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É um curta-metragem de 15 minutos , finalizado em 16:9 (cinemascope),com resolução de video 4k com uma exibição gratuita para a equipe e público em geral (500 pessoas). Um vestido para ver a mamãe é um filme que conta a história de Márcia, uma filha que é encantada pela força, fé e resistência de sua mãe Geralda que luta grávida contra uma infecção viral (caxumba) que atingiu seus 4 filhos e a ela mesma, no período de 1965. Um workshop será ministrado como proposta de contrapartida presente no plano de distribuição.
Produção de curta metragem Classificação : Livre No hospital somos apresentados as personagens principais da história, Márcia que está cuidando de sua mãe Geralda de 78 anos. Na Ala do pronto atendimento a médica vem avisar Márcia sobre o estado de saúde de sua mãe, mas as enfermeiras levam ela para outro caso e Márcia fica sem saber se o que sua mãe tem é grave ou não. Imagina naquele instante o pior dos momentos: a doença, o sofrimento, a morte, já que faziam dois anos da morte do pai e quase na mesma data. Lembranças do passado vem na mente de Márcia, um barracão no fundo de um lote, com caimento abaixo do nível da rua. Márcia com 10 anos sai da porta da cozinha está com um vestido laranja com um desenho de cenouras e de um coelhinho. Seus tios chegam em uma aeroilis branca para levá-la. Outra transição de tempo acontece (cerca de um ano antes) e dessa vez Márcia está admirando a beleza de sua mãe, que usa um vestido branco de bolinhas laranjadas, cobria o corpo, e tinha os cabelos longos até no meio das costas. Geralda era tão branquinha, na maioria das vezes não sorria, nem falava muito, mas trabalhava o tempo todo, suas roupas eram feitas por ela, as roupas de seus 5 filhos também, tinha devoção pela casa e pelo marido. Geralda pede ajuda para Márcia que com oito anos acompanha sua mãe, vai até o varal e pega as fraldas que ela havia pedido leva até o quarto dos seus três irmãos mais velhos que estão muito doentes com caxumba. Geralda contraí caxumba perde a memória e fica internada durante 3 meses, Márcia por ser a única mulher mais velha cuida da casa e ajuda Toninha uma menina que Bernardo o Marido, pai de Márcia, chamou para ajudar a família que passava por um período difícil. As notícias não eram dadas com esclarecimento devido a época (1965), os familiares vinham de vez enquanto visitar, Márcia finalmente consegue ir ao hospital ver sua Mãe que está abatida, com os cabelos curtos e sem memória, não reconhece ninguém. Bernardo chora e Márcia ficava cheia de dúvidas: - O que vai acontecer com minha mãe? Não vou ter minha mãe mais? Como vou contar isso para meus irmãos? Marcia nem se lembrava de como voltou para casa naquele dia. E assim, a cada domingo Bernardo levava um ou dois filhos para ver Geralda, e eles também chegavam bem tristes. Entre indas e vindas já nas últimas semanas, Bernardo chega mais cedo do trabalho e conta que Geralda já estava se lembrando dele, todos ficaram felizes naquele momento. Geralda começou aos poucos lembrar de um a um e voltou para casa. Um tempo passou e em uma madrugada Geralda volta ao hospital, ela estava grávida e na época não se tinha um pré-diagnóstico, as mulheres escondiam a gravidez. Márcia não sabia que sua mãe teria outro filho e então voltou a ficar agoniada, até que no dia seguinte seu pai chega com sua mãe também com um bebe. Márcia transborda de alegria e alívio ao saber que sua mãe está bem. Voltamos para a primeira cena que ela está com o vestido de coelhinho e seus tios a encontram, Bernardo e Geralda saem na porta da cozinha e dão recomendações a Márcia, para ela se atentar na cerimonia de batizado de sua irmã e na hora de chamar para a consagração era para ela ir no altar. Geralda entrega o bebe para seu irmã Terezinha e todos andam em direção ao carro. Fim da transição de tempo, voltamos para o hospital, à médica entra no quarto e finalmente tem tempo para dizer a Márcia o que ela observou com relação à saúde de Geralda: - Sua mãe tem o pulmão mais lindo que eu já vi ! podem voltar pra casa amanhã cedo. E assim mais uma alegria, Geralda volta para a casa e Márcia Deixa para trás uma infância e muitos vestidos.
Objetivo Geral O objetivo deste projeto é a produção,finalização e distribuição de um filme de curta-metragem de ficção, intitulado UM VESTIDO PARA VER A MAMÃE, com duração prevista de 15 minutos, finalizado em 4K, com foco em um público infanto-juvenil, jovem, adulto e terceira idade. Objetivo específico 4 exibições de sessão em cinema público para 125 epectadores por sessão, atendendo 500 pessoas no total. 2 workshops de direção cinematográfica com o obrjetivo de formação em audiovisual como contrapartida social, atendendo 25 participantes por workshop, totalizando 50 pessoas.
Como é sabido , a Lei Rouanet é responsavel pelo fomento a cultura nacional, sendo assim, o curta metragem UM VESTIDO PARA VER MAMÃE pleiteia recurso de incentivo fiscal para a produção de conteúdo audiovisual contando com artistas e técnicos cinematográficos . O projeto é importante para toda a populção local,pois de acordo com o artigo 1° da lei 8.313/91 promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiando, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;salvaguardando a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. A agência nacional do Cinema publicou um estudo sobre a diversidade de gênero e raça em 2018, apontando que "O mercado cinematográfico brasileiro é uma indústria protagonizada por homens brancos", e apenas três mulheres negras até hoje na história do cinema brasileiro conseguiram exibir seus filmes em circuito comercial, Adélia Sampaio "Amor maldito", Viviane Ferreira "Um dia com Jerusa" e Glenda Nicácio "Café com canela". De acordo com o INCISO I e II do artigo 1° esse projeto também contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercicio dos direitos culturais, promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Isto impulsiona ainda mais a aprovação deste projeto, insistir em ganhar fomento para realizar este projetos audiovisual e transformar essa ideia em uma realidade que vai de acordo com a Lei 8.313/91. A realização do curta-metragem serve como exercício de aprimoramento do uso das técnicas audiovisuais para a narrativa fílmica, facilitando a inserção da artista negra Karen Suzane no mercado audiovisual como diretora cinematográfica e oportunizando a criação de portfólios para os profissionais envolvidos, inclusive os atores negros, que também passam por dificuldades de inserção no mercado segundo o estudo da Ancine. Apoiando, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, priorizando o produto brasileiro, isso segundo os incisos III e IX do mesmo Art 1°. Nos dois primeiros curtas "A janela e o vento" e "Tatuadoras" a realizadora Karen fez seguindo a linha de um cinema de invenção, apenas com os recursos que obtinha na mão, sem se apoiar nesta lei, utilizando não atores, celular e muita criatividade, mas é de extrema importância ter o básico em set, caso contrário os resultados saem muito abaixo do esperado. Já no terceiro curta-metragem "A mulher que eu era" foi aprovada em um edital do Banco BDMG, onde arrecadou 30 mil reais e conseguio finalizar o curta em 4K, envolvendo uma equipe de 40 pessoas, com um resultado satisfatório, porém trançando um caminho contra a Lei de cultura, pois os profissionais envolvidos não receberam seus respectivos cachês e o tempo de execução foi exarcebardo, sucateando a economia criativa. Portanto se faz necessário salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira e preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. A linguagem cinematográfica é produtora de conhecimento, memória e imaginário social, é a partir dessa premissa que luto por um cinema que tenha outros enfoques, outras formas de olhar para o cotidiano, em "Um vestido para ver a mamãe" a representação do olhar da personagem Márcia (criança) com relação a sua Mãe Geralda é de encantamento, de inocência, estamos retratando a dor, a saudade e o esforço, de uma filha com relação a sua mãe e de uma mãe com relação a sua família. O Curta-metragem não trabalha a questão do machismo, não funciona como um impulso de superação deste estado errôneo, na verdade ele reproduz esse espaço na qual as personagens estão envolvidas e caberá aos espectadores a identificação dele. É de suma importância que essa temática seja abordada de forma sutil, pois é através da reconstrução imagética do passado e desse olhar voltado para ele que existe a possibilidade de entendermos o presente e simultaneamente questionarmos a postura das mulheres das gerações passadas que foram submetidas a esse "sistema hierárquico" de gêneros, onde o masculino está sempre em posição superior ao que é feminino. Podemos constatar que a imagem é um suporte privilegiado da memória e pode servir à construção da história em todas as suas formas, já que a história é tratada como objeto do cinema devido à sua capacidade de expressar um acontecimento, um estilo de época ou de vida o filme tem uma função positiva, pois ele forma uma memória social enormemente difundida. Contudo, essa dimensão coletiva favorece a constituição de diferentes tipos de memória oficial, cujas mistificações a história pretende denunciar. O audiovisual tem um papel educador e a real possibilidade de gerar empatia através de (re)construção do repertório cultural pautado nos dispositivos sensoriais que um filme desperta. Sendo, portanto uma arma, como diria Zózimo Bubul - precursor do Cinema Negro Brasileiro- ao confrontar a audiência ao sentir. Devido a isso acredito que para a construção de uma sociedade de fato democrática, é necessário que os sujeitos que promovem o audiovisual e o fazem como um todo devam aderir à diversidade de olhares e construções de narrativas fílmicas. Estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Diante de tudo isso, ainda existe uma necessidade de representatividade de corpos negros que não simplesmente reproduza coisas que estamos cansados de ver em diversos produtos fílmicos, personagens subjugados, que não tem voz, que não tem qualquer tipo de protagonismo dentro da narrativa fílmica. Este projeto propõe o contrário se tratando de representatividade, a Doutora Margô é negra e médica, a Márcia é parda, filha de pai preto com mãe branca, exemplificando e construindo outro imaginário possível a esses personagens. Como diz Jacques Aumont, "imitando as metáforas originais do espírito, a imagem se torna veículo de sentido". (1996, p.153) Sendo assim, o objetivo da imagem é representar as manifestações sensíveis do espírito. Protegendo as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, de acordo com o inciso IV. Portanto a realização deste projeto possui finalidades expressivas presentes no Artigo 3°: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural; É de suma importância oportunizar e aprovar projetos audiovisuais no estado de Minas Gerais e de realizadores negros, pensando na qualidade e potencial artistico e comercial.
Logo após a exibição de lançamento, farei duas exibições comentadas do curta metragem " um vestido para ver a mamãe", em parceria com dois centros culturais de Belo Horizonte que tenham equipamento e estrutura necessária para exibição (projetor, tela ou parede branca, caixa de som e cadeiras). O evento contará também com a presença de dois(duas) chefes de equipe, para aprofundarmos melhor no debate sobre a construção do curta. E ministrarei um workshop de 8 horas com duração de dois dias, sobre direção cinematográfica abordando os conceitos básicos de decupagem, análise técnica e direção em set de filmagem, para 30 alunos(as) da rede municipal de preferência em uma escola da regional do Barreiro (B5), onde supostamente o filme será gravado.
Um Curta metragem de 15 minutos, finalizado em 4K, cinquenta cópias de DVD e uma exibição de lançamento.
Contará com a opção de legenda descritiva, audiodescrição e janela de libras.
O projeto UM VESTIDO PARA VER A MAMÃE atende por meio de Contrapartida o Art. 21. da Instrução Normativa n°02/2019, a partir da oferta do produto cultural educativo audiovisual "Workshop de Direção Cinematográfica”, dentro das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público. A ação de contrapartida social cujo projeto se compromete a realizar será o "Workshop de Direção Cinematográfica”, atende integralmente ao disposto no Artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania. É importante ressaltar que: a) A ação formativa audiovisual de contrapartida social "Workshop de Direção Cinematográfica” será oferecida para estudantes acima de 14 anos com ensino médio em andamento, sendo 100% da turma oriunda de instituições públicas. b) a ação formativa é presencial e gratuita. c) a ação formativa será realizada no período de produção do projeto e irá atender um público alvo diferente do qual o projeto contempla, uma vez que a ação é voltada para estudantes acima de 14 anos e profissionais com ou sem experiência nesse campo. e) a ação formativa tem ligação com a linguagem do projeto principal: Audiovisual. e) o número de beneficiários da contrapartida social corresponde a 10% dos beneficiários do projeto, ou seja 50 pessoas, uma vez que o produto principal cadastrado no PLANO DE DISTRIBUIÇÃO atende 500 pessoas. INFORMAÇÕES WORKSHOP: Público alvo:estudantes da rede pública de ensino a partir de 14 anos. Quantidade: 2 workshops / 18horas/aulas total Acesso: Através de link de inscrições 20 dias antes da realização do workshop Carga-horária: 09horas/aulas por oficina / 3 dias de 03horas/aulas Profissional: Karen Suzane Tema: O workshop busca despertar nos jovens o interesse pelo audiovisual e pela direção cinematográfica. O workshop faz um percurso sobre a análise de roteiros, o uso de linguagens visuais, a direção de atores e a gestão de pessoas. Sub Temas: ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE CURTA METRAGEM OS ELEMENTOS DRAMÁTICOS NARRATIVOS (beats, Efeito Kuleshov, clímax) EQUIPE DE DIREÇÃO ( funções e relações com os assistentes de direção) DECUPAGEM (ancoragem de cena, lined-script) CONCISÃO E A REGRA DOS 180° (progressão dramática, quebra de eixo) CÂMERA SUBJETIVA (O ângulo; O tamanho da imagem; A movimentação; Profundidade de campo; Foco; Velocidade). PLANOS SEQUÊNCIAS (efeito de realidade) O SOM E O SEU PAPEL NARRATIVO (o que lubitsch faria?) O DIÁLOGO COM OS ATORES E PERSONAGENS DE DOCUMENTÁRIO (circunstâncias reais, verbos de ação, Stanislavski, preparação do elenco ) O PROCESSO DE MONTAGEM E O(A) DIRETOR(A) (montagem subjetiva, tipos de corte, noção de realidade) EFEITOS ESPECIAIS Ampliando ainda as medidas de democratização de acesso ao projeto, será promovida uma programação de exibições em cinema público de Minas Gerais. Serão ofertadas 4 sessões, cada uma com capacidade para 125 pessoas, totalizando 500 pessoas. Vencido o prazo para os circuitos de festivais nacionais e internacionais disponibilizaremos um link na internet de livre acesso no site de compartilhamento de video chamado Vimeo. Iremos disponibilizar atraves das redes sociais da obra ,Instagram e Facebook , cenas do makingof e fotografias da produção do filme, democratizando o acesso em rede mundial.
PROPONENTE : Karen Suzane Silva Audiovisual será a diretora do curta. Superior completo - Cinema e Audiovisual/ Universidade Federal Fluminense Curtas: A janela e o vento 2:04’ – Diretora (2015) A mulher que eu era 11’32 – Diretora (2018) / LINK DO CURTA: https://youtu.be/qOCboJTWVII Glitter Rain - Direção Criativa / LINK : https://youtu.be/oBC5XL-RI3s DNA GASTRONÔMICO - DIREÇÃO CRIATIVA: https://youtu.be/uzHAusCJtko Série: 2° temporada - Impuros - FOX ( Março- 2019) Assistente de som / Técnico responsável: Álvaro Correia Série: Brasil Imperial – Fundação Cesgranrio (2018-2019) Assistente de som / (8 semanas ) Técnico responsável: Álvaro Correia Longa (Documentário) Não é a primeira vez que lutamos pelo nosso amor (2018) Técnica de som ( 4 semanas ) Documentário (Curta metragem): Meninas invisíveis Técnica de som Período: 8 diárias Curta: A incrível história do homem desalmado Téc. de som Longa: The Seven Sorows of Mary Função: Microfonista Período: 4 semanas Téc Responsável: Ricardo Siqueira Diretor de fotografia: GUSTAVO BARSKE 2013 - 2014 Graduação em Produção Audiovisual Centro Universitário Barão de Mauá Direção de Fotografia 2014 No Meu Pertinho (videoclipe) - Kaptt Filmes 2015 Pra Lá deste Quintal (curta) - Kaptt Filmes 2018 A Mulher que eu era (curta) Assistente de Câmera 2017 01.09 (websérie) - O2 filmes / Volkswagen 2018 Irmãos Freitas (série) - Gullane / Space BR 2018 Carcereiros 2ª temporada (série) - Gullane / Globo Diretor de arte: VICTOR RODRIGUES ESTEVES É formado em Cinema e Produção Audiovisual, direciona sua carreira para a Direção de Arte afim de experimentar todas as possibilidades dessa área. 2017,premios: Melhor Direção de Arte pelo filme “Lençol de Inverno” de Bruno Rubim,Melhor Filme na categoria Novos Formatos e Menção Honrosa pelo festival Visões Periféricas com o filme “Corpo Estranho” de Vic Esteves e Aranha. Entre seus trabalhos estão: “A mulher que eu era” dirigido por Karen Suzane, “Alforria” dirigido por Bruno Rubim, “A filha do homem” dirigido por Rafael Ribeiro, “Esqueminha - Santino” dirigido por Birosca Filmes, “Palco Giratório - 2017” e “Ressuscita Pataxó - Banda Overdrive Saravá- em colab com o Estúdio Cru. DIREÇÃO DE ARTE E FIGURINISTA: MAYARA BARROSO Pós-graduada em MKT empresarial pela UFF, em Produção de Moda pela UVA. Com formação em publicidade pela Estácio e técnico em Estilismo pelo SENAC. Criou figurinos para peças de grupos de teatro como Cia Fabricarte e GRACO. Atualmente, assina dois trabalhos de direção de arte, no grupo de teatro Bichos de Teatro, Onde estão os miseráveis e Ser ou não ser e o nada . No audiovisual, tem por volta de seis curtas no mercado como Lençol de Inverno, Vó, a senhora é lésbica? (2018) e A mulher que eu era (2018) e alguns clipes, assim como “Eu não valho nada” da banda Lagum. ELETRICISTA: José Neves de Oliveira PROJETOS REALIZADOS PARA CINEMA : O circo das Qualidades Humanas. Longa Metragem. 1998 Aleijadinho. Longa Metragem. 1999 Homo sapiens sapiens. Série. 2005 Apocalipse. Web Série. 2012 Heróis. Web Série. 2011 Cidade do Sol. Web Série 2015 Luna. Longa Metragem. 2016 PREPARAÇÃO DE ELENCO : ANDREA RODRIGUES ● Graduada em Teatro pela Universidade Federal de Minas Gerais/ Bacharel ● Bolsista Capes de Iniciação Científica pela UFMG com orientação do Professor Drº Antonio Hildebrando. ● Webserie - Pedro em Três Atos Direção Felipe Amorim 2017 ● Comercial - Ligth - 2018 ● Curta - Peixe Direção Yasmin Guimarães 2019 ● Curta - A Mulher Que Eu Era - Direção Karen Suzane 2019 Trabalhos Como Dramaturga ● Espaço Preto – Espetáculo Ama ● Cena Curta – Elas Também Usam BlackTie – Direção Lira Ribas TÉCNICA DE SOM : YARA TÔRRES FORMAÇÃO Instituto De Comunicação e Artes, UNA. Belo Horizonte (FEV DE 2014 - AGO DE 2017) Bacharel em Cinema e Audiovisual Academia Internacional De Cinema, São Paulo — JAN DE 2017 Ficção, dirigido por Diego Reis A Mulher Que Eu Era (2019) — Curta Metragem Ficção, financiado pelo Edital BDMG, dirigido por Karen Suzane Abdução (2019) — Média Metragem Ficção, financiado pelo Edital BDMG, dirigido por Marcelo Lin MAQUIAGEM DE EFEITOS: LINDA PAULINO DE OLIVEIRA Curso de Maquiador