| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33131541000108 | COMPANHIA BRASILEIRA DE METALURGIA E MINERACAO | 1900-01-01 | R$ 600,0 mil |
| 38486817000194 | Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais SA | 1900-01-01 | R$ 490,0 mil |
| 17281106000103 | COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MG | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
Desenvolvimento de REGISTRO DE BEM IMATERIAL (dossiê patrimonial), VIDEODOCUMENTÁRIOS (videos) e FILMETES AUDIVISUAIS (websérie), PUBLICAÇÕES IMPRESSAS (livros) E DIGITAIS (cartilhas e catálogo), bem como BANCO DE IMAGENS (fotografias) dos modos de fazer tradicionais que envolvem a produção do queijo artesanal de leite cru, em 6 regiões de Minas Gerais, para fins de conhecimento, salvaguarda patrimonial e de promoção cultural e turística.
Não se aplica
OBJETIVO GERALRegistro para fins de memória, salvaguarda e promoção dos saberes e modos de fazer que envolvem a produção do queijo artesanal de leite cru, em quatro regiões de Minas Gerais, por meio da realização de inventários regionais para elaboração de dossiê de registro patrimonial de bem cultural imaterial e desenvolvimento de produtos audiovisuais e editoriais (videodocumentários, filmetes e publicações) que colaborem para divulgação das regiões e proteção destes modos de fazer e saberes tradicionais. OBJETIVOS ESPECÍFICOSCom recursos já captados, serão contemplados os seguintes objetivos específicos: 1) Produção de 1 catálogo com registros previamente identificados do queijo artesanal mineiro, oriundos de documentação dos órgãos de patrimônio e outros coligados, com aproximadamente 120 páginas, trilíngue. Esse catálogo visa à abertura de diálogo com os setores públicos e produtores nas regiões que serão contempladas no projeto, e é uma compilação dos aspectos históricos e antropológicos da produção do queijo artesanal/leite cru em Minas Gerais. 2) Desenvolvimento de 2 inventários regionais para elaboração de dossiê de registro dos modos de fazer o queijo artesanal de Minas Gerais, seguindo parâmetros do Iepha-MG e do Iphan, com a demonstração do conjunto de saberes e fazeres tradicionais do queijo Minas artesanal de leite cru, com vistas ao reconhecimento e registro patrimonial, construído a partir do inventário composto por referências geopolíticas, fotos, vídeos, textos, depoimentos e informações de aspectos históricos, culturais, turísticos, técnicos sobre os modos de fazer queijo artesanal nas regiões: Araxá (11 municípios) e Canastra (10 municípios).3) Criação de 1 banco de imagens - fotografia: Organização e disponibilização para consulta pública de 1 (um) banco de imagens com fotos produzidas nas regiões retratadas, sendo 150 fotos tratadas para usos diversos.4) Produção de 2 videodocumentários: Produção e exibição de 2 videodocumentários, com o registro dos saberes e fazeres, aspectos culturais, históricos e turísticos da região das regiões retratadas.5) Produção e exibição de 4 (quatro) filmetes promocionais para usos diversos em eventos, ações de comunicação, formação e engajamento de produtores.Com o saldo a captar, propomos complementação, acrescendo ao projeto os seguintes objetivos específicos: 6) Desenvolvimento de 2 inventários regionais para elaboração de dossiê de registro dos modos de fazer o queijo artesanal de Minas Gerais, seguindo parâmetros do Iepha-MG e do Iphan com a demonstração do conjunto de saberes e fazeres tradicionais do queijo Minas artesanal de leite cru, com vistas ao reconhecimento e registro patrimonial, construído a partir do inventário composto por referências geopolíticas, fotos, vídeos, textos, depoimentos e informações de aspectos históricos, culturais, turísticos, técnicos sobre os modos de fazer queijo artesanal em regiões definidas conforme prioridade Iepha-MG e Iphan.7) Criação de 1 banco de imagens - fotografia: Organização e disponibilização para consulta pública de 1 (um) banco de imagens, complementar, com fotos produzidas nas novas regiões retratadas, sendo 150 fotos tratadas para usos diversos.8) Produção de 2 videodocumentários: Produção e exibição de 2 videodocumentários, com o registro dos saberes e fazeres, aspectos culturais, históricos e turísticos da região das novas regiões retratadas.9) Produção e exibição de 4 (quatro) filmetes promocionais para usos diversos em eventos, ações de comunicação, formação e engajamento de produtores nas novas regiões retratadas.10) Organização de conteúdo e editoração de 1 (uma) publicação impressa (caderno de patrimônio), com tiragem impressa de 1 mil exemplares e versão digital para ampla divulgação.OBJETIVO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ATIVADO PELO PROJETOMeta 11.4) Fortalecer as iniciativas para proteger e salvaguardar o patrimônio natural e cultural do Brasil, incluindo seu patrimônio material e imaterial.
Minas Gerais é reconhecida pela sua produção artesanal de queijos feitos a partir do leite cru, sendo esse alimento, bem como o seu saber-fazer, elemento conformador do patrimônio cultural do estado. Pesquisas apontam que no estado, há uma rica variedade de tipos de queijo que são diferenciados, entre outras coisas, por suas especificidades físico-climáticas regionais e por seus modos de fazer. Em 2002, o Queijo Minas Artesanal ganhou uma legislação específica com a criação da Lei Estadual n° 14.185, de 31 de janeiro de 2002, que dispõem sobre o processo de produção do Queijo Minas Artesanal (QMA) no Estado de Minas Gerais e o define como: "o queijo confeccionado conforme a tradição histórica e cultural da região do Estado onde for produzido, a partir do leite integral de vaca fresco e cru, retirado e beneficiado na propriedade de origem, que apresente consistência firme, cor e sabor próprios, massa uniforme, isenta de corantes e conservantes, com ou sem olhaduras mecânicas". O advento desta lei, e o seu respectivo decreto, foi um marco regulatório relevante, pois tornou possível a comercialização do queijo de forma legal e possibilitou a identificação das regiões produtoras (sete). Por meio de estudos de caracterização edafoclimáticos e histórico-culturais das microrregiõesforam caracterizadas e identificadas como tradicionalmente produtoras do nosso reconhecido QMA, totalizando 76 municípios. Dessas regiões, apenas o Serro concluiu o registro patrimonial no livro de saberes e fazeres tradicionais, restando pendente o trabalho para as demais regiões. Em 2018, o Estado de Minas Gerais promulgou a Lei de n° 23.157 que trouxe luz aos requisitos que possibilitam legitimar a produção dos queijos artesanais, culminando na edição do Decreto Estadual n. 48.024, em 19 de agosto de 2020, que, dentre outras matérias sobre produção e comercialização dos referidos queijos artesanais, determinou a identificação das regiões de produção feita mediante estudos de caracterização do meio físico e do processo produtivo tradicional considerando aspectos SÓCIOS-CULTURAIS (art. 5º). Acredita-se que a certificação regional, aliada à regularização sanitária, abre as fronteiras do estado para novos mercados consumidores e registra as tradições, preservando as histórias e modos de fazer das comunidades locais, valorizando ainda a origem e a identidade de queijos artesanais de Minas Gerais. A aprovação do projeto na lei federal de incentivo a cultura atende às premissas estratégicas estabelecidas no mecanismo do fomento, abaixo indicadas via enquadramento dos artigos 1o e 3o, e, principalmente, possibilitará o registro, a promoção e salvaguarda de patrimônio imaterial do Estado de Minas Gerais. Artigo 1º da Lei 8.313/91 o projeto se enquadra nos itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; São os objetivos a serem alcançados (Artigo 3 da Lei 8.313/91): III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
O Decreto 48.024 de 19/08/2020, regulamentou a Lei 23.157, de 18/12/2018, que dispõe sobre a produção e a comercialização dos queijos artesanais de Minas Gerais e determinou a competência do IEPHA - INSTITUTO ESTADUAL DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO DE MINAS GERAIS para reconhecimento do modo de fazer do queijo artesanal como patrimônio cultural de Minas Gerais. Portanto, segue anexado aos documento a carta de anuência do órgão que concorda e acolhe o projeto. O projeto visa o desenvolvimento de inventário, dossie e registro audiovisual dos modos de fazer tradicionais que envolvem a produção do queijo minas artesanal de leite cru, para fins de reconhecimento como patrimônio cultural e imaterial de Minas Gerais e está alinhado com a legislação e decretos estaduais que regulamentam produção queijeira no estado, e, dentre tantas medidas relevantes, destacam a identificação e a caractericação das regiões produtoras de queijos artesanais, com a valorização de sua tradição histórica e cultural, passo importante para a criação, organização e incentivo das associações locais. O desenvolvimento do projeto está pautado na consolidação de informações necessárias ao registro do queijo artesanal mineiro em 6 regiões do estado de Minas Gerais, com vistas ao seu reconhecimento patrimonial, permitindo a implementação de medidas futuras de sustentabilidade social, econômica, cultural, ecológica e ambiental. O projeto será ancorado em conversas, encontros, entrevistas e apoio operacional de detentores dos saberes e fazeres tradicionais, representados por cooperativas, associações locais e outras entidades de classe, dentre as quais se destaca a AMIQUEIJO – Associação Mineira dos Produtores de Queijo Artesanal. Em cada região será realizada pelo menos 01 (uma) audiência pública com público de interesse (produtores queijeiros, representantes de associações e cooperativas, representantes municipais e outros) com vistas a construção de ata de anuência e identificação de elementos afetivos e concretos da produção de queijo na região, utilizando-se a metodologia do mapa de percepção aplicada em conjunto com equipe do IEPHA. Para composição de equipe está prevista a contratação de 06 mediadores, atuantes em cada região, que terão por função dar suporte no contato local com produtores, autoridades municipais, dentre outros, com vistas a facilitar o processo de desenvolvimento de dossiês/inventários e produtos audiovisuais correlatos. A realização de inventários específicos para as 6 regiões e a consolidação em um dossiê unificado para o registro do queijo artesanal mineiro como bem cultural imaterial tem por objetivo principal salvaguardar as práticas e tradições associadas à sua produção e, assim sendo, respaldar a adoção de medidas futuras para sua perpetuação. O projeto, seus produtos e contrapartidas foram concebidos visando a consolidação de conhecimento acerca de saberes e práticas relacionadas a produção do queijo artesanal mineiro e sua livre disseminação para sociedade e grupos de detentores destes saberes. As contrapartidas indicadas na proposta, bem como os investimentos indicados para o desenvolvimento dos produtos 2 (vídeo documentários), 3 (filmetes), 5 (publicação digital) e 7 (cartilhas educativas) são medidas concretas de compartilhamento do conhecimento sistematizado pelo projeto e serão utilizados para valorização, proteção e capacitação dos detentores de saber associados à produção do queijo artesanal mineiro. Para desenvolvido do projeto, o Instituto Periférico está articulando cooperação técnica com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA-MG), e com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), conforme cartas anexadas à proposta, bem como serão estabelecidas interseções com coletivos de produtores, cooperativas e associações, estudiosos acadêmicos, chefs de gastronomia, guias turísticos e outras entidades vinculadas ao tema. Tal cooperação visa identificar, por meio destes órgãos e, também, da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (SECULT), do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater–MG) pedidos de registro e reconhecimentos protocolados por detentores de saber que servirão de respaldo e ponto inicial de estruturação executiva do projeto. A metodologia a ser utilizada está descrita no campo “detalhes técnicos” da proposta e seguirá as melhores práticas do mercado para realização de inventários patrimoniais. A qualificação técnica do proponente e equipe principal do projeto estão descritos no campo “detalhes técnicos” da proposta, assim como seguem anexados os portfólios de atuação do Instituto Periférico e coordenador geral de pesquisa, Raul Amaro Lanari. O Instituto Periférico reafirma o compromisso de utilizar recursos administrativos limitado à dimensão de execução das atividades propostas no projeto. As informações relativas à área de patrimônio cultural imaterial foram apresentadas nos campos “justificativa” e “detalhes técnicos” e “outras informações” da proposta e as informações sobre proposta de pesquisa, levantamento de informações, organização e formação do projeto foram apresentadas nos campos “justifica”, “objetivos” e “detalhes técnicos” da proposta. O projeto está alinhado com as políticas de valorização, delimitação e divulgação da cultura das regiões produtoras e chancelada pela SECRETARIA DO ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO DE MINAS GERIAS - SEAPA, cuja anuência encontra-se anexada ao projeto. O proponente reafirma o seu compromisso em ceder, sem ônus, o resultado do projeto para utilização do IEPHA-MG e o IPHAN (declaração anexada).
Produto 1 – Dossiê de Registro de Saberes e Fazeres de Queijo Minas Artesanal desenvolvido a partir dos inventários levantados nas 6 regiões: O desenvolvimento do projeto partirá de levantamento e sistematização de informação já existente acerca de aspectos legais, cadastro de produtores, características de cada região produtora e outros elementos que colaborem para diagnóstico de profundidade de conhecimento, real e atual, sobre os saberes e fazeres tradicionais do queijo artesanal no estado, existentes em bancos de dados de órgãos estaduais. Realizado o diagnóstico, o projeto promoverá o desenvolvimento de inventários e dossiê específico de saberes e fazeres do queijo minas artesanal, por meio do emprego de equipe especializada de história e pesquisa, antropologia, audiovisual e produção executiva que desempenhará investigação qualitativa e quantitativa de campo, para levantamento de informações in loco. Para tal, serão compostas 2 equipes multidisciplinares que atuarão simultaneamente para cobertura de 03 regiões produtoras. Em cada região será realizada pelo menos 01 audiência pública com público de interesse (produtores queijeiros, representantes de associações e cooperativas, representantes municipais e outros) com vistas a construção de ata de anuência e identificação de elementos afetivos e concretos da produção de queijo na região, utilizando-se a metodologia do mapa de percepção aplicada em conjunto com equipe do IEPHA. Será realizado o mapeamento e georeferenciamento das regiões produtoras, circuitos e roteiros turísticos e áreas chanceladas como identidade geográfica, vinculadas ao queijo, para identificação de interseções que possam ser exploradas no desenvolvimento dos inventários, definição de amostragem de entrevistados e outros aspectos relevantes ao desenvolvimento do projeto. O mapeamento deverá ser realizado em sistema de coordenadas geográficas – formato graus decimais – datum SIRGAS-2000. O dado espacial deve estar em formato KML, SHP ou GTM com a indicação da identificação dos itens listados anteriormente. Como resultado, para cada região, será desenvolvido 1 (um) inventário composto referências culturais identificadas e selecionadas pela equipe técnica e pela comunidade envolvida, em formato de fichas. As fichas são compostas por textos descritivos, fotografias, vídeos, identificação de problemas enfrentados e proposições de salvaguarda. O Dossiê de Registro refere-se ao estudo técnico que irá descrever e analisar o bem cultural, consolidando os inventários levantados nas 6 regiões de MG. Deverá ser composto por: a) Introdução: texto explicativo sobre a origem do processo de registro e esclarecimentos gerais sobre o conteúdo do dossiê e da pesquisa em geral b) Análise histórica: origens atribuídas e documentadas sobre o bem cultural; caracterização histórica da região no qual o bem se insere; caracterização histórica do bem cultural, contexto social/econômico/cultural no qual se desenvolveu; trajetória do ofício de queijeiro e as transformações ocorridas ao longo do tempo; sentidos e significados coletivos assumidos pelo processo produtivo dos queijos artesanais e pelos produtores ao longo do tempo c) Análise Antropológica: caracterização do modo de fazer o queijo artesanal de Minas Gerais; caracterização dos produtores e produtoras, tendo como base trabalhos de campo; entrevistas, descrição das etapas de produção; descrição das matérias-primas, ferramentas e instrumentos; descrição dos principais produtos e do âmbito do consumo; caracterização do território e dos espaços de ocorrência (cidades de referência, comunidades, feiras, etc.); discussões de possíveis riscos e conflitos a que o queijo e seus saberes estão expostos; considerações sobre a organização política dos produtores em torno da produção e comercialização (associações e cooperativas); discussão sobre os sentidos simbólicos atribuídos ao ofício e ao trabalho com a terra, os animais, fazendas, etc. descrição das dimensões culinária e de sociabilidade em que o queijo se insere d) Motivação para o registro: deve ser apresentada de maneira objetiva e clara a significância cultural do bem que se pretende proteger, isso é, o valor histórico, científico, cultural, social, simbólico e identitário para as gerações passadas, presentes e futuras que se apresentem incorporados no bem cultural a ser registrado (Art. 1. Carta de Burra. ICOMOS Austrália 1999). Em outras palavras, é importante identificar as características do bem cultural, inerentes ou adquiridas com o tempo, a partir das relações deste com os sujeitos, nos diversos contextos sociais, econômicos, políticos e culturais existentes e) Plano de Salvaguarda: o Plano deverá as recomendações para Salvaguarda do Modo de Fazer o queijo artesanal de cada região com ações que serão aplicadas a curto, médio e longo prazo e que contemplem os seguintes eixos: Transmissão da tradição, Gestão Participativa, Apoio e Fomento e Difusão e Valorização. f) Difusão e Promoção do bem cultural a ser realizada por meio dos produtos listados abaixo (e outros que poderão ser desenvolvidos diretamente pelos públicos de interesse), com conteúdo relativo ao modo de fazer do queijo minas artesanal. Formato em arquivo editável (word) e fechado (PDF). Número de páginas indeterminado. Produto 2 – Vídeo documentários : Serão produzidos 08 vídeo documentários, sendo 1 para cada região e 2 de conteúdo geral, gravados e editados em formato full HD ou 4K, com aproximadamente 15 minutos de duração, tradução em libras, trilha musical e locução. Produto 3 - Filmetes promocionais : Serão produzidos 18 filmetes para fins educativos e promocionais, abrangendo aspectos gerais do dossiê e de cada uma das 6 regiões retratadas, gravados e editados em formato full HD ou 4K, com duração variável de 30 segundos, 1 minuto e 3 minutos, tradução em libras, trilha musical e locução. Produto 4 - Banco de fotos : Será desenvolvido um ambiente virtual para repositório de fotos em alta resolução, sendo 150 fotos tratadas e identificadas, disponibilizadas de forma gratuita, para todos os públicos, para download, para fins promocionais e educativos. E outras 1.350 fotos, em estado bruto, sem tratamento, em alta resolução, disponibilizadas de forma gratuita para órgãos públicos municipais, estaduais e federais, em ambiente controlado por senha de acesso. Produto 5 - Publicação digital / síntese dossiê: Organização de conteúdo e editoração de 01 (uma) publicação digital no formato 21x28cm – 4x4 cores, estimado 50 páginas (podendo variar conforme conteúdo), contendo síntese do dossiê de saberes e fazeres do queijo minas artesanal, com vistas a disseminação de informação tratada e acessível e registro do projeto. Serão finalizadas 2 versões, sendo 1 para distribuição via plataformas digitais e redes sociais e outra com indicações de corte para o caso de impressão futura do material. Produto 6 - Publicações impressas / cadernos de patrimônio: Organização de conteúdo e editoração de 03 (três) publicações no formato 21x28cm – 4x4 cores, estimado 150 páginas (podendo variar conforme conteúdo), contendo informações detalhadas acerca dos inventários de cada uma das 6 regiões produtoras do queijo minas artesanal. Tiragem: 1.000 (hum mil) exemplares / publicação, totalizando 3.000 (três mil) exemplares. Será disponibilizada, também, a versão digital (PDF) das mesmas. Produto 7 - Cartilhas educativas : Organização de conteúdo e editoração de 05 (cinco) cartilhas digitais no formato 14x18cm – 4x4 cores, estimado 20 páginas (podendo variar conforme conteúdo), contendo informações de utilidade pública tais como dicas de salvaguarda patrimonial, orientações de estruturação de roteiro turístico-cultural gastronomico, elementos de originalidade e identidade dos queijos minas artesanais, dentre outros. Serão finalizadas 2 versões, sendo 1 para distribuição via plataformas digitais e redes sociais e outra com indicações de corte para o caso de impressão futura do material.
Produto 1 (bem material - registro) - 01 dossiê de registro de saberes e fazeres patrimoniais ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica Justificativa: documento base para subsidiar os pedidos de registro e certificação do queijo artesanal como bem cultural e patrimônio imaterial junto ao IPHAN. A entrega das fichas de inventário e texto consolidado do dossiê será feita via dispositivo HD Externo ou drive na nuvem. Tecnicamente, no âmbito do projeto não se aplicam soluções de acessibilidade tendo em vista que o uso destas informações para fins de registro oficial de patrimônio e sua consequente divulgação ou democratização de acesso para o público em geral, ficará sob a responsabilidade de órgãos e parceiros governamentais, cabendo a estes adotar as medidas cabivéis para tal, em momento oportuno. Produto 2 - 08 vídeodocumentários (vídeos) ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica, por se tratar de produto audivisual. DEFICIENTES AUDITIVOS: inclusão de tradução em libras na versão final editada. DEFICIENTES VISUAIS: será disponibilidade o aúdio do videodocumentário em formato de podcast. Produto 3 - 18 filmetes promocionais (websérie) ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica, por se tratar de produto audiovisual. DEFICIENTES AUDITIVOS: inclusão de tradução em libras na versão final editada. DEFICIENTES VISUAIS: será disponibilidade o aúdio do videodocumentário em formato de podcast. Produto 4 - 01 banco de imagens com fotos (fotografias) ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica Justificativa: documento base para subsidiar os pedidos de registro e certificação do queijo artesanal como bem cultural e patrimônio imaterial junto ao IPHAN e para composição de acervo da Secretaria de Cultura de Minas Gerais. A entrega das imagens será feita via dispositivo HD Externo ou drive na nuvem. Tecnicamente, no âmbito do projeto não se aplicam soluções de acessibilidade tendo em vista que o uso das imagens e sua consequente divulgação, ou democratização de acesso para o público em geral, ficará sob a responsabilidade de órgãos e parceiros governamentais, cabendo a estes adotar as medidas cabivéis para tal, em momento oportuno. Produto 5 - 01 publicação digital (Catálogo) ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica, por se tratar de produto digital, disseminado por redes sociais e plataformas virtuais. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica, por se tratar de produto digital destinado à leitura. DEFICIENTES VISUAIS: Serão adotadas as seguintes medidas: · Inclusão de descrição para as imagens que transmitem conteúdo; · Utilização de cores com uma boa relação de contraste; · Uso de fontes sem serifa (mais limpas); · Utilização de linguagem simples e clara; Produto 6 - 3 publicações impressas (livros) ACESSIBILIDADE FÍSICA: No desenvolvimento de projeto gráfico, serão adotados formatos e papéis que facilitem o seu manuseio por pessoas com mobilidade ou capacidade motora reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica, por se tratar de produto destinado à leitura. DEFICIENTES VISUAIS: Serão adotadas as seguintes medidas: · Inclusão de descrição para as imagens que transmitem conteúdo; · Utilização de cores com uma boa relação de contraste; · Uso de fontes sem serifa (mais limpas); · Utilização de linguagem simples e clara; Produto 7 - 5 cartilhas digitais (cartilhas) ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica, por se tratar de produto digital, disseminado por redes sociais e plataformas virtuais. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica, por se tratar de produto digital destinado à leitura. DEFICIENTES VISUAIS: Gravação de versão em áudio (formato de podcast). Serão adotadas as seguintes medidas adicionais: · Inclusão de descrição para as imagens que transmitem conteúdo; · Utilização de cores com uma boa relação de contraste; · Uso de fontes sem serifa (mais limpas); · Utilização de linguagem simples e clara; CONTRAPARTIDA SOCIAL · Oficinas de capacitação e feedback com produtores queijeiros. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Escolha de local de fácil acesso e sem obstáculos físicos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Inclusão de intérprete de libras, se houver demanda. DEFICIENTES VISUAIS: Orientação de palestrantes, para explanação oral detalhada, com descrição de imagens projetadas e contextos sobre o conteúdo apresentado. · Palestras em escolas públicas. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Escolha de local de fácil acesso e sem obstáculos físicos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Inclusão de intérprete de libras, se houver demanda. DEFICIENTES VISUAIS: Orientação de palestrantes, para explanação oral detalhada, com descrição de imagens projetadas e contextos sobre o conteúdo apresentado. · Seminário de capacitação e apresentação de material com agentes culturais e guias turísticos. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Escolha de local de fácil acesso e sem obstáculos físicos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras. DEFICIENTES VISUAIS: Orientação de palestrantes, para explanação oral detalhada, com descrição de imagens projetadas e contextos sobre o conteúdo apresentado. · Oficina de capacitação e apresentação do material com intermediários comerciais. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Escolha de local de fácil acesso e sem obstáculos físicos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras. DEFICIENTES VISUAIS: Orientação de palestrantes, para explanação oral detalhada, com descrição de imagens projetadas e contextos sobre o conteúdo apresentado.
A democratização de acesso atende ao Artigo 21, da IN nº 02/2019, a saber: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; No que se refere aos produtos: Produto 1 - 01 dossiê Cessão na íntegra, sem ônus, de material para órgãos patrimoniais do Estado de Minas Gerais (IEPHA) e do Governo Federal (IPHAN) para fins de registro patrimonial e outros estudos. Bem como para órgãos municipais das regiões estudadas. Produto 6 - 03 publicações impressas Por meio de distribuição gratuita de todos os exemplares impressos de cada publicação para órgãos públicos municipais, estaduais e federais; instituições de ensino; associações e cooperativas queijeiras, dentre outros. Previsão de atendimento: 1 mil unidades x 3 modelos = 3 mil unidades. E distribuição gratuita de versão digital de cada uma das publicações em plataformas digitais e redes sociais, acessível para todos os públicos. Previsão de alcance: 500 pessoas x 6 regiões = 3.000 pessoas. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; No que se refere aos produtos: Produto 2 - 08 vídeodocumentários Distribuição gratuita em plataformas digitais, acessível para todos os públicos. Previsão de alcance: 2.000 pessoas x região = 12.000 pessoas Produto 3 - 18 filmetes promocionais Distribuição gratuita em plataformas digitais, acessível para todos os públicos. Previsão de alcance: 2.000 pessoas x região = 12.000 pessoas Produto 4 - 01 banco de imagens com fotos Cessão na íntegra, sem ônus, de material para órgãos patrimoniais do Estado de Minas Gerais (IEPHA) e do Governo Federal (IPHAN) para fins de registro patrimonial e outros estudos, assim como para a Secretaria de Cultura e Turismo do Estado de Minas Gerais e órgãos municipais das regiões estudadas para fins promocionais. Previsão de alcance: 2.000 pessoas x região = 12.000 pessoas Produto 5 - 01 publicação digital Distribuição gratuita em plataformas digitais e redes sociais, acessível para todos os públicos. Previsão de alcance: 500 pessoas x 6 regiões = 3.000 pessoas. Produto 7 - 05 cartilhas digitais Distribuição gratuita em plataformas digitais e redes sociais, acessível para todos os públicos. Previsão de alcance: 500 pessoas x 6 regiões = 3.000 pessoas. VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; No que tange as seguintes CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: · Oficinas de capacitação e feedback com produtores queijeiros. Meta de atendimento: 80 (oitenta) vagas x 6 regiões, totalizando 480 beneficiados. Gratuito. · Palestras em escolas públicas. Meta de atendimento: 200 (duzentas) vagas x 6 regiões, totalizando 1.200 beneficiados. Gratuito. · Seminário de capacitação e apresentação de material com agentes culturais e guias turísticos. Meta de atendimento: 150 (cento e cinquenta) vagas. Gratuito. · Oficina de capacitação e apresentação do material com intermediários comerciais. Meta de atendimento: 50 (cinquenta) vagas. Gratuito.
Nome/Razão Social: Associação dos Amigos do Centro de Cultura Belo Horizonte - AMICULT (nome fantasia, Instituto Periférico) Função: elaboração, gestão e prestação de contas do projeto Currículo: associação privada sem fins lucrativos que nasceu do encontro de profissionais com ricas histórias no cenário da criação e desenvolvimento de projetos culturais, esportivos e educacionais que valorizam a cidadania e a formação humana. Desde 1999, data de sua criação, o Instituto Periférico atua em Belo Horizonte propondo e gerindo projetos que colaborem para a formação de uma sociedade responsável, ética e humana. Participa de parcerias público-privadas apoiando seus clientes, captando recursos e implementando ações com o objetivo de desenvolver, promover e executar iniciativas de relevância pública e social. Desde 2018 o Instituto adotou as Metas e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU como referência para mensuração de resultados e desenvolvimento de suas iniciativas. E acredita que o estímulo à inclusão produtiva é o primeiro passo para a construção de sociedades mais justas e democráticas. / site: www.institutoperiferico.org Nome: Raul Amaro Lanari (Peixe Vivo) Função: coordenador geral de pesquisa do projeto. Currículo: Professor Universitário na área de História do Brasil (Império e República), das políticas de proteção ao patrimônio cultural e da História das Relações Internacionais; pesquisador da História do Brasil durante as décadas de 1930, 40 e 50, Raul é historiador responsável por estudos técnicos na área da preservação do Patrimônio Cultural. É também, coordenador do Curso de Especialização em Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural da UNIBH e professor responsável pelas disciplinas: Memória, Identidade e Patrimônio, Patrimônio e Cultura Imaterial, Práticas de Campo em Patrimônio Cultural I, II e III (Inventário, Tombamento e Registro). E coordenador da equipe técnica da UNESCO no Projeto "Análise da Paisagem do Rio Doce". Nome: Gabriela Santoro de Castro Função: Coordenadora do projeto, responsável pela articulação com parceiros públicos e privados. Currículo: Gestora executiva de projetos, com grande experiência na área pública, Gabriela é formada em Relações Públicas pela PUC-MG, atua há muitos anos em planejamento e produção de eventos, possui um MBA em gestão do conhecimento e inteligência empresarial pela COPPE-UFRJ e uma especialização em gestão avançada do Esporte pelo Instituto Olímpico Brasileiro, em parceria com o COI. Conduziu projetos internacionais, liderou equipes na China, Itália, Inglaterra, Bélgica e Rússia e foi responsável pela interface com executivos estrangeiros de passagem pelo Brasil (COI, FIFA, FISU, IPC e outros integrantes de cias artísticas em turnês que produziu). Nome: Lilian Nunes Vieira Função: Coordenação de produção de todo o projeto. Currículo: É jornalista, cantora, atriz, locutora e produtora. Atua na elaboração, coordenação e realização de alguns dos principais festivais de Minas Gerais: Virada Cultural de Belo