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A Vida Desinfeliz de um Cabra da Peste (Moacir das Sete Mortes) é um documentário de média metragem, que vai apresentar trechos da ópera cearense de mesmo título, criada em 1985 e jamais encenada.O produto final é um filme documentário de média metragem, entre 65 e 70 minutos de produção sobre a ópera cearense A Vida Desinfeliz de um Cabra da Peste, com cópia final no formato 16 x 9, resolução de imagem em 2k e acabamento sonoro em sistemas estéreo (mercado de TV e streaming) e 5.1 (salas de exibição e festivais).
Sinopse Primeira interpretação cinematográfica da ópera até hoje inédita A Vida Desinfeliz de um Cabra da Peste e seu processo de criação coletiva em 1985. Livre para todos os públicos. Apresentação Uma ópera nordestina, isto é, não convencional, não européia, não dramática, épica, feita por episódios, usando não só uma narrativa, mas uma estética nordestina, que tem muito da literatura oral (cordel e cantoria), dos autos e folguedos populares, mas também de Glauber Rocha, João Cabral de Melo Neto e do próprio José de Alencar, principalmente do primeiro capítulo de Iracema. Tem uma estrutura épica, porque dividido em entremeios: cenas com vida própria. Carlos Newton Cruz. Pesquisador, escritor, professor de História da Arte UFRN. O filme de média metragem Moacir das Sete Mortes ou A Vida Desinfeliz de um Cabra da Peste vai dar vida a cenas da ópera idealizada por Paulo Abel do Nascimento, uma das personagens mais fascinantes da cena lírica internacional. Brasileiro, cearense de Fortaleza, um vulcão artístico que a França adotou, fenômeno vocal aclamado que a Europa acolheu, um homem inquieto, idealizador de projetos instigantes, que acreditava na arte como formação de cidadania. Tarcísio José de Lima (autor da partitura), Oswald Barroso (diretor de cena e libretista), Izaíra Silvina (regente do coral), Nara Vasconcelos (pianista), Descartes Gadelha (diretor de arte), Eugênio Leandro (pesquisador) formam a equipe de criadores da ópera e, junto a Elvis Mattos (biógrafo), vão contar toda a história que envolveu o trabalho, que traz a marca pessoal de Abel. Além de colocar no cinema pela primeira vez partes das árias, o documentário vai mostrar, também, a concepção de arte da ópera, croquis de cenografia e figurino, criados pelo artista plástico Descartes Gadelha, dados como perdidos durante longo tempo e recuperados em trabalho meticuloso dos professores Elvis Matos e Erwin Schrader, da Universidade Federal do Ceará. Classificação Indicativa: Livre
Objetivo Geral: A intenção principal do filme é dar visibilidade a uma ópera que resume desde as origens a história do Estado do Ceará e da capacidade de adaptação ao meio do homem cearense. Ao mesmo tempo, o filme contará a história de como foi criada a ópera, revelando em minúcias o processo criativo, resultado de enorme esforço de vários artistas. O filme vai apresentar ao público brasileiro a vida e a carreira de Paulo Abel, uma das personagens mais fascinantes da cena lírica internacional. Brasileiro, cearense de Fortaleza, viveu na França e foi fenômeno vocal aclamado na Europa. Homem inquieto, idealizador de projetos instigantes, como a ópera que inspirou outros artistas cearenses, e que acreditava na arte como formação de cidadania. Faleceu sem ver obra realizada e sem o reconhecimento merecido pela brilhante trajetória profissional, infelizmente curta, com sua morte aos 33 anos. - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;- apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;- proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da culturanacional;- salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;- preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura ememória. Objetivo específico: Por ser um trabalho que visa a amplos públicos, tanto na televisão quanto no cinema, o produto final terá uma cópia para exibição em canais de TV e plataformas de streaming e outra cópia para exibição em salas de cinema. Ao Teatro José de Alencar e à Escola de Música da Universidade Federal do Ceará serão doadas cópias para efeito de arquivo/memória, uso não comercial e de consulta a pesquisadores. Haverá exibição de lançamento do filme no Teatro José de Alencar, franqueada ao público e a convidados especiais do meio cultural cearense, com ampla divulgação na mídia de Fortaleza.
O projeto tem por finalidade captar recursos via lei de incentivo para execução do média metragem, apoiando a produção e artistas (músicos e elenco) locais do Ceará (Fortaleza). A nossa proposta será oferecer a canais de TV e plataformas de streaming para visionamento permanente. Dessa forma apresentar ao mercado nacional e internacional um média-metragem de excelente qualidade. Art. 1º da Lei 8313/91I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos econteúdos locais;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º da Lei 8313/91II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervocinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; Moacir das Sete Mortes ou A Vida Desinfeliz de um Cabra da Peste foi o grande sonho que Paulo não teve tempo de realizar. Ele queria colocar Fortaleza no circuito operístico nacional, transformar a ópera em um curso permanente na formação do canto lírico no Ceará, dotar a cidade de capacidade produtiva de uma obra de tal porte e cujas música e libretto representassem traços significativos do imaginário nordestino. Um grande brasileiro, amante de sua terra, alma inquieta, usina criativa, que se cercou dos melhores criadores de seu estado para a construção épica da ópera que conta a história de sua terra natal. Moacir das Sete Mortes ou A Vida Desinfeliz de um Cabra da Peste é também homenagem aos artistas que estiveram ao lado de Paulo Abel nesta aventura a ser conhecida do público brasileiro. O filme toma emprestado o título da ópera. Na interpretação de seus parceiros de criação de Moacir das Sete Mortes ou A Vida Desinfeliz de um Cabra da Peste, Paulo Abel e Moacir quase se fundem numa só personagem. Filho da dor, da miséria, da injustiça, mas brincante e bufão Moacir ri de si mesmo, supera com rebeldia, com astúcia, as dificuldades que a vida lhe apresenta. Tal qual Paulo Abel, que jamais deixou que o sucesso dos salões dourados europeus lhe tirasse a simplicidade de estar com as pessoas humildes de seu bairro de infância, de fazer graça de si mesmo ou de ser gaiato com seus amigos e amigas mais próximas, ao mesmo tempo em que foi um profissional altamente disciplinado e um homem determinado a conseguir adesão institucional a seus projetos. Moacir é Paulo Abel no sentido do homem que vencido, se torna vencedor e transforma desgraça em força criativa. "É o nosso herói ou anti-herói, que faz da fraqueza força, do medo sua arma, da astúcia o seu escudo. O nosso ‘filho da dor’, que nascendo e vivendo num mundo hostil, sempre às voltas com a adversidade, acabará por driblar o infortúnio através da festa e do cômico", nas palavras da antropóloga Claudia Leitão.
Não se aplica.
O produto final será um filme de média metragem, documentário, de 70 minutos, resolução 4K. Câmera Sony alpha a7s ii Formato XAVC S em 4K taxa de bits de até 100Mbps gerando arquivos MPEG AVC/H 264 Perfil de imagem: ITU709, S-Log2, S-Log3 Sensor CMOS Exmor Full Frame de 35 mm Estrutura O filme se estrutura sobre quatro eixos condutores: A) No palco do teatro José de Alencar, Nara Vasconcelos executará ao piano trechos selecionados da obra, interpretados por candidatos e candidatas a protagonistas da ópera; B) Na plateia do TJA, os criadores da ópera observarão as audições e lembrarão de como o trabalho foi concebido a partir da ideia inicial de Paulo Abel; C) Durante a execução dos trechos musicais, serão apresentados os raros desenhos e as maquetes da direção de arte que foram recuperados; D) Iconografia da carreira e da vida pessoal de Paulo Abel.
Média metragem Acessibilidade FÍSICA: Procurar locais de exibição de fácil acesso aos PcD (Banheiros adaptados, rampas etc.) e disponibilizar uma pessoa de apoio. Acessibilidade de CONTEÚDO: 1) Audiodescrição, 2) Legendagem Descritiva (Legenda para surdos e ensurdecidos - LSE) e 3) LIBRAS Contrapartida social - Palestra Acessibilidade FÍSICA: Procurar locais de exibição de fácil acesso aos PcD (Banheiros adaptados, rampas etc.) e disponibilizar uma pessoa de apoio. Acessibilidade de CONTEÚDO: Presença de intérprete de libras.
Médio metragem O filme será oferecido a canais de TV e plataformas de streaming para visionamento permanente. Outra ação a ser desenvolvida é a apresentação do filme em escolas de música, de forma a tornar didático todo o processo de criação da ópera. O lançamento do filme será no teatro José de Alencar, em noite de homenagem a Paulo Abel (aberto ao público e convidados). Doação Haverá a doação de cópias físicas ao Teatro José de Alencar e à Escola de Música da Universidade Federal do Ceará. Contrapartida social Realização de 4 Palestras com o diretor, roteirista José Carlos Asbeg sobre o processo criativo da obra. Carga horária: 60 minutos entre palestra e espaço para debate com os espectadores. Público alvo: Estudantes e professores de instituições públicas de ensino (50 % das vagas) e interessados em geral. Vagas: 50 pessoas. Art. 20. A proposta cultural deverá conter um Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aosprodutos, bens e serviços culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguinteslimites:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativoou formação artística; As exibições serão abertas ao público. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades deensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
José Carlos Asbeg – Dirigente da empresa proponente. Pesquisa, roteiro e direção geral. Pesquisa. Este trabalho é dividido em duas partes: a) levantamento de material e busca de informações sobre a origem e o trabalho de criação da ópera com os diversos autores (composição da partitura, maestro José Tarcísio; direção de arte, Descartes Gadelha; libreto e direção da ópera, Oswald Barroso); b) definição dos trechos da ópera a serem filmados na forma de ensaios. Roteiro. Além de destacar as características próprias da ópera e dar ao espectador, ainda que parcialmente, uma ideia da grandiosa visão operística de Paulo Abel, o roteiro vai mostrar como Moacir, o personagem principal, e Paulo Abel, seu criador, reuniam traços comuns de personalidade – a perseverança, a capacidade de superação, a criatividade para avançar em situações adversas. Direção. O trabalho de direção buscará reavivar o processo criativo da ópera e as lembranças afetivas dos autores com Paulo Abel, o grande estimulador do trabalho e que jamais viu a obra pronta. Currículo José Carlos Asbeg. Roteirista, diretor e produtor de cinema e TV. Iniciação profissional em jornalismo no final dos anos 1960: Correio da Manhã, Folha de São Paulo, O Globo, onde foi correspondente na Inglaterra. Graduado em cinema na The Polytechnic of Central London, 1974-1977, atual Westminster University. Editor e diretor do programa Cinemateca, voltado para a história do cinema brasileiro, produzido pela extinta Embrafilme e exibido na antiga TV Educativa, 1977-1980. Co-fundador da Corcina, Cooperativa de cinema, 1977. Produtor na Divisão de Operações da TV Globo, 1982-1985, tendo dirigido dois episódios do programa Globo repórter. Diretor da Fundação Antares, TV Educativas do Estado do Piauí. Criador da Palmares Produções em 1989 e desde então dedicado exclusivamente à produção cinematográfica. Documentarista por vocação. www.palmaresproducoes.com.br Biofilmografia. Foco em temas históricos brasileiros. Depois do Vendaval, 2020, movimentos de redemocratização entre 1978-1980, longa documenta, roteiro e direção; Palmares coração brasileiro alma africana, 2018, a saga dos escravizados fugidos no Nordeste brasileiro, minissérie documental, roteiro e direção; Cidadão Boilesen, 2009, as atividades do empresário dinamarquês no Brasil, longa documental, produção, entrevistas e fotografia adicional. 1958 O ano em que o mundo descobriu o Brasil, 2008, primeiro título mundial do futebol brasileiro. Longa documental, roteiro, direção, produção. www.palmaresproducoes.com.br Manuel Águas - Diretor de fotografia Manuel Águas ganhou sua primeira câmera fotográfica aos 6 anos de idade e vem usando essa ferramenta ao longo de sua vida. Aos 21 anos foi estudar na Inglaterra onde recebeu um "BTEC " em fotografia e design pelo City College de Liverpool. Trabalhou como técnico de laboratório em fotografia preto e branco participando da equipe das Nações Unidas durante a Eco 92. Começou a trabalhar com fotografia de cinema em 1996 se tornando foquista de renomados diretores de fotografia como Walter Carvalho,Edgar Moura e Dib Lutfi . Em 2005 fez seu primeiro longa-metragem como Diretor de Fotografia ,SurfAdventures de Roberto Moura ainda em película 16mm. Desde então vem fotografando vários filmes documentais como " Eliezer Batista ,o engenheiro do Brasil "de Victor Lopes 2009 , "Vou rifar meu coração "de Ana Riper 2012,"Beatriz Milhazes Arquitetura da Cor " de José Henrique Fonseca 2015, "Relatos do Front "de Renato Martins 2018 e " Art e Fight "de Gringo Cardia 2020 Como diretor, participou da série "Desejar Profundo" no Canal Off em seu ano de estréia na tv brasileira acompanhando o surfista Carlos Burle em sua busca por ondas gigantes, Co-dirigiu com Adriana Calcanhoto o videoclipe "Lindo lago do amor" e a série de mini-does "Momento Maternidade para o canal GNT. Bruno Espírito Santo - Técnico de som Técnico de som direto no Rio de Janeiro desde 2000, cursou a faculdade de Tecnólogo em Cinema da UNESA de 1998 a 2002 e o curso de extensão "O som do filme", ministrado por Mário Silva, em 2001. Ainda na faculdade começou a trabalhar profissionalmente com captação de som para cinema e video, como microfonista e assistente em curtas e longas, especialmente para Ivan Capeller e Jorge Saldanha, sendo a primeira experiência em longa como microfonista principal no filme "Zapato" de Luiz Carlos Lacerda. Desde então tem atuado em todo tipo de set e projeto audiovisual, especializando-se em captação para documentário. Myriam Porto – Diretora de Produção EXPERIÊNCIASDiretora da Hara Produções, com projetos nas áreas de cinema, TV, direção de arte, cenografia e produção de espetáculos de 2016 a 2020.Diretora de Produção Artística da TV Brasil de janeiro de 2015 a maio de 2016, e Gerente executiva de TV desde 2009, responsável por programas culturais, com série selecionada em 2015 para apresentação durante encontro das TVs Públicas em Tóquio.Coordenadora de produção dos eventos culturais do Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro entre 1999 e 2005, responsável pelas atividades nas áreas de cinema, programação infantil, cursos, workshops e aberturas de exposições.Produtora na TV Educativa entre os anos de 1990 a 1998, responsável por inúmeros programas na área de entretenimento e cultura.Coordenadora de produção da Intervídeo, dirigida pelo jornalista Fernando Barbosa Lima e o cineasta Walter Salles Jr., entre 1985 e 1990, responsável por vários programas culturais eIniciou a carreira em 1980 na área de marketing da TV Globo. Simone Senra – Produção Executiva e apoio administrativo PRODUÇÕES: - Produção shows Centro Cultural da UFMG - junho 2019 e no Teatro da Assembleia Legislativa de MG - agosto 2019. - Produção executiva e apoio administrativo do show de lançamento "Meu Interior" de Sidney Grandi no Teatro Izabela Hendrix- 2018. - Produção executiva do CD "Meu Interior" - 2017. - Produção executiva e apoio administrativos dos projetos de Sidney Grandi - 2009 a 2020. - Produção, Direção de arte do Documentário "Ouro Preto Olhar Poético - Carlos Bracher" - 2015-2016. - Produção executiva do lançamento do CD "Meu ideal" de Sidney Grandi - Teatro Alterosa - abril 2014. - Produção de 35 oficinas, coordenação gráfica no projeto Educação Patrimonial em Tiradentes - 2013 a 2016. - Produção executiva do CD "Meu ideal " de Sidney Grandi - 2013. - 2011/2012 - Produção executiva dos shows de Sidney Grandi. - 2011 - Produção Executiva - documentário “Yves, Eterno Inconfidente”. - 2011 - Apoio nos curtas: “Sonhos”, “Chá da Tarde” e “Família”. - 2009/2011 - Produção executiva do Grupo Misturada Orquestra. - 2010 - Produção executiva do Livro 50 Anos Fazendo Arte de Júlio Varella lançamentos em Tiradentes. - 2009 - Produção executiva do Livro 50 Anos Fazendo Arte de Júlio Varella lançamento no Foyer do Palácio das Artes. Martha Ferraris - Produção Formada em Comunicação Social – 1977/1980 – PUC RJPROJETOS REALIZADOS: Longa-metragem e médias metragem• “Carnaval e Política” direção Miguel Pzerwodovki – 3 Tabela Filmes/ Arpoador Filmes 2019/ 2020 – Em produção•“Missão 115” direção Silvio Da-Rin – Diálogo Produções – 2017/ 2018 (Produção Executiva)•“A Vida e a Dança de Angel Vianna” direção Cristina Leal – 2018 (Produção Executiva)•“Em Três Atos” direção Lucia Murat – Taiga Filmes - 2014• “A Memória que Me Contam” direção Lucia Murat – 2011 (Produção Executiva)•“Eu Prefiro a Maré” direção Lúcia Murat – Taiga Filmes – 2006/07•“Iluminados” direção Cristina Leal – MP2 - 2003•“Tamboro“ direção Sérgio Bernardes – Acesa Produções – 2002•“Separações“ direção Domingos Oliveira – Cara de Cão / Raccord Produções - 2001•“Bendito Fruto“ direção Sérgio Goldenberg - CECIP - 2001 Hebert Marmo - Finalização de imagem Trabalhou por mais de 10 anos nos Estudios Mega, onde começou como assintente e se formou colorista trabalhando jutamente com os melhores coloristas do Brasil e tendo a oportunidade de realizar diversos tipos de trabalhos entre eles, publicidades, programas de tv, clips, dvds, documentarios e ficção. Serviços Prestados como Colorista, Pós Produtor, Encode de DCP, Backup em LTO e Conforme. Que história é essa Porchat – Programa de Tv – GNT Greg News – Programa de TV – HBO To de Graça – Serie de TV 3ª Temporada – Multishow Relatos do Front – Documentário DPA – Serie de TV a A partir da 5ª Temporada – Gloob Tarcísio José de Lima - Maestro É compositor e violonista. Graduado em Música pela UECE, Universidade Estadual do Ceará. Realizou estudos complementares com professores como Dr. Hugg Ross, Lindembergue Cardoso, Hans J.Koellreutter, Orlando Vieira Leite, Léo Soares, D’Alva Stella Nogueira Freire, Vanda Ribeiro Costa. Escreve arranjos instrumentais e vocais de música popular, e arranjos para coro, além de escrever também para orquestra sinfônica. De sua produção artística destaca-se: “Moacir das Sete Mortes (ou A vida desinfeliz de um cabra da peste)”, ópera nordestina