Vitória a Minas, entre outros. SIMONY LEITE SIQUEIRA - Função: assessoria de comunicação - Breve currículo: Formada em Jornalismo pela Ufes, com pós-graduação em Gestão de Assessoria de Comunicação pela Faesa. Trabalhou como repórter, produtora e apresentadora na Rádio América. Foi repórter do Jornal A Tribuna e escreveu para revistas segmentadas, e para diversos materiais e publicações institucionais. Ministrou aulas na Universidade Bandeirantes de São Paulo (Uniban). Foi assessora de imprensa do Instituto Marlin Azul. Cursa Cinema e Audiovisual na Ufes. KARINE NOBRE - Função: assessoria redes sociais - Breve currículo: Tem mais de 17 anos de formada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo. Atuou em dois dos maiores jornais do ES: A Gazeta e A Tribuna, como repórter, editora, subeditora, repórter especial e redatora. Também passou por agências de comunicação no Estado, atuando como assessora, coordenando e organizando eventos, fazendo a ponte entre o cliente e a imprensa e vice-versa, editando, revisando e escrevendo informativos e revistas corporativas. LUELANE LOIOLA CORREA - Função: Professora de roteiro e direção - Breve currículo: Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Dirigiu os documentários “Como se Morre no Cinema”, “Sol de Oro no Festival de Biarritz” (vencedor de 11 prêmios nacionais), “A Cidade e o Poeta”, “Machado de Assis” e “Rio, 39,6 Graus”. Montadora e assistente de direção, trabalha com Nelson Pereira dos Santos desde o filme “Memórias do Cárcere”. Assina a montagem de “A Música segundo Tom Jobim”. Foi diretora assistente nos filmes de Hugo Carvana, com quem trabalhou desde “O Homem Nu”. Recebeu prêmio de Melhor Montagem pelos filmes “Áurea”, de Zeca Ferreira, “O Quinze”, de Jurandir Oliveira e “Rio de Memórias”, de José Inácio Parente. Dirigiu o documentário sobre Hugo Carvana. Atua como orientadora de roteiro e direção do Revelando os Brasis desde a primeira edição do projeto. MÁRCIA MEDEIROS - Função: Professora de edição e editora de imagem - Breve currículo: É editora e diretora. Como editora fez os programas globais “Fama”, “The Voice Kids”, as séries do GNT “Bem Estar”, “Que Marravilha!” e “Liberdade de Gênero”, do diretor João Jardim. Ainda na televisão editou as três temporadas de “O Bom Jeitinho Brasileiro” do canal Futura, a série “Capoeira” da TV Brasil e pelo History Channel, “O Infiltrado”. Em 2017, editou ainda a inédita “#DesdeJunho”, feita pela Noix Cultura em parceria com a EBC. No campo documental editou o filme “Uma Família Ilustre”, de Beth Formaggini, ganhador do Festival Internacional de Lanzarote e do Grande Prêmio de Cinema Brasileiro, ambos de 2016 e “Memória para Uso Diário” do Grupo Tortura Nunca Mais, também dirigido por Beth Formaggini, vencedor do prêmio de Melhor Filme do Júri Popular do Festival do Rio de 2007. Ainda neste campo, editou documentários sobre os artistas plásticos Abraham Palatnik, Iole de Freitas e Cildo Meirelles. Editou os curta-metragens “Maria, Ana Maria, Mariana” e O Casamento de Mario e Fia”, dirigidos por Paulo Halm. É professora de edição em programas de capacitação como “Revelando os Brasis”, “Belas Favelas” e “Projeto Memória: HumanizaRio”.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-09-15
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo