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PRONAC 210787Apresentou prestação de contasMecenato

Cores e contos de mares e morros: culturas populares em diálogo

AGENCIA DE INICIATIVAS CIDADAS
Solicitado
R$ 600,0 mil
Aprovado
R$ 599,6 mil
Captado
R$ 499,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
09257877000137FERROVIA NORTE SUL S/A1900-01-01R$ 499,5 mil

Eficiência de captação

83.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2022-08-01
Término

Resumo

O documentário de média-duração "Cores e contos de mares e morros" pretende apresentar a história, grandes mestres e lideranças e a riqueza de manifestações da cultura popular de 3 cidades do interior e 3 capitais brasileiras. O filme retratará as experiências de pelo menos uma manifestação da cultura popular de cada cidade, destacando a importância para o desenvolvimento cultural e local, além dos diálogos estabelecidos entre si e com as culturas urbanas, apesar dos diferentes contextos. A proposta é que o documentário dê visibilidade à produção cultural popular, às práticas culturais dos dias de hoje, à sua importância na construção das bases e aos diálogos possíveis entre tradições e culturas urbanas. O filme terá 50 min de duração, sendo finalizado no formato MP4/1080 pixels. O projeto inclui: realização de evento de culminância com exibição pública nas 6 cidades envolvidas, disponibilização grátis em rede social e ação gratuita de formação de plateia (contrapartida).

Sinopse

DOCUMENTÁRIO DE MÉDIA METRAGEM Documentário de média duração (50 minutos) sobre a história, a riqueza e a importância de manifestações da cultura popular e urbana de três cidades do interior de Minas (Santa Luzia, Nova Iguaçu e Cubatão) e três capitais (Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo). Por meio de entrevistas e imagens das atividades desses fazeres tradicionais e urbanos, estabeleceremos pontes, mostrando os diálogos possíveis dentro dessa diversidade de práticas culturais. O método de produção audiovisual, que aposta na articulação entre diversas possibilidades de registro e de apresentação de narrativas dos sujeitos, pode ser verificado na aba documentos, em arquivo específico dos anexos dessa proposta. Classificação indicativa: livre para todos os públicos, nos termos previstos no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ. EVENTO EXIBIÇÃO Evento artístico de exibição pública do documentário de curta metragem, com público mínimo de 150 pessoas. A proposta é que a exibição seja realizada em telão, em espaço de acesso público e gratuito.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Criar e exibir um documentário de média-duração (50 minutos), no formato MP4/1080 pixels, que apresente e crie interconexões entre manifestações da cultura popular e urbana de diferentes municípios brasileiros e, com isso, fomente tais fazeres populares das cidades, promovendo o registro e o reconhecimento artístico-cultural desses locais e dos grupos culturais envolvidos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Produzir um documentário de média duração, de 50 minutos, a partir de registros do cotidiano, de gravação de entrevistas e de cobertura das práticas e dos eventos culturais de grupos artísticos escolhidos em cada cidade participante. - Realizar, em cada uma das seis cidades (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Luzia, Nova Iguaçu e Cubatão), um evento artístico de exibição pública do documentário de média metragem, com público mínimo de 150 pessoas em cada local. A proposta é que as exibições sejam realizadas em telão, em espaço de acesso público e gratuito. - Disponibilizar o documentário de média-duração para acesso público na rede social Youtube e distribuição por e-mail de arquivo digital com o vídeo para um mailing de no mínimo 300 instituições de arte, cultura e educação. - Realizar ação gratuita de formação de plateia, de modo a sensibilizar o público a respeito de temas ligados à arte e à cultura, para pelo menos 30 pessoas em cada uma das seis cidades (180 pessoas, no total).

Justificativa

Neste projeto, entendemos cultura popular como os saberes expressos nas criações, fazeres e festas populares, abertos à transmissão coletiva e oral, que buscam preservar os costumes de diversos grupos. Não nos identificamos, portanto, com a ideia da cultura popular como contraposto inferior da "cultura erudita", entendida como as artes plásticas, a música clássica e outras manifestações culturais apropriadas às classes dominantes. Nesse sentido, compreendemos a cultura popular como um conhecimento construído a partir do cotidiano dos diversos grupos e identidades, repassados de geração em geração, relacionado ao folclore, às festas, aos fazeres artesanais e outros, um patrimônio imaterial. A partir dessa compreensão da cultura popular como um patrimônio imaterial, respaldamos nossa justificativa para esse projeto a partir do que diz a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), que atenta no texto de seu site para a vulnerabilidade desse tipo de manifestação cultural por conta da sua constante mutação e, ainda, pela multiplicação de seus portadores. É comum a tentativa de manutenção de um senso de identidade e continuidade, mas diante das crescentes interações globais, muitas vezes esse desejo de manutenção é insuficiente. Para a Organização, é preciso assegurar a sobrevivência da diversidade de culturas dentro de cada comunidade e, com isso, garantir também um mundo mais plural. Dessa forma, o documentário de média metragem apresentado nessa proposta visa contribuir para a manutenção dessas práticas culturais a partir do seu registro, destacando sua importância e incidência no desenvolvimento cultural e local. Além disso, a ideia de abordar práticas da cultura popular de diversas e diferentes cidades (do interior e de capitais de diferentes estados) é estabelecer pontes entre essas manifestações, sobretudo entre as iniciativas tradicionais (como as folias de reis, congados, os costumes culinários quilombolas e outros) e as práticas contemporâneas de intervenção urbana (como o hip hop, o grafite, o passinho e outros). Acreditamos que essas interconexões permitem explorar a complexidade desses conhecimentos, como eles se relacionam às identidades, influenciam e refletem a sociedade e, o mais importante, revelam possibilidades de encontros intergeracionais que podem tanto contribuir para a perenização das práticas tradicionais quanto para o reconhecimento da importância das práticas contemporâneas. A presente proposta se enquadra no art. 1º da Lei 8313/91, que define da seguinte forma a atuação dos projetos culturais, nos Incisos de número III ("apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores") e VI ("estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória"). A proposta do projeto, em consonância ao previsto nesses incisos, prevê a realização de processos de levantamentos e produções audiovisuais que preservem, valorizem e difundam a maior diversidade possível de bens materiais e imateriais do patrimônio cultural que as regiões detêm. Destacamos o enquadramento também no Inciso IV do mesmo artigo, que indica as realizações que "protegem as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional", pois difundirá a importância das culturas populares tradicionais na formação das bases sociais brasileiras, bem como destacará o papel das culturas urbanas como reflexo da nossa sociedade atual. O documentário dará ênfase à difusão da criação e das atividades dessas manifestações culturais, dos grupos e coletivos populares e periféricos. Dessa forma, está em linha com a Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019, posto que promove e amplia a fruição de bens, produtos e fontes culturais às camadas da população menos assistidas e excluídas de seus direitos culturais por sua condição de vulnerabilidade social e econômica. Também se enquadra no segmento cultural "II _ AUDIOVISUAL", nas seguintes categorias "a) produção de conteúdo audiovisual de curta e média metragem, incluindo rádios e TVs educativas e culturais, e "b) difusão de acervo e conteúdo audiovisual nos diversos meios e suportes (art.18, § 3º, alínea f)", pois prevê a produção de um documentário de média metragem voltado à valorização e à difusão da cultura popular de diversas cidades. O documentário terá ampla difusão _ via veiculação em rede social, promoção de evento de lançamento e envio a 300 instituições relacionadas à cultura dos municípios abordados. Lembramos o enquadramento no Inciso VI do art. 1º da Lei 8313/91, ao "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro". Afinal, como apontado anteriormente, compreendemos que tais manifestações culturais são expressões do patrimônio imaterial dessas cidades, portanto o documentário como registro desses fazeres contribui para a sua preservação e propagação. Ademais, pretende-se que com o diálogo dessas diferentes manifestações culturais abordadas no documentário (tradicionais e urbanas) seja criado um sentimento de identificação entre esses agentes, o que é fundamental para a perenização e reconhecimento dessas práticas. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos [no caso, distribuição gratuita do produto cultural em questão].

Estratégia de execução

Não se aplica. Todos os detalhamentos aplicáveis ao projeto já foram apresentados nos demais campos do formulário, bem como nos anexos.

Especificação técnica

PRODUTO PRODUTO PRINCIPAL: DOCUMENTÁRIO DE MÉDIA-METRAGEM Será produzido um documentário em formato MP4, 1080 pixels, com duração de 50 minutos. A produção conterá legendagem descritiva e intérprete de Libras, conforme medidas de acessibilidade, bem como arquivo de audiodescrição. Utilização do Youtube para veiculação do documentário. Utilização de plugins gratuitos de acessibilidade, tais como: TalkBack (apoio de acessibilidade para utilizadores com deficiência visual e visão reduzida), legendas e CC (closed caption). PRODUTO SECUNDÁRIO: EVENTOS DE LANÇAMENTO Terá duração de duas horas, será aberto a todas as pessoas, gratuito e ocorrerá em espaço público com condições de acessibilidade a pessoas com deficiência. Serão realizados seis eventos, cada um em uma das cidades abordadas (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Luzia, Nova Iguaçu e Cubatão). Serão utilizados tela, retroprojetor e caixa de som para a exibição do média metragem (o qual conterá legendagem descritiva e intérprete de Libras). Equipamentos com arquivo de audiodescrição serão disponibilizados a deficientes visuais durante o evento. Também haverá intérprete de Libras para apoiar pessoas com deficiência auditiva. PRODUTO SECUNDÁRIO: ATIVIDADES FORMATIVAS DA CONTRAPARTIDA SOCIAL - FORMAÇÃO DE PLATEIA Terá duração de duas horas, será aberto a todas as pessoas (mas o público prioritário são estudantes e educadores da rede pública de ensino), gratuito e ocorrerá em espaço público com condições de acessibilidade a pessoas com deficiência. Serão realizados seis formações, cada uma em uma das cidades abordadas (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Luzia, Nova Iguaçu e Cubatão). Serão utilizados tela, retroprojetor e caixa de som para a exibição do média metragem (o qual conterá legendagem descritiva e intérprete de Libras). Equipamentos com arquivo de audiodescrição serão disponibilizados a deficientes visuais, se necessário. Também haverá intérprete de Libras para apoiar pessoas com deficiência auditiva.

Acessibilidade

PRODUTO: DOCUMENTÁRIOS DE MÉDIA-METRAGEM (PRODUTO PRINCIPAL) ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: legendagem descritiva, intérprete de Libras. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: audiodescrição. PRODUTO: EVENTO DE EXIBIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: realização do evento em espaço acessível, com rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc. PESSOAS COM DEFICÊNCIA AUDITIVA: intérprete de Libras. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: audiodescrição, atividades sensoriais, linguagem oral. PRODUTO: ATIVIDADES FORMATIVAS DA CONTRAPARTIDA SOCIAL - FORMAÇÃO DE PLATEIA ACESSIBILIDADE FÍSICA: realização do evento em espaço acessível, com rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc. PESSOAS COM DEFICÊNCIA AUDITIVA: intérprete de Libras. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: audiodescrição, atividades sensoriais, linguagem oral.

Democratização do acesso

Os produtos do projeto se enquadram nos seguintes incisos do artigo 21 da Instrução Normativa nº2/2019, a saber: DOCUMENTÁRIO DE MÉDIA-METRAGEM O documentário será disponibilizado gratuitamente para acesso online e enviado gratuitamente, por mailing eletrônico, a 300 entidades locais ligadas à cultura de cada município (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Luzia, Nova Iguaçu e Cubatão), atendendo ao seguinte requisito: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Ou seja, o público prioritário do projeto é justamente este descrito na alínea "a", inciso I do artigo 20: jovens, estudantes, educadores, gestores escolares, gestores culturais e demais agentes culturais e comunitários, frequentadores de "escolas públicas, bibliotecas, museus e equipamentos culturais". Nesse sentido, todo o plano de mobilização e divulgação do projeto, bem como a distribuição de seu produto, serão voltados prioritariamente a tais segmentos, não apenas cumprindo os 20% mínimos estabelecidos pela Instrução Normativa nº2/2019, mas extrapolando-os. O documentário ainda será disponibilizado gratuitamente na rede social Youtube (www.youtube.com.br), atendendo ao seguinte requisito: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; EVENTO DE EXIBIÇÃO O documentário será lançado em eventos gratuitos em cada uma das cidades (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Luzia, Nova Iguaçu e Cubatão), em espaços públicos, que serão abertos a todas as pessoas, com medidas de acessibilidade, atendendo ao seguinte requisito: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; A assessoria de comunicação do projeto, que divulgará os eventos de culminância nas seis cidades envolvidas, apoiará e facilitará tal medida de democratização, caso haja interesse de captação de imagens por parte das redes de comunicação locais. CONTRAPARTIDA SOCIAL Em atenção às exigências da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a proponente vai realizar ação gratuita de formação de plateia no âmbito do projeto, de modo a sensibilizar o público a respeito de temas ligados à arte e à cultura. A ação de formação de plateia envolverá a exibição comentada do documentário, com a presença de um debatedor da área cultural convidado (um agente mobilizador e produtor da cultural local em cada um dos territórios contemplados). Pelo menos 30 pessoas de cada uma das seis cidades (total de 180 pessoas) participarão da atividade e serão priorizados alunos e/ou educadores da rede pública de ensino. A proposta é que o evento de formação de público dure duas horas e aborde os seguintes aspectos, além da exibição do média metragem: Ementa: - Discussão sobre o conceito de cultura popular. - Discussão sobre o papel da cultura popular no desenvolvimento educacional e social da população. - Apresentação do processo de produção do documentário de média-metragem. - Apresentação do vídeo e abertura para debate com convidados e estudantes participantes do evento. A divulgação do evento será realizada de forma presencial (articulação com agentes mobilizadores locais) e via redes sociais.

Ficha técnica

A equipe principal vai contar com uma diretora, assistente de direção/edição, uma produtora cinematográfica e uma produtora geral. A criação do documentário e a gestão do projeto ficará a cargo da diretora. A diretora tem ampla experiência em desenvolvimento de projetos e produtos audiovisuais. Os membros da equipe atuam em projetos relacionados às culturas populares, sobretudo em ações relacionadas à divulgação, registro e manutenção desses fazeres compreendidos como patrimônios imateriais. Segue, na sequência, versão resumida dos currículos dos profissionais principais. As demais funções da equipe serão contratados para a prestação de serviços. Proponente/dirigente: Rafaela Pereira Lima Formação: É jornalista, doutoranda em Comunicação Social e mestre em Ciência da Informação (UFMG). Atua desde os anos 90 no desenvolvimento de projetos nos campos da comunicação e da educação, sobretudo no âmbito da AIC (Agência de Iniciativas Cidadãs), da qual é sócio fundadora e presidente (função em exercício). Dos anos 90 ao início dos anos 2000, atuou ainda nas iniciativas cariocas de audiovisual comunitário “TV Pinel” e “Puxando Conversa”. De 2000 a 2013, atuou na docência em Comunicação e Gestão Cultural (como a Pós Graduação em Gestão Cultural EAD – Senac MG). Na AIC, atua na concepção e coordenação de iniciativas de comunicação para a cultura e a cidadania e de audiovisual comunitário premiadas por instituições como Unesco, Unicef, ONU-Habitat e Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. As atividades da dirigente (dentre elas, responsabilizar-se por toda a gestão do processo decisório do projeto) serão realizadas sem custos para o projeto. Diretora: Gracielle Fonseca Pires Gracielle Fonseca é jornalista (graduada em 2009), co-autora do documentário Ruído das Minas: a origem do heavy metal em Belo Horizonte (2008) e autora do documentário Mulheres no Metal (2013). Foi coordenadora do projeto/programa de televisão Rede Jovem de Cidadania (2011-2013), da Agência de Iniciativas Cidadãs - AIC, exibido na TV Brasil e Rede Minas. É co-fundadora do site Festivalando, sobre turismo musical e viagens para festivais de música, no qual também foi autora e editora entre os anos de 2014 e 2019. É ainda mestra em Análise do Discurso Crítica (pela Universidade Federal de Viçosa, concluída em 2018), cuja pesquisa enfocou as representações de feminilidades e masculinidades performatizadas em uma publicação brasileira especializada em heavy metal. Atualmente, é mentora na TREINAM – Turma Remota de Ensino Intensivo para Artistas Mulheres (2020) e trabalha como coordenadora de projetos sociais na Agência de Iniciativas Cidadãs (desde 2019). Trabalho remunerado, rubrica Diretor Cinematográfico. Assistente de direção/edição: Sarah Dutra Santos Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Rádio e TV (2013) e Jornalismo (2014). Ao longo de sua formação acadêmica realizou estágios na Rádio UFMG Educativa e na Rede Minas. Co-autora do áudiodocumentário Por que Rei? – Um estudo sobre a realeza de Roberto Carlos (2013) e do documentário Desecanto – Dos irmãos Grimm à Disney (2014). Foi integrante do Coletivo Adiante (2014 -2016), atuando como produtora e na legendagem do documentário Sertão como se fala (2016) e como fotógrafa e redatora no projeto Mapa da Folia (2015). Atualmente trabalha na Agência de Iniciativas Cidadãs – AIC, realizando produção, apresentação e edição do programa de rádio Integrar Educação Contra a Covid-19, transmitido três vezes por semana por quatro emissoras de rádio em Paracatu. Trabalho remunerado, rubrica Assistente de diretor / Assistente de editor. Produtora cinematográfica: Laiene Inácio Lima de Souza Produtora cultural e educadora social, é formada em comunicação com dupla formação em relações públicas e jornalismo (2018). Em 2015, participou do curso de desenvolvimento de gestão cultural do Observatório da Diversidade Cultural (93h/h) e a partir daí iniciou suas atividades na área da cultura. Em 2017 foi produtora dos projetos Mini Bibliotecas Livres - Livros ao Alcance de Todos! e Biblioteca Boa é Biblioteca Aberta!, da Associação dos Amigos das Bibliotecas Comunitárias da RMBH – Sabic BH, realizados com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Já atou como formadora em oficinas de audiovisual, produção de eventos culturais no contexto do projeto de extensão Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha e ofereceu oficinas de alavancagem de recursos, distribuição audiovisual independente pela AIC – Agência de Iniciativas Cidadãs, entre outras oficinas educativas voltadas à comunicação, produção cultural e audiovisual. É integrante do cinefronteira, coletivo cineclubista vencedor em 2016 do Prêmio Exibe Minas. Pelo cineclube, foi produtora e curadora de sessões entre 2016 e 2018, realizadas em cinemas, centros culturais, escolas e praças públicas de Belo Horizonte e Região Metropolitana. Foi também produtora e curadora do FITA - Festival Itinerante do Audiovisual, em 2017. É co-autora da cartilha pedagógica COMUM - FAÇA VOCÊ MESMO EM CINECLUBISMO, que teve seu lançamento durante o 12° CINEOP - Mostra de Cinema de Ouro Preto, na mesa "Imagem, criação e diferença”. Trabalho remunerado, rubrica Produtor Cinematográfico / Produtor executivo. Produtora: Letícia Lopes da Silveira É bacharel em Comunicação Social (habilitação Relações Públicas) pela Universidade Federal de Minas Gerais (concluído em 2012) e atuou como bolsista de iniciação científica (Fapemig/CNPq) no Grupo de Pesquisa em Comunicação, Mídia e Cultura. Desde 2017, é mestra em Comunicação Social pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia, onde desenvolveu a pesquisa que teve como objetivo analisar a apropriação do audiovisual e da plataforma YouTube para difusão, performance e visibilidade de novas identidades construídas por mulheres de cabelos crespos e cacheados. Trabalhou na Agência de Iniciativas Cidadãs – AIC, entre 2012 e 2015, quando, dentre outras atividades, atuou em projetos de comunicação para mobilização social para grupos culturais do interior de Minas e RMBH, na pré-produção de eventos e na redação de materiais educativos relacionados à comunicação aplicada. Atualmente, em 2020, presta serviços para a Agência de Iniciativas Cidadãs no projeto Periferia Viva, em que dá apoio à mobilização de recursos (como suporte à redação de projetos) para grupos culturais da RMBH. Também é professora dos cursos de Publicidade e Propaganda e de Jornalismo da Faculdade 2 de Julho, em Salvador. Trabalho remunerado, rubrica Produtor.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-10-30
Locais de realização (6)
Belo Horizonte Minas GeraisSanta Luzia Minas GeraisNova Iguaçu Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de JaneiroCubatão São PauloSão Paulo São Paulo