em dois atos, para Coro, Solistas, e Pequena Orquestra, acrescida de instrumentos regionais, como Viola Nordestina e Sanfona, além de Sintetizador e variegado naipe de Percussão (com libreto de Oswald Barroso), 1986-2005, publicada em junho de 2009, pelas Edições UFC e o Instituto de Cultura e Arte da UFC. Oswald Barroso - Seleção de elenco, diretor de cena e libretista Poeta, escritor e teatrólogo, Ensina no Curso de Música da Universidade Estadual do Ceará. Graduado em Comunicação Social, Mestre e Doutor em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará, fez estágio de Pós-Doutorado no Núcleo de Estudo da Performance Afro-Ameríndia da UniRio. Atuou no Grupo Independente de Teatro Amador, como ator (1975-1993) e o dirigiu por dez anos. Criou e dirigiu o Teatro da Boca Rica (1993-2003) e colaborou com o Teatro de Caretas (2005-2010). Tem 24 livros publicados e três no prelo. É autor de 23 peças, quase todas montadas. No presente, redige o romance/memória; As desventuras de um rei desencaminhado. Nara Vasconcelos - Pianista É pianista-camerista, com atuação no Brasil, EUA, Grécia, Portugal e Bulgária, país onde reside desde 2006. Foi professora de piano, música de câmera e história da Música Brasileira na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e pianista titular da Orquestra Sinfônica de Campinas (SP). No Ceará, foi membro-fundador de diversos grupos musicais e regente do Coral do jornal O Povo. Como pianista co-repetidora e/ou coordenadora, participou intensivamente de atividades ligadas ao desenvolvimento do canto lírico no Ceará, a exemplo do projeto "Em Tempo de Ópera", da ópera nordestina "Moacir das 7 Mortes" e da ópera "O Garatuja". Foi pianista-acompanhista do sopranista Paulo Abel do Nascimento entre os anos 1985 e 1991. Elvis de Azevedo Matos - Biógrafo (Fortaleza/1966) iniciou estudos musicais ao violão em 1980, como autodidata. Integra o Coral da UFC desde 1984, grupo que à época dirigido pela Professora Izaíra Silvino e com a Professora Leilah Carvalho Costa como preparadora vocal. Em 1985 conheceu Paulo Abel do Nascimento e passou a integrar a equipe do Projeto Ópera Nordestina. Graduou-se em Música em 1992 e em 1994 tornou-se professor da Universidade Federal do Ceará onde trabalhou pela implantação de cursos de Música em três campi. Atualmente, dirige a Secretaria de Cultura Artística da UFC, e atua como instrumentista no Grupo 4 em Foco, no qual toca Corne Inglês. Tem mestrado e doutorado em Educação e leciona as disciplinas de Regência, Harmonia e Contraponto no Curso de Graduação em Música da UFC, em Fortaleza. Eugênio Leandro - Seleção de elenco, Pesquisa e músico Eugênio Leandro, compositor, escritor, produtor. Nasceu em Fortaleza, Ce, em 1958, mas viveu os primeiros 20 anos em Limoeiro do Norte, Ce, onde conviveu com uma gama de artistas populares que assomam pelo sertão do Vale do Jaguaribe, cantadores, repentistas, emboladores, sanfoneiros, bandas e fanfarras, além dos folguedos. Centrado na filosofia da produção cultural alternativa, lançou 06 discos autorais independentes, com boa repercussão, considerado entre os bons cancionistas nordestinos, tendo cantado ao lado de Patativa do Assaré, Geraldo Azevedo, Elomar, Xangai, Oliveira de Panelas, Décio Marques, dentre outros. É autor ainda de Rei Piau, contos, 1985, alternativo, Cego Oliveira, biografia do mestre rabequeiro, Ed Demócrito Rocha, 2002, A Noite dos Manequins, contos, prêmio Moreira Campos, SECULT, 2009 e os infantis O Livro Passarinho, 2008, e As Moradoras do Céu, 2014, pela Editora IMEPH.
PROJETO ARQUIVADO.