no SENAC Minas (2014) Masterclass M.A.C Cosmetics com Fabiana Gomes (Ago/2015) Assinatura da maquiagem para o espetáculo “Nightvodka” do grupo Armatrux, em 2017 Assinatura da maquiagem para o espetáculo “Homem Bomba”, em 2018 Educadora na escola de beleza Bela Academia (2018) Freelancer em diversos trabalhos da produtora QU4RTO STUDIO (Galo Na Veia Kids, vídeos institucionais (ex: FASEH), entre outros) (jun/2018 – até hoje) Assinatura da maquiagem para o curta metragem “A Mulher Que Eu Era” de Karen Suzane (2018) Assinatura da maquiagem para o curta metragem “Peixe” de Yasmin Guimarães 1° ASSISTENTE DE DIREÇÃO : SAMUEL FÁVERO Formas que fazem sons: Cuíca. Interprograma Canal Futura A Mulher que Eu Era. Curta-metragem premiado pelo 5º Prêmio BDMG de Incentivo ao Curta Metragem de Baixo Orçamento. Função: Assistente de Direção Funções: Direção, roteiro, atuação e montagem Prêmios: Melhor Filme, Melhor Montagem e Melhor Ator na I Mostra Independente de Cinema Universitário da PUC Minas São Gabriel Dias das Professoras PUC São Gabriel. Campanha institucional do colegiado de Publicidade e Propaganda da PUC Minas São Gabriel Funções: Direção, roteiro e montagem. DISTRIBUIÇÃO DO CURTA PARA FESTIVAIS : LAÍS DIEL A FÁBRICA – agosto de 2018 até o momento Assistente de Produção CONSPIRAÇÃO FILMES – agosto de 2017 a agosto de 2018 Estagiária de Produção Executiva (Business Affairs) Estagiária de Produção REPRODUTORA PRODUÇÕES – janeiro a outubro de 2016 Projeto de curta-metragem contemplado no edital Territórios Culturais/RJ da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. PELE SUJA MINHA CARNE – 2016 a 2017 FESTIVAL DO RIO – outubro de 2016 Assistente de Produção na Central de informações e emissão de ingressos. FOQUISTA/ ASSISTENTE DE CAMERA : DEBORA VIEIRA Bacharelado em Cinema e Audiovisual. UFF ESTAGIÁRIA E ASSISTENTE DE CÂMERA Assistente de Câmera nos cursos de Operação de Câmera da AIC TV, professor Jorge. Assistente de câmera em documentário da Busca Vida Filmes - Janeiro/2018. Estagiária de câmera na Minissérie Cidade dos Homens 2018 da Globo/O2- de Outubro/2017 a Novembro/2017. Direção de fotografia e câmera nos Curtas: "Mysha" (Dir. Constantin de Tugny, 2018). “Abate” (Dir. Lucas Vinzon, 2018). “Carne de Porco” (Dir. Lucas Tunes, 2017). “Minha Amada Virgı́nia” (Dir. Bianca Mansur e Liara Belmira, 2017). 2° ASSISTENTE DE CAMERA : RENAN TÁVORA SOARES Formação Acadêmica ● Graduado em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário UNA ● Curso de Pintura Digital - SAGA Experiência Profissional ● 2019 - RÁDIO 98FM Cargo: Videomaker Principais atividades: Captação de imagens, edição/colorização, assitência de câmera e direção de videoclipes. ● 2016/Atualmente – Direção de Fotografia/Assitência de Câmera/Colorista FreelanceR COLORISTA : Julia Vieria Raad Graduada em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense. Graduação:Universidade Federal Fluminense(UFF)-2018 Curso de fotografia digital SENACRio-2015 Curso de Direção de Fotografia AIC-2016 CursoTécnicoemInformáticaSENAC-2019 PORTIFÓLIO NO LINK: www.juliaraad0612.wixsite.com/juliaraad EDIÇÃO DE IMAGEM E MONTADOR: IGOR PEDRO Formado em Cinema e Audiovisual - UNA Curta-Metragem “Arteiro” - 2017 (direção Bruno Carvalho). Seleção Oficial 2º Cine Bauru, Seleção Oficial Curta Cinema - Festival Internacional do Rio de Janeiro, Vencedor do Júri Popular 5º Festival Interamericano Universitário Lumiar. Edição e Montagem. Curta-Metragem “Através do Olhar” - 2018 (direção Igor Pedro). Seleção Oficial do 1º Festival de Cinema Proibido de Trancoso. Direção e Produção; Edição e Montagem. Curta-Metragem “Absurdo” - Em finalização (direção Manoel Rocha).
PROJETO ARQUIVADO.