Horizonte, Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte (FIT), Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), Festival de Arte Negra (FAN), Feira Literária de Betim, Festival de Literatura do Circuito Liberdade, Momentos Aymoré, Festival Cultural Instituto UnimedBH, Descontorno Cultural, Festival Somos Comunidade, Conexão Vivo, Natura Musical. Tem também grande experiência na produção e circulação de espetáculos nacionais e internacionais, tais como Kirov, Scala de Milão, Pilobolus, Kataklo, Debora Colker, Elis A Musical, Vale Tudo Tim Maia O Musical. Nome: Daniela Savoi Vieira de Souza Função: Coordenadora jurídica e administrativa do projeto, responsável por conduzir as questões de conformidade, gerir contratos e outras prerrogativas legais e administrativas para sua realização e prestação de contas. Currículo: É advogada formada pela PUC-MG e atuante na área de contencioso e consultoria trabalhista, direito cultural e terceiro setor. Foi gestora de escritório jurídico há mais de dez anos. Pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho pela Fundação do Ministério Público e MBA em Terceiro Setor pela Faculdade Batista de Minas Gerais. Nome: Giovanna Pires Função: produtora executiva. Currículo: Graduada em Relações Internacionais pela PUC Minas. Possui vivência na organização, logística e produção de eventos esportivos, culturais, acadêmicos e corporativos com grande capacidade organizacional e operacional. Atua no presente momento no projeto Pampulha Território Museus e é produtora Cultural e Executiva de Júlia Ribas. Atuou no Festival de Arte Negra de Belo Horizonte 2019, DiVera - 1º Festa da Palavra e da Cultura de Conceição do Mato Dentro, CURA Lagoinha, Virada Cultural de Belo Horizonte, FINIT – Festival Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia 2018, HUB MINAS DIGITAL, CSM Brasil (Rio de Janeiro/RJ), Copa do Mundo Brasil 2014, Coordenação de alimentação e bebidas. Possui experiência internacional desenvolvida em trabalho temporário (coordenadora de atividades) em um acampamento de verão para aperfeiçoamento da língua inglesa nos Estados Unidos. Será a produtora que acompanhará as providências logísticas do projeto. Nome: Dila Puccini Função: designer responsável pelo desenvolvimento de peças gráficas e de sinalização do projeto. Currículo: Formada em Jornalismo, iniciou seus trabalhos na área de produção cultural em 1992, ainda em Pouso Alegre (MG), sua cidade natal. Hoje atua nos principais festivais de Belo Horizonte como Virada Cultural, Festival Internacional de Teatro, Festival Literário Internacional, Carnaval de Belo Horizonte, Festival de Arte Negra, entre outros. E também em projetos de circulação no interior como é o caso do Circuito de Cultura no Interior, Arte no Parque, La Movida In Box e Tempo de Música. Sua participação nos projetos é prioritariamente na área de design e produção. Dila é também fotógrafa especializada em shows e espetáculos. Nome: Fabiola Farias Função: Coordenação de produção editorial do projeto. Currículo: É graduada em Letras, mestre e doutora em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais, com pós-doutorado em Educação pela Universidade Federal do Oeste do Pará. Foi Diretora de Ações de Incentivo à Leitura da Superintendência de Bibliotecas Públicas / Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais (2007-2010) e Gerente de Coordenação de Bibliotecas e Promoção da Leitura da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte (2010- 2018). Foi membro titular do Conselho Municipal de Política Cultural de Belo Horizonte (2014- 2017) e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Belo Horizonte (2016-2018). É leitora-votante da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (2010-). Atualmente, é professora substituta no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais. Tem experiência profissional e acadêmica nos seguintes temas: biblioteca pública; política cultural; políticas públicas na área de livro, leitura e bibliotecas; produção editorial; leitura; formação de leitores; literatura; livros para crianças e jovens. Nome: Henrique Cunha Função: Coordenação de produção audiovisual e direção de cena e captação de imagens do projeto. Currículo: Natural de Conceição do Mato Dentro, iniciou sua carreira com produção audiovisual há cerca de 4 anos atuando como diretor de arte e conteúdo em diversos projetos de relevância nacional. Em 2015 fundou a empresa Ogriô om o objetivo de resgatar a memória através do registro como forma de manter viva as tradições, histórias e culturas regionais. Com ampla experiência em direção e produção de conteúdo corporativo e artístico atende a vários clientes como Instituto Espinhaço, Anglo American, Ecosia entre outros. Conta ainda com o apoio de uma equipe multidisciplinar composta por cineastas, jornalistas, publicitários e videomakers